sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Curso Pós-graduação lato senso - Gestão da Psico-Sócio-Patologia (Trilogia Analítica) - Aula Demonstrativa



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Educação e Aprendizagem



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ARTETERAPIA - FACIS / IJEP



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Prova.pb.Redacao.2ano.tarde

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Prova.pb.Matematica.1ano.tarde

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Apostila Ensino Fundamental CEESVO - Ciências 02

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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Ben hur sugere novos paradigmas para a educação: O PEI - Programa de Enriquecimento Instrumental foi desenvolvido pelo Prof. Reuven Feuerstein, psicólogo e educador romeno.



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Mente não funciona como um computador

UOL ONLINE








A mente humana não trabalha como o processador de um computador, afirmou um estudo publicado pela Cornell University, dos Estados Unidos.

Diferentemente do que se sugeria, o pensamento não é formado por uma série de estágios distintos (zeros e uns), e sim como um "contínuo dinâmico", com estágios intermediários que evoluem para uma determinada escolha.

Para chegar a essa conclusão, o psicolingüista e professor Michael Spivey monitorou o movimento do ponteiro do mouse de estudantes enquanto estes trabalhavam no computador.

Em seu estudo, Spivey solicitou que os 42 alunos observados clicassem em figuras de diferentes objetos na tela do computador.

Após ouvirem, por exemplo, a palavra "candle" (vela, em inglês) e apresentados a duas figuras que não tivessem nomes parecidos (como uma vela e uma jaqueta), as trajetórias do ponteiro eram praticamente retas e se direcionavam instantaneamente à figura correta.

Mas quando foram apresentados a duas figuras com nomes parecidos, como "candle" e "candy" (vela e doce, em inglês, respectivamente), os estudantes mostravam uma demora um pouco maior para clicar no objeto correto.

A trajetória do ponteiro, também, se mostrava muito mais curva. Segundo Spivey, os estudantes começaram a movimentar o mouse antes que a palavra fosse completamente proferida, mostrando que eles não sabiam qual a opção correta por "dezenas de milisegundos".

A teoria apresentada é de que o pensamento dos estudantes estava em "múltiplas instâncias ao mesmo tempo", ou seja, movimentavam o mouse por uma "área cinza em que não sabiam se estavam certos ou errados".

A curvatura, de acordo com Spivey, demonstra que a ambigüidade fora gradual e prova que o cérebro é um sistema dinâmico - diferente do processador.

Por ser binário (zero e um), o sistema do computador apresenta momentos estáticos antes de se decidir.

Para o professor, o sistema biológico pode estar parcialmente em um estado ou outro, e eventualmente gravitar em outra interpretação para, então, processar a informação recebida.

"A teoria de que a mente funciona como um computador, em uma série de estágios distintos, foi um importante ponto de partida para a ciência cognitiva, mas deve ser abandonada", conclui o estudo.

fonte: http://www.inteligenciadinamica.com.br/php/conteudos/textos/computador.php

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Educação Infantil: PROJETO BRINCANDO COM FOLCLORE

Projeto Brincando Com Folclore

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COLETÂNEA DE PROVAS DE CONCURSOS DE PEDAGOGIA

Prova Pedagogia Concurso Pedagogo Grátis

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Monografia PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM: Fracasso Escolar: De quem aprende, ou de quem ensina?

Problemas de Aprendizagem Fracasso Escolar

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terça-feira, 28 de agosto de 2012

Gerencia Educativa



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O que é massa de manobra? por Ronaud Pereira


Massa de manobra se refere ao conceito de violência simbólica de Pierre Bourdieu, onde a sociedade é conduzida por uma ideologia dominante, se anulando enquanto ser histórico e protagonista.

Traduzindo, massa de manobra é um grupo de pessoas que são motivadas por uma opinião ou ideologia pré-formada por um grupo político, mídia, ou de outra forma, para fazer passeatas ou movimentos para defenderem a ideologia sob a qual estão influenciadas. É como se fosse um gado que os vaqueiros conduzem para onde querem.

Ou seja, massa de manobra somos todos nós, que acreditamos nos políticos que fazem o que querem com nosso dinheiro. É o povão que permite ser enganado por falsos governantes. Como os que ganham benefícios do governo e votam no mesmo só por causa disso, sem se importar se o governo é bom para o país.

Um forte exemplo brasileiro do que é massa de manobra é o Movimento dos Sem-terra – o MST – criado por um grupo de intelectuais e espertos. Com a criação da filosofia dos sem-terra conseguiram montar uma logistica muito bem azeitada com dinheiro público e criaram uma massa de manobra que assusta. Talvez a criação do movimento até tenha sido justa e autêntica, mas o que se vê hoje é um grupo fora-da-lei que age de acordo com suas próprias noções de justiça, ignorando o Estado de direito.

Eles conseguem fazer pressão tanto nos fazendeiros com suas invasões arbitrárias, quanto ao próprio governo que se vê obrigado a apoiá-los, sendo refém com as ameaças veladas de se desestabilizar o sistema com ondas de saques e terror no campo.

Isso é a massa de manobra, pessoas que não sabem a que vieram e nem sabem para onde vão. Só sabem que vão ao sabor dos conselhos dos dirigentes dos movimentos e ideologias dos quais participam ou seguem.

fonte: http://www.ronaud.com/sociedade/o-que-e-massa-de-manobra/

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sábado, 25 de agosto de 2012

Universidade São Francisco. Nova Ortografia: da teoria à prática Inscrições: até 06/09/2012



Nova Ortografia: da teoria à prática

Inscrições: até 06/09/2012

Local: Campus Campinas - Unidade Swift.

Área: Educação.

Público alvo: Interessados em compreender as novas regras ortográficas da língua portuguesa.

Pré-requisito: Ensino médio completo, acima de 16 anos.

Objetivo: Preparar os participantes para compreender as novas regras ortográficas da língua portuguesa, possibilitando utilizá-las adequadamente no cotidiano.

Aulas: sábados, dias 15, 22 e 29/09/2012, das 8h30 às 12h30.

Carga horária: 12 horas.

Vagas por turma: mínimo de 25 e máximo de 30 alunos.

Proponente: Nádia Maria Pêrego.

Investimento: R$ 80.

Edital NEXT 42/2012



*O eventual não-oferecimento do curso será comunicado aos alunos até 12 de setembro de 2012.

Campus  Campinas Swift

Unidade Swift
Tel.: (19) 3779-3323 / 3779-3326
End.: R. Waldemar César da Silveira, 105, Vl. Cura D'Ars (SWIFT)
CEP 13045-510 mapa de localização

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ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO TCC. (UNOPAR VIRTUAL

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO TCC. (UNOPAR VIRTUAL)

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Matemática - Teste de Avaliação - 5º Ano Portugal.

Matemática - Teste de Avaliação - 5º Ano

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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Por isso ou Porisso?



Por isso ou Porisso?

1) A grafia oficial, no § 574, adotou a forma analítica, em dois elementos, para tal conjunção. Ex.: "O réu não contestou a ação; por isso a sentença lhe aplicou os efeitos da revelia".

2) Oportuno, em corroboração, é lembrar a respeito a incisiva lição de Vasco Botelho de Amaral: "Evidentemente deve escrever-se por isso, e não porisso, erro de grafia, como se grafa por isto, e não poristo, nem poraquilo".1

3) Na apropriada observação de Laurinda Grion, "assim como escrevemos por este, por esta, por aquela, escrevemos por isso".2

__________________

1 Apud ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Dicionário de Questões Vernáculas. São Paulo: Editora Caminho Suave Ltda., 1981. 240.

2 Cf. GRION, Laurinda. Mais Cem Erros que um Executivo Comete ao Redigir. Sem edição. São Paulo: Edicta, sem data. p. 65.


______

fonte http://www.migalhas.com.br/Gramatigalhas/10,MI127982,61044-Por+isso+ou+Porisso

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Existem várias formas de diferenciar a forma exata de utilizar os porquês, entenda em quais situações utilizar cada um.



O uso dos porquês

O uso dos porquês é um assunto muito discutido e traz muitas dúvidas. Com a análise a seguir, pretendemos esclarecer o emprego dos porquês para que não haja mais imprecisão a respeito desse assunto.

Por que

O por que tem dois empregos diferenciados:

Quando for a junção da preposição por + pronome interrogativo ou indefinido que, possuirá o significado de “por qual razão” ou “por qual motivo”:

Exemplos: Por que você não vai ao cinema? (por qual razão)
Não sei por que não quero ir. (por qual motivo)

Quando for a junção da preposição por + pronome relativo que, possuirá o significado de “pelo qual” e poderá ter as flexões: pela qual, pelos quais, pelas quais.

Exemplo: Sei bem por que motivo permaneci neste lugar. (pelo qual)

Por quê

Quando vier antes de um ponto, seja final, interrogativo, exclamação, o por quê deverá vir acentuado e continuará com o significado de “por qual motivo”, “por qual razão”.

Exemplos: Vocês não comeram tudo? Por quê?
Andar cinco quilômetros, por quê? Vamos de carro.

Porque

É conjunção causal ou explicativa, com valor aproximado de “pois”, “uma vez que”, “para que”.

Exemplos: Não fui ao cinema porque tenho que estudar para a prova. (pois)
Não vá fazer intrigas porque prejudicará você mesmo. (uma vez que)

Porquê

É substantivo e tem significado de “o motivo”, “a razão”. Vem acompanhado de artigo, pronome, adjetivo ou numeral.

Exemplos: O porquê de não estar conversando é porque quero estar concentrada. (motivo)
Diga-me um porquê para não fazer o que devo. (uma razão)


Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras

http://www.brasilescola.com/gramatica/por-que.htm



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Relatório de Estágio

Relatório de Estágio

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Ficha diagnóstico mat 1º ano 2

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teste diagnóstico 5ºano

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Como ler Partituras

Como ler Partituras

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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Regras de sinais



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03 subtração. propriedade fundamental



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Subtração



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Subtração




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MEC vai propor reforma curricular do ensino médio



Grade curricular deverá ter como referência quatro eixos, nos moldes do Enem

BRASÍLIA - O Ministério da Educação (MEC) quer incentivar as redes de ensino médio das 27 unidades da federação a reformarem seus currículos, com o objetivo de melhorar a aprendizagem. A ideia é que as grades curriculares tenham como referência quatro grandes eixos: linguagens, matemática, ciências naturais e ciências humanas, nos moldes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Uma proposta de resolução nesse sentido deverá ser enviada ao Conselho Nacional de Educação (CNE) até o início do ano que vem. O secretário de Educação Básica, Cesar Callegari, disse nesta quinta-feira que a proposta deverá enumerar os chamados "direitos de aprendizagem", isto é, conteúdos cuja assimilação pelos alunos o ministério considera indispensável no nível médio.

- É um consenso que a fragmentação do currículo prejudica a aprendizagem - declarou Callegari. - O MEC não vai prescrever redução do número de disciplinas. Vamos apoiar a integração de disciplinas e conteúdos curriculares. E enunciar com clareza o que cada estudante tem o direito de aprender.

Segundo ele, a rede estadual de Pernambuco já adota modelo semelhante ao pretendido pelo MEC.

Mesmo que seja aprovada e vire resolução do CNE, a proposta ainda em fase de elaboração no MEC não terá caráter impositivo. Isso porque as resoluções do conselho servem apenas para orientar os estados.

De um lado, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) determina que todos os currículos tenham uma base nacional comum, de modo a assegurar o estudo da "língua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil". Mas cabe aos estados e até mesmo a cada escola definir em detalhes a respectiva grade curricular. Não é à toa que, segundo o MEC, há escolas de ensino médio com até 19 disciplinas.

No ano passado, o CNE aprovou novas diretrizes curriculares nacionais para o ensino médio, com linhas gerais sobre qual deve ser o papel da última etapa da educação básica. A intenção do MEC é que a nova resolução seja complementar à atual.

Em 2009, o MEC também lançou o programa Ensino Médio Inovador, que consiste no repasse de recursos adicionais a escolas que renovarem seus currículos, encampando os quatro grandes eixos norteadores do Enem. Em 2011, 315 escolas haviam aderido ao projeto. Em 2012, segundo Callegari, esse número subiu para 2 mil.

O secretário disse estar convencido de que o ponto principal para melhorar a aprendizagem é o aumento da carga horária. Ele defende a oferta de ensino médio em tempo integral, o que exigiria mais recursos.

- A carga horária atual é totalmente insuficiente.

Os resultados mais recentes do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), referentes a 2011 e divulgados anteontem, mostram que o nível médio é o que menos avança no país, com registro inclusive de retrocesso em nove estados.

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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Série palavras e expressões pitorescas: TRAZER À BAILA

TRAZER À BAILA

Baila era uma dança portuguesa apropriada para terreiros. Trazer à baila significava convidar à dança; no sentido figurado, evocar um tema para discussão a respeito: "Trarei    
à baila a situação econômica da empresa".


Extraído do Livro Etimologias e Expressões Pitorescas: Marcus Claudio Acquaviva, Ed. Ícone
página 107

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ANAMNESE ADOLESCENTE

ANAMNESE ADOLESCENTE

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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Modelo de Projeto de Monografia

Modelo de Projeto de Monografia

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Prova de Conservação da Quantidade de Matéria

Prova de Conservação da Quantidade de Matéria

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Modelo de Projeto Político Pedagógico

Modelo de Projeto Político Pedagógico

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Série palavras e expressões pitorescas: HANDICAP


HANDICAP

Expressão inglesa que significa desvantagem, situação de inferioridade. Ter um handicap significa ter algo em desfavor, e não, como geralmente se pensa, contar com alguma vantagem. Exemplo: "Embora com handicaps da má alimentação e do cansaço, Pedro obteve classificação no concurso público que prestou".

Etimologias e Expressões Pitorescas: Marcus Cláudio Acquaviva – editora Ícone página, 47 – 1994.


handicap

WordReference English-Portuguese Dictionary © 2012:
Traduções principais/Principal Translations
handicap n(disability) defeito físicodeficiência física loc sf
 
Traduções Adicionais/Additional Translations
handicap n(disadvantage)desvantagem sf
handicap n(golf) estrangeirismo: golfehandicap sm
handicap vtr(have disadvantage)ter desvantagem loc vt
handicap vtr(sports) esportes: a um adversário mais fracoconceder vantagem loc
 Report an error
WordReference English-Portuguese Dictionary © 2012:
Formas compostas
mental handicapn(learning disability) deficiência de aprendizagemdeficiência mental loc sf
 retardo mental loc sm
 Following a head injury, James has a severe mental handicap.


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Pragmatismo e Utilitarismo