quarta-feira, 31 de julho de 2013

Fundamentos de história do direito



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Resumo direito no brasil colonial




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PROJETO: FOLCLORE PROFESSORA BRUNA LOBO


PROJETO: FOLCLORE

PROFESSORA BRUNA LOBO
1. INTRODUÇÃOA história da humanidade é permeada por simbolismos resultantes das crenças e tradições de cada um dos povos que, através do contato e da variedade cultural existente, delineia sua historicidade e marca seus traços de identidade no mundo. A experiência histórica de um povo constrói seu estilo de vida, suas tradições, costumes, crenças e, tais elementos interligados, formam sua cultura.


2. JUSTIFICATIVAEntendemos que o folclore é a expressão mais forte da maneira de viver de cada grupo social. Assim, levando em consideração a importância das manifestações culturais na vida da população e a necessidade de sua preservação, desenvolvemos este projeto, na tentativa de perpetuar este importante elemento de identidade cultural.
Portanto, O saber popular é um dos pontos de partida para o fazer pedagógico, buscando assim ampliar o conhecimento, compreensão e análise sobre o folclore brasileiro através do diálogo com os alunos, de questionamentos a respeito de suas próprias experiências sobre as diversas lendas, brincadeiras, brinquedos, parlendas, cantigas, trava-línguas e etc., levando-os a pesquisarem sobre o tema em questão.

3. OBJETIVOS
- Valorizar as manifestações culturais;
- Estimular a ampliar a linguagem oral;
- Incentivar a escrita nas suas diversas modalidades;
- Estimular o ritmo, a criatividade e prazer pelas cantigas de roda.

4. ESTRUTURA PROGRAMÁTICA/RECURSOS
Em cada aula do projeto, serão propostas atividades visando resgatar a cultura popular através de: lendas, parlendas, cantigas de roda, brincadeiras folclóricas, trava-línguas, e advinhas. Para tanto, utilizaremos:
- Pesquisa no laboratório de informática e com familiares
- Cruzadinha
- Caça palavras
- Jogos e brincadeiras
- Leitura e ordenação de textos
- Representação de cantigas e parlendas
- História legendada
- Quebra-cabeças sobre personagens das lendas
- Modelagem com argila ou massinha
- Jogo da memória

3.PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS (AÇÕES)
- Conversa e registro (sondagem dos conhecimentos prévios);
- Explicar o que é folclore: são lendas, superstições, parlendas, brincadeiras, adivinhas;
- Pesquisar com pais as lendas conhecidas;- Socializar as lendas na sala de aula, por meio de recontos;
- Escolher por meio de votação as lendas preferidas dos alunos;
- Elaborar um gráfico com o resultado da votação (aproveitar e trabalhar situações-problema em matemática);
- Pedir aos alunos (em duplas) que reescrevam algumas lendas;
- Fazer um levantamento dos trava-línguas conhecidos pela turma (se não souberem nenhum, pedir uma pesquisa para casa);
- Socializar os trava-línguas e organizar fichas de leitura de cada um deles;
- Os alunos levam para casa as fichas com os trava-línguas para que possam ler em casa;
- A professora começa a aula lendo algumas adivinhas p/ turma, que tentam descobrir as respostas;
- Organizar um campeonato de adivinhas na sala;
- Os alunos deverão advinhar, através de objetos da caixa surpresa, de quais advinhas a professora se refere;
- Representação de cantigas de roda e parlendas
- Confecção de móbiles referente as parlendas trabalhadas
- Promover pesquisas na internet.

5. AVALIAÇÃO
A avaliação ocorrerá de forma coletiva, com a participação dos alunos na rodinha, que se posicionarão sobre os pontos positivos e negativos do projeto, e com o registro da participação feito pela professora.

6.PRODUTO FINAL
Finalizaremos o projeto com a exposição dos trabalhos realizados pelos alunos da educação infantil e ensino fundamental na maloca da escola.

7. BIBLIOGRAFIA
Livros:

Dia a dia do professor

Revistas:
Projetos Escolares (agosto 2007 e 2008)
Professor Sassá (agosto 2008)

Sites de pesquisas:
www.ifolclore.com.br
www.folclorebrasileiro.com.br
http://portalx.globo.com./portalzinhox/frameset.htm?lendas
 http://brunaleaolobo.blogspot.com.br/2008/08/projeto-folclore.html

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terça-feira, 30 de julho de 2013

Test - Bender Koppitz Escala De Maduracion Neuro Motriz by api_user_11797_albertozapala

 



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Laminas de Bender



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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Propedêutica o que é.



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Propedêutica é um termo histórico originado do grego que significa referente ao ensino. Trata-se de um curso ou parte de um curso introdutório de disciplinas em artes, ciências, educação, etc. É o que provém ensinamento preparatório ou introdutório, os chamados conhecimentos mínimos. Pode ser definido como um conhecimento necessário para o aprendizado mas sem a proficiência.

Propedêutica em medicina e veterinária

Em medicina e veterinária refere-se especificamente ao conjunto de dados obtidos sem o uso de procedimentos diagnósticos específicos, via observação, palpação, medida de temperatura e outros exames simples e inespecíficos.
Na medicina entende-se por propedêutica o conjunto de técnicas utilizadas para a elaboração de uma base a partir da qual o médico se orienta para chegar a um diagnóstico. As técnicas envolvem: informações orais; dados de exame físico; outros exames norteados pelo volume de conhecimento coletado. Todos auxiliam na obtenção de um diagnóstico final.

Propedêutica em enfermagem

Propedêutica em enfermagem tem como objetivo fazer com que a equipe de enfermagem realize a correta história clínica do paciente, além do diagnóstico de enfermagem, a prescrição da assistência, a evolução e as anotações de enfermagem, este processo é sistemático pelo fato de envolver a utilização de uma abordagem organizada para alcançar seu propósito. A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), faz parte da propedêutica em enfermagem, e é uma atividade privativa do enfermeiro, que através de um método e estratégia de trabalho científico, com a utilização de instrumentos e aparelhos necessários realiza o exame físico, faz a identificação das situações de saúde/doença, subsidiando a prescrição e implementação das ações de Assistência de Enfermagem, que possam contribuir para a promoção, prevenção, recuperação e reabilitação em saúde do indivíduo, família e comunidade.

Propedêutico na religião

Na Igreja Católica Apostólica Romana, desde o Concílio de Trento, criou os seminários propedêuticos, com a missão de introduzir o candidato ao sacerdócio para os seguintes cursos: Filosofia e Teologia.
Propedêutica em linguística
Em linguística, refere-se especificamente à facilidade natural que alunos que aprenderam em primeiro lugar o Esperanto e posteriormente uma língua estrangeira atingiram ao final do mesmo tempo um domínio maior da segunda língua.1 . Ver também valor propedêutico do esperanto
Referências


↑ CAVALHEIRO, Pedro Jacintho, "Pesquisas Científicas sobre o Valor Propedêutico do Esperanto Realizadas em Vários Países" IN Culturoscópio, São Paulo: 2010.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Proped%C3%AAutica

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A filosofia e seu inverso Olavo de Carvalho




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A HERMENÊUTICA ENTRE A FILOLOGIA E A CRÍTICA TEXTUAL ONTEM E HOJE: DE PLATÃO A GADAMER Ana Paula Correa Barbosa Elias (UNR, PUC-Minas)




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Alegoria o que é.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Alegoria da guerra e da paz - tecto da Biblioteca Nacional Austríaca.
Uma alegoria (do grego αλλος, allos, "outro", e αγορευειν, agoreuein, "falar em público") é uma figura de linguagem, mais especificamente de usoretórico, que produz a virtualização do significado, ou seja, sua expressão transmite um ou mais sentidos que o da simples compreensão ao literal. Dizb para significar a. Uma alegoria não precisa ser expressa no texto escrito: pode dirigir-se aos olhos e, com freqüência, encontra-se na pinturaesculturaou noutras formas de linguagem. Embora opere de maneira semelhante a outras figuras retóricas, a alegoria vai além da simples comparação dametáfora. A fábula e a parábola são exemplos genéricos (isto é, de gêneros textuais) de aplicação da alegoria, às vezes acompanhados de uma moral que deixa claro a relação entre o sentido literal e o sentido figurado.
João Adolfo Hansen estudou a alegoria e publicou seu estudo em Alegoria: construção e interpretação da metáfora, distinguindo a alegoria greco-romana (de natureza essencialmente linguística, não obstante o anacronismo) da alegoria cristão, também chamada de hexegese religiosa (na qual eventos, personagens e fatos históricos passam também a ser interpretados alegoricamente). Northrop Frye discutiu o espectro da alegoria desde o que ele designou de "alegoria ingênua" da The Faerie Queene de Edmund Spenser as alegorias mais privadas da literatura de paradoxos moderna. Os personagens numa alegoria "ingênua" não são inteiramente tridimensionais, para cada aspecto de suas personalidades individuais e eventos que se abatem sobre eles personificam alguma qualidade moral ou outra abstração. A alegoria foi selecionada primeiro: os detalhes meramente a preenchem. Já que histórias expressivas são sempre aplicáveis a questões maiores, as alegorias podem ser lidas em muitas dessas histórias, algumas vezes distorcendo o significado explícito expresso pelo autor.
A alegoria tem sido uma forma favorita na literatura de praticamente todas as nações. As escrituras dos hebreus apresentam instâncias freqüentes dela, uma das mais belas sendo a comparação da história de Israel ao crescimento de uma vinha no Salmo 80. Na tradição rabínica, leituras alegóricas tem sido aplicadas em todos os textos, uma tradição que foi herdada pelos cristãos, para os quais as semelhanças alegóricas são a base da exegese.
Na literatura clássica duas das alegorias mais conhecidas são o mito da caverna na República de Platão (Livro VII) e a história do estômago e seus membros no discurso de Menenius Agrippa (Tito Lívio ii. 32); e várias ocorrem nas Metamorfoses de Ovídio.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Alegoria

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domingo, 28 de julho de 2013

Os ladrões e o galo - Fábulas de Esopo.


Uma vez uns ladrões entraram numa casa, mas não encontraram nada que valesse a pena roubar, a não ser um galo. O coitado do galo disse a eles tudo o que um galo é capaz de dizer para tentar salvar a pele. Disse que eles não esquecessem como ele era importante para as pessoas com seu canto que acordava a todos na hora de ir trabalhar.
– Olhe, seu galo – disse um dos ladrões – , é melhor parar com essas conversa. Você passa o tempo acordando as pessoas e o resultado é que não conseguimos roubar sossegados.
Moral: Nem o que temos de melhor agrada a todo mundo.
Do livro: Fábulas de Esopo - Companhia das Letrinhas


http://metaforas.com.br/os-ladroes-e-o-galo

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UTPL METODOLOGÍA DE ESTUDIO II [(TODAS LAS CARRERAS)) (METODOLOGÍA DE ES...



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UTPL LA ILUSTRACIÓN EN LA LITERATURA PARA NIÑOS Y JÓVENES



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Didática segundo Comenius




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sexta-feira, 26 de julho de 2013

A FUNÇAÕ SOCIAL DA ESCOLA PÚBLICA: sociedade, homem e educação




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A LINGUAGEM DOS MEIOS NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM





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Correntes pedagógicas




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Objetivos Procedimentais, Conceituais e Atitudinais

 

Objetivos Procedimentais, Conceituais e Atitudinais

Em seu livro Prática Educativa, Antoni Zabala nos apresenta um interessante modelo de planejamento para que os professores e a escolas se utilizem. A versão original era de C. Coll. Trata-se da divisão dos objetivos do professor em 3 itens distintos: Objetivos Conceituais, Objetivos Procedimentais e Objetivos Atitudinais.

Em linhas de regras, podemos definir:

Objetivos Conceituais são aqueles que antigamente eram chamados de "matérias" ou "conteúdos", ou seja, elementos específicos dentro do saber daquela disciplina, como: O que é constituição, como se inicia a Idade Média, o que é uma República, e assim por diante. Objetivos que em geral os professores sempre levam em conta em seu planejamento

Objetivos Procedimentais são aqueles que estão relacionados a procedimentos, ou seja, aprender a fazer. No caso de História, por exemplo, temos a análise de documentos, leitura de textos históricos, relacionar duas épocas históricas, a habilidade de compreender as estruturas de governos, de analisar criticamente uma situação, capacidade de se expressar com clareza, seja oralmente ou na escrita. Todos esses objetivos que devemos ter claros em mente na hora de preparar um currículo. Mesmo na escola tradicional muitos professores já pensavam em tais objetivos, a questão é que, devemos, segundo nossa nova ideia de escola, ter em mente que esses itens são tão importantes quanto os primeiros, e não apenas "algo mais" ou "coisa desse professor em especial"

Objetivos Atitudinais são o tipo mais complexo de objetivos. Uma vez que eles estão relacionados ao "ser" enquanto os conceituais são o "o que se aprende" e os procedimentais são "O que o aluno é" ou seja, está relacionado ao conjunto de valores, atitudes, coisas interiorizadas em um nível tão intenso que fazem parte da personalidade do aluno. Esse ítem engloba situações como: Participação cidadã democrática, respeito às diferenças culturais, dedicação ao estudo, curiosidade, vontade de aprender, entre outros.

Muitas vezes os professores usam essa parte de "Atitudinais" colocando em pauta apenas elementos como "prestar atenção na aula" "não conversar" ... certamente isso está relacionado a atitudes, entretanto devemos lembrar que Atitudinais não representa APENAS comportamentais, e sim interiorizações que serão levadas para a vida toda.

autoria: Leandro Villela de Azevedo - professorleandrovillela@gmail.com

(Revisado por Heloisa em 30/04/2011)

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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Tipos de Famílias



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Abordagem Sistêmica. Teoria Geral de Sistemas



Teoria Geral de Sistemas e Abordagem Sistêmica



Teoria Geral de Sistemas


Há anos, pessoas perceberam que há coisas comuns nas diferentes áreas do conhecimento. Existem problemas similares que podem ser resolvidos com soluções similares. Estas mesmas pessoas perceberam que algumas características e regras aconteciam em todas as áreas.
Assim, surgiu a definição de Sistema, que é um conjunto de elementos inter-relacionados com um objetivo comum. Isto quer dizer que todas as áreas do conhecimento possuem sistemas. E que os sistemas possuem características e leis independentemente da área onde se encontram.

Exemplos de sistemas:
carro, corpo humano, computador, uma empresa

Contra-exemplo: pessoas caminhando na rua (pois não possuem objetivo comum)

Características de Sistemas


Todo sistema deve possuir 4 características básicas:
a)      elementos
b)      relações entre elementos
c)      objetivo comum
d)      meio-ambiente

Exemplo:
Um carro possui elementos tais como sistema elétrico, motor, chassis, rodas e carroceria. As relações entre os elementos são estruturais (uma parte acoplada ou integrada a outra) ou funcionais (uma parte desempenhando trocas com outra). O objetivo comum é a locomoção.

Exercício:
Identifique estas 3 características nos sistemas “corpo humano” e “computador”.

O meio-ambiente é o que está fora do sistema, ou seja, não pode ser controlado pelo sistema. Entretanto, o sistema pode trocar “coisas” com o meio-ambiente (energia, produtos, materiais, informações) e por isto, dizemos que o sistema pode influenciar o meio-ambiente e vice-versa.
Por exemplo: o meio-ambiente de um carro inclui a pista ou estrada, postes e árvores, edificações, placas e sinaleiras, outros carros, o clima e a natureza (ex: chuva), etc. Um exemplo de troca é a de combustível (meio para sistema) e gases poluentes (sistema para meio).
Às vezes, é difícil determinar o que está fora ou dentro do sistema. Por exemplo, os alunos de uma universidade são elementos do sistema “universidade” ou são meio-ambiente. Para tirar esta dúvida (e outras), verifique se o sistema pode controlar este elemento. Se sim, ele será um elemento do sistema. Se não, ele será um elemento do meio-ambiente. Neste exemplo, a universidade não pode controlar que o aluno venha à aula, portanto os alunos são parte do meio-ambiente. Um cuidado: a universidade pode influenciar (persuadir) o aluno a vir às aulas mas não tem controle sobre esta decisão do aluno.

Exercício:
Identifique o meio-ambiente dos sistemas “corpo humano” e “computador”.

Tipos de Sistemas


            Há diversas classificações para sistemas. Eis algumas:

a) concretos X abstratos
Sistemas concretos existem fisicamente; abstratos, são modelos ou representações do mundo físico

b) naturais X artificiais
Sistemas naturais existem na natureza e artificiais foram criados ou inventados pelo Homem.

c) abertos X fechados
Sistemas abertos realizam trocas com o meio-ambiente; sistemas fechados, não.


Leis Universais


            Estudiosos da Teoria Geral de Sistemas identificaram regras ou normas ou leis que acontecem a todos os sistemas, independente da área, ou seja: todo sistema respeita estas leis. Elas são:

a) “Todo sistema se contrai, ou seja, é composto de subsistemas (e isto ocorre infinitamente)”.
            Os elementos de um sistema são também sistemas. Por exemplo, o motor de um carro também é um sistema. E desta forma, cada subsistema também possui as 4 características básicas. E se os elementos são sistemas, então eles também são formados por subsistemas (e isto se repete infinitamente).
Exemplo: o motor de um carro é formado de subsistemas como injeção, pistões, partida, etc.

b) “Todo sistema de expande, ou seja, é parte de um sistema maior (e isto ocorre infinitamente)”.
            Por exemplo, o sistema “carro” é parte de um sistema maior de tráfego, que por sua vez pode ser considerado subsistema de uma cidade e assim infinitamente.

c) “Quanto maior a fragmentação do sistema (ou seja, o número de subsistemas), maior será a necessidade para coordenar as partes”.
            Por exemplo, é mais fácil coordenar um time de futebol de campo (com 11 jogadores em campo) do que um time de futebol de salão (com 5 jogadores em campo). Por isto, ninguém vê peças pequenas (como parafusos) quando pensa em elementos de um carro. A razão disto é que é mais fácil visualizar menos sistemas e entender sua integração; por esta razão, as pessoas procuram agrupar os elementos em subsistemas.
O número de subsistemas é arbitrário e depende do ponto de vista de cada pessoa ou de seu objetivo. Por exemplo, um carro pode ser visto formado por 2 subsistemas somente (motor e estrutura); já outras pessoas poderão subdividir um carro em parte elétrica, motor, rodas, chassis, carroceria e estofamentos.

d) O número mágico 7 ± 2
Na década de 40, pesquisadores de psicologia concluíram que as pessoas normais possuem uma certa capacidade de processamento de informações. Uma das descobertas é que podemos gerenciar de 5 a 9 subsistemas (por isto, o número 7 + 2 e 7 – 2). Isto quer dizer que uma pessoa consegue gerenciar melhor uma equipe com 5 a 9 membros. Ou que devemos subdividir os sistemas de 5 a 9 partes para poder entender melhor o todo.
Se tivermos mais de 9 elementos, teremos dificuldade para gerenciar os subsistemas ou entender o sistema como um todo. Abaixo disto, estamos com capacidade ociosa.
Esta regra é seguida na área de dividir um sistema baseado em tecnologia em subsistemas. Ou exemplo na área, é que devemos colocar de 5 a 9 opções no menu (interface) de um sistema automatizado.

e) Homeostase
            Este princípio diz que os sistemas sempre procuram o equilíbrio. Isto quer dizer que, se uma parte não está funcionando bem, outras terão que trabalhar mais para manter o equilíbrio e para que o sistema consiga atingir seu objetivo.
            Por exemplo, se uma pessoa está mancando de uma parte, a outra perna será sobrecarregada. Uma infecção no pé pode gerar febre e isto afeta todo o corpo; da mesma forma, outras partes poderão ficar infeccionadas. Numa empresa, se o setor de vendas não está bem, outros setores devem trabalhar mais ou melhor (por exemplo, marketing).

f) Sinergia
            A sinergia pode ser exemplificada pela fórmula 1 + 1 = 3. Isto significa que as partes de um sistema podem interagir para gerar algo maior, o que as partes não conseguiriam fazer ou atingir se trabalhando isoladamente.
            Tal princípio também pode ser entendido através da frase “O todo não é a mera soma das partes”. Um bom exemplo é a água (cuja fórmula é H2O). Se estudarmos cada parte isoladamente, teremos que as moléculas de hidrogênio se encontram na natureza em estado gasoso, e o mesmo acontecendo com o oxigênio. Mas quando esta partes se juntam formam uma substância cujo estado natural é líquido.
            A sinergia também explica por que, muitas vezes, uma equipe de futebol com um jogador a menos consegue ganhar de outra com maior número de jogadores. A resposta está na integração entre as partes, que conseguem gerar algo novo.


Abordagem Sistêmica

            A abordagem sistêmica é uma maneira de resolver problemas sob o ponto de vista da Teoria Geral de Sistemas. Muitas soluções surgem quando observamos um problema como um sistema e, desta foram, sendo formado por elementos, com relações, objetivos e um meio-ambiente.

Dicas da Abordagem Sistêmica


a) dividir para conquistar
Procure dividir o problema em problemas menores. Alguém que quer ir de uma cidade a outra, divide o caminho em partes por onde deve passar (estradas a tomar, saídas, entradas, conexões).

b) identificar todas as partes do sistema
Procure identificar tudo o que faz parte do sistema. Algumas partes podem fazer a diferença. Um exemplo clássico é o cavalo de tróia na guerra entre gregos e troianos. Se os gregos vissem o problema apenas como uma cidade (Tróia) com muros altos e fortes portões, não teriam conseguido entrar. A diferença aconteceu porque eles entenderam que o sistema ainda era composto de pessoas e, neste caso, supersticiosos e religiosos (que não poderiam rejeitar um presente dos deuses).

c) atentar para detalhes
A falta de uma caneta pode gerar o insucesso de um sistema automatizado. Os analistas se preocupam geralmente com as coisas grandes como computadores, redes e software de banco de dados. Mas num supermercado, se não houver uma caneta para o cliente assinar o cheque, de nada terá adiantada gastar milhares de dólares com hardware, software e treinamento de pessoal.

d) olhar para o todo (visão holística)
Se alguém está perdido numa floresta, sobe numa árvore para poder enxergar onde está a saída. O mesmo acontece com labirintos. A visão do todo permite entender como as partes se relacionam.

e) analogias
A analogia consiste em utilizar uma solução S’ num problema P’, similar a uma solução S que já teve sucesso num problema P similar a P’. Ou seja, é o reuso de soluções em problemas similares, com alguma adaptação da solução. Não é a toa que o Homem criou o avião observando os pássaros voarem.



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A MIDIA e as 10 estratégias de manipulação



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segunda-feira, 22 de julho de 2013

TEXTOS SOBRE PSICANÁLISE

 

TEXTOS SOBRE PSICANÁLISE

O mal estar na civilização - Clique aqui para fazer download deste livro.
Cinco Lições de Psicanálise - Obra completa de Sigmund Freud - Segundo a Edição Inglesa desta obra "em 1909, a Clark University, Worcester, Massachusetts, comemorou o vigésimo ano de sua fundação, e seu presidente, o Dr. G. Stanley Hall, convidou Freud e alguns de seus principais seguidores (C.F.G. Jung, S. Ferenczi, Ernest Jones e A. A. Brill) para participarem das celebrações e receberem graus honoríficos. Foi em dezembro de 1908 que Freud recebeu pela primeira vez o convite, mas foi somente no outono seguinte que esse convite se concretizou, tendo as cinco conferências de Freud sido pronunciadas na segunda-feira, 6 de setembro de 1909, e nos quatro dias subseqüentes." (Fonte:PSICOSABER
Sugestões de Peças Teatrais - Sugestões de Peças Teatrais que guardam relação com a psicanálise.
Memórias Póstumas de Brás Cubas e Freud - Relação de Freud com Machado de Assis na obra "Memórias Póstumas de Brás Cubas"
Tópicos da Psicanálise Freudiana - Tópicos da Teoria Psicanalítica freudiana a partir de algumas obras sobre o seu pensamento e de alguns textos.
Textos sobre a Sexualidade Infantil - Vários textos sobre a sexualidade infantil como: "Contos de Fadas e Psicanálise, de Marilena Chauí"; Texto de Freud sobre a Sexualidade Infantil, Artigo da Revista Folha (Jornal Folha de São Paulo) sobre a sexualidade infantil, etc.....
Freud e a Sexualidade Feminina - Luzia Travassos Duarte: "Freud inicia seus estudos psicanalíticos com a escuta que faz das histéricas. São as mulheres que lhe abreM as portas para a decifração da mente humana e são elas mesmas que o levaram quando tentava desvelar o enigma do feminino humano, a um impasse: o que quer a mulher." (Fonte: PSICONICA)

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Algumas Considerações sobre o Complexo de Édipo em Lacan e Freud - Glacy Gonzales Gorski : O falo na teoria de Freud e Lacan, O Édipo em Lacan, Os três momentos do Édipo em Lacan, Referências bibliográficas. (Fonte: PSICONICA)

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A histeria - Marilita Lúcia Calheiros de Castro : Da impossibilidade de sua definição, A personalidade da histérica, A histeria masculina, A histeria bem sucedida, Notas (Fonte: PSICONICA)

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A atualidade do Mal-Estar na Civilização - Marilita Lúcia Calheiros de Castro : A atualidade de um texto, Notas, Bibliografia (Fonte:PSICONICA)

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O aparelho psíquico e o seu funcionamento - Luzia Travassos Duarte: Introdução, O conceito de Inconsciente, As instâncias psíquicas e os mecanismos de defesa, Glossário (Fonte: PSICONICA)

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Site PSICONICA - Ótimo Site com textos sobre Psicanálise: A gênese da personalidade: o inato e o adquirido, O Desenvolvimento da Afetividade: a Constituição das Relações de Objeto, Pensando a respeito da pedofilia (abusos sexuais infantis) e da teoria da sedução, A Perversão na Infancia, Latência e Adolescência, O Suicídio na Adolescência, O Envelhecimento: Processo Biopsicossocial, Imagem, Narcisismo e Velhice, A anamnese, Tratamento da Intersexualidade: Diretrizes para lidar com pessoas com genitália ambígua, A dor, Reações Psíquicas do Paciente diante da Enfermidade Terminal, Reações da Família e dos Profissionais de Saúde diante do Paciente Terminal, Instruções para a realização de Monografias, Sobre o ensino da psicanálise nas universidades (de Sigmund Freud), A terapia familiar sistemica: em sintonia com o mundo, Ana O. e Breuer: Momento inaugural na compreensão da relação médico-paciente, etc....

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O caso de Romualdo e a violência - Sergio Paulo Rouanet discute a questão da violência a partir de personagens de Machado de Assis (Brás, Prudêncio, Romualdo): "Freud é um "naturalista" exemplar quando afirma que a violência é parte da herança da espécie, tanto histórica quanto biologicamente. Mas Freud é um "angelista", também, na medida em que reconhece a fortíssima influência do mundo social. Existe para ele uma violência externa, ilegítima, que não se destina a manter a vida civilizada como tal e sim a perpetuar uma ordem social injusta. Essa violência social gera um grande ressentimento entre os explorados e estimula atos de violência individual ou coletiva pelos quais a própria sociedade é responsável." (Fonte: JORNAL DO COMÉRCIO)
FREUD: um desejo terrível, egoísta, veio à tona dentro dela - Jostein Gaarder: "Freud achava que sempre havia uma tensão entre o homem e o seu meio. Para ser mais exato, uma tensão, ou um conflito, entre o próprio homem e aquilo que seu meio exigia dele. Não seria exagerado dizer que Freud descobriu o universo dos impulsos que regem a vida do homem. E isto faz dele um legítimo representante das correntes naturalistas, tão importantes em fins do século passado."(Fonte: Do livro: "O mundo de Sofia", Jostein Gaarder, Cia de Letras,1995, pág. 458-475)
Glossário de termos psicanalíticos - Pequeno glossário com alguns dos termos psicanalíticos mais conhecidos (Fonte: Jornal "Folha de São Paulo", Folhetim, 23 de setembro de 1979)
Freud: um moralista que descobriu caminhos de liberdade - Maurício Knobel (analista e psiquiatra psicanalítico): "O fator social sempre foi considerado por Freud como elemento importantíssimo. Em alguns estudos ele chegou a colocar critério sobre estruturas e organizações da sociedade. Por exemplo., a sociedade só cria estruturas rígidas por se sentir fraca como é o caso do fanatismo religioso, dos exércitos brutalmente repressivos. Estas são instituições que Freud considera doentes e que levam a sociedade a adoecer." (Fonte: Jornal "Folha de São Paulo", Folhetim, 23 de setembro de 1979)
A consciência pode conhecer tudo? - Marilena Chauí: "Longe de desvalorizar a teoria do conhecimento, a psicanálise exige do pensamento que não faça concessões às idéias estabelecidas, à moral vigente, aos preconceitos e às opiniões de nossa sociedade, mas que os enfrente em nome da própria razão e do pensamento." (Fonte: Filosofia, Ed. Ática, São Paulo, ano 2000, pág. 83-87)
Contos de Fadas e Psicanálise - Marilena Chauí: "Do ponto de vista da repressão sexual, os contos são interessantes porque são ambíguos. Por um lado, possuem um aspecto lúdico e liberador ao deixarem vir á tona desejos, fantasias, manifestações da sexualidade infantil, oferecendo à criança recursos para lidar com eles no imaginário; por outro lado, possuem um aspecto pedagógico que reforça os padrões da repressão sexual vigente, uma vez que orientam a criança para desejos apresentados como permitidos ou lícitos, narram as punições a que estão sujeitos os transgressores e prescrevem o momento em que a sexualidade genital deve ser aceita, qual sua forma correta ou normal." (Fonte: Do livro "Repressão sexual: essa nossa (des)conhecida", Marilena Chauí, Ed. Brasiliense, 1984, pág. 32-54)
A busca do prazer começa na infância - Entrevista com o Professor Milton Zaiden, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise e especialista em psicanálise infantil: "... praticamente a psicanálise consiste na descrição do mundo mental da criança. Pode-se até dizer que são a mesma coisa: falar em psicanálise é, em última instância descrever o mundo mental da criança. Freud ao estudar o adulto começou a descobrir a existência da criança dentro dele." (Fonte: Jornal "Folha de São Paulo", Folhetim, 23 de setembro de 1979)
Um homem que se acostumou muito cedo a ser da oposição - Síntese biográfica de Freud - Roosevelt M. S. Cassoria: "Sigmund Freud nasceu em 6 de maio de 1856, em Freiberg, pequena cidade da Morávia (na época pertencente à Áustria - Hungria). Seu pai Jacob era comerciante de lã e face ao declínio da indústria têxtil na cidade, emigrou para Viena, quando Sigmund contava 3 anos de idade." (Fonte: Jornal "Folha de São Paulo", Folhetim, 23 de setembro de 1979, pág. 7)
Psicanálise da Criminalidade Brasileira: ricos e pobres - Hélio Pellegrino (psicanalista, psiquiatra e escritor já falecido) - Texto de 07 de outubro de 1984 publicado no Folhetim, pág. 6 a 8 (Jornal "Folha de São Paulo"): "O desrespeito da sociedade pelo trabalho - e pelos direitos elementares do trabalhador - pode levá-lo a uma ruptura com o pacto social. Desprezado, aviltado, degradado, o trabalhador se nega ao pacto. Rompe com ele, questiona-lhe a estrutura, repudia a validade e a justiça dos sacrifícios que, em seu nome, lhe foram exigidos. O rompimento do pacto social pelo trabalhador, em resposta a uma prévia ruptura da sociedade, pode vir a ter conseqüências catastróficas. Não nos esqueçamos que o pacto social - e o pacto edípico - se articulam íntima e indissoluvelmente."
Ratinho: futuro imaginário - Rosa Nívea Pedroso: "O Programa do Ratinho, do SBT, produz um discurso destinado às massas (bem neste sentido, pois esse público não é concebido como cidadão) tecido e entrelaçado na comunicação sensacionalizada, nas pulsões do inconsciente, na punição dos miseráveis e no eros des(in)vestido de libido." (No Site Observatório da Imprensa
Não mais, não ainda: a palavra na democracia e na psicanálise - Jurandir Costa Freire (psicanalista): "importa sublinhar duas características comuns à palavra democrática, concebida por Arendt, e a palavra psicanalítica, concebida por Freud. A primeira é a função iniciadora; a segunda, a função mediadora. Vejamos a primeira. Para ambos os pensadores a palavra constrói ex nihilo, isto é, introduz no mundo entidades que não existiam antes de serem pronunciadas. A função fundadora da palavra é radical. Mesmo quando o que é dito se apresenta como rótulo ou comentário do que supomos existir antes do batismo verbal, o ato de enunciação sempre altera aquilo que é enunciado." (Fonte: Site do psicanalista Jurandir Costa Freire)
O que é o inconsciente - Fábio Hermann: "Inconsciente é o nome que se dá a um sistema lógico que, por necessidade teórica, supomos que opere na mente das pessoas, sem no entanto afirmar que, em si mesmo, seja assim ou assado. Dele só sabemos pela interpretação." (Do livro "O que é Psicanálise" - de Fábio Herrmann. Ed. Brasiliense - 1983, pág. 33-42)
Freud: A consciência pode conhecer tudo? - Marilena Chauí: "Longe de desvalorizar a teoria do conhecimento, a psicanálise exige do pensamento que não faça concessões às idéias estabelecidas, à moral vigente, aos preconceitos e às opiniões de nossa sociedade, mas que os enfrente em nome da própria razão e do pensamento. A consciência é frágil, mas é ela que decide e aceita correr o risco da angústia e o risco de desvendar e decifrar o inconsciente. Aceita e decide enfrentar a angústia para chegar ao conhecimento de que somos um caniço pensante, como disse o filósofo Pascal." (Fonte: Filosofia, Ed. Ática, São Paulo, ano 2000, pág. 83-87)
Textos sobre a Psicanálise junguiana - Textos sobre a psicanálise baseada em Carl Gustav Jung. Há primeiramente os textos copiados do Jornal "Folha de São Paulo", de 08 de junho de 1991, e que tem os seguintes títulos: Quem foi Jung - Avaliação do pensamento de Jung: psicanalistas freudianos e junguianos - Entrevista com Dieter Baumann, neto de C. G. Jung - Discípulas amantes ajudaram a criar teoria - Analista diz que obra junguiana não é mística - Obras de Jung - Resenha do livro "Amigos íntimos, rivais perigosos" - Símbolos da transformação provocou ruptura com Freud (Clique no link acima para ter acesso a estes textos)
Textos que relacionam Marcuse com Freud - Vários textos que relacionam Marcuse com Freud. Baseados principalmente no livro de Herbert Marcuse: "Eros e Civilização"
Cinema e Psicanálise - Clique no link para ter acesso a comentários sobre filmes que guardam relação com a psicanálise como: Clube de Luta, Matrix, Vertigo, Homem aranha, Laranja Mecânica, Inteligência Artificial, A Rainha Margot, De Olhos bem fechados.
Sartre contra o inconsciente freudiano - Textos que confrontam o pensamento de Freud com o de Jean Paul Sartre. A questão principal destes textos é a negação do Inconsciente freudiano feita por Sartre.
Nietzsche e a Psicanálise - Alfredo Naffah Neto (Psicanalista, Professor-Titular do Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Clínica da PUC-SP) - Disponível no Site "Cadernos de Nietzsche": http://www.fflch.usp.br/df/gen/

Resumo: Este ensaio tematiza as relações possíveis entre a genealogia nietzschiana e a psicanálise. Examina, primeiramente, as controvérsias que permeiam a relação histórica entre a produção nietzschiana e a freudiana para, em seguida, exemplificar o uso da genealogia nietzschiana como ferramenta de avaliação crítica da psicanálise. Para tanto, toma a noção de inconsciente, discutindo as suas transformações ao longo da obra freudiana e os valores veiculados por essas mudanças. Conclui que a crescente identificação/sobreposição entre a noção de inconsciente e a de complexo de Édipo acabou por transformar a proposta de uma abertura ao desconhecido em uma nova forma de modelagem familiar.

Palavras-chave: genealogia – psicanálise – consciência – inconsciente – complexo de Édipo – abertura ao desconhecido – modelagem familiar
Site do psicanalista Jurandir Costa Freire - Ótimo site do psicanalista Jurandir Costa Freire com ótimos textos vinculando a psicanálise a temas do Brasil e do mundo de hoje.
82: a seleção recalcada - Tales A.M. Ab'Sáber: "Dificuldade em aceitar a derrota da equipe brasileira que encantou o mundo do futebol e tentativa sistemática de apagá-la da memória coletiva acusam o nosso horror diante da imensa negação de nós mesmos" (Jornal Folha de São Paulo - 26/05/2002)
A pulsão de morte da concorrência - Robert Kurz: "Massacres em escolas dos EUA e Europa fazem parte de um fenômeno social pós-moderno de escala planetária que encena a autoperdição do indivíduo" (Jornal Folha de São Paulo - 26/05/2002)
Os fios da Teia (Comentário sobre o filme: "O Homem Aranha") - Jorge Coli: "... essa obsessão já surgira, insistente, em outras obras do diretor: a fortuna ambicionada traz poderes deletérios e maléficos. Menos até: uma simples transação, um banal pagamento, envolvendo notas e moedas, parecem ocultar sempre algo de doentio e de asqueroso." (Jornal Folha de São Paulo - 26/05/2002)
Poder, Estado e Sociedade em Hobbes e Freud: Reflexões sobre Leviatã e o Mal-estar na Civilização - João Rêgo : "Serão abordadas as obras de dois pensadores, Hobbes (1588-1679) e Freud (1856-1939), o primeiro com o Leviatã, obra que se impôs como um dos clássicos do pensamento político, representando um dos primeiros, e também um dos mais relevantes trabalhos a sistematizar, através de um modelo conceitual, a compreensão sobre o Estado e seu papel nas formações da sociedades humanas." (Do Site: FUNDAJ)
O Ego e os Mecanismos de Defesa : "O ego está submetido aos desejos do id e à repressão que o superego faz. Ele obedecerá ao princípio da realidade, ou seja, deverá encontrar formas de satisfazer os desejos do id sem ferir a moral do superego. Para realizar a difícil tarefa o ego acaba por criar mecanismos de defesa. Foi este o nome que Freud adotou para apresentar os diferentes tipos de manifestações que as defesas do Ego podem apresentar, já que este não se defronta só com as pressões e solicitações do Id e do Superego, pois aos dois se juntam o mundo exterior e as lembranças do passado." (Do Site: PSICANALISE FREUDIANA)
Identidade e Identificação - Renato Mezan: "A identidade situa-se no ponto de cruzamento entre algo que vem de nós (o equipamento psíquico com o qual nascemos) e algo que nos vem de fora, isto é, da realidade externa. E, como dizia Freud em Totem e Tabu, na realidade externa o que existe é a sociedade humana, com as suas instituições e as suas normas." (Do Livro: Psicanálise, judaísmo: ressonâncias. Renato Mezan. Ed. Escuta, 1986, Campinas, SP, pág. 44-49)
O que é a Psicanálise - Maurício Knobel - Com os itens: Breve Histórico - O método Psicanalítico: "Poucas contribuições à cultura e ao conhecimento universal influenciaram tanto o pensamento contemporâneo como a psicanálise. Idealizada por um, na época, jovem médico vienense, permeou nossa cultura em geral e não ficou só nos meios acadêmicos mas também popularizou-se. Quando não entendemos alguma coisa, quando duvidamos de alguma afirmação, se o que se afirma não fica claro ou desperta dúvidas, não é infreqüente ouvir: "Bom... Freud explica" . É um "Freud" permanente, atual, um mestre que está aí, a mão, que poderia resolver, ou esclarecer o que agora não entendemos, o que por enquanto fica sem se poder entender mas que certamente deve ter alguma justificação ou razão." (No site COMCIÊNCIA)
Freud e Reich: duas matrizes - André Valente de Barros Barreto - Com os itens: Breve Histórico - O método Psicanalítico: "Assim, antes de mais nada, são duas grandes matrizes filosóficas, a hobbesiana e a rousseauniana, que colocam Freud e Reich em campos opostos em tantos temas. Defender a realização das pulsões, apostar numa sexualidade natural, introduzir o corpo no setting terapêutico e postular uma sociedade mais saudável e livre, implicava, da parte de Reich, combater a matriz hobbesiana presente na teoria cultural de Freud e, assim, contrapor-se à uma concepção filosófica racionalista que vê a cultura como uma elevação moral frente à barbárie da natureza e propõe a dominação das paixões humanas como condição para a sociabilidade e a política." (No site COMCIÊNCIA)
Freud e Lacan - Marcia Szajnbok: "Não é esse, afinal, o desenlace da própria transferência de Lacan para com Freud? Sem se deixar capturar pelo fascínio da imagem de Freud, Lacan pode mantê-lo sempre como um Outro, uma referência... mas um Outro cujo saber pode ser questionado." (No site COMCIÊNCIA)
A RELIGIÃO E O TRABALHO - Camila Rassi / (Fonte: Site (Camila)
Fotos de Freud - (Fonte: Site NBCI)
Fotos de Freud - de Site da Internet: mhrowell
Outras fotos de Freud - de Site de procura da Internet: exhibits
Textos sobre o livro "A interpretação dos Sonhos", de Sigmund Freud (Jornal "Folha de São Paulo", 28 de novembro de 1999):
  • A ambição impossível de Freud - de Harold Bloom: "Um sonho, por mais elaborado, é só um substituto para outro texto mais verdadeiro; mas um substituto capaz de exercer a interpretação, o que o torna particularmente suspeito. Na visão freudiana, um sonho é, portanto, um texto tardio, um comentário inadequado a um poema ausente."
  • A primeira crítica - de Carl Metzentin: A primeira resenha conhecida sobre o livro que inaugurou a psicanálise saiu num jornal literário de Viena, o "Die Gegenwart", em 16 de dezembro de 1899. Freud não gostou nada do texto, intitulado "A Interpretação Científica dos Sonhos", e escreveu uma carta a seu amigo Wilhelm Fliess em que lamentava: "É vazia como avaliação crítica e inadequada como resenha".
  • A descoberta revolucionária de Freud - de Renato Mezan: Publicado em novembro de 1899, "A Interpretação dos Sonhos" é o primeiro monumento da psicanálise, a corrente de pensamento mais influente do século.
  • O sentido dos sonhos - de Maria Rita Kehl: "Se Freud não podia prever a extensão dos efeitos de "A Interpretação dos Sonhos" sobre o mundo ocidental, certamente intuía a dimensão desestabilizadora do que estava fazendo. Tanto que escreveu a seu amigo Fliess, dizendo que, algum dia, na porta de sua casa, haveria uma placa dizendo: "Nesta casa, no ano de 1899, o segredo dos sonhos foi revelado ao dr. Sigmund Freud".
  • Cronologia - Em 1899 Freud publica em novembro "A Interpretação dos Sonhos" (Die Traumdeutung), por ele considerado seu maior livro. A edição traz a data de 1900.
  • Trecho do livro "A Interpretação dos Sonhos" - Trecho de "A Interpretação dos Sonhos" (Ed. Imago) - Tradução de Walderedo Ismael de Oliveira.
  • Carta a Fliess - sobre os sonhos - de Sigmund Freud: "Não apenas os sonhos, mas também os ataques histéricos, são as realizações de desejos."
  • Carta a Fliess - sobre os sonhos - de Sigmund Freud: "Nenhum crítico (nem mesmo o estúpido Löwenfeld, o Burckhard da neuropatologia) consegue sentir mais claramente do que eu a disparidade entre os problemas e as respostas a eles fornecidas em "A Interpretação dos Sonhos."
fonte;
http://www.cefetsp.br/edu/eso/filosofia/textosfreud.html


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