terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Blog do João Maria Andarilho Utópico Fatores que fazem mudar nosso compo...



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Dicas para a Elaboração do Referencial Teórico (fundamentação teórica ou marco teórico) Prof. Maria do Carmo Teixeira Costa



Dicas para a Elaboração do Referencial Teórico
(fundamentação teórica ou marco teórico)


Prof. Maria do Carmo Teixeira Costa


É importante destacar que esta parte do trabalho demonstra o conhecimento sobre a literatura básica que se refere ao assunto abordado. É muito importante concentrar no título e apresentar os conceitos que ele aborda. A escrita é característica e qualquer trabalho que apresente esta parte terá uma forma redacional muito semelhante, só diferenciando quanto ao assunto. A configuração demonstra que os conceitos foram explorados e a redação representa o esforço de condensar os resultados dos estudos feitos nos diversos autores que escrevem sobre o assunto. Por isto, a inclusão de citações (dos três tipos) de nota de rodapé explicativa é sempre requisitada, pois auxilia na construção de argumentos. Todos os autores citados devem ter seu nome e o título da obra consultada registrados nas Referencias.

A redação do Referencial Teórico permite a apresentação das teorias e seus autores, contribuindo para embasar teoricamente a pesquisa. Para a elaboração do Referencial Teórico é necessária uma análise comentada dos conceitos pertinentes ao tema. Isto irá permitir consubstanciar cientificamente o trabalho, mostrando o que existe sobre o assunto, quantas e quais pessoas escrevem sobre ele.

O objetivo da construção do Referencial Teórico é concentrar a ênfase na temática abordada, e, através de diferentes metodologias de pesquisa, sustentar uma argumentação pautada nos dizeres de autores consultados. 

A melhor forma de montar o Referencial Teórico é destacando os conceitos importantes que serão tratados em cada disciplina. Todo conceito é elaborado por um autor e o aluno, juntamente com o professor da disciplina, escolhem previamente a literatura que será utilizada.

A seguir um breve exemplo de Referencial Teórico, destacando conceitos sobre o tema ‘Relações de poder’.

Segundo Melo (1991), toda estrutura social é caracterizada pela existência das relações de poder. No que se refere a essas relações a autora revela a existência da autoridade, não só no contexto da legalidade ou das formalidades das concepções weberianas, como também, na legitimidade das manifestações das relações de poder entre os pares. Rocha e Melo (2001) relatam sobre organizações que adotam a influência dos indivíduos para a construção de um imaginário próprio, com o qual os empregados estabelecem laços de confiança.

Enriquez (2007, p. 64) identifica e descreve as figuras do poder carismático, tecnocrático, burocrático, democrático e despótico, indicando que em todo poder “há uma hierarquia de papéis, status, comportamentos”. Essa hierarquia pode ser facilmente observada nas sociedades animais, pois não se encontram sociedades animais sem regras, sem diferenciação fixa, sem sistema de dominação. O autor observa ainda, que as relações de poder “em função da carga emocional que lhe é inerente, parece ser embaraçosa no dia-a-dia” (ENRIQUEZ, 2007, p. 61).

As questões relativas ao poder e aos problemas derivados das relações de poder encontram sua trajetória pontuada por autores como Clegg e Hardy (2001) que trazem muitos dos diferentes olhares sobre o tema.  




Dicas para a elaboração do referencial teórico

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Olavo de Carvalho - Não Existe Sociedade Justa



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157 - A profecia de São Malaquias



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Blog do João Maria andarilho utópico: As diferenças entre pesquisa quali...



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WEB Rádio CONS: "Cotas Raciais" com Leonardo Bruno Oliveira, em 22/05/2012



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Lembranças Frases dos anos 80

 


Algumas frases/slogans são simplesmente impossíveis de se esquecer.
Vamos relembrar alguns deles que não saíam da nossa cabeça na década de 80 e, com certeza, até hoje, a gente se lembra e usa mesmo depois de mais 20 anos...rsrs
Algumas dessas frases viraram gírias, dito populares, frases do nosso cotidiano e muitas são utilizadas até hoje pelas suas respectivas empresas:
1. Tomou doril, a dor sumiu (Essa frase é impossível de se esquecer, até hoje, ela vem na nossa cabeça ao pegarmos um doril pra tomar). Na época quando perguntava, "você viu o fulano? a gente respondia, "não sei, sumiu, tomou doril"...
2. Danoninho vale por um bifinho (Quem nunca ouviu a mãe dizer: Filho, come, pelo menos, um danoninho, porque vale por um bifinho....)
3. Bombril tem 1.001 utilidades. (Slong principal da Bombril e sempre utilizado pelo seu garoto propaganda, Carlos Moreno). Alguns até diziam quando alguém sabia fazer de tudo numa casa, ou no trabalho, "tal pessoa é que nem Bombril, mil e uma utilidades".
4. Se algum desconhecido um dia lhe oferecer flores, isto é impulse! (Impulse, para quem não se lembra, era um desodorante).
5. A gente veio aqui prá beber, ou prá conversar (Slong da Cerveja Antártica, esse pegou, virou frase do dia-a-dia das pessoas).

6. Parece mas não é, é Denorex. (Campanha publicitária do shampoo contra-caspas Denorex, essa então virou moda...).
7. Você lembra da minha voz, continua a mesma, mas os meus cabelos quanta diferença. (Propaganda do shampoo Coloroma, outra que sempre estava presente nas brincadeiras de amigos que não se viam há muito tempo)
8. Bonita camisa, Fernandinho! (Comercial da USTOP que entrou no ar em 1984. Este era o elogio que o chefe do Fernandinho fazia sempre que via uma camisa USTOP, até porque seus colegas de trabalho e “puxa-sacos” sempre iam vestidos como o chefe).
9. A primeira faz tchan, a segunda faz tchun e...tchan-tchan-tchan!!! (Esse slogan era clássico da propaganda da Gilette).
10. Super Nescau, energia que dá gosto. (Slogan de um comercial inesquecível dos anos 80 da série “Super Nescau, energia que dá gosto” em que aparece as crianças brincando com um ferrorama).
'11. Toddy! Sabor que alimenta!
12. Caldo Maggi, o caldo nobre da galinha azul. (Quem não se lembra daquela galinha azul toda estilosa que aparecia nos comerciais do Caldo Maggi, marca registrada).
13. Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais? (Quem nunca se fez essa pergunta alguma vez na vida...rsrs)
14. Não esqueça a minha Caloi. (Propaganda de Natal da Caloi que marcou a década e que tinha um filho enchendo de bilhetinhos todos os lugares pelos quais o pai passava).
15. Não tem comparação (Brastemp)
16. Não basta ser pai, tem que participar. Não basta ser pomada, tem que ser gelol. (Slogan da velha e boa pomada gelol utilizado na propaganda da Gelol em que o pai vai com o filho a um jogo de futebol e o filho se machuca, logo o pai sai correndo da arquibanca pra passar Gelol no filho que acaba marcando um gol depois disso).
17. Fazendo sua vida mais doce (Açúcar União).
18. Se é Bayer é bom.
19. Quem pede um, pede bis.
20. Melhoral, melhoral, é melhor e não faz mal. (Slong do famoso analgésico Melhoral)
21. Só ele é assim! (Campari).
22. Carlton, um raro prazer. (Cigarro)
23. É impossível comer um só (Cheetos...hum, inesquecível).

24. Dois hamburgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles em um pão com gergelim (Propaganda do Mc Donald's até hoje e que nos anos 80 se você falasse na loja deles em determinados segundos, ganhava o lanche de graça)

25. Se a marca é Cica, bons produtos indica. (Cica, antiga marca adquirida pela Unilever)
26. Sorriso saudável. Sorriso Colgate.
27. Deu duro, tome um Dreher. (Propaganda “clássica” do Conhaque Dreher...rsrs)
28. Põe na Cônsul. (Campanha publicitária da Cônsul veiculada na TV no início dos anos 80).
29. Parece mais não é, é Denorex. (Campanha publicitária do shampoo contra-caspas Denorex).
30. Helmann's, a verdadeira maionese.
31. É gostoso e faz bem. (Kibon)
32. A meia da loba. (Lupo)
33. Venha para onde está o sabor. (Marlboro)
34. Bons momentos pedem um bom café. (Nescafé)
35. Ortopé, ortopé tão bonitinho. (Calçado infantil que ficou marcado pelo slong)
36. Quick, Quick, faz do leite uma alegria. (Achocolatado)
37. As amarelinhas. (Pilhas Ray-o-Vac)

38. Sempre cabe mais um quando se usa Rexona. (Propaganda do desodorante Rexona que marcou essa frase que é até hoje usada por muita gente...rsrs)
39. Abre a booooca é Royal. (Slogan da gelatina Royal)
40. Desperta o tigre em você. (Sucrilhos)
41. 752 é da Vulcabrás. (Propaganda de sapato).
42. Tudo anda bem com Bardhall.
43. Vem prá Caixa você também (Slogan utilizado até hoje pela Caixa Econômica Federal)
44. Biotônico dá uma fome de leão. (Slogan principal do Biotônico Fontoura, o quanto eu não tomei na minha infância pra “abrir o apetite....rsrs)
45. Atchim! Resprin! Resprin. (Analgésico)
46. Existem 1000 maneiras de preparar Neston. Invente uma!
47. Duracell, a pilha que dura, dura, dura...
48.Só omo lava mais branco. (Slong do velho e bom sabão em pó Omo)
49. Caninha 51, uma boa ideia.
50. Vai nugget, doutor? (Cera para sapatos nugget)
51. O tempo passa, o tempo voa e a poupança Bamerindus continua numa boa. (Esse slong é a marca registrada do antigo Banco Bamerindus).
52. Kilometrica... a caneta simpática, por um preço milimetrico!
53. Guaraná Antártica...puro e natural!
54. Viaje bem, viaje Vasp! (A antiga companhia aérea, que não existe mais, tinha esse slong como sua marca registrada).
55. Pakalolo de bem com a vida. (Antiga loja de roupas)
56. Rider....dê férias par o seu pé. (Marca de Chinelo famoso da época)
57. Eu sou você amanhã. (Frase utilizada na campanha publicitária da bebida Orloff)
58. Variguinho...variguinho, nosso amigo nosso avião. (Mascote da Companhia Aérea Varig)
59. Folha de São Paulo - o jornal que mais se compra, e que nunca se vende!


60. Manhê o caminhão da Granero já chegou. (Caminhão de mudanças Granero)
61. Cleeeeeibom... Nhac.. Nhac... Bom! (Margarina)
62. Se vocês pensa que nóis fomos embora... Nóis enganemos vocês. Fingimos que fomos e vortemos... Ói nóis aqui traveis!!! (Música de Adoniram Barbosa)

63. Mappim. Venha correndo Mappim. Chegou a hora Mappim, é a liquidação....(Jingle característico da famosa loja de magazine Mappin)
64. Leite condensado, caramelizado com flocos crocantes coberto com o delicioso chocolate Nestlé. (Chocolate Chokito)


Andrea Bergamo

 http://www.anos80.com.br/lembrancas/frases.html

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Gírias dos Anos 80

Gírias dos Anos 80

As gírias fazem parte de nossa língua e enriquecem o vocabulário de um povo, mantendo viva a memória dos anos 80, estamos incluindo aqui algumas gírias que eram utilizadas na época dos 80, muitas eram utilizadas amplamente, outras nem tanto, algumas desapareceram por completo, outras são usadas até hoje.
Se você era ‘burguês’ provavelmente não falava gíria, e nem freqüentava ‘salão’ de ‘escovinha’, ficava ‘babando ovo’ do seu ‘coroa’ pra descolar uma ‘bufunfa’, e se arrumava alguma ‘treta’ morria de medo dos ‘gambés’.
Gíria dos anos 80
Arrasar = Fazer sucesso, fazer alguma coisa bem feita, até mesmo vestir-se bem para algum evento, festa.
Arrebentar a boca do bolão =
Situação, acontecimento ou algo que foi estrondoso, muito bom mesmo.

Azarar
= Paquerar

Baba-Ovo
= Puxa saco

Bagaça =
Definição para alguma coisa, algum assunto que estava sendo tratado naquele momento.

Bate e volta
= Popular passeio feito com a intenção de ir e voltar no mesmo dia ou em algumas horas, comum nas excursões de ‘farofada’ dos anos 80, porém também aplicado a passeios simples, sem ‘frango com farofa’.
Beleza =

‘Ben Johnson’ =
Trocadilho utilizado fazendo alusão ao doping do atleta Ben Jonhson, que não estava bem por algum motivo, estava Ben Johnson.

Boy/burguês =
Definição para os garotos que eram de uma classe social mais elevada, ou pelo menos queriam assemelhar-se a esses.

Broto/Brota =
O termo broto definiu nos anos 60 um cara que era ‘gato’, nos anos 80 arrumaram uma versão para esse termo que começou a ser aplicado para definir as ‘gatinhas’.

Bode
= Mau humor.
Bufunfa = Termo para definir dinheiro.
Carango = Carro, automóvel.
Careta = Antiquado, fora de moda.
Caroço = Pessoa chata, enjoada, desagradável.
Chocante = Muito bom.
Coroa = Nossos pais e/ou mães, ex: minha coroa ta nervosa; meu coroa não liberou a grana.
Da hora = Algo muito bom, no final dos anos 80 substituiu o termo chocante que caiu em desuso.
Dar um tapa = Fumar maconha.
Deprê = Estado de desânimo, depressão.
Detonar = Livrar-se de algo, também usado como sinônimo para ‘Arrasar’.
Deu Tilt = Quando algo não saia como foi programado, ou quando surgia algum problema todos diziam: Deu Tilt!
É Rodi = Definia uma situação ruim, algo ruim.
Escalar/Escalou = Intimar, chegar junto mesmo, alguém era escalado quando tinha que definir rápido uma situação.
Escovinha = Termo utilizado para definir os freqüentadores de bailes conhecidos nos 80 como: Chic Show, Neon, Black Mad, Elite Itaquerense. 
Esperto = Bacana, bom
Extrapolar = Exceder-se, dar vexame
Farofada/farofeiro = Termo utilizado para definir as ‘excursões’ bate e volta, que tinha mais relação com a alimentação que era levada para a excursão, geralmente ‘frango com farofa’.
Fera = Sujeito habilidoso em alguma coisa.
Fight (faite) = Termo utilizado para ‘transar’. “Dar uns fight’
Fominha = Sujeito que não passa a bola no futebol
Gamar = Apaixonar-se
Gamado = Apaixonado
Gambé (s) =
Termo que definia os policiais nos anos 80.

Grana/Gaita=
Termos utilizados para dinheiro.

Grilo (Grilo na cuca) =
Desconfiança, preocupação.

Hiper, Super =
Melhor ainda

Malho (maio) =  
Termo que definia aqueles ‘beijinhos’ que dávamos em uma garota (pitchoula), muito comum ainda hoje em dia.

Mala =
Pessoa chata

Maneiro =
Algo bacana

Massa =
Bom, ótimo, legal.
Mina/Mino =  Termos que definiam os garotos e as garotas.
Mintchura =
Mentira (devido a musica de Neusinha Brizola)

Normal =
Está tudo em ordem
Numa Nice = Numa boa
Pagar Mico =
Dar vexame

Palha (Paia) =
Mentira, algo que fugia da realidade, absurdo.

Palheiro (Paiero)
 = Sujeito que queria alcançar popularidade contando ‘Paias’.

Pentelho
= Variação para mala, cara chato

Pisar na bola /no tomate/Pisar no acabate =
Decepcionar com determinado comportamento, ou falando algo que não
deveria.

Pitchula/Pitchulinha =
Termo usado para chamar as garotas.

Que Choque
= Que legal

Rachar o bico = Rir muito, rir até ‘rachar o bico’.

Rolar
= Empregado para diversas situações. Normalmente substituía o "acontecer"

Rolo
= Dar uns ‘maios’ várias vezes com a mesma pessoa.

Salão =  
Danceteria, pista de dança, ‘Fulano vai hoje pro salão’.

Tá Crowd =
Tá lotado

Tá Maus =
Situação ruim

Tomou Doril =
Sumiu, desapareceu.

Trampo (dar um trampo) =
Trabalhar, este termo é utilizado até hoje.

Treta =
Briga, encrenca, situação complicada.

Tudo azul =
Quando estava tudo muito bem, tudo andando maravilhosamente bem, antônimo de ‘Treta’.

Vamos nessa! =
Definia quando as pessoas iam para algum compromisso, ou simplesmente estavam de saída de um local, festa, etc.

Viajar na Maionese
= Delirar, falar coisas absurdas, fora da realidade.

Virar Casaca
= trocar de lado, trocar de sexo, trocar de time, etc.
Xaveco = Termo utilizado para o tipo de ‘conversa’ aplicado numa paquera.
Zura = Pão duro
Ivan Guilherme Bereni


fonter:  http://www.anos80.com.br/lembrancas/girias.html

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O Santo Nome Religião Música Política Culinária Vegetariana Vídeos Imagens Cultura e Bem Viver: Direita e esquerda origem e fim - por Olavo de Car...

O Santo Nome Religião Música Política Culinária Vegetariana Vídeos Imagens Cultura e Bem Viver: Direita e esquerda origem e fim - por Olavo de Car...: Direita e esquerda from joão maria Obrigado pela visita, e volte sempre.

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Direita e esquerda origem e fim - por Olavo de Carvalho.


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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Desinformação comunista e controle da informação



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Histórico da Chancelaria Hoje e Ontem


Histórico da Chancelaria Hoje e Ontem

A instituição “chancelaria” já existe por séculos em universidades estaduais, federais e confessionais ao redor do mundo. Apesar da sua antiguidade, ainda hoje o cargo de chanceler é reconhecido e mantido em grandes universidades no Brasil e no mundo.

Chanceler (latim, cancellarius) é um antigo título oficial usado em quase todas as civilizações que se originaram direta ou indiretamente do Império Romano. Nestas civilizações, o cargo de chanceler teve várias e diferentes funções, bem como diferentes graus de dignidade. Os chanceleres originais foram os Cancellarii das cortes romanas, responsáveis pela manutenção da ordem numa corte de justiça, que se sentavam na cancelli entre o juiz, o júri e a audiência. Daí, o cargo de chanceler ganhou a característica daquele que introduzia ou abria as portas para o acesso ao direito, à lei, às autoridades. Esse sentido original se preserva ainda hoje na função do chanceler de universidade particular e/ou confessional.

Tão antigo quanto as primeiras universidades, o título de chanceler é muito usado na Europa para indicar o chefe da Universidade, o que seria equivalente ao nosso Reitor. As universidades de Oxford e de Cambridge têm sido lideradas por um chanceler desde os tempos medievais, apesar de que hoje o cargo perdeu sua função executiva, que passou a um vice-chanceler, equivalente ao nosso reitor. Este modelo é seguido em muitas universidades do Reino Unido.

Nos Estados Unidos, a autoridade máxima nas universidades é geralmente chamada de “presidente”, embora o nome de chanceler seja ainda usado, especialmente nas universidades federais com vários campi. Cada campus é dirigido por um “presidente” e o chanceler preside todo o sistema. Contudo, o contrário também ocorre, quando um “presidente” governa o sistema composto por unidades dirigidas por chanceleres. Em outros modelos americanos, o chanceler é o chefe principal, mas o operacional está nas mãos de um “presidente” ou “vice-chanceler”.

No Brasil, a figura do chanceler aparece em vários modelos diferentes de universidades. Ele é o órgão máximo na administração em algumas universidades particulares, onde o cargo de chanceler é geralmente ocupado pelo fundador e proprietário. Neste modelo, o chanceler, além das funções cerimoniais e representativas, exerce plenamente todas as funções administrativas, apesar de haver um reitor da universidade. Mas, via de regra, o chanceler nunca é o executivo, ficando isto a cargo do reitor. Nestes casos de universidades particulares, o chanceler não tem função como representante da religião da mantenedora ou do dono. Noutras universidades particulares o chanceler ocupa posição dentro do corpo administrativo.

Nas pontifícias universidades católicas, que são universidades confessionais católicas, existe a figura do grão chanceler, que é geralmente o arcebispo metropolitano. Ele é a autoridade máxima da universidade nas questões administrativas e acadêmicas, além de guardião da confessionalidade católica por definição estatutária. Este modelo é o mesmo de algumas universidades católicas portuguesas, onde aparece a figura do Magno Chanceler, o Patriarca de Lisboa, autoridade maior na Universidade e guardião da fé católica dentro da mesma.

Nas universidades católicas o padrão é o mesmo. O chanceler é o guardião da confessionalidade católica e autoridade máxima na universidade, nomeando e destituindo o reitor e o vice. Geralmente, é o bispo diocesano.

Por fim, algumas universidades privadas não confessionais têm um chanceler como figura representativa da mantenedora na universidade. No modelo da Anhembi-Morumbi, o chanceler exerce funções administrativas e representa a proprietária. Em outros modelos, o chanceler exerce funções cerimoniais, podendo vetar decisões que possam afetar os princípios que norteiam a instituição.

A Chancelaria do Mackenzie foi criada em 1976 para marcar a presença da Igreja Presbiteriana dentro da Universidade, em vista de crises anteriores em que, por pouco, a Universidade não se desliga da IPB. Assim, desde o seu começo, a figura do chanceler do Mackenzie representou o Associado Vitalício do IPM no cotidiano da Universidade. Esse ponto foi reafirmado pelo Supremo Concílio de 2006, quando aprovou a reforma dos Estatutos do IPM. O caput da decisão diz:

“Os diplomas apresentados [pelos Curadores do Mackenzie] asseguram a confessionalidade do Instituto Presbiteriano Mackenzie, como instituição da Igreja Presbiteriana do Brasil, exteriorizada pela presença legal, estatutária e regimental do Chanceler da Instituição como guardião da expressão de fé da Igreja Presbiteriana do Brasil...”

Os Estatutos aprovados pelo Supremo Concílio, bem como o Estatuto da Universidade aprovado pelo MEC atribuem ao chanceler, entre outras coisas, a proposição ao IPM e à UPM de iniciativas que contribuam para a expansão e a melhoria da qualidade do ensino, da pesquisa e da prestação de serviços pela Universidade e a afirmação do caráter confessional do Mackenzie junto a Universidade Presbiteriana Mackenzie e as demais Unidades de Ensino Mantidas com o objetivo de garantir a sua confessionalidade. É também competência do chanceler, além de acompanhar a elaboração do orçamento da Universidade, solicitar o reexame de decisões dos Conselhos da Universidade para preservação dos princípios, das finalidades e da política administrativa geral da Universidade.

A existência e atuação das Chancelarias nas modernas universidades seguem a tradição secular das universidades européias de onde surgiram as universidades reformadas. No caso das universidades cristãs confessionais, a Chancelaria, além de representar os interesses da Igreja junto à Universidade, desempenha o importante papel de manter e expandir a cosmovisão cristã e reformada dentro do campus, coisa que as católicas já descobriram a tempo, nomeando como chanceler o arcebispo ou bispo da região, e dando-lhe a missão de divulgar e manter a fé católica da universidade. Faz parte da luta histórica da IPB para ter dentro da Universidade um representante seu, não para interferir na autonomia universitária, para mostrar a presença da Mantenedora diariamente dentro da Universidade. 


http://www.mackenzie.br/chancelaria_mackenzie.html

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Anatomia do poder - Técio Lins e Silva - 05/08/2012



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Marx é inquestionável ? Não ele é questionável.


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Educacion y sociedad



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UTPL GARANTÍAS CIENTÍFICAS Y ÉTICAS DE LA EVALUACIÓN PSICOLÓGICA



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PSDB caminha derrotado para eleições



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domingo, 24 de fevereiro de 2013

Chaves Manda Mensagem em Favor da Vida!



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Max Weber e sua sociologia compreensiva: por joão maria andarilho utópico.



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Max Weber e sua sociologia compreensiva: por joão maria andarilho utópico.



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Metodo silabico 1.mp4



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A diferença entre Basílica , Catedral , Igreja , Capela e Santuario

Igreja Santo Antonio
Igreja de Santo Antonio Ponte Preta Campinas




Os templos católicos subdividem-se em subcategorias distintas e, conforme as suas características e peculiariedades é podemos determinar a categoria em que cada um deles está enquadrado, conforme veremos a seguir:

1. Basílica - Igreja de grande porte, privilegiada com relíquias de um ou mais  santos,  e que possua grande influência sobre determinada região geográfica ou país e seu acentuado caráter espiritual que exerce sobre religiosos e leigos de uma jurisdição eclesiástica.    A Basílica de São Pedro, por exemplo,  reúne estas condições e possui condição ímpar, uma vez que o Papa, como chefe da Igreja, exerce pleno poder e jurisdição  eclesiástica sobre todo o mundo católico.  

2. Catedral - É a Igreja episcopal, cujo dirigente maior é o Bispo que exerce sobre os Párocos das igrejas de sua diocese,  repassando, com sua autoridade eclesiástica, as diretrizes firmadas pelo Papa.  Nas catedrais é que são sepultados  os bispos de uma determinada Diocese e  esta é a condição para que uma igreja seja designada "Catedral". 

3. Igreja - É um templo católico, normalmente,  com qualidade de Paróquia, onde o Vigário e/ou Pároco, exercendo sua autoridade religiosa,  confirma e repassa as instruções episcopais aos religiosos ou fiéis que estão sob sua jurisdição eclesiástica.

4. Capela - Templo católico que comporta, normalmente, só um altar, caracterizada pela sua modesta estrutura física, onde o padre exerce suas funções, normalmente de forma itinerante, estando subordinada  e pertencendo a determinada paróquia.

5. Santuário - Igreja ou paróquia digna de apreço pelas relíquias que contém, normalmente do padroeiro de uma cidade ou Estado, pela  afluência de devotos ou sinais visíveis de grandes graças daí obtidas.
 
Texto extraído do site www.paginaoriente.com

fonte: http://www.espacojames.com.br/?cat=17&id=810


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O parvo professor



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Entrevista de Walter Williams Para A Globo News (Legendado)



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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Mídia Sem Máscara na TV - Programa 1




Publicado em 17/12/2012
O Mídia Sem Máscara na televisão era exibido em 2004 em dois canais
, para as cidades de Curitiba e São Paulo, pela TV Millennium em SP e Canal 21 -- TVA e NET Curitiba. Graças ao nosso amigo Marco Aurelio Ratacheski que gravava estes programas, podemos ter acesso a estes vídeos que são de uma riqueza sem tamanho com o Olavo, o Monir e alguns colunistas do MSM. Espero que os vídeos sejam tão valiosos para vocês como foram para nós, obrigada Marco pelo material e Fernando Podgurski que ajudou a postar. Encerramos com dezenove programas, o programa nove não pode ser recuperado e alguns infelizmente estão cortados.

Kathren Silveira

https://www.youtube.com/watch?v=Glr1V7t-w2o

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A estratégia da tesoura

 

Brasil avança para o comunismo diante de uma sociedade desinformada; da imprensa totalmente "esquerdizada" e censurada; do empresariado anestesiado e das Forças Armadas desprestigiadas e acomodadas. A tática sorrateira da ditadura comunista, tal qual um enorme polvo, gradualmente vai dominando o Brasil com seus tentáculos e em todas as esferas de poder.
Após o manifesto comunista do PNDH-3 ("Plano de Direitos Humanos"), que pretende de fato anular a nossa Constituição Federal, por um arremedo de carta ditatorial à la Havana ou Caracas, observa-se hoje a clássica "estratégia da tesoura", enganando o eleitorado nacional. Tal estratégia comunista consiste em centralizar a disputa eleitoral em dois partidos, sendo que um deles (PSDB) se passa como sendo de direita, e o PT como de esquerda radical. Tudo previamente combinado, pois toda a cúpula do PSDB é de esquerda (FHC e Serra são exemplos), adotando uma linha light para tranqüilizar por enquanto o povo e o empresariado, passando a ideia de que temos opção e de que não estamos nas mãos dos radicais e sem saída. Isso, até que toda estrutura para a tomada do poder esteja consolidada no campo, na militância urbana e até nas Forças Armadas com infiltrações; o que já pode estar bem avançado.

Na realidade, conforme a "tática da tesoura", após a extinção ou compra planejada de todos os outros partidos políticos, ficamos nas mãos de dois partidos de esquerda apenas (PSDB e PT), não importando qual vença as eleições, pois, ao final, as duas lâminas da tesoura vermelha se fecham, cortando e destruindo a sociedade democrática, tal como o ocorrido na Tchecoslováquia, Hungria, URSS e Romênia.

A confirmação dessa estratégia em curso se deu, entre outras coisas, nas palavras do próprio FHC na TV, após a divulgação do PNDH-3 à mídia. Disse ele: "O PSDB e o PT possuem a mesma ideologia e planos, brigamos apenas por cargos e indicações futuras". Foi a primeira vez que sintomaticamente vi FHC e Serra ostentando em dupla vistosas gravatas vermelhas como as de Lula e Paulo Vanucchi. A todo tempo, esse inimigos do Brasil poderiam ter sido neutralizados, mas enganaram e compraram a todos, que sequer sabiam ao que estavam se vendendo.

O ignorante empresariado brasileiro, que contribui há anos com dinheiro para esse governo de esquerda, imbecilmente achando que comunistas ao aceitarem seu dinheiro os pouparão no futuro, assina sua sentença de morte, pois o comunista não quer dinheiro, quer o poder absoluto para destruir esse mesmo empresariado que considera como explorador e enriquecedor da sociedade capitalista; destruir as Forças Armadas atuais, por considerá-las um poder perigoso e protetor dos valores democráticos e cristãos; destruir a propriedade privada e a imprensa que dedura seus crimes ao povo, e os valores religiosos que consideram o ópio do povo. O dinheiro estará fatalmente todo em suas mãos e nas da elite partidária, já consolidada nos 400.000 militantes enriquecidos e sustentados diretamente pelo governo Lula, que são sua malha protetora.

Todo o dinheiro dado à corrupção de políticos, militares, empresários e jornalistas será tomado adiante, com suas propriedades, negócios e muitas vezes com o custo de suas vidas, conforme o modus operandi comunista tradicional. Por isso, os comunistas doam e corrompem à vontade e a quem necessitar.

Todo esse planejamento se deu em reuniões do Foro de São Paulo, desde os anos 90, entre Lula, Fidel Castro e Hugo Chávez , e tudo está fartamente documentado junto aos órgãos de informação brasileiros. As responsabilidades do plano de restituir na América do Sul, que o comunismo perdeu na Europa e Ásia, ficaram bem definidas. Estando as FARC encarregadas de fornecer recursos financeiros (drogas e armas ao tráfico nacional), armas e treinamento de guerrilha à militância rural (MST e outros) e urbana (PCC e CV); e nosso governo, por sua vez, fornecer verbas e suporte legal oficiais a esses movimentos não-oficiais, o que em si já é um absurdo legal e moral.

Há indícios de cooptação junto ao alto oficialato das FFAA brasileiras e recentemente um general chegou a convidar João Pedro Stedile (MST) para uma palestra na ESG (Escola Superior de Guerra), algo inimaginável até então. O irmão do Senador Aloízio Mercadante (PT), é hoje alto oficial no Exército e sabidamente atua pela ideologia de esquerda junto às tropas.

Tudo extremamente preocupante.

fonte: http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=20270


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Como fabricar uma dissidência política?



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História e origem da profissão de Secretária



Os primeiros registros da profissão de secretária datam dos tempos dos faraós, quando era exercida pelo sexo masculino, na figura dos escribas.
Com a Revolução Industrial, volta a aparecer a função de secretário e, após as duas guerras mundiais, por falta de mão-de-obra masculina, houve o surgimento da figura feminina bastante atuante na área, na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, a mulher surge como secretária na década de 50. Nessa mesma época, houve a implantação de cursos voltados para a área como, por exemplo, datilografia e técnico em secretariado.
O trabalho da secretária mudou muito com o decorrer do tempo. Se antes precisava ser uma exímia datilógrafa e fazer exatamente o que o chefe pedia, hoje ela assume uma posição mais independente, tomando decisões e peneirando o que deve ou não chegar às mãos da chefia. A datilografia e a taquigrafia foram deixadas para trás e substituídas pelas novas tecnologias.
Outro aspecto que também mudou foi a clássica divisão entre secretária júnior (iniciante), plena (meio de carreira) e sênior (executiva). Algumas empresas podem até usar as denominações, mas a verdade é que atualmente mesmo uma simples estagiária já pega um volume de trabalho compatível com o de uma profissional.
A moderna secretária é praticamente uma assessora da presidência ou diretoria para a qual trabalha. Além de gerenciar a qualidade das atividades que desenvolve na empresa, também administra a vida e a agenda particular dos executivos. Trata-se, portanto, de uma tarefa de extrema confiança, que exige discrição absoluta.
Diante disso, as palavras que poderíamos apontar como cruciais na rotina diária de uma secretária seriam: postura, discernimento e jogo de cintura.
Nas décadas de 60 e 70 houve a expansão da profissão, mas somente a partir dos anos 80 a categoria conseguiu, por meio de muita luta, a regulamentação da profissão, com a assinatura da lei nº 7.377, de 30/09/1985.
Com a regulamentação a classe ganhou força, surgindo os sindicatos das secretárias.
Em 1988 foi criada a Fenassec - Federação Nacional de Secretárias e Secretários em Curitiba, Paraná.
Em 7 de julho de 1989 é publicado o Código de Ética Profissional, criado pela União dos Sindicatos.

Origem da palavra Secretária

Segundo estudiosos, a palavra "secretária" tem origem no latim e deriva dos seguintes termos:
  • Secretarium - lugar retirado;
  • Secretum - lugar retirado, retiro;
  • Secreta - particular, segredo.

Com o tempo, ocorreram mudanças tanto no significado como na grafia desses termos, surgindo, assim, Secretária.

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O que acontece quando uma organização é declarada terrorista?

Quando uma organização é oficialmente declarada ou designada como terrorista — seja por um governo específico (como o dos Estados Unidos),...