sexta-feira, 28 de agosto de 2015

INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS


Para trabalhar a interpretação, os textos devem considerar as situações de práticas de leitura e escrita. 

Algumas situações práticas de leitura e escrita:
- Seguir instruções (receitas, manuais de jogo), 
- Comunicar-se (recado, bilhete, carta, anúncio, convite), 
- Divertir e emocionar-se (poema, conto, fábula, lenda), 
- Informar (notícia), 
- Orientar-se no mundo (tabela, mapa) 
  entre outros tipos.

Trabalha-se a interpretação de textos desde a educação infantil. Nesta fase, como os alunos ainda não sabem ler e escrever, as crianças interpretam os textos oralmente. 

Na alfabetização, quando os alunos já passaram para a escrita alfabética, a leitura e interpretação se tornam mais presentes nas práticas de escrita. A interpretação de textos é feita através de questões orais e escritas.

Veja abaixo alguns exemplos de interpretação de textos:
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Estes textos fazem parte das Apostilas de Interpretação de Textos Volume I e II. Caso tenha interesse em adquirir, favor entrar em contato por e-mail:
glaucerossi@terra.com.br

http://diariodaprofaglauce.blogspot.com.br/

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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

>> Políticas Públicas> Legislação Debate legal | Formação Um pedagogo pode dar aulas de Educação Física e Arte? Juca Gil (gestaoescolar@fvc.org.br)



Pergunta enviada por Marimí Carneiro, Marcionílio Souza, BA


Em dezembro de 2010, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou a Resolução CEB nº 07, fixando diretrizes para o Ensino Fundamental de nove anos. Entre outras questões relevantes, o documento estipula que, "do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, os componentes curriculares Educação Física e Arte poderão estar a cargo do professor de referência da turma, aquele com o qual os alunos permanecem a maior parte do período escolar, ou de professores licenciados nos respectivos componentes" (art. 31). Ou seja, tanto um pedagogo quanto um professor formado no magistério de nível médio estão autorizados a dar aulas de Arte e Educação Física para os seus alunos. Contudo, esses profissionais não podem atuar com turmas do 6º ano em diante nem no Ensino Médio. A decisão é coerente com a tradição na escolarização de crianças de fortalecer os vínculos afetivos entre elas e os professores. Como um docente dos anos iniciais deve alfabetizar e ensinar a fazer contas, mas não precisa ser formado em Letras nem em Matemática, a deliberação é lógica.

fonte; http://gestaoescolar.abril.com.br/politicas-publicas/pedagogo-pode-dar-aulas-educacao-fisica-arte-series-iniciais-ensino-fundamental-759481.shtml

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Acontece em agosto e setembro, na Faculdade de Educação da UNICAMP 2015


seta SEMINÁRIO
Bibliotecas, acervos e pesquisasDe 31 de agosto a 03 de setembro de 2015, na Faculdade de Educação da Unicamp.
Programação completa: <clique aqui>Inscrições ouvintes: <clique aqui>

Inscrições nas oficinas:
Oficina 1: Conservação de documentos em papel
Castorina Augusta Madureira de Camargo (Arquivo Edgard Leuenroth)
Turma 1: <clique aqui>
31 de agosto, 14h às 17h
01 de setembro, 14h às 17h
Turma 2 :<clique aqui>
02 de setembro, 09h às 12h
02 de setembro, 14h às 17h

Oficina 2: Procedimientos e insumos de conservación 
Cinthia Alejandra Sanchez (Biblioteca Nacional de Maestros/ Minist ério da Educação da Argentina)
Turma 1: <clique aqui>
31 de agosto, 14h às 17h
01 de setembro, 14h às 17h
Turma 2: <clique aqui>
02 de setembro, 09h às 12h
02 de setembro, 14h às 17h

Realização: Centro de Memória da FE-Unicamp
Apoio: Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU) e Arquivo Edgard Leuenroth (AEL)
Financiamento: Faepex
seta SEMINÁRIOS DO GEPEDISC
Engenharia, trabalho e relações de gênero na construção de habitações
Convidada: Maria Rosa Lombardi (Fundação Carlos Chagas)
Dia 01 de setembro de 2015, das 09h às 12h, na Sala ED07 da FE-Unicamp
Programação completa: <clique aqui> 
Realização: Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Educação e Diferenciações Socioculturais (Gepedisc - Trabaho e Educação/FE-Unicamp)
seta II COLÓQUIO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO E HISTÓRIA CULTURAL
Las enseñanzas de enseñar el holocausto y otros genocidios.Perspectivas desde los aportes de la investigación testimonial 
Convidada: Profa. Dra. Ana Diamant (Biblioteca Nacional de Maestros e Ministerio de Educación - Argentina)
Dia 01 de setembro de 2015, na Sala da Defesa do Bloco A da FE-Unicamp.
Inscrições: <clique aqui>
Realização: Linha de Pesquisa Educação e História Cultural e Centro de Memória da FE-Unicamp
Apoio: Faepex-Unicamp
seta IV Simpósio Iberoamericano: História, Educação, Patrimônio Educativo
De 01 a 04 de setembro de 2015, no Centro Paula Souza, São Paulo-SP
Programação na FE: <clique aqui>
Mais informações: <clique aqui>
ATENÇÃO: as visitas às instituições escolares de Campinas serão restritas aos participantes do Simpósio constantes na lista de inscritos e portadores de crachá
Realização: Memórias e História da Educação Profissional, CETEC, Centro Paula Souza, Governo do Estado de São Paulo, Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação, Cultura Escolar e Cidadania (CIVILIS/FE-Unicamp), Faculdade de Educação da Unicamp e UNICAMP


seta CONFERÊNCIA
Anthropology in a globalized world. Challenges and New PerspectivesConvidado: Christoph Wulf (Universität Berlin)
Dia 08 de setembro de 2015, das 14h às 18h, na Sala da Congregação da FE-Unicamp
Inscrições: <clique aqui> 
Realização: Grupo de Pesquisa em Educação, Linguagem e Práticas Culturais (Phala/FE-Unicamp)
seta IV SETEMBRO AZUL
Plano Nacional de Educação e as Políticas locais para implantação da Educação Bilíngue para SurdosDia 18 de setembro de 2015, no Auditório da ADUnicamp.
Programação: <clique aqui>
Inscrições: <clique aqui> 
Realização: Grupo de Estudos Surdos e Grupo Surdo de Estudos/DiS
Financiamento: GGBS/Unicamp
seta X Seminário de Teses e Dissertações em Andamento Qual é o lugar da pesquisa e da formação na "Pátria Educadora?
Em 22 a 24 de setembro de 2015, na Faculdade de Educação da Unicamp.
Mais informações: <clique aqui>
Inscrições a partir de 20 de julho.
Realização: Associação de Pós-Graduação da FE-Unicamp
seta WORKSHOP
Neuroplasticidade e processos criativos na educaçãoConvidada: Sylvie Captain (Paris-França)
De 21 a 25 de setembro de 2015, na Sala ED03 da FE-Unicamp
Programação completa:: <clique aqui>
Inscrições: <clique aqui> 
Realização: Laboratório de Estudos Audio Visuais (Olho/FE-Unicamp)
seta II ENCONTRO DE EX-ALUNOS DA FE-UNICAMP
Dia 26 de setembro de 2015, na Faculdade de Educação da Unicamp
Programação completa:: <clique aqui>
Inscrições: <clique aqui> 
Realização: Faculdade de Educação da Unicamp
seta VI Seminário Conexões Deleuze e Máquinas e Devires e...
De 28 a 30 de setembro de 2015, na FE-Unicamp
Mais informações: <clique aqui>
Inscrições: <clique aqui>
Realização: OLHO/FE-Unicamp, DiS/FE-Unicamp, PPGE/FE-Unicamp, Programa de Mestrado em Divulgação Científica e Cultural (IEL/Unicamp), Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Sorocaba (UNISO), Instituto Federal de São Paulo – Campus Hortolândia, Labjor/Unicamp e ALB

fonte: https://www.fe.unicamp.br/

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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Sou Bacharel em filosofia,e tenho R2 em filosofia . Posso fazer segundas...



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Os frutos podres da pedagogia de Paulo Freire


O artigo desta quinta-feira do Carlos Ramalhete fala sobre o nosso Patrono da Educação, Paulo Freire, de quem ser conterrâneo não me causa orgulho. As contundentes e verdadeiras palavras do articulista da Gazeta do Povo merecem ser lidas e meditadas: para que nós comecemos ao menos a reconhecer os erros passados, a fim de iniciarmos com eficácia o seu (lento e necessário) processo de correção.
Só o que fez este triste patrono foi descobrir que o aluno é um público cativo para a doutrinação marxista. A educação deixa de ser uma abertura para o mundo, uma chance de tomar posse de nossa herança cultural, e passa a ser apenas a isca com a qual se há de fisgar mais um inocente útil para destruir a herança que não conhece.
As matérias pedagógicas da licenciatura resumem-se hoje à repetição incessante, em palavras levemente diferentes, das mesmas inanidades iconoclastas. Os cursos da área de Humanas, com raras exceções, são mais do mesmo, sem outra preocupação que não acusar aquilo que não se dá ao aluno a chance de conhecer. O que seria direito dele receber como herança.
Os comentários sobre este assunto, como de costume, podem ser enviados à Gazeta do Povo. E, ainda, sob uma ótica mais especificamente católica, vale ler o sempre oportuno Dom Estêvão falando sobre o método Paulo Freire de alfabetização, de quem destaco:
Não há dúvida de que todo mestre há de ser aberto à aprendizagem de novas e novas verdades, como também à reformulação de seus conceitos; o progresso no saber é-lhe muitas vezes ocasionado pelo convívio com os próprios alunos.
Isto, porém, não quer dizer que o professor se deva julgar tão educando quanto o próprio discípulo.  Um tal esvaziamento do conceito de mestre vem a ser nocivo aos alunos, pois estes precisam de sentir firmeza e segurança no seu orientador.  A profissão da verdade deve ser efetuada com desassombro e sem subterfúgio, mas também com humildade.  Pelo fato de ter descoberto a verdade sobre tal ou tal assunto, o mestre é devedor em relação aos seus alunos, e deve pagar-lhes a dívida, comunicando e demonstrando a verdade; proponha os pontos certos e indubitáveis como certos, e os pontos ainda discutíveis como discutíveis.  Esta oferta da verdade, longe de ser desrespeito ao próximo, é precioso serviço prestado ao mesmo.
Por isto também não se pode aceitar a frase: “Ninguém educa ninguém” (Pedagogia do Oprimido, p. 79).  Na verdade, os homens são dependentes uns dos outros para eduzir (educere > educar) as virtualidades latentes no seu íntimo.  Em geral, são os pais, no lar, e os mestres, na escola, que educam os mais jovens; afirmar isto não significa “estar a serviço de algum sistema político opressor”.  O desempenho da autoridade não é algo de vergonhoso que se deva banir, mas, ao contrário, é um serviço que não se pode extinguir e que faz eco às palavras de Cristo: “O Filho do Homem veio não para ser servido, mas para servir” (Mc 10,45).
A semeadura já dura décadas, a colheita já foi realizada por diversas vezes, e a péssima qualidade destas safras já se nos revela mais do que evidente. O Brasil merece mais que isso. Já passou da hora de lançarmos fora estas sementes de joio e passarmos a investir em uma educação verdadeiramente de qualidade: uma educação que possa promover um desenvolvimento integral e (este sim!) verdadeiramente libertador do ser humano, ao invés de transformá-lo em marionete de um processo revolucionário cuja existência ele não é sequer capaz de perceber.

fonte: http://www.deuslovult.org/2012/10/18/os-frutos-podres-da-pedagogia-de-paulo-freire/

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Pragmatismo e Utilitarismo