terça-feira, 22 de setembro de 2015

Marxismo: a máquina assassina por R.J. Rummel,

Marxismo: a máquina assassina
por , domingo, 28 de abril de 2013

 

communism-kills.jpgCom a queda da União Soviética e dos governos comunistas do Leste Europeu, muitas pessoas passaram a crer que o marxismo, a religião do comunismo, está morto.  Ledo engano.  O marxismo está vivo e vigoroso ainda em muitos países, como Coréia do Norte, Cuba, Vietnã, Laos, em vários países africanos e, principalmente, na mente de muitos líderes políticos da América do Sul.  
No entanto, de extrema importância para o futuro da humanidade é o fato de que o comunismo ainda segue poluindo o pensamento e as ideias de uma vasta multidão de acadêmicos e intelectuais do Ocidente.
De todas as religiões, seculares ou não, o marxismo é de longe a mais sangrenta — muito mais sangrenta do que a Inquisição Católica, do que as várias cruzadas e do que a Guerra dos Trinta Anos entre católicos e protestantes. Na prática, o marxismo foi sinônimo de terrorismo sanguinário, de expurgos seguidos de morte, de campos de prisioneiros e de trabalhos forçados, de deportações, de inanição dantesca, de execuções extrajudiciais, de julgamentos "teatrais", e de genocídio e assassinatos em massa.
No total, os regimes marxistas assassinaram aproximadamente 110 milhões de pessoas de 1917 a 1987.  Para se ter uma perspectiva deste número de vidas humanas exterminadas, vale observar que todas as guerras domésticas e estrangeiras durante o século XX mataram aproximadamente 85 milhões de civis.   Ou seja, quando marxistas controlam estados, o marxismo é mais letal do que todas as guerras do século XX combinadas, inclusive a Primeira e a Segunda Guerra Mundial e as Guerras da Coréia e do Vietnã.
E o que o marxismo, o maior de todos os experimentos sociais humanos, realizou para seus cidadãos pobres à custa deste sangrento número de vidas humanas? Nada de positivo.  Ele deixou em seu rastro apenas desastres econômicos, ambientais, sociais e culturais.
O Khmer Vermelho — comunistas cambojanos que governaram o Camboja por quatro anos — fornece algumas constatações quanto ao motivo de os marxistas acreditarem ser necessário e moralmente correto massacrar vários de seus semelhantes.  O marxismo deles estava em conjunção com o poder absoluto.  Eles acreditavam, sem nenhuma hesitação, que eles e apenas eles sabiam a verdade; que eles de fato construiriam a plena felicidade humana e o mais completo bem-estar social; e que, para alcançar essa utopia, eles tinham impiedosamente de demolir a velha ordem feudal ou capitalista, bem como a cultura budista, para então reconstruir uma sociedade totalmente comunista.  
Nada deveria se interpor a esta realização humanitária.  O governo — o Partido Comunista — estava acima das leis. Todas as outras instituições, normas culturais, tradições e sentimentos eram descartáveis.
Os marxistas viam a construção dessa utopia como uma guerra contra a pobreza, contra a exploração, contra o imperialismo e contra a desigualdade — e, como em uma guerra real, não-combatentes também sofreriam baixas. Haveria um necessariamente alto número de perdas humanas entre os inimigos: o clero, a burguesia, os capitalistas, os "sabotadores", os intelectuais, os contra-revolucionários, os direitistas, os tiranos, os ricos e os proprietários de terras.  Assim como em uma guerra, milhões poderiam morrer, mas essas mortes seriam justificadas pelos fins, como na derrota de Hitler na Segunda Guerra Mundial.  Para os marxistas no governo, o objetivo de uma utopia comunista era suficiente para justificar todas as mortes.
A ironia é que, na prática, mesmo após décadas de controle total, o marxismo não apenas não melhorou a situação do cidadão comum, como tornou as condições de vida piores do que antes da revolução.  Não é por acaso que as maiores fomes do mundo aconteceram dentro da União Soviética (aproximadamente 5 milhões de mortos entre 1921-23 e 7 milhões de 1932-33, inclusive 2 milhões fora da Ucrânia) e da China (aproximadamente30 milhões de mortos em 1959-61).  No total, no século XX, quase 55 milhões de pessoas morreram em vários surtos de inanição e epidemias provocadas por marxistas — dentre estas, mais de 10 milhões foram intencionalmente esfaimadas até a morte, e o resto morreu como consequência não-premeditada da coletivização e das políticas agrícolas marxistas.
O que é espantoso é que esse histórico fúnebre do marxismo não envolve milhares ou mesmo centenas de milhares, mas milhões de mortes.  Tal cifra é praticamente incompreensível — é como se a população inteira do Leste Europeu fosse aniquilada.  O fato de que mais 35 milhões de pessoas fugiram de países marxistas como refugiados representa um inquestionável voto contra as pretensões da utopia marxista.  [Tal número equivale a todo mundo fugindo do estado de São Paulo, esvaziando-o de todos os seres humanos.]
Há uma lição supremamente importante para a vida humana e para o bem-estar da humanidade que deve ser aprendida com este horrendo sacrifício oferecido no altar de uma ideologia: ninguém jamais deve usufruir de poderes ilimitados.
Quanto mais poder um governo usufrui para impor as convicções de uma elite ideológica ou religiosa, ou para decretar os caprichos de um ditador, maior a probabilidade de que vidas humanas sejam sacrificadas e que o bem-estar de toda a humanidade seja destruído.  À medida que o poder do governo vai se tornando cada vez mais irrestrito e alcança todos os cantos da sociedade e de sua cultura, maior a probabilidade de que esse poder exterminará seus próprios cidadãos.
À medida que uma elite governante adquire o poder de fazer tudo o que quiser, seja para satisfazer suas próprias vontades pessoais ou, como é o caso dos marxistas de hoje, para implantar aquilo que acredita ser certo e verdadeiro, ela poderá impor seus desejos sem se importar com os custos em vidas humanas.  O poder é a condição necessária para os assassinatos em massa.  Quando uma elite obtém autoridade plena, várias causas e condições poderão se combinar para produzir o genocídio, o terrorismo, os massacres ou quaisquer assassinatos que os membros dessa elite sintam serem necessários.  No entanto, o que tem de estar claro é que é o poder — irrestrito, ilimitado e desenfreado — o verdadeiro assassino.
Nossos acadêmicos e intelectuais marxistas da atualidade usufruem um passe livre.  Eles não devem explicações a ninguém e não são questionados por sua defesa de uma ideologia homicida.  Eles gozam de um certo respeito porque estão continuamente falando sobre melhorar as condições de vida dos pobres e dos trabalhadores, suas pretensões utópicas.  Porém, sempre que adquiriu poder, o marxismo fracassou miserável e horrendamente, assim como o fascismo.  Portanto, em vez de serem tratados com respeito e tolerância, marxistas deveriam ser tratados como indivíduos que desejam criar uma pestilência mortal sobre todos nós.
Da próxima vez que você se deparar com marxistas ou com seus quase equivalentes, os fanáticos esquerdistas, pergunte como eles conseguem justificar o assassinato dos mais de cento e dez milhões de seres humanos que sua fé absolutista provocou, bem como o sofrimento que o marxismo criou para as outras centenas de milhões de pessoas que conseguiram escapar e sobreviver.



R.J. Rummel , professor emérito de ciência política e finalista de Prêmio Nobel da Paz, é o mais aclamado especialista mundial em democídio, termo que ele cunhou para se referir a assassinatos cometidos por governos.  Escreveu o livro Death by Government, leitura obrigatória para qualquer pessoa que queira se inteirar das atrocidades cometidas por governos.  Ao todo, Rummel já publicou 29 livros e recebeu numerosas condecorações por sua pesquisa.


fonte: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1584

Obrigado pela visita, volte sempre.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

RESUMO DE LIVRO - ARTE - FARO, Antonio José. Pequena história da dança


 Pequena história da dança. Antonio José - ARTE - FARO.




FARO, Antonio José. Pequena história da dança. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998. Primeira parte: Origem e Divisões da Dança 1.Progressão da Dança A dança é fruto da necessidade de expressão do homem, e se divide em três formas: étnicas, folclóricas e teatral. O inicio dessa Arte indica que estava ligada a cerimônias religiosas. Em Roma se encontraram documentos da dança folclórica, étnica e religiosa. As danças religiosas tinham como as características: acontecia nos templos; era privilegio dos sacerdotes, e aconteciam em cerimônias especificas como nascimentos, casamentos, morte, guerras ou colheitas, invocando o divino. As danças folclóricas nasceram com bases religiosas e foram sendo realizadas em praças publicas. E, a dança teatral, em Roma, Índia e China com espetáculos de dançarinos para deleite da nobreza. 2.A Etnia e a Dança Na idade Média a dança foi banida pela igreja , mas integrava nas tribos indígenas, como sentimento de alegria ou tristeza, pedindo ou agradecendo aos deus, e no candomblé para invocar, aopaziguar ou agradecer aos deuses. 3. Dança Folclórica Na Grécia antiga festas como as saturnálias, em honra ao Deus Saturno, as Bacanais ao Deus Baco, as Lupercálias, ao deus Pã, eram festas do homem do campo com um sentido religioso que integravam suas danças, e também com excessos como sacrifícios humanos. No Brasil, danças como maracatu, congada, caboclinhos e outras expressam a necessidade do homem em se manifestar através do corpo. 4.Folclore Brasileiro Nosso folclore varia de uma região a outra, dividindo-se em dois grupos: o urbano e o rural. O rural por sua vez se subdivide de acordo com as áreas de pesca, agricultura, da mineração, do pastoreio e da região amazônica. Há também os bailados de origem africanos como: a congada, o maracatu, o quilombo, entre outros. Mário de Andrade deu-lhes o nome de danças dramáticas. 5.Dança Teatral A dança de salão surgiu da evolução da dança e da inclusão de todas as que passaram a fazer parte da vida da nobreza da Idade Média em diante. Iniciou-se quando Catarina de Medicis da França importou da Itália bailarinos que faziam espetáculos para a corte e a partir daí, Luis XVI fundou a Academia Nacional de Dança, em 1661, que hoje é a Escola de Balé e Opera de Paris. 6. A evolução Técnica e Artística da Dança A técnica da dança está ligada a historia do vestuário. Em 1721, Camargo. Diminuiu a saia deixando aparecer os pés, o que foi um escândalo na época. Isadora Duncan. 200 anos mais tarde avançou nesse processo. A batalha entre saias pesadas e a liberdade continuou até a Revolução Francesa, com a invenção da malha. As posições básicas do bale se estabeleceram-se no século XVII, distinguindo-se as francesas das italianas, evoluindo com a liberação de trajes, dos temas, da popularidade e do progresso técnicos através do seu ensino, do aspectos social e cultural, e o surgimentos de nomes importantes dessa arte. 7. Grandes Inovadores J. G. Noverre nasceu em 1727, estreou como bailarino com 16 anos. Coreógrafo e professor, inspirava-se na natureza, resumindo seus ensinamentos na frase:” o balé não é um pretexto para dançar, mas a dança é um meio para se expressar uma idéia dramática”. Difundiu suas idéias na Europa principalmente por meio das Lettres sur la danse, publicada em 1760. 8. O Balé na Europa Iniciado na França o balé invadiu toda a Europa. Na Áustria, Franz Hildferding foi um dos pioneiros e diretor do Teatro Real de Viena e depois foi pra Rússia, onde foi substituído por Gasper Angioli, nascido em Florença em 1721, que empregava a técnica de dramatizar a dança. O governo russo incentivou nessa época a musica, a opera e o balé. Na Alemanha, havia as companhias de dança da corte e as óperas.. na Inglaterra só no século XX foram fundadas as primeiras companhias de danças. Na Dinamarca foi a Berta a escola Opera Real, originando os primeiros bailarinos. Em Milão na Itália, em 1812 fundou a academia para ensino da dança. Na América, em 1922 fundou-se o balé no Colónmde Buenos Aires, em1936 fundou-se o Balé do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e 1940 o American Ballet Theather e 1948 o NewYork City Ballet, todos ligados aos espetáculos de ópera. Segunda Parte: O Balé Romântico 9.Razões Históricas Para alguns escritores ele se inicia em 1831 em Paris com a ópera Robert le Diable,, para outros de 1820 com Clari de Louis Milon a 1847 e Ozai. A partir de 1847 o balé romântico se transforma em balé clássico, com Marius Petipa. O romantismo endeusava os bailarinos e os personagens que interpretavam. 10.Os Construtores Com a palavra ordem liberdade, o romantismo se libertou do classicismo, influenciado a literatura inspirava-se no exotismo ligado a cultua oriental, o ocultismo e o sobrenatural, o lado obscuro da mente humana. No balé surge o libretista ou roteirista, que até então eram escritos pelos coreógrafos. 11.Os Componentes Os roteiros passam a ter ideais românticos,onde o conhecimento do passado criava a atmosfera cênica de sonhos e fantasias. Na Alemanha o sobrenatural inspirou o tema da busca do homem pelo inatingível, como Gisele em 1842. 12.Os Luminares A Musica: Grandes compositores jamais compuseram musicas para o balé. Beethoven compôs dois balés: As Criaturas de Prometeu e Balé de Cavalheiros, Outros vieram atrás. A Cenografia: buscava-se a mistura de espetáculo, mistério e ilusão. Surgiram novas técnicas como alçapões, a ciclorama e o diorama, além da iluminação a gás. A ordem da cortina baixar para troca de cenários. Somente mais tarde, Picasso começaram a colaborar com o ale. Pierre Ciceri da Opera de Paris era na época o mais reconhecido cenógrafo. 13. A Decadência Com a chegada do Realismo, o balé começou a ser olhado com menos respeito. Houve decadência dos bailarinos. Coube a Rússia em 1909 dar uma guinada na historia da dança, Paris perdeu o domínio e Moscou rejuvenesceu o balé. Terceira parte: O Balé Clássico 14. O Reinado de Petipa Marius Petipa, nascido em Marselha no século XIX, viveu no apogeu do balé romântico e na sua decadência para o ale clássico, tornando-se seu maior expoente. Compôs 54 balés novos, reconstruiur 17 balés antigos e fez danças para 35 óperas. Em suas coreografias ele valorizava as particularidasd de cada artística, levando a Rússia bailarisnos italianos. Quarta Parte: O Balé Moderno 15. O Nascimento do Balé Moderno Isadora Duncan, americana nascida em 1878 trouxe a liberação e a rebeldia a dança. Influenciada pela arte grega, dançava com túnicas esvoaçantes, dançava descalça e aparecia no palco sem malhas, não agradando os apreciadores da dança de época, chamava seu trabalho de “Dança livre”. Em 1904 abriu uma escola em Berlim, ano seguinte dançou na Rússia tornandose centro de controvérsias. Sua influencia se estendeu a nomes como Serge Diaghelev, membro da nobreza russa e empresário e administrador teatral russo e Alexander Benois, que juntos fundaram a revista Mir Isskoustva (O mundo da Arte) e produziu importantes operas e balés. 16. A Influência de Diaghilev Diaghilev instituiu o bale como obra de arte, fazendo que músicos e artistas plásticos se interessassem em compor e desenhar para o balé, aumentando o público e revitalizando a dança masculina. Abrindo caminho para revoluções que surgiram como Martha Graham. O balé russo sobressaia pela qualidade dos bailarinos, o nível técnico, a qualidade do balé apresentado com coreografias vigorosas e espontâneas e cenários e figurinos assinados pelos melhores artistas russos. Com sua demissão e partida para Paris, o balé russo decaiu. Para ele, o balé deveria ser um resultado de trabalhode equipe conde libretistas, compositor, coreógrafo e cenógrafo contribuiriam. 17. As companhias Russas após Diaghilev A companhia só renasceu em 1932 com o nome de Balés Russos de Monte Carlo. Mas tarde, com os balés sinfônicos de Leonide Massine que empregou sinfonias de Tchaikovsky, Brahms, Beethoven e outros, liberando o uso de qualquer tipo de musica para balé. De 1909 a 1962, o balé russo influenciou todos os paises do mundo, exceto os africanos, árabes e orientais que permaneceram em suas tradições. 18.O Balé clássico no Mundo de Hoje Dinamarca e Rússia ocupam lugares em destaque. Itália e Alemanha continuam se alicerçando na ópera. O Balé da Ópera de Paris situa-se entre os melhores do mundo. A Ópera Nacional Inglesa e o Royal Ballet são conhecidos como alguma das maiores instituições do mundo. Outros como Balé Real de Estocolmo, Suécia, Fundação Gulbenkian, Balé Real da Noruega, Balé Nacional da Espanha, e da Holanda entre outros pelo mundo assim como no Brasil, o Corpo de Balé do Teatrao Municipal do Rio de Janeiro e outros são exemplos de companhias de balés da atualidade. Quinta parte: A Dança Moderna: Duncan, Wigman e descendência 19.A Dança Moderna Segundo John Martin a dança moderna é o resultado de quatro princípios: substância (movimento); dinamismo, metakineses e forma. Para Walter Terry, ela é mais expressionista que evidencia as qualidades pessoais de cada artista do que as acadêmicas. O primeiro balé moderno foi L’Aapres Midi d’um Faune, estreado em 1912, rompendo com o balé clássico e escandalizando com o personagem que copulava com o véu abandonado por uma ninfa, chegando ao orgasmo. Leonide Massine, Isadora Duncan, Ruth St. Denis, Martha Graham, são exemplo de interpretes e criadoras que lecionaram as novas idéias. A característica maior dessa modalidade de dança é que permite que cada artista que aparece nas obras demonstre seu próprio estilo, contribuindo com a liberdade de ação, novas possibilidades motoras e limitações do corpo. Antes da Segunda Guerra Mundial a Dança moderna se desenvolveu principalemnte nos Estados Unidos e Alemanha. 20. A Dança Contemporânea A dança contemporânea, dança-teatro, dança livre ou dança atual, usa o movimento para expressar tudo e qualquer fonte lhe serve de inspiração, podendo ser dançada em qualquer lugar. Em São Paulo, o Balé da Cidade de São Paulo é destaque dessa modalidade,] 21. Apreciações Críticas da Dança Atualmente, todas as propostas e estilos de danças atuais deve ser reconhecidas e válidas.


fonte : http://lidialindislay.blogspot.com.br/2015/09/resumo-de-livro-arte-faro-antonio-jose.html

Obrigado pela visita, volte sempre.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Formigamento pode ser sinal de má postura e também sintoma de doença

05/03/2013 10h34 - Atualizado em 06/11/2014 18h38

Formigamento pode ser sinal de má postura e também sintoma de doença

Problema acontece quando há falta de sangue em alguma região do corpo.
Hipertensão, diabetes, infarto e também AVC podem causar essa sensação.

Do G1, em São Paulo
O formigamento acontece quando um nervo é pressionado ou falta sangue em alguma região do corpo – essa sensação pode ser apenas reação momentânea do corpo, geralmente por causa de um erro de postura, mas também sintoma de doenças graves, como a diabetes e a hipertensão ou até mesmo infarto ou AVC, como explicou o cardiologista Roberto Kalil no Bem Estardesta terça-feira (5).
Por isso, é importante ficar atento aos sinais que o corpo dá e, se for o caso, procurar um médico. Por exemplo, quando apenas um lado do corpo formiga, geralmente o rosto e braço ou perna e braço, pode ser um sinal de AVC, resultado da falta de sangue no cérebro, o que pode levar ao entupimento ou vazamento de uma veia. Caso a pessoa sinta esse sintoma, deve ir imediatamente ao hospital para evitar que ela tenha complicações maiores.
Por outro lado, quando a dormência irradia-se para o braço, principalmente o esquerdo, e vem acompanhada de outros sintomas, como dor ou aperto no peito, aperto na garganta, náuseas e suor, pode ser alerta de problemas cardiológicos, como angina ou até mesmo o início de um infarto. Em casos mais raros, ela pode sentir também palpitações, tontura e também desmaiar – da mesma maneira, ela deve ir ao hospital o quanto antes.
Arte Infarto Bem Estar (Foto: Arte/G1)

00:00
16:32
Porém, como explicou a fisiatra Cristina Brito, grande parte dos problemas de formigamento é causada por erros de postura que podem ser facilmente corrigidos.
Por exemplo, cruzar as pernas, sentar na cadeira com o corpo inclinado para frente, digitar no computador sem apoio para os braços, dormir com os braços presos ou até mesmo lavar e torcer roupas no tanque podem provocar essa sensação.
Além disso, pessoas que costumam beber muito podem sofrer mais com esse problema porque podem ter problemas de deficiência de vitaminas. Os médicos explicaram que uma alimentação rica em vitaminas do complexo B pode ser eficaz contra o formigamento – carne, fígado, ovos, leite, semente e cereais integrais, folhas escuras e queijo são alguns dos alimentos que trazem esses benefícios.
Para saber se o formigamento é normal ou preocupante, é importante primeiro identificar a região do corpo em que ele acontece, como alertou a fisiatra Cristina Brito. Veja abaixo o que pode significar cada um deles:
No dedo do meio, indicador ou polegar: pode ser sinal de síndrome do túnel do carpo, uma lesão de esforço repetitivo que atinge o nervo mediano, localizado no punho. Lavar roupas, dirigir moto, posição na hora de dormir ou a digitação sem o apoio dos braços são ações que podem causar esse problema. Para tratá-lo, os médicos orientam o uso de uma tala durante a noite e também exercícios de correção postural. 
No dedo mindinho ou anular: geralmente, acontece por causa da compressão do nervo do cotovelo, o que reflete nas mãos. Por isso, pessoas que ficam muito com o cotovelo dobrado e apoiado na mesa podem sentir essa sensação com mais facilidade – evitar esse hábito e corrigir a postura pode ajudar.
No braço: pode ser resultado da pressão no conjunto de nervos do chamado “plexo-braquial”, na medula espinhal. Dormir de um jeito errado, por exemplo, pode comprimir um desses nervos e deixar o braço todo formigando – por isso, melhorar a posição do sono já é suficiente para resolver.
Na lateral do pé: a sensação ocorre quando a pessoa cruza a perna de forma errado, pressionando o nervo da perna de cima, o que causa o formigamento. Isso pode prejudicar os movimentos dos membros por alguns momentos, mas geralmente, quem sente esse problema, logo se alivia ao descruzar as pernas.
Na coxa: é mais comum entre as grávidas, mas também pode acontecer com quem usa calça ou cinto apertado já que é resultado da compressão do nervo que fica perto da cintura. Por isso, soltar um botão do cinto, comprar uma calça maior ou, no caso das grávidas, se movimentar mais ajudam a evitar.
Na planta do pé: há a possibilidade de ser algo mais grave já que pode ser sinal de diabetes. Isso ocorre porque o excesso de açúcar desestabiliza os nervos das pernas e faz com que eles parem de funcionar. Pessoas que costumam sentir isso devem prestar atenção a outros sintomas e, na dúvida, procurar um médico.
fhttp://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/03/formigamento-pode-ser-sinal-de-ma-postura-e-tambem-sintoma-de-doenca.htmlonte;



Obrigado pela visita, volte sempre.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Olavo de Carvalho - Sobre o Darwinismo - 2007/11/19



Obrigado pela visita, volte sempre.

Jogos e Brincadeiras Para Aquecimento e-Volta-a-Calma Najala Matos Enviado por: Najala Matos Arquivado no curso de Educação Física na FAEFM


Jogos e Brincadeiras para aquecimento e volta a calma
1-Vamos roubar a calda: cada aluno da turma deverá receber uma tira de tecido ou até mesmo papel (jornal), que deverá ser colocado no cós da calça nas costas, (como se fosse um rabinho). Ao sinal, cada um deverá tentar roubar o rabinho do outro e ao mesmo tempo proteger o seu. Vencerá aquele que ao final tiver conquistado o maior número de rabinhos. Obejtivo: Pode ser utilizada como uma atividade de aquecimento, porém não podemos nos esquecer que alguns poderão ficar frustados pela perca do papelzinho, então o professor deverá estimula-lo a recuperar, pegando o papelzinho de outro colega.
2-Quero minha casa: O professor deverá posicionar os alunos em um canto da quadra, e no outro extremo colocar bambolês no chão de forma que um aluno ficará sem (ex. se tivermos 10 alunos, devemos colocar somente 9 bambolês). Ao sinal do professor, todos deverão correr e entrar no bambolê. O aluno que ficar sem, deverá escolher um bambolê para ser retirado, (ficando 8 bambolês para 10 alunos) na próxima rodada, este aluno deverá escolher um coleguinha para correrem juntos e conquistar seu bambolê, assim outro aluno ficará sem bambolê e assim sucessivamente, o aluno que ficar fora do bambolê deverá retirar outro bambolê e escolher outro coleguinha para juntos participarem da próxima rodada. Objetivo: compartilhar espaços
5- Circuito combinado: Material: cones ou garrafas Pet, bambolês ou fazer círculos no chão com giz, 2 colchonetes e 2 bolas.
Dividir a turma em dois grupos, cada grupo deverá ser posicionado em colunas na linha inicial do circuito. O material deverá ser colocado da seguinte forma:
Os cones deverão estar um na frente do outro com direções alternadas formando um zig-zag, os bambolês o colchonete e a bola próxima a tabela de Basquete. Ao sinal do professor o primeiro aluno de cada coluna, deverá correr em zig-zag entre os cones, ao chegar nos bambolês, correr de forma que cada pé toque o centro dos bambolês, no colchonete efetuar rolamento pegar a bola e efetuar cesta na tabela de basquete (na falta, colocar um balde ou qualquer outro Jogos e Brincadeiras para aquecimento e volta a calma material que possa substituir), neste momento o segundo da coluna poderá iniciar a corrida. Vencerá a turma que terminar as tarefas primeiro.
6- O sobrevivente: Cada aluno deverá receber um bexiga amarrada a um barbante que deverá ser amarrado no tornozelo, cada aluno deverá tentar pisar na bexiga do outro com o objetivo de estoura-la e ao mesmo tempo protegendo a sua. Quem tiver a bexiga estourada deverá unir-se algum colega e continuar na brincadeira. Vencerá aquele que ao final estiver com sua bexiga.
7- Rouba a bandeira: A brincadeira consiste em duas equipes, uma de cada lado de quadra/campo cada uma de posse de uma bandeira que deverá estar fixa nas extremidades dos duas quadras. Cada equipe deverá roubar a bandeira da outra equipe e ao mesmo tempo proteger a sua guarda(não poderá ser tocado pelo adversário) e da sua bandeira. O componente for tocado pelo adversário deverá permanecer parado no local e só poderá voltar à brincadeira quando for salvo(tocado) por um companheiro. A equipe que conseguir apanhar a bandeira do adversário e voltar para o seu lado da quadra/campo sem ser tocado pelo adversário, marca um ponto e o jogo inicia-se novamente.
8- Picada da cobra: Esta brincadeira assemelha-se ao pega-pega, porém quando alguém for tocado deverá continuar fugindo segurando o local tocado, seja no ombro, nas costas, nas pernas, na cabeça, etc...No segundo toque o fugitivo deverá continuar correndo com a outra mão no segundo local tocado e manter a mão no primeiro lugar tocado, no terceiro toque passará a ser o pegador.
Ex.: 1º o pegador tocou na cabeça de um fugitivo, então o fugitivo continua correndo com a mão na cabeça, o pegador toca novamente o mesmo fugitivo porém só que agora na perna por exemplo, então o fugitivo continua fugindo com uma das mãos na cabeça e a outra na perna, se for tocado pela terceira vez, passará a ser o pegador.
Jogos e Brincadeiras para aquecimento e volta a calma ATIVIDADES PARA VOLTA A CALMA
1-Jogo da velha: O professor deverá riscar no chão as linhas do jogo da velha, na falta de possibilidade ele poderá anteceder-se criando uma espécie de tabuleiro de tecido (TNT e durex colorido, que poderá ser carregado e utilizado em qualquer ambiente). O símbolo do circulo será substituído pela bolinha de tênis e o X será substituído pela raquete. Para cada tabuleiro poderemos trabalhar com 6 crianças 3 serão a equipe da bolinha e 3 a equipe da raquete. Tira-se par ou impar, ou jogase um dado para saber que equipe inicia o jogo, daí segue-se a regra já conhecida. O jogo poderá ser efetuado também dispensando os materiais, as bolinhas e as raquetes poderão ser substituídas pelas próprias crianças que deverão se deslocar sobre o tabuleiro criando as situações de jogo.
2-Picasso: A turma deverá ser posicionada em circulo e sentados, cada aluno deverá receber um lápis e uma folha. O professor deverá ir direcionando a brincadeira. Inicialmente todos deverão escrever a letra
longo, curto, etcPassarão a folha novamente a sua direita e assim
U grande de forma que ocupe a maior parte da folha. Feito isso todos deverão passar a sua folha para o companheiro da direita. Na folha recebida cada um deverá desenhar cabelos, podendo ser crespo, liso, sucessivamente até que o rosto esteja completo. No final, todos deverão colocar seu nome na parte de baixo na folha e o título de sua obra.
3-O comandante: A turma deverá ser posicionada em círculo e em pé.
Um aluno deve se retirar do ambiente e a turma deverá escolher um colega para ser o comandante. Quando o aluno que foi retirado voltar, Jogos e Brincadeiras para aquecimento e volta a calma todos deverão fazer os gestos que o comandante determinar através de mímica, este não deverá demorar para trocar os gestos, o aluno que esteve ausente deverá ter 3 chances para descobrir quem é o comandante se acertar continua na próxima rodada e a turma troca o comandante.
4-Viúva e Viúvo: O professor deverá dividir a turma e duplas, porém um aluno deverá ficar sozinho e será denominado viúva ou viúvo que deverá através de piscar o olho, chamar para si um dos alunos da fileira da frente que estiver sentado. Neste momento o companheiro do aluno chamado deverá segurá-lo impedindo a fuga, se o colega conseguir fugir, deverá sentar-se à frente daquele que piscou(viúvo/viúva) e o que ficou sozinho passará a ser o viúvo ou viúva e assim sucessivamente. Esta atividade estimula atenção e reflexos.
precisamos trazer p eixe ”,cada aluno deverá dizer um produto com a
letra P, prego, presunto, palitoe assim sucessivamente. Quando
5-Vamos às compras: Sentado em círculo os alunos deverão dar continuidade à frase do professor: “Pessoal agora vamos às compras, chegar no professor este deverá trocar a letra. O aluno que errar deverá sentar-se atrás do professor e auxiliá-lo na próxima escolha.
6-Telefone sem fio: Sentados em círculo o professor ou um aluno deverá sussurrar uma frase no ouvido do companheiro da direita, este deverá repetir a frase para o próximo da direita e assim sucessivamente. O último aluno deverá falar alto para todos qual a frase que chegou a seus Jogos e Brincadeiras para aquecimento e volta a calma ouvidos. Geralmente a frase chega toda distorcida gerando um clima descontraído e divertido.
Observação: estas atividades foram acrescidas àquelas já sugeridas na apostila de Tênis, todas já foram utilizadas e houve envolvimento e participação geral dos alunos.
ADAPTAÇÃO DO ROCKEY T NIS: As adaptações foram criadas em decorrência das raquetes serem de material rígido que podem provocar ferimentos se acertadas nas mãos ou rosto. Estas foram substituídas por garrafas PET para as turmas de alunos até a quarta série (9 e 10 anos). Podemos também aproveitar os dias de chuva ou sem opção de local de trabalho, para decorar estas garrafas com tinta plástica assim cada aluno terá a sua garrafa personalizada aumentando o envolvimento, a motivação e a valorização pessoal dos alunos. As regras foram criada pelos próprios alunos que são as seguintes.
1-o jogo inicia-se no meio de campo com os jogadores posicionados de forma intercalada em forma de circulo, o jogador ganhador do par ou impar inicia a jogada a um de seus companheiros com toque de bola; 2-a bola só poderá ser deslocada por toque da raquete/PET rasteiramente o voleio só poderá ser efetuado na linha limite da quadra de volei; 3-não existe goleiro fixo, aquele que estiver mais próximo da trave no momento do ataque deve posicionar-se na defesa que poderá ser feita somente com os pés ou a raquete/PET; 4-o jogo é divido em dois tempos de quinze minutos cada, com intervalo de 5 minutos entre os mesmos para troca de campo;
5-não existe lateral nem escanteio; Jogos e Brincadeiras para aquecimento e volta a calma
6-se a bola sair pela linha de fundo o jogo deverá ser paralisado e iniciado novamente com a posse de bola ao goleiro do campo de onde saiu a bola; 7-em caso de gol o jogo inicia-se com o goleiro que tomou o gol; 8-cada gol vale 1 ponto;
9-os gols marcados antes da linha limite da quadra de volei valem 3 pontos; 10-se durante o ataque se a bola for tocada por todos os componentes do time e este resultar em gol, o mesmo valerá 5 pontos; (isto estimula a equipe na participação de todos os componentes); 1-a bola só poderá ser deslocada em contado com a raquete/PET;
12-se ocorrer obstrução do trânsito da bola por qualquer parte do corpo, este ato resultará em falta; 13-3 faltas coletivas implicará na perca de um ponto no placar geral; cumulativas pelas faltas individuais; 14-3 faltas individuais implicará no afastamento do aluno em 2 minuto sem substituição; 15-atitudes mal intencionais como choques e obstruções corpo a corpo resultam em expulsão do aluno sem substituição; assim como 2 afastamentos pelo mesmo jogador; 16-o representante de cada equipe poderá pedir 1 “tempo técnico” de 30 ‘ em cada etapa do jogo; 6
17-as substituições poderão ser feitas à qualquer momento do jogo com aviso prévio ao juiz sendo que o aluno a substituir só poderá entrar no momento da saída do substituído;


Obrigado pela visita, volte sempre.

Pragmatismo e Utilitarismo