quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Um estudo realizado em ratos avaliou o impacto que o estresse tem nos primeiros anos de vida


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Bebes estressados, adultos complicados
Um estudo realizado em ratos avaliou o impacto que o estresse tem nos primeiros anos de vida e como ele pode resultar em problemas futuros de comportamento. Este estudo foi conduzido por Christopher Murgatroyd, do Instituto Max Planck de Psiquiatria, em Munique, Alemanha.

O trabalho descreve os efeitos em longo prazo do estresse em ratos bebês na revista Nature Neuroscience.  Os ratos da pesquisa produziram, diante do estresse, hormônios que "mudaram" seus genes, afetando o comportamento ao longo das suas vidas. Este trabalho poderia fornecer pistas sobre como o estresse e o trauma na infância podem levar a problemas futuros.
Os filhotes de ratos foram submetidos a estresse devido ao fato de serem separados de suas mães durante três horas por dia durante dez dias. Apesar dos animais não serem afetados a nível nutricional, eles manifestaram reações físicas de estresse diante do abandono.  A equipe descobriu que os ratos "abandonados" precocemente foram menos capazes de lidar com situações estressantes no futuro, ao longo das suas vidas. O Dr. Murgatroyd explicou que estes efeitos - dificuldade em lidar com estresse no futuro - foram causados por "mudanças epigenéticas", onde a primeira experiência estressante realmente mudou o DNA de alguns genes dos animais.

"Este é um mecanismo que acontece em duas fases", explicou o Dr. Murgatroyd. "Quando os ratos bebê foram estressados, eles produziram altos níveis de hormônios do estresse (cortisol)". Esse hormônio interfere no DNA de um gene destinado a codificar outro hormônio específico do estresse - a vasopressina, também conhecido como hormônio antidiurético. "Tal evento deixa uma marca permanente no gene do hormônio antidiurético," disse o Dr. Murgatroyd. "Em seguida, é programado para produzir altos níveis [do hormônio] mais tarde na vida."

 bebe estresse

Os pesquisadores foram capazes de mostrar que a vasopressina estava por trás do comportamento e problemas de memória. Quando os ratos adultos receberam uma droga que bloqueava os efeitos desse hormônio, o seu comportamento voltou ao normal.  Este trabalho foi realizado em ratos, mas os cientistas também estão investigando como o trauma de infância em humanos pode levar a problemas como a depressão. 
Professor Hans Reul, um neurocientista da Universidade de Bristol, Reino Unido, disse que esta foi "uma adição muito valiosa para o entendimento sobre os efeitos em longo prazo do estresse no início da vida".

Há fortes evidências de que as adversidades, tais como o abuso e negligência durante a infância contribuam para o desenvolvimento de doenças psiquiátricas como a depressão, por exemplo, na idade adulta. Isso ressalta a importância do estudo dos mecanismos relacionados aos transtornos emocionais e ao estresse. Veja Vivências Traumáticas em Crianças emPsiqWeb.
O número de gestações com Síndrome de Down aumentou mais de 70% nos últimos 20 anos, segundo pesquisadores.
O forte aumento no número de crianças que nascem com Síndrome de Down reflete o crescente número de mulheres mais velhas a engravidar, quando então há um risco mais elevado para esta doença. A Universidade de Londres realizou um estudo abrangendo Inglaterra e País de Gales. O número de gestações com Síndrome de Down aumentou de 1.075 em 1990 para 1.843 em 2008.
Os avanços e a melhora no rastreamento genético pré-natal é que denuncia o aumento do diagnóstico dessas gestações, entretanto, o número de crianças com está síndrome diminuiu. Isso aconteceu porque, de acordo com o estudo, a proporção de casais que decide interromper a gravidez depois do diagnóstico precoce da doença gira em torno de 92%, conforme dizem os pesquisadores ingleses.
Joan Morris, professor de estatísticas médicas da Queen Mary Hospital e que conduziu a pesquisa disse que o risco de um bebê nascer com síndrome de Down é uma em 940 para uma mulher até os 30 anos, entretanto, depois dos 40 anos o risco sobe para uma em 85. "O que estamos vendo aqui é um aumento acentuado de gestações com Síndrome de Down, porém, esse aumento é compensado pelas melhorias no diagnóstico precoce".
Alguns casais mais velhos, por outro lado, apesar de avisados do maior risco para a Síndrome de Down continuam preferindo manter a gravidez e aceitam o filho com esse problema. Foi o caso de Natasha e Eddie Batha, avisados pelos médicos que a chance de gerarem uma criança com Síndrome de Down era de um para 170 e cuja filha Mia realmente confirmou esse risco.

 O senhor Batha declarou à BBC que "se trata apenas de um outro ser humano, um pouco diferente". No caso dele, "Mia é um pouco mais lenta para entender as coisas". A mãe, Natasha, diz que muitas pessoas estão mal informadas sobre a Síndrome de Down, o que tem contribuído para as altas taxas de aborto.
 Down


A Síndrome de Down é um distúrbio genético descoberto pelo médico britânico John Langdon Down em 1866, caracterizado pela redução na capacidade de aprender e de se desenvolver mentalmente. No Reino Unido cerca de 60.000 pessoas têm Síndrome de Down. Fonte: BBC . (veja mais sobre Síndrome de Down em Fundação Síndrome de Down).
Sentir raiva é ruim, esconder a raiva é pior ainda
Homens que não expressam abertamente sua raiva diante de situações onde se sentem muito prejudicados, como por exemplo, se forem tratados injustamente no trabalho, duplicam o risco de um ataque cardíaco, conforme sugere uma pesquisa sueca. Os pesquisadores analisaram 2.755 trabalhadores do sexo masculino em Estocolmo que não tinham tido um ataque cardíaco.

As pessoas pesquisadas foram questionadas sobre como lidavam com o conflito no trabalho, fosse com superiores ou com colegas. Os pesquisadores dizem que o estudo mostra uma forte relação entre a raiva reprimida e doenças cardíacas.
As pessoas foram divididas em dois grupos; aquelas que lidavam racionalmente com os conflitos possíveis de gerar raiva, opinando ou manifestando descontentamento e aquelas que, embora sendo mobilizadas emocionalmente, deixavam as coisas passarem, não manifestavam qualquer reação emocional ao conflito. As pessoas do grupo, digamos, passivas, desenvolveram sintomas como cefaléia, dor de estômago ou apresentaram mau humor em casa.

Esse estudo começou em 1992 e terminou em 2003. Até o último ano de observação 47 das 2.755 pessoas estudadas tiveram um ataque cardíaco ou morte por doença cardíaca. Os homens que deixavam as coisas passarem sem dizer nada diante de situações estimulantes de raiva tiveram o dobro do risco de um ataque cardíaco ou morte por doença cardíaca grave, em comparação com os homens que agiam, questionavam e lidavam racionalmente com a situação.
 Raiva

Os pesquisadores acreditam que a raiva pode produzir tensões fisiológicas se não for externada, e estas tensões internas levam ao aumento da pressão arterial que, eventualmente, acabam prejudicando o sistema cardiovascular. O Dr. ConstanzeLeineweber, do Stress Research Institute de Estocolmo, que liderou esse estudo disse: "... apesar de existir uma pesquisa anterior apontando sobre isso, a surpresa foi que a associação entre a raiva reprimida e doenças do coração não parecia ser tão forte como se demonstrou agora". Fonte: BBC .
A Raiva não é contra-indicada ao ser humano apenas por questão ética, mas, sobretudo, por seu aspecto médico. A Raiva mata ou, pelo menos, aumenta os riscos de ter algum problema sério de saúde, desde uma simples crise alérgica, ou grave úlcera digestiva, até um fulminante ataque cardíaco.
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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Rendimento escolar é bem melhor quando a criança pratica alguma atividade física

Rendimento escolar é bem melhor quando a criança pratica alguma atividade física

Dados de 232 estudantes suecos do 9º ano foram coletados para avaliação das notas escolaresTodo mundo já está cansado de saber que a prática de atividade física regularmente traz diversos benefícios à saúde. No entanto, um recente estudo revela que o exercício físico pode refletir positivamente nas notas escolares de crianças e adolescentes.

 


Entre as meninas, por exemplo, a realização de atividades físicas vigorosas pode estar associada com um melhor desempenho acadêmico. Já entre os meninos, o condicionamento aeróbico pareceu ter uma influência nesse sentido.

“A atividade física ajuda positivamente no desempenho escolar como no físico das crianças, promovendo uma boa postura corporal e outros benefícios”, alerta a fisioterapeuta e tutora do Portal Educação, Tatiana Leme.

Para a realização do estudo, dados de 232 estudantes suecos do 9º ano foram coletados para avaliação das notas escolares, da adolescência, dobras cutâneas, condicionamento cardiovascular e atividade física.


Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/noticias/40423/rendimento-escolar-e-bem-melhor-quando-a-crianca-pratica-alguma-atividade-fisica:

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domingo, 27 de dezembro de 2009

Trabalho acadêmico




Trabalho acadêmico

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Trabalho académico é o texto (em sentido lato ou estricto) resultado de algum dos diversos processos ligados à produção e transmissão de conhecimento executados no âmbito das instituições ensino, pesquisa e extensão universitária, formalmente reconhecidas para o exercício dessas atividades.

 Finalidades

As diversas finalidades do trabalho acadêmico podem se resumir em apresentar, demonstrar, difundir, recuperar ou contestar o conhecimento produzido, acumulado ou transmitido. Ao apresentar resultados, o texto acadêmico atende à necessidade de publicidade relativa ao processo de conhecimento. A pesquisa realizada, a ideia concebida ou a dedução feita perecem se não vierem a público; por esse motivo existem diversos canais de publicidade adequados aos diferentes trabalhos: as defesas públicas, os periódicos, as comunicações e a multimídia virtual são alguns desses. A demonstração do conhecimento é necessidade na comunidade acadêmica, onde esse conhecimento é o critério de mérito e acesso. Assim, existem as provas, concursos e diversos outros processos de avaliação pelos quais se constata a construção ou transmissão do saber. Difundir o conhecimento às esferas externas à comunidade acadêmica é atividade cada vez mais presente nas instituições de ensino, pesquisa e extensão, e o texto correspondente a essa prática tem característica própria sem abandonar a maior parte dos critérios de cientificidade. A recuperação do conhecimento é outra finalidade do texto acadêmico. Com bastante freqüência, parcelas significativas do conhecimento caem no esquecimento das comunidades e das pessoas; a recuperação e manutenção ativa da maior diversidade de saberes é finalidade importante de atividades científicas objeto da produção de texto. Quase todo conhecimento produzido é contestado. Essa contestação, em que não constitua conhecimento diferenciado, certamente é etapa contribuinte no processo da construção do saber que contesta, quer por validá-lo, quer por refutá-lo. As finalidades do texto acadêmico certamente não se esgotam nessas, mas ficam aqui exemplificadas. Para atender à diversidade dessas finalidades, existe a multiplicidade de formas, entre as quais se encontram alguns conhecidos tipos, sobre os quais se estabelece conceito difuso.

 Tipos

Apresentamos, a seguir, alguns dos tipos mais comuns dos trabalhos acadêmicos formais, não considerando provas, exercícios e outros textos menos significativos. Há ainda sites, trabalhos de multimídia, encenações e outros que não são considerados, uma vez que o foco deste tópico está concentrado na produção escrita formal.

 Trabalhos acadêmicos longos

 Trabalhos acadêmicos curtos

 Estrutura

Os trabalhos acadêmicos maiores – monografias, dissertações e teses, relatórios – seguem estrutura mais ou menos homogênea, apresentada na ordem abaixo, com pequenas variações. Quando esses trabalhos são transformados em livros, a base é a mesma, apenas com variações formais. A ordem dos elementos pré-textuais e pós-textuais varia eventualmente, segundo diferentes interpretações e orientações; não há uniformidade de critérios entre as diferentes instituições e normas.

 Pré-texto

  1. capa (*) - elemento que deve constar entre as páginas introdutórias somente quando a cobertura do conteúdo for transparente, deve ser impressa na cobertura quando ela for opaca, externamente; muitas vezes a capa interna é solicitada mesmo quando a cobertura é opaca, mas em minha opinião essa exigência não faz nenhum sentido. Capa é, necessariamente, o elemento externo, para identificação do trabalho. A capa contém:
    1. nome do autor (na margem superior);
    2. título do trabalho (mais ou menos centralizado na folha);
    3. instituição onde o trabalho foi executado (na margem inferior);
    4. cidade e ano de conclusão do trabalho (na margem inferior).
  2. folha-de-rosto - deve conter:
    1. as mesmas informações contidas na capa;
    2. as informações essenciais da origem do trabalho;
  3. ficha catalográfica - localizada no verso da página de rosto e na parte inferior da mesma. Deverá ser elaborada por profissional bibliotecário, para padronização das entradas de autor, orientador e definição dos cabeçalhos de assunto a partir de índices de assuntos reconhecidos internacionalmente.
  4. folha de aprovação (**) - deve conter data de aprovação, nome completo e local para assinatura dos membros da banca examinadora. Outros dados como notas, pareceres, podem ser incluídos nesta página a critério da instituição;
  5. nominata(**) - é a lista de cargos e nomes das principais autoridades da administração da instituição de vínculo do pesquisador – universidade e instituto, por exemplo;
  6. dedicatória(*) - tem a finalidade de oferecer o trabalho a alguém como homenagem de gratidão especial. Este item é dispensável, mas usual. São preferíveis as mais formais;
  7. agradecimentos(*) - manifestação de gratidão àqueles que contribuíram na elaboração do trabalho. É outro item dispensável e usual, a formalidade aqui é também recomendada;
  8. sumário - partes de que se compõe o trabalho: não confundir com índices;
  9. epígrafe(*) - citação de um pensamento que, de certa forma, embasou ou inspirou o trabalho. Pode ocorrer, também, no início de cada capítulo ou partes principais;
  10. índices: de figuras, mapas, tabelas, gráficos, fotografias (*);
  11. lista de abreviaturas[1]
  12. resumo - tem por objetivo dar visão rápida do conteúdo ao leitor, para que ele possa decidir sobre a conveniência da leitura do texto inteiro. Deve ser totalmente fiel ao trabalho e não pode conter nenhuma informação que não conste do texto integral. A primeira frase do resumo deve ser significativa, explicar o tema principal do documento. Não devem constar do resumo citação de autores, tabelas e figuras. O resumo pode ser precedido da referência bibliográfica completa do documento e deve, preferencialmente, estar contido em único parágrafo e única página. De acordo com a norma[2], o resumo deve conter até 250 palavras para monografias e até 500 palavras para dissertações e teses. Para contar o número de palavras do resumo, use o menu Ferramentas e Contar palavras [3]. O resumo deve ser vertido para o inglês, por ser a língua de maior difusão da produção científica, sendo facultado ainda fazer versões para outras línguas, o francês comumente, em caso de interesse específico. Esse abstract e o résumé são inseridos depois do resumo.

 Texto

“Conjunto de palavras e frases articuladas, escritas sobre qualquer suporte”[4]. “Obra escrita considerada na sua redação original e autêntica (por oposição a sumário, tradução, notas, comentários, etc.)”[5]. É a parte em que todo o trabalho de pesquisa é apresentado e desenvolvido; deve expor raciocínio lógico, ser bem estruturado, fazer uso de linguagem simples, clara e objetiva.
  1. introdução - apresenta o tema e indica aos leitores a linha do trabalho, sua motivação e o plano da obra, com alguns elementos das conclusões alcançadas; menciona a importância do trabalho e justifica contextual e pessoalmente a necessidade da realização do empreendimento. A introdução deve ambientar o leitor. Cita fatos históricos importantes e trabalhos clássicos. A caracterização do problema, as justificativas e as hipóteses podem ser incluídas na introdução ou destacadas à parte, quando for o caso. Autores podem ser citados, mas não se trata de revisão; apenas trabalhos de relevância para a caracterização do contexto devem ser citados. A introdução deve ter cerca de três ou quatro páginas. Apresenta, no seu final, o objetivo do trabalho, de maneira clara e direta. É importante que o objetivo apresentado tenha relação direta com o texto exposto no corpo da introdução[3].
  2. desenvolvimento - varia muito conforme o tipo do trabalho. Em pesquisas experimentais é comum subdividir essa parte em revisão da literatura, metodologia, resultados e discussão. Entretanto, em pesquisas qualitativas, muitas vezes essa estrutura não é adequada. Em qualquer tipo de pesquisa é importante apresentar os trabalhos realizados por outros pesquisadores. A redação desta revisão da literatura normalmente é de grande dificuldade, sobretudo pelos que se iniciam no universo científico-acadêmico. Em face dessa dificuldade, muitos optam por apenas resumir os trabalhos lidos em um ou dois parágrafos e apresentá-los em ordem cronológica. Deve-se evitar esse tipo de redação, pois, além de tedioso, o texto escrito dessa forma não apresenta de maneira eficiente o que já existe publicado sobre o tema. O texto deve apresentar as diferentes correntes de pesquisadores que estudaram a questão, deve ser fluente e os parágrafos devem possuir articulação entre si, cada um contendo idéias que evoluíram do parágrafo anterior e que preparam o seguinte.
  3. conclusão - conclusões ou recomendações apresentam, objetivamente, o desfecho do trabalho a partir dos resultados. É sempre importante apresentá-las de maneira relativa. Evita-se a redação do tipo “não houve influência do rádio na aculturação dos povos indígenas…”, e se dá preferência a textos como “não foi possível demonstrar a influência do rádio na aculturação dos povos indígenas…”. Colocam-se lado a lado os objetivos e as conclusões, assegurando-se que não tenham sido citadas conclusões que não foram objetivos do trabalho [3].

 Pós-texto

  1. referência bibliográfica ou bibliografia;
  2. anexos ou apêndices(*) - material suplementar de sustentação ao texto (por exemplo: questionário aplicado, roteiro de entrevista ou observação, lei discutida no corpo do texto).
  3. glossário(*) - explicação dos termos técnicos, verbetes ou expressões que constem do texto ou que o complementem. Elemento facultativo, a ser inserido de acordo com necessidade, é uma lista em ordem alfabética de palavras especiais, de sentido pouco conhecido, obscuro ou de uso muito restrito, ou palavras em língua estrangeira acompanhadas de suas respectivas definições.
  4. índices onomásticos, remissivos, cronológicos, toponímicos;
  5. contra-capa(*)
(*) – Elementos adicionados de acordo com as necessidades.(**) – A critério da instituição.

Referências

  1. ABNT, NB-14: 01.05.001 e ISO 832-1975.
  2. ABNT - NBR 6028.
  3. 3,0 3,1 3,2 GARCIA,2000.
  4. CAMARGO e BELLOTTO, 1996:74.
  5. AURÉLIO.

 Bibliografia

  • AURÉLIO. Veja-se FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio eletrônico – Século XXI.
  • CAMARGO, Ana Maria de Almeida; BELLOTTO, Heloísa Liberalli (orgs.). Dicionário de terminologia arquivística. São Paulo: Associação dos Arquivistas Brasileiros – Núcleo de São Paulo / Secretaria de Estado da Cultura – Departamento de Museus e Arquivos, 1996.
  • ECO, Umberto. Como se Faz uma Tese - 14ª ed., São Paulo: Ed. Perspectiva, 1996.
  • EMBRAPA. Manual de Referenciação Bibliográfica da Embrapa[1]
  • FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio eletrônico – Século XXI. Versão 3.0. São Paulo: Lexikon, 1999.
  • FRANÇA, Júnia Lessa et alii. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998.
  • GARCIA, Mauricio. Normas para elaboração de dissertações e monografias. São Paulo: Universidade do Grande ABC, 2000.
  • PRATA, Mário. Uma tese é uma tese. O Estado de São Paulo Segundo Caderno. São Paulo: 7 de out. 1998.

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sábado, 26 de dezembro de 2009

Método fônico avança na alfabetização



 Método fônico avança na alfabetização


Hélio Schwartsman, Folha de S.Paulo - 03/11/2009


Nos EUA, elas ficaram conhecidas como "Reading Wars" (guerras de alfabetização). Foi uma disputa encarniçada e com fortes tintas ideológicas, que chegou a ser comparada à polêmica em torno do aborto.

De um lado, estavam os defensores dos métodos fônicos, que enfatizam a necessidade de ensinar a criança a associar grafemas (letras) a fonemas (sons). Do outro, perfilavam-se os construtivistas, para quem o aprendizado da leitura deve ser um ato tão "natural" quanto possível, a ser exercido com textos originais e não com obras artificiais como cartilhas.

No Brasil, a coisa lembra mais a não havida Batalha de Itararé: o que prometia ser o mais sangrento conflito pedagógico do país acabou não acontecendo, e a controvérsia agora caminha para decidir-se sem traumas maiores, com os métodos fônicos ganhando espaço pelas bordas do sistema.

"Os construtivistas não gostam muito, mas a questão [dos métodos] vem se resolvendo de forma pouco explícita", declarou à Folha o ministro da Educação, Fernando Haddad.

Na mesma toada vai o professor de psicologia da USP Fernando Capovilla. "Sem muito alarde, as coisas estão mudando. E é bom que seja assim. A ciência demonstrou que o fônico é mais eficaz, especialmente para os mais pobres".

Nos países desenvolvidos, a polêmica remonta aos anos 50, atingiu seu ápice no final dos 90 e de algum modo se resolveu a partir dos 2000, depois que os governos dos EUA, da França e do Reino Unido, com base em vários estudos comparativos, recomendaram o ensino dos elementos fônicos no processo de alfabetização.

No Brasil, o "confronto final" foi evitado. Em fevereiro de 2006, Haddad propôs o debate, sugerindo a revisão dos PCNs (parâmetros curriculares nacionais) da educação básica.

Os fonetistas viram aí a oportunidade de lançar o que seria o golpe de misericórdia contra o método global. Os construtivistas, por seu turno, valendo-se da privilegiada posição de linha pedagógica predominante na maioria das escolas públicas e privadas do país, prometiam resistir por todos os meios.

Silvia Colello, professora de pedagogia da USP, é uma das que se opõem aos métodos fônicos. Para ela, quando o professor adota esses programas "cartilhescos" e enfatiza o domínio do código escrito, ele "tira da língua o que ela tem de mais precioso". O aluno, diz, não se reconhece nesse artificialismo e se desinteressa.
Percebendo que o debate estava a gerar mais calor do que luz, dois meses depois, em abril, Haddad anunciou que o ministério desistira de recomendar um método oficial.

"Levei tanta pancada, inclusive da Folha", disse o ministro. "Mas acho que serviu para preparar o terreno. Hoje há mais clima para discutir essas questões", acrescentou.

A relativa indefinição favoreceu posições mais conciliatórias, como a de Magda Soares, professora emérita da Faculdade de Educação da UFMG.

Para ela, o construtivismo teve o inegável mérito de colocar a criança como sujeito ativo no processo de aprendizagem, mas, no caso da alfabetização, acabou se tornando uma teoria sem método que substituiu o método sem teoria das cartilhas do século passado.

Soares, que prepara um livro sobre o assunto, diz que existe "produção riquíssima" lá fora demonstrando a necessidade de trabalhar com elementos fônicos. Para ela, o ponto-chave para o sucesso na alfabetização é a "formação dos formadores".

Experiência no molde defendido por Soares está em curso em Lagoa Santa (região metropolitana de Belo Horizonte).

Ali a pedagoga Juliana Storino coordena um programa que, sem esquecer pressupostos construtivistas, como a adequação do currículo à realidade do aluno, busca desde cedo despertar a consciência fonológica dos alunos. "Apesar de já operarmos há três anos, ainda encontramos resistências por parte de professores."


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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Contas do cotidiano



 

Matemática

Prática pedagógicaNúmeros e operações
Edição 213 | 06/2008

Contas do cotidiano

Usando dados reais da produção agropecuária local, Educadora Nota 10 ensina porcentagens, médias e frações a classes de 5ª a 8ª série


DELEITE NUMÉRICO - A turma de Vânia usou a produção de laticínios de Vila Rica para aprender estatísticas e cálculo. Fotos: Tatiana Cardeal
DELEITE NUMÉRICO A turma de Vânia usou a produção de laticínios de Vila Rica para aprender estatísticas e cálculo. Fotos: Tatiana Cardeal
A tradição de o ensino de Matemática ser excessivamente preocupado com a memorização de regras, a formalização de terminologias e a mecanização de algoritmos sempre incomodou a professora Vânia Horner de Almeida. Sem ligação com a realidade, a profusão de números e símbolos parecia um enigma quase impossível de ser decifrado que afastava a moçada do mundo do cálculo e das medidas. Não raro alguém perguntava: para que serve tudo isso?

No interior de Mato Grosso, numa comunidade rural de Vila Rica, a 1 200 quilômetros de Cuiabá, ela resolveu romper com essa maneira pouco eficaz de tratar a disciplina (conheça mais sobre a professora abaixo). Em vez de recorrer à teorização precoce, Vânia mostrou a Matemática como um instrumento para compreender o mundo. Em quatro turmas de 5ª a 8ª série da EMEF Procópio Faria, ela desenvolveu um projeto didático relacionando conteúdos matemáticos à produção de leite e derivados, principal fonte de renda da região. Para os alunos de 5ª e 6ª séries, os problemas ajudaram a introduzir operações básicas, noções de estatística e representações gráficas. Nas classes de 7ª e 8ª, problemas mais complexos serviram para retomar esses conteúdos – já ensinados, mas que não estavam devidamente aprendidos.

CAMPO DE AULA - Depois de registrar dados nas fazendas, interpretação com ajuda individual
CAMPO DE AULA - Depois de registrar dados nas
fazendas, interpretação com ajuda individual
Dialogar com a vivência concreta da turma foi o maior trunfo do trabalho de Vânia, um dos vencedores do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10 de 2007. "É papel do professor trazer para a sala o que chamamos de Matemática Realista, que tenha significado e proximidade com os alunos", diz Antonio José Lopes Bigode, do Centro de Educação de Matemática, em São Paulo, e um dos selecionadores de 2007 (conheça mais detalhes sobre a opinião do especialista no quadro abaixo). No caso de Vânia, o tema escolhido para ensinar os conteúdos foi, literalmente, de casa. "A pecuária não é estranha para meus alunos, já que a maioria deles tem pais que são criadores de gado leiteiro ou que trabalham no ramo", conta ela. Como essa não é a situação da maioria das cidades brasileiras, professores que desejem desenvolver seu projeto em sala precisam adaptar o assunto a ser tratado ao contexto de sua comunidade (conheça uma proposta inspirada no trabalho de Vânia com um tema mais genérico, a reciclagem).

Doce surpresa

BOM NEGÓCIO - Com base nos números da produção, os alunos calcularam os itens mais lucrativos
BOM NEGÓCIO Com base nos números da produção,
os alunos calcularam os itens mais lucrativos
Ao apresentar o plano de ação às turmas, a professora pediu sugestões sobre que aspectos da pecuária leiteira poderiam ser investigados por meio da Matemática. Surgiram idéias como medir o gasto anual com os animais e a receita obtida com a venda dos produtos. "Isso envolveu os alunos, fazendo-os sentir-se co-responsáveis pelo trabalho", conta. Para ampliar o entendimento da moçada, textos referentes a avaliação do rebanho, alimentação, manejo de pastagem e importância econômica da atividade foram objeto de estudo e discussões. "Depois, para saber se eles haviam entendido, pedi que produzissem textos sobre o assunto", explica Vânia.
DOSSIÊ EM CARTAZ  A apresentação final
da investigação incluiu fotos, porcentagens, tabelas
e gráficos
Com o assunto contextualizado, era hora de os alunos pesquisarem em suas próprias propriedades. Durante um mês, eles construíram um verdadeiro dossiê sobre os rebanhos, anotando numa ficha quanto leite cada vaca produzia por dia e descrevendo detalhes do animal: idade, nome, quantos filhotes teve, raça e calendário de vacinação. Ao fim desse período, a professora os ensinou a construir gráficos e a encontrar a média aritmética e a moda (valor que mais aparece numa seqüência numérica) da produção.
Conteúdo relacionado
Como cada jovem trabalhava com números diferentes, foi preciso acompanhar a interpretação dos números bem de perto, auxiliando individualmente na resolução de dúvidas e problemas. Já se podia investigar quais eram as despesas e o lucro das propriedades – oportunidade para Vânia trabalhar a tabulação de dados, a representação gráfica das grandezas por meio de barras e setores e a porcentagem para calcular a participação de cada item. "Com esse exercício até eu aprendi. Descobrimos que o doce de leite dá muito mais lucro", conta Vânia. As conclusões vieram com a apresentação de um grande mural com todas as etapas do projeto. Na produção e nas falas dos alunos, a medida da mudança com o projeto. "Eu não entendia nada e não gostava de Matemática. Com essas atividades, aprendi bem mais que fazer contas, mas a pensar em como resolver problemas", conta Queide Mara  Prunzel, aluna da 7ª série.
Quem é Vânia

"Como fazer para que os alunos aprendam?" Para a Educadora Nota 10, essa é a questão que norteia a prática pedagógica. "Sempre penso nisso quando planejo um trabalho", afirma. Casada e mãe de duas filhas, Vânia Horner de Almeida tem 33 anos e é natural de Palmeirópolis, a 458 quilômetros de Palmas. Mudou-se para Vila Rica aos 14 anos, quando os pais venderam tudo em busca de uma vida melhor. Logo depois de concluir o Ensino Médio, em 1997, passou a lecionar numa sala multisseriada de crianças de 1ª a 4ª série. Em 2000, começou a dar aulas de Matemática na EMEF Procópio Faria. No começo de 2008, passou num concurso e assumiu a coordenação da faculdade em que tinha acabado de se formar. Ela e o marido trabalham ainda com a produção de leite e mussarela. Por dia, a fazenda do casal produz 130 litros de leite e 10 quilos de queijo.
Palavra do especialista

"Além de trabalhar conceitos e teorias da Matemática na prática, outro ponto forte do projeto de Vânia foi a clareza de objetivos para cada turma. Apesar de os conteúdos serem os mesmos, as intenções pedagógicas e as formas de trabalho eram bem distintas para 5ª, 6ª, 7ª e 8ª séries", afirma Antonio José Lopes Bigode, selecionador do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10 de 2007. Para Bigode, Vânia transformou a visão dos alunos a respeito da disciplina, revelando seu valor utilitário e social. Por explorar um contexto comum a toda a comunidade e organizar o currículo partindo dessa situação, ela conseguiu abordar de maneira clara e coerente questões complexas aplicáveis em áreas como economia e administração. "E fez tudo isso sem isolar os tópicos, mas integrando-os ao ensino do pensar matemático", completa o especialista.

Quer saber mais?
CONTATOS
Antonio José Lopes Bigode
bigode@q10.com.br
EMEF Procópio Faria,  Agrovila Caxangá, 79645-000, Vila Rica, MT, tel. (66) 3554-1309

INTERNET
Em www.cnpgl.embrapa.br,  mais informações sobre a produção de gado leiteiro no Brasil
Em www.saude.gov.br,é possível encontrar recomendações do Ministério da Saúde sobre a ingestão diária mínima de leite



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orge Forbes fala no programa "Por Dentro da Mídia", gravado em 18/04/2008,

 Jorge Forbes - diferenças entre psiquiatria, psicoterapia e psicanálise (1º bloco).


Jorge Forbes - Quem tem sucesso é solitário (2º bloco).


Jorge Forbes - O sucesso (3º bloco).


Jorge Forbes - Quem foi Jacques Lacan? (4º bloco).



Jorge Forbes - filosofia e pscanálise, meta e responsabilidade (5º bloco).


Jorge Forbes - Como inventar e se responsabilizar pelo seu sucesso.(6º bloco).


Fonte: http://www.youtube.com/user/psicanaliselacaniana#g/u: 


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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

21 filmes sobre educação e professores criativos




Gênio Indomável

Gênio Indomável
Resumo: Um garoto dotado de grande inteligência mas que vive se metendo em encrenca. Sem família e com pouca educação formal, ele devora livros mas guarda tudo que aprende para si e procura empregos que dispensam qualificação. Um professor do MIT descobre que Will é um gênio e quer o garoto em sua equipe de matemática, mas, como Will tem problemas com a polícia, é preciso fazer um acordo com a justiça. São impostas duas condições: ele tem que trabalhar com o professor e fazer terapia. Sean McGuire (Robin Willians) é o terapeuta chamado para domar o dificíl temperamento do rapaz. Ambos são igualmente teimosos, mas surge uma amizade que convence Will a encarar seu passado e seu futuro.

Uma mente brilhante

Uma mente brilhante
Resumo: Baseado no livro A Beautiful Mind: A Biography of John Forbes Nash Jr., de Sylvia Nasar. O filme conta a história real de John Nash que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade. Brilhante, Nash chegou a ganhar o Prêmio Nobel. Diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos, Nash enfrentou batalhas em sua vida pessoal, lutando até onde pôde. Como contraponto ao seu desequilíbrio está Alicia (Jennifer Connelly), uma de suas ex-alunas com quem se casou e teve um filho.

Legalmente Loira

Legalmente Loira
Resumo: A loira Elle Woods levou um fora do namorado, Warner Huntington III, um garoto de família aristocrata que está indo estudar direito em Harvard. O motivo: ela é “loira” demais. Elle decide provar que não tem apenas beleza e se inscreve na mesma universidade, mesmo que isso signifique perder todo o conforto de sua vida fútil. Agora ela tem que lutar e se virar, ao mesmo tempo em que tenta reconquistar seu amado. E está decidida a provar, em nome de todas as loiras, que também é capaz de ser uma boa advogada.

Nenhum a menos

Nenhum a menos
Resumo: As dificuldades encontradas por uma menina de 13 anos quando tem de substituir seu professor, que viaja para ajudar a mãe doente. Antes de partir, ele recomenda à garota que não deixe nenhum aluno abandonar a escola durante sua ausência. Quando um garoto desaparece da escola, a jovem professora descobre que ele deixou o vilarejo em direção à cidade em busca de emprego, para ajudar no sustento da família. Seguindo os conselhos de seu professor, ela vai atrás do aluno.

Ana e o rei

Ana e o rei
Resumo:  Quando a professora inglesa, Anna Leonowens, chega ao exótico Sião para ensinar os filhos do Rei Mongkut, suas sensibilidades ocidentais se chocam com os modos do governante oriental. A tensão aumenta quando Mongkut descobre que forças externas estão conspirando contra seu regime.

Pro dia nascer feliz

Pro dia nascer feliz
Resumo: Documentário sobre as diferentes situações que adolescentes de 14 a 17 anos, ricos e pobres, enfrentam dentro da escola: a precariedade, o preconceito, a violência e a esperança. Foram ouvidos alunos de escolas da periferia de São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco e também de dois renomados colégios particulares, um de São Paulo e outro do Rio de Janeiro.

Forest gump

Forest gump
Resumo: Forrest Gump é um homem muito especial. Considerado estúpido por todos que o conheçem, ele é na verdade apenas uma pessoa ingênua que vê o mundo por uma perspectiva diferente. Gump acidentalmente participa de alguns dos momentos mais importantes da história recente dos Estados Unidos – Guerra do Vietnã, Caso Wategate, entre outros – enquanto tenta ir atrás do grande amor de sua vida. Sua história é contada com drama e bom humor em iguais proporções, surpreendendo o espectador a cada cena.

O Amor é contagioso

O Amor é contagioso
Resumo: Em 1969, após tentar se suicidar, Hunter Adams voluntariamente se interna em um sanatório. Ao ajudar outros internos, descobre que deseja ser médico, para poder ajudar as pessoas. Deste modo, sai da instituição e entra na faculdade de medicina. Seus métodos poucos convencionais causam inicialmente espanto, mas aos poucos vai conquistando todos, com exceção do reitor, que quer arrumar um motivo para expulsá-lo, apesar dele ser o primeiro da turma.

Duelo de Titãs

Duelo de Titãs
Resumo: Nos anos 70, numa cidade da Virgínia, a justiça determinou que as escolas deveriam promover a integração entre brancos e negros. Cumprindo a norma, a escola T.C. Williams substituiu o treinador de futebol americano Bill Yoast, branco, por Herman Boone, negro. Além de não ser bem recebido, o novo treinador tem que lidar com jovens que estão juntos pela primeira vez e que, por preconceito racial, não se dão bem. Mais do que o esporte, o racismo é o maior desafio que Boone enfrenta para levar o time adiante.

Cidade dos homens

Cidade dos homens
Resumo: Aos 18 anos, Laranjinha e Acerola estão prestes a ingressar na vida adulta. Questões como filhos, mulheres e emprego, bem como as responsabilidades relacionadas a esses assuntos, permeiam as aventuras dessa dupla de amigos que mora na favela Cidade de Deus, no Rio de Janeiro.

O clube do imperador

O clube do imperador
Resumo: Baseado no texto The Palace Thief, de Ethan Canin, O Clube do Imperador conta a história de William Hundert, um professor apaixonado pelo trabalho que tem sua vida pacata e controlada totalmente mudada quando um novo estudante, Sedgewick Bell, chega à escola. Porém, o que começa como uma terrível guerra de egos acaba se transformando em uma profunda amizade entre professor e aluno, a qual terá reflexos na vida de ambos nos próximos anos.

Sociedade dos poetas mortos

Sociedade dos poetas mortos
Resumo: Em 1959, John Keating volta ao tradicionalíssimo internato Welton Academy, onde foi um aluno brilhante, para ser o novo professor de Inglês. No ambiente soturno da respeitada escola, Keating torna-se uma figura polêmica e mal vista, pois acende nos alunos a paixão pela poesia e pela arte e a rebeldia contra as convenções sociais. Os estudantes, empolgados, ressuscitam a Sociedade dos Poetas Mortos, fundada por Keating em seu tempo de colegial e dedicada ao culto da poesia, do mistério e da amizade. A tensão entre disciplina e liberdade vai aumentando, os pais dos alunos são contra os novos ideais que seus filhos descobriram, e o conflito leva à tragédia.

Com mérito

Com mérito
Resumo: Monty é um estudante de Harvard prestes a se formar. Quando seu computador quebra, ele fica apenas com uma cópia impressa de seu trabalho de graduação e corre pra tirar uma cópia, mas tropeça e o calhamaço cai no porão de um prédio. Ali se abriga o mendigo Simon, que pega o trabalho e chantagea Monty: para cada página do trabalho, ele quer um dia de casa e comida. E assim Monty e seus companheiros de república são forçados a conviver com Simon, um relacionamento que aos poucos se transforma em amizade. O mendigo está doente, teme morrer logo e começa a rever os erros de sua vida. E pode não ser culto, mas é capaz de ensinar algumas coisas sobre a vida para estes estudantes de Harvard.

O Nome da Rosa

O Nome da Rosa
Resumo: Adaptação do livro de Umberto Eco. Sean Connery faz o Sherlock Holmes dos monges, tentando solucionar uma série de assassinatos ocorridos num mosteiro do século XIV.

Meu mestre minha vida

Meu mestre minha vida
Resumo: Arrogante e autoritário, o professor Joe Clark é convidado por seu amigo Frank Napier a assumir o cargo de diretor na problemática escola em Paterson, New Jersey, de onde ele havia sido demitido. Com seus métodos nada ortodoxos, Joe se propõe a fazer uma verdadeira revolução no colégio marcado pelo consumo de drogas, disputas entre gangues e considerado o pior da região. Com isso, ele ao mesmo tempo coleciona admiradores e também muitos inimigos.

Perfume de mulher

Perfume de mulher
Resumo: Frank Slade é um ex-coronel do exército cego que leva o jovem estudante Charlie Simms para um final de semana em Nova York, no feriado de Ação de Graças. Durante a viagem, Frank revela ao jovem Charlie seus planos: visitar sua família, comer em bons restaurantes, dormir com uma bela mulher e, depois de tudo, cometer suicídio. O filme acompanha os dois durante o fim de semana, quando situações emocionantes os ensinam sobre os relacionamentos e significados da vida.

Em luta pelo amor

Em luta pelo amor
Resumo :Vida da cortesã veneziana do século XVI, Verônica Franco, lendária por seus dotes verbais e sexuais e habilidade para virar as cabeças de diplomatas estrangeiros. Sua busca insistente pelo amor do nobre Marco Venier, uma iminente epidemia e a perseguição da Igreja são as ameças de sua ruína.

Escritores da liberdade

Escritores da liberdade
Resumo: Erin Gruwell é uma jovem professora que leciona em uma pequena escola de um bairro periférico nos EUA. Por meio de relatos de guerra, ela ensina seus alunos os valores da tolerância e da disciplina, realizando uma reforma educacional em toda a comunidade.

A Voz do coração

A voz do coração
Resumo: Ao receber a notícia do falecimento da mãe, o reconhecido maestro Pierre Morhange volta para casa. Lá, ele recorda sua infância por meio da leitura das páginas de um diário mantido por seu antigo professor de música, Clément Mathieu. Na década de 40, o pequeno Pierre é um menino rebelde, filho da mãe solteira Violette. Ele freqüenta um internato dirigido pelo inflexível Rachin, que enfrenta dificuldades para manter a disciplina dos alunos difíceis. Mas a chegada do professor Mathieu traz nova vida ao lugar: ele organiza um coro que promove a descoberta do talento musical de Pierre.

Vem dançar

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Resumo: Pierre Dulaine é um dançarino profissional que resolve trabalhar voluntariamente numa escola de dança do sistema de ensino público nova-iorquino. Enquanto sua formação bate de frente com os desejos de seus alunos, juntos eles criam um novo estilo de dança. Baseado em história real.

Conrack

Conrack
Resumo: Um homem branco chega em uma ilha quase inteiramente habitada por negros, com o objetivo de dar aulas na escola local. Lá ele enfrenta resistências para poder dar uma educação melhor aos seus alunos.

Fonte: http://www.lendo.org/21-filmes-em-que-a-educacao-e-um-tema-criativo/


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