quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

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CAMINHOS DA ESCOLA - EDUCAÇÃO INFANTIL - Ep 31



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Educação Infantil de qualidade na primeira infância (Anna Lucia Campos) ...



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Construção do Currículo na Educação Infantil



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Referênciais curriculares nacionais para a educação infantil



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RESUMO: RCNEI – REFERENCIAL CURRICULAR PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

  Fotos de Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil Caruaru

A formação inicial e em serviço do professor/educador para uma Educação Infantil de qualidade.

O processo de construção de um projeto educacional de qualidade para a criança de 0 a 6 anos tem de ser contínuo. A formação inicial básica em nível superior, como proposto pela nova LDB, ou o retorno dos educadores para escola através de programas supletivos especiais, embora essenciais, não bastam. Uma educação de qualidade exige formação em serviço dos profissionais envolvidos, assegurando e instrumentando sua efetiva colaboração enquanto agentes centrais do processo. Essa formação deve estar relacionada ao saber, ao saber fazer e ao saber explicar e planejar o fazer.
 
Para isso é preciso formar o professor/educador através de observações, discussões e reflexões sobre suas ações cotidianas no interior da creche ou pré-escola. Nesse processo, é necessário dar especial atenção às concepções, crenças, valores e projetos de vida desse profissional, a sua própria identidade pessoal que, intimamente associada a sua identidade profissional, influencia a qualidade geral de seu trabalho. O que ele pensa a respeito da sociedade, da função social da creche, da escola e da educação? Quais as suas idéias sobre o que é um bom ou mau professor? Não lhe basta apenas obter conhecimentos e técnicas, dominar conteúdos e metodologias de ensino. É necessário que ele construa uma visão ética e política da sua prática profissional. Aliás, é enganosa a idéia de que existe uma proposta psicopedagógica completamente pronta e organizada a ser executada. Essa proposta muda conforme as possibilidades da instituição, o momento histórico, a população atendida e a dinâmica das relações que ali ocorrem.
 
Ela acontece através de planejamento – ação – avaliação -replanejamento, em um processo em que devem estar envolvidos todos os profissionais da equipe. Para isso, no entanto, todos precisam ser respeitados enquanto profissionais, com direitos e deveres. O que pressupõe condições adequadas de trabalho e remuneração.
 
Pressupõe também tempo disponível na rotina para planejamento, registro e reflexões. Como prevê, agora, a LDB. O apoio e parceria dos colegas e supervisores nessa tarefa é fundamental para que haja um aprimoramento na qualidade do trabalho realizado por todo o grupo. Favorece também a criação de um espírito de equipe, onde cada um se percebe como peça fundamental na construção do conhecimento pessoal e coletivo, do conhecimento das crianças, da proposta pedagógica da instituição, de sua identidade profissional e da qualidade do serviço prestado à comunidade como um todo. Só assim será possível atender à necessidade de conquistar qualidade nas ações educativas, para propiciar o melhor desenvolvimento possível às crianças.
 
REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA EDUCAÇÃO INFANTIL
 
O Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil deve ser entendido como uma proposta aberta, flexível e não obrigatória, que visa a estruturação de propostas educacionais adequadas á especificidade de cada região do país. Sua primeira versão foi analisada por mais de 500 especialistas em âmbito nacional. O documento mostra as conquistas políticas documentais (Constituição, LDB..) e denota a incorporação, pelo MEC, da “Educação Infantil no sistema educacional regular.” O documento aponta a especificação legal da Educação Infantil e sua importância ao ser reconhecida e apoiada na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, o que por, si só, já é uma grande vitória, mas a qualidade da ação é ainda um caminho muito difícil a conquistar. Define uma perspectiva teórica norteadora, a qual é apontada, pelos educadores, como psicologizante. Será este o problema do documento ? A ênfase no modelo construtivista ?
Por que se outro fosse tudo se enquadraria dentro de um único referencial teórico ou Existe aqui a necessidade de flexibilizar tal orientação ? – será que em todo Brasil, no trabalho com Educação Infantil, há condições de adotar ou mesmo o desejo de adotar um único referencial teórico ?; – podemos impingir uma única modalidade de pensamento e/ou aport discursivo à uma Nação tão grande e com tantas especificidades regionais ?

Há que se pensar em tais questões porque no RCNEI é dito que ” estas orientações devem subsidiar e instrumentalizar os diferentes profissionais…de “função técnica até…os que trabalham diretamente com as crianças; além de apresentar objetivos claros de – estabelecer parâmetros…estaduais e municipais das políticas de E.I.; – subsidiar a produção e a avaliação de material didático; – fornecer critérios de qualidade. Acredito ser mais interessante manter o caráter de suporte à ação pedagógica e não coordenação da mesma ação. Assim estava sendo feito nos documentos produzidos de 1994 a 1996, pela Coordenação Geral de Educação Infantil (COEDI), do Departamento de Políticas Educacionais, do MEC, que refletiam o esforço de documentar a realidade enfrentada no país Um outro problema a ser enfrentado é a coincidência de fala de uma única região do país. Essa “fala” hegemônica regional pode ser obstáculo a um dos objetivos centrais do documento: – o respeito e valorização da pluralidade e multiculturalidade de nossa sociedade.
 
Referencial curricular nacional para a educação infantil: 
 
Comentário

O texto em questão é analisado em termos de sua consistência com a perspectiva socio-construtivista, com a concepção da criança como agente ativo e auto-determinado de seu próprio desenvolvimento e com a concepcão sobre o brincar como sistema autônomo e intrinsecamente motivado. São contrastados os modelos mecanicista e organísmico em Psicologia, e as teorias motivacionais decorrentes deles. Discutem-se as implicações do conceito de motivação intrínseca termos cognitivos e afetivos, em geral e sobre o comportamento lúdico em particular. Comenta-se o texto de referência com relação à coerência e rigor de seus fundamentos teóricos e a suas potencialidades como orientação para profissionais envolvidos na prática da educação pré-escolar.
 
A Linguagem dos Números: Ingresso na Arte da Matemática

Renata Lefevre


Desde muito pequenas, as crianças participam de uma série de situações que envolvem números, relações entre quantidades e noção de espaço, devido as necessidades práticas da vida diária. O profissional de educação infantil deve instrumentalizar seus alunos para que descubram o que significam, como funcionam os números e possam operar com eles, avançando cada vez mais em suas hipóteses sobre esse sistema de representação.

Quais são os conteúdos a serem trabalhados na área da matemática ?
Acredito ser importante o educador conhecer a distinção estabelecida por Piaget entre três tipos de conhecimento, considerando suas fontes básicas e seu modo de estruturação: conhecimento físico, conhecimento lógico-matemático e conhecimento social.
Conhecimento físico – é o conhecimento dos objetos da realidade externa. A cor e o peso são exemplos de propriedades físicas e podem ser conhecidas pela observação (a fonte do conhecimento é parcialmente externa ao indivíduo).

Conhecimento lógico-matemático – coordenação de relações criada mentalmente por cada indivíduo entre os objetos (fonte do conhecimento lógico-matemático é interna).
Conhecimento social – possui natureza amplamente arbitrária, ou seja, não existe uma relação lógica ou física entre o objeto e o conhecimento deste objeto (fonte do conhecimento parcialmente externa ao indivíduo). É construído no meio social que a criança vive.

Tendo uma visão clara destes três tipos de conhecimento, o educador pode perceber a qual deles pertence o conteúdo que pretende trabalhar e estabelecer os objetivos, encaminhamentos e ou intervenções coerentes com a fonte do mesmo. Para o conhecimento social, deve propor atividades que promovam o contato com o conteúdo ou a troca de informações sobre o mesmo, não pretendendo que o aluno construa este conhecimento só pela lógica. Para os conhecimentos físico e lógico-matemático deve criar situações que possibilitem a descoberta das características dos objetos e a construção de relações entre os mesmos.
Dificilmente um conteúdo pode ser considerado como pertencente a somente um dos tipos de conhecimento. Cito como exemplo a construção do número; as palavras um, dois, três, são exemplos de conhecimento social, portanto ensináveis diretamente. Contudo, a idéia subjacente de número pertence ao conhecimento lógico-matemático que é construído internamente. Analisando o conteúdo que pretende trabalhar e percebendo estas diferenças, o professor saberá distinguir o momento de responder (dar uma devolução) ou instigar o aluno a pensar mais sobre o conhecimento em questão e criar uma nova resposta para ele mesmo (utilizar uma intervenção).

Como trabalhar estes conteúdos ?

Estes conteúdos podem ser organizados em três eixos:

1-Aprender resolvendo problemas

Entende-se como problema qualquer situação para a qual os conhecimentos imediatos que a criança possui não são suficientes e que a coloca diante de um desafio, que exigirá busca de procedimentos e a construção de novos saberes.
Fazer matemática é expor idéias próprias, escutar as dos outros, formular e comunicar procedimentos de resolução de problemas, confrontar, argumentar e procurar validar o seu ponto de vista, antecipar resultados de experiências não realizadas, aceitar erros, buscar dados que faltam para resolver problemas. Nesta perspectiva, a criança está sempre tomando decisões, sendo produtora de conhecimento e não apenas executora de instruções. O ensino da matemática tem um enorme potencial de iniciar a formação de cidadãos autônomos, capazes de pensar por conta própria.
Reconhecer a adequação de uma dada situação para a aprendizagem, tecer comentários, formular perguntas, suscitar desafios, incentivar a verbalização pela criança, são atitudes indispensáveis ao educador. Representam vias a partir das quais o conhecimento matemático vai sendo elaborado por ela.
Situações problema do cotidiano, espontâneas ou planejadas, servem para incentivar o raciocínio lógico que não é diretamente ensinável (fonte interna). Estas situações tem como principal objetivo encorajar constantemente a criança a estar alerta e colocar todos os tipos de objetos, eventos e ações em todas as espécies de relações.

Situações espontâneas – momentos nos quais as crianças sentem necessidade ou interesse de resolver um problema que surgiu ao acaso, como: divisão do lanche, situações de conflito, arrumação de objetos para uma brincadeira ou quando são desordenados acidentalmente, organização da sala e outras.
Situações planejadas (inclusive a criança ou grupo que irá executar a tarefa) – distribuição de materiais, divisão de objetos, coleta, manutenção de quadros de registro, arrumação da sala, votação e outros.
Problemas planejados pela professora e colocados para as crianças resolverem (Roland Charnay) – a atividade de resolução de problemas está intimamente ligada a ciência matemática.” Fazer matemática é resolver problemas !”. O professor propõe e organiza uma série de situações com diferentes obstáculos (variedades didáticas dentro destas situações) e organiza as diferentes fases – investigação, formulação, validação e institucionalização. Propõe o momento adequado para cada uma destas fases e elementos convencionais do saber (notações, terminologia). O aluno ensaia, busca, propõe soluções, confronta-as com a de seus colegas, defende-as e as discute.
Os problemas devem ser vistos como instrumento de elaboração do saber. É principalmente através da resolução de uma série de problemas escolhidos pelo professor que o aluno constrói seu saber, em interação com os outros alunos. O que dá sentido aos conceitos ou teorias são os problemas que estes ou estas permitem resolver.

As atividades de resolução de problemas devem ser criteriosamente planejadas, a fim de que estejam contextualizadas, remetam a conhecimentos prévios, exijam ampliação de repertório e se mostrem como uma necessidade que justifique a busca de novas informações.
Nestas ocasiões espontâneas ou planejadas, o objetivo do professor não é ensinar a criança a raciocinar acertadamente, e, sim, intervir de acordo com aquilo que parece estar sucedendo na cabeça da criança. É através do pensamento que a criança constrói as estruturas mentais que garantem o desenvolvimento do conhecimento lógico-matemático.
As intervenções podem acontecer no ato da resolução do problema ou através de novas atividades a serem definidas no planejamento.

2-Aprender as informações sobre a linguagem matemática e sua utilização no meio social (fonte parcialmente externa).

O conhecimento social deve ser transmitido, socializado. O educador deve garantir o contato com o sistema de numeração nas suas diversas formas e funções sociais, através da linguagem oral (ex:: contagem), do calendário, do número de sapato, da residência, do uso de dinheiro, das medidas , gráficos e outros.

3-Aprender através do jogo – o jogo proporciona um contexto excelente para o pensamento em geral e para comparação de quantidades.

O jogo tem uma amplitude que vai para além dos conteúdos de matemática ou qualquer outra área de conhecimento. Cumpre uma dupla função: a lúdica e a educativa, aliando à finalidade do divertimento e prazer outras, como desenvolvimento afetivo, cognitivo, físico, social e moral, manifestadas em um grande número de competências: tomada de decisões; representações mentais e simbólicas; escolha de estratégias; ações sensório motoras; interações; observação e respeito às regras.

O que é um jogo? Para Kamii o jogo é uma atividade que implica uma interação entre os elementos do grupo de acordo com uma regra estabelecida que especifique: um clímax preestabelecido (objetivo) e o que cada jogador deve tentar fazer em papéis que são interdependentes, opostos e cooperativos.

Ex: Esconde-esconde:
Clímax – achar/ser achado, não achar/ não ser achado.
Papéis – de quem esconde, quem procura.
São papéis interdependentes, porque um não existe sem o outro.
São papéis opostos, porque um impede que o outro alcance seu objetivo.
São papéis de colaboração, porque o jogo não pode acontecer sem que os jogadores concordem mutuamente e cooperem seguindo às regras estabelecidas e aceitando suas conseqüências.

O bom jogo não é aquele que necessariamente a criança pode dominar “corretamente”. O importante é que a criança possa jogar de maneira lógica e desafiadora, com condições de confrontar pontos de vista, refletir sobre sua ação e pensar como jogar de outras maneiras.
É uma prática que auxilia a construção ou potencialização dos conhecimentos e oferece condições para a aprendizagem matemática e outras áreas de conhecimento. Mas, a dimensão lúdica do jogo jamais deve ser excluída ou posta em segundo plano, sendo preservadas a disposição e intencionalidade da criança brincar.
Como o professor pode escolher um bom jogo para o seu grupo ?

Para responder a esta questão, resgato a sugestão de Kamii. Para avaliar se o jogo é interessante e desafiador o professor deve se colocar as seguintes questões:

1- Quais os conteúdos necessários para compreender a essência de um determinado jogo ?
2- Quais os conhecimentos prévios dos meus alunos em relação a estes conteúdos ?
3- O que já sabem está próximo do que precisam saber para disputar o jogo plenamente ?
4- Será o jogo suficientemente interessante e difícil para desafiá-los ?
5- Quais jogos os meus alunos já sabem ?
6- O jogo novo tem algo de parecido com os jogos que já conhecem para que possam estabelecer relações ?

Estas questões fazem com que o professor tome a perspectiva da criança, podendo avaliar o grau de interesse que cada jogo provavelmente terá para cada aluno ou grupo de alunos.
Numa segunda etapa, será preciso apresentar o jogo escolhido para as crianças e observar, para constatar se realmente é adequado ou não.

Após algum tempo de uso, as crianças devem ser capazes de realizar as jogadas sozinhas, sem a intervenção constante da professora.
Outro ponto a ser observado é se o jogo permite que a própria criança possa avaliar seu desempenho. Quando a criança tenta obter um resultado, está naturalmente interessada no sucesso de sua ação. O resultado deve ser claro a ponto de possibilitar que a criança avalie seu sucesso sem margem de dúvida. É preciso evitar qualquer situação de ambivalência para que face a um resultado falho, a criança possa julgar onde errou e exercitar sua inteligência para superar suas faltas. A resposta correta não deve ser imposta pela professora. Deve ser constatada pela própria criança, que busca esta resposta de maneira ativa.
Finalmente, o último ponto implica observar a participação ativa de todos os jogadores e perceber a capacidade de envolvimento decorrente do nível de desenvolvimento de cada um. Esta participação tem que ser contínua, agindo, observando ou pensando.
A participação ativa está relacionada à atividade mental e envolvimento do ponto de vista da criança. Para uma criança pequena, a participação ativa geralmente significa atividade física. Posteriormente, tendem a se preocupar apenas com o que elas mesmas fazem, a sua jogada. Na fase seguinte, começam a observar e se envolver na ação dos outros colegas e podem ficar na roda com interesse, pois estão mentalmente envolvidas e criando estratégias para alcançar o objetivo do jogo.

O objetivo final em relação ao trabalho com o jogo é que a criança perceba a interdependência, oposição, colaboração de papéis e que desenvolva sua capacidade de colaboração.

Como avaliar o desempenho das crianças em relação a matemática ?

Os instrumentos de avaliação na área da matemática na educação infantil são o diálogo e a observação. As respostas das crianças para explicar seus pontos de vista e as condutas escolhidas por elas para resolverem seus problemas são indícios que auxiliam a compreender como estão pensando, o que já sabem e que significados atribuiriam aos conteúdos trabalhados pelo professor. As informações colhidas durante esse processo contínuo de avaliação servem para orientar o professor a planejar sua ação educativa de uma forma que atenda às necessidades de um determinado grupo de alunos em um determinado momento.
O educador deve manter o olhar atento ao desenvolvimento individual e do grupo que está trabalhando no momento, pois as crianças percorrem caminhos parecidos, mas em velocidades diferentes, de acordo com o meio em que vivem e principalmente dos estímulos que recebem dos adultos que as cercam. O desenvolvimento infantil não é linear, as crianças avançam, aparentemente param ou recuam, conforme seu estado emocional ou pela necessidade de rever uma hipótese para aprimorá-la. É conhecendo bem o seu grupo que o professor saberá se determinado conteúdo é adequado ou não.

REFERÊNCIAS:

KAMII, Constance. Jogos em grupo na educação infantil: implicações da teoria de Piaget. São Paulo: Trajetória Cultural.
KAMII, Constance. A criança e o número. Campinas: Papirus.
PARRA, Cecília. Didática da matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre:
Artes Médicas.
MACEDO, Lino de. A importância dos jogos de regras para a construção do conhecimento na escola. Universidade de São Paulo/Instituto de Psicologia/Laboratório de Psicopedagogia.
Referenciais Curriculares Nacionais para Educação Infantil – MATEMÁTICA.

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

fonte: http://www.pedagogiaaopedaletra.com.br/posts/rcnei-referencial-curricular-para-educacao-infantil/

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Requisitos nutricionais na idade escolar


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Apresentação obesidade infantil slides.



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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

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Teorias da Aprendizagem


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O trabalho pedagógico na educação infantil- artigo científico



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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Maconha prejudica a memória e a inteligência especialmente em adolescentes, revela pesquisa

Maconha prejudica a memória e a inteligência especialmente em adolescentes, revela pesquisa

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Trava-línguas Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Trava-línguas é um conjunto de palavras formando uma frase que seja de difícil articulação em virtude da existência de sons que exijam movimentos seguidos da língua que não são usualmente utilizados.
Os travalínguas, além de aperfeiçoadores da pronúncia, servem para divertir e provocar disputa entre amigos. São embaraçosos, provocam risos e caçoadas.

Índice

O uso do trava-línguas na escola

Os trava-línguas fazem parte das manifestações orais da cultura popular, são elementos do nosso folclore, como as lendas, os acalantos, as parlendas, as adivinhas e os contos. O que faz as crianças repeti-los é o desafio de reproduzi-los sem errar. Entra aqui também a questão do ritmo, pois elas começam a perceber que, quanto mais rápido tentam dizer, maior é a chance de não concluir o trava-línguas. Esse tipo de poema pode ser um bom recurso para trabalhar a leitura oral, com o cuidado de não expor alunos com mais dificuldades. É nessa leitura que melhor se observa o efeito do trava-línguas e, dependendo da atividade, passa a ser uma brincadeira que agrada sempre. Os trava-línguas podem ainda ser escritos para criar uma coletânea de elementos do folclore e pesquisados em diferentes fontes: livros, sites na internet ou revistas de passatempos.Um dos trava-línguas mais usados na escola são:
  • "O tempo perguntou para o tempo qual é o tempo que o tempo tem. O tempo respondeu pro tempo que não tem tempo de dizer pro tempo que o tempo do tempo é o tempo que o tempo tem".

Curiosidades

O trava-línguas é citado no Kama Sutra como uma das 64 artes a serem estudadas pelas cortesãs e é descrito da seguinte maneira:
  • Estudo de frases difíceis de pronunciar. É um jogo praticado principalmente pelas mulheres e crianças, e consiste em dar-se uma determinada frase cujas palavras, quando rapidamente repetidas, são frequentemente trocadas ou mal pronunciadas.

Parlenda

Trava-línguas (português brasileiro) ou parlenda (português europeu) é uma forma literária tradicional, rimada com caráter infantil, de ritmo fácil e de forma rápida. Usada, em muitas ocasiões, para brincadeiras populares. Normalmente é uma arrumação de palavras sem acompanhamento de melodia, mas às vezes rimada, obedecendo a um ritmo que a própria metrificação lhe empresta. A finalidade é entreter a criança, ensinando-lhe algo.
Algumas vezes, é chamada de trava-línguas, quando é repetida de forma rápida ou várias vezes seguidas, provocando um problema de dicção ou paralisia da língua, que diverte os ouvintes. Assim, pede-se a alguém que repita uma parlenda, em prosa ou verso, de forma rápida - "fale bem depressa" - "diga correndo" - ou que a repita várias vezes seguidas - "repita três vezes".
As parlendas não são cantadas e, sim, declamadas em forma de texto, estabelecendo-se como base a acentuação verbal.
Os portugueses denominam as parlendas cantilenas ou lengalengas. Na literatura oral é um dos entendimentos iniciais para a criança e uma das fórmulas verbais que ficam, indeléveis, na memória dos adultos.

Exemplos de trava-línguas

  • O rei perguntou á rainha quantos reis o reino tinha, a rainha respondeu ao rei que o reino tinha tantos reis quanto o rei queria.
  • Eu tenho uma rosa que parece a minha rosa, mas não é a minha rosa, porque a minha rosa é rosa, mas a minha rosa é meiga
  • Num ninho de mafagafas há 7 mafagafinhos, quando a mafagafa gafa gafam os 7 mafagafinhos
  • Se cá nevasse, fazia-se cá ski.
  • Fui ao mar colher cordões, vim do mar cordões colhi.
  • Uma aranha dentro da jarra. Nem a jarra arranha a aranha nem a aranha arranha a jarra.
  • A aranha arranha a . A rã não arranha a aranha.
  • Sobre aquela serra há uma arara loura. A arara loura falará? Fala, arara loura!
  • Chupa cana chupador de cana na cama chupa cana chuta cama cai no chão.
  • A vida é uma sucessiva sucessão de sucessões que se sucedem sucessivamente, sem suceder o sucesso…
  • Trazei três pratos de trigo para três tigres tristes comerem.
  • A vaca malhada foi molhada por outra vaca molhada e malhada.
  • Comprei uma arara rara em Araraquara.
  • Em rápido rapto, um rápido rato raptou três ratos sem deixar rastros.
  • Pedro Pereira Pedrosa pediu passagem para Pirapora.
  • Pode passar, porteiro, para pegar peixe piau.
  • O princípio principal do príncipe principiava principalmente no princípio principesco da princesa.
  • O Tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem, o Tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo, tempo tem.
  • quatro quadros três e três quadros quatro.
Sendo que quatro destes quadros são quadrados,
um dos quadros quatro e três dos quadros três.
Os três quadros que não são quadrados,
são dois dos quadros quatro e um dos quadros três.
  • Casa suja, chão sujo.
  • Num ninho de mafagafos tem seis mafagafinhos. Quem os desmafagafizar bom desmafagafizador será.
  • O bispo de Constantinopla, é um bom desconstantinopolitanizador. Quem o desconstantinopolitanizar, um bom desconstantinopolitanizador será.
  • Não confunda cafetão de gravata com capitão de fragata.
  • O pelo do peito do pé do Pedro é preto.
  • Pinga a pia apara o prato, pia o pinto e mia o gato
  • Não confunda ornitorrinco com otorrinolaringologista, ornitorrinco com ornitologista, ornitologista com otorrinolaringologista, porque ornitorrinco é ornitorrinco, ornitologista é ornitologista, e otorrinolaringologista é otorrinolaringologista.
  • O original não se desoriginaliza! O original não se desoriginaliza! O original não se desoriginaliza! Se desoriginalizásemo-lo original não seria!
  • Quico quer caqui. Que caqui que o Quico quer? O Quico quer qualquer caqui.
  • Toco preto, porco fresco, corpo crespo.
  • Uma trinca de trancas trancou tancredo.
  • Atrás da pia tem um prato, um pinto e um gato. Pinga a pia, para o prato, pia o pinto e mia o gato.
  • Se o Arcebispo-Bispo de Constantinopla a quisesse desconstantinoplizar, não haveria desconstantinoplizador que a desconstantinoplizasse desconstantinoplizadoramente.
  • Pedro pediu permissão para passar pelo portão para pegar o pinto pelado pelo pescoço.
  • Percebeste ou fingiste que percebeste para que os outros percebessem que tivesses percebido, percebeste?
  • Atrás do quadro da escola bibliotécnica estava um papibaquígrafo.
  • O doce perguntou pro doce qual era o doce que era mais doce e o doce respondeu pro doce que o doce que era mais doce era o doce de batata-doce.
  • Luzia lustrava o lustre listrado, o lustre listrado luzia.
  • Um limão, mil limões, um milhão de limões.
  • Um tigre, dois tigres, três tigres.
  • Perto daquele ripado está palrando um pardal pardo.
- Pardal pardo porque palras?
- Eu palro e palrarei porque sou o pardal pardo palrador D'el Rei!
  • O rato roeu a roupa do Rei da Rússia que a Rainha, com raiva, resolveu remendar.
  • O rato roeu a rolha da garrafa de rum do Rei da Rússia.
  • Um prato de trigo para um tigre, dois pratos de trigo para dois tigres, três pratos de trigo para três tigres, etc…
  • Três Tigres tristes comiam em um prato de trigo.
  • O original nunca se desoriginou e nem nunca se desoriginalizará.
  • Qual é o doce que é mais doce que o doce de batata doce?
Respondi que o doce que é mais doce que o doce de batata doce é o doce que é feito com o doce do doce de batata doce.
  • Sabendo o que sei e sabendo o que sabes e o que não sabes e o que não sabemos, ambos saberemos se somos sábios, sabidos ou simplesmente saberemos se somos sabedores.
  • O tempo perguntou ao tempo qual é o tempo que o tempo tem. O tempo respondeu ao tempo que não tem tempo para dizer ao tempo que o tempo do tempo é o tempo que o tempo tem.
  • Embaixo da pia tem um pinto que pia, quanto mais a pia pinga mais o pinto pia!
  • Se o príncipe de Constantinopla quisesse se desconstantinopolizar qual seria o desconstantinopolizador que iria a Constantinopla para descontantinopolizá-lo?
  • A sábia não sabia que o sábio sabia que o sabiá sabia que o sábio não sabia que o sabiá não sabia que a sábia não sabia que o sabiá sabia assobiar.
  • O desinquivincavacador das caravelarias desinquivincavacaria as cavidades que deveriam ser desinquivincavacadas.
  • Perlustrando patética petição produzida pela postulante, prevemos possibilidade para pervencê-la porquanto perecem pressupostos primários permissíveis para propugnar pelo presente pleito pois prejulgamos pugna pretárita perfeitíssima.
  • Não confunda ornitorrinco com otorrinolaringologista, ornitorrinco com ornitologista, ornitologista com otorrinolaringologista, porque ornitorrinco, é ornitorrinco, ornitologista, é ornitologista, e otorrinolaringologista é otorrinolaringologista.
  • Disseram que na minha rua tem paralelepípedo feito de paralelogramos. Seis paralelogramos tem um paralelepípedo. Mil paralelepípedos tem uma paralelepipedovia. Uma paralelepipedovia tem mil paralelogramos. Então uma paralelepipedovia é uma paralelogramolandia?
  • Os naturistas são naturalmente naturais por natureza.
  • Em uma casa tem quatro quartos. Em cada quarto tem quatro quadros. E cada quadro é quadrado. Quantos quadros quadrados tem na casa?
  • Verbo tagarelar no tempo condicional:
- Eu tagarelaria
- Tu tagarelarias
- Ele tagarelaria
- Nós tagarelaríamos
- Vós tagarelaríeis
- Eles tagarelariam.
  • O rei de Roma ruma a Madrid.
  • Rosa vai dizer à Rita que o rato roeu a roupa do rei de Roma.
  • O rato roer roía e, a Rosa Rita Ramalho, do rato a roer se ria!
  • O rato roeu a rolha da garrafa da rainha.
  • O pinto pia, a pia pinga. Quanto mais o pinto pia, mais a pia pinga.
  • A pia perto do pinto, o pinto perto da pia, tanto mais a pia pinga, mais o pio pinta.
  • A pia pinga, o pinto pia, pinga a pia, pia o pinto, o pinto perto da pia, a pia perto do pinto.
  • Atrás da pia tem um prato, um pinto e um gato. Pinga a pia, apara o prato, pia o pinto e mia o gato
  • A espingarda destravíncula-pinculá. Quem destravíncular ela, bom destravíncula-pinculador será.
  • Tem uma tatu-peba, com sete tatu-pebinha. Quem destatupebar ela, bom destatupebador será.
  • No cume daquele morro, tem uma cobra enrodilhada. Quem a cobra desenrodilhar, bom desenrodilhador será.
  • No morro chato, tem uma moça chata, com um tacho chato, no chato da cabeça. Moça chata, esse tacho chato é seu?
  • Um ninho de carrapatos, cheio de carrapatinhos, qual o bom carrapateador, que o descarrapateará?
  • Agá, agá, agá, a galinha quer botar. Ijê, ijê, ijê, minha mãe me deu uma surra, fui parar no Tietê. Alô, alô, o galo já cantou. Amarelo, amarelo, fui parar no cemitério. Roxo, roxo, fui parar dentro do cocho.
  • O Papa papa o papo do pato
  • Um prato de papa dentro do papo do papa.
  • A batina do padre Pedro é preta.
  • O peito do pé de Pedro é preto.
  • É preto o prato do pato preto.
  • O Pedro pregou um prego na pedra.
  • Pedro pregou um prego na porta preta.
  • Casa suja chão sujo .
  • O padre Pedro tem um prato de prata.
  • O meu vira lata usa gravata.
  • O padre pouca capa tem, pouca capa compra.
  • O pelo do peito do pé do pai do padre Pedro é preto.
  • O padre Pedro deu uma topada na pedra preta.
  • Pedro tem o peito preto. Preto é o peito de Pedro. Quem disser que o peito de Pedro não é preto, tem o peito mais preto que o peito de Pedro.
  • - Pedreiro da catedral está aqui o padre Pedro? - Qual padre Pedro? - O padre Pedro Pires Pisco Pascoal. - Aqui na catedral tem três padres Pedros Pires Piscos Pascoais. Como em outras catedrais.
  • Paulo Pereira Pinto Peixoto, pobre pintor português, pinta perfeitamente, portas, paredes e pias, por parco preço, patrão.
  • O Original não se desoriginaliza.
  • Quem for um parangamirotirimiariadolizador será um parangamirotirimiroaro
  • Uma trinca de pregos pregou Jesus na cruz do meu amigo avestruz.
  • O peito do pé de Pedro é preto, se o peito do pé de pedro é preto, o pedro é preto.
  • O Rio Capibariba está descapibarizado, quem o descapibarizou foi o descapibarizador.
  • Uma jabuticabeira velha, pergunta para uma pequenina jabuticabeira:
- Jabuticabeira pequeninia, quanto te despequeninajabuticabeirarizas tú?
Então, a pequenina jabuticabeira falou:
-Eu me despequeninajabuticabeirarizarei ao se despequeninajabuticabeirarizarem todas as pequeninas jabuticabeiras ainda não despequeninajabuticabeirarizadas
  • Fui caçar socó, caçei socó só, soquei socó no saco socando com um soco só.
  • Se vaivém fosse e viesse, vaivém ia, mas como vaivém vai e não vem, vaivém não vai.
  • Um ninho de mafagafos, tinha 7 mafagafinhos. Quem desmafagar esses mafagafinhos bom desmagafigador será.
  • Pirarei com um pirê de salsicha suja.
  • Luanda lua anda logo anda luar, nua anda lua na vereda do mar.
  • O doce perguntou ao doce, qual doce mais doce que o doce de batata doce, e o doce respondeu ao doce, que o doce mais doce que o doce de batata doce, é o doce de batata doce.
 Planta o verde vertical verte o verde vario verde vegetal.

Para saber mais

  • HEYLEN, Jacqueline. Parlenda, riqueza folclórica; base para a educação e iniciação à música. 2ª ed. São Paulo, Editora HUCITEC, 1991.
  • DA SILVA, Regina Helena Pranke, Revista Nova Escola.
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domingo, 27 de janeiro de 2013

TRAVA-LÍNGUAS

    
TRAVA-LÍNGUAS
"Casa suja, chão sujo"
"Três pratos de trigo para três tigres pretos"
 "Um tigre, dois tigres, três tigres."
"Três tigres tristes para três pratos de trigo. Três pratos de trigo para três tigres pretos, tristes."
"Toco preto, porco crespo. Corpo preto, crespo turco"
"O peito do pé de Pedro é preto. Quem disser que o peito do pé de Pedro é preto tem o peito do pé mais preto do que o peito do pé de Pedro."
 "O sabiá não sabia que o sábio sabia que o sabiá não sabia assobiar."
"O tempo perguntou pro tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu pro tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem."
"Cinco bicas, cinco pipas, cinco bombas. Tira da boca da bica, bota na boca da bomba."
"A aranha arranha a rã. A rã arranha a aranha. Nem a aranha arranha a rã, nem a rã arranha a aranha."
"A vaca malhada foi molhada por outra vaca molhada e malhada."
"A aranha arranha a jarra rara!"
"Debaixo da cama tem uma jarra, dentro da jarra tem uma aranha. Tanto a aranha, arranha a jarra, como a jarra arranha a aranha."
"O doce perguntou pro doce qual é o doce mais doce que o doce de batata-doce. O doce respondeu pro doce que o doce mais doce que o doce de batata-doce é o doce de doce de batata-doce."


fonte

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O Santo Nome Religião Música Política Culinária Vegetariana Vídeos Imagens Cultura e Bem Viver: Blog do João Maria Andarilho Utópico às, várias po...

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06 - Termos da Oração e Emprego da Vírgula - Vestibulando Digital



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Para acentuar corretamente as palavras devemos identificar a sílaba tônica (forte).


por Só pra concurseiro

ACENTUAÇÃO GRÁFICA


Para acentuar corretamente as palavras devemos identificar a sílaba tônica (forte). Isso é o que chamamos de prosódia (estuda a tonicidade das sílabas). Ao errar a sílaba tônica comete-se a silabada.

Que palavras são acentuadas? 

Regra geral: oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas.


OXÍTONAS = última sílaba é a tônica.

Macete: grave a palavra A t E M p O r a l


As palavras terminadas em A(s), E(s), O(s), EM(ens) são acentuadas.

Ex: cajá, café, vovó, também etc.


CUIDADO!! 

Também são oxítonas:

Ureter;
Cateter;
Ruim;
Condor;
Novel;
Nobel;
Mister.

A parte em negrito é a sílaba tônica.


PAROXÍTONAS = Penúltima sílaba tônica.

Macete: outro dia eu li no chão um ps, mas na hora da prova você dirá: LINURXÃO UM PS ou, se preferir use essa frase: UM ROUXInoL PS.
 

As palavras terminas em L, I, N, U, R, X, ÃO, UM, PS e ditongo (OU do rOUxinol) levam acento se a penúltima sílaba for tônica. 

Ex: vírus, caráter, água, tórax, táxi, túnel, bíceps etc.


CUIDADO!!

Também são paroxítonas: 

Ibero; 
Aziago;
Pudico;
Barbaria;
Maquinaria;
plex;
Tríplex;
tex;
Batavo;
Filantropo;
Misantropo;
Rubrica;
Índex;
Cassetete;
Pecha;
Inodoro;
Incesto;
Necropsia;
austero;
Recorde;
Avaro;
Botica;
Caracteres;
Dolo;
Blefe;
fen

A parte em negrito é a sílaba tônica.



PROPAROXÍTONAS = TODAS são acentuadas



CUIDADO!! com as seguintes palavras:

Ímprobo;
Ínterin;
vedo;
varo;
Ágape;
Álibi;
Ômega;
Protipo;
Arquétipo;
Afama;
Aelito;
nite;
Álcali
 
Posto isto, vamos a prática. Veja como esse assunto é cobrado em prova. 

01) O estudo da devida colocação do acento tônico das palavras é objeto da prosódia, uma das partes em que se divide a Fonologia.
As palavras
“Nobel”, “edito” (lei), “rubrica”, “aziago”, “ibero”, “ruim” classificam-se, respectivamente, no padrão culto da língua, como

A) oxítona, paroxítona, paroxítona, paroxítona, paroxítona, oxítona.
B) paroxítona, paroxítona, proparoxítona, proparoxítona, proparoxítona, oxítona.
C) paroxítona, proparoxítona, paroxítona, oxítona, proparoxítona, paroxítona.
D) oxítona, proparoxítona, proparoxítona, paroxítona, paroxítona, paroxítona.
E) oxítona, paroxítona, paroxítona, paroxítona, proparoxítona, oxítona.

Qual é a resposta? (resposta logo abaixo, bastando selecionar a linha a seguir para seu conhecimento).

Quem respondeu letra "A" acertou.

Como se vê, as bancas preferem cobrar as exceções. 

Abram os olhos!!!

Por hoje é só. 

Abço

fonte http://sopraconcurseiro.blogspot.com.br/2011/05/acentuacao-grafica-para-acentuar.html

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