quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Fundamental 1 quarto ano resolução de problema.


Em quase todo momento da nossa vida usamos números naturais para adicionar, subtrair, multiplicar ou dividir. E em várias situações vamos nos deparar com problemas matemáticos.

Você já sabe fazer corretamente as contas, mas só isso não é o suficiente. Antes de resolvermos situações-problema precisamos saber quais operações vamos usar. 


Quando temos um problema ele deve ser lido com muita atenção e analisado, para podermos identificar o que é dado e o que é pedido.


Sugestão de planejamento para resolução de um problema


1º Ler atentamente o enunciado identificado:
* os dados fornecidos
* o que é solicitado 


2º Planejar o trabalho, observando:
* os cálculos necessários para se chegar à resposta
* se necessário traçar algum esquema ou figura auxiliar


3º Executar cuidadosamente o planejamento estabelecido, sem esquecer nenhum detalhe.

4º Pensar se o caminho utilizado neste problema pode ser empregado em algum outro.


Acompanhe este problema:


1)
Uma loja de roupa feminina colocou as blusas em promoção. Marcela vai aproveitar e comprar blusas para dar de presente para suas primas, tias, e irmãs e mãe. Ao todo Marcela vai ter que comprar 12 blusas, e cada blusa da promoção está custando R$ 25,00. Sendo assim, calcule quanto Marcela gastará comprando as blusas, e quantas notas de 50 ela usou para pagar esta compra.

Neste caso você terá que fazer duas contas, primeiro você precisa saber o valor da compra. 


1

  25
x12
____
1
50
25+
____
 300
Marcela gastou R$ reais para fazer esta compra.

Agora que você já sabe o valor da compra você precisa saber, quantas notas de 50 Marcela gastou, então divida o valor da compra por 50.



Marcela usou  notas de R$ 50,00 reais para fazer esta compra.

Agora faça você este problema:


1)
Uma escola tem 330 alunos. Foi feita uma pesquisa com esses alunos, em relação à brincadeira que eles mais gostam, e foram adquiridos os seguintes dados:

* 110 gostam de brincar de esconde-esconde;
* 90 preferem brincar de pega-pega;
* O restante gosta de pular corda.


Sendo assim, calcule quantas crianças gostam de brincar de pular corda? 


* Para resolver este problema você precisa primeiramente somar a quantidade de crianças que gostam de esconde-esconde com a quantidade que gosta de pega-pega. 


110 + 90 = 


* Depois você subtrai o total de alunos com o resultado da primeira conta. 


330 -
=  

* O resultado será a quantidade de alunos que gostam de pular corda. 


Resposta:
crianças gostam de pular corda.


fonte: http://www.colegioweb.com.br/matematica-infantil/resolucao-de-problemas.html

Obrigado por sua visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

Tratamento de informação - ensino fundamental ciclo I


Enviado por em 23/05/2011
Tratamento de Informação - Ensino Fundamental Ciclo I Diretoria Ensino Araraquara


Obrigado por sua visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

EVENTOS NA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA UNICAMP

SETADUPLA  
EVENTOS NA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA UNICAMP

SEMINÁRIO
Tendências curriculares na formação do universitário: a visão dos estudantes da Unicamp
Convidados:
TRANSPProfa Dra Elisabete Monteiro de Aguiar Pereira
TRANSPProfa Tania Alencar de Caldas
TRANSPProfa Joyce Wassem
Data: 26 de agosto de 2011
Horário: 9h
Local: Sala da Congregação da FE
Realização: Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Superior (GEPES)
SETADUPLASESSÃO DE COMUNICAÇÃO EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
Tema: Roque Maciel Spencer de Barros: o liberalismo e a educação
Convidado:
TRANSPProf. Dr. Paulino José Orso
Data: 26 de agosto de 2011
Horário: 14h
Local: Sala de Videoconferência da FE
Realização: Grupo de Pesquisa Histedbr
Obs: Pela primeira vez, uma sessão de comunicação será transmitida para as demais salas de videoconferência que tiverem interesse em participar e também estará aberta para acessar via internet desde os computadores pessoais.
SETADUPLA OFICINA
Elaboração de Projetos de Pesquisa: Fundamentos lógicos
Data: dias 26 e 27 de agosto de 2011 (sexta-feira e sábado)
Horário: das 8 às 12 e das 14 às 18 horas
Local: Salão Nobre da FE
Coordenação: Prof. Dr. Silvio Sánchez Gamboa.
Realização: Grupo de Pesquisa PAIDEIA
Maiores informações <clique aqui>
Inscrições antecipadas (150 vagas limitadas):
http://www.fae.unicamp.br/informatica/dform-dev/gera.php?form=ofgamboa

SETADUPLAPALESTRA
Integrações curriculares
Convidadas:
TRANSPProfa Márcia Regina Selpa - FURB Universidade de Blumenau: Integração curricular em cursos na área da saúde
TRANSPProfa Dra. Dirce Djanira Zan - FE/Unicamp: Integração curricular em cursos de licenciaturas
Data: 29 de agosto de 2011
Horário: das 19 às 21h30
Local: Sala da Congregação da FE
Realização: Grupos de Pesquisa Praesa e Violar
SETADUPLA AULA ABERTA
Desempenho acadêmico e sucesso na transição do trabalho: contributos da autoeficácia
Convidada:
TRANSPProfa. Dra. Diana Vieira (Instituto Politécnico do Porto - Portugal)
Data: 30 de agosto de 2011
Horário: das 15 às 17h00
Local: Salão Nobre da FE
Realização: Núcleo de Estudos Avançados em Psicologia Cognitiva e Comportamental  - NEAPSI

FACULDADE DE EDUCAÇÃO
UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas
Av. Bertrand Russell, 801 Cidade Universitária "Zeferino Vaz"
Campinas - SP - Brasil CEP 13083-865
Fone/Fax: 55 19 3289-1463
e-mail: dirfe@unicamp.br
 

Exibir mapa ampliado


Obrigado por sua visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

A Violência E O Sagrado (René Girard




Obrigado por sua visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O psicólogo suíço Bernard Schneuwly diz que os professores precisam de material didático para trabalhar com leitura e escrita


Entrevista com Bernard Schneuwly

O psicólogo suíço Bernard Schneuwly diz que os professores precisam de material didático para trabalhar com leitura e escrita

Denise Pellegrini (dpellegrini@abril.com.br)
Compartilhe
Bernard Schneuwly. Foto: Rogério Albuquerque
Bernard Schneuwly. Foto: Rogério Albuquerque
Você pode não conhecê-lo pelo nome, mas o trabalho do suíço Bernard Schneuwly, professor da Universidade de Genebra, já deixou de ser novidade há algum tempo, principalmente para quem leciona Língua Portuguesa. Suas idéias sobre gêneros e tipos de discurso e linguagem oral estão nos Parâmetros Curriculares Nacionais. Desde a década de 1980, o psicólogo de 49 anos, doutor em Ciências da Educação, pesquisa como a criança aprende a escrever. Os estudos resultaram na criação de seqüências didáticas para ensino de expressão escrita e oralidade. Os conceitos presentes nesse material didático se difundem aos poucos no Brasil. Schneuwly vem colaborando com a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em trabalhos na área e pesquisadores da instituição estão publicando uma coleção com seqüências didáticas inspiradas no modelo suíço. A seguir, os principais trechos da entrevista que ele concedeu a NOVA ESCOLA.
O que seus estudos propõem de novo no ensino da língua?
Bernard Schneuwly
 Colocamos a questão da comunicação no centro do ensino da língua materna. Esta é a mudança mais significativa: dar às crianças mais possibilidades de ler, de escrever textos, de aprender gramática e ortografia em função da comunicação.
As aulas de gramática devem ser dadas em função dos textos? 
Schneuwly
 É essencial ensinar as crianças a ler e a produzir textos. Quando começam a estudar elas têm de realizar essas tarefas e, de maneira geral, não se dá importância suficiente à questão. Isso não significa deixar de dar também um pouco de gramática à parte. É possível fazer isso analisando sentenças complexas extraídas dos próprios textos. Há ainda uma outra maneira, mais forte na Suíça: pedir que os estudantes escrevam sentenças que depois são usadas para análise e aprendizado.
Quanto tempo da aula deve-se dedicar à gramática?
Schneuwly
 Em meu país, e eu sei que aqui acontece o mesmo, cerca de 70% ou 80% do ensino da língua corresponde a gramática e ortografia e apenas 20% ou 30% a leitura e escrita. Temos trabalhado para chegar a um equilíbrio. Além disso, acho que há gramática demais nas séries iniciais e de menos nas finais. Na Suíça, depois do ensino elementar, os estudantes aprendem apenas literatura. Mas há problemas gramaticais complexos que poderiam ser estudados por jovens de 16, 17, 18 anos.

Por que há um peso maior em ortografia e gramática?
Schneuwly
 Porque é mais fácil dar aulas sobre esses dois temas. Existem livros didáticos e dicionários disponíveis. No entanto, muitos educadores não sabem o que fazer no momento de trabalhar leitura e escrita. Eles precisam de material para isso.

É o trabalho que o senhor vem desenvolvendo na Suíça? Schneuwly Sim. Em 1990 houve uma demanda oficial do governo para que o grupo de pesquisa do qual faço parte criasse um material que ajudasse a ensinar expressão escrita e oralidade. Ao mesmo tempo os docentes diziam, em congressos, que precisavam lecionar comunicação mas não tinham métodos. O fato de os professores terem pedido mudanças foi muito importante. Era sinal de que eles estavam prontos para adaptar-se. Mais do que se tivesse havido uma imposição.

Como é o material? Schneuwly São quatro volumes. Um destinado para 1ª e 2ª séries, um para 3ª e 4ª, outro para 5ª e 6ª e o último para 7ª , 8ª e 9ª. Em todos eles há uma apostila que deve ser usada pelo aluno e outra pelo professor, escrita para que ele possa usá-la sem dificuldade, com apenas um dia de treinamento. São cerca de 40 seqüências didáticas para diferentes tipos de texto: científico, ficção científica, histórias de aventuras, crítica literária, entre outros.

A oralidade também é trabalhada?
Schneuwly
 Sim. As crianças a desenvolvem ao fazer uma entrevista, participar de um debate ou expor um tema para uma platéia, por exemplo.

Recursos como esses conseguem mudar o trabalho do docente? Ou ele precisa de mais formação?
Schneuwly
 Esse é um problema importante e sua solução deve levar um longo tempo. Há dois pontos envolvidos. Um é a formação inicial. A nova geração tem uma educação melhor e consegue trabalhar da maneira que propomos com mais facilidade. Por outro lado, há a necessidade de formar aqueles que já estão na ativa, que são numerosos. Com o material em mãos, a capacitação pode se dar na teoria e na prática.

Como as seqüências são usadas?
Schneuwly
 A criança entra em contato com vários gêneros de texto que serão vistos novamente no futuro. Na primeira vez que estuda entrevista, por exemplo, ela está no 4º ano. Nessa fase, conhece técnicas simples e vai entrevistar um funcionário do colégio. Ela prepara o questionário mas aprende que, se formular as questões espontaneamente, conseguirá melhor resultado. Uma folha pode ser levada com a relação de perguntas de um lado e, no verso, palavras-chave. A consulta será feita só se houver problemas. Outra dica é perguntar algo sobre o que o entrevistado acabou de falar, e não apenas emendar uma questão da lista na outra.

Quando esse mesmo tema será visto novamente?
Schneuwly
 No 8º ano, só que com técnicas mais elaboradas. Nessa fase, os alunos estão estudando os diferentes modos de falar. Por isso, têm que entrevistar estrangeiros que aprendem francês em Genebra, ou especialistas em oralidade, como um padre ou um advogado. Eles vão ouvir, ler, analisar, observar, comparar, fazer, escrever. Vão aprender também como redigir a abertura do artigo, apresentando o entrevistado. Nosso método leva à análise e à produção de um gênero.

O programa se desenvolve em forma de espiral?
Schneuwly
 Exatamente. O estudante vê determinado gênero uma vez, depois uma segunda e, às vezes, até uma terceira. Debates, por exemplo, são estudados na 3ª, na 6ª e na 9ª séries. A primeira coisa que ele aprende é a ouvir o que está sendo dito. Isso porque é importante usar o que o interlocutor disse, integrando as palavras dele ao seu próprio discurso. Outra coisa: se uma pessoa fala algo que deve ser contestado, isso deve ser feito de maneira não agressiva. São muitas as técnicas.

Aprendemos, de maneira natural, os gêneros orais primeiro. Nas aulas eles devem ser ensinados antes dos escritos?
Schneuwly
 Eles podem ser vistos ao mesmo tempo. A escola não ensina a falar. E os brasileiros, particularmente, se expressam muito bem. As crianças daqui são fantásticas! O que precisamos é prepará-las para situações formais, como um debate, uma exposição para um grupo. Para nós, pode começar ao mesmo tempo, porque a escrita ajuda a oralidade e vice-versa.

A psicolingüista argentina Emilia Ferreiro defende há mais de 20 anos a utilização de textos variados, principalmente em substituição à cartilha. Há relações entre as idéias defendidas por ela e as suas? Schneuwly Acho que dizemos a mesma coisa com outro nome. Talvez uma diferença esteja no fato de que nós, quando trabalhamos com um gênero, nos aprofundamos bastante nele. Isso leva uma semana, duas, até quatro. Uma outra possível diferença é que Emilia Ferreiro trabalha apenas com os pequenos e nós, até com os adolescentes. Mas as idéias provavelmente não são contraditórias. O importante é que os gêneros representam textos como são vistos nas situações diárias.

Existe um tipo de texto que só é visto na sala de aula?
Schneuwly
 Quando você aprende um gênero durante as aulas ele sai da situação social e se transforma num gênero escolar. Uma entrevista feita nessa situação não é a mesma coisa que uma realizada por um profissional. Para nós não há problema nisso, porque acreditamos que a escola é uma instituição social onde as pessoas aprendem. Então, é absolutamente necessário que faça adaptações. Emilia Ferreiro critica as cartilhas por serem textos que não existem fora da classe. Não concordo com ela nesse ponto.

Por quê? Isso não é verdade?
Schneuwly
 A idéia de Ferreiro é velha porque parece ruim haver diferença entre a vida real e a escola. É claro que não deve haver uma grande diferença. Mas alguma, sim. Na escola há uma situação social real para a aprendizagem. Lá pode-se correr riscos e cometer erros. Um jornal serve para informar as pessoas. Se você o leva para a sala de aula, ele não está lá mais para esse fim, mas para ser aprendido. Queiramos ou não, não é mais o mesmo contexto social.

Quando um professor leva diversos materiais para a sala de aula, está trabalhando com diferentes gêneros de texto?

Schneuwly
 Não. Gênero é a forma mais ou menos convencional que um texto assume: uma entrevista, uma receita culinária, uma história de aventura. Quando você lê um jornal, por exemplo, há muitos gêneros dentro dele e a criança tem que aprender isso.

Gêneros são conteúdos ou ferramentas de trabalho?
Schneuwly
 São os dois. É muito fácil explicar isso quando se pega uma receita culinária. Ela é um gênero, tem uma certa forma lingüística, uma estrutura, um vocabulário, mas ao mesmo tempo é, claro, uma ferramenta usada numa situação de comunicação. Transmite a uma pessoa como se prepara uma omelete, por exemplo. Sem essas formas estabelecidas, a comunicação seria muito complicada. Se você não soubesse como é uma entrevista, como seria nossa comunicação nesse momento?

Os estudantes expostos a essa metodologia aprendem mais do que a ler e escrever de maneira adequada?
Schneuwly
 Com certeza. Por exemplo, quando os ensinamos a escrever uma carta para um jornal sabemos que, provavelmente, eles não terão necessidade de produzir muitos textos desse tipo. Mas, nesse processo, aprenderão também a argumentar. Eles adquirem capacidades, principalmente capacidades gerais de comunicação.
Quer saber mais?
Os Gêneros Escolares: das Práticas de Linguagem aos Objetos de Ensino, Bernard Schneuwly e Joaquim Dolz, Revista Brasileira de Educação, nº 11, maio a agosto de 1999, Anped, tel.             (21) 2234-5700      

Coleção Trabalhando com os Gêneros do Discurso
 (Conto de Fada, 64 págs., Narrativa de Enigma, 116 págs., Fábula, 88 págs., Notícia, 96 págs.), Jacqueline Peixoto Barbosa (coord.), Ed. FTD, tel. 0800 15-8555. 13,50 cada um 
Publicado em NOVA ESCOLA Edição 207NOVEMBRO 2007. Título original: O ensino da comunicação


Obrigado por sua visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

Delia Lerner aborda a reflexão sobre a linguagem na sala de aula



Enviado por  em 04/09/2009
http://www.ne.org.br
A pesquisadora argentina, Delia Lerner, fala sobre a importâcia da leitura na aprendizagem da escrita e da escrita na aprendizagem da leitura, durante sua palestra na Semana de Educação Victor Civita 2007.



A pesquisadora argentina, Delia Lerner, trata das especificidades do ensino da escrita em contexto de estudo nas diversas disciplinas escolares. No campo da pesquisa, Delia comenta o trabalho que está desenvolvendo acerca da interdidátida, no qual analisa a leitura e a escrita como objetos de ensino e também como ferramentas de aprendizagem de conteúdos de outras áreas



Durante sua palestra na Semana de Educação Victor Civita 2007, pesquisadora argentina, Delia Lerner, trata da reflexão sobre a linguagem que deve ser ensinada aos alunos pelo professor.


Obrigado por sua visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

Pragmatismo e Utilitarismo