sexta-feira, 31 de outubro de 2008

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Conhecimento


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Conhecimento

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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O tema "conhecimento" inclui, mas não está limitado a, descrições, hipóteses, conceitos, teorias, princípios e procedimentos que são ou úteis ou verdadeiros. O estudo do conhecimento é a gnoseologia.Hoje existem vários conceitos para esta palavra e é sabido por todos que conhecimento é aquilo que se conhece de algo ou alguém. Isso em um conceito menos específico. Contudo, falar deste tema é indispensável não abordar dado e informação.

Dado é um emaranhado de códigos decifráveis ou não. O alfabeto russo, por exemplo, para leigos no idioma, é simplesmente um emaranhado de códigos sem nenhum significado especifico. Algumas letras são simplesmente alguns números invertidos e mais nada. Porém, quando estes códigos até então indecifráveis, passam a ter um significado próprio para aquele que os observa, estabelecendo um processo comunicativo, obtém-se uma informação a partir da decodificação destes dados. Diante disso, podemos até dizer que dado não é somente códigos agrupados, mas também uma base ou uma fonte de absorção de informações. Então, informação seria aquilo que se tem através da decodificação de dados, não podendo existir sem um processo de comunicação. Essas informações adquiridas servem de base para a construção do conhecimento. Segundo esta afirmação, o conhecimento deriva das informações absorvidas. Podemos conceituar conhecimento da seguinte maneira: conhecimento é aquilo que se admite a partir da captação sensitiva sendo assim acumulável a mente humana. Ou seja, é aquilo que o homem absorve de alguma maneira, através de informações que de alguma forma lhe são apresentadas, para um determinado fim ou não. O conhecimento distingue-se da mera informação porque está associado a uma intencionalidade. Tanto o conhecimento como a informação consistem de declarações verdadeiras, mas o conhecimento pode ser considerado informação com um propósito ou uma utilidade.


A definição clássica de conhecimento, originada em Platão, diz que ele consiste de crença verdadeira e justificada.

O conhecimento não pode ser inserido num computador por meio de uma representação, pois neste caso seria reduzido a uma informação. Assim, neste sentido, é absolutamente equivocado falar-se de uma "base de conhecimento" num computador. No máximo, podemos ter uma "base de informação", mas se é possível processá-la no computador e transformar o seu conteúdo, e não apenas a forma, o que nós temos de facto é uma tradicional base de dados.

Associamos informação à semântica. Conhecimento está associado com pragmática, isto é, relaciona-se com alguma coisa existente no "mundo real" do qual temos uma experiência directa.

O conhecimento pode ainda ser aprendido como um processo ou como um produto. Quando nos referimos a uma acumulação de teorias, idéias e conceitos o conhecimento surge como um produto resultante dessas aprendizagens, mas como todo produto é indissociável de um processo, podemos então olhar o conhecimento como uma atividade intelectual através da qual é feita a apreensão de algo exterior à pessoa.

A definição clássica de conhecimento, originada em Platão, diz que ele consiste de crença verdadeira e justificada. Aristóteles divide o conhecimento em três áreas: CIENTÍFICA, PRÁTICA e TÉCNICA.


Além dos conceitos aristotélico e platônico, o conhecimento pode ser classificado em uma série de designações/categorias:


Conhecimento Sensorial: É o conhecimento comum entre seres humanos e animais. Obtido a partir de nossas experiências sensitivas e fisiológicas (tato, visão, olfato, audição e paladar).


Conhecimento Intelectual: Esta categoria é exclusiva ao ser humano; trata-se de um raciocínio mais elaborado do que a mera comunicação entre corpo e ambiente. Aqui já pressupõe-se um pensamento, uma lógica.


Conhecimento Empírico/Vulgar/Popular: É a forma de conhecimento do tradicional (hereditário), da cultura, do senso comum, sem compromisso com uma apuração ou análise metodológica. Não pressupõe reflexão, é uma forma de apreensão passiva, acrítica e que, além de subjetiva, é superficial.


Conhecimento Científico: Preza pela apuração e constatação. Busca por leis e sistemas, no intuito de explicar de modo racional aquilo que se está observando. Não se contenta com explicações sem provas concretas; seus alicerces estão na metodologia e na racionalidade. Análises são fundamentais no processo de construção e síntese que o permeia, isso, aliado às suas demais características, faz do conhecimento científico quase uma antítese do empírico.


Conhecimento Filosófico: Mais ligado à construção de idéias e conceitos. Busca as verdades do mundo por meio da indagação e do debate; do filosofar. Portanto, de certo modo assemelha-se ao conhecimento científico - por valer-se de uma metodologia experimental -, mas dele distancia-se por tratar de questões imensuráveis, metafísicas. A partir da razão do homem, o conhecimento filosófico prioriza seu olhar sobre a condição humana.


Conhecimento Teológico: Conhecimento adquirido a partir da fé teológica, é fruto da revelação da divindade. A finalidade do Teólogo é provar a existência de Deus e que os textos Bíblicos foram escritos mediante inspiração Divina, devendo por isso ser realmente aceitos como verdades absolutas e incontestáveis. A fé não é cega baseia-se em experiências espirituais, históricas, arqueológicas e coletivas que lhes dá sustentação.


Conhecimento Intuitivo: Inato ao ser humano, o conhecimento intuitivo diz respeito à subjetividade. Às nossas percepções do mundo exterior e à racionalidade humana. Manifesta-se de maneira concreta quando, por exemplo, tem-se uma epifania.

1.Intuição Sensorial/Empírica: “A intuição empírica é o conhecimento direto e imediato das qualidades sensíveis do objeto externo: cores, sabores, odores, paladares, texturas, dimensões, distâncias. É também o conhecimento direto e imediato de estados internos ou mentais: lembranças, desejos, sentimentos, imagens.” (in: Convite à Filosofia; CHAUÍ, Marilena).

2.Intuição Intelectual: A intuição com uma base racional. A partir da intuição sensorial você percebe o odor da margarida e o da rosa. A partir da intuição intelectual você percebe imediatamente que são diferentes. Não é necessário demonstrar que a “parte não é maior que o todo”, é a lógica em seu estado mais puro; a razão que se compreende de maneira imediata.


Ver também

Ligações externas

Wikiquote
O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Conhecimento.


Este artigo é um esboço sobre Filosofia. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
Alguns vídeos sobre conhecimento.

De: pgjr23 O que é o conhecimento?


De: antoniodemacedo
Conhecimento.


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Alguns vídeos sobre biologia. Educa Bahia.

Aula 01 - Biotecnologia. Professor Caio moreno


Aula 02 - Vírus. professor caio Moreno.


Aula 03 - Biologia - professor Sérgio Magalhães.


Aula 04 - Biologia - Ecologia - professor Sérgio Magalhães.


Aula 05 - Evolução das espécies - professor Caio Moreno.


Aula 06 - Células Tronco - professor Caio Moreno.


Aula 07 - Impacto da Atividade Antrópica na biosfera- professor Sérgio Magalhães.


Estes vídeos também estão disponivéis em textos. Para acessá-los faça inscrição gratuita aqui.
Um serviço da Educa Bahia. Lá você encontrará simulados do Enem vale a pena conferir. Tem também o Educa Bahia no YouTube.

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Promessa (pro.mes.sa). Palavra do Dia.

Palavra do Dia:

PROMESSA

Encerrado o segundo turno das eleições, no início do próximo ano os candidatos que foram eleitos assumirão seus mandatos. Caberá, então, aos eleitores cobrar o cumprimento das promessas de campanha durante esses mandatos.

A palavra “promessa” tem sua origem no latim medieval, ‘promissa’ e designa um compromisso assumido de se fazer ou de não fazer algo.

>> Definição do dicionário “Aulete Digital”.

Promessa (pro.mes.sa) [é]

Substantivo feminino.

1 Ação ou resultado de prometer, ger. em troca de algo: Ela cumpriu sua promessa.

2 Compromisso assumido de se fazer ou não algo [ + a, de: promessa aos eleitores: Saiu com a promessa de voltar logo.]

3 Esperança que se fundamenta em algo concreto e aparente (promessa de tempestade)

4 Rel. Compromisso que se assume com um ente ou ser sagrado, a fim de se obter deste uma graça

5 Jur. Compromisso, ger. escrito, que se assume perante alguém, a fim de se realizar algo ou de se contrair uma obrigação: Iria assinar a promessa de compra e venda do imóvel.

[Formação: Do latim medv. promissa. Sin. ger.: juramento,voto.]

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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Febre de Cérebro


Descobertas das neurociências, ainda incipientes, são vistas por muitos como o novo caminho para pensar a educação infantil. Mas é preciso cautela para não transportar para a sala de aula visões deterministas ou carentes de comprovação científica
Valéria Hartt

Há paradoxos importantes que cercam a educação infantil. Alguns remontam a sua origem, como a visão fragmentada entre educação e cuidados com a primeira infância. Outros ganham contorno à luz dos tempos atuais, quando a linguagem do brincar, tão própria da criança, perde espaço e protagoniza uma espécie de cabo-de-guerra com a visão "escolarizada" de creches e pré-escolas. A realidade brasileira não foge à regra. Ao contrário, soma ao repertório geral suas próprias mazelas, reservando à criança pequena o educador com a pior qualificação entre todos os profissionais de ensino. Nem mesmo o discurso dos organismos financiadores internacionais, que tratam de difundir as vantagens econômicas de um olhar mais focado sobre a primeira infância, parece capaz de corrigir a rota.

Ao ignorar as peculiaridades da infância e as bases necessárias ao seu adequado desenvolvimento, a educação infantil brasileira caminha entre acertos e experimentações. É alvo fácil de propostas novidadeiras, por vezes apoiadas em uma visão pseudocientífica, carente de sustentação mais sólida. A bola da vez são as neurociências, mais precisamente as ciências cognitivas, que se propõem a promover uma compreensão maior dos processos de ensino-aprendizagem.

A revista Newsweek (edição de 22/10/2007), um dos mais respeitados periódicos americanos, descreve a novidade: a chamada neurociência educacional "avança a passos largos" com o respaldo do recém-criado pro­grama MBE - Mind, Brain and Education (Mente, Cérebro e Educação), da Universidade de Harvard, e o lançamento da publicação homônima, que reúne as últimas pesquisas das ciências cognitivas.

João Augusto Figueiró, do Instituto Zero a Seis: a importância dos estímulos para a inteligência não significa que haja uma fórmula para criar gênios

Não faltam críticas e argumentos à nova visão - do chamado efeito Mozart à onda dos "brain toys", os brinquedos para o cérebro, que, para muitos especialistas, não passam de mitos ainda carentes de comprovação (veja texto na página 31). A eficácia dos consultores em neurociências da educação, que começam a chegar às escolas americanas, também está em xeque. E não é só. Há especialistas preocupados diante da constatação de que professores chegam a pagar US$ 500 em conferências que têm lugar em instituições de renome, como o Massachusetts Institute of Technology (MIT) e a Universidade de Stanford, sob a crença de que os novos conhecimentos têm uma base sólida para uso em sala de aula.

Armadilhas

Enquanto pesquisadores de todo o mundo reforçam a tese de que os primeiros anos são fundamentais para a constituição cerebral, há quem aponte para os perigos desse determinismo científico e de uma visão que induza à hiperestimulação infantil.

"O perigo está nas distorções", sustenta o médico João Augusto Figueiró, criador do Instituto Zero a Seis. "Quando reafirmamos a importância de determinados estímulos para a construção da inteligência e do conhecimento, não estamos defendendo a idéia de que a educação infantil deva privilegiar precocemente conteúdos informativos, nem sugerindo aos pais que proporcionem à criança uma agenda de cursos extracurriculares. Menos ainda temos receitas para fabricar gênios", arremata.

A advertência é per­tinente e, além dos limites éticos da própria divulgação científica, está no centro de um debate que aponta para os limites da estimulação infantil. As descobertas indicam que os primeiros anos de vida são fundamentais para a constituição cerebral. Em pleno desenvolvimento, é na primeira infância que o cérebro forma grande parte de suas conexões, as chamadas sinapses, e inicia um processo que perdura ao longo de toda a vida, oscilando entre o "brotamento" de novas conexões e o mecanismo analogamente conhecido como "poda neuronal".

"O organismo ajusta esse crescimento, eliminando o que não está sendo utilizado. Significa que determinadas funções, se não exercitadas nesse período, podem mais tarde trazer problemas de aprendizagem", diz Figueiró.

A fala do especialista carrega uma verdade há muito conhecida no campo da pedagogia: desenvolver na criança habilidades específicas é pré-condição para a aprendizagem futura. O perigo é dar a esse discurso um tom alarmista ou utilizá-lo como argumento para oferecer à criança um ambiente de hiper­estimulação. O progresso do conhecimento empírico sobre o funcionamento cerebral e a acelerada inovação no campo das neurotecnologias também abrem espaço para visões reducionistas, terreno fértil para promessas e visões pedagógicas questionáveis.

Em seu livro, O Mito dos Três Primeiros Anos (The Myth of the First Three Years: a New Understanding of Early Brain Development and Lifelong Learning, Free Press, 1999), ainda sem tradução no Brasil, John Bruer demonstra ceticismo em relação ao que chama de "contundente profecia" e desafia a uma reflexão: não há nada a ser feito se o cérebro do bebê não receber os estímulos adequados nos três primeiros anos de vida? Se a criança não aprende no momento esperado, então está tudo perdido? Para Bruer, presidente da Fundação James S. McDonell, trata-se de uma visão restrita, que, por si só, pode representar uma ameaça muito maior para o desenvolvimento mental e emocional das crianças.

Uma das pioneiras nas pesquisas em ciências cognitivas, Laura-Ann Petitto, da Universidade de Toronto, reforça o ataque: "O perigo aqui é jogar o bebê fora, junto com a água do banho", disse ela à Newsweek.

Aprendizado e memória

Renovadas pela proclamada década do cérebro e pelas tecnologias de neuroimagem, as neurociências ganharam os holofotes em 2000, quando o austríaco Eric Kandel e mais dois pesquisadores da Universidade de Colúmbia levaram o Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia por suas pesquisas na área de aprendizado e memória.

Eric Kandel, da Universidade de Colúmbia e ganhador do Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia, sugere que seres humanos respondem a estímulos de forma similar a camundongos

Kandel estudou os neurônios da lesma marinha para investigar o que acontece com as células cerebrais quando as instâncias da memória são formadas. Concluiu que a memória altera o formato e a formação das sinapses e descobriu a proteína Creb-1, responsável por converter lembranças de curto prazo em memórias de longo prazo.

O modelo de experiência proposto por Kandel tem suas fontes no russo Ivan Pavlov, que induziu cães a salivar ao toque de um sinal sonoro associado ao horário da refeição. Em vez de cães, Kandel usou uma espécie de lesma do mar (Aplysia Californicus), organismo com circuitos simples, de aproximadamente 20 mil neurônios. O molusco tem um reflexo espontâneo que protege sua estrutura respiratória, o "reflexo de retração das guelras", utilizado por Kandel para medir o aprendizado nas lesmas. Um neurônio sensorial, o "equivalente" ao ouvido do cão na versão pavloviana, era estimulado para, em seguida, acionar um neurônio motor, responsável pela retração das guelras das lesmas, em um processo comparável à salivação dos cachorros na experimentação russa. Diante de determinados estímulos, o reflexo se tornava mais forte e permanecia assim por alguns dias. Para Kandel, uma representação simples de uma forma de aprendizado. O cientista expandiu as pesquisas, observou exatamente as mesmas mudanças em camundongos e sugeriu que um processo análogo acontece em seres humanos.

O estudo ganhou o Nobel, mas não a unanimidade. O psicanalista francês Éric Laurent, um dos expoentes da corrente lacaniana e hoje delegado-geral da Associação Mundial de Psicanálise, não poupa críticas à descrição biológica da memória e à proposta de Kandel de, a partir dela, estabelecer novos paradigmas para a psicanálise (Biology and the Future of Psychoanalysis: a New Intellectual Framework for Psychiatry, Kandel Eric, Am J Psychiatry. 1999;156:505-24; Tradução brasileira: Rev. Psiquiatria, 2003; 25(1):139-65).

"O inconsciente freudiano tem agora uma tradução na língua das neurociências (...) Kandel quer conduzir a psicanálise de seu contexto de descoberta pré-científico a uma etapa superior, científica, absorvendo-a na nova disciplina das neurociências cognitivas" (Our Politics for Psychoanalysis and the IPA's: Three Examples, julho de 2005), afirma Laurent.

O filósofo Peter Hacker e o neurocientista Max Bennett, da Universidade de Sydney, Austrália, apontam problemas conceituais e contestam as conclusões do estudo, no livro Fundamentos Filosóficos da Neurociência (Bennett M.R, Hacker P.M.S ; Philosophical Foundations of Neuroscience; Blackwell Publishing, 2003, p.170, edição brasileira pela Editora Piaget, 2005).

"É tentador pensar que as diversas formas nas quais se manifesta a recordação são todas devidas ao fato de que aquilo que é lembrado está registrado e armazenado no cérebro. Mas isto não tem sentido (...). a expressão de uma recordação deve ser distinguida das configurações neuronais, quaisquer que sejam. Essas configurações não são a memória: tampouco são representações, descrições ou expressões do que é lembrado", apontam.

À margem da polêmica, o fato é que o trabalho de Kandel é referência nas ciências da cognição, e, por associar aprendizado e memória, recebe também o olhar da educação. Olhar que ele próprio sugere que seja cauteloso.

"O futuro da neurociência é brilhante. O perigo é que estamos no pé da montanha e muitas pessoas pensam que já completamos a escalada. É uma grande montanha e vai levar um século [para que a escalemos]."

O diálogo possível

Não se trata, contudo, de negar a contribuição das neurociências para a esfera pedagógica. A própria história da pedagogia como disciplina acadêmica construiu seus alicerces a partir do diá­logo com diferentes saberes. Traz em sua natureza contribuições que vão da filosofia rousseauniana à Escola Nova da psicologia experimental; da psicogênese descrita por Piaget aos estudos antropológicos e, no caso da pedagogia infantil, também a visão recente da sociologia da infância, difundida nos anos 90, com quase um século de atraso.

A educação é uma arte e está em construção. Tem seu primeiro degrau no olhar sobre a criança de 0 a 6 anos, em creches e pré-escolas, que cresce em importância à medida que a formação desses sujeitos, antes majoritariamente a cargo das famílias, é cada vez mais institucionalizada em creches e pré-escolas.

A questão não é condenar as neurociências. É saber se iremos encontrar ali contribuições para o que parece central: qual o papel da educação infantil? Seu agir educativo deve moldar-se a partir das referências do ensino fundamental ou buscar caminhos para construir sua própria identidade? Enfatizar o que a criança já é ou valorizar o que lhe falta?

Há conflitos de sobra que precisam ser resolvidos e proposições que parecem transcender a esfera pedagógica e caminhar para um debate que é também ideológico.

"Uns valorizam aquilo que a criança já é e que a faz ser, de fato, uma criança. Outros, pelo contrário, enfatizam o que lhe falta e o que ela poderá (ou deverá) vir a ser. Uns insistem na importância da iniciação ao mundo adulto; outros defendem a necessidade da proteção face a esse mesmo mundo. Uns encaram a criança como um agente de competências e capacidades; outros realçam aquilo de que ela carece", descrevem Manuel Pinto e Manuel Jacinto Sarmento, do Centro de Estudos da Criança da Universidade do Minho, em Portugal (em As Crianças: Contextos e Identidades, Braga, Portugal, 1997).

Pontos de convergência

Afinal, quais são os mitos e as verdades extraídos das recentes descobertas das neurociências e o que de tudo isso interessa à educação, em particular à educação infantil?

"Por enquanto, os conhecimentos oferecem mais perguntas do que respostas, mas cremos que a pedagogia neurocientífica está sendo gerada para responder e sugerir caminhos para a educação do futuro", defende Katia Chedid, orientadora educacional do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo, e integrante do grupo de pesquisa em neurociências e pedagogia Educação: Produção do Conhecimento, da PUC/SP.

Para Katia Chedid, a neurociência está sendo gerada para indicar os caminhos da educação do futuro

Como ela, outros especialistas e instituições se empenham na defesa de que conceitos básicos das neurociências podem ajudar na compreensão dos processos de ensino-aprendizagem, com contribuições importantes para a prática docente e o desenvolvimento das crianças.

"Harvard anuncia a missão imediata de treinar estudantes neste novo campo, tanto para retornar às escolas e outros espaços educativos, como para formar pesquisadores com profundo conhecimento das ciências biológicas, cognitivas e da educação, e, a partir disso, criar a base de pesquisa apoiada nessa nova união do conhecimento", escreve Kurt Fischer, diretor do programa MBE da universidade.

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) também figura entre os entusiastas da novidade. Em 99, lançou o projeto "Ciências da Aprendizagem e Pesquisa do Cérebro", disposta a aproximar os dois mundos e disseminar o conhecimento científico.

Na mesma trilha, o Conselho Nacional de Pesquisa dos Estados Unidos acaba de lançar a edição ampliada de Como as Pessoas Aprendem - Cérebro, Mente, Experiência e Escola (2007), que chega ao Brasil pela Editora Senac. O livro apresenta as mais recentes descobertas da ciência da aprendizagem e mostra a melhor maneira de aplicá-las na sala de aula.

No capítulo reservado à primeira infância (Como as Crianças Aprendem), sustenta que os bebês vêm equipados com os meios necessários para entender seu mundo e que mesmo as crianças mais novas têm uma boa compreensão dos princípios básicos da biologia e da causalidade física, dos números, das narrativas e dos objetos pessoais. E vai além: "essas aptidões tornam possível a criação de currículos inovadores, que introduzem conceitos importantes para o raciocínio avançado em idades precoces". Como referência, sugere o programa Rightstart, agora incorporado a um modelo mais amplo, rebatizado de Number Worlds. O jogo, que está prestes a ser lançado nos EUA, é uma metáfora do ábaco asiático e ensina tarefas matemáticas básicas, como contar, correspondência entre número e quantidades e o conceito de number line (reta numérica).

"Vejo com reservas qualquer coisa que se intitule um "programa". O perigo é encarar as neurociências como um reparo técnico ou um método universal, como se fosse a panacéia capaz de curar todos os males da educação", adverte Peter Moss, da Universidade de Londres.

A OCDE também apresenta sua visão dos avanços neurocientíficos na obra Compreendendo o Cérebro - Rumo a uma Nova Ciência do Aprendizado (Understanding the Brain: Towards a New Learning Science, 2003). Mais cautelosa, propõe um julgamento crítico das alegações sobre aprendizagem e ensino a partir das pesquisas do cérebro.

Mas, como alertou o pensador Edgar Morin em palestra realizada em São Paulo em dezembro, a neurociência, como outros aspectos da evolução humana, carrega em si uma promessa e uma ameaça. A promessa é de um melhor entendimento dos processos cerebrais. A ameaça é bastante cinzenta: a de que esse conhecimento possa levar à pior manifestação totalitária, a de controlar seres humanos com informações advindas do conhecimento científico.

Os "neuromitos" e a educação

1. A popularidade de uma alegação neurocientífica não significa, necessariamente, que ela seja válida;
2. A metodologia e a tecnologia da neurociência cognitiva estão ainda em formação;
3. A aprendizagem não está totalmente sujeita ao controle da consciência ou da vontade;
4. O cérebro passa por mudanças naturais de desenvolvimento durante a vida;
5. Muitas pesquisas da neurociência cognitiva têm buscado compreender ou resolver patologias ou doenças relacionadas com o cérebro;
6. Uma ciência satisfatória da aprendizagem deve considerar fatores emocionais e sociais, além dos cognitivos.

Fonte: Compreendendo o Cérebro - Rumo a uma Nova Ciência do Aprendizado, OCDE, Editora Senac, São Paulo, 2003

PARA SABER MAIS
- Compreendendo o Cérebro - Rumo a uma Nova Ciência da Aprendizagem, Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, Editora Senac, 2003
- Como as Pessoas Aprendem - Cérebro, Mente, Experiência e Escola, Conselho Nacional de Pesquisa dos Estados Unidos, Editora Senac, 2007
- A Importância do Cérebro, de Patricia Wolfe, Porto Editora
- O Cérebro, a Bioquímica e as Aprendizagens, de Eric Jensen, Edições ASA
- Práticas Pedagógicas Compatíveis com o Cérebro, de Laura Erlander, Edições ASA
 Aprendizagem. Neurociências e a Escola da Vida, de Manfred Spitzer, Climepsi Editores


- Mitos e perigos
- Universidade como modelo
- Convergentes ou divergentes?
- Gente que nasce longe de casa
Fonte: Revista Educação edição 129

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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

INTERATIVIDADE (in.te.ra.ti.vi.da.de). Palavra do Dia.

:

INTERATIVIDADE

Uma das principais características do novo “iDicionário Aulete” é a presença do módulo “Aulete Coletivo”, um espaço de interatividade entre os usuários e a editoria do Aulete para comentar, criticar, sugerir e colaborar com o desenvolvimento do dicionário.

A palavra “interatividade” vem da junção de “interativ(o)” com o sufixo “(i)dade” e designa a condição ou qualidade de interativo, isto é, que está em relação recíproca com outras coisas ou pessoas, ou um ambiente onde há essa ação recíproca.

>> Definição do dicionário “Aulete Digital”?

INTERATIVIDADE (in.te.ra.ti.vi.da.de)

Substantivo feminino

. 1 Condição ou característica do que é interativo.

2 Comun. Inf. Capacidade que tem um sistema ou equipamento de permitir interação

[Formação: interativ(o) + -(i)dade.]

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Ciências para Crianças, alguns vídeos.

De: futuroeducacao


De: radarcultura


De: radarcultura


De: radarcultura


De: radarcultura


De: radarcultura


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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Mulher de 56 anos dá à luz netas trigêmeas

Se ter trigêmeos é uma experiência e tanto, imagine dar à luz três netas. Foi o que aconteceu com Jaci Dalenberg, uma senhora de 56 anos de Ohio (EUA).


Jaci fez a gestação das três meninas –duas delas idênticas– no lugar de sua filha, Kim Coseno, que pensava em adotar uma criança por não poder engravidar. Sua mãe então se ofereceu para ajudá-la.

Kim e o marido, Joe, fizeram fertilização in vitro e os embriões foram implantados no útero de Jaci. Desde então, a família mantém um blog para contar a história –e também rebater eventuais críticas.

Em 11 de outubro, as crianças nasceram (por meio de cesariana) prematuras, aos sete meses de gestação. Ganharam os nomes Gabriella Claire, Elizabeth Jacilyn e Carmina Ann. Duas pesavam pouco mais de um quilo e uma, menos de um quilo. Como ainda precisam de cuidados especiais, elas permanecem no hospital.

Uma mãe leoa

Em seu blog, Kim narra a experiência da família e aproveita para rebater críticas. Com a exposição do caso na mídia, diz ela, houve muita repercussão positiva –e alguma negativa.

"Obviamente, quem nos criticou não sabe de tudo, ou então não faria esse julgamento", escreveu Kim. "Quero muito defender a escolha que fizemos. Sou uma mãe leoa que fica furiosa quando sua família é ameaçada. É mais forte do que eu."

Fontes: www.folha.uol.com.br e Mega Cubo

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Alguns vídeos sobre Língua Portuguesa 2.

Curso: Letras Disciplina: Lingua Portuguesa Período: 1º Unitins.

De: graduacaounitins Coesão e Coerência

De: graduacaounitins Tipos de Textos

De: graduacaounitins Variantes Lingüísticas

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Termos e Significados Usados Na Psicopedagogia

joaomariaandarilho


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Atividades matemáticas. Anos iniciais

From joaomaria,
Para ver estes slides em tela cheia, clique no primeiro ícone inferior direito.

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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

FUNDOS DE INVESTIMENTOS

Parte 1. From: EnsinaNet


Parte 2. From: EnsinaNet
Conheça sobre Fundos de Investimentos Financeiros através de um curso on-line com slide-show.Outras aulas disponíveis em www.ensina.net

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Inclusão social.

From: avaunitins


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MORAL (mo. ral). Palavra do Dia.

Palavra do Dia:

MORAL

Após ficar nove partidas sem vitória, o triunfo fora de casa enfrentando a equipe do Goiás conseguiu elevar o moral dos jogadores da equipe do Vasco da Gama.

Com origem na palavra latina ‘moralis’, o termo “moral” gera muita confusão por conta de seu variado número de definições. No texto acima, a palavra é um substantivo masculino que designa o ânimo, estado de espírito. Como substantivo feminino, “moral” designa o conjunto de regras de conduta da sociedade.

>> Definição do dicionário “Aulete Digital”:

MORAL (mo. ral)

Substantivo feminino.

1 Fil. Conjunto de regras de conduta, inerente ao espírito humano, aplicáveis de modo absoluto para qualquer tempo ou lugar, ou a grupo ou pessoa determinada, proveniente dos estudos filosóficos sobre a moral

2 Conjunto de regras e princípios de decência que orientam a conduta dos indivíduos de um grupo social ou sociedade (moral burguesa, moral cristã); MORALIDADE. [ Antôn.: imoralidade.]

3 Lição que se tira de uma história, de um fato etc; MORALIDADE: Não há fábula sem moral

Substantivo masculino.

4 O conjunto dos valores morais de cada um: Era dono de um moral inabalável

5 Estado de espírito; ânimo: Essa notícia levantou o meu moral

Adjetivo de dois gêneros.

6 Ref. às regras de conduta e aos costumes aceitos em determinada sociedade (dever moral, valores morais); ÉTICO.

7 Que é conforme às regras dos bons costumes, da ética [ Antôn.: imoral, indecente.]

Adjetivo de dois gêneros.

8 Que demonstra decência, integridade: O respeito aos mais velhos é uma obrigação moral

9 Ref. ao espírito, em oposição ao físico, ao material (sofrimento moral)

10 Fil. Ref. ao estudo filosófico da moral

[Formação: Do latim ‘moralis’. Ver tb. imoral e amoral.]

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Matemática - Exercícios de Fixação - Problemas Matemáticos

From: joaomariaandarilho

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Práticas Pedagógicas.

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domingo, 26 de outubro de 2008

Natureza 2

magdalena1948


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Caricatura

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TURNO (tur.no). Palavra do Dia.



Palavra do Dia:

TURNO

Hoje, 26 de outubro, os eleitores de onze capitais e diversas outras cidades retornarão às sessões eleitorais para votar no segundo turno das eleições municipais.

A palavra “turno” tem sua origem no termo francês ‘tourne’, que se originou do latim ‘tornare’ e designa, entre outras coisas, cada uma das etapas de determinada disputa.

>> Definição do dicionário “Aulete Digital”:

TURNO (tur.no)

Substantivo masculino.

1 Cada grupo de pessoas que se reveza numa atividade

2 Bras. Período de tempo determinado para trabalho ou estudo, em empresas, colégios, hospitais etc: o turno da noite: o turno das enfermeiras

3 Momento em que ocorre uma alternância de pessoas em uma atividade qualquer; VEZ: Agora era o seu turno de vigiar o portão

4 Esp. Cada uma das etapas de um campeonato ou torneio: O Fluminense venceu o primeiro turno do campeonato carioca



[Formação: Do francês ‘tourne’, de ‘tourner’, deriv. do latim ‘tornare’.]

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Grandmaster Flash & The Furious Five - The Message

De: haaneepoo


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PUBLIC ENEMY - FIGHT THE POWER

De: InfamousAllegiance


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Cosmos - As Origens Da Vida - Em 7 Partes (Dublado)



Parte 1.


Parte 2.


Parte 3.


Parte 4.


Parte 5.


Parte 6.


Parte 7.

Fonte destes vídeos: http://br.youtube.com/user/Andrelz




Cosmos

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nota: Para outros significados de Cosmos, ver Cosmos (desambiguação).

Cosmos - foi uma série de TV realizada por Carl Sagan e sua esposa Ann Druyan, produzida pela KCET e Carl Sagan Productions, em associação com a BBC e a Polytel International, veiculada na PBS em 1980.

A série Cosmos é um dos mais formidáveis exemplos da amplitude e eficácia que a divulgação científica pode atingir por meios audiovisuais, quando servida por uma personalidade carismática como Carl Sagan e por meios técnicos adequados.

Filmado ao longo de três anos, em quarenta locais de doze países, o programa Cosmos abriu a janela do Universo a mais de 500 milhões de pessoas. O segredo desta série de treze horas foi o talento de comunicador de Sagan, capaz de desmistificar o que até então fora informação científica inacessível. A versão escrita deste programa continua a ser o livro de divulgação científica mais vendido da história.

Editada recentemente pela Cosmos Studios (parte de uma fundação criada para a divulgação científica), a versão DVD da série disponibiliza um total de 780 minutos de material, distribuidos por 13 episódios de 60 minutos cada (cada epsiódio está repartido em 13 capítulos de acesso directo). Os materiais incluidos na edição DVD foram revistos pelo próprio Carl Sagan e pela sua esposa e ajudante, Ann Druyan, e após cada episódio encontrará uma apresentação das actualizações e novas descobertas científicas feitas nas matérias expostas desde o lançamento original da série nos anos 80. A partir de março de 2008 o canal brasileiro TV Escola começou a reapresentar este documentário dublado em português.


Episódios

Série de 13 episódios, Cosmos é constituída pelos seguintes títulos (pequena descrição dos assuntos tratados):

  • Episódio 1 - Os Limites do Oceano Cósmico (The Shores of the Cosmic Ocean) - O 1° capítulo da série Cosmos; apresenta-nos o universo de maneira geral, revelando as grandezas dos corpos celestes e a distância entre eles, além de lembrar importantes estudos do passado para grandes descobertas como a esfericidade do planeta. Sagan faz uma impossível (para os recursos atuais) e imaginária viagem desde a extremidade do espaço até nosso planeta, mostrando fenômenos como o nascimento e a morte de estrelas diante de uma fusão nuclear; recordando-nos a famosa equação de Einstein E=mc² (quando a matéria vira energia e vice versa). Ao longo do episódio fala um pouco sobre a descoberta de cada planeta da Via-láctea e algumas características. Também nos da uma idéia do tempo cósmico.


  • Episódio 2 - As Origens da Vida (One Voice in the Cosmic Fugue, lit. "Uma Voz na Fuga Cósmica") - Já no nosso planeta, Sagan interroga as origens da vida e a evolução das espécies, especulando ainda sobre a hipótese de existência de seres vivos noutros planetas.


  • Episódio 3 - A Harmonia dos Mundos (The Harmony of the Worlds) - Da astrologia à astronomia, desde sempre que o homem olha as estrelas em busca de conhecimento. Sagan traça o percurso da Humanidade na observação dos corpos celestes e na descoberta das leis que os regem.


  • Episódio 4 - Inferno e Céu (Heaven and Hell) - Um pequeno cometa teria atingido a Terra em 1908, provocando uma enorme explosão na Sibéria. Este fato serve a Sagan para empreender uma viagem até Vénus, com as suas altas temperaturas e o seu superlativo efeito de estufa.
Sagan junto a um modelo da nave Viking.
Sagan junto a um modelo da nave Viking.
  • Episódio 5 - Os Segredos de Marte (Blues for a Red Planet, lit. "Blues para um Planeta Vermelho) - Depois de Vénus, Marte é o planeta visitado neste episódio.



  • Episódio 7 - A Espinha Dorsal da Noite (The Backbone of Night) - Dos antigos gregos à atualidade, Sagan traça o percurso do conhecimento científico sobre o Cosmos.



  • Episódio 9 - A Vida das Estrelas (The Lives of Stars) - Nascimento, vida e morte das estrelas - sem esquecer o nosso Sol de que veremos uma simulação do último dia de vida.


  • Episódio 10 - O Limiar da Eternidade (The Edge of Forever) - Origem e destino do Universo, das lendas e crenças à astrofísica.


  • Episódio 11 - A Persistência da Memória (The Presistence of Memory) - Sagan viaja até ao cérebro humano como local central de todo o conhecimento.


  • Episódio 12 - Enciclopédia Galáctica (Encyclopaedia Galactica) - Haverá vida noutros pontos da nossa galáxia? Sagan persegue a questão sem encontrar provas e conduz-nos numa viagem por várias estrelas e planetas.


  • Episódio 13 - Quem Pode Salvar a Terra? (Who Speaks for Earth?, lit. "Quem Responde pela Terra?") - Um planeta povoado de 60 mil armas nucleares é um planeta com futuro? Sagan termina a série Cosmos com um vibrante apelo à paz, em nome da nossa dignidade humana e em nome do respeito ao universo de que fazemos parte.


O cientista brasileiro Marcelo Gleiser apresentou em 2006, no Fantástico, uma serie denominada Poeira das Estrelas, um programa de divulgação científica feito nos moldes de Cosmos, segundo Gleiser, o nome de tal série foi dada graças a uma frase dita por Carl Sagan na série Cosmos dizendo que: "Todos nós somos seus filhos", tal episódia da série de Sagan contava sobre estrelas, Gleiser remodelou tal frase dizendo no primeiro episódio de Poeira das Estrelas: "... uma vez o astrônomo americano Carl Sagan disse que somos todos 'Poeira das Estrelas'".


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