terça-feira, 22 de abril de 2008

Dinâmica de Grupo.


Dinâmica De Grupo


Por Erynat FERNANDES

Gestalt.
DINÂMICA DE GRUPOS

As ciências sociais oferecem hoje aos indivíduos diversos meios que permitem incentivar os educandos a participarem ativamente do processo de aprendizagem, trabalhando em grupos.

Esses recursos diferem, de certo modo, dos processos habituais do ensino formal e acadêmico e são os resultado de uma evolução natural e progressiva das doutrinas pedagógicas os séculos, a partir do século XVII, com RATKE (1612) que começou a preocupar-se com os princípios e regras do ensino e com BACON (1620) que salientava a importância da observação, seleção de dados, formulação de hipóteses e generalização para a conquista do conhecimento, caracterizando assim o método indutivo.

Em 1637, Descartes, complementando as idéias de Bacon, apresentou quatro princípios " para guiarem o espírito em busca da verdade'':

1º) não admitir nada como verdadeiro, se não se oferece como evidente (evidência);

2º) dividir cada uma das dificuldades em tantas partes quantas forem necessárias para resolvê-las melhor (análise);

3º) ir do mais fácil e simples ao mais complexo (síntese)

4º) fazer enumeração completa e geral para ter a segurança de não haver omitido nada (comparação).

A preocupação de Bacon e Descartes era buscar normas, imprimindo uma ordem nas idéias até então apresentadas, procurando, assim, metodizar o processo de aprendizagem.

Em 1657, Comenius lançou as bases para obter-se maior rapidez no ensino, com economia de tempo e energia, tornando conhecido o termo Didática. Comenius valorizava o educando, enfatizando que '' somente fazendo é que se aprende''. Em 1762, Rousseau proclamou a importância do conhecimento da natureza psíquica do educando, chegando, assim ao conceito de educação paidocêntrica: ''O educando é o objeto e o guia da educação.''

Ao estudarmos a dinâmica do trabalho em grupo contatamos algumas etapas necessárias para uma boa aprendizagem são elas:

1º)o aluno só aprende bem quando o faz pessoalmente por observação, reflexão e experimentação (auto-ensino).

2º) o ensino deve ser adaptado à natureza peculiar de cada aluno (ensino diferenciado)

3º) deve-se desenvolver, junto à formação intelectual, as aptidões manuais, e, em geral toda a energia criadora (ensino integral).

4º) a matéria de ensino deve ser organizada de tal modo que chegue a ter efeito global na formação do educando (ensino globalizado)

5º) torna-se necessário socializar o ensino, por meio de trabalhos em grupos, respeitando e fortalecendo ao mesmo tempo a individualidade dos educandos, pois educação é vida, educar é preparar para a vida (ensino socializado). Pode-se observar que a Dinâmica de Grupos surgiu comoresultadoda evolução natural de diferentes correntes pedagógicas, que progressivamente tentavam soluções tendentes a dar ao ensino um caráter mais socializante e ativo.

Daí o surgimento da Dinâmica de Grupos: primeiro, como réplica ao ensino livresco, formal e acadêmico;segundo pela necessidade atual de ministrar conhecimentos que superam os programas escolares, exigindo do professor preocupações constante em desenvolver habilidades paraque o educando venha conquistar de modo próprio esses novos conhecimentos.

O QUE É DINÂMICA DE GRUPO

Como se vê a dinâmica de Grupos, fundou-se originariamente na teoria da forma ou Gestalt. Seguindo esta concepção estruturalista, a Dinâmica de Grupos estuda as torças que afetam a conduta do grupo, começando por analisar a situação grupal como um todo com força própria (Gestalt). A partir desse estudo, surge o conhecimento de cada um dos seus componentes (o todo dá sentido às partes).

Podemos dizer, pois, que Dinâmica de Grupos é adisciplinamoderna dentro do campo da Psicologia Social que se ocupado estudo da condutados grupos como um todoe das variações da conduta individualde seus membros, das relações entre os grupos, da formulação de leis e técnicasque aumentam a eficácia dos grupos.

A Dinâmica de Grupos é sempre orientada para produzir aprendizagens, de diversas índoles, entre os seus membros.

Os Grupos são autênticos instrumentos utilizados dinamicamentepelo docente, como o fim de promever o desenvolvimento individualdos seusintegrantes.

Naturalmente que será muito mais fácil para o professor recorrer a um livro e ditá-lo em classe do que organizar um meio ambiente e um conjunto de atividades que possibilitem ao educando crescer e alcançar os estados de conduta desejados. Porém, está comprovado que o uso da Dinâmica de Grupos veio facilitar o trabalho do ''novo professor'' para a sociedade atual. com o auxílio das técnicas grupais, épossívelao docente desenvolver no educando outras habilidades de caráter formativo, à medida que são ministradosos conhecimentos pretendidos.

Estes passam a ser meios que o docente utiliza, com a ajuda da Dinâmica de Grupos, para conduzir o educando a fazer uso de suas potencialidade, não somente para atender a seus próprios interessespessoais, mas sobretudo para atender aos interesses da comunidade.

O QUE É GRUPO

Existem vários conceitos de grupo um deles poderíamos citar como exemplo seria o de HOMANS que conceitua Grupo como sendo uma quantidade de pessoas que se comunicam amuíde entre si, durante certo tempo, com o fim de estudar um problema e que são suficientemente poucas como para que cada uma delas possa comunica-se com todas as demais de maneira dinâmica e direta.

Devemos salientar também, para melhor compreensão desse conceito, que para constituir um Grupo não basta reunir um número reduzido de pessoas, nem haver um interesse comum; é necessário, ainda que haja interação entre seus componentes, o que representa o núcleo essencial do Grupo.

Compreende-se por interação ação recíproca em que cada indivíduo, em sua relação com os demais, respeita e procurar se colocar frente aos problemas surgidos respeitando a individualidade de cada um mais buscando um ponto comum.

A partir do momento que o grupo se torna mais numeroso a interação se torna mais complexa, em tal caso, as reações que se suscitam no grupo transforma-se em fenômenos de massas, assim dificultando o trabalho em grupo.

Ao lermos KNOWLES ele coloca que a Dinâmica de Grupos se caracteriza-se em:

-uma associação defensível (identificação entre as pessoas)

-consciência de grupo (percepção coletiva de unidade)

-participação com os mesmo propósitos (objetivos comuns)

-dependências recíproca para a satisfação de necessidades (ajudamútua)

-ação recíproca (grande comunicabilidade)

-existência de uma estrutura interna (distribuição dos papeis sociais)

-habilidades para atuar em forma unitária (o grupo pode comportar-se como um organismo unitário).

Podemos concluir que o verdadeiro sentimento de grupo somente existe quando há um forte laço de simpatia uma união dentro do grupo e um sentimento do ''nós'', que costuma manifestar-se nos seus integrantes ao usarem a 1ª pessoa do plural.

ELEMENTOS BÁSICOS PARA AÇÃO EM GRUPO

Os elementos básicos para um bom comportamento grupal, com fins educativos:

-o grupo; os objetivos; as técnicas grupais; o docente.

-O GRUPO-

Para HOMANS"a capacidade para a vida em grupo se aprende por sua vez, nos grupos", se estes não são sadios, a aprendizagem será prejudicada.

Entre as formas mais comuns dos indivíduos se manifestarem com relação à insatisfação aos trabalhos em grupos existem:

- a agressão- que se manifesta em palavras ou gestos, quando as suas idéias são aceitas;

- a compensação- quando o indivíduo procura a compensação em outros interesses fora o administrado pelo grupo;

- a projeção-o indivíduo transfere a outro sentimento de sua própria inadequação

- a conversão-é a transformação da energia física em um sintoma ou queixa de doença, após a sua frustração perante o trabalho.

- negativismo- o indivíduo frustrado responde negativamente a todas as alternativas.

O que se observa é que a toda uma necessidade de ajuste frente aos muitos obstáculos que surgem durante e depois da organização do trabalho em grupo.

A necessidade da ação permanente da busca pela igualização de idéias, objetivos e conquistas. Somente com a interação total do grupo a um efetivo consenso no trabalho.

O OBJETIVO

Para que um grupo exista a necessidade que haja um objetivo definido, muitas vezes os membros do Grupo não percebem as razões da existência deste; entretanto à medida que a ação se faz presente, vai obtendo uma maior coesão grupau e os indivíduos se vão inteirando do em que e para que estão trabalhando em grupo.

Um grupo para produzir, necessita, pois, ter objetivos estabelecidos e definidos com a maior clareza desde o principio. O ideal é que esses objetivos sejam definidos com a participação direta de todos os membros do grupo, pois dessa forma o grupo se sente mais unido e trabalha com maior interesse.

CONCEITO DE LIDERANÇA

O termo liderança tornou-se tão desgastado e confuso que vem sendo usado como qualquer tipo de influência de um indivíduo sobre outro, podendo ir desde a persuasão lógica até a mais brutal dominação física.

Atualmente das pesquisas e estudos realizados, surge uma ''nova interpretação'' de liderança Vários autores procuram evidenciar o problema através de seus conceitos. Assim para Cartwright , é a realização de funções necessárias e a adaptação a situações mutáveis.

De acordo com essa concepção, os grupos são flexíveis na atribuição de funções de liderança a diferentes membros, de acordo com as mudanças de condições.

Os líderes eficientes são sensíveis as transformações de condições de seus grupos e flexíveis na adaptação de seu comportamento às novas exigências.

Pode-se esperar o aperfeiçoamento de liderança não a partir do aperfeiçoamento dos líderes separados dos grupos, mas através da modificação das relações entre os líderes e os outros participantes.

Finalmente concluímos que a liderança se observa pela influência que deixa nos membros do grupo em termos de objetivos e planos de ação que as pessoas descobrem por si, com o auxílio do líder, do senso de responsabilidade e satisfações dominantes em grande parte do grupo.

Há vários tipos de ambientes de grupo exemplos:

- Ambiente paternalista.

Onde o líder é cordial e amável, esse tipo de liderança evita discordâncias e produz uma ação feliz e efetiva.

- Ambiente democrático.

Nesse tipo o líder leva em consideração as opiniões do grupo antes de tomar decisões, a responsabilidade é compartilhada.

- Ambiente participativo

Na estrutura participativa, os membros trabalham em conjunto para chegarem a uma coesão do grupo.

Há também estudos levando-se em consideração a presença de alguns indivíduos dos grupos como, por exemplo:

Indivíduos perguntadores, aquele que quer se exibir, que impor a sua opinião, às vezes esta bem informado mais que colocar suas idéias.

O sabe-tudo. Aquele indivíduo que fala tudo e sem para, exceto o assunto em questão.

O tagarela. Aquele indivíduo que perturba o ambiente, que se coloca em meio às falas e nunca se posiciona com relação a nada, em cima do muro.

O do contra.

Indivíduo que discute e se coloca contra sempre, muitas vezes sem ter fundamento para tais atitudes.

O mudo voluntário.

Indivíduo que nunca se interessa por coisa alguma, acha as questões muito complicas ou simples demais e procura manter calado.

O Tímido

Aquele indivíduo que não tem coragem ou mesmo habilidade para expressar suas idéias. Teme crítica

O obstinado

Indivíduo que ignora totalmente o ponto de vista dos outros, não cede de maneira alguma.

O do as apartes

È o indivíduo distraído, pede apartes para falar do assunto ou de outras coisas.

O interrogativo

Indivíduo que interroga tudo, a questionamento muitas vezes sem fundamento.

CONCLUSÃO

Ao fim desse trabalho podemos deixar bem clara a importância da Dinâmica de Grupos, visto que o indivíduo dentro desse espaço trabalha em conjunto com outras pessoas, assim desenvolvendo o seu potencial como ser agente dentro da sociedade. Observamos a importância do líder que se faz presente, junto a determinado grupo, sua colaboração (influência) se torna importante ao se observar à necessidade da organização e clareza dos objetivos.

A Dinâmica do Grupo se torna bem sucedida através de um bom relacionamento entre os indivíduos, assim as dificuldades encontradas meio a sociedade de tornam mais fácies de se resolver.

BIBLIOGRAFIA:

BERSTUN, Marcos...

Tradução: MARCO, Liana Di





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A História Da Infância.


Abordagem Sobre A História Da Infância
 
Há inúmeras literaturas que tentam resgatar a historia da infância e teorizam sobre ela, mostrando sua dinâmica ao longo dos tempos. Nas abordagens de Áries (1986), ela faz um estudo cronológico partindo da Idade Media. Seus estudos mostram que nessa época não havia lugar para a infância, desde muito cedo a criança já fazia parte do mundo do adulto. Aos sete anos, o menino era entregue ao homem para ser educado, aprendia a montar cavalos, a atirar e a usar o arco e a flecha e táticas de guerra, e a instrução das meninas ficava a cargo das mães.

No século XIII, a primeira referencia sobre a criança é representada em forma de anjinhos, através de estatuas e pinturas. A segunda referencia, a criança e representada sob a forma, a aparência de um rapaz jovem, era a idade em que o menino era educado nos mosteiros, preparado para ajudar na celebração da missa. Noutro período, surge outra referencia de criança que seria o modelo e o ancestral de todas as crianças pequenas da historia da arte e da humanidade – o menino Jesus – uma dedução do adulto em miniatura.

No final da Idade Media as cenas de gênero infantil não se consagra á descrição exclusiva da infância, mas tinham nas crianças seus personagens principais, que nos sugere duas idéias de infância:

1ª idéia mostra que na vida cotidiana crianças e adultos se misturavam em reuniões de trabalhos, passeios e jogos, as crianças participavam dos mesmos jogos e brincadeiras dos adultos.

2ª idéia mostra que os pintores e escultores da época retratavam as crianças pela sua graça e beleza, crença na pureza infantil.

As crianças desde cedo aprendiam as profissões com suas famílias ou em casas de aprendizes e trabalhavam em oficinas. Neste período também, não se tinha noção de família, a organização familiar é um construto histórico e social, constituído gradativamente através de regras estabelecidas até chegar á organização monogâmica. A família nuclear aparece coma ascensão da burguesia.

No século XVII, Idade Moderna, a infância é vista como uma fase sem importância, os adultos não se apegavam ás crianças por considerá-las uma perda eventual, pois elas morriam com muita facilidade devido á situação de negligencia em que viviam.

A visão de infância como uma etapa do desenvolvimento do ser humano, que tem características próprias, bem definidas é uma idéia moderna. Ela surge no contexto social e histórico da modernidade, com a redução dos índices de mortalidade infantil, graças ao avanço das ciências e ás mudanças econômicas.

A descoberta da infância, no século XVIII, e sua evolução pode ser acompanhada através de pesquisas, pinturas, estatuas, fotos, objetos e brinquedos da época. A infância que antes não passava de uma loteria entre a vida e a morte, agora se encontra amparada no seio da família, devendo a criança ser educada e protegida desde a mais tenra idade, dentro dos princípios que regem a sociedade.

Descobrem-se que a criança tem necessidades próprias, carece de cuidados, amor e respeito – ROUSSEAU E FREBEL -. A idéia de infância, que precisa ser paparicada e moralizada nasceu no interior das classes medias que se formavam no interior da burguesia. Esse sentimento de infância, de preocupação e investimento da sociedade e do adulto sobre a criança, de criar formas e regulação de infância e família, são idéias que surgiram com a modernidade.

Estudos sociológicos sobre a infância, a forma como olhamos e nos relacionamos com ela, tem afirmado que ela é, enquanto categoria social, uma idéia moderna, construída histórica e socialmente.

Ate este século,a idade da vida correspondia a etapas biológicas e funções sociais, onde a adolescência se confundia com a infância e estava ligada á idéia de dependência. Só se tornava independente ao sair da dependência dos pais. Meninos e meninas usavam os mesmos trajes. Esse habito durou ate 1770 nos paises da Europa, no Brasil, prevaleceu até 1930.

A infância tomou seu lugar na historia alcançado pelo avanço dos conhecimentos, na valorização de seus direitos na vida familiar e social e nas instituições de modo geral.

O sentimento de infância surge no Brasil no século XIX, com a necessidade instrução i ampliação das escolas para atender as massas. No inicio o atendimento á infância foi marcado pela idéia de assistencialismo e amparo ás crianças necessitadas, com o objetivo de diminuir a mortalidade infantil desvalida ou moralmente abandonada.

Não há uma infância única, igual para todas as crianças, nem para as que vivem num mesmo período histórico, num mesmo pais, ou cidade, ou bairro, rua ou casa. Nem todas vivem da mesma forma no que diz respeito ás condições sócio-culturais e econômicas.

Até 1930 não havia nenhuma iniciativa do governo brasileiro em prol da educação infantil.


Só a partir de 1932, com o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, é que surgem estabelecimentos de atendimento á infância, a cargo de particulares, mas não atendiam crianças da camada popular, eram escolas para a elite brasileira. O atendimento á camada popular fora da família para os filhos que ainda não freqüentavam o ensino primário, estava vinculado á questão da saúde, tinha um caráter assistencial-patoral.

A LDB, Lei 4.024/61, Art. 23, aponta a criação de jardins de infância, destinada aos menores de sete anos, no Plano de Assistência ao Pré-escolar-PAPE, sob a influencia do Fundo Nacional da União para a Infância e Adolescência, e no UNICEF, que era um programa de assistência emergenciais para as massas, de baixo custo financeiro.

O modelo de educação infantil adotado a partir da década de 70, é um modelo voltado para a educação da camada popular menos favorecida. A educação infantil só passou a fazer parte da Educação Básica Nacional, e a ser motivo de preocupação dos órgãos que legislam sobre educação após 1988, com a Constituição Federal/88, Art. 208, que determina o dever do Estado com a educação, e em especial a infantil, que será efetivada mediante a garantia de atendimento em creches e pré-escolas para crianças de 0 a 6 anos. Este foi o grande marco na historia da educação brasileira.

A infância brasileira recebeu também o apoio do Estatuto da Criança e do Adolescente e da LDBN/96, que determina: todas as instituições de educação infantil sejam integradas aos Sistemas de Ensino Nacional.

O desenvolvimento integral da criança depende de cuidados e de necessidades que estão relacionados á dimensão afetiva, hábitos higiênicos, alimentação, saúde e a forma como esses cuidados e essas necessidades são oferecidos, e os conhecimentos que se tem a respeito de seus procedimentos. Na busca da identidade da educação infantil, o desafio é afirmar a necessidade de se integrar educação e cuidados, que é a especificidade dessa modalidade de educação: cuidar e educar a criança pequena. Nas instituições de educação infantil, o cuidado e a educação são vistos como funções complementares e indissociáveis aos cuidados e á educação dada no âmbito da família.



BASILIO, L. C. KRAMER, S. Infância, educação e direitos humanos.São Paulo: Cortez. 2003. 135p.

ARIÉS, Philippe. Historia social da criança e da família. Rio de Janeiro. Zahar.1986.

KUHLMANN, M. J. Infância e educação infantil: uma abordagem histórica. 2 ed. Porto Alegre. Mediação. 2001.210p.

CRUZ, S. H. V. Infância e educação infantil: resgatando um pouco de historia. UFV. 2000.

ARCE, A. FRIEDRICH FROEBEL. O pedagogo dos jardins de infância. Petrópolis. Vozes 2002. 117p.


Artigo de,
REGINA CELIA DE FREITAS SOBREIRA
TITULAÇÃO: PEDAGOGA
www.webartigos.com

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Airton Senna. Tributo. (vídeos).



Airton Senna. 3 vezes campeão do F1. Ganhou o GP do Brasil só com a 1ª e 6ª marchas. Pra mim o melhor piloto de fôrmula 1

Pelé eterno camisa 10 (vídeo mix).



Atleta do século, mais de 1.200 gols. Parou uma gurerra. Com a seleção brasileira ganhou 3 copas do mundo. Além de jogadas gêniais.

OS 7 HÁBITOS DAS PESSOAS MUITO EFICAZES


OS 7 HÁBITOS DAS PESSOAS MUITO EFICAZES


A Ética do carácter ensina que existem princípios básicos para uma vida proveitosa, que as pessoas só podem conquistar o verdadeiro sucesso e a felicidade duradoura quando aprendem a integrar esses princípios a seu carácter básico. Depois da primeira guerra, a visão do sucesso deslocou-se da ética do carácter para a ética da personalidade. O sucesso tornou-se uma decorrência da personalidade, de atitudes e comportamentos são técnicas que lubrificam o processo de interação humana. A ética da personalidade trilha para dois caminhos : o das técnicas nas relações públicas e humanas e uma atitude mental positiva.
Os sete hábitos das pessoas muito eficazes abrangem a maioria dos princípios fundamentais da eficiência humana. Estes hábitos são básicos, primordiais. Eles representam a interiorização dos princípios corretos nos quais se baseiam o sucesso e a felicidade duradoura.
A palavra paradigma vem do grego e significa modelo, teoria, percepção, modeloou pressuposto de referência. Em um sentido geral, é a maneira como vemos o mundo.
As influências marcantes em nossas vidas: família, escola, religião, trabalho, amigos e paradigmas sociais em vigor, como a ética da personalidade foram responsáveis por um impacto inconciênte e silencioso em nossas mentes, ajudando a formar nossos quadros de referências, paradigmas e mapas.
Os paradigmas são poderosos, pois se constituem nas lentes pelas quais vemos o mundo. A força contida na mudança do paradigma impulsiona os saltos qualitativos, seja a mudança de um processo lento e desequilibrado ou uma transformação instantânea. A ética da personalidade mostra que podemos tomar algumas atitudes dramáticas, botar as coisas nos devidos lugares, despedir alguém para obrigar os empregados a tomar jeito e dar valor ao que possuem. Ou podemos descobrir algum progama de treinamento e motivação que os tornará mais interessados. Ela nos diz também que para resolvermos alguns problemas devemos elaborar um novo método de planejamento ou um seminário que ajudará a lidar com todas as pressões de forma eficaz.
Os sete hábitos das pessoas muito eficazes tratam precisamente de um nível mais profundo de pensamento, de uma abordagem centrada nos princípios e baseada no carácter, que vem de dentro para fora e se volta para a eficácia pessoal e interpessoal. A maioria dos princípios contidos nos sete hábitos fazem parte da nossa natureza íntima, de nossa
consciência e de nosso senso comum. Para identificá-los, desenvolvê-los e utiliza-los para resolver nossos problemas mais graves, prescisamos modificar os nossos paradigmas, passando a um nível diferente, novo, no qual adotamos uma atitude “de dentro para fora”.
Nosso carácter, basicamente, é composto pelos hábitos que desenvolvemos. Os hábitos constituem fatores poderosos em nossas vidas. Uma vez que representam padrões coerentes e muitas vezes inconscientes, eles servem para exprimir nosso carácter no dia-a-dia, sendo responsável por nossa eficácia, ou ineficácia.
Definiremos um hábito como intersecção entre o conhecimento, a capacidade e a vontade. O conhecimento é o paradigma teórico, o que fazer e o porquê. A capacidade é como fazer e a vontade é a motivação, o desejo de fazer para tornar algo um hábito em nossas vidas, precisamos reunir esses 3 elementos. A mudança ser/ver é um processo ascendente . O ser altera o ver, que por sua vez muda o ser e assim por diante. Através do trabalho com o conhecimento a capacidade e a vontade, conseguirmos atingir novos níveis de eficácia pessoal e interpessoal, rompendo com os antigos paradigmas que prestaram a fonte do pseudo- segurança por tantos anos. Uma mudança precisa ter como motivação um objetivo nobre, acrescida da disposição para subordinar o que quer no momento ao que realmente quer para o futuro.
Os sete hábitos não são um conjunto desconexo de fórmulas para estimular pessoas. Em harmonia com as leis naturais do crescimento, eles abordam de modo progressivo, sequencial e integrado o desenvolvimento da eficácia pessoal e interpessoal. O ponto culminante de nossas vidas tem a ver com os outros, pois a vida humana se caracteriza pela interdependência. No processo de amadurecimento, a dependência é o paradigma de você : Você não fez a coisa certa. Você fez a coisa certa. Você tem que tomar conta de mim. A culpa é toda sua. A independência é o paradigma do eu: Eu sei fazer. Eu sei fazer. Eu sou responsável. Eu sei escolher. A interdependência é o paradigma do nós: Nós podemos cooperar. Nós vamos unir nossos talentos e habilidades para juntos criarmos algo maior. As pessoas dependentes precisam das outras para conseguir o que desejam. As pessoas independentes conseguem obter o que desejam através de seu próprio esforço. As pessoas interdependentes combinam seus próprios esforços com os esforços dos outros para conseguir um resultado muito melhor.


Segunda Parte”Vitória Interna”

O Hábito 1 é a autoconsciência que permite guardamos uma certa distância, e examinemos até mesmo o modo como “ vêmos” a nós mesmos, nosso paradigma pessoal, o paradigma mais fundamental da eficácia. Ele afeta não somente nossas atitudes e comportamentos, mas também o jeito como vemos as outras pessoas. Ele se torna nosso mapa da natureza básica da humanidade.
Proatividade significamuito mais do que tomar a iniciativa. Implica que nós, como seres humanos, somos responsáveis por nossas próprias vidas. Nosso comportamento resulta das decisões tomadas, e não das condições externas. Temos a capacidade de subordinar os sentimentos aos valores. Possuímos iniciativa e responsábilidade para fazer com que as coisas aconteçam.
As pessoas reativas são afetadas pelo ambiente social. Elas constroem sua vida emocional em torno do comportamento dos outros, permitido que a franqueza alheia ao controle. Os reativos são levados pelos sentimentos, circustâncias, condições e ambiente. Os proativos são guiados pelos seus valores, cuidadosamente pensados, selecionados e interiorizados. Tomar a iniciativa significa reconhecer a responsabilidade de fazer com que as coisas aconteçam.
Os problemas que enfrentamos encaixam-se em uma das 3 categorias: controle direto( problemas que envolvem o comportamento dos outros ) e controle inexistente ( problemas que não podemos interferir, como nosso passado ou realidades situacionais).
Problemas que envolvem o controle direto são resolvidos quando trabalhamos em cima de nossos hábitos. Problemas de controle indireto são resolvidos pela modificação de nossos métodos de influência. Problemas de controle inexistente implicam em assumir a responsabilidade de mudar nossa atitude em relação ao que não podemos modificar.
O primeiro passo é a solução de um problema, seja de controle direto, indireto ou inexistente, está ao nosso alcance. Modificar nossos hábitos, modificar nossos métodos de influência e o modo que vemos os problemas de solução inexistente são metas cometidas dentro de nosso círculo de influência.
Como pessoas proativas, podemos controlar no momento, e concentrar esforços no que podemos mudar.


Começar com o objetivo na mente

Princípios de liderança pessoal, no Hábito 2 se aplica a múltiplas circunstâncias e níveis de vida, a aplicação mais importante de começar com o objetivos na mente . Cada momento de sua vida -o comportamento de hoje amanhã da semana que vem do mês que vem. Ao manter esse objetivo claro na mente, voçe fica certo sabendo que qualquer coisa pode ser feita em dias determinados. Para começar com um objetivo na mente tem que ter uma compreênsão clara do destino, dar os passos na direção correta. É possível ser muito ocupado e ser muito eficaz. Podemos viver correndo e ser até muito mais eficientes, mas só seremos verdadeiramente eficazes, quando tivermos um objetivo na mente e quando tivermos um objetivo na mente ganha-se uma perspectiva diferente.

Todas as Coisas São Criadas Duas Vezes :

Primeiramente você pensa, fica imaginando depois poe em prática esse sonho, assim você criou duas vezes, por isso à medida que compreendermos o princípio das duas criações, e aceitamos a responsabilidade por ambas, agimos na parte interna e aumentamos os limites do nosso círculo de influências, se não operarmos em harmonia com este princípio, nem assumirmos o controle da primeira criação nos o diminuímos.
Liderança e Administração:
A Administração é uma visão dos métodos fala sobre a melhor forma de conseguir as coisas e a Liderança lida com os objetivos que diz, quais são as coisas que desejo conseguir. Uma liderança proativa forte prescisa monitorar constântemente a mudança no meio social, particularmente dos hábitos de compra e impulsos dos consumidores, fornecendo a energia necessária para organizar os recursos.Nenhum sucesso da Administração consegue compensar o fracasso da liderança. A liderança faz falta ainda em nossas vidas pessoais, estamos nos dedicando a administrar com eficácia, a estabelecere a atingir metas antes de ter esclarecido quais nossos valores.
Reescrevendo os Papéis:

Torna-se seu próprio criador inicial. Os outros dons exclusivamente humanos adicionais, que permitem a expansão da proatividade e o exercicío da liderança pessoal em nossas vidas são a imaginação e a consciência. Através da imaginação conseguimos visualizar os mundos potencialmente existentes dentro de nós. Uma vez que já vivemos dentro de diversos papéis que foram passados para nós, o processo de escrever nosso próprio papel é na verdade, muito mais um processo de reescrever, ou de mudança de paradigma.ça de paradigma. Assim quando os desafios chegarem eu posso tomar minhas decisões baseado nestes valores.
Declaração de Missão Pessoal:

Se consentra naquilo que a pessoa deseja ser e fazer, e nos valores ou princípios nos quais o ser e o fazer estão fundados.

No Centro:

É aquilo que lidamos com nossa visão e nossos valores, é aqui que usamamos o don da consciência. O que estiver no centro de nossa vida será a fonte de nossa segurança que representa o seso de valor, orientação que representa a fonte do rumo da vida, sabedoria que é sua perspectativa de vida,e o poder que seria a capacidade de agir. Esses quatro fatores são interdependentes. A segurança e uma orientação clara geralmente geram a verdadeira sabedoria, e a sabedoria é a faisca ou catalizador que libera e dirige o poder.

Centros Alternativos:

Cada um de nós temos um centro, apesar de costumeiramente nãoos reconhecemos como tais.
Centro no cônjuge; o casamento pode ser a mais íntima, satisfatória, duradoura e estável das relações humanas. Pode parecer natural ou apropriado centrar a vida em ummarido ou esposa.
Centro na Família; área de concentração de energia e grandes investimentos emocionais ela fornece grandes oportunidades para relacionamentos profundosamor companheirismo.
Centro no Dinheiro; mais um centro lógico comum na vida das pessoas: ganhar dinheiro, a segurança econômica é base para a existência de oportunidades de se agir em outras esferas da vida.
Centro no Trabalho; uma pessoa centrada no trabalho pode ficar viciada na sua atividade prof., mergulhando na produção com sacrifício da saúde.
Centro nos bens; não somente nos bens materiais, também os inatingíveis, esse centro é frágilporque pode desaparecer rapidamente.
Centro no Prazer; próximo dos bens, vivemos num mundo onde a satisfação imediata está disponível e imediata.
Centro nos Amigos/Inimigos; pode se consentrar em uma ou mais pessoas assumindo algumas características do casamento. Inimigo ninguém colocaria de caso pensado.
Centro na Igreja; existem pessoas que ocupam seu tempo com a igreja.
Centro no eu; sua forma é a mais óbvia é o egoísm, queviola os valores das pessoas.
Identificando o seu Eu; talvés a melhor forma de identificar o seu para os fatores de sustentação da vida.

Usando todo o seu cérebro:

A autoconciência nos leva a examinar nossos próprios pensamentos. As descobertas indicam basicamente que cada um dos hemisférios do cérebro esquerdo ou direito mostra tendência de especialização e controle de diversas funções, o hemisfério esquerdo é mais lógica, verbal, lida com análise que significa desmontar e com o tempo, o hemisfério direito é intuitivo, criativo, imaginativo, significa reunir e intemporal. As pessoas usam os dois lados mais sempre um lado predomina. Conforme tomamos consciência destas capacidades diferentes, podemos utilizar conscientemente a mente para atender as necessidades específicas de maneira mais eficaz.
As duas maneiras de controlar o cérbro direito; criativo.quando somos capazes de aproveitar a criatividade, mais seremos capazes de visualizar o tempo e as circunstâncias presentes, de projetar um quadro holístico daquilo que desejamos ser e fazer da vida. Que são expandindo a perspectiva e a valorização e afirmação.





Identificando Papéis e Metas:

O cérebro esquerdo é lógico ele é importante quando se tenta capturar as imagens, sesações e senas do cérebro direito. Cada um de nós possui uma quantidade de papéis diferentes para desempenhar na vida. Áreas ou setores nos quais temos responsabilidades.

Declarações de Missão Familiar :

Ela cria condições para a continuidade e a unidade família, bem para uma boa orientação. Quando os valores indivíduais se harmonizam com os da família, os membros trabalham juntos para atingir propósitos comuns, que são sentidos profundamente.

Declarações de Missão Organizacional:

As declarações de missão organizacional são vitais para as organizações bem sucedidas. Um dos eixos mais importantes de trabalho com organizações reside na assistência para que desenvolvam declarações de missão eficazes. Um dos problemas fundamentais das organizações, incluindo as famílias é que as pessoas não se comprometem com as determinações que outras pessoas fazem para as suas vidas.

Hábito 3, Primeiro o Mais Importante:

É a realização , a transformação em realidade, a emergência natural dos hábitos.Administre com o esquerdo e lidere com o direito.


Carolina Tolentino autora.

MATERIALISMO DIALÉTICO


A FILOSOFIA DE MARX

MATERIALISMO DIALÉTICO

Baseado em Demócrito e Epicuro sobre o materialismo e em Heráclito sobre a dialética (do grego, dois lógos, duas opiniões divergentes), Marx defende o materialismo dialético, tentando superar o pensamento de Hegel e Feuerbach.

A dialética hegeliana era a dialética do idealismo (doutrina filosófica que nega a realidade individual das coisas distintas do "eu" e só lhes admite a idéia), e a dialética do materialismo é posição filosófica que considera a matéria como a única realidade e que nega a existência da alma, de outra vida e de Deus. Ambas sustentam que realidade e pensamento são a mesma coisa: as leis do pensamento são as leis da realidade. A realidade é contraditória, mas a contradição supera-se na síntese que é a "verdade" dos momentos superados. Hegel considerava ontologicamente (do grego onto + logos; parte da metafísica, que estuda o ser em geral e suas propriedades transcendentais ) a contradição (antítese) e a superação (síntese); Marx considerava historicamente como contradição de classes vinculada a certo tipo de organização social. Hegel apresentava uma filosofia que procurava demonstrar a perfeição do que existia (divinização da estrutura vigente); Marx apresentava uma filosofia revolucionária que procurava demonstrar as contradições internas da sociedade de classes e as exigências de superação.

Ludwig Feuerbach procurou introduzir a dialética materialista, combatendo a doutrina hegeliana, que, a par de seu método revolucionário concluía por uma doutrina eminentemente conservadora. Da crítica à dialética idealista, partiu Feuerbach à crítica da Religião e da essência do cristianismo.

Feuerbach pretendia trazer a religião do céu para a Terra. Ao invés de haver Deus criado o homem à sua imagem e semelhança, foi o homem quem criou Deus à sua imagem. Seu objetivo era conservar intactos os valores morais em uma religião da humanidade, na qual o homem seria Deus para o homem.

Adotando a dialética hegeliana, Marx, rejeita, como Feuerbach, o idealismo, mas, ao contrário, não procura preservar os valores do cristianismo. Se Hegel tinha identificado, no dizer de Radbruch, o ser e o deve-ser (o Sein e o Sollen) encarando a realidade como um desenvolvimento da razão e vendo no deve-ser o aspecto determinante e no ser o aspecto determinado dessa unidade.

A dialética marxista postula que as leis do pensamento correspondem às leis da realidade. A dialética não é só pensamento: é pensamento e realidade a um só tempo. Mas, a matéria e seu conteúdo histórico ditam a dialética do marxismo: a realidade é contraditória com o pensamento dialético. A contradição dialética não é apenas contradição externa, mas unidade das contradições, identidade: "a dialética é ciência que mostra como as contradições podem ser concretamente (isto é, vir-a-ser) idênticas, como passam uma na outra, mostrando também porque a razão não deve tomar essas contradições como coisas mortas, petrificadas, mas como coisas vivas, móveis, lutando uma contra a outra em e através de sua luta." (Henri Lefebvre, Lógica formal/ Lógica dialética, trad. Carlos N. Coutinho, 1979, p. 192). Os momentos contraditórios são situados na história com sua parcela de verdade, mas também de erro; não se misturam, mas o conteúdo, considerado como unilateral é recaptado e elevado a nível superior.

Marx acusou Feuerbach, afirmando que seu humanismo e sua dialética eram estáticas: o homem de Feuerbach não tem dimensões, está fora da sociedade e da história, é pura abstração. É indispensável segundo Marx, compreender a realidade histórica em suas contradições, para tentar superá-las dialeticamente. A dialética apregoa os seguintes princípios: tudo relaciona-se (Lei da ação recíproca e da conexão universal); tudo se transforma (lei da transformação universal e do desenvolvimento incessante); as mudanças qualitativas são conseqüências de revoluções quantitativas; a contradição é interna, mas os contrários se unem num momento posterior: a luta dos contrários é o motor do pensamento e da realidade; a materialidade do mundo; a anterioridade da matéria em relação à consciência; a vida espiritual da sociedade como reflexo da vida material.

O materialismo dialético é uma constante no pensamento do marxismo-leninismo (surgido como superação do capitalismo, socialismo, ultrapassando os ensinamentos pioneiros de Feuerbach).

Paulistão 2008: Guaratinguetá 1x2 Ponte Preta / Semi-Final (19-04-)



Que sufoco, mas estamos na final do paulistão 2008. Se a Ponte for campeã, tem que ser feita uma estatua para o goleiro Aranha, simplesmente fechou o gol. 107 anos de história vai completar 108 este ano.

Vamos levantar este caneco

Metodologia Científica. Monografia. (projeto).


O Projeto da Pesquisa

Escolha do Tema

Existem dois fatores principais que interferem na escolha de um tema para o trabalho de pesquisa. Abaixo estão relacionadas algumas questões que devem ser levadas em consideração nesta escolha:


Fatores internos

- Afetividade em relação a um tema ou alto grau de interesse pessoal.
Para se trabalhar uma pesquisa é preciso ter um mínimo de prazer nesta atividade. A escolha do tema está vinculada, portanto, ao gosto pelo assunto a ser trabalhado. Trabalhar um assunto que não seja do seu agrado tornará a pesquisa num exercício de tortura e sofrimento.

- Tempo disponível para a realização do trabalho de pesquisa.
Na escolha do tema temos que levar em consideração a quantidade de atividades que teremos que cumprir para executar o trabalho e medi-la com o tempo dos trabalhos que temos que cumprir no nosso cotidiano, não relacionado à pesquisa.

- O limite das capacidades do pesquisador em relação ao tema pretendido.
É preciso que o pesquisador tenha consciência de sua limitação de conhecimentos para não entrar num assunto fora de sua área. Se minha área é a de ciências humanas, devo me ater aos temas relacionados a esta área.


Fatores Externos

- A significação do tema escolhido, sua novidade, sua oportunidade e seus valores acadêmicos e sociais.
Na escolha do tema devemos tomar cuidado para não executarmos um trabalho que não interessará a ninguém. Se o trabalho merece ser feito que ele tenha uma importância qualquer para pessoas, grupos de pessoas ou para a sociedade em geral.

- O limite de tempo disponível para a conclusão do trabalho.
Quando a instituição determina um prazo para a entrega do relatório final da pesquisa, não podemos nos enveredar por assuntos que não nos permitirão cumprir este prazo. O tema escolhido deve estar delimitado dentro do tempo possível para a conclusão do trabalho.

- Material de consulta e dados necessários ao pesquisador
Um outro problema na escolha do tema é a disponibilidade de material para consulta. Muitas vezes o tema escolhido é pouco trabalhado por outros autores e não existem fontes secundárias para consulta. A falta dessas fontes obriga ao pesquisador buscar fontes primárias que necessita de um tempo maior para a realização do trabalho. Este problema não impede a realização da pesquisa, mas deve ser levado em consideração para que o tempo institucional não seja ultrapassado.


Levantamento ou Revisão de Literatura

O Levantamento de Literatura é a localização e obtenção de documentos para avaliar a disponibilidade de material que subsidiará o tema do trabalho de pesquisa.
Este levantamento é realizado junto às bibliotecas ou serviços de informações existentes.


Sugestões para o Levantamento de Literatura

Locais de coletas

Determine com antecedência que bibliotecas, agências governamentais ou particulares, instituições, indivíduos ou acervos deverão ser procurados.


Registro de documentos

Esteja preparado para copiar os documentos, seja através de xerox, fotografias ou outro meio qualquer.

Organização

Separe os documentos recolhidos de acordo com os critérios de sua pesquisa.

O levantamento de literatura pode ser determinado em dois níveis:
a - Nível geral do tema a ser tratado.
Relação de todas as obras ou documentos sobre o assunto.

b - Nível específico a ser tratado.
Relação somente das obras ou documentos que contenham dados referentes à especificidade do tema a ser tratado.


Problema

O problema é a mola propulsora de todo o trabalho de pesquisa. Depois de definido o tema, levanta-se uma questão para ser respondida através de uma hipótese, que será confirmada ou negada através do trabalho de pesquisa. O Problema é criado pelo próprio autor e relacionado ao tema escolhido. O autor, no caso, criará um questionamento para definir a abrangência de sua pesquisa. Não há regras para se criar um Problema, mas alguns autores sugerem que ele seja expresso em forma de pergunta. Particularmente, prefiro que o Problema seja descrito como uma afirmação.

Exemplo:
Tema: A educação da mulher: a perpetuação da injustiça.
Problema: A mulher é tratada com submissão pela sociedade.


Hipótese

Hipótese é sinônimo de suposição. Neste sentido, Hipótese é uma afirmação categórica (uma suposição), que tente responder ao Problema levantado no tema escolhido para pesquisa. É uma pré-solução para o Problema levantado. O trabalho de pesquisa, então, irá confirmar ou negar a Hipótese (ou suposição) levantada.


Exemplo: (em relação ao Problema definido acima)
Hipótese: A sociedade patriarcal, representada pela força masculina, exclui as mulheres dos processos decisórios.

Justificativa

A Justificativa num projeto de pesquisa, como o próprio nome indica, é o convencimento de que o trabalho de pesquisa é fundamental de ser efetivado. O tema escolhido pelo pesquisador e a Hipótese levantada são de suma importância, para a sociedade ou para alguns indivíduos, de ser comprovada.
Deve-se tomar o cuidado, na elaboração da Justificativa, de não se tentar justificar a Hipótese levantada, ou seja, tentar responder ou concluir o que vai ser buscado no trabalho de pesquisa. A Justificativa exalta a importância do tema a ser estudado, ou justifica a necessidade imperiosa de se levar a efeito tal empreendimento.


Objetivos

A definição dos Objetivos determina o que o pesquisador quer atingir com a realização do trabalho de pesquisa. Objetivo é sinônimo de meta, fim.
Alguns autores separam os Objetivos em Objetivos Gerais e Objetivos Específicos, mas não há regra a ser cumprida quanto a isto e outros autores consideram desnecessário dividir os Objetivos em categorias.
Um macete para se definir os Objetivos é colocá-los começando com o verbo no infinitivo: esclarecer tal coisa; definir tal assunto; procurar aquilo; permitir aquilo outro, demonstrar alguma coisa etc..


Metodologia

A Metodologia é a explicação minuciosa, detalhada, rigorosa e exata de toda ação desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa.
É a explicação do tipo de pesquisa, do instrumental utilizado (questionário, entrevista etc), do tempo previsto, da equipe de pesquisadores e da divisão do trabalho, das formas de tabulação e tratamento dos dados, enfim, de tudo aquilo que se utilizou no trabalho de pesquisa.


Cronograma


O Cronograma é a previsão de tempo que será gasto na realização do trabalho de acordo com as atividades a serem cumpridas. As atividades e os períodos serão definidos a partir das características de cada pesquisa e dos critérios determinados pelo autor do trabalho.
Os períodos podem estar divididos em dias, semanas, quinzenas, meses, bimestres, trimestres etc.. Estes serão determinados a partir dos critérios de tempo adotados por cada pesquisador.

Exemplo:


ATIVIDADES / PERÍODOS
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
1Levantamento de literatura
X









2Montagem do Projeto
X








3Coleta de dados

X
X
X





4Tratamento dos dados


X
X
X
X



5Elaboração do Relatório Final




X
X
X


6Revisão do texto







X

7Entrega do trabalho








X

Este material consegui no site, http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/met05.htm
Neste site tem muito material sobre este assunto. Vale a pena dar uma conferida.

Defesa de T.c.c. e Monografias. (dicas).



Após  achar umas dicas de defesa de T.C.C. e monografias , achei interessante compartilhar com vocês.

Dicas para apresentação do TCC na banca

1. Evite Gírias/ cuide o vocabulário
2. Seja objetivo e conciso
3. Olhe nos olhos da banca e da platéia. Demonstre segurança (se estiver com medo, olhe para a testa ou para cabeça que o efeito é o mesmo…)
4. Faça pequenas pausas entre os assuntos.
5. Seja profissional/ a apresentaço deve ser de igual para igual, com humildade, sem arrogância.
6. Não “compre briga” com a banca.
7. Demonstre energia, vontade e não seja indiferente, apático.
8. Vista-se de acordo com a ocasião, apresente-se como o profissional que você é ou que gostaria de ser. Não esqueça: não é um dia qualquer.
9. Flexione a voz, não mantenha um tom constante, crie contrastes.
10. Defenda seu trabalho com convicção: não use “eu acho”, substitua por “eu acredito”, etc.
11. Descanse e durma bem a noite anterior.
12. Deixe um relógio na mesa para não precisar ficar olhando para o pulso toda hora.
13. Se você usa óculos de grau eventualmente, esse é o dia de usá-lo.
14. Se possível, utilize recursos visuais (conte apenas com o retroprojetor…)
15. Visite a sua sala antes da apresentação. Ambiente-se com o espaço. Visualize-se apresentando.
16. Segure uma caneta na mão. Assim você não corre riscos de fazer gestos obscenos.
17. Se houver oportunidade, movimente-se. Demonstra segurança em relação a apresentação e domínio do tema.
18. Não peça desculpas. Ignore os erros. Siga adiante. Você deve retificar apenas se o erro for de “conteúdo”, não “de apresentação” (esquecer palavras, branco, etc.)
19. O que está em jogo é a sua segurança em relação a sua escolha e a execução do seu trabalho. Seja firme. Defenda com vontade as suas escolhas.
20. Use o seu orientador como álibi. Se você não souber responder alguma questão. Diga que “nós” optamos por seguir essa linha… ou “conforme o meu orientador”… (nesse dia o seu orientador não irá intervir na sua apresentação.)
21. A melhor maneira de preparar, é ler o conteúdo umas vinte vezes e depois apresenta-lo na frente do espelho mais umas vinte vezes.
22. Nada substitui o treino. Depois da quinta “tentativa” de apresentação, você começa a ligar o “automático” e a apresentação flui sem maiores esforços. As demais são para ajustes…
Site: Meire da Rocha.
http://meiradarocha.jor.br/news/2007/05/17/dez-dicas-fundamentais-para-monografia-e-tcc/

domingo, 20 de abril de 2008

S.O.S. Band - Tell Me If You Still Care



Adoro esta Banda.

Uma mente Brilhante. (filme).



Sinopse
John Nash (Russell Crowe) é um gênio da matemática que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade e o tornou aclamado no meio onde atuava. Mas aos poucos o belo e arrogante John Nash se transforma em um sofrido e atormentado homem, que chega até mesmo a ser diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos que o tratam. Porém, após anos de luta para se recuperar, ele consegue retornar à sociedade e acaba sendo premiado com o Nobel.
Este final é emocionante. Se der assista, vael a pena. Obrigado por visistar meu blog.

Diretor de Escola.


Administração escolar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Administração escolar é uma especialidade do pedagogo, que pode ser obtida no Brasil através de cursos de habilitação, incorporada ou não à licenciatura em pedagogia, ou através de especialização.

Atuação

O administrador escolar atua junto ao corpo docente e discente das instituições de ensino, coordenando as práticas pedagógicas, bem como acompanhando o desenvolvimento do currículo, é o responsável legal e administrativo pelo estabelecimento. De um modo geral tem a função de diretor da intituição. Administração escolar é uma especialidade do pedagogo, que pode ser obtida no Brasil através de cursos de habilitação, incorporada ou não à licenciatura em pedagogia, ou através de especialização. O administrador escolar atua junto ao corpo docente e discente das instituições de ensino, coordenando as práticas pedagógicas, bem como acompanhando o desenvolvimento do currículo, é o responsável legal e administrativo pelo estabelecimento. De um modo geral tem a função de diretor da instituição

Supervisão de Ensino.



Supervisão de ensino
é uma especialidade do pedagogo, que pode ser obtida através de cursos de habilitação, incorporada ou não à licenciatura em pedagogia, ou através de especialização. O supervisor de ensino atua junto ao corpo docente das instituições de ensino, coordenando as práticas pedagógicas, bem como acompanhando o desenvolvimento do currículo.

O que faz um Orientador Educacional ?


Na instituição escolar, o orientador educacional é um dos profissionais da equipe de gestão. Ele trabalha diretamente com os alunos, ajudando-os em seu desenvolvimento pessoal; em parceria com os professores, para compreender o comportamento dos estudantes e agir de maneira adequada em relação a eles; com a escola, na organização e realização da proposta pedagógica; e com a comunidade, orientando, ouvindo e dialogando com pais e responsáveis.

Apesar da remuneração semelhante, professores e orientadores têm diferenças marcantes de atuação. "O profissional de sala de aula está voltado para o processo de ensino-aprendizagem na especificidade de sua área de conhecimento, como Geografia ou Matemática", define Mírian Paura, da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. "Já o orientador não tem currículo a seguir. Seu compromisso é com a formação permanente no que diz respeito a valores, atitudes, emoções e sentimentos, sempre discutindo, analisando e criticando."

Embora esse seja um papel fundamental, muitas escolas não têm mais esse profissional na equipe, o que não significa que não exista alguém desempenhando as mesmas funções. Para Clice Capelossi Haddad, orientadora educacional da Escola da Vila, em São Paulo, "qualquer educador pode ajudar o aluno em suas questões pessoais". O que não deve ser confundido com as funções do psicólogo escolar, que tem uma dimensão terapêutica de atendimento. O orientador educacional lida mais com assuntos que dizem respeito a escolhas, relacionamento com colegas, vivências familiares.

Se você se interessa em seguir essa carreira, saiba que é preciso ter curso superior de Pedagogia ou pós-graduação em Orientação Educacional.

O que ele faz

Contribui para o desenvolvimento pessoal do aluno.

Ajuda a escola a organizar e realizar a proposta pedagógica.

Trabalha em parceria com o professor para compreender o comportamento dos alunos e agir de maneira adequada em relação a eles.

Ouve, dialoga e dá orientações.

Quer saber mais?

Escola da Vila, Unidade Butantã, R. Barroso Neto, 91, CEP 05595-010, São Paulo, SP, tel. (0_ _11) 3726-3578

BIBLIOGRAFIA

Ação Integrada - Administração, Supervisão e Orientação Educacional, Heloísa Lück, 66 págs., Ed. Voz.

A Orientação Educacional - Conflito de Paradigmas e Alternativas para a Escola, Mírian Paura S. Zippin Grinspun, 176 págs., Ed. Cortez.

O que faz um Coordenador Pedagógico?


O papel do coordenador pedagógico

Também conhecido em algumas regiões do país como supervisor ou orientador, o coordenador pedagógico é o responsável pela transposição da teoria para a prática escolar.

Ajudar a elaborar e aplicar o projeto da escola, dar orientação em questões pedagógicas e, principalmente, atuar na formação contínua dos professores são algumas das funções do coordenador pedagógico, um especialista em refletir sobre o trabalho em sala de aula.

Seu papel é estudar, problematizar e aplicar as teorias em cada uma das disciplinas para fundamentar o fazer e o pensar do professor.

Assim, é necessário que ele antecipe conhecimentos para o grupo. Para isso é preciso ler muito, não só obras com conteúdo pedagógico, mas também livros de literatura, jornais, revistas e navegar em sites de diversas áreas.

Um bom coordenador é também um apreciador das diferentes manifestações culturais; visita regularmente museus e exposições; vai ao cinema e ao teatro.

Em muitas escolas, cabe a esse profissional, ainda, dar o atendimento aos pais e ajudar a resolver problemas de disciplina dos estudantes.

Por tudo isso, o coordenador pedagógico só vai desempenhar bem seu ofício se for um líder e garantir o apoio da direção em suas ações e reivindicações, como infra-estrutura e liberação de tempo para aperfeiçoamento e capacitação para estudos para todos os professores.

O que faz o coordenador:

• Ajuda a elaborar a proposta pedagógica da escola e garante que ela seja posta em prática.

• Orienta pais e responsáveis, alunos, educadores e demais funcionários da instituição à manutenção das posturas pedagógicas.

• Responde pela formação dos docentes.


Fonte: eAprender - www.eaprender.com.br - Assessoria Pedagógica IBEP

Temperamento, Caráter e Personalidade.




Temperamento, Caráter e Personalidade

Contribuição de Silney Ortlieb
04 de September de 2006

Estando a caracteriologia Reichiana estruturada em função dos bloqueios, é fundamental clarear os conceitos básicos
tais como: Temperamento, caráter, constituição, comportamento e personalidade. O conceito de temperamento só deve
ser referir às bases congênitas dos indivíduos, a tudo que é referente à constituição; ou seja, é a base congênita dos
indivíduos que diferencia os indivíduos em suas particularidades fisiológicas e morfológicas presentes desde a vida
embrionária e fetal com as respectivas predominâncias biológicas, embrionária e neurovegetativa. É a soma dos efeitos
do metabolismo sobre a vida mental e afetiva, devido às trocas químicas que se efetuam no organismo.
O diálogo no nível emocional entre mãe e filho se dá através das ligações neuro-hormonais comunicadas pelo
cordão umbilical. O sistema nervoso autônomo altera a pressão sanguínea através dos batimentos cardíacos e ritmos
respiratórios, contemporaneamente o hipotálamo ativa o sistema endócrino aumentando a produção de neuro-hormônios.
Estes aumento hormonal é jogado na corrente sanguínea que se altera pela pressão sanguínea nas situações emocionais
e afetivas, alterando os processos químicos que passam a Ter a tonalidade emocional das emoções maternas. O
temperamento sendo estruturado na situação endócrina constitucional , vai se caracterizando com o somatório de todas as
alterações emocionais maternas, não pode, portanto se modificar nem corrigir apenas prevenir com os cuidados
gestacionais da mãe. O caráter sim pode ser modificado, sendo o instrumento viável de se controlar, cuidar ou
administrar o temperamento. O período da formação do temperamento constitucional termina com o desmame do
individuo com sua entrada na neuromuscularidade que possibilita atitudes intencionais. É a partir da maturação das fibras
nervosas que se mielinizam, que é possível haver intencionalidade dos movimentos promovendo a passagem da
motilidade dos movimentos involuntários para a mobilidade dos voluntários. Antes disso o comportamento se
caracteriza mais por uma reatividade do que por uma intencionalidade, o que determina um indivíduo reativo que usa a
sua reatividade como defesa, não tendo possibilidade de construir com intencionalidade suas ações. A maturação da
funcionalidade neuromuscular é que possibilita a formação da caracterialidade, só é possível se falar da caracterialidade
com a entrada da passagem da motilidade para a mobilidade. Um desmame precoce ou se mal feito, antecipa
precocemente a maturação, forçando a atividade neuromuscular a entrar em funcionamento sem a sua respectiva
prontidão o que provoca a formação da caracterialidade. Uma atividade neuromuscular precoce, forçosamente induzida não
permite à criança viver seu momento biológico e biográfico de separação de maneira fisiológicamente adequada. Esta situação
estabelece uma persistência do elemento psicológico insatisfeito, marcando o comportamento do indivíduo com um
“resíduo” de importância emotiva que determinar uma imaturidade psico-afetiva. O “resíduo” se
coberto defensivamente pela neuromuscularidade determina uma caracterialidade de cobertura. Sendo o
temperamento constitucional, ele não é atingido pela terapia. Com ela, ajudamos a trabalhar a caracterialidade para que
esta possa conter (no sentido de dar continente) ao temperamento. Não é possível mexer no temperamento, mas é
possível mexer com uma adaptação ao temperamento, com uma integração entre temperamento e caráter para se ter uma
personalidade. O psicótico é um temperamental que pode ser ajudado teperauticamente a gerir seu temperamento com
uma progressiva maturação caracterial. O problema do psicótico é o de conter sua energia, ajuda-lo a não
dispersar/espalhar a sua energia, poder administrar a pouca energia que tem para poder ajuda-lo a estruturar um Eu,
uma caracterialidade. No psicótico ocorreu uma fixação na situação na embrionária, fetal ou neo-natal que determina seu
comportamento. Temos aqui um Eu que existe mas não é, um Eu temperamental, intra e extra uterino, parido mas não
nascido , estático, reptiliano, fusional devido a impossibilidade de se vincular, impossibilidade de entrar em simbiose
por continuar fusionado, sendo um com o outro de si. Pode Ter aqui uma cobertura caracterial como forçatura
neuromuscular que não está devidamente amadurecida, mas que dá um suporte para não surtar. O comportamento
que é nosso modo habitual de agir, não é o caráter e sim um instrumento de expressão do caráter. O comportamento
se expressa sempre mediante um atividade neuromuscular de forma voluntária. A motivação do comportamento nos
homens se encontra no cérebro límbico (afetividade), cérebro reptiliano (preservação), e com uma condição neocortical
que expressa o comportamento que é o soma, corpo intencional. Sob a ótica energética sistêmica de Ginovino Ferri,
um dano embrionário ou fetal privilegiará principalmente o desenvolvimento do reptiliano para assegurar a
sobrevivência aonde a situação de stress recairá principalmente sobre as funções basilares do primeiro nível reichiano
(olhos, nariz e ouvidos). Esta fixação determina uma formação ineficaz nos tele receptores que são os órgãos de contato com
a realidade desde a vida intra-uterina. Após o nascimento os tele receptores serão deficitários por hiperorgonia relativa
em um terreno hiporgonótico, impossibilitando suportar a realidade ou afetando a capacidade de aceita-la. Esta
deficiência determina um núcleo psicótico que com o tempo, havendo stress existencial, poderá explodir o processo
psicótico com a clássica manifestação alucinatória da realidade. A explosão psicótica se deve à subtração de energia a favor do
reptiliano com o objetivo de sobreviver mesmo que em condições temperamentais . Numa situação temperamental, a função
límbica é primária por não poder se expressar devido a predominância reptiliana, ou melhor, o límbico se expressa em
condições reptilianas. É por isso que o psicótico é uma pessoa desafetiva, que tem a sua afetividade desorganizada,
desestruturada. No bordeline temos também uma situação temperamental encoberta por uma cobertura caracterial. Um
aleitamento deficitário influirá sobre a formação do Eu que se fixará no temperamento, no aleitamento o neo-nato
recebe anticorpos e ácidos graxos insaturados contidos no leite materno ajudando-o em sua imunidade biológica. Tal
situação preserva uma vulnerabilidade ligada ao sentimento de perda, marcando uma tendência à depressão que pode se
tornar psicótica se houver eventos existenciais muito frustrantes que fazem ruir as defesas do Eu (self-control). A
Blog dos Terapeutas - Psicoterapia Reichiana, bioenergética, terapia sistêmica, terapia de casal, terapia de familia.
http://www.blogdosterapeutas.com.br/site Fornecido por Joomla! Produzido em: 20 April, 2008, 11:12
depressão psicótica se relaciona com a oralidade insatisfeita protegida pela cobertura caracteril ao fim de seu
desenvolvimento psico afetivo a fim de resguardar a débil estrutura de Eu. Personalidade é definida como a soma de
temperamento mais caráter. Quando falamos em temperamento e caráter, inserimos o Eu, contituição, comportamento
e personalidade. Quando falamos de um temperamental de uma personalidade estamos falando de uma necessidade
de exprimir uma pulsão enquanto uma necessidade profunda inadiável, ligada a vitalidade como sendo um instinto de
preservação. É um comportamento que emerge enquanto uma necessidade de exprimir imediatamente uma pulsão
inadiável, tendo portanto características vitais de tudo ou nada. A caracterialidade é a capacidade de poder voltar,
avaliar, refletir sobre as pulsões. É a possibilidade de poder conter, esperar e administrar as necessidades pulsionais,
“se eu não satisfaço esta minha necessidade pulsional imediatamente não vou morrer, posso me adaptar”.
Aqui está a diferença entre necessidade e desejo, na situação temperamental tem necessidade e na caracterial tem
desejo. O caráter seria o nosso modo de comportamento em relação ao ambiente com a passagem pela possibilidade
de contato e comunicação. Se estrutura em função do ambiente que gera também o superego. A formação do caráter é um
elemento histórico que permite a estruturação do Ego que é corporal. Para haver ma formação caracterial é necessária a
constituição de um Eu que está ligada a função ocular para a percepção da realidade. A formação do caráter é uma
consequência histórica da modificação de certas pulsões pelo ambiente que circunda o neonato. Surge da necessidade do
indivíduo de se exprimir ou se defender de certas situações que interferem internamente (situações intrapsíquicas) e/ou
externamente (situações interpsíquicas). O intra e o inter psíquico tem como ponto de encontro a periferia do organismo
que é aonde se estrutura a couraça caracterial muscular. O temperamento tem a ver com a informação, já o caráter
com o amadurecimento. A constância é temperamental, a coerência é caracterial. O temperamento está para a
tendência assim como o caráter está para a ação. Frustações ou gratificações no período intra-uterino determina um
imprinting, um certo modo de estruturar-se como uma potencialidade caracterial, que se exprime ao nascer enquanto
um enorme potencial de um Eu fetal. No temperamento precisa-se apagar, eliminar, descarregar imediatamente a
pulsão vivida ou sentida. Quando se faz possível esperar, alimentar um desejo e elabora-lo enquanto um projeto interno
de realidade e não externo de fuga está aí presente uma situação caracterial estruturada neuromuscularmente. Segundo
a psicopatologia funcional, o caráter seria apenas o maduro (genital), havendo diferentes bloqueios nos diferentes
níveis corporais falamos de caracterialidade como expressão dos cortes energéticos característicos de cada patologia.
No caráter genital haveria um equilíbrio harmônico, uma homeostase fisiológica entre o temperamento e o caráter.
Constituição
= situação dos pais no momento da concepção + genoma (carga genética) Temperamento
= constituição biológica + relação temperada pela mãe sob as influencias de suas emoções e afetos durante
a gravidez até os nove meses + ínicio de adaptabilidade ao meio (vivências infantis primitivas)
Vivências infantis primitivas
= condições maternas na gestação + vivências intra-uterinas Personalidade prévia =
temperamento (vivências da primeira infância).
Personalidade = temperamento + carater
Neurose
= personalidade prévia (caracterialidade) + situação traumática atual
Silney Ortlieb.
Blog dos Terapeutas - Psicoterapia Reichiana, bioenergética, terapia sistêmica, terapia de casal, terapia de familia.
Fonte:
http://www.blogdosterapeutas.com.br/site

A Memória.



O Processo de Fabricação de Memória

A figura acima representa uma visão esquemática e simplificada de memória e os processos envolvidos em fazer e armazenar uma memória. Como pode ser visto no diagrama, a fabricação de uma memória consiste em vários depósitos de informação, cada qual representando um papel diferente no processo de informação e formação das recordações.

1. Entrada Sensorial e o Depósito Sensorial
A existência desta primeira fase de memória foi descoberta por George Sperling. O depósito sensorial consiste em memória de muito curto prazo. A aquisição de informação acontece nesta primeira fase. Informação que entra neste depósito entra na forma de entradas sensoriais de todos orgãos dos sentidos. Este depósito pode segurar grandes quantias de informação; virtualmente toda informação que entra nas sensações. Tecnicamente, existe um depósito sensorial diferente para cada sensação, mas a maioria dos diagramas do processamento de memória , como o o de cima, simplificam estes depósitos sensorials separados para um depósito sensorial genérico que representa todas as sensações. Informação armazenada aqui é informação crua, sensorial, e não tendo sido analisada para algum significado. Informação de depósito sensoriais decai rapidamente em questão de alguns segundos. Então, uma decisão deve ser tomada depressa sobre que informação será transferida para o próximo depósito de memória para ser analisada e de que informação será esquecida.
2. A Transferência de Informação do Depósito Sensorial
A informação que será transferida fora de depósito sensorial e não perdida é aquela informação que nós decidimos assistir. A informação que nós prestamos atenção para e passar para o segundo nível de armazenamento de memória consiste em informação que realizará as tarefas ou metas que nós buscamos realizar naquele momento. O melhor exemplo de como este processo de escolher e prestar atenção a informação particular acontece é o Fenômeno de coquetel. Nós todos já passamos por situações onde numerosas conversações estão acontecendo e nossas mentes estão sendo bombardeadas com informação. Estas situações mostram como nós escolhemos a informação que nós desejamos assistir. Uma vez que nós decidimos qual informação para assistir, nós usamos um processo chamado Reconhecimento de Padrão para transferir informação do armazenamento sensorial para a memória de curto prazo, ou primária. O processo de reconhecimento de padrão envolve associação de significando a um padrão sensorial. Esta informação é testada na presença ou ausência das funções sensorials elementares. Em outras palavras, nós reconhecemos um padrão de dados sensoriais crus como algo significante. Este processo é extremamente complexo e ainda não completamente compreendido. 3. Depósito de Memória primária, ou a curto prazo
A depósito de memória a curto prazo, também definida como depósito de memória primária, por William James, consiste em informação do depósito sensorial. Este depósito também é comparado com informação que nós estamos conscientemente informados. Informação registrada na depósito a curto prazo é um reflexo do incentivo original. Estudos feitos para determinar a natureza de informação armazenada em memória a curto prazo descobriram aquela informação é principalmente acústica em natureza.
O Buffer de EnsaioParte da depósito a curto prazo consiste em um buffer de ensaio. Informação pode ser obtida e segurada indefinidamente aí se for ensaiado, ou repetida inúmeras vezes. Nós podemos escolher que informação entrará e será armazenada no buffer de ensaio.
Duração e Armazenamento de Informação
A duração de informação em memória a curto prazo é pequena e decaimento normalmente acontece dentro aproximadamente 15 segundos. Informação pode ser copiada ou pode ser transferida deste depósito para depósito a longo prazo. A informação que será lembrada ou será esquecida depende de eventos antes e depois que a informação seja armazenada. Eventos que acontecem antes a armazenamento da informação podem efetuar a quantidade de informação lembrada e armazenada, e por quanto tempo. Em estudos administrados em interferência, foi descoberto que conhecimento anterior de um tópico particular afeta a habilidade para codificar e se lembrar de informação nova relacionada àquele tópico. Por exemplo, os que possuem conhecimento extenso em um tópico anterior para exposição de informação nova relacionada àquele tópico podem melhor codificar e se lembrar de informação que os com pequeno ou nenhum conhecimento prévio. Isto é chamado interferência proativa. Eventos que acontecem após o armazenamento informação também podem afetar o armazenamento, também chamada interferência de reativa. Estudos feitos em interferência e o armazenamento de informação em memória a curto prazo concluiram que ao quanto mais semelhante a informação obtida antes e depois do armazenamento seja à informação desejada, o mais provável é interferir.
Capacidade da Memória a curto prazo Determinar a capacidade do depósito de memória a curto prazo, um procedimento de amplitudememória é usado. Este procedimento consiste em leitura e teste da recuperação de vários tipos diferentes de cadeias de informação. Estudos feitos por George Miller usando um procedimento como este determinram que o depósito a curto prazo pode segurar 7 ítens de informação mais ou menos 2. Um ítem de informação consiste em um pedaço de informação como uma carta, número, formula, ou frase. Um pedaço é qualquer coisa que o cérebro armazena como uma representação unitária. Então, o cérebro pode registrar e segurar mais informação em memória a curto prazo se é organizado em alguns pedaços de informaçãode alto nível, como agrupar letras em palavras.
Recuperação de Memória a curto prazoForam administrados muitos estudos para determinar como recuperação acontece na memória a curto prazo. Recuperação depende de fatores acústicos epor isso erros freqüentemente feitos em recuperação são semelhantes em som à informação original. Assim recuperação é sensível a fatores acústicos. Recuperação de informação de memória a curto prazo é feita em uma procura seqüencial e exaustiva. Estudos em tempo de reação descobriram aquela recuperação é seqüencial em natureza. Tempo de reação de recuperar informação é linear e crescente. Em outras palavras, o quanto maior a informação estocada, o mais tempo leva. Recuperação também é exaustiva em natureza. Estudos feitos no tempo de reação de voluntários mostraram que leva a mesma quantia de tempo para voluntários procurarem por informação para responder " sim " para perguntas sobre informação em armazenamento e responder " não " para perguntas sobre informação em armazenamento. Pode parecer que procurar por informação e parando a certa informação quando respondendo " sim " para uma pergunta deveria ser mais rápido que procurando toda a informação em armazenamento e responder " não ". Porém, leva a mesma quantia de tempo para ambos. Então procuras são exaustivas em natureza.
4. depósito de Memória secundária, ou A longo prazo
A depósito de memória a longo prazo, ou depósito secundário, consiste em informação que nós temos permanentemente mais disponível. A capacidade desta depósito é ilimitada. Sem uma depósito a longo prazo de memória, não haveria nada - nenhum livro, nenhuma televisão, nenhuma aprendizagem, e nenhuma comunicação. Poder se lembrar, informação de depósito, e recorda ro passado é extremamente importante para vida como nós a conhecemos.
Ensaio e o Armazenando de Informação em Memória A longo prazoO processo de ensaio é usado para registrar informação da depósito a curto prazo na depósito a longo prazo. Estudos por Donald Hebb (veja outra página) demonstraram que aquela recuperação melhora em informação se aquela informação é ensaiada e repetida. São usados dois tipos de ensaio para armazenar informação em memória. Um tipo está chamado ensaio de manutenção. Este processo acontece no buffer de ensaio de memória a curto prazo. É armazenada informação em baixo nível, acústica e pode ser mantida indefinidamente aí, mas nunca entra na depósito a longo prazo. O outro tipo de ensaio é ensaio elaborativo. Neste tipo de ensaio, é levada informação e são criados códigos ou meios de se lembrar disto. Estes códigos armazenam a informação na depósito a longo prazo e fazem isto recuperável em algum momento futuro. Ensaiando e armazenando informação em memória a longo prazo, nós tentamos organizar a informação de um modo significativo. Isto é feito tentando ajustar a informação nova para um preexistente categoria lógica, ou criando uma armação lógica nova que segurará a informação em uma unidade coesa. Um modo que nós organizamos informação em unidades significativas é usando mnemônicos. Mnemônicos são truques de memória ou técnicas que nós usamos, como imagem, histórias, etc., isso organiza informação e faz isto mais fácil se lembrar. Nós também organizamos informação em agrupamentos ou pedaços baseados em uma categoria semelhante, ou baseados em um contexto subjetivo ou significativo para nós mesmos.
Tipos de Informação e Memória em depósito a longo prazoSão armazenados dois tipos de memória na depósito a longo prazo; episódico e semântico. O primeiro tipo é memória de episodico, ou um registro de experiências de vida pessoais e eventos. Informação em memória episodica é associada com um lugar e/ou tempo particular. O segundo tipo de memória é memória semântica, ou informação que não é associado com um tempo particular ou lugar. Memória semântica inclui conhecimento nós temos sobre palavras, idioma, e símbolos; os significados deles/delas; relações entre eles; e regras por usar e os manipular. Estudos feitos para determinar o tipo de informação armazenado em memória a longo prazo revelaram aquela informação é principalmente semântica em natureza, ou relacionada a significando.
Recuperação de depósito a longo prazoPorque informação conteve a depósito a longo prazo é principalmente semântico em natureza, recuperação é sensível à informação semântica. Recuperação está baseada em facilitação. Em outras palavras, o acesso a informação que reside em uma certa categoria facilitará, ou faz acesso a outra informação naquela categoria mais fácilmente. São ativadas localizações de memória para uma categoria temporariamente no processo de recuperação e são acessíveis para uso se desejado. Recuperação de informação do depósito a longo prazo está baseado em uma procura limitada. Estudos em recuperação determinaram que uma procura direta e limitada é feita para achar o tipo ou categoria de informação desejada.
Possíveis Modelos para Memória Semântica Acredita-se que traços de memória que permanecem no cérebro não são cópias literais de um evento, mas são fragmentadas e distorcidas representações do estímulo original. Porém, grande debate existe exatamente em como são armazenadas recordações no cérebro. A natureza exata da memória e como é armazenado e é organizado no cérebro tem que ainda ser entendida completamente.
I. Modelos de cadeia
Em 1969, modelos de redes para memória semântica foi teorizado por Alan Collins e Ross Quillan. De acordo com estes modelos, informação armazenada em memória semântica é conectada através de vínculos em uma cadeia enorme. Informação é hierarquicamente organizada em relações logicamente aninhadas. Quer dizer, são armazenadas propriedades de uma classe particular de coisas em lugar em uma hierarquia que corresponde àquela classe. Assim, memória semântica é representada por uma cadeia gigante de nodos interconectados. Estes nodos representam conceitos individuais, idéias, ou eventos. Vínculos ou conexões que existem entre estes nodos estão baseados em relações entre os conceitos. Por exemplo, um modelo hierárquico começaria ao topo com o humano e as características básicas de um humano. Debaixo disto estariam subcategories de macho e fêmea e as características definindo destas categorias, etc. Assim os modelos de cadeia estão baseado em uma estrutura hierárquica de conceitos relacionados e as características deles/delas.
II. Modelos Conjunto-Teóricos
David Mye conceituou modelos conjunto-teóricos para representar memória semântica em 1970. Este modelo está baseado na idéia que o significado de uma memória é representado como um conjunto de características semânticas. Assim um conjunto incluiria todos os gatos, um conjunto todas as cores, e assim por diante. Todos os elementos de um conjunto também incluiriam atributos básicos do conceito que é representado por aquele conjunto, como todos os atributos de gatos, etc. Assim, este tipo de modelo está baseado na idéia que memória consiste em um conjunto de atributos.
III. Modelos de característica-comparação
O Modelo de Característica-comparação para memória semântica foi teorizado por Smith, Shoben, e Rasgos em 1974. Este modelo está baseado na suposição que o significado de uma memória é representado como um conjuntos de características semânticas. As características semânticas consistem em definir características, ou esses que são aspectos essenciais ao significado do item, e características próprias, ou as que descrevem mas não é preciso definir o item. Por exemplo, o pisco-de-peito-ruivo tem várias características definindas, como penas, e asas, e vários characeristic próprias, como é pequeno, e é inocente. Pôr informação nova em categorias predefinidas ou julgar se algo pertence em uma categoria, uma comparação é usando acabado ambos os tipos de características. Comparando características de artigos para os pôr em categorias significantes, assuntos estão constantemente mais rápidos em julgar alguns artigos que outros. Itens julgados mais rapidamente são esses que são mais típicos ou representativos da categoria. Isto é chamado o efeito de typicality.
5. Recuperação de Informação de Memória
Trabalhando MemóriaRecuperação de informação contida depósitos de memória consiste em um complexo, processo de reconstrução. Este processo confia no funcionamento de memória de trabalho. memória de trabalho consiste em processos de decisão que administram a ativação de informação nos depósitos de curto e longo prazo. Estes processos administram que informação é ativada na depósito a longo prazo e que informação é retida ou acontece no depósito a curto prazo. Memória de trabalho consiste em informação armazenada para completar propósitos presentes ou metas brevemente.
O Processo de reconstrução de recuperaçãoComo mostrado no diagrama, recuperação de informação está baseada em preconceitos e ruído que existem na ocasião em que a recuperação é desejada. Assim, a situação atual e incentivos que existem na influência de ambiente externo e interno o sucesso de recuperação. O armazenar com o passar do tempo de rastros de memória é um processo de reconstrução. São alteradas progressivamente com o passar do tempo recordações. Memória é altamente associativa e é influenciada por esses eventos antes dos que acontecem e depois do processo de codificação. Com o passar do tempo, nós tendemos a levar memória incompleta, fragmentada. Assim, recordações recordadas a uma mais recente data não estão iguais à original. Nós refabricamos, ou construimos memórias para preencher buracos com informação que provável terá acontecido e ajustar a memória para recordações. Recuperação de memória é um processo de reconstrução e não de memória.
Problemas de Recuperação Fracasso para ser capaz para recordar memória é uma ocorrência comum. Freqüentemente tempos, nós tentamos nos lembrar de informação e conhecemos isto está na " ponta de nossas línguas ", mas nós estamos impossibilitados ter acesso isto. O rastro de memória ainda existe, mas não pode ser recordado. Tais ocorrências como sonhos, amnésia, supressão e repressão, hipnose, histeria, e personalidades fendidas mostram os problemas e complexidades de recuperação. É comum para pessoas disfarçar ou perder intencionalmente ou sem querer de rastros armazenados para proteger o ego de angústia, medo, ou dor. Isto é comum em casos de abuso, particularmente em infância. recuperação e fracasso para recordar estão baseado em processos de atenção. Nós escolhemos rejeitar conscientemente ou inconscientemente ou memória particular seleta localiza e este processo de atenção determina se ou não podem ser recordados rastros.
Fonte: UFRGS.

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