quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Exame da Ordem, algumas reflexões. João Maria Andarilho utópico.



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Alfabetização algumas reflexões. João Maria Andarilho Utópico.



 Desculpem , neste vídeo estava gripado e com dor de cabeça. Mas tinha que tirar proveito da filmadora de minha irmã.

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Resumo e Resenha dos 20 Pensadores: educacionais para concurso, para vaga de professor. from joão maria




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PIRAMIDE DE MASLOW MEYER e ALLEN Hierarquia a respeito das necessidades humanas, Comprometimento Organizacional





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A LEITURA COMO FUNÇÃO TERAPÊUTICA: BIBLIOTERAPIA THE READING AS A THERAPEUTICAL FUNCTION: BIBLIOTHER




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Como usar uma bússola




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Julio Severo: Cristãos revoltados após pedofilia ser oficialment...

Julio Severo: Cristãos revoltados após pedofilia ser oficialment...: Cristãos revoltados após pedofilia ser oficialmente aceita como “opção sexual” Associação Americana de Psiquiatria muda classificação e...

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Obrigado a você que participou da enquete, sobre alfabetização. Abaixo o resultado.

Você sabe o que são métodos analíticos, sintéticos, alfabético, fônico, de alfabetização.



Agora que a enquete acabou, um vídeo, sobre os métodos de alfabetização. Bem como uma, abordagem sobre esta grande propaganda do método construtivista. Que não e um método. E usarei como pano de fundo. O artigo,

Construtivismo e alfabetização: um casamento que não deu certo.
João Batista Araujo e Oliveira

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Estude, e busque o conhecimento, João Maria Andarilho Utópico.



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Carteira de motorista, CNH e as auto-escolas. Meu protesto, João Maria


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Temas para monografia em física.

ACERVO DE MONOGRAFIAS

ANO
BOLSISTA
TEMA / TÍTULO
SIT.
2009
Nilo MoraesA filosofia da ciência de Paul Feyerabend
EA
2009
Maíra Dutra 
EA
2009
Samuel Bezerra 
EA
2009
Raimundo Albenes 
EA
2009
Dhiego Luiz 
EA
2009
Diego Vilar 
EA
2009
Damião Silva 
EA
2009
José Danilo 
EA
2008
C
2008
Laís Régis
C
2008
Gabriel Basso
C
2008
Raimundo AlbenesIsaac Newton
C
2007
C
2007
Weliton Soares
Física dos cristais piezoelétricos
NC
2007
Caio Correia
O Sol como fonte de energia
NC
2007
Fabiano Queiroga
A natureza da luz
NC
2007
José Fernando
Mecânica dos fluidos
NC
2007
David Gayo
Buracos negros
NC
2007
José Geilson
Cristais líquidos
NC
2007
Jonas Romero
Entropia
NC
2007
Manoel Galdino
A caracterização das estrelas
NC
2007
Gilson FranciscoFourier
NC
2006
Caio CorreiaO campo magnético da Terra
C
2006
 Mariel de Andrade 
C
2006
 Mirleide Dantas 
C
2006
 Leandro Alex Buracos negros
NC
2006
Weliton Soares  Computação quântica
C
2006
 Fabiano Queiroga Simetria
C
2006
 Lincoanderson Dantas Relatividade
NC
2006
 José Fernando Massa e energia: de Newton a Einstein
C

Legenda da Situação da Monografia (SIT.)
  • C - Concluído
  • NC - Não Concluído
  • EA - Em Andamento
http://www.fisica.ufpb.br/~pet/monografias.htm

TEMAS PARA MONOGRAFIA

Profa. Dra. Ângela Klautau (aklautau@ufpa.br)
· Magnetismo
· Desenvolvimento de material didático para o Ensino Médio envolvendo Experimentos Demonstrativos

Prof. Dr. Danilo Teixeira Alves (danilo@ufpa.br)
·  Aplicações de computação algébrica ao ensino de Física Matemática no Ensino Básico

Prof. Dr. Elinei Pinto dos Santos (elinei@ufpa.br)
· Controle de Caos
· Sincronização de Caos
· Redes de mapas não lineares
· Desenvolvimento de material didático pedagógico para o Ensino Médio  envolvendo a questão ambiental
· Epidemiologia Matemática (simulação em doenças infecto-contagiosas)

Prof. Dr. João Felipe (jfmn@ufpa.br)
· Supercondutividade
· Vórtices
· Física Computacional

Prof. Dr. Jorge Castiñeiras Rodríguez (jcastin@ufpa.br)
· Geração de Buracos Negros em aceleradores de partículas e as suas conseqüências
· Análogos de Buracos Negros em fluidos.
· Forças análogas às de Casimir em fluidos.

Prof. Dr. Luis Carlos Bassalo Crispino (crispino@ufpa.br)
· Relatividade e Gravitação.
· Ensino de Física por meio de Experimentos Demonstrativos

Prof. Dr. Marcelo Lima (mclima@ufpa.br)
· Cosmologia – O “problema” da expansão acelerada
· Ondas Gravitacionais: janela para o futuro na astrofísica e cosmologia
· Eletromagnetismo de Weber versus Eletromagnetismo de Maxwell (ou ação instantânea versus ação mediada por um campo)
· Reação de Radiação na teoria de partículas e campos

Prof. Dr. Marco Antônio Cunha Machado (macm@ufpa.br )
· Espalhamento Raman em materiais cerâmicos (experimental)
· Espalhamento Raman em altas pressões (experimental)
· Espalhamento Raman com variações de temperatura (experimental)
· Espalhamento Raman teórico

Prof. Dr. Petrus Alcântara Junior (petrus@ufpa.br)
· Buckyballs e nanotubos de carbono: aplicações à biotecnologia na Amazônia (prospecção científica)
· Banco de dados sobre propriedades óticas de óleos vegetais (experimental)
· Efeito fotoelétrico em moléculas de b-caroteno (experimental)
· Fiat lux: as origens da luz (material didático)

Prof. Dr. Sanclayton Moreira (sanclayton@ufpa.br)
· Atacar problemas de interesse como: fármacos, cosméticos, novos materiais.
· Estudar a dinâmica de formação dos compostos nas plantas
· Estudar as Propriedades Físicas de óleos vegetais – Ampliar para materiais sólidos.
· Indicação de aplicação

Prof. Dr. Sérgio Vizeu (svizeu@ufpa.br)
· Impactos Tecnológicos da Teoria Quântica na Sociedade Contemporânea
· A Historia dos Conceitos da Teoria Quântica
· Uma Proposta para o Ensino de Conceitos da Teoria Quântica no Ensino Médio Praticas Docentes no Ensino Médio via Experimentos de Baixo Custo
· O Ensino da Física e a Pratica Experimental em Sala de Aula

Profa. Dra. Silvana Perez (silperez@ufpa.br)
· As bases teóricas da Teoria Quântica de Campos
· A Física além do modelo Padrão e o LHC/CERN
· LHC: o maior acelerador de partículas já feito

Prof. Dr. Van Sérgio Alves (vansergi@ufpa.br)
· Quebra Espontânea de Simetria e Mecanismo de Higgs
· O ensino de Física por meio de experimentos de baixo custo
· O Cérebro como um computador quântico: uma introdução ao modelo de Penrose e Hameroff


Monografias de "Física"

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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Teste de Personalidade


Teste de Personalidade


Interrompendo um pouco a sessão de cinema para um rápido quiz... mas antes quero deixar claro que este quiz que indica seu tipo de personalidade é bem divertido, mas testes psicológicos são coisa séria e um único teste não oferece um resultado totalmente satisfatório para diagnosticar nenhum ser humano. Portanto, achei este teste de personalidade online interessante e o próprio site tem a responsabilidade de deixar claro que se trata de um teste para propósitos práticos e didátido do próprio site. Interessante inclusive para ser usado em seleções de emprego.

Clique e descubra qual é o seu tipo de personalidade:

http://sites.mpc.com.br/negreiros/quiz.html
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sábado, 26 de outubro de 2013

Além da diplomação, buscarmos nossa qualificação. João Maria Andarilho Utópico.



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Brinquedoteca: a importância do Cantinho Lúdico: análises, artigos e monografias. LINKS


Brinquedoteca: a importância do Cantinho Lúdico

Por: ANA MARIA DE PAULA E SILVA
RESUMO
Este artigo vem mostrar a importância de se criar cantinhos na educação infantil e nos anos iniciais, pois a sala deve ter um ambiente prazeroso para desenvolver todas as habilidades. A finalidade também é de mostra como foi a semana de recreação realizada com as crianças entre quatro e doze anos de idade das turmas do Pré III, e 1º, 2º, 3º, 4º e 5º anos. Com brincadeiras tradicionais, modernas, brinquedos pedagógicos, filmes, leituras, informática e oficinas. Brincar e interagir com as crianças são experiências agradáveis e incomparáveis com qualquer outro tipo de atividade já realizada durante o curso de Pedagogia. Lúdico deve ser uma ferramenta de auxilio ao professor no processo ensino-aprendizagem e não pensar que irá atrapalhar na questão do uso das brincadeiras, buscar o laboratório de informática da escola para o processo ensino-aprendizagem também é valido, na socialização e trabalhar a pesquisa coletiva de algum tema escolhido pelo professor, à inclusão digital dos alunos nos dias atuais é interessante.
Palavras-chave: Lúdico; Aprendizagem; informática; Atividades; Oficinas.
INTRODUÇÃO
A brincadeira é uma atividade voluntária e consciente, é uma forma de atividade social infantil onde a característica é a imaginação os e diversos significados da vida, favorece uma ocasião educativa única para a criança. Sendo assim, é através da brincadeira que a criança representa o discurso externo e o interioriza construindo o seu próprio pensamento, desenvolvendo assim suas potencialidades.
Neste sentido a brinquedoteca assume uma grande responsabilidade, pois é um espaço onde a criança passa a vivenciar situações do seu cotidiano e a criar e desenvolver sua própria personalidade, valores, ética e atitudes diante outras criança.
O espaço utilizado foi uma sala de aula ampla e arejada onde decoramos e dividiu-se em dois ambientes um com painel recheado de personagens infantis e conhecido por eles onde brincava, jogava e desenhava. Outro o cinema com carpete, almofadas e televisão com DVD para assistir filme e ouvir historinha contada pelas acadêmicas.
Agendou-se o dia para usar o computador para os alunos do 5º ano com jogos educativos que também e uma forma de interagir escola, alunos em atividades educativas e inteligentes. Foram trabalhadas as brincadeiras que desenvolvem a noção de espaço, lateralidade e a coordenação motora e ainda a interação com o grupo e tantas outras habilidades.
1 A NECESSIDADE DE BRINCAR
Enganam-se pessoas que acham que brincar está relacionado só no pré-escolar, ela deve se estender e perpetuar no ensino fundamental com brincadeiras adequada a faixa etária de idade.
O lúdico deve ser visto como algo favorável e imprescindível à necessidade do ser humano e facilita muito o professor conhecer, observar, saber suas potencialidades, limitações e desenvolverá seu senso critico, terá atitude de pesquisador sobre os seus alunos.
Verificou se que os professores não se utiliza e nem trabalha com o lúdico por falta de base teórica sobre o assunto e ficam inseguros em colocá-los em pratica, apesar de ter vários exemplos comprovados e reconhecidos o valor das atividades lúdicas.
Os cantinhos são interessantes, muito simples de se criar e principalmente enriquecedor para estímulos e descobertas. Sala bem decorada e com cantinho preparado pra elas mostra o quanto eles são importante e a preocupação do bem estar, alem de ser bonito e aconchegante.
Cunha (2001, p. 15 e 16) afirma que,
[...] a brinquedoteca é um espaço criado para favorecer a brincadeira, [...] aonde a criança (e os adultos) vão para brincar livremente, com todo o estímulo à manifestação de potencialidades e necessidades lúdicas”. E ainda, “muitos brinquedos, jogos variados e diversos materiais que permitem expressão da criatividade”. Desta forma, a autora disserta que a brinquedoteca propicia a construção do saber, sendo uma “deliciosa aventura, na qual a busca pelo saber é espontânea e prazerosa.
Se a criança também aprende brincando então é um fundamental que todas as crianças, possam ter oportunidades educativas voltadas para satisfazer suas necessidades básicas de aprendizagem na construção do conhecimento e interação com os outros.
Ainda segundo Carvalho:
Proponho que a sala de leitura seja um local de consulta, de estudo e de entretenimento para a comunidade escolar; seja dirigida por uma professora especializada, em tempo integral, cujo trabalho possa ser articulado com as atividades de sala de aulas; deve estar localizada em um espaço próprio, amplo, atraente e agradável, que ofereça condições satisfatórias para guardar do acervo e de conforto para os eleitores. Essas transformações dependeriam de recursos financeiros? Sim, mas não se pode oferecer educação de qualidade a preço vil. (2008, p.83).
Infelizmente todo o projeto requer dinheiro no caixa para colocar em prática ou de parceiros que acredita na proposta de inovação e ousada, diante de tantas cobranças na saúde, educação, moradia e ajustes nos salários dos profissionais da educação. Muitos olham como um capricho e não uma necessidade e a importância de se criar uma sala específica para leitura e brinquedoteca.
Segundo Maluf;
As crianças têm um interesse natural em descobrir as coisas Curiosas, são capazes de passar um bom tempo observando tudo e vivem fazendo perguntas sobre o que percebem e vivenciam, Na Educação Infantil, a criança não deve somente absorver conteúdo, mas desenvolver habilidades, atitudes, formas de expressão e de relacionamento. Ela deve ser estimulada não só observar, mas também a agir sobre o meio em que vive, investigando, experimentando, refletindo, redescobrindo e desenvolvendo a capacidade de pensar, comparar e concluir. (2009, s/n.).
O educador muitas vezes se preocupa como planejar, organizar e executar as atividades proposta. Esquecendo de observar se o tempo esta de acordo com cada atividade e sua avaliação, porque o que importa de fato é o aprendizado dessas crianças e ensinar a gostar do lúdico em grupo.
Atividades realizadas durante a semana de recreação:
·        Segunda-feira trabalhamos com o Pré III e 1º ano no período matutino as seguintes atividade: Brinquedos pedagógicos, brincadeiras com bola, cartolina com os pés sujo de tintas, Historinhas e desenho educativos e finalizou com relaxamento com musica suave;
·        Terça-feira 2º ano Brincadeiras com fantasias de palhaço, Pintura livre e com desenhos prontos e musicas;
·        Quarta-feira 3º ano Audiovisuais filme depois, levamos para quadra e brincou de Barra Manteiga, Pula corda; finalizando com relaxamento;
·        Quinta-feira 4º ano Jogos; Quebra-cabeça, Jogo da memória, leitura filme, quadra para jogar bola, finalizando com relaxamento;
·        Sexta-feira 5º ano Laboratório de informática jogos educativos, Confecção de pinturas em prato de papelão, Brincadeiras livres na quadra primeiro alongamento e finalizando com alongamento.
2 A DEFINIÇÃO DO BRINQUEDO NO DESENVOLVIMENTO
A definição do brinquedo para cada criança é de se identificar e ao mesmo tempo se desenvolver tanto emocional e motor onde para alguns tem prazer em brincar com determinado brinquedo aumentado o interesse pela brincadeira ou mesmo realizar certos tipos de brincadeiras já outras nem tanto pelo fato de não aceitar perder que acompanhado do desprazer de brincar em competições.
Porém se ignoramos a necessidades das crianças e os incentivos que são eficazes para colocá-la em ação, nunca seremos capazes de entender seu avanço de um estágio do desenvolvimento para outro, porque todo avanço esta conectado com uma mudança acentuada nas motivações, tendências e incentivos.
A maturação das necessidades é um tópico predominante nessa discussão, pois é impossível ignorar que a criança satisfaz certas necessidades no brinquedo. Se não entendermos o caráter especial dessas necessidades, não podemos entender a singularidade do brinquedo como uma forma de atividade.
As brincadeiras funcionais podem ser movimentos muito simples, como estender e encolher os braços ou as pernas, agitar os dedos, tocar objetos, imprimir-lhes em balanço, produzir ruídos ou sons.
É fácil reconhecer nelas uma atividade em busca de efeitos que dissemos ter uma importância fundamental para preparar a utilização calculada, cada vez mais apropriada e diversificada de nossos gestos. Com as brincadeiras faz de conta, cujo exemplo típico é brincar de boneca, montar de cavalo um cabo de vassoura como se fosse um cavalo, brincar de escolinha, brincar de enfermeira, de fazer comidinha etc.
Mas o período que se segue a sua maturação e que precede a dos centros aos qual sua atividade deverá se sujeitar é um período de livre exercício.
Efetivamente, cada uma das etapas que o desenvolvimento da criança percorre esta marcada pela explosão de atividade que parecem por certo tempo quase totalmente toma conta dela e cujos efeitos possíveis ela não se cansa de perseguir.
A progressão funcional marcada pela sucessão das brincadeiras durante o crescimento da criança e regressão no adulto, mas regressão consentida e de certa forma excepcional. Pois não há apenas desintegração global de sua atividade em relação ao real. É muitas vezes entre obrigações diárias que o jogo libera as atividades.
Disso resultaria que todas aquelas “brincadeiras” das crianças, que são a primeira exploração das funções, mas recentemente surgidas, não poderiam ser chamada de brincadeiras porque ainda não existe nenhuma que poderia integrá-las a forma superior de ação.                                                  
Concordamos com Vigotski, ao falar do brinquedo, a criança projeta-se nas atividades adultas de sua cultura e ensaia seus futuros papeis e valores. Assim o brinquedo antecipa o desenvolvimento; com ele a criança começa a adquirir a motivação, as habilidades e as atitudes necessárias a sua participação social, a qual só pode ser completamente atingida com a assistência de seus companheiros da mesma idade e mais velhas.
Segunda Vigotski:
Para estudar o desenvolvimento na criança, devemos  começar com a compreensão da unidade dialética das duas linhas principais e distintas (a biológica e a cultural). Para estudar adequadamente esse processo, então o investigador deve estudar ambos os componentes e as leis que governam seu entrelaçamento em cada estágio do desenvolvimento da criança. (2010, p. 152)
É através da sua cultura é que podemos visualizar a linha de suas tradições para iniciar uma ligação ou laço de desenvolvimento e afetividade com a criança auxiliando em cada estágio do desenvolvimento dessa criança.
3 AFETIVIDADE
Entre a emoção e a atividade intelectual, mesma evolução e a mesma competição. Antes de qualquer análise, os sentidos de uma situação se empoem pelas atividades que desperta desenvolvimento psíquico, essa intuição e de comparação. É uma forma de compreensão, que ainda não dominada pelo interesse do momento e comprometimento com os casos particulares.
No domínio da afetividade, transformações são resultados de vários conflitos anteriores resolvidos, com maturação e afetividade parece ser coisa de adulto, mas não é verdade, pois a criança também tem essa assimilação de emoção e sentimento ou paixão, quando de uma para outras ocorre uma transferência de carinho, ternura e acabar aprendendo a ser solidários.
O brinquedo ou brincadeira ajuda a criança com dificuldades de aprendizagem, e deixa - as descontraídas e mais afetivas principalmente, a ausência de cobrança imposta ou que caracterizam o ambiente de uma brinquedoteca, fazem com que elas manifestam as capacidades que em clima de tensão não mostraria ou não conseguiriam se manifestar. Ao brincar em grupo elas se organizam e socializam entre si aprende a respeitar regras, cumpri normas tanto no espaço enquanto brinca e até os sentimentos dos outros colegas.
Vale ressaltar que é de suma importância respeitar o tempo dessa criança querer brincar sozinha para se reconhecer e ter as possibilidades de lidar com a sua afetividades emocional de formas variadas e descobrir os seus gostos e interesses particular.
Segundo Ziraldo (2003, p.29) “As velhas professoras não entendiam nada. “Os alunos dela acham melhor ficar na sala do que brincar no recreio” E repetiam: Esta menina é mesmo muito maluquinha.”
            Os alunos gostavam tanto da aula dessa professora que não sentia falta do recreio, pois a professora estimulava a imaginação das crianças ou de seus alunos na sala de aula. Ela não tinha castigo. Tinha julgamento. Se algum aluno fizesse algo errado era convocado o júri onde os personagens eram os alunos. Certo dia aconteceu uma acusação de um determinado aluno, então foi convocado o corpo de jurados.
Segundo ainda Ziraldo, a defesa do Júri (2003, p.30)
Prezada Professora
Nós achamos que o wanderson não tem culpa nenhuma. Desculpe se agente já começou logo com a sentença assim no começo da defesa mas coitadinho do o wanderson. Como é que ele ia saber que tinha um ovo de passarinho no banco da carteira? Não é verdade que o wanderson pegou o ovinho no ninho e veio com ele dentro do bolso para sala. Professora desculpe, mas menino não é burro e sabe que não  dá pra carregar o ovo no bolso. Ainda mais no bolso de trás. Também não foi ninguém que pois o ovo lá. Foi o passarinho mesmo que entrou na sala e botou o ovo lá no banco. O wanderson só fez sentar em cima e ai fez aquela lambança não foi bagunça. Sendo assim pedimos continua...
O Ziraldo (2003) quis mostrar que a imaginação da criança é além daquilo que os adultos possa pensar ou imaginar, na sua defesa o Júri teve pena do colega e não pensou duas vezes para justificar o que aconteceu , claro da forma deles mas ai é que esta a mora da história, a professora sobe tirar aproveito disso. Você imagina foi uma aula de produção de texto ensinou ser solidário e mostrou  a indignação  dos coleginhas de sala pela acusação.
4 BRINCADEIRAS E BRINQUEDOS
Uma das peças importantes no processo educativo da criança é através delas que possibilita e é possível trabalhar os conteúdos afetivos, despertar o interesse nos conhecimentos e a sociabilidade.
Neste momento pode estabelecer e informar com muita clareza aos alunos as regras, limites e consequentemente dos atos praticadas e eles se tornam mensageiros a vossa família, ao ensinar algo positivo á crianças ela levara por toda uma vida.
O ato de aprender é talvez a mais remota habilidade humana, mas a conciliação de construir conhecimentos e da ética de aplicar nos dias atuais é um dos principais desafios na educação.
O brincar a criança não esta apenas um mero passatempo, ela ajuda no seu desenvolvimento conectivo, motor e descoberta do mundo.
É possível superar os problemas existentes e oferecer melhores condições de desenvolvimento ás crianças, abrindo um leque de informação e a valorização o espaço e as oportunidades de brincadeiras.             A brincadeira traz vários benefícios para criança dentre elas a motricidade, saúde, socialização, felicidades e superação e algum problema que passou ou esta passando, como um tratamento de saúde ou traumas.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Este artigo teve como objetivo principal mostrar que o lúdico faz parte do cotidiano da criança, e bem empregado auxilia o ensino fundamental. Aliado a isto a utilização de jogos educacionais e brinquedos pedagógicos podem despertar ainda mais o interesse dos alunos.
Cabe ressaltar que, não pretendemos nenhum momento substituir o professor, e sim agregar valores e servir de apoio a praticas pedagógicas. Despertar a motivação nos alunos através da atividade lúdica, brincadeiras, oficinas e leituras.
Foram executadas algumas brincadeiras previstas no projeto com um bom êxito, vale destacar que alguma meta depende de um espaço próprio e fixo para executá-los.
Futuramente, ao criar o ambiente, pretende-se implantar o projeto na integra para melhor atender as crianças e ainda deixar um ambiente cooperativo e participativo com a colaboração dos professores e estagiários intensificando a aprendizagem e as brincadeiras.
 Acreditando no trabalho com atividades lúdicas através do quais as crianças aprendem e administrar o tempo e construir os conhecimentos através de interações com o meio físico e social em que vive.
A criança passa por processo de crescimento, nas características evolutivas do desenvolvimento infantil, respeitando as necessidades, curiosidades e interesses em cada faixa etária. È possível o professor se soltar e trabalhar as disciplinas associando ao lúdico, de forma que o aluno perceba a importância de levar os estudos com mesmo prazer. As atividades lúdicas têm a função de educar com alegria e satisfação, e traz descontração e entretenimento e as motivar a aprender.
Ao trabalhar este Artigo as acadêmicas aprenderam um pouco o que é ser um professor na pratica, ainda ser humano nos quesitos de entender os alunos e se colocar a disposição dos mesmos. A trocar de experiências entre as acadêmicas e os alunos foi de grande valia para nosso aprendizado e para a vida. Esperamos dar continuidade aos estudos e até uma especialização futura.
Ao realizar um trabalho com amor e dedicação naquilo que se propôs á fazer, terá bons resultados pra todos envolvidos.
REFERÊNCIAS
CUNHA, Nylse Helena da Silva. Brinquedoteca um mergulho no brincar. 4.ed. São Paulo: ed. Aquariana, 2010.
CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e letrar: um dialogo entre a teoria e a pratica 5. ed. Petrópolis: Vozes, 2008.
HENRI, Wallon, A evolução psicológica da criança. São Paulo: ed. Martins Fontes, 2010.
MALUF, Angela Cristina Munhoz: Atividades lúdicas para educação infantil: conceito, orientações e praticas. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
VIDOTSKY, LS, A formação social da mente. São Paulo: ed. Martins Fontes, 2010.
ZIRALDO, Alves Pinto, Uma professora muito maluquinha, São Paulo, ed. Melhoramentos, 2003.

Ana Maria de Paula e Silva[1]
Francisca Aparecida Pinheiro Santos Oliveira
Oraide Corrêa Pinheiro
Profº MsC. Gilmar Dias[2]
[1] Alunos do 8º período do curso de  Pedagogia da FAEL.
[2] Matemático, Pedagogo pela UFPR, Mestre em Educação, Especialista em Educação a Distância, professor do curso de Pedagogia e da Pós-Graduação da FAEL.
fonte: http://meuartigo.brasilescola.com/pedagogia/brinquedoteca-importancia-cantinho-ludico.htm

LINKS,

http://rejanemonteiro.blogspot.com.br/2008/12/brinquedoteca-como-elemento-facilitador.html

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39133/tde-18052012-151519/pt-br.php

http://www.pucpr.br/eventos/educere/educere2008/anais/pdf/959_963.pdf

http://www.metodista.br/ev/psicologia-da-saude/anais-1/2011/painel/p57/Analise%20Do%20Funcionamento%20Da%20Brinquedoteca%20Hospitalar%20Do%20Hospital%20Regional%20De%20Gurupi.pdf

http://meuartigo.brasilescola.com/pedagogia/brinquedoteca-importancia-cantinho-ludico.htm

http://www.partes.com.br/educacao/brinquedoteca.asp

http://www.avm.edu.br/monopdf/6/STELLA%20BARBIERI%20DE%20SA%20BITTENCOURT%20CAMARA.pdf

http://monografias.brasilescola.com/educacao/brinquedoteca-hospitalar-contribuicao-criancas-hospitalizadas.htm

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A IMPORTÂNCIA DA POESIA NA ESCOLA links de artigos e monografias.

Sobre a importância da Poesia na Escola



Foto: Divulgação
Poesia é uma forma de expressão nem sempre apreciada. Muitos acham que poesia é chato e, poucas vezes, ela é bem explorada na escola – levando ao preconceito. Esquecemos que a poesia está diariamente em nossa vida, através das músicas. Essas poesias são populares, bonitas e fáceis de compreender.
Nesse ponto, voltamos para a questão da importância do hábito para saber apreciar. É a partir do hábito que se compreende e é a partir da compreensão que se aprecia. Esse hábito deve ser criado e desenvolvido desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. Na Educação Infantil pode ser desenvolvido através de rimas simples como por exemplo as músicas do Palavra Cantada. No Ensino Médio, a poesia já pode ser estudada na sua totalidade.
Porém, é a partir dos 6 ou 7 anos de idade que o contato com a poesia pode ser melhor explorado, além de ajudar em diversos aspectos do desenvolvimento. As crianças muitas vezes conhecem de cor músicas como as do livro a Arca de Noé de Vinicius de Moraes mas, nem sempre, lhes é explicado que se trata de poesia. São simples e encantadoras. É um bom começo para uma criança entender a poesia e sua magia. É um ponto de partida.
A poesia também pode ajudar crianças com dificuldades de aprendizagem, como as crianças disléxicas. Como a poesia tem ritmo e frases curtas, os disléxicos conseguem ler, entender e, a partir daí, gostarem da leitura. Através da poesia, eles podem desenvolver seu vocabulário, a interpretação de textos e sua capacidade de memorização.
Resumindo, a poesia deve ser trabalhada desde cedo, de uma maneira lúdica e rítmica como ela é. Dessa maneira, no Ensino Médio, ao estudar poesias mais densas, não será tão difícil entendê-las e apreciá-las.

Fonte: Beatriz Reingenheim para o site Cultura e Mercado

http://www.cidadedosaber.org.br/wp/2010/11/24/sobre-a-importancia-da-poesia-na-escola

/

A Importância da poesia

http://oscabouquinhos.blogspot.com.br/2009/02/importancia-da-poesia_10.html


A IMPORTÂNCIA DA POESIA NA FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DO ENSINO DE LITERATURA E SUJEITOS-LEITORES




A IMPORTÂNCIA DA POESIA NA FORMAÇÃO DA PERSONALIDADE DO HOMEM


A  importância da poesia no ensino fundamental

A IMPORTÂNCIA DA POESIA (*)



A importância da poesia na formação do leitor.


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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Plotino: Curiosidades. Blog do João Maria



Curiosidades - Plotino
 

curiosidade sobre Plotino - 14
No pensamento de santo Agostinho, o ponto de partida é a defesa dos dogmas (pontos de fé indiscutíveis) do cristianismo, principalmente na luta contra os pagãos, com as armas intelectuais disponíveis que provêm da filosofia helenístico-romana, em especial dos neoplatônicos como Plotino.
curiosidade sobre Plotino - 13
Pelo que sabemos, foi Amônio, professor de Plotino, provavelmente o primeiro a usar a palavra teosofia ao se reportar às formas de pensamento que buscam explicar a natureza divina, as relações com tudo o mais. Depois de abandonar a religião cristã, definiu as bases da filosofia neoplatônica, adotada por seus discípulos Longino e Plotino da escola de Alexandria.
curiosidade sobre Plotino - 12
A arte, objeto mais geral da estética, tem sido considerada de maneira distinta segundo as épocas e os filósofos que dela se ocuparam. Na antiguidade, o problema do belo foi tratado por Platão, Aristóteles e Plotino.
curiosidade sobre Plotino - 11
Os alunos de Plotino eram numerosos, diversificados: poetas, nobres, políticos, o Imperador Galieno, médicos. Entre seus alunos mais próximos, destacavam-se Porfírio, Paulus, Amélius, Eustóquio, que era médico.
curiosidade sobre Plotino - 10
A maneira como Plotino escreveu é interessante. Basicamente, da mesma maneira como falava. Sua maneira de falar tinha como fim a contemplação. Seus ensinamentos retornam e se aprofundam enquanto os estudos de seus alunos prosseguem. Um modo circular.
curiosidade sobre Plotino - 9
A organização dos textos de Plotino por Porfírio não tem como base o segmento cronológico, mas sim a afinidade entre os temas. Foram reunidos os escritos em 6 volumes, cada um contendo 9 Tratados, com o nome de Enéadas.
curiosidade sobre Plotino - 8
Plotino escreveu cinqüenta e quatro tratados. Coube a Porfírio ordenar e corrigir os textos, além de produzir uma biografia de Plotino; esta última parece ter consumido 30 anos de sua vida para ser completada. Todo este trabalho foi realizado após a morte de Plotino e a pedido deste.
curiosidade sobre Plotino - 7
Plotino costumava levar seus alunos a fazerem perguntas. Assim, surgiam as reflexões. Somente com quase 50 anos de idade viria a surgir o primeiro Tratado escrito por Plotino, fruto das reflexões que tivera com seus alunos.
curiosidade sobre Plotino - 6
Em Roma, Plotino, Orígenes e Herênio mantiveram por algum tempo a orientação de Amônio de não revelar a doutrina que tiveram a quem não fosse iniciado. Após a morte de Amônio, Plotino foi o último dos três a passar tais conhecimentos orais e escritos.
curiosidade sobre Plotino - 5
Por mais de 10 anos Plotino estudou com Amônio. Depois pegou a estrada com o exército do Imperador Romano Górdio em direção a terras persas e hindus. Os planos não correram a contento e com o assassinato do Imperador, Plotino fica por algum tempo em Antioquia.
curiosidade sobre Plotino - 4
A Filosofia chega à vida de Plotino quando este era já adulto. Com quase 30 anos de idade chega a Alexandria, muito triste por não ter achado ?o alimento para a alma?. Quando então ouve Amônio Saccas, exclama: ?Este é o homem que eu buscava!?.
curiosidade sobre Plotino - 3
Plotino não mostrava paciência com escultores e com pintores. Certa ocasião, quando Amélio perguntou se poderia fazer um retrato dele, respondeu: ?Não basta carregar esta imagem com a qual a natureza nos revestiu? É necessário também ceder e admitir que reste uma outra imagem para além desta, mais duradoura, como se valesse ser vista??
curiosidade sobre Plotino - 2
Plotino foi um homem cheio de reservas quanto à vida pessoal. Recuava diante de perguntas sobre seus ancestrais, sobre os pais, a pátria.
curiosidade sobre Plotino - 1
Sabemos que Plotino nasceu em Licópolis, no Egito, em 205 d.C. por conta do depoimento de Eustóquio, aluno que permaneceu com o filósofo até o final da vida.

fonte: http://www.filosofia.com.br/curiosidade_lista.php?categoria=Plotino

Plotino (204 - 270)
           Para Plotino o Uno, que a tradição cristã identifica como Deus, transcende o ser, a substância e a morte, vai além de todas as coisas, é infinito e imaterial. Mas é o Deus-Uno que gera e conserva todas as coisas ilimitadamente. Nós não conseguimos entender, chegar até Ele, manifestar ou representar Deus. Ele cria as coisas como se fossem emanações que dele saem como a luz que sai de um astro luminoso e se espalha para tudo à sua volta.
            Plotino se pergunta porque Deus existe e porque ele é da forma que é, e responde que Deus se auto-produziu. Ele é um supremo Bem que criou a si mesmo. E ele é dessa forma porque essa é a superior e melhor forma de ser. Ele existe Nele e para Ele e tem a suprema liberdade de criação. Além disso, Ele transcende a si próprio.
            Deus quando pensa a si mesmo cria o intelecto que é a sua representação. O intelecto quando pensa em si cria a alma que é a representação do intelecto. Nesse processo de representação as criações vão perdendo a identidade com o que representam, da mesma forma como as cópias de cópias vão perdendo a qualidade. Assim, as coisas que tem origem em deus serão sempre mais inferiores a Deus à medida que se afastam dele.
            Na sequência de importância das derivações está Deus em primeiro lugar, o intelecto em segundo, a alma em terceiro. Estes três primeiros formam o que pode ser apreendido pelo intelecto. Em seguida aparece o mundo físico, criado pela alma e que é composto de matéria que é algo negativa para Plotino. Deus está nessa sequência no patamar superior e a matéria está na parte mais baixa dessa visão. A matéria é o não ser, é o Mal, pois está privado de todo Bem. Ela é negativa, pois está desprovida de toda positividade que vem do Deus-Uno.
            A alma inicialmente cria a matéria para depois dar forma a essa matéria. A alma dá forma à matéria iluminando-a. O mundo físico é, portanto formas criadas pela alma.
            A consciência para Plotino é a capacidade de encontrar a verdade dentro de si mesmo. É na consciência que vamos encontrar as mais elevadas verdades e a origem de todas as verdades, que é Deus. Ir em busca das verdades da consciência é fazer um caminho de regresso à nós mesmos, um caminho de volta para dentro de nós. Retornar à nós mesmos é fazer o caminho que vai nos levar à Deus. Para percorermos esse caminho devemos inicialmente nos tornar independentes da exterioridade corporal e após devemos nos purificar com as virtudes da inteligência e da sabedoria, do equilíbrio dos desejos, da coragem e da justiça. Essas virtudes devem ser comandadas pela razão e pelo intelecto, usando também como instrumentos o amor, a música e a filosofia.
            Para Plotino, mesmo o mal tem a sua razão de ser, pois sendo ele inevitável, significa que ele é necessário. Ele atribui ao mal também uma função ética, ele vê no mal uma espécie de expiação por uma culpa original.

Sentenças:
- A beleza e o bem devem ser buscados no mesmo caminho.
- Três coisas conduzem a Deus: A música, o amor e a filosofia.
- Ensinar é indicar o caminho, mas na viagem cada um vai ver o que quiser ver.
- Os olhos não veriam o sol se não fossem parecidos com o sol e a alma não verá a beleza se ela não for bela.
- A natureza não tem mãos para fabricar as mãos.

Plotino



Responsável: Arildo Luiz Marconatto

Plotino (em gregoΠλωτῖνοςLicopólis205 - Egito270) foi um filósofo neoplatônico, autor de Enéadas, discípulo de Amônio Sacas por onze anos e mestre de Porfírio

Biografia

Grego nascido no Egito em Licópolis, "Lyco-" do grego significa "lobo" (em gregoλύκος,lykos), a mesma raiz que deu origem ao Liceu de Aristóteles ("o local do lobo") no Egito, o que levou a especulações de que ele pode ter sido um egípcio de Roma descendente de gregos ou egípcios helenizados1 .

Expedição à Pérsia e retorno a Roma

Depois de passar os 11 anos em Alexandria, na idade de 38 anos, Plotino decidiu investigar os ensinamentos filosóficos da Filosofia iraniana e Filosofia indiana,2 . Na busca desse esforço ele deixou Alexandria e se juntou ao exército de Gordiano III, uma vez que este marchava sobre a Pérsia. No entanto, a campanha foi um fracasso e na eventual morte de Gordiano, Plotino se encontrou abandonado em uma terra hostil e com alguma dificuldade encontrou seu caminho de volta para a segurança em Antioquia3 .
Com a idade de quarenta anos, durante o reinado de Filipe, o Árabe, retornou Roma, onde permaneceu durante a maior parte do resto de sua vida. Lá, atraiu um número de alunos. Seu círculo mais íntimo incluiu PorfírioAmélio da Toscana, o senador Castro Firmo e Eustáqui de Alexandria, um médico que se dedicou ao aprendizado de Plotino o assistiu até sua morte. Outros alunos foram: Zeto, umárabe por ascendência, que morreu antes de Plotino deixando-lhe um legado e um pouco de terra, Zótico, crítico e poeta, Paulino, um médico de Sitopólis e Serapião de Alexandria. Ele tinha alunos entre o Senado romano além de Castro, como Marcelo Oronto, Sabinilo e Rogaciano. Algumas mulheres também foram contadas entre os seus alunos, incluindo Gemina, em cuja casa ele viveu durante a sua residência em Roma, e sua filha, também Gemina, e Anficlea, a esposa de Aristão filho de Jâmblico4 .
Conta Eunápio que Porfírio, após haver estudado com Plotino, tomou horror ao próprio corpo e velejou para a Sicília, seguindo a rota deOdisseu, e ficou em um promontório da ilha, sem se alimentar e evitando o caminho do homem; Plotino, que ou o estava seguindo ou recebeu informações sobre o jovem discípulo, foi até ele e o convenceu com suas palavras, de modo que Porfírio voltou a reforçar seu corpo para sustentar sua alma.5
Os critérios editoriais de Porfírio, possivelmente, tinham por objetivo formar uma série que ‎mostrasse o caminho para a sabedoria. Nas palavras de [O'Meara]]: "Com isso Porfírio quis ‎oferecer ao leitor uma passagem pelos escritos de Plotino que lhe traria uma formação ‎filosófica, uma condução até o bem absoluto. O alvo geral da leitura e interpretação dos textos ‎nas escolas do Império era, em primeira linha, a transformação da vida, a cura da alma, a ‎condução para uma vida boa resultante disso”.
Porfírio informa que Plotino tinha 66 anos quando morreu em 270, o segundo ano do reinado do imperador Cláudio II, dando-nos assim o ano de nascimento do seu professor como ao redor 2055 , em Minturno6 , já foi sugerido também que possa ter nascido na Alexandria 7

Teoria

Plotino dividia o universo em três hipóstases: O Uno, o Nous (ou mente) e a Alma.
  • Uno - primeira hipóstase
Segundo Plotino, o Uno refere-se a Deus, dado que sua principal característica é a indivisibilidade. "É em virtude do Uno [unidade] que todas as coisas são coisas." (Plotino, Enéada VI, 9º tratado)
Nous - segunda hipóstase
Nous, termo filosófico grego que não possui uma transcrição direta para a língua portuguesa, e que significa atividade do intelecto ou da razão em oposição aos sentidos materiais. Muitos autores atribuem como sinônimo a Nous os termos "Inteligência" ou "Pensamento".
O significado ambíguo do termo é resultado de sua constante apropriação por diversos filósofos, para denominar diferentes conceitos e idéias. Nous refere-se, dependendo do filósofo e do contexto, algumas vezes a uma faculdade mental ou característica, outras vezes correspondente a uma qualidade do universo ou de Deus.
  • Homero usou o termo nous significando atividade mental em termos gerais, mas no período pré-Socrático o termo foi gradualmente atribuído ao saber e a razão, em contraste aos sentidos sensoriais.
  • Anaxágoras descreveu nous como a força motriz que formou o mundo a partir do caos original, iniciando o desenvolvimento do cosmo.
  • Platão definiu nous como a parte racional e imortal da alma. É o divino e atemporal pensamento no qual as grandes verdades e conclusões emergem imediatamente, sem necessidade de linguagem ou premissas preliminares.
  • Aristóteles associou nous ao intelecto, distinto de nossa percepção sensorial. Ele ainda dividiu-o entre nous ativo e passivo. O passivo é afetado pelo conhecimento. O ativo é a eterna primeira causa de todas as subsequentes causas no mundo.
  • Plotino descreveu nous como sendo umas das emanações do ser divino.
  • Alma - terceira hipóstase
Na Teosofia, a alma é associada ao 5º princípio do Homem, Manas, a Alma Humana ou Mente Divina. Manas é o elo entre o espírito (a díade Atman-Budhi) e a matéria (os princípios inferiores do Homem).
Assim, a constituição sétupla do Homem, aceita na Teosofia, adapta-se facilmente a um sistema com três elementos: Espírito, alma e corpo. Sendo a alma o elo entre o Espírito e o corpo do homem.

Referências

  1. Ir para cima Bilolo, M.: La notion de « l’Un » dans les Ennéades de Plotin et dans les Hymnes thébains. Contribution à l’étude des sources égyptiennes du néo-platonisme. In : D. Kessler, R. Schulz (Hrsg.), "Gedenkschrift für Winfried Barta Htp dj n Hzj", (Münchner Ägyptologische Untersuchungen, Bd. 4), Frankfurt; Berlin; Bern; New York; Paris; Wien: Peter Lang, 1995, pp. 67-91.
  2. Ir para cima Porfírio, Sobre a Vida de Plotino e a Ordem dos seus livros, Ch. 3 (na tradução de Armstrong Loeb, "ele ficou ansioso em conhecer disciplina filosófica persa e que prevalece entre os indianos").
  3. Ir para cima Roberto Rossi. Introdução à filosofia. [S.l.]: LOYOLA, 1996. 57– p. ISBN 978-85-15-01277-0
  4. Ir para cima Porfírio, Vita Plotini, 9. Ver tambpem Emma C. Clarke, John M. Dillon e Jackson P. Hershbell, (1999) Iamblichus on The Mysteries, page xix. SBL. que diz: "para ganhar alguma cronologia credível, supõe-se que Aristão casou-se com Anficlea algum tempo após a morte de Plotino"
  5. ↑ Ir para:a b Eunápio, Vidas de filósofos e sofistasPorfírio (em inglês)
  6. Ir para cima Reinholdo Aloysio Ullmann. Plotino: um estudo das Enéadas. [S.l.]: EDIPUCRS. 245– p. ISBN 978-85-7430-766-4
  7. Ir para cima Susanne Möbus. Plotin zur Einführung. Hamburg: Auflage, 2002. p. 8.

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