sexta-feira, 31 de maio de 2013

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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Artigo leve sobre o fabianismo e comentários sobre seus máximos representantes no Brasil, FHC e seu PSDB. Dados que permitem entender o porquê de o PSDB e seus candidatos prestarem-se ao papel de "escada" para o cafagestezinho desdedado e demais figuras do PT, na estalinista "tática das tesouras". Vale a leitura.




Artigo leve sobre o fabianismo e comentários sobre seus máximos representantes no Brasil, FHC e seu PSDB. Dados que permitem entender o porquê de o PSDB e seus candidatos prestarem-se ao papel de "escada" para o cafagestezinho desdedado e demais figuras do PT, na estalinista "tática das tesouras". Vale a leitura.
 
M.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
FABIANISMO, LEIAM, É O QUE ESTAMOS VIVENDO E NÃO SABEMOS!
Por Sérgio Augusto de Avellar Coutinho
O Fabianismo é uma doutrina e um movimento político-ideológico socialista democrático, reformista e não-marxista, de concepção inglesa. Teve origem na Fabian Society fundada em Londres no final de 1883 e início de 1884 por um grupo de jovens intelectuais de diferentes linhas socialistas, com o propósito de reconstruir a sociedade com o mais elevado ideal moral possível. Objetivamente tinha a finalidade de promover a gradual difusão do socialismo, entendido como fim das injustiças econômicas e sociais da sociedade liberal, burguesa e capitalista. Mas, ao mesmo tempo rejeitava a doutrina marxista e, especialmente, a transformação pela revolução violenta. A idéia era a de que a transição do capitalismo para o socialismo poderia ser realizada por meio de pequenas e progressivas reformas, dando início ao socialismo no contexto da sociedade capitalista.
Embora os primeiros fabianos ainda sofressem influência do marxismo, os seus conceitos de economia não eram de Marx, mas de John Stuart Mills e Willian Stanley Jevons. Afirmaram que o utilitarismo há tanto tempo usado para sustentar o individualismo, realmente, nas modernas condições, aponta para uma crescente intervenção estatal na economia para promover a maior felicidade de um maior número. Contradizendo os marxistas, o Estado não é um organismo de classe a ser tomado, mas, um aparelho a ser conquistado e usado para promover o bem-estar social. Os fabianos, portanto rejeitam o socialismo revolucionário.
Os membros da “Fabian Society” são principalmente intelectuais, professores, escritores, e políticos. Foram os principais fundadores Edward R. Pease, o casal Sidney e Beatrice Webb, George Bernard Shaw, H.G. Well outras destacadas personalidades. Efetivamente, a Fabian Society tem sido sempre um grupo de intelectuais. Seu proselitismo, em determinadas questões, segue uma política de “permeação” das suas idéias socialistas entre os liberais e conservadores. Tentam convencer as pessoas por meio de uma argumentação socialista objetiva e racional em vez de uma retórica passional e de debates públicos.
Acreditam que não existe uma separação nítida entre socialistas e não socialistas e que todos podem ser persuadidos a ajudar na realização de reformas para a concretização do socialismo.
Com as adesões de Bernad Shaw (1884) e de Sidney Webb (1885), a sociedade começou a assumir seu caráter próprio, vindo a se tornar efetivamente socialista a partir de 1887.
Em 1889, sete membros fundadores redigiram um livro que levou o nome de Fabian Essays in Socialism (Ensaio Fabiano sobre o Socialismo), resumindo as bases doutrinárias da Sociedade.
Sidney Webb e Bernad Shaw, repudiando o marxismo, reconheciam que o desenvolvimento promovido pelo “laisser faire” (o capitalismo liberal) correspondia também a uma intervenção do Estado em defesa do trabalhador ou, pelo menos, na melhoria da qualidade e condições de vida. A legislação sobre salários, condições e jornada de trabalho e a progressiva taxação dos ganhos capitalistas é um meio inicial de realizar a eqüitativa distribuição de benefícios. O passo seguinte na direção do socialismo, em termos de reformas sociais mais profundas, será a adoção da propriedade e administração estatais das indústrias e dos serviços públicos. Recomendam também a criação do “imposto único”.
Os fabianos são realistas e procuram convencer todas as pessoas, independentemente da classe a que pertencem e com argumentos lógicos, que o socialismo é desejável e que melhor realizará a felicidade humana.
A Sociedade Fabiana não se dispôs a se organizar em partido, permanecendo sempre como um movimento. Entretanto, em 1906 um grupo de fabianos e sindicalistas fundaram o Labour Party (Partido Trabalhista britânico) que adota o fabianismo como uma das fontes da ideologia partidária.
Em 1945 o Labour Party chega ao poder na Grã-Bretanha expandindo o fabianismo. O Partido no governo consegue realizar quase todo o ideário dos fabianos.
Atualmente, a Fabian Society atua principalmente como um centro de discussão intelectual, de propaganda e de difusão do socialismo democrático e como uma referência na Grã-Bretanha para os socialistas, em especial de classe média, que não desejam comprometer-se com o Labour Party.
Antes da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), os fabianos tinham pouca preocupação com o movimento socialista em outros países. Durante o conflito adotaram até uma posição nacionalista exacerbada.
Na prática política, parece que os fabianos não têm dificuldade de entendimento com os socialistas revolucionários podendo apoiá-los ou com eles fazer alianças, particularmente para atingirem algum objetivo intermediário.
Em termos de internacionalismo, o fabianismo tem sido sempre considerado a ala direita do movimento socialista. Ideologicamente, coloca-se em posição intermediária entre o capitalismo democrático e o marxismo revolucionário. Com esta posição, em 1929, o movimento Fabiano se propõe como a Terceira Via identificação ambígua quando, na propaganda política, não vem acompanhada de uma definição clara e ostensiva. Após o colapso da União Soviética em 1991, o apelo sedutor da Terceira Via voltou à cena para atrair as esquerdas desorientadas e os intelectuais idealistas sempre sensíveis às novidades.
Repudiando o conceito de luta de classes, os fabianos em geral reconhecem que a lealdade ao seu próprio país vem antes do que qualquer lealdade ao movimento internacional do proletariado. Isto não impede que Bernard Shaw, em discordância com a atitude nacionalista Fabiana, fosse a favor de uma unificação do mundo em unidades políticas e econômicas maiores. Determinados fabianos realmente manifestaram a aspiração de um Estado mundial do tipo tecnocrático, cujo germe deveria ser o Império Britânico, com a função de planejar e administrar os recursos humanos e materiais do planeta. A este respeito, chama a atenção as relações de afinidade, se não de filiação, entre os fabianos e círculos mundialistas anglo-saxões como o Royal Institute of Internacional Affairs (inglês) e o Council on Foreign Relations (norte-americano), criado em 1919.
Provavelmente, foi a partir do conhecimento desta idéia de império mundial, da existência de relações dos fabianos com intelectuais e políticos norte-americanos e da atuação de certas organizações não-governamentais nos EUA que o senhor Lyndon H.La Rouche Jr engendrou a teoria conspiratória de um eixo Londres - Nova Iorque da oligarquia financeira internacional para a criação de um império mundial de língua inglesa, com a supressão dos estados nacionais.
Entre as organizações não governamentais norte-americanas está uma denominada Diálogo Interamericano, fundada em 1982, cujos integrantes são notáveis personalidades “permeadas” pelo socialismo Fabiano.
Foi por intermédio do Diálogo Interamericano que o Sr Fernando Henrique Cardoso se uniu em 1992 ao movimento Fabiano tendo tentado atrair também o Sr Luiz Inácio Lula da Silva.
O FABIANISMO NO BRASIL
O Fabianismo chegou ao Brasil com Fernando Henrique Cardoso, retornando ao país, depois de seu asilo político na Europa, com seus companheiros do chamado grupo de São Paulo, todos ex-militantes da Ação Popular Marxista-Leninista.
Asilado na Europa, depois de ter passado pelo Chile, Fernando Henrique Cardoso reformulou suas crenças marxistas e passou a pretender filiação junto à Internacional Socialista (oriunda da II Internacional).
A iniciativa coincidia com o esforço de Leonel Brizola em 1978/79, ainda asilado, para juntar-se à Internacional Socialista na Europa. Com ousadia e persistência, aproximou-se dos expoentes socialistas europeus, particularmente de Mário Soares, do qual conquistou o apoio e a amizade. Miguel Arrais e Fernando Henrique tudo fizeram para neutralizar o ex-governador, inclusive com a elaboração de um dossiê depreciativo que FHC entregou a Mário Soares. Nada adiantou; na reunião da Internacional Socialista em Viena (1979), a organização, por unanimidade, fez opção por Brizola. “… na platéia, derrotados, Fernando Henrique Cardoso e Miguel Arrais assistem ao vitorioso, discursando na condição de líder brasileiro da social-democracia e representante oficial da organização no Brasil” (Luiz Mir, A Revolução Impossível, pág. 689 a 691).
O insucesso levou Fernando Henrique a se aproximar do movimento fabianista. Em 1982, participou da reunião de fundação do Diálogo Interamericano com sede nos EUA. Ao retornar do seu auto-exílio em 1979, Fernando Henrique Cardoso e os seus correligionários do grupo paulista ingressaram no partido do Movimento Democrático Brasileiro onde, com outros anistiados de esquerda constituíram a ala dos “autênticos”. Participaram da Constituinte de 1987/88 onde o grupo de FHC desempenhou ativo papel na tentativa de implantar o socialismo e o parlamentarismo no Brasil.
Na Constituinte, é interessante notar a convergência das esquerdas reformistas e revolucionárias, todas procurando ampliar ao máximo as franquias democráticas.
Logo após a Constituinte (1988), o grupo de Fernando Henrique e diversos outros “autênticos” divergiram e saíram do partido, fundando o PSDB, Partido da Social Democracia Brasileira. Estava assim criada a organização política do fabianismo no Brasil.
Em 1992, o Senador Fernando Henrique participou da reunião do Diálogo Interamericano de Princeton, para a qual convidou Luiz Inácio Lula da Silva e alguns outros membros do Partido dos Trabalhadores. Para o Diálogo, o desaparecimento da União Soviética tinha deixado as esquerdas revolucionárias da América Latina sem base de apoio. Entretanto, reconhecia que sua organização e capacidade de mobilização ainda poderiam ser úteis para o programa pretendido pela entidade. Podemos aduzir eu o PT, como partido laborista, tivesse muita afinidade com o fabianismo, daí porque estava sendo atraído. O primeiro ponto de uma ação comum foi a opção pela via eleitoral, buscando-se o abandono da violência armada. Lula já comprometido com o Foro de São Paulo concordou com o programa, mas não se filiou ao Diálogo.
Em 1994, FHC se elegeu Presidente da República. Na condução política da sua administração e nas relações com o Congresso, onde não tinha maioria, usou o poder e certos recursos autoritários. Valeu-se descontraidamente das Medidas Provisórias fugindo das resistências parlamentares. Sem muito esforço, mas com uma eficiente e convincente negociação individual com os parlamentares, conseguiu emenda à Constituição, quebrando a antiga e prudente tradição republicana que não permitia a reeleição do Presidente da República. Para assegurar o segundo mandato, Fernando Henrique tratou de manter a estabilidade monetária e o Plano Real que já lhe havia garantido a eleição de 1994. Para pagar dívidas públicas, o serviço desta dívida e remunerar investimentos financeiros, foi buscar recursos num vasto e discutível programa de privatizações. A esquerda de oposição lhe fez e faz ferina crítica, estigmatizando-o de “neoliberal”, não tão grande ofensa para um socialista Fabiano.
Com relação às recomendações do Diálogo Interamericano, expressas no Projeto Democracia, podem ser citadas as seguintes realizações de Fernando Henrique Cardoso:
1) Abertura democrática, com franquias, ampliadas e garantidas na Constituinte, com o trabalho de FHC nas comissões e de Mário Covas no Plenário.
2) Acolhimento dos comunistas, primeiro no Partido, depois nos cargos de governo e, finalmente, com indenizações das famílias de terroristas mortos pela “repressão”, de início limitadas às dos que morreram nas prisões e agora generalizadamente.
3) Afastamento sumário do serviço público ou veto de nomeação de qualquer pessoa acusada de torturador ou de ter pertencido a órgãos de segurança durante o governo dos militares presidentes. A demissão ou veto era imediato, sem qualquer apuração formal ou de provas das acusações, num ato ilegal de restrição à Lei de Anistia.
4) Submissão das Forças Armadas ao controle político civil, com a criação do Ministério da Defesa, afastando os militares de participação e influência nas decisões nacionais, inclusive nos assuntos de segurança. Foi aventada também a criação de uma Guarda Nacional para retirar do Exército ou restringir a sua destinação constitucional de defesa da lei, da ordem e dos poderes constituídos. Não dispondo de recursos para tal projeto, a iniciativa ficou limitada à criação de um segmento fardado da Polícia Federal, subordinada ao Ministério da Justiça.
5) Uso e suporte às Organizações Não-Governamentais de inspiração e de ligação a entidades internacionais fabianas e outras, com transferência de funções públicas e de recursos governamentais, particularmente nas áreas de educação, saúde, segurança pública, meio-ambiente, direitos humanos e complementação social. Foi promovida uma “ampliação do Estado” que daria inveja a um projeto concebido por Antônio Gramsci. Fernando Henrique é seguidor dos conceitos da Terceira Via participando das idéias de um “consenso internacional de centro-esquerda”, acompanhando a posição de Anthony Giddens (teórico da Terceira Via), Tony Blair (líder trabalhista inglês), Leonal Jospin, Bill Clinton, De La Rua e Schoreder.
O governo FHC (1994-2002) deixou ao País com gravíssimos problemas sociais e econômicos pouco tendo feito para a realização da transição para o socialismo. As lentas e progressivas transformações são próprias do processo reformista Fabiano. Portanto, não se fale de fracasso, porque a semente desta vertente social- democrática está plantada e aparentemente, superou no País, a linha da Internacional Socialista representada pelo decadente Partido Democrático Trabalhista de Leonel Brizola. Por outro lado, o movimento fabianista pôde e pode realizar, em determinados momentos, um papel subsidiário da esquerda revolucionária. Muitos aspectos da concepção pragmática do fabianismo coincidem com certos processos gramscistas de mudanças pacíficas e progressivas para conquistar a sociedade civil e enfraquecer a sociedade política. Depois de 1980, os dois fatos novos mais significativos ocorridos nas esquerdas no Brasil foram as presenças do fabianismo reformista e do gramscismo revolucionário.
Terminado seu governo, Fernando Henrique Cardoso agora é “homem do mundo”, promovido e “badalado” pelos movimentos e organismos da esquerda internacional. Lembro um pouco Bernad Shaw, um dos fundadores do fabianismo na Inglaterra, marxista reformado que se transformou em socialista reformista. A diferença fica na retórica vazia e na produção literária reduzida do intelectual brasileiro.
Apesar de tudo, FHC voltará; pessoalmente ou representado, mas voltará.
Fonte: livro “CADERNOS DA LIBERDADE”.

Leia os textos de Félix Maier acessando os blogs e sites abaixo:

Blog do Félix Maier: PIRACEMA - Nadando contra a corrente

Netsaber - artigos de Félix Maier

Félix Maier- Autores do Webartigos.com

Félix Maier- Usina de Letras

Blog do Félix Maier: Wikipédia do Terrorismo no Brasil




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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Graça no país das maravilhas: EDUCAÇÃO IDEOLÓGICA NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS PRE...

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Pesquisa Mundi: Produção científica do Brasil aumenta, mas qualida...

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Ciência e Método



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Objetivos da Metodologia Científica



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projeto de pesquisa



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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Jornal da Massa: Alunos de medicina fazem protesto em Curitiba


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Comercial com Neymar acusado de HOMOFOBIA



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A teoria do conhecimento de kant




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Metafísica – uma introdução resumão




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Magistério nível médio ainda vale? Pedagogo em Minas dando aula de educação física. por João Maria


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Desenhos




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sábado, 25 de maio de 2013

Aparelhamento Ideológico do Estado o que é, por João Maria Andarilho Utó...



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O APARELHAMENTO DO ESTADO Ronaldo Rebello de Britto Polettti (Professor da Faculdade de Direito da UnB)




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CONSIDERAÇÕES SOBRE A ELABORAÇÃO DE ROTEIRO PARA ENTREVISTA SEMI-ESTRUTURADA Eduardo José Manzini UNESP – Campus de Marília Apresentado por: Neusa Aparecida Mendes Bonato Junho 2006




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O aparelhamento do Estado e a formação da “militância playmobil”


Os ataques da imprensa sobre o Ministério dos Esportes e o PCdoB podem até não dar em nada, mas algumas coisas começam a ficar muito claras.
A mídia se baseia em alguns fatos concretos, como a gravação da conversa de um ex-militante com um filiado ao partido, e outros nem tão razoáveis assim, como a aquisição de um terreno por parte do Ministro, que a princípio não parece possuir bens fora do padrão. Neste último caso é uma especulação descabida, mas que não invalida os outros fatos.
Mas o que ninguém está falando se relaciona ao que realmente está acontecendo e nem mesmo o Ministério faz questão de esconder: a absurda utilização do dinheiro público para aparelhamento de um partido.
São várias ONG´s organizadas por filiados do PCdoB espalhadas pelo Brasil sendo sustentadas com recursos públicos, em um aparelhamento descarado.
Vamos supor que não houvesse problemas com a prestação dos serviços, e que as acusações de que 20% estariam sendo desviados não existisse.
Se estiver tudo certo já estará tudo errado.
A justificativa de que é um procedimento legal não invalida o questionamento político do aparelhamento estatal com a finalidade de fazer política. Não dei (e muito menos milhões de pessoas) meu voto em Dilma (no segundo turno) nem em Lula para que fosse dado ao PCdoB o direito de distribuir centenas de milhões de reais entre ONG´s de partidários.
Outro pergunta completamente cabível é: suponhamos que o PM que denunciou Orlando seja um bandido, como é que o partido e o Ministério se envolvem política e administrativamente com um camarada deste quilate?
Quem precisa esclarecer isso é o próprio partido, e não a mídia.
Particularmente acho pouco provável o próprio Ministro ter se envolvido em negócios com o PM denunciante, mas que a máquina do Ministério, especialmente à época de Agnelo Queiroz, se envolveu, não resta dúvidas.
O pior é a cegueira que toma conta de uma parte da esquerda, que nem ao menos questiona o aparelhamento da estrutura estatal, como se isso fosse uma coisa normal.
Começa-se a partir do princípio de que mandar dinheiro para uma ONG amiga fazer um projeto ao invés de enviar a uma Prefeitura é algo absolutamente normal.

Militância “aguerrida” não questiona mais nada
Esperava-se certo comportamento republicano da esquerda, mas foi justamente o contrário.
Nem mesmo a direitona do Governo Collor e Sarney foi tão longe.
Como disse o Senador Cristovam Buarque hoje pelo Twitter: “Pior da corrupção é que está formando uma geração de militantes cínicos.”
Parece que estamos formando uma massa de playmobils. Não se questiona, não se envergonha, apenas defende, como se bonecos fossem.
Não importa se um deputado se junta ao que há de pior na política para aprovar uma nova lei ambiental, ou mesmo se o Governo esquece que utilizou um discurso terrorista em relação à privatização e logo depois parte para privatizar aeroportos. O que importa é que o “centralismo democrático” manda e a manada obedece.
E se alguém se coloca contra, rapidamente é classificado como direitoso ou de estar fazendo o jogo da direita. O maniqueísmo exarcebado conceitua um lado como “progressista” e outro como “atrasado”, como se fosse possível uma verdade absoluta.
O cidadão nem se dá o direito de colocar meia dúzia de neurônios críticos para funcionar, para avaliar se o que sai na mídia tem ou não fundamento. Se está contra meu partido, está errado.
No fundo são energúmenos em estado bruto.
Uma vergonha para todos os que sonham por um país decente.


http://acertodecontas.blog.br/politica/criou-se-uma-massa-de-militantes-playmobil/

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sexta-feira, 24 de maio de 2013

" Meus Trabalhos Pedagógicos ": Aula de artes - desenho com efeito

" Meus Trabalhos Pedagógicos ": Aula de artes - desenho com efeito: Olha que efeito legal para trabalhar na aula de artes. Até parece que se move. Que tal trabalhar isso como atividade de artes. Essa ativi...

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Julio Severo: Psiquiatra maluco faz armadilhas para machucar pes...

Julio Severo: Psiquiatra maluco faz armadilhas para machucar pes...: Psiquiatra maluco faz armadilhas para machucar pessoas e só ganha 30 dias de cadeia Comentário de Julio Severo: Você poderia pensar qu...

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Estimulacao aprendizagem e_plasticidade_do_sistema_nervoso



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Cognição




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Processos Cognitivos - Resumo





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APRENDIZAGEM E MEMÓRIA from Luis De Sousa Rodrigues




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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Blog do João Maria responde: Pedagoga habilitada, esta sendo impedida de assumir cargo público.




CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CONSELHO PLENO
RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006.
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura.
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rcp01_06.pdf

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
 Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ldb.pdf

Presidência da República
Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI Nº 7.716, DE 5 DE JANEIRO DE 1989.
Define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7716.htm



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Blog do João Maria: A questão da vinda dos médicos cubanos para o Brasil...



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quarta-feira, 22 de maio de 2013

JOSEPH LEDOUX: saúde mental depende da higiene emocional



JOSEPH LEDOUX
A saúde mental depende da higiene emocional e, na grande maioria, os problemas mentais refletem o colapso da organização emocional. As emoções podem ter conseqüências tanto úteis quanto patológicas.” (LeDoux, 2001)

1.1 Breve biografia de Joseph LeDoux

Jospeh LeDoux é professor do Center for Neural Science da New York University. Pesquisador respeitado na área, já recebeu prêmios do National Institute of Mental Health, da National Science Foundation e da American Heart Association.
Joseph LeDoux (2001) em seu livro “O Cérebro Emocional” já nos traz valiosa contribuição logo no início do capítulo 1:
Naturalmente, em algum nível sabemos o que são as emoções e não precisamos de cientistas para nos falarem a respeito delas.
Todos já amamos, odiamos e sentimos medo, raiva e alegria. Mas o que é que reúne estados mentais como esses no pacote que costumamos chamar de ‘emoções’? O que torna esse pacote tão diferente dos outros pacotes mentais, para os quais não costumamos fazer uso da palavra ‘emoção’?
De que maneira as emoções influenciam todos outros aspectos da nova vida mental, moldando nossas percepções, lembranças, pensamentos e sonhos? Por que tantas vezes parece-nos impossível entender nossas emoções? Nós controlamos nossas emoções, ou são elas que nos controlam? As emoções são definidas geneticamente ou são transmitidas ao cérebro pelo meio ambiente? Animais (que não os seres humanos) têm emoções e, neste caso, todas as espécies de animais as possuem? Podemos ter reações e lembranças emocionais inconscientes? É possível apagar o quadro-negro emocional, ou as memórias emocionais são permanentes?” (LeDoux, 2001)
LeDoux considera as emoções funções biológicas do sistema nervoso e afirma que saber como as emoções são representadas no cérebro pode ajudar-nos a entendê-las.
Essa abordagem é inteiramente diferente de outra mais conhecida, segundo a qual as emoções são estudadas como estados psicológicos, independentemente dos mecanismos cerebrais subjacentes. A investigação psicológica tem sido extremamente valiosa, mas o enfoque que considera as emoções como uma função do cérebro é bem mais eficaz... O cérebro constitui uma fonte inestimável de variáveis passíveis de manipulação. Estudando a emoção através do cérebro, ampliamos enormemente as oportunidades de novas descobertas, muito superiores àquelas que podem ser realizadas pela experiência psicológica apenas.” (LeDoux, 2001)
LeDoux afirma que, via de regra, as reações emocionais são produzidas de maneira inconsciente e que Freud acertou em cheio ao descrever a consciência como a ponto do iceberg mental.
A emoção é um sentimento consciente. Precisamos conhecer não tanto o estado consciente de medo ou reações decorrentes, mas sim o sistema que detecta o perigo em primeiro lugar.
Sensação de medo e corações descompassados são uma conseqüência da atividade desse sistema, cuja situação é inconsciente – literalmente, antes mesmo de sabermos que de fato corremos perigo.
Finalmente, diz LeDoux, emoções em ação tornam-se poderosos fatores de motivação para futuras atitudes. São elas que definem o rumo de cada ação e dão partida nas realizações de longo prazo. Mas nossas emoções também podem nos trazer problemas.
LeDoux alerta que as emoções se voltam contra nós quando o medo se transforma em ansiedade, o desejo dá lugar à ganância, uma contrariedade converte-se em raiva e a raiva em ira, a amizade dá lugar à inveja e o amor à obsessão, ou o prazer se torna um vício.

1.2 A ciência cognitiva ignora o estudo das emoções

LeDoux enfatiza que quando voltamos nossa atenção para dentro, para nossas emoções, percebemos como elas são, ao mesmo tempo, óbvias e misteriosas. Constituem os estados mentais que mais conhecemos e cuja lembrança nos é mais clara. No entanto, às vezes não sabemos de onde provêm:
As emoções podem ir-se instalando lenta ou repentinamente, e suas causas podem ser evidentes ou obscuras. Nem sempre entendemos o que nos faz acordar com o pé esquerdo.
Podemos ser agradáveis ou detestáveis por razões diferentes daquelas às quais atribuímos nosso comportamento. Podemos reagir a um perigo antes mesmo de “sabermos” de que ele está a caminho. A beleza estética de uma pintura pode atrair-nos mesmo quando não entendemos conscientemente por que gostamos dela. Conquanto nossas emoções representem a essência de quem nós somos, ao que parece elas também têm seus próprios objetivos, os quais freqüentemente são colocados em prática sem nossa participação intencional.” (LeDoux, 2001)
É possível imaginar uma vida sem emoções? Nós estruturamos situações que possam nos oferecer prazer e alegria, e nos precavemos daquelas que poderão nos causar decepção, tristeza ou sofrimento.
“A compreensão científica das emoções seria excelente, pois poderia levar-nos a perceber como funcionam os aspectos mais pessoais e misteriosos da mente, e ao mesmo tempo iria ajudar-nos a entender o que pode dar errado quando essa esfera da vida mental sofre um colapso. Os cientistas não estão conseguindo chegar a um acordo quanto ao que sejam as emoções. Muitas carreiras científicas têm sido devotadas a, quando não devoradas pela, tarefa de fornecer uma explicação para as emoções. Infelizmente, talvez uma das coisas mais importantes que já se disse sobre a emoção é que todos sabem o que é, contanto que não lhes peçam para defini-la.” (LeDoux, 2001)
Conforme LeDoux a ciência cognitiva surgiu recentemente, em meados deste século, e costuma ser descrita como a “nova ciência da mente”.
Mas a ciência cognitiva aborda apenas um lado do cérebro, o que tem relação com o pensamento, o raciocínio e o intelecto. A emoção é excluída. E a mente não existe sem emoção. As criaturas tornam-se almas de gelo – frias, sem vida, desprovidas de desejos, temores, tristezas, sofrimentos ou prazeres.
Algumas tentativas de definir a ciência cognitiva caracteriza-se pela oposição à emoção, conforme explica Joseph LeDoux:
“Em The Mind’s New Science: A History of the Cognitive Revolution (A Nova Ciência da Mente: História da Revolução Cognitiva), Howard Gardner classifica a irrelevância de fatores emocionais ou afetivos como uma das cinco características que definem a ciência cognitiva. (grifo nosso) ...
Em seu importante manual de 1968, Cognitive Psychology (Psicologia Cognitiva), Ulric Neisser afirma que esse campo de estudo não se interessa pelos fatores dinâmicos (como as emoções) que motivam o comportamento.
Jerry Fodor, em The Language os Thought (A Linguagem do Pensamento), obra filosófica pioneira na ciência cognitiva, descreve as emoções como estados mentais externos à explicação cognitiva.
E Bárbara Von Eckardt, em seu livro intitulado What Is Cognitive Science? (O que é Ciência Cognitiva), sustenta que a maior parte dos cientistas cognitivos não considera o estudo das emoções relevante para esse ramo...” LeDoux (2001, p. 32)
LeDoux conclui manifestando seu desejo de impedir que a emoção seja devorada pelo monstro cognitivo provém da maneira como entende a organização das emoções no cérebro.


http://www.cursoseducacaoadistancia.com.br/teorias_aplicadas/cursos_a_distancia_%20joseph_ledoux.htm

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O Patriota: DEZ AÇÕES PARA EVITAR O GOLPE VERMELHO... 05/16 by PolemarcoGuilherme | Blog Talk Radio

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Blog do Joâo Maria responde: Atualmente estou cursando pedagogia, e tenho algumas dúvidas.



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Blog do João Maria Andarilho Utópico Professor Pedagogo.: Educação Artística Planos de aula anos iniciais.

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terça-feira, 21 de maio de 2013

A atividade física é fundamental para o bom desenvolvimento motor das crianças




A atividade física é fundamental para o bom desenvolvimento motor das crianças


Publicação: 30/05/2010 13:44 Atualização:
Rafael Vargas de Córdova, 11 anos, não esconde a alegria com o novo estilo de vida que adotou nos últimos cinco meses. Ele admite que até muito pouco tempo atrás não gostava de se exercitar. No entanto, o sedentarismo, mal que vem se tornando comum entre as crianças da idade dele, é página virada. E Rafael tem sentido os benefícios de uma rotina que contempla atividades físicas pelo menos três vezes por semana. A psicóloga Eliane Vargas de Córdova, mãe de Rafael, conta que o computador e o videogame já não são mais os companheiros preferidos do garoto e que a autoestima do filho anda em alta. “Atualmente, faço musculação, natação, futebol e também arrisco o kick boxing. Alterno as modalidades para não ficar monótono, não enjoar. Estava gordinho e triste com o meu corpo. Agora, estou entrando em forma e me sinto mais forte e disposto”, confirma Rafa.
O professor Carlos Santos orienta Rafael Córdova, 11 anos, nos exercícios: o garoto deixou o sedentarismo para trás, emagreceu e ganhou disposição (Paulo de Araújo/CB/D.A Press )
O professor Carlos Santos orienta Rafael Córdova, 11 anos, nos exercícios: o garoto deixou o sedentarismo para trás, emagreceu e ganhou disposição
Professores de educação física e pediatras são unânimes: as crianças podem e devem ser estimuladas a exercitar o corpo desde cedo. Pular, saltar, correr e rolar são atividades fundamentais para o bom desenvolvimento motor dos pequenos e podem ser trabalhadas em diversas modalidades, como judô, balé, futebol, ginástica de solo ou rítmica, natação e muitas outras. A partir dos 6 meses, o contato com a piscina já traz benefícios para os bebês. Além de melhorar a coordenação motora, proporciona noções de espaço e tempo, estimula o apetite, aumenta a resistência cardiomuscular, promove um sono tranquilo e previne doenças respiratórias.

“A habilidade motora pode ser avaliada por volta dos 3 anos. A partir daí até os 6 anos, pode-se estimular atividades que aperfeiçoem esse aspecto, sempre de acordo com a necessidade, aptidão individual dos pequenos e limite de cada um. Nessa fase, a ideia é trabalhar a musicalidade, a sociabilidade e a integração da criança sem sobrecarregá-la”, explica o professor de educação física e gerente do departamento de esportes infantis da academia Companhia Atlética, Dirceu Lobo Neto.

Estímulo
Depois dos 6 anos, a criança pode ser apresentada aos fundamentos técnicos de cada modalidade. É hora de a garotada aprender a driblar, quicar a bola, fazer movimentos e rolamentos corretos de ginática, sem ainda ter a preocupação de correção. Os educadores estimulam a cooperação em grupo, trabalhando deficiências motoras sem exigir perfeição. O importante é vivenciar os fundamentos de forma positiva. Quando atinge a primeira década de vida, a meninada já tem as aptidões mais definidas e consegue escolher as modalidades que mais lhe agradam; por isso a técnica pode ser aperfeiçoada e corrigida.

“É importante deixar claro que existe uma diferença entre a criança-atleta, que necessita dessa correção precocemente a fim de atingir a performace, da que pratica esporte para ter uma vida saudável sem a pretensão de atingir alto desempenho para competições. A criança deve ser sempre estimulada à prática de atividades físicas. Se houver o desejo de competir, e essa vontade tem que partir da própria criança e não dos pais, a orientação muda”, observa Dirceu. Ele pondera ainda que os pais que incentivam a prática esportiva estão um passo à frente dos que não atentam para a importância desse quesito. No entanto, não basta matriculá-los em escolinhas esportivas e academias. É preciso participar, acompanhar a garotada nas atividades.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) já atentou para a necessidade dos médicos em reforçar a recomendação da prática de exercídios para crianças nos consultórios. A pediatra Roseli Sarni, presidenta do departamento de nutrologia da SBP, explica que o excesso de peso já atinge 8% dos brasileirinhos de até 5 anos. Segundo a médica, um dos fatores de risco é o sedentarismo. Ela lembra que o lazer das crianças não está mais relacionado a brincadeiras que mexem com o corpo. “Meninos e meninas não correm, não pulam, não sobem mais em árvores e isso favorece o sobrepeso desde muito cedo. Para chamar a atenção dos pediatras, a SBP produziu um documento científico que preconiza pelo menos 60 minutos de atividades físicas diárias para a garotada. Os médicos precisam recomendar essa prática com mais ênfase”, diz.

A pediatra acrescenta que, no passado, algumas modalidades eram contraindicadas para as crianças. A musculação e os esportes que exigem maior esforço das cartilagens, estruturas que ainda estão em desenvolvimento, são alguns exemplos. Hoje, estudos comprovam que, quando feitos moderadamente e com a orientação de um profissional capacitado, não há contraindicação para tais atividades.

A prática de exercícios na infância é ainda mais benéfica do que na fase adulta. Crianças e adolescentes estão em formação óssea e muscular, e os exercícios estimulam a liberação de hormônios importantes para o bom desenvolvimento, além de combater a gordura, que tem características inflamatórias e promove doenças cardiovasculares. “Em termos de saúde mental, física e social, a criança que tem como hábito as atividades físicas só ganham. A garotada obesa é reclusa e passa a sofrer danos físicos e emocionais por conta disso. Sugiro que os pais estejam atentos à aptidão dos filhos para que a criança partique a modalidade que lhe estimule e motive”, aconselha.

No começo, brincadeiras

O esporte deve respeitar as fases de crescimento das crianças

Até os 6 anos
Tudo merece ser visto como uma brincadeira, levando em conta o desenvolvimento da psicomotricidade, da lateralidade, da coordenação motora e do equilíbrio

O esporte funciona como um fator motivador porque estimula a criança a correr, pular, subir, rolar e engatinhar

Dos 7 aos 10 anos
O lado lúdico ainda prevalece. Nessa faixa etária são introduzidos exercícios que estimulam a flexibilidade e as atividades aeróbicas de baixa intensidade

A criança já está mais segura para correr, caminhar, pedalar e nadar com mais aprimoramento da técnica de cada modalidade

Depois dos 10 anos
Exercícios que fortalecem a potência anaeróbica podem ser acrescentados aos poucos

Estimular pernas, abdômen, tronco e membros superiores contribui para o desenvolvimento. Nessa idade, a criança começa a ter noção do que prefere, do que tem aptidão


http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2010/05/30/interna_ciencia_saude,195231/index.shtml

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Pragmatismo e Utilitarismo