quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Links de resenhas sobre alfabetização científica.


http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n22/n22a16.pdf
http://www.apagina.pt/arquivo/Artigo.asp?ID=3465
http://educacaodialogica.blogspot.com/2008/09/resenha-passo-passo.html
http://educacaodialogica.blogspot.com/2008/09/alfabetizao-cientfica-e-formao.html
http://www.ilea.ufrgs.br/episteme/portal/pdf/numero12/episteme12_resenha_lopes.pdf


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DOMINGO É DIA DE CIÊNCIA: História de um Suplemento dos Anos de Pós-Guerra. Resenha.


RESENHA

BERNARDO ESTEVES

DOMINGO É DIA DE CIÊNCIA: História de um
Suplemento dos Anos de Pós-Guerra
Rio de Janeiro: Azougue, 2006. 200p.

MARINA ASSIS FONSECA
Mestre em Educação
Programa de Pós-Graduação em História da Ciência
Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG

Ciência para Todos foi um suplemento mensal de divulgação científica que circulou no período de
1948 a 1953 encartado no jornal carioca A Manhã. O suplemento tratava de temas ligados à ciência e à tecnologia visando à promoção da ciência brasileira. Tal iniciativa se contextualiza no período de fortalecimento da pesquisa nas universidades brasileiras e de surgimento de instituições tais como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em 1948, e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em 1951. Seções intituladas “Cinema Educativo”, “Ciência Pitoresca”, “Prata da Casa”, “O Lado Humano dos Cientistas”, “No Mundo da Aviação”, “No Laboratório e na Aula”, entre muitas outras, compuseram esse suplemento, especialmente voltado aos jovens, aos educadores e demais pessoas interessadas em ciência.
Ler Domingo é Dia de Ciência é ser guiado pelo autor – Bernardo Esteves – em uma excursão à
ciência brasileira do período pós-guerra. A passagem pelas páginas apropriadamente amareladas do livro é interessante e curiosa, tanto pelo texto, como pela rica ilustração. Partes do suplemento de divulgação científica, mesmo que sem cores, dão o tom e a alegria de transitar pela ciência na passagem para os anos de 1950.
Bernardo Esteves apresenta, em linguagem leve e palatável, sua dissertação, na qual, a partir da
análise de 60 dos 62 suplementos publicados e de entrevistas com membros da equipe editorial,
verdadeiramente destrincha a coleção completa de Ciência para Todos e dá “de bandeja”, no mínimo,
inspiração, e até mesmo substrato, para outros pesquisadores em história da ciência.
As entrevistas de Fernando de Souza Reis a Bernardo Esteves, para alinhavar a história de Ciências para Todos, devem ter sido uma breve e prazerosa viagem no tempo para ambos. Mesmo que não tenham conversado em um dia de domingo, consegue-se imaginar uma respeitosa conversa entre amigos – o que certamente se tornaram –, a julgar pelo prefácio assinado por Souza Reis. O que teriam em comum? Editarem jornais de divulgação científica, um hoje, o outro há 58 anos. Souza Reis foi o editor do suplemento Ciência para Todos de 1948 a 1950, período em que era o único jornalista em meio
REVISTA DA SBHC, Rio de Janeiro, v. 4, n. 2, p. 170-172, jul | dez 2006 a diversos professores e cientistas, ligados a instituições de ensino e pesquisa, que assinaram artigos de Ciência para Todos. Bernardo Esteves edita, atualmente, a versão eletrônica da revista Ciência Hoje On-line. Certamente, esses jornalistas também têm em comum o interesse e o entusiasmo por temas
científicos e o fato de serem responsáveis por parte da percepção pública da ciência e da tecnologia, obviamente circunscritas a seus respectivos contextos.
Conhecer a vida e o “nicho” de Ciência para Todos pode ser um interessante ponto de partida para pensarmos sobre veículos e processos de divulgação científica na atualidade. Qual o papel e a influência dos veículos de divulgação científica e do jornalismo científico e, obviamente, das pessoas que os produzem, na produção da ciência e em sua apreciação pública? Como se dá a relação entre a produção do conhecimento científico e tecnológico e sua divulgação? Como o público interage e valoriza diferentes veículos de divulgação científica? Como diferentes setores da educação formal se apropriam e são determinados por conhecimentos divulgados pela imprensa?
O livro traz uma contribuição interessante também sobre a relação entre o jornalismo científico e
a educação formal. Parte importante da história do suplemento Ciência para Todos se relaciona com o ensino de ciências naturais nas escolas, uma vez que vários autores de seções e colaboradores empenharam-se em levar informações e sugestões que pudessem renovar o ensino de ciências, tornando-o mais interessante, envolvente e atualizado. Ocorreram, inclusive, estratégias que geraram uma forte interação com leitores, como a promoção de concursos e distribuição de prêmios. Portanto, para além de uma análise mais imediata do suplemento como veículo pedagógico, é possível pensar na articulação de pessoas com motivações relacionadas à difusão e ao compartilhamento do saber científico, professores e pesquisadores construindo, juntos, um veículo de divulgação e, principalmente, de valorização da ciência. Esse episódio se insere na discussão a respeito da valorização de cientistas, jornalistas e educadores como pessoas responsáveis pela comunicação pública da ciência e de atributos tais como idoneidade, credibilidade, capacidade de argumentação e de comunicação na alfabetização científica da população. Entre a comunidade científica e de educação em ciências, há um consenso sobre a necessidade de melhorar a alfabetização científica dos estudantes e do público em geral. Apesar
de ter muito de slogan educacional, mais do que consenso, existe a concordância de que os aspectos mais importantes na alfabetização científica são aqueles relacionados à vida cotidiana, especialmente os que desenvolvem conhecimentos e habilidades necessárias à tomada de decisões e resolução de problemas em ciências, tecnologia e interface social. A alfabetização científica é apresentada como uma competência cívica necessária para um pensamento racional sobre ciência em relação a aspectos sociais, políticos, problemas econômicos e temas com os quais uma pessoa poderá se deparar durante a vida. Entretanto, tais pressupostos pragmáticos e democráticos da alfabetização científica são atualmente questionados por alguns autores da área de ensino de ciências.
O autor de Domingo é Dia de Ciência parece ter estado bem à vontade ao construir o trabalho,
trazendo também sua perspectiva de jornalista e editor, além do olhar de pesquisador. Usa, portanto, como dados para “leitura” do suplemento, seu projeto gráfico, padrões de ilustração, parte da história dos autores e colaboradores, e o público-alvo do jornal. O privilegiado acesso a 804 das 830 páginas publicadas permitiu a Bernardo Esteves categorizar e quantificar os temas e as seções do suplemento, além de caracterizar suas fases. Por meio desse movimento detalhado, o livro nos dá uma visão privilegiada desse episódio da história da divulgação científica no Brasil e permite-nos vislumbrar aspectos políticos, culturais, econômicos e educacionais que envolviam a ciência brasileira à época. O autor faz esse movimento de análise do episódio ao longo do livro de forma gradativa e organizada e, REVISTA DA SBHC, Rio de Janeiro, v. 4, n. 2, p. 171-172, jul | dez 2006 após contextualizar Ciência para Todos e apresentar o detalhado estudo do suplemento, sintetiza e situa essa experiência no contexto do desenvolvimento da ciência e do jornalismo no Brasil.
O livro é o retrato de uma paisagem inusitada e, principalmente, um guia de nomes, temas, fatos
e abordagens de um veículo de divulgação científica brasileiro que pode inspirar interessantes perguntas a serem elaboradas e investigadas por historiadores, professores, jornalistas e demais pessoas interessadas em ciência. Bernardo Esteves não poderia aprofundar em todos os temas presentes na diversidade que o jornal proporcionou durante aqueles cinco anos de publicação, mas certamente compôs um interessante painel de suas opções.

Fonte: http://www.mast.br/arquivos_sbhc/316.pdf

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O livro didático de Ciências no Brasil. RESENHA.

RESENHA

Pedro Wagner Gonçalves
Instituto de Geociências - Unicamp
FRACALANZA, Hilário; MEGID NETO, Jorge (Org.). O livro didático de Ciências no Brasil. Campinas: Editora Komedi, 2006. 224p.

Resumo

Descreve modelos de análise de livros de texto de Ciências destinados ao ensino básico. Os autores mencionam quais modelos seriam mais adequados para os desafios de inovar o ensino de Ciências no País.
Expõe descritores e indicadores capazes de descrever e analisar livros de Ciências, bem como indica os fundamentos metodológicos para formular esse exame das características do ensino da obra didática de ciências.
Constitui, dessa maneira, um marco de referenciais que podem ser usados por professores e especialistas para avaliar livros didáticos dessa área de conhecimento. Indica algumas perspectivas tanto para o material didático, quanto para melhoria do ensino de Ciências Naturais.

Introdução

A literatura de ensino de Ciências preconiza a necessidade de conduzir o processo educativo para alfabetização científica. Embora o alcance conceitual do termo não esteja isento de controvérsias, parcela da literatura vincula à capacidade de dominar a natureza das Ciências – um passo que prepara crianças e jovens para cidadania.
Isso implica um tratamento educacional para problemas que necessitam de vários campos de conhecimento. O desenvolvimento de certa região (urbana ou rural) e limites comuns tais como suprimento de água, impactos ambientais, contaminação de solos, erosão acelerada podem ser tratados no âmbito das ciências; estudos desse tipo são enfatizados pela abordagem de Ciência, Tecnologia e Sociedade no âmbito do ensino de Ciências. Isso conduz à alfabetização científica como sugerem, por exemplo, Hurd (1998), Bezzi (1999), Gonçalves & Carneiro (2002).
Compreender as múltiplas dimensões desses problemas que estão postos para a humanidade desde o século XX implica formar capacidades e conhecimento sobre processos e explicações em distintas escalas de tempo e espaço. Esse envolvimento cognitivo e emotivo com os desafios que se acham diante da cidadania faz parte da natureza das Ciências Naturais.
Amaral (1995) valoriza o enfoque ambiental que as ciências podem fornecer ao nível básico de ensino. Isso poderia se constituir em um programa de estudo sistemático do ambiente em suas diversas escalas espaço-temporais. Rojero (2000) chama atenção que há pelo menos duas possíveis abordagens para estudar a Terra, uma privilegia acontecimentos e fatos, outra procura um tratamento integrado de processos e fenômenos complexos. Esta última trata fenômenos complexos como sistemas e fornece uma idéia integrada e global do evento (algo necessário para formar uma idéia de ambiente). Cuello Gijón (1988) já havia enfatizado a potencialidade e importância de abordagens interdisciplinares no ensino de crianças e adolescentes. Nota, ainda, que as bases metodológicas e epistemológicas vinculadas ao conhecimento da história da natureza são especialmente favoráveis ao tratamento sistêmico de temas ambientais com possibilidades para o trabalho educativo.
Van Driel & Verloop (2002) revelam que professores de Biologia, Física e Química possuem limitado conhecimento sobre modelos e modelagem científica e isso é um dos obstáculos para a reforma do ensino de Ciências da Holanda. Assinalam, ainda, as contribuições de modelos para educação: aprender ciência, aprender sobre a ciência, aprender para fazer ciência.
Izquierdo (2005) vincula o conteúdo a ser ensinado aos modos e abordagens de como ensinar. Conteúdos de ciências devem articular a dimensão social, humanista, política, econômica, bem como os desafios de nossa época. O ensino dessa multiplicidade de aspectos precisa considerar certos consensos sobre aspectos afetivos, cognitivos e psicológicos dos alunos.
Zeidler et al. (2005) valorizam aspectos sociais e psicológicos da aprendizagem das ciências e aproxima sua abordagem das dimensões da Ciência, Tecnologia e Sociedade. O envolvimento emocional é parte do entendimento que cada vez mais precisa considerar raciocínios comuns para tratar os desafios das ciências e da Sociedade.
Poderíamos continuar indicando a extensa literatura de ensino das Ciências que converge para valorizar a natureza das Ciências, ou seja, suas dimensões metodológicas tratadas junto com teorias e explicações de processos que compreendem o conhecimento científico. Apesar desse esforço, autores e editoras de livros de texto de Ciências passam ao largo desse debate. Mais surpreendente ainda é concluir que especialistas contratados para avaliar esses materiais
didáticos fazem exatamente o mesmo. Essa conclusão encontra-se nas páginas da coletânea organizada por Fracalanza & Megid Neto (2006): a avaliação dos livros didáticos brasileiros de Ciências pouca atenção dá para a mensagem de Ciências transmitida a alunos e professores.

A dimensão livro de texto

Encontramos no mercado voltado para educação uma enorme variedade de materiais didáticos: programas de computador, Atlas, conjuntos para atividades experimentais etc. Ao buscarmos na internet reuniremos o que há disponível para venda, bem como, consulta e uso: desenhos, fotos, enciclopédias etc. Apesar disso tudo, o livro de texto continua sendo o material cujo uso continua sendo crucial para o ensino. Megid Neto & Fracalanza (2006), no capítulo O livro didático de Ciências: problemas e soluções, revelam a multiplicidade de usos que contribui para compreender a persistência do livro mesmo quando confrontado com os avanços tecnológicos.
O capítulo de Fracalanza intitulado O ensino de Ciências no Brasil revela os mecanismos que, ao mesmo tempo, implicaram o crescimento da importância do livro didático de Ciências no Brasil e a perda de valor atribuído à Educação. Mecanismos educacionais e econômicos combinaram-se a mudanças demográficas e políticas que conduziram editores de livros didáticos a ampliarem sua influência no panorama educacional.
A importância do livro de texto no ensino básico conduz à necessidade de acompanhar sua concepção, planejamento, desenvolvimento e comercialização, sobretudo nas condições nacionais cuja marca é a compra pelo estado de coleções fornecidas a estudantes de todo o País. Como mostra Höfling (2006) no capítulo A trajetória do Programa Nacional do Livro Didático do Ministério da Educação no Brasil, desde a Constituição de 1988, cabe ao estado fornecer material didático, transporte, merenda escolar e assistência à saúde aos alunos dos níveis iniciais de ensino. O volume significativo de recursos empregado para comprar livros didáticos supera em muito outros gastos essenciais para educação como, por exemplo, formação de professores.
Gérard & Roegiers (1998) fazem um levantamento exaustivo dos componentes que fariam parte da avaliação de livros de texto. Particular importância é atribuída às dimensões e categorias que descrevem e explicitam a concepção de aprendizagem, conteúdo e comunicação dos livros de texto.
Leão & Megid Neto (2006) no capítulo Avaliações oficiais sobre livro didático de Ciências revelam que esses elementos conceituais e educacionais estiveram presentes em avaliação oficial do Ministério da Educação sobre os livros didáticos de Ciências, mas nas avaliações mais recentes, desde 1996, isso foi quase totalmente abandonado. Amaral et al. (2006) no capítulo Avaliando livros didáticos de Ciências: Análise de coleções didáticas de Ciências de 5ª a 8ª séries do ensino fundamental indicam descritores e indicadores construídos a partir de uma concepção de ciência e de ambiente na quais as relações de matéria e energia são tratadas em termos de tempo e espaço, na qual os nexos de ciência, tecnologia e sociedade são privilegiados. O resultado deste exame das coleções didáticas é que nenhuma delas pôde ser considerada adequada para os desafios do ensino de Ciências.
A obra organizada por Fracalanza & Megid Neto (2006) revela a omissão dos avaliadores de livros de Ciências de ir além de diretrizes do Plano Nacional do Livro Didático. Circunscrevendo-se aos referenciais que valem para livros de quaisquer componentes curriculares pouco contribuem para orientar as editoras e os autores de livros de Ciências.

Os livros didáticos de Ciências

A análise de livros de texto pode ser feita sob os mais variados critérios e pontos de vista. O exame contido em Fracalanza & Megid Neto (2006) traz um ponto estratégico: a especificidade do objeto de estudo, suas formas de raciocínio e articulação de informações, bem como seu papel na formação de crianças e jovens, em outros termos, foi assinalada a contribuição das Ciências na educação básica como critério para examinar as obras didáticas voltadas para esse nível de escolaridade.
Guimarães (2004) assinala que o ensino de Ciências Naturais, Geografia, Biologia, Química e Física precisam tratar as interações da matéria e energia que ocorrem em escalas de tempo no planeta. Isso implica que a Geologia deve ocupar um papel estratégico na educação básica. Essa sugestão constitui uma referência de conteúdo para currículos e programas destinados a alunos do ensino básico, bem como de formação de professores. Podemos inferir que serviriam para orientar autores e editores de livros didáticos de Ciências.
Em termos amplos isso se aproxima da noção de ambiente exposta no capítulo de Amaral (2006) intitulado Os fundamentos do ensino de Ciências e o livro didático. Defende que editoras e autores de livros de Ciências tratassem do ambiente terrestre para compreender a dinâmica natural e suas inter-relações sociais. Advoga que isso deve ser atingido por meio de estudos integrados em torno das Geociências – no que em tudo concorda com a construção feita por Guimarães. Amaral pergunta: se os avaliadores oficiais não pedem isso para autores e editores, por que eles fariam tal opção? Em outros termos, quem educa editores e autores?
Um ponto crucial enfatizado por vários capítulos de Fracalanza & Megid Neto (2006) é a necessidade dos avaliadores de livros de Ciências examinarem a concepção de Ciência veiculada pelos materiais didáticos. Defende-se que é necessário mostrar o caráter humano da Ciência, seus vínculos históricos e sociais, bem como os nexos com tecnologia e sociedade. Tais elementos deveriam compor a natureza da Ciência que foi examinada no início desta resenha.

Comentário

O texto inclui bibliografia exaustiva das pesquisas acadêmicas que examinaram os livros didáticos de Ciências sob os mais variados pontos de vista.
Trata-se de um texto instigante que revela o amadurecimento diante da política do livro didático de Ciências no Brasil. É a expressão das pesquisas conduzidas pelo Grupo Formar Ciências e as sugestões que conduziriam ao aperfeiçoamento desses materiais pedagógicos.
A reflexão avança, ainda, para sugerir propostas que contribuiriam para a melhoria do ensino de Ciências no Brasil.

Referências

Amaral, I.A. do. Em busca da planetização: do ensino de Ciências para a Educação Ambiental. Campinas, 1995. Tese de Doutorado. F. Educação. UNICAMP. 2 v.

Bezzi, A. What is this thing called Geoscience? Epistemological dimensions elicited with the repertory grid and their implications for scientific literacy. Science Education, v. 83, n. 6, p. 675-700, Nov. 1999.

Cuello Gijón, A. La Geología como area interdisciplinar. Henares, v. 2, p. 367-387, 1988.
Gérard, F-M; Roegiers, X. Conceber e avaliar manuais escolares. Porto: Porto Editora, 1998. 344p.

Gonçalves, P.W.; Carneiro, C.D.R. Global science literacy: from geology teaching to Earth system science teaching. In: Mayer, V.J. Implementing global science literacy. Ohio: The Ohio State University, 2002. p.203-219.

Guimarães, E. M. A contribuição da Geologia na construção de um padrão de referência do mundo físico na educação básica. Revista Brasileira de Geociências, v.34, n.1, p. 87-94, 2004.
Hurd, P. DeH. Scientific literacy: new minds for a changing world. Science Education, v. 82, n. 3, p. 407-416, Jun. 1998.

Izquierdo Aymerich, M. Hacia una teoría de los contenidos escolares. Enseñanza de las Ciencias, v.23, n.1, p.111-122, 2005.
Rojero, F. F. ¿Uma asignatura sistémica o sistemática? Enseñanza de las Ciencias de la Tierra, v. 8, n. 3, p.189-196, 2000.

Van Driel, J.H.; Verloop, N. Experienced teachers’ knowledge of teaching and learning of models and modeling in science. Int. J. Sci. Educ., v.24, n.12, p.1255-1272, 2002.

Zeidler, D.L. et al. Beyond STS: a research-based framework for socioscientific issues education. Science Education, v.89, p.357-377, 2005.

Fonte: http://www.fe.unicamp.br/formar/revista/N000/pdf/Resenha-LD-deCiencias-no-BR-Pedro-W-Goncalves.pdf

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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Primeiro "Google Phone"



Casa de máquinas

Primeiro "Google Phone" chega ao mercado no dia 22 de outubro por US$ 179

Primeiro "Google Phone" chega ao mercado no dia 22 de outubro por US$ 179

Atualizado às 12h28

A operadora T-Mobile e a HTC acabam de lançar o G1, primeiro dispositivo móvel com o sistema operacional Android, do Google.

O aparelho, também conhecido como HTC Dream, é compatível com rede 3G e começará a ser vendido pela operadora no dia 22 de outubro por US$ 179 nos EUA, com plano de dados ilimitado de US$ 35.

O aparelho sincroniza com todos os serviços do Google e está aberto a aplicativos de desenvolvedores sem a intermediação do Google ou de outra empresa; no caso da Apple, a empresa pode barrar alguns aplicativos para iPhone.

Ele será bloqueado para rede da T-Mobile e, a princípio, não oferece suporte ao Microsoft Exchange, que permitiria o acesso ao Outlook, mas nada impede que desenvolvedores criem meios de torná-lo compatível.

Os usuários do G1 também poderão buscar, baixar e comprar mais de 6 milhões de músicas sem DRM da loja online da Amazon. Veja mais no IDG Now!

Um executivo da operadora Deutsche Telekom disse que o G1 estará disponível no Reino Unido no começo de novembro e em toda Europa no primeiro trimestre de 2009.

A fabricante HTC está instalada no Brasil, mas disse ainda não ter previsão de lançamento do aparelho por aqui.

G1 fisicamente

O novo smartphone permite arrastar a tela com o dedo horizontalmente e verticalmente, como no iPhone, mas conta também com um teclado QWERTY.

Suas funcionalidades incluem uma câmera de 3 megapixels com capacidade de capturar vídeo (a do iPhone tem somente 2 megapixels), uma tela de 3 polegadas e suporte para fones Bluetooth.

Google Android demo - 17/09/2008 10h01

Demonstração do Android

A ansiedade diante do lançamento é porque este será o primeiro telefone a usar o Android, a plataforma do Google para celulares e dispositivos portáteis.

No futuro, esse sistema estará disponível em telefones de diversas marcas e, assim como o iPhone, permitirá que sejam instalados programas independentes pela Internet.

O Android foi apresentado em novembro de 2007 e faz parte de uma parceria entre o Google e outras dezenas de empresas chamada Open Handset Alliance.

Escrito por Camila Rodrigues da Silva às 11h27

Fonte: http://uoltecnologia.blog.uol.com.br/arch2008-09-21_2008-09-27.html#2008_09-23_12_27_06-130772099-28

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Google Docs oferece modelos de bibliografia que ajuda nos trabalhos escolares


Mundo Web

Google Docs oferece modelos de bibliografia que ajuda nos trabalhos escolares

Google Docs oferece modelos de bibliografia que ajuda nos trabalhos escolares.

Muitos trabalhos de colégio, faculdade e pós-graduação exigem uma bibliografia no final e, em alguns casos, é necessário seguir padrões.

Caso você precise de um padrão qualquer, sem nada estabelecido pelo seu professor, você pode recorrer aos modelos de bibliografia do Google Docs.

Tem opções com número, com ano depois do autor, ano depois da editora... Tem para todos os gostos.

Assim como o Office, o Docs também tem uma série de modelos de documentos, apresentações e planilhas.

Escrito por Camila Rodrigues da Silva às 10h34

Fonte: http://uoltecnologia.blog.uol.com.br/arch2008-09-21_2008-09-27.html#2008_09-23_12_27_06-130772099-28

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Princípios do desenvolvimento de atividades e jogos adequados para crianças de 6 a 10 anos no mini-handebol

Introdução

O mini-handebol é uma atividade lúdica pré-desportiva criada na década de 70 na Europa e que tinha como principal objetivo resgatar o gosto das crianças pela modalidade handebol em alguns países, além de fazer com que os pais dessas crianças também estivessem sempre em contato com o esporte. Mas apesar de criada na década de 70, somente em 1994 a International Handball Federation divulgou seu material sobre a atividade, fazendo com que sua popularização mundo afora fosse de certa forma tardia.

Mais do que promover o handebol essa atividade, pela sua riqueza e ludicidade, mostrou ser uma possibilidade de atividade muito interessante para ser aplicada em escolas e clubes, já que o intuito do mini-handebol vai além de ser um pré-desportivo do handebol, proporcionando o desenvolvimento global da criança e mais do que formar atletas a possibilidade de formar melhores cidadãos.

Conseguimos promover esse desenvolvimento através dos inúmeros tipos de atividades e jogos adequados para cada faixa etária das crianças participantes do mini-handebol, porém, em grande parte das publicações sobre o tema, principalmente as nacionais, pouco se fala sobre as reais necessidades e fases em que se encontram nossos educandos.

Este artigo teve por objetivo identificar as diversas características de cada faixa etária, não só motoras, mas também, sociais e cognitivas, aliando e adequando estas características com os tipos de jogos e atividades que devem ser proporcionados às crianças para estimular e promover seu desenvolvimento global.

O presente trabalho caracteriza-se como um estudo exploratório, com fundamentação em revisão de literatura, onde, além de publicações específicas sobre o mini-handebol foram consultados materiais diversos sobre educação física escolar e psicologia, pois através de analogias com outras áreas do conhecimento sobre educação infantil.

Desenvolvimento

As informações sobre as fases do desenvolvimento de acordo com a idade dos praticantes de mini-handebol são divididas em três etapas, explanadas por quatro autores diferentes: sócio-afetivo (Wallon, 1981 e Freire, 2003), cognitivo (Piaget, 1989) e motor (Vayer, 1977), assim como adendos retirados de trechos do artigo “The Steps to Handball” da European Handball Federation (2004).

Sócio-afetivos

Segundo Wallon (1981), dos 03 aos 06 anos de idade a criança possui características sócio-afetivas que talvez possam dificultar o trabalho em grupo, já que a crise da oposição e inibição, narcisismo, egocentrismo, auto-admiração e imitação inserido no contexto familiar são muito presentes.

Todavia, Freire (2003) defende que “a partir dos 6, 7 anos, os jogos infantis evoluem para o jogo social que equilibra as forças da manifestação competitiva e da manifestação cooperativa. A criança começa a aprender que, para ter êxito na competição natural, o caminho mais fácil é a cooperação”.

De acordo com a EHF (2004) o sucesso durante uma atividade e elogios sobre os resultados bem sucedidos tem papel fundamental nesta fase, pois a criança nesta idade ainda não tem o desejo e não está plenamente desenvolvida para jogar e com sua auto-estima elevada sentirá mais prazer em continuar a realizar o handebol posteriormente.

A partir dos 07 até os 10 anos de idade o educando tem personalidade polivalente, ajustamento da conduta às circunstâncias, consciência das possibilidades e conhecimento mais preciso e completo de si, fazendo com que o trabalho em grupo, assim como jogos e brincadeiras com regras sejam assimilados e necessários.

Cognitivos

Os aspectos cognitivos dos 03 aos 06 anos de idade de acordo com Piaget mostram que as crianças estão em uma fase pré-conceitual, adquirindo a função simbólica e possuem pensamentos irreversíveis sendo que os estados resultantes de transformações são incoerentes, as quais o educando ainda não conseguem compreender.

Os alunos da segunda fase do mini-handebol possuem características que tornam o jogo coletivo mais significativo pois algumas características cognitivas dos alunos de 07 aos 10 anos de idade são: Descentralização progressiva, coordenação interiorizada dos esquemas de ação e operações simples ou concretas.

Motores

Vayer (1977) mostra que dos 03 aos 06 anos de idade as crianças através da ação melhora a precisão e coordenação dos movimentos, assim utilizando de modo cada vez mais diferenciado e preciso seus segmentos, assim como a junção da ação dos mesmos e como a própria EHF (2004) constata: “É a chamada fase de ouro da infância, onde o movimento é vital e, acima de tudo, essencial para o desenvolvimento físico e psicológico”.

Vayer (1977) ainda explana que os educandos de 07 a 10 anos já associam as sensações motoras a outros sentidos, controlam a respiração e postura, afirmam a lateralidade, já conseguem e possuem possibilidade de relaxamento, os segmentos são independentes e transmitem o conhecimento de si aos outros.

Essas características que determinam o desenvolvimento da criança tem que ser observadas quando da elaboração e proposição de jogos para crianças, situação que será discutida a seguir.

Para que se entendam os tipos de jogos e atividades mais adequadas para os alunos de mini-handebol deve-se analisar exatamente o que é indicado por alguns autores de acordo com a faixa etária de 06 a 10 anos, fazendo com que a junção destas indicações com o entendimento da fase em que estão as crianças de forma geral promova de maneira benéfica o desenvolvimento global. Assim, serão apresentados a seguir alguns autores que dissertam sobre estas questões, além de revisarmos os conteúdos específicos propostos em artigos e apostilas da European Handball Federation e International Handball Federation.

Freire (2003) sugeriu uma tabela com temas e subtemas da educação física correspondentes aos conteúdos de cada série do ensino fundamental, e na 1° série do ensino fundamental I, ano escolar onde os educandos geralmente têm de 06 a 07 anos de idade, foram sugeridas atividades como: Atividades de sensibilização corporal, jogos simbólicos, jogos de construção, jogos de regras, brincadeiras populares, ginástica geral, jogos pré-desportivos e atividades de fundamentação do esporte. Nas séries posteriores, que engloba de 07 a 10 anos de idade, Freire (2003) sugere atividades como: Atividades de sensibilização corporal, jogos de regras, brincadeiras populares, ginástica geral, jogos pré-desportivos e atividades de fundamentação do esporte.

Chateau (1987) afirma que no fim da idade pré-escolar e no início da idade escolar (aproximadamente 06 anos), aparecem os jogos de regras arbitrárias. Daí para diante a criança pode criar regras novas. A partir dos 06 anos, surgem os jogos de um caráter novo: jogos sociais. Os jogos figurativos e os de regras arbitrárias podem ser utilizados por um pequeno grupo. No fim da infância, a partir dos 10 anos aproximadamente, desenvolvem-se os jogos do grupo organizado, os jogos tradicionais.

Piaget (1971) afirma que na fase dos 07 aos 11 anos “A criança percebe que não pode satisfazer todos os seus desejos e então começa a identificar algumas regras colocadas pelos adultos”.

Vygotsky (1989) também estudou a relação entre a criança e o jogo, chegando à conclusão de que ele é construído sócio-historicamente pelo indivíduo sempre se modificando de acordo com as influências sofridas pelo meio dependendo da época em que o sujeito está inserido e ainda afirma que o jogo não é uma atividade inata, mas nasce das relações sociais. Ele entende que o desenvolvimento do jogo evolui dos jogos de papéis até os jogos de regras, e que ambos auxiliam no desenvolvimento humano. A evolução de uma forma de jogar para outra é sempre determinada pelas condições sócio-culturais em que a pessoa está inserida.

Na concepção de Wallon (1981) ”infantil é sinônimo de lúdico. Toda atividade da criança é lúdica, no sentido que se exerce por si mesma antes de poder integrar-se em um projeto de ação mais extensivo que a subordine e transforme em meio”.

Deste modo, ao postular a natureza livre do jogo, Wallon o define como uma atividade voluntária da criança. Se imposta, deixa de ser jogo; é trabalho ou ensino.

Nas diversas literaturas existentes sobre o mini-handebol, um elemento é onipresente: o aspecto lúdico da atividade, e analisando atentamente o Manual de Mini-Balonmano da Real Federación Española de Balonmano (2002) vemos ao final da apostila alguns tipos de exercícios sugeridos, e que quase todos eles enfocam de alguma forma o aspecto lúdico.

A definição da palavra lúdico no Minidicionário LUFT (1991) define lúdico como “relativo a jogos, engraçado, jocoso”.

Vygotsky (1989) considera que brincando a criança é capaz de satisfazer as suas necessidades e estruturar-se à medida que ocorrem transformações em sua consciência.

Segundo Luckesi (2000) lúdico “são aquelas atividades que propiciam uma experiência de plenitude, em que nos envolvemos por inteiro, estando flexíveis e saudáveis”.

A formação lúdica possibilita ao educador conhecer-se como pessoa, saber de suas possibilidades, desbloquear resistências e ter uma visão clara sobre a importância do jogo e do brinquedo para a vida da criança, do jovem e do adulto (SANTOS, 2001).

Piaget (1998) diz que “a atividade lúdica é o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança, sendo, por isso, indispensável à prática educativa”.

A capacidade de brincar possibilita às crianças um espaço para resolução dos problemas que a rodeiam. O ato de brincar é mais que a simples satisfação de desejos. O brincar é o fazer em si, um fazer que requer tempo e espaço próprios; um fazer que se constitui de experiências culturais, que é universal e próprio da saúde, porque facilita o crescimento, conduz aos relacionamentos grupais, podendo ser uma forma de comunicação consigo mesmo e com o meio que a rodeia. (Winnicott, 1975)

O artigo da EHF “The Steps to Handball” mostra uma tabela onde são ilustrados de forma geral os conteúdos que devem ser aplicados nas aulas de mini-handebol, assim como competências e aptidões que estes conteúdos devem desenvolver.

Defende que aos 06 anos de idade o conteúdo deve ser focado em experiências diversas com bola, exercícios de coordenação, assim como trabalhar e promover o desenvolvimento de habilidades motoras básicas, atividades e jogos diversos com a bola, minimizando os aspectos competitivos dos jogos durante as aulas (controle de placar sem rigidez, evitar cobranças relativas aos resultados dos jogos).

Dos 07 aos 10 anos de idade os conteúdos visam o jogo motivante, relação entre aluno e espaço específico de jogo, experiências variadas e atividades sociais e festivais envolvidas e relacionadas com o mini-handebol, ou seja parte-se do pressuposto que a criança começa a adquirir maturidade para lidar com o aspecto competitivo do jogo.

Este mesmo artigo mostra que mais do que desenvolver as habilidades e competências básicas, a partir dos 07 até os 10 anos de idade os conteúdos aplicados durante as aulas devem conter habilidades básicas motoras (passar, pegar, driblar, arremessar, bloquear), ocupar espaços livres, observar, correr livremente de diversas formas e modos assim como aplicar o jogo de forma que ele consiga compreender os posicionamentos e procedimentos básicos tanto do ataque quanto da defesa.

Apesar da clara relação entre o que é proposto pela EHF e a fundamentação teórica previamente discutida, infelizmente esse ambiente construtivo e prazeroso não é uma constante nos trabalhos práticos desenvolvidos.

Tem-se como hipótese que esses princípios não são observados pelos professores que atuam com crianças dessa faixa etária, inicialmente pela precária formação e posteriormente pela falta de literatura que discuta e dissemine estes princípios.

Em contra partida é possível encontrar ações fundamentadas e com resultados práticos efetivos que observam os princípios que norteiam a filosofia do mini-handebol, como é o caso do projeto coordenado pelo autor do estudo, utilizado para exemplificar a implementação prática do mini-handebol.

O Programa Social “Escola de Esportes”, mantido desde 2003 pela Universidade Metodista de São Paulo, atende aproximadamente mil e quatrocentas crianças em 21 unidades espalhadas pelo município de São Bernardo do Campo e grande São Paulo, e além de ensinar handebol, esporte em que as equipes Metodista/São Bernardo/Besni se destacam em todas as categorias, as escolinhas têm como meta tirar crianças e adolescentes da ociosidade, contribuir para uma formação educacional sólida, baseada em conceitos como respeito, direitos, deveres, além de desenvolver a auto-estima e o trabalho em grupo.

O mini-handebol foi introduzido em maio de 2008 no projeto e hoje atende gratuitamente mais de 80 crianças de diferentes comunidades do município. Estas crianças são oriundas de diferentes realidades sociais, visto que analisando as fichas de inscrição de grande parte delas observa-se que algumas famílias possuem rendimento mensal e estruturas gerais bens razoáveis e outras mostram-se menos favorecidas em diversos aspectos.

Porém, no momento em que as crianças entram nas quadras do projeto para praticar o mini-handebol estas diferenças e dificuldades são deixadas de lado para dar lugar à igualdade de oportunidades, visto que o desenvolvimento global do educando é promovido através das diversas atividades aplicadas, independente de qualquer aspecto.

O trabalho além de atender crianças na parte esportiva e educacional, promove uma interação e aproximação dos pais desses educandos junto ao esporte, seja através de festivais de mini-handebol, jogos de exibição, passeios ou mesmo através de palestras promovidas por profissionais da Universidade Metodista de São Paulo que focam assuntos pertinentes à comunidade como: drogas, nutrição, higiene, etc.

Muitos dos atletas e professores das equipes Metodista/São Bernardo/Besni iniciaram a prática do handebol nas “Escolas de Esporte”, caso de Marcos Paulo dos Santos (goleiro da equipe principal e nome constante na seleção brasileira de handebol), David Augusto de Paula Nunes (jogador da equipe principal e professor do projeto “Escolas de Esportes”), e Diego Melo de Abreu (autor do presente estudo, coordenador e professor de mini-handebol do projeto “Escolas de Esportes”).

Essa convivência com estes ex-alunos do projeto, hoje atletas de alto nível e professores das equipes, mostra aos jovens atletas do handebol que é possível vencer no esporte e ainda fazer dele uma ferramenta social importante.

Conclusão

Os conteúdos para os alunos do mini-handebol devem ser diferenciados na fase inicial, onde as características e o enfoque é muito mais individual do que coletivo, trabalhando de maneira vasta e rica os aspectos motores e sem deixar de lado o trabalho do jogo social, onde para obter êxito uma criança precisa da outra percebendo que ela junto ao grupo é ainda mais forte, assim como no handebol propriamente dito.

Diversos autores e publicações mostram que o aspecto coletivo, que a presença de regras, a diversidade de atividades, o contato com outras crianças e o prazer de praticar uma atividade onde se pode facilmente obter êxito são extremamente positivos para crianças de 07 a 10 anos, e que o mini-handebol engloba todas estas características e é uma excelente atividade não só para os clubes, mas também para as escolas pelo seu caráter educacional adequado para a faixa etária.

Um dos principais objetivos deste tipo de jogo é o de despertar o gosto pela atividade física, mais especificamente pelo handebol, nas crianças e fazer com que todas obtenham êxito nas atividades realizadas, e o aspecto lúdico tão presente na filosofia da atividade, segundo diversos autores, é fundamental nesta fase da vida da criança, com a finalidade de estimular e incentivar sempre os participantes da forma mais positiva possível.

O professor de mini-handebol torna-se um viabilizador desta questão, que alia os interesses e objetivos gerais e específicos da modalidade às questões pedagógicas adequadas à idade e ao interesse das crianças, que é o de brincar, jogar e estar com os amigos em uma atividade diversificada em que todos jogam juntos, divertindo-se e aprendendo muito.

Referências

  • CHATEAU, J. O jogo e a criança. Traduzido por: Guido de Almeida. São Paulo: Summus, 1987.

  • EHRET, ARNO ET AL., Manual de Handebol : treinamento de base para crianças e adolescentes, organizado pela Confederação Alemã de Handebol (CAHb); tradução e revisão científica : Pablo Juan Greco – São Paulo : Phorte, 2000.

  • EUROPEAN HANDBALL FEDERATION, The Steps to Handball, Vienna – Austria, 2004.

  • FREIRE, João Batista – Educação de Corpo Inteiro – Teoria e prática da Educação Física – 4ª ed. – São Paulo – Editora Scipione, 2003.

  • LUCKESI, Cipriano Carlos. Educação, ludicidade e prevenção das neuroses futuras: uma proposta pedagógica a partir da Biossíntese. In: LUCKESI, Cipriano Carlos (org.) Ludopedagogia - Ensaios 1: Educação e Ludicidade. Salvador: Gepel, 2000.

  • LUFT, C.P. Mini Dicionário Luft. 2 ed. São Paulo: Ática e Scipione, 1991

  • MATTOS, MAURO GOMES DE. Educação Física Infantil : Construindo o movimento na escola; Mauro Gomes de Mattos, Marcos Garcia Neira. – Guarulhos, SP : Phorte Editora, 2004.

  • PIAGET, J. A formação do símbolo na criança: imitação, jogo, sonho, imagem e representação. Rio de Janeiro: Zahar, 1971.

  • PIAGET, J; INHELDER, B. A psicologia da criança. 10. ed., Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1989. 135 p.

  • PIAGET, J. A psicologia da criança. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998.

  • REAL FEDERACIÓN ESPAÑOLA DE BALONMANO. Reglamento oficial de balonmano, balonmano playa y mini balonmano. Madrid, Editora Gymnos, 2002.

  • SANTOS, A. L. P. Manual de mini-handebol. São Paulo : Phorte, 2003

  • VAYER, Pierre. El dialogo corporal. Barcelona: Editorial Médico-Científico, 1977.

  • VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

  • WALLON, H. Psicologia e educação da infância. Lisboa: Estampa, 1981.

  • WINNICOTT, D.W. O Brincar e a Realidade. Imago: Rio de Janeiro, 1975.

Outro artigos em Portugués

Fonte: http://www.efdeportes.com/efd124/atividades-e-jogos-para-criancas-no-mini-handebol.htm

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O Ensino da Matemática com Significação.(em 9 partes).


O Ensino da Matemática com Significação

nos Anos Iniciais da Educação Básica

Sueli dos Santos

RESUMO

O conteúdo deste trabalho foi desenvolvido pela acadêmica Sueli dos Santos do curso de Pedagogia modalidade Licenciatura para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental do Núcleo Aberto e a Distância do Instituto de Educação da Universidade Federal de Mato Grosso, para conclusão da área de Matemática. Preocupa-se em discutir sobre como o processo de ensino-aprendizagem da Matemática deve acontecer nos alunos dos Anos Iniciais da Educação Básica com significação. Porque é importante que os alunos das Séries Iniciais do Ensino Fundamental construam o pensamento lógico-matemático de forma organizada. Fazendo relação do que eles conhecem do seu convívio sócio-cultural com o que a escola ensina, além de fornecer elementos básicos para a participação desses alunos para a vida em sociedade. Hoje, entende-se que uma educação de qualidade só é alcançada pelo aluno se o professor levá-lo a refletir sobre situações que o rodeia no mundo real, na busca de fazer com que esse aluno vislumbre a aprendizagem seja matemática ou não fazendo relações.

Palavras-chave: A aprendizagem matemática com significação.

INTRODUÇÃO. (parte 1)

No âmbito escolar, a educação da matemática é vista como uma linguagem capaz de traduzir a realidade e estabelecer suas diferenças. Na escola a criança deve envolver-se com atividades matemáticas que a educam nas quais ao manipulá-las ele construa a aprendizagem de forma significativa, pois o conhecimento matemático se manifesta como uma estratégia para a realização das intermediações criadas pelo homem, entre sociedade e natureza.

Mas, a construção desse conhecimento pelos alunos ainda está muito longe porque a prática desenvolvida por muitos professores ainda é tradicional, a prática deles não leva seus alunos a construírem uma aprendizagem voltada para a realidade na qual seus alunos participam.

As críticas acerca dos resultados negativos do ensino da matemática levam professores comprometidos com a educação da matemática nas séries iniciais do ensino fundamental a buscarem caminhos para solucionar essas deficiências apresentadas pelos alunos, eles buscam ensinar a matemática voltada à realidade dos alunos.

Infelizmente o ensino da Matemática, em muitas escolas e por muitos professores, ainda está direcionado para atuar como um instrumento disciplinador e excludente. Uma grande maioria de professores tem como único objetivo ensinar a Matemática sem se preocuparem em repassar para o aluno um conhecimento matemático significativo.

No entanto as críticas, que de todos os lados se levantam contra os vários aspectos e resultados do ensino da Matemática, vêm, em todo o mundo, ocasionando debates que levam os profissionais da área a repensar o seu papel e a procurar novas estratégias didáticas. Eles buscam atividades matemáticas que sejam realmente educativas e não meramente um treino em uma linguagem sem sentido para o aluno.

Se o professor conseguir trabalhar nessa linha, a Matemática será um instrumento de primeira para educar o indivíduo socialmente. Mas ainda, ela será um instrumento ímpar para trabalhar sua formação. Basta lembrarmos que ela é uma das atividades humanas que exigem o trabalho simultâneo dos dois hemisférios cerebrais, como vimos no fascículo 1 de Contactos Matemáticos do Primeiro Grau de Reginaldo Naves de Souza Lima. A aplicação de pelos menos dezoito raciocínios e a utilização de pelo menos três inteligências, tendo um fundo emocional não desprezível que a maioria das pessoas desconhece.
Profissionais da área que se preocupam em desmistificar o ensino da Matemática acreditam que é possível alcançar esses objetivos desde que seja levada em consideração a realidade das influências sofridas pelos alunos em sala de aula de Matemática. Para eles, em verdade está a influência de pelo menos quatro elementos: 1º o professor – 2º o conhecimento lógico-matemático – 3º o ambiente (pais, administração escolar, colegas e espaço físico) – 4º o aluno.

Na vida, ninguém quer enfrentar dificuldades, suportar dores ou ter sofrimentos indevidos. Por outro lado, as coisas que são capazes de provocar satisfação real nas pessoas não causam aborrecimento a elas, porque nelas, as pessoas sempre descobrem experiências novas. É razoável então, pensar que as abordagens da aprendizagem que não conseguem dar satisfação às pessoas ou manter seu interesse, não trarão mais alegria e plenitude para a vida delas. Assim, para levar o aluno a aprender, é necessário fazer que o objeto da aprendizagem lhe se agradável e divertido.

A criança e o jovem gostam de movimentar-se, conversar, perguntar, rabiscar, brincar, colorir, cantar, jogar e, principalmente, agir. Em Educação Matemática, todas essas ações que a criança ou jovem adoram tornam-se veículos estupendos para o aluno aprender. Pois, além de satisfação e alegria, é necessário compreender que a criança ou jovem tem que se formar para enfrentar o mundo a sua frente; infelizmente, muitos não sobrevivem a esse enfrentamento.

Clique nas partes abaixo e veja todo este artigo.

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OBRAS CONSULTADAS

ABRANTES P. e outros. A Matemática na Educação Básica. Lisboa, Portugal, Ministério de Educação/Departamento de Educação Básica, 1999.

ANTUNES, Ana Ruth. Matemática. Coleção Curumim. São Paulo. Atual, 2001.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais:

Matemática. 2a edição. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.

COLL, César. Psicologia e Currículo. São Paulo: Ática, 1998.

CARRAHER, T. N. Na vida dez, na escola zero. São Paulo: Cortez, 1988.

DEMO, Pedro. Avaliação Qualitativa. Coleção Polêmicas do Nosso Tempo; 6- ed. Ed. Autores Associados, 1999, Campinas, SP

FÉLIX, Vanderlei Silva. Educação Matemática. Passo Fundo: Clio Livros, 2001.

FIORENTINI, Dário, MIORIM, Maria A. Uma reflexão sobre o uso de materiais concretos e jogos no ensino da matemática. Boletim SBEM, São Paulo, v.4, n.7, p.4-9, 1996.

HOFFMANN, Jussara. Avaliação, Mito &Desafio: Uma perspectiva construtivista. Ed. Mediação; Porto Alegre, 2001.

GÁLVEZ, Grécia. A didática da matemática. In: PARRA, Cecília, et. al. Didática da Matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre – RS: Artes Médicas, 1996. P. 26-47.

GAMA, Maria Clara S. Salgado. A Teoria das Inteligências Múltiplas e suas implicações para Educação. Doutora em Educação Especial pela Universidade de Colúmbia, Nova Iorque.

GARDNER, Howard. Inteligências Múltiplas: a teoria na prática 1. ed. Porto Alegre: 2000.

KAMII, Constance. A criança e o número. Trad. Regina A. de Assis. Campinas: Papirus, 1990, 28a ed.

LIMA, Reginaldo N. de Souza. Matemática: Contactos Matemáticos de Primeiro Graus. Fascículo 1. Cuiabá, MT; Ed. UFMT, 2003.

_______________________________________ Contactos Matemáticos de Primeiro Graus. Fascículo 2. Cuiabá, MT; Ed. UFMT, 2003.

_______________________________________ Contactos Matemáticos de Primeiro Graus. Fascículo 3. Cuiabá, MT; Ed. UFMT, 2003.

_______________________________________ Contactos Matemáticos de Primeiro Graus. Fascículo 4. Cuiabá, MT; Ed. UFMT, 2003.

________________________________________ Contactos Matemáticos de Primeiro Graus. Fascículo 5. Cuiabá, MT; Ed. UFMT, 2003.

________________________________________ Contactos Matemáticos de Primeiro Graus. Fascículo 6. Cuiabá, MT; Ed. UFMT, 2003.

________________________________________ Contactos Matemáticos de Primeiro Graus. Fascículo 7. Cuiabá, MT; Ed. UFMT, 2003.

_________________________________________ Contactos Matemáticos de Primeiro Graus. Fascículo 8. Cuiabá, MT; Ed. UFMT, 2003.

MACHADO, Nilson José. Matemática e língua materna: análise de uma impregnação mútua. 3. ed. São Paulo : Cortez, 1993.

MOURA, Manoel Oriosvaldo. A séria busca no jogo: do lúdico na matemática. Educação Matemática em Revista, v.2, n.3, p.17-24, 2 sem.1994.

SAMPAIO, Maria das Mercês Ferreira; RIBEIRO, Maria J. R. Coerência entre avaliação e organização curricular. In: Ensinar e aprender: reflexões e criação. v. 3. São Paulo: CENPEC, 1998.

SANT'ANNA, Ilza Martins. Por que Avaliar? Como Avaliar?: Critérios e Instrumentos. Petrópolis: Ed.Vozes, 1995.

VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Livraria Martins Fontes, 1989.

_______________. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.

WEISZ, Telma. O Diálogo entre o Ensino e a Aprendizagem. 2-ed., 10- rep. Ed. Ática, São Paulo, 2002

WHEELER, D. Imagem e pensamento geométrico. CIEAEM - Comtes Rendus de 1a 33e Rencontre Internationale, p.351-353, Pallanza, 1981.


Fonte: SÓ Matemática.


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Blogs de Compromisso com a Educação.


Ganhei da professora Vivi do http://letramentoealfabetizacao.blogspot.com/
este prêmio estou repassando.
Gostaria de presentear colegas que adoro visitar e que nos acrescentam muito compartilhando seus saberes e experiências através de seus blogs. Clique na imagem e cole em seu blog...

A professora/pedagoga Glauce.
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http://novotelecurso.blogspot.com/

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http://umtoquedequalidade.blogspot.com/

A Psicologa Silvia Regina.
http://www.naoimportaotempo.blogspot.com/

A professora/pedagoga Jenny Horta.
http://escolaedificar.blogspot.com/

Um abraço a todos e repassem este carinho especial para mais cinco colegas...


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terça-feira, 7 de outubro de 2008

Sawamu - abertura.

De: gircoreano


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Psicopata Americano 11 partes no menu


seta3.gif (99 bytes) Ficha Técnica
Título Original: American Psycho
Gênero: Terror
Tempo de Duração: 104 minutos
Ano de Lançamento (EUA):
2000
Site Oficial: http://www.americanpsycho.com/
Estúdio: Warner Bros. / Muse Productions / Lion Gates Film Inc.
Distribuição: Lions Gate Film Inc.
Direção: Mary Harron
Roteiro: Mary Harron e Guinevere Turner, baseado em livro de Bret Easton Ellis
Produção: Christian Halsey Solomon, Chris Hanley, Edward R. Pressman e Ron Rotholtz
Música: John Cale
Direção de Fotografia: Andrzej Sekula
Desenho de Produção: Gideon Ponte
Direção de Arte: Andrew M. Stearn
Figurino: Isis Mussenden
Edição: Andrew Marcus


seta3.gif (99 bytes) Elenco
Christian Bale (Patrick Bateman)
Willem Dafoe (Donald Kimball)
Jared Leto (Paul Owen)
Reese Whisterpoon (Evelyn Williams)
Samantha Mathis (Courtney Rawlinson)
Chloë Sevigny (Jean)
Justin Theroux (Timothy Bryce)
Josh Lucas (Craig McDermott)
Guinevere Turner (Elizabeth)
Matt Ross (Luis Carruthers)


seta3.gif (99 bytes) Sinopse
Patrick Bateman (Christian Bale) é jovem, branco, bonito e sem nada que o diferencie de seus colegas de Wall Street. Protegido pela conformidade, privilégio e riqueza, Bateman é também um serial killer, que vaga livremente e sem receios em busca de uma nova vítima. Seus impulsos assassinos são abastecidos por um zeloso materialismo e uma inveja torturante quando ele encontra alguém que possui mais do que ele. Após um colega dar-lhe um cartão de visitas melhor que o seu em tinta e papel, a sede de sangue de Bateman surge e ele aumenta ainda mais suas atividades homicidas, tornando-se um perigoso e violento psicopata.


seta3.gif (99 bytes) Pôsters
- Clique nos cartazes para vê-los ampliados em uma nova janela.
psicopata-americano-poster01t.jpg (2471 bytes)psicopata-americano-poster02t.jpg (3218 bytes)


seta3.gif (99 bytes) Imagens
- Clique nas imagens para vê-las ampliadas em uma nova janela.
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seta3.gif (99 bytes) Trailers
- Clique aqui para ver o trailer. Você precisa do Real Player para isso.


seta3.gif (99 bytes) Premiações
-


seta3.gif (99 bytes) Curiosidades
- Um dos primeiros nomes cotados para interpretar o personagem Patrick Bateman foi Leonardo DiCaprio que, posteriormente, terminou desistindo do projeto.

- O filme causou muita polêmica nos Estados Unidos na época de seu lançamento, devido às suas fortes cenas de violência.

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O que acontece quando uma organização é declarada terrorista?

Quando uma organização é oficialmente declarada ou designada como terrorista — seja por um governo específico (como o dos Estados Unidos),...