quarta-feira, 30 de março de 2011

Como estrear bem no cargo de diretor

Gestão Escolar

DiretorDiretor escolar

Como estrear bem no cargo de diretor

Conheça dicas preciosas e leia um breve panorama sobre a seleção e capacitação de diretores escolares para exercer essa função com sucesso

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Todo diretor se lembra de seu primeiro dia na função. A estreia pode ter sido na escola onde já trabalhava como professor ou em outra totalmente estranha, mas o frio na barriga é o mesmo. Afinal, tudo é novidade: o papel de líder, a responsabilidade pela aprendizagem e pelo funcionamento da escola e o relacionamento com a comunidade.

Com tantas atribuições, é comum surgirem dúvidas sobre como agir na transição. De acordo com Agnelson Correali, consultor de recursos humanos, "a primeira coisa que um gestor deve fazer é apresentar-se a todos, caso ainda não os conheça, e comunicar que conversará individualmente com os membros da equipe. Assim, o grupo pode conhecê-lo melhor e você saber o que cada um espera de sua gestão".

Nessa conversa, é importante perguntar a funcionários, professores e demais gestores: quais são os desafios atuais? O que gostariam de modificar? Quais sugestões têm para melhorar o próprio trabalho e a escola como um todo? Que projetos tiveram bons resultados? Com isso, é possível ter um panorama sobre a percepção dos profissionais que ali trabalham e uma ideia de como estão as relações entre eles.

Paralelamente, é preciso conhecer a comunidade e as expectativas de pais e alunos. É importante informar às famílias sobre a mudança de direção e apresentar-se a elas, mandando uma carta ou chamando-as para uma primeira reunião – até porque levar em conta o perfil da clientela e o que ela espera da escola é fundamental para rever (ou fazer pela primeira vez) o projeto político-pedagógico da escola.

Esse processo inicial leva tempo - às vezes, semanas, dependendo do tamanho da instituição. Somente ao final dele você estará apto a fazer um planejamento, apresentar propostas para a melhoria do ensino e colocá-las em discussão antes de concretizar um plano de trabalho. "Desse modo, as pessoas olharão para o conjunto de metas como um guia de objetivos compartilhados capazes de legitimar a direção diante do grupo e da comunidade", diz Correali.

Mesmo com esse diagnóstico, haverá desafios a superar. Um cenário comum é que professores e funcionários, por ansiedade ou insegurança, tentem resolver questões particulares logo de cara, dizendo "não quero mais o meu horário" ou "estou cansado de supervisionar o recreio", por exemplo. Diante disso, é bom ter em mente que problemas pessoais, salariais e de sobrecarga de trabalho que preocupam e desanimam sempre existirão. "Se há desestímulo, é importante ouvir, entender as razões e buscar soluções em grupo. Contudo, nenhum diretor pode deixar que o foco - que é a aprendizagem - se desvie. Os demais problemas receberão atenção, cada um a seu tempo", diz Angela Maria Oliveira Mello, coordenadora de cursos de formação para gestores e consultora da Fundação Lemann, em São Paulo. O mesmo vale para a burocracia e os problemas de infraestrutura, que não devem consumir a agenda do novo líder.

Um grande parceiro nessa etapa pode ser o ex-diretor, se ele topar compartilhar sua experiência e apontar os problemas mais urgentes. Porém não é raro que a equipe anterior esteja ausente ou fechada ao diálogo. Nesse caso, para não ficar perdido, é preciso pedir ajuda constante aos docentes e aos demais funcionários. A Secretaria de Educação também deve oferecer auxílio, mas até mesmo os gestores mais tarimbados dizem que esse apoio ainda é insuficiente. Essa foi uma das conclusões da pesquisa Práticas de Seleção e Capacitação de Diretores Escolares, feita pela Fundação Victor Civita.

Na próxima página, leia um breve panorama sobre o trabalho do diretor escolar e veja um quadro com dicas para se sentir mais seguro nos primeiros dias. Você também pode ler os depoimentos de gestores contando como estrearam na função. E seja bem-vindo à liderança!
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fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/como-estrear-bem-cargo-diretor-617670.shtml

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5 mitos da Educação

Formação

Formação continuadaProfessoresPrática

15 mitos da Educação

Nesta reportagem, convidamos você a refletir sobre 15 ideias presentes no dia a dia da sua profissão. Vale a pena analisar como essas questões interferem em sua prática. Seus alunos vão agradecer

Elisângela Fernandes (novaescola@atleitor.com.br)
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1 Para ser um bom professor é preciso ter dom e vocação
Por que é um mito A docência não é uma capacidade inata, e sim uma carreira que, como outras, pressupõe esforço pessoal e formação que possibilitem o domínio de aspectos teóricos e práticos ligados à aprendizagem.

Por que derrubá-lo Um dos grandes desafios do país é a revalorização da carreira docente - com bons salários e condições de trabalho dignas para os educadores. Para que isso ocorra, é necessário que todos tenham acesso à formação inicial e continuada de qualidade. Só com estudos constantes, planejamento e dedicação, é possível ser um bom professor, ou seja, ensinar todos os estudantes.

"Não é admissível que alguém lecione apenas porque gosta de crianças ou acredita que leva jeito. A docência exige conhecimentos científicos." 
Carlos Roberto Jamil Cury, professor titular aposentado da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
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fonte: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/15-mitos-educacao-621800.shtml

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domingo, 27 de março de 2011

CEAPP - Diagnóstico Psicopedagogico Institucional



De: atendimentoceapp

Criado em: 11/10/2010



A Dra Sílvia Santana do CEAPP, fala sobre o Diagnóstico psicopedagogico institucional onde relaciona a Escuta - onde psicopedagogo possa escutar o que o sujeito diz sobre o seu sintoma. A Transferência - que consiste no deslocamento do sentido atribuído a pessoa do passado para a pessoa do presente. A Contratransferência - que são as reações do inconsciente do psicanalista ao seu paciente




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domingo, 20 de março de 2011

A partir de 2012, alunos terão quatro anos de Ensino Médio

Quem optar em realizar o curso profissionalizante concluirá os estudos em quatro anos
Quem optar em realizar o curso profissionalizante concluirá os estudos em quatro anos


Estado de SP começa com o projeto, incluindo curso profissionalizante




O Ensino Médio é uma das etapas decisivas na vida escolar de um estudante. É a hora de aproveitar ao máximo para se preparar para o vestibular e escolher que carreira seguir. Pensando em dar oportunidade aos futuros profissionais, o Estado de São Paulo implantará, a partir de 2012, um curso técnico/profissionalizante.

Quem optar em realizar o curso profissionalizante concluirá os estudos em quatro anos, já que as aulas serão simultâneas entre o ensino geral e o técnico. O secretário de Estado da Educação, Herman Voordwarld, declarou que não será necessário fazer vestibulinho para ingressar em um dos cursos.

“Com a implantação do ensino técnico, o Estado volta a qualificar mão de obra já no Ensino Médio”, afirma a pedagoga e tutora do Portal Educação, Emileide Costa.

Ainda este ano serão firmados convênios com 28 unidades de ensino técnico do Governo Federal que estão localizadas no Estado de São Paulo, com o intuito de atender cada vez mais estudantes.

Cerca de 5.600 alunos serão atendidos com os convênios firmados do Governo Federal, porém este número de vagas pode ser aumentado caso haja parcerias com USP, Unicamp e Unesp, por exemplo.




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sábado, 19 de março de 2011

RESPOSTA À REVISTA VEJA: a aula cronometrada

 
 
Para quem leu a reportagem "Aula Cronometrada" da revista veja e ficou indignado com a mesma, agradeçam as palavras dessa maravilhosa professora que soube externar muito bem nossas angustias e apelos.
  
Com a palavra, os professores!
CONSCIÊNCIA, PROFESSOR / EDUCADOR / MEDIADOR!
Abaixo, uma cópia da carta escrita por uma professora que trabalha no Colégio Estadual Mesquita, à revista Veja. Por favor, repassem a todos que conhecem. É longa mas vale a pena ler.
RESPOSTA À REVISTA VEJA:
Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com a reportagem da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”. É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS razões que geram este panorama desalentador.
Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas para diagnosticar as falhas da educação. Há necessidade de todos os que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital” entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira
Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital? Em que pais de famílias oriundas da pobreza trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida? Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras.
Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas. Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola.
Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”.
Estímulos de quê? De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou o que é ainda pior envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida. Realmente, nada está bom. Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.
Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos, há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida.
Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais. Para quê o estudo? Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos, de ir aos piqueniques, subir em árvores?
E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência.
Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.
Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução), levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a passeios interessantes, planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero.
E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom. Além disso, esses mesmos professores “incapazes”, elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;
Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10 minutos de intervalo, quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho.
Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais.
E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas. Plano de saúde? Muito precário
Há de se pensar, então, que são bem remunerados... Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que esforcem-se em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas. Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar.
Mas, ainda não é tão grave. Temos notícias, dia-a-dia, até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.
Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite.
E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina... E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples.
Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.
Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros.
Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se.
Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade.
Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem. E é essa a nossa realidade! E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo
Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões (ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!
Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente.
Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores até agora não responderam a todas as acusações de serem despreparados e “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO.
Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.
Nelma Pimenta Cruz
Profa. Ms. em Letras
Mestrado em Leitura e Cognição


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quinta-feira, 17 de março de 2011

resenha, GERAÇÃO Y: O NASCIMENTO DE UMA NOVA VERSÃO DE LÍDERES. SIDNEI OLIVEIRA. SÃO PAULO: INTEGRARE EDITORA, 2010.

 
 
GERAÇÃO Y: O NASCIMENTO DE UMA NOVA VERSÃO DE LÍDERES. SIDNEI
OLIVEIRA. SÃO PAULO: INTEGRARE EDITORA, 2010.

Dulciane Torres Lins

Faculdade Instituto Paulista de Ensino, Rua Euclides da Cunha, 377, Centro, Osasco, SP, CEP
06016-030

A Geração Y, ou geração da Internet, é o nome dado por sociólogos para quem nasceu entre 1980 e 1999. Partindo desse conceito, o livro de Oliveira apresenta e discute as características, os comportamentos e as expectativas desse grupo em contraposição às gerações anteriores. Ao longo de sete capítulos, o autor também discorre sobre comportamento, liderança, relações interpessoais no âmbito familiar e profissional, partindo de exemplos de fácil compreensão e adotando uma linguagem clara.
Os jovens, que hoje estão entrando na vida adulta, buscam viver intensamente cada experiência, prezam a informalidade no vestuário e na comunicação e estão sempre procurando aumentar sua rede de relacionamento. Marcados pela necessidade de reconhecimento por tudo que fazem, também, são flexíveis, criativos e questionadores. Habituados com o mundo dos videogames, agora, eles estão desembarcando, competitivos e
impacientes, no ambiente empresarial. A Geração Y tem pressa.
Por tudo isso, essa geração responde menos aos modelos tradicionais de gerenciamento que, embora condenados, sabemos que ainda predominam nas corporações.
Conhecer esses jovens, seus valores, suas expectativas, é a proposta central deste livro. Mas Sidnei Oliveira vai além de uma mera exposição descritiva. Por meio de uma linguagem clara e assumindo muitas vezes um tom autobiográfico, o autor consegue promover uma reflexão sobre o desafio de conviver em um ambiente empresarial que pode reunir até cinco gerações. Haja conflito!


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quarta-feira, 16 de março de 2011

LP 2ª série

LP 2ª série                                                                                                   
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Estimulação na infância e o desenvolvimento cerebral



Estimulação na infância e o 
desenvolvimento cerebral
Psychopatology and the Brain
Cyntia M. Khun and Saul M. Schanberg

As interações mãe-filho são cruciais para o crescimento somático e o desenvolvimento na conduta na maioria das espécies mamíferas. No entanto existem muitas espécies nesta interação que estende do contato físico próximo e constante entre a mãe e filho. Alguns, roedores e primatas, alimentados uma vez ao dia, onde os únicos contatos com os descendentes ocorrem entre os galhos de árvores, tem significante rompimento desta interação, com grande impacto no crescimento e desenvolvimento dos mesmos. A interrupção precoce da interação comportamental entre mãe-filho (primeira infância), em várias espécies de mamíferos, subtrai uma profunda resposta psicológica comportamental nos descendentes, que implica na duração da separação e o crescimento. Inicialmente, a resposta envolve estimulação da secreção do cortisol, vocalização e agitação do comportamento, observada em várias espécies, e geralmente podem ser seguidas por inúmeras adaptações como retardo no comportamento, diminuição do crescimento, secreção hormonal e  índices bioquímicos avaliadores do crescimento, modificam a função cardiovascular, sono e termo-regulação (1-8). A separação, quando repetida ou prolongada, tem conseqüências mais severas e podem resultar em marcado atraso do crescimento e desenvolvimento comportamental, aumentando a susceptibilidade às doenças. Uma extensa literatura clínica sugere que o impacto da separação dos recém-natos e das crianças de suas mães pode ser igualmente perigoso. A deficiência no crescimento e desenvolvimento infantil é característica dos seres humanos, quando os recém-natos prematuros e crianças (fase de amamentação ou até dois anos de idade) são privados da estimulação materna, surgem as “deficiências não orgânicas de desenvolvimento”, (9-11). No extremo, isto é manifestado como “deficiência psicossocial”, ou “conexão reativa de desordem da infância”, uma condição clínica caracterizada pelo retardo do desenvolvimento, acompanhada pela supressão da secreção e ação do hormônio do crescimento, ao passo que estão preservados quando a criança é colocada num ambiente adequado (12-14).
O foco primário desta pesquisa é elucidar as respostas neuro-comportamentais e psicológicas alavancadas pela separação mãe-filho, e definir os componentes críticos da interação do comportamento, que são importantes para essas respostas. Estes estudos envolvem tanto um modelo animal, ratos recém-nascidos privados do relacionamento materno, como seres humanos prematuros e infantis (crianças até 2 anos de idade). A resposta à separação mãe-filho, nos dois modelos, mostra algumas similaridades notáveis, onde  ambos são caracterizados pela supressão do desenvolvimento, crescimento e conduta (ausência maternal ativa). Estas respostas são discutidas em maiores detalhes a seguir.
Os filhotes separados das ratas sugerem uma resposta psicológica específica. Os níveis tissulares de ornitina descarboxilase  (ODC), enzima indicadora do crescimento e diferenciação tecidual diminui rapidamente, após a separação dos filhotes da rata, seguida pelo declínio nos níveis tissulares de putrescina e seus produtos (15,16). A uniformidade da resposta de ODC, através dos órgãos é incomum. A resposta de atividade de ODC está modificada aos muitos agentes neurológicos e hormonais, mas isto geralmente ocorre na forma tissular específica, e está vinculado com a distribuição de receptores teciduais para o hormônio envolvido. Contudo, a resposta da destituição materna foi observada em todos os órgãos testados. Conforme discussão, a uniformidade desta resposta tem sido útil para identificar seus possíveis mediadores no sistema nervoso central (SNC).
A alteração no tecido indica que o crescimento e a diferenciação são acompanhados por uma resposta endócrina específica: diminuição sérica do hormônio do crescimento (GH) e perda da resposta tissular ao hormônio do crescimento exógeno (17,18). O trio: atividade alternada de ODC, atividade do hormônio do crescimento sérico, e resposta à atividade do hormônio do crescimento (Fig. 1) parecem caracterizar uma resposta do rato infantil na separação materna. Outras manipulações como, por exemplo, o stress de imobilização extraia um padrão diferente de resposta com elevação de ODC e complexidade de resposta endócrina (19).
A separação do rato (filhote) de sua mãe interrompe vários processos, incluindo a alimentação, transferência de calor e contato sensorial passivo entre mãe e filhote, e interação ativa do comportamento. O próximo passo do estudo foi determinar o ponto crítico para manter a atividade ODC e/ou a secreção do hormônio do crescimento. Em suma foi encontrado, que a alimentação, a temperatura do corpo e o estímulo sensorial passivo não alteraram as respostas. Ao contrário, como mostrado na fig.2, nós encontramos que o comportamento ativo da mãe foi o determinante, os anestesiados com uretane tiveram perdas criada pelo mesmo trio de deficiências, como remover o filhote de seu habitat (20). A demonstração da estimulação tátil vigorosa é semelhante a um pincel, que igualmente restabelecerá o GH sérico e a atividade de ODC tecidual (a estimulação do GH e do ODC não foi testada). Os valores controlados fornecidos como suporte adicional são importantes para a estimulação ativa do filhote (fig. 3). O componente tátil provou ser um estímulo sensorial crítico, como na cinestésica e na estimulação vestibular, que foram ineficazes ao restabelecimento da ODC e da secreção normal do hormônio do crescimento (22).
Estes estudos sugeriram que a estimulação tátil materna ativa ao filhote recém-nato representa um papel primário na regulamentação de sua psicologia. Em geral, isto está de acordo com a hipótese desenvolvida por Hofer (23, e este volume) onde a interação entre mãe e filhote regula o estado psicológico de ambos (mãe e filhote) através de reguladores complexos “escondidos”. Porém, a maioria dos reguladores descrita anteriormente, está envolvida, apenas pelo contato passivo mãe-filhote. Por exemplo, o contato passivo com a mãe pode ser um importante regulador pituitário-adrenal pelo hipotálamo. (24). Igualmente, a temperatura do alimento e do corpo representa, respectivamente, papel maior na função cardiovascular e na vocalização (25-29).
Embora, o estímulo sensorial primário mediando as mudanças no ODC e na secreção de GH parece diferir, significantemente, de outras respostas na separação mãe-filhote. Os estímulos passivos estudados medeiam as respostas de comportamento dos filhotes definidas em importantes intersecções dos possíveis mediadores neurais, que respondem separadamente.  A diminuição dos opióides endógenos tem sido postulada para mediar um número de respostas comportamentais da separação mãe-filhote, numa ampla variedade de espécies desde as galinhas aos primatas. Nos filhotes de galinhas, cachorros, macacos e roedores, a diminuição dos opióides endógenos mostrou supressão da ansiedade na vocalização, quando os animais foram separados do seu habitat (30-33). Ao contrário, a administração do opióide antagônico (naloxone) mostrou aumento de ansiedade na vocalização, e para prevenir a separação que ocorreu com os filhotes de ratos foi induzida a analgesia (4).


Figura 1





Figura 2



Figura 3

Duas interpretações para estes resultados foram sugeridas por Panksepp e colaboradores, onde os opióides mediaram o “conforto social” e que a administração dos opióides reduziu o sofrimento do isolamento social (34).  Uma explicação mais conservadora e mecânica foi sugerida por: Kehoe e Blass (4) que propuseram a diminuição dos opióides endógenos durante separação prolongada mãe-filho, que sugeria uma resposta psicológica integrada para “acalmar” o animal e permitir sua sobrevivência à separação, sem alertar os predadores. Neste caso, os estudos sugeriram que o aumento do opióide no sistema nervoso central cria uma fisiologia integrada à resposta comportamental dos filhotes, com adaptação satisfatória à ausência do suporte parental. Como um componente de sobrevivência, a ausência de uma única fonte de alimento e calor poderia suprimir o crescimento e liberação dos opióides endógenos, dentro desta estrutura teórica, também representa um papel nas respostas neuroendócrinas e bioquímicas observadas.
 O primeiro passo ao testar o possível envolvimento dos opióides endógenos nas respostas do ODC e GH na privação maternal, foi a avaliação de efeito dos opióides exogenamente administrados.  Estes estudos forneceram um forte suporte para o envolvimento dos opióides nas respostas da separação materna dos filhotes de roedores. A administração intracisternal de beta-endorfina resulta em marcada e uniforme redução de atividade de ODC, tanto no cérebro como em todos os órgãos periféricos (fig.4).


Figura 4


Este declínio, de atividade de ODC, ocorre somente durante as 3 primeiras semanas de vida pós-natal e desaparece no desmame devido a separação materna (35).  Além disso, a administração central de beta-endorfina também suprime a indução de ODC pelo hormônio do crescimento exógeno, este é o segundo do trio de deficiências concluídas pela separação mãe-filhote (36). O envolvimento de beta-endorfina na supressão da secreção do GH é de difícil avaliação, embora tenha evidências preliminares do envolvimento de opióides nestas respostas neuroendócrinas. Em filhotes de ratos, como mostrado anteriormente em adultos, a beta endorfina estimula em lugar de inibir a secreção GH (37). Contudo, temos mostrado que a administração de agonista de opióides específicos aos receptores da Kappa opióides suprime, ao invés de estimular a secreção GH em filhotes, como em adultos (fig.5) (38,39). Esta descoberta é consistente nos relatos que os agonistas Kappa podem resultar em disforia ou estado aversivo em animais ou em humanos (40,41). Adicionalmente, experiências preliminares sugerem que o pré-tratamento dos roedores, com uma dose de naloxone pode prevenir a ação agonista de receptores Kappa,  atenua significativamente a diminuição de secreção do GH. Portanto, ao agir centralmente os opióides podem reduzir as três respostas para a separação mãe-filhote (período neonatal): a queda da atividade ODC, a supressão da indução de ODC pelo GH, e uma diminuição na concentração sérica de GH. Porém, não está claro se a mudança de atividade de ODC e sérica de GH fazem parte de uma resposta integrada como acima postulada, ou simplesmente representa ações distintas de opióides, que parecem estar envolvidos no circuito neural das respostas não relatadas. Há uma precaução adicional sugerida pelas descobertas, que tenta interpretar as mudanças na fisiologia psicológica maternal dos animais separados com o processo fisiológico humano. Esta suposição é a base para a considerar o anexo literário dos filhotes confinados de macaco Rhesus a uma conclusão originalmente simples na evidência do aumento de cortisol durante a separação.  Em trabalho adicional, realizado por esses autores (42) tem sido interpretado de modo conservador simples como a indicação de um rompimento do meio-ambiente familiar. A grande extensão dos estudos dos animais da interação mãe-filhote é que as mudanças da fisiologia e da beta-endorfina podem ocorrer e ser descritas em detalhes. Porém, o perigo está em não conhecer o estado psicológico dos animais. Claramente, um estado não-afetivo pode ser atribuído à separação mãe-filhote, sem uma dose saudável de antropomorfismo. Por exemplo, as vocalizações ultra-sônicas, freqüentemente em termos de ansiedade de vocalizações, podem também ser descritas, mais conservadoramente, como localização pela mãe dos filhotes que se desviaram do abrigo. Portanto, nossos resultados têm demonstrado uma harmoniosa adaptação psicológica de um roedor neonatal separado da mãe, mas o impacto deste estressor ou do desenvolvimento de seu comportamento na vida adulta ainda são desconhecidos.
Um modelo simples desenvolvido para explicar os resultados, assumindo somente, que a separação mãe-filho resulta numa resposta fisiológica, que deve ou  não ser organizada centralmente pela diminuição de opióides. Nossos estudos sugerem que a interrupção da normal interação comportamental mãe-filhote, induz à diminuição dos opióides endógenos do filhote nos neurônios específicos do SNC. A liberação dos opióides coordena uma resposta fisiológica integrada, incluindo supressão da atividade ODC, queda na secreção GH, supressão da ação GH em seu receptor, e possivelmente outras respostas psicológicas, tais como uma supressão das vocalizações ultra-sônicas (Fig. 6).
O trio de déficits, que identificamos nos filhotes de roedores em fase neonatal, separados do seu habitat, uma semelhança notável num rol de modificações, observando uma síndrome clínico específica, em filhotes e jovens adolescentes. Os diagnósticos realizados para déficit do crescimento em adolescentes são, uma tarefa notoriamente difícil na ausência de manifestação clínica. O diagnóstico clínico para “dificuldade do desenvolvimento não-orgânico” representa uma “manobra” das investigações. Contudo, o extremo desta ampla categoria está caracterizado pela falta do crescimento, a retenção específica da secreção GH e a dificuldade de ação do GH exógeno como descrita acima. 
A similaridade deste trio de deficiências, para os resultados observados nos filhotes-neonatais, é surpreendente. O segundo objetivo de nossa pesquisa envolve a avaliação de semelhanças possíveis na resposta quando há separação materna da criança (até 2 anos de idade), com os modelos animais, particularmente na determinação do papel da estimulação tátil/cinestésica, para a regulação do crescimento somático e no desenvolvimento do comportamento.


Figura 5



Figura 6

O primeiro foco foram crianças prematuras onde a experiência de isolamento sensorial foi drástica. Até recentemente, as crianças prematuras eram colocadas num ambiente no qual a mínima estimulação física era considerada ótima para manter a homeostase psicológica. Embora várias tentativas tivessem sido feitas para acelerar o crescimento através de estimulação exógena, muitos destes estudos foram severamente defeituosos no design experimental (i.é., ausência do controle  para a entrada de alimento, múltiplas formas de estimulação, etc.), e os resultados mistos foram relatados (43). Para avaliar a estimulação tátil, um importante papel nas diferentes espécies como os seres humanos e roedores, os efeitos foram investigados no crescimento e desenvolvimento da conduta de saúde de crianças, em longo prazo, mantidas em um típico “berçário intensivo”, com o controle rígido das condições experimentais e a estimulação sensorial dos pacientes.
As crianças prematuras (Tabela 1), foram recrutadas para o estudo no momento em que elas entraram no berçário. 

Tabela 1

MEDIDAS ESTIMULAÇÃO CONTROLE
Idade gestacional 31.0 ± 2.2 31.0 ± 2.8 
Peso no nascimento 1.280.0 ± 249.0 1.268.0 ± 200.0
Altura no nascimento 39.0 ± 2.9 38.0 ± 3.8
Indice ponderado 2.2 ± 0.3 2.2 ± 0.3
Circunferência da cabeça 28.0 ± 2.1 27.0 ± 2.1
Apgar (1 min) 5.9 ± 1.8 5.8 ± 2.2
Apgar (5 min) 7.8 ± 1.0 7.7 ± 1.6
Complicações Obstétric. 87.0 ± 17.1 86.0 ± 13.6
Compl. pós-natal no ICU 79.0 ± 20.5 76.0 ± 8.6
Números  de dias CU 20.0 ± 4.5 20.0 ± 4.0
Peso na entrada da estimulação período (G) 1.393.0 ± 114.0 1.385.0 ± 131.0


O grupo experimental recebeu de três a 15 minutos de estimulação tátil/cinestésica, no período de três horas consecutivas por dia, durante 10 dias.  Os resultados deste experimento estão mostrados na fig. 7, tabela 2. A média de ganho de peso por dia dessas crianças (até dois anos de idade) está significantemente aumenta, apesar da entrada de alimento identificado. Além do mais, as crianças estimuladas estavam acordadas e mais ativas do que os controles, que mostraram-se mais habituadas e amadurecidas, a orientação motora e a  variação do estado do comportamento foram avaliados pela escala Brazelton. Até mesmo os mais importantes efeitos benéficos persistiram nas crianças estimuladas (até dois anos de idade) maior percentual de peso, melhor performance na escala motora e mental de Bayley e sinais neurológicos menos importantes nos 8 meses seguintes (44, 45).
Estes resultados demonstram que mesmo as quantidades menores da estimulação sensorial podem ter um impacto substancial no crescimento e no desenvolvimento comportamental das crianças (até dois anos de idade) que estão vivendo em um meio-ambiente pobre de estimulação apropriada.  Claramente, as crianças prematuras recebem estimulação sensorial intensa durante a rotina no berçário, mas muitas delas são aversivas. Além disso, não há clareza na resposta para a estimulação tátil, que representa a restauração do estímulo verdadeiro inadequado, ou simplesmente uma resposta à estimulação suplementar, para uma criança que não está na verdade privada daquele modo sensorial: a estimulação tátil poderia simplesmente ser “acordada” ou “ativada”  psicologicamente.
Estudos realizados em crianças mais velhas, com “deficiência” no seu desenvolvimento tem fornecido resultados preliminares intrigantes, que sugerem ser a estimulação tátil, para crescimento somático e desenvolvimento, de conduta no grupo mais amplo de crianças (até dois anos de idade) (46).  Nesta população separada de crianças (até dois anos de idade) e mais velhas, nossos estudos sugerem que a estimulação tátil efetivamente estimule o crescimento.


Figura 7


Tabela 2

MEDIDAS ESTIMULAÇÃO CONTROLE      NÍVEL - P
Alimentação por 4 dias 8.6 ± 1.3 9.01 ± 1.3 n.s
Fórmula (cc/kg) dia 171 ± 8.5 166.0 ± 17.5 n.s
Calorias 1 kg/dia 114 ± 5.7 112 ± 12.2 n.s
Calorias / dia 169 ± 11.2 165 ± 27.1 n.s
Ganho do peso diário (gs) 25 ± 6.0 17 ± 6.7 0.0005
% tempo acordado 16 ± 15.5 7 ± 10.7 0.04
% tempo de movimento 32 ± 5.6 25 ± 6.2 0.04
Quant. de habituação de Brazelton
6.1 ± 0.6 4.9 ± 0.5 0.02
Orientação 4.8 ± 0.9 4.0 ± 1.0 0.02
Motora 4.7 ±  0.7 4.2 ± 0.7 0.03
Variação do estado 4.6 ± 0.8 3.9 ± 1.0 0.03 


Contudo, estes estudos aumentam a preocupação adicional ao serem interpretados. Obviamente, o crescimento não é estimulado em todas as crianças (até dois anos de idade). Considerando que isto poderia representar, em graus de privação prévia, o impedimento e o impacto da proteção de outras formas de estimulação, embora a importância da estimulação tátil recebesse uma atenção considerável, por pressão popular, a investigação científica rigorosa de tais interações psicológicas estaria apenas começando. O estímulo tátil representa um pequeno componente da complexidade das interações comportamentais do ser humano. Apesar de nossos estudos sugerirem que o contato físico pode representar um importante papel no desenvolvimento infantil, uma extensa literatura demonstra a  importância de outras formas de estimulação. Além disso, exceto no caso de crianças prematuras, a restrição de uma forma singular de estimulação é rara. Os maiores riscos das crianças estão nos meio-ambientes nos quais o emocional, o social e as forças econômicas geralmente agem de acordo com a tensão do comportamento materno. Pela compreensão da psicologia, das interações normal mãe-criança (até dois anos de idade), esperançosamente pode desenvolver os meios de prevenir ou reverter o impacto dos meio-ambientes no desenvolvimento físico e emocional das crianças de risco.
Em resumo, os resultados destes estudos em animais e seres humanos demonstraram, que as interações comportamentais específicas entre mãe e criança podem ter um imediato e persistente impacto no crescimento somático e no desenvolvimento da conduta. Duas perguntas gerais permanecem: primeiro: Quais os efeitos mediados pelos mecanismos neurais e bioquímicos? Os opiáceos mediam a separação das respostas em crianças?  Qual é o mecanismo bioquímico, através dos quais as interações comportamentais regulam o crescimento do tecido independente da nutrição em humanos e animais? A segunda pergunta é ainda mais compreensiva e particularmente pertinente para a presente discussão: Qual é o impacto das interações mãe-criança no desenvolvimento comportamental e emocional? Embora haja uma especulação secundária a respeito do impacto da separação mãe-criança (até dois anos de idade) ou mãe-criança (maior de dois anos de idade) não há uma evidência concreta dos efeitos no desenvolvimento emocional e comportamental adulto. Além disso, muitas destas especulações focam no componente emocional na literatura animal sobre as interações “afetivas” ou de “confiança no impacto de seu rompimento”. O presente estudo sugere que a interação mãe-criança (até dois anos de idade) também tenha muito mais impacto tangível e detectável no desenvolvimento psicológico e comportamental da criança com apresentação de uma tentativa previa de investigação deste  relacionamento.  



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fonte: http://www.psiquiatriageral.com.br/index.htm

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