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Plano de aula: Estatística para entender e construir gráficos.


Estatística para entender e construir gráficos

Publicado por 

Objetivo(s) 

- Ler e interpretar gráficos
- Organizar informações em tabelas
- Elaborar gráficos com base em tabelas

Tempo estimado 

Quatro aulas

Material necessário 

Reportagem de VEJA:

"Com as mãos no ouro" - publicada no site de Vejadisponível no Acervo digital de Veja a partir de 02/07/2013

- Revistas e jornais para recorte
- Cartolina, tesoura e cola
- Cópias da reportagem "Com as mãos no ouro" (Veja, 2332, 31 de julho de 2013)
- Computadores com acesso à internet e com o programa Microsoft Excel ou outro similar, como o LibreOffice Calc (disponível para download gratuito aqui)

Desenvolvimento 

1ª etapa 

Apresente aos alunos os usos da estatística no dia a dia. Evidencie como ela é utilizada para, por exemplo, avaliar o rendimento de uma turma em uma disciplina, analisar o rendimento de um time em um campeonato ou entender como a inflação desvaloriza a mesada dos alunos. Apresente algumas tabelas e gráficos e compare os dois tipos de visualização. Peça que os alunos expliquem em qual dos dois tipos ela é mais clara e por que acham isso.

Leia a reportagem "Com as mãos no ouro" (Veja, 2332, 31 de julho de 2013) e discuta como a análise de dados e a construção de gráficos são habilidades importantes atualmente.

2ª etapa 

Traga jornais e revistas para a sala de aula e peça que os alunos procurem, nesse material, gráficos que achem interessantes. Eles devem recortá-los e colá-los nas cartolinas. Lembre-os da importância de não deixar de fora informações como título, legendas e fontes dos gráficos.

Analise com a turma os recortes, pedindo que os alunos comparem os diferentes materiais. É importante, nesse momento, destacar as diferenças entre os diversos tipos de gráficos: de colunas, barras, setores (conhecidos como gráficos de "pizza"), linhas, entre outros. Explique que o tipo de gráfico utilizado depende da informação que se quer retratar. Conduza o debate de maneira que eles cheguem às conclusões de que o gráfico de setores é mais adequado para representar partes de um todo, o de linhas para comparar o crescimento ou a queda de um índice com o passar do tempo e assim por diante, com os outros tipos ali disponíveis. Peça que eles anotem essas informações no caderno e as escreva na lousa ou em uma cartolina.

3ª etapa 

Divida a sala em grupos e proponha que façam uma pesquisa de dados sobre um assunto do interesse dos alunos. Oriente a coleta de informações, que pode acontecer por meio de uma pesquisa na internet ou pela realização de uma enquete com os colegas. Caso você opte pela elaboração de uma enquete, auxilie a turma a decidir quais dados querem buscar e quais perguntas precisarão fazer para consegui-los.

Peça que organizem os dados coletados em tabelas, que depois serão transformadas em gráficos. Lembre-os de colocar informações importantes como o nome da tabela e de suas colunas, as unidades de medida utilizadas e a fonte de onde retiraram.

4ª etapa 

Leve a turma ao laboratório de informática para que os grupos elaborem gráficos a partir dos dados coletados nas aulas anteriores. Auxilie-os no uso das ferramentas. A elaboração pode ser feita com o Microsoft Excel ou um programa parecido, como o LibreOffice Calc, que é gratuito (veja aqui um tutorial de como montar gráficos com esse programa).

Intervenha questionando se o tipo de gráfico escolhido é o mais adequado e ajudando-os a tornar os trabalhos mais claros para os leitores. Insista na necessidade de o gráfico ter título e legendas, além de indicar a fonte das informações.

Peça que os grupos apresentem o trabalho para os colegas da sala, destacando a escolha do tipo de gráfico e a maneira como os dados foram organizados antes da montagem.

Avaliação 

Avalie a produção final e o envolvimento dos alunos nas aulas anteriores. Verifique se os alunos foram capazes de identificar o tipo adequado de gráfico para as informações que possuíam, se conseguiram montá-los com clareza e com todas as informações necessárias.

Fonte: Revista Nova Escola.

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