domingo, 21 de abril de 2013

Impostos, história e corrupção ESCRITO POR RODRIGO SIAS | 17 JANEIRO 2013 ARTIGOS - ECONOMIA


Hoje, com mais de um terço do PIB em seu poder, o governo investe em média 1%, mesmo com o estardalhaço da propaganda oficial e o PAC.
Quanto maior o peso estatal, maiores as oportunidades de corrupção, troca de favores e clientelismo.

A tributação sempre esteve associada à coerção da sociedade pelo poder estatal, tornando-se objeto constante de controvérsia ao longo da história humana, dando origem a rebeliões, movimentos políticos, mitos e leis.
Grandes impérios sempre impuseram pesada tributação aos territórios submetidos. Nos tempos de Jesus Cristo apresentado na Bíblia, os cobradores de impostos eram considerados grandes pecadores e vistos como símbolo da dominação estrangeira simbolizada pelo Império Romano.
Considerada a primeira Constituição da história, a Magna Carta foi criada para limitar o poder dos reis ingleses de tributar a população.
É da mesma época o mito de Robin Hood, herói que lutava contra a opressão estatal e roubava do xerife de Nottingham- administrador dos cofres públicos - para distribuir aos pobres.
A Independência Americana foi motivada sobretudo por conta da questão dos impostos e seu lema inicial era "no taxation without representation".
A própria Revolução Francesa foi motivada inicialmente por um setor público visto como perdulário e voraz.
No Brasil, Tiradentes entrou para a história e transformou-se em herói nacional por conspirar contra o "quinto" cobrado por Portugal.
Mais de 200 anos depois, a "derrama" de impostos do brasileiro chegou a quase 36% do PIB em 2012 e dados do impostômetro - medidor dos impostos cobrados, idealizado pela Associação Comercial de São Paulo e pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário - indicam que o país recolheu R$ 1,556 trilhões no ano passado.
Para este ano, está prevista nova arrecadação recorde de R$ 1,734 trilhão. Nas comparações internacionais, o Brasil também está no topo. Nossa carga tributária é maior que em todos os países da América, com exceção da Argentina.
Também ganhamos da maioria dos países da OCDE e quando comparados aos países emergentes, somos campeões com folga.
As estatísticas indicam que a arrecadação vem crescendo sistematicamente bem mais que o PIB do país e nesses anos nos quais a economia encontra-se estagnada e a inflação cresce, observamos como consequência lógica que o Estado brasileiro está inchando a passos largos.
Muitas vezes me perguntam porque o Brasil crescia tanto na década de 70 e hoje vive "patinando". Uma das respostas mais óbvias tem a ver com a tributação: na época do "Milagre", o país possuia uma carga tributária próxima a 25% do PIB e os investimentos da União significavam quase 5% do PIB.
Hoje, com mais de um terço do PIB em seu poder, o governo investe em média 1%, mesmo com o estardalhaço da propaganda oficial e o PAC.
Além disso, a maior parte da arrecadação é composta por impostos indiretos que atrapalham a nossa competitividade e distorcem os incentivos produtivos.
Quanto maior o peso estatal, maiores as oportunidades de corrupção, troca de favores e clientelismo.
Em diversos rankings, nosso país aparece na vice-colocação entre os países mais corruptos, perdendo apenas para a Nigéria.
Segundo a sabedoria popular, "o Brasil tem a maior carga tributária do mundo para pagar a maior corrupção do mundo".
Observando os dados da Receita Federal e lendo as notícias de que José Genoino assumiu o mandato de deputado federal na semana passada, fica difícil discordar.

Publicado no jornal Brasil Econômico.

Rodrigo Sias 
é economista do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).


http://www.midiasemmascara.org/artigos/economia/13772-impostos-historia-e-corrupcao.html

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Pastor Silas Malafaia x caio fabio



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Blog do João Maria indicação de leitura: Avaliação Psicopedagógica Manue...




Sinopse
Reunindo uma rica gama de instrumentos psicopedagógicos e propondo uma metodologia consagrada pela reflexão e prática de profissionais experientes e atualizados, Avaliação psicopedagógica é fonte de estudo e consulta obrigatória para estudantes em formação e profissionais preocupados com sua qualificação constante junto a crianças, adolescentes e adultos com necessidades educacionais especiais.
Primeira parte
1. A avaliação psicopedagógica
2. A demanda de avaliação psicopedagógica
3. Técnicas e instrumentos de avaliação psicopedagógica
4. A entrevista com os pais, os professores e os alunos
5. Avaliação psicopedagógica dos alunos e trabalho em rede
6. Avaliações psicopedagógicas por demanda administrativa - elaboração de pareceres e informes
Segunda parte
7. A avaliação psicopedagógica dos alunos com um ambiente social desfavorecido
8. A avaliação psicopedagógica dos alunos que apresentam dificuldades de comunicação e linguagem
9. A avaliação psicopedagógica dos alunos estrangeiros recém-incorporados ao sistema educacional
10. A avaliação psicopedagógica dos alunos escolarizados com perda auditiva na modalidade oral
11. A avaliação psicopedagógica dos alunos com déficit de visual
12. A avaliação psicopedagógica dos alunos com deficiência motora
13. A avaliação psicopedagógica dos alunos com problemas e transtornos emocionais e de conduta
14. A avaliação psicopedagógica dos alunos com dificuldades na aprendizagem da língua escrita
15. A avaliação da matemática
16. Aproximação da avaliação das altas habilidades e dos talentos
17. A avaliação dos alunos com deficiência mental

Tradução Fátima Murad

Avaliação psicopedagógica


Autor(es):
Manuel Sánchez-Cano, Joan Bonals

Editora:  Artmed
Área(s):
Psicologia / Psicanálise

https://www.grupoa.com.br/autor/manuel-sanchez-cano.aspx



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Como funciona o dinheiro e os bancos




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Relatório de estágio Pedagogia links de relatórios reais e modelos.



http://www.cefetbambui.edu.br/dppge/sites/cefetbambui.edu.br.dppge/files/RELAT%C3%93RIODEEST%C3%81GIO_ATUALIZADO.pdf

http://www.unibr.com.br/estagio/documentos/relatorio_estagio_licenciatura.pdf

http://cursos.unipampa.edu.br/cursos/pedagogia/files/2011/07/RE_Cristiane_Marroche.pdf

http://www.pergamum.udesc.br/dados-bu/000000/000000000000/00000061.pdf

http://www.unip-pa.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=75:estagio

http://www.ebah.com.br/content/ABAAAe4vcAC/relatorio-estagio-curricular-i

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http://nead.uesc.br/arquivos/pedagogia/estagio1/modulo-estagio1.pdf

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sábado, 20 de abril de 2013

Oitavas de final Libertadores da América 2013. Palpite por João Maria an...




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Mídia Sem Máscara ENTREVISTA Guilherme Afif Domingos



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Atividades Brahma Kumaris Campinas dias 21, 26 e 28 de abril de 2013




21/04/2013 (17:30 - 18:30)
MEDITAÇÃO PELA PAZ MUNDIAL

MEDITAÇÃO PELA PAZ MUNDIAL
Todo 3° domngo de cada mês
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21/04/2013 (18:30 - 20:00)
Cabeça fria e coração quente

Cabeça fria e coração quente
     Palestrante: Rodrigo Brito

26/04/2013 (19:30 - 20:30)
PALESTRA EXTERNA

Barão Geraldo – Cidade Universitária II
 Tema: Quem se conhece, percebe melhor o seu potencial e limitações atuais. 
Data: 26 de Abril (6° feira)
Horário: 19h30
Local: Rua Dr. Luis de Tela, 1111
Baraõ Geraldo, Cidade Universitária

28/04/2013 (18:30 - 20:00)
Vida Leve, Viver é Celebrar

Vida Leve, Viver é Celebrar.
     Palestrante: Joana Filetto




R. Monte Aprazível, 387 – Chácara da Barra
CEP: 13090-764
(ver o mapa de localização)
Fone: 19-3241.7480
Email: campinas@br.bkwsu.org


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COMUNISMO NEOLIBERAL BRASILEIRO - MÍDIA SEM MÁSCARA



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sexta-feira, 19 de abril de 2013

A importância da consciência fonológica. Monografia psicopedagogia.





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Julio Severo: Também quero ser discriminado

Julio Severo: Também quero ser discriminado: Também quero ser discriminado Fábio Blanco Todo mundo agora quer direitos. Não são suficientes aqueles - e não poucos - já previstos ...

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Prudência e conhecimento do real em São Tomás de Aquino; Vídeo-aula

Prudência e conhecimento do real em São Tomás de Aquino




Palestra de Pedro Monticelli no Círculo de Estudos Políticos - www.formacaopolitica.com.br

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REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL. Os RCNEIs volume um dois e três.







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As teorias da comunicação Prof. Dr. Rovilson Robbi Britto



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Artigos Sobre Surdez e Libras




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Fiodor Dostoiévski uma criatura dócil




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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Resposta a Jung ESCRITO POR NIVALDO CORDEIRO | 11 JANEIRO 2011 ARTIGOS - CULTURA



ESCRITO POR NIVALDO CORDEIRO | 11 JANEIRO 2011
ARTIGOS - CULTURA



O homem precisa descobrir novamente o contato com o transcendente, com o Deus de nossos pais.
Quando li pela primeira vez, por volta dos trinta anos, o opúsculo de Jung RESPOSTA A JÓ sofri um choque soberbo. Até então me considerava ateu e nunca havia levado a sério nem a teologia e nem as Escrituras. O livro de Jung teve o poder de descortino duplo: de um lado, mostrou que meu ateísmo não passava de ignorância tola; do outro, me dava uma resposta racionalista ao drama da encarnação. Se esse pequeno livro não me viesse às mãos meus interesses intelectuais teriam sido outros e certamente eu seria hoje outra pessoa. Jung teve experiências espirituais fortíssimas e, como ele mesmo registrou, para ele a fronteira entre o transcendente e o imanente era transparente. Sua autobiografia e o formidável seminário que deu sobre o Zaratustra de Nietzsche, entre 1934 e 1939, mostram como sua alma estava atormentada pelas questões relativas a Deus e à existência moral do homem. Jung teve sonhos e visões fabulosos, alguns premonitórios. Como ninguém ele compreendeu Nietzsche na sua experiência com o Mal, mas o fascínio com o numinoso o impediu de ver o Mal como Mal. No seminário em que ele estudou o Canto Noturno do Zaratustra, por exemplo, Jung se recusou a fazer a tradução do texto do alemão para o inglês, pois, segundo ele, ali falava o próprio Deus Vivo. Quanto engano! O Deus vivo não falava pela alma de Nietzsche. O atormentado filósofo, como um Van Gogh das Letras, lidava mesmo era com a personificação do Mal. Thomas Mann fez muito bem em tomá-lo como personagem principal do magnífico DOUTOR FAUSTO, no qual relata o ocaso da Alemanha tomada por Mefisto.
No Canto Noturno falou a figura mais solitária e isolada já criada por Deus, a mais triste da criação que já existiu. Penso que o próprio Anjo Caído está presente ali.
Jung errou dramaticamente no seu livro RESPOSTA A JÓ. O drama da encarnação de Cristo foi um ato de bondade unilateral de Deus para com o homem, sua criatura preferida. Pensar que o homem, mesmo um santo como Jó, tenha algo a dar a Deus é delírio perigoso. Tudo que o homem tem, inclusive sua frágil existência, vem de Deus. Tentar uma leitura psicológica dos diálogos bíblicos para dar um sentido e mostrar uma conexão lógica de um suposto amadurecimento de Deus carece de senso de verdade. E, relendo o Livro de Jó, bem poderíamos apropriadamente imaginar que as palavras que lá estão atribuídas ao Criador podem, com alto grau de realismo, ser as do próprio Satã usando o nome de Deus em vão para confundir e desemcaminhar o santo Jó. O equívoco de Jung foi total no seu intento.
Jung viveu intensamente o ateísmo e o demonismo do seu tempo e foi testemunha ocular do poder de destruição que o Mal, solto sobre a terra, pode realizar. O mundo foi incendiado àquela época, tudo que era sagrado foi profanado, a própria fé na ação do homem e na ciência, compreendida como redentora em substituição à verdade revelada, foi abalada. O homem chegou em 1945 desamparado de Deus e de si mesmo.
Mas Jung tem o grande mérito de ter mostrado que o homem não é senhor de sua própria casa, que outras forças atuam na sua alma atormentada e, mais importante, se o homem não buscar o Bem, fatalmente estará nos braços do Mal. Como em 1945 (e nos fatídicos anos que lhe antecederam) o mundo está hoje. Com a mesma crise financeira, a desesperança, o desemprego, o emergir de potências hostis poderosas até então inexpressivas. A história está de novo em movimento e os fatores anímicos elementais estão em ação, mesmo que as massas deles não se dêem conta.
Se há uma resposta de Deus a Jó é a mesma que foi dada para mim e para você, meu caro leitor: o homem é a criatura que por ele vela o Deus Misericordioso. Mas o homem precisa descobrir novamente o contato com o transcendente, com o Deus de nossos pais. Precisa ter a humildade de saber que não é capaz de criar. O Criador é só um e o homem não pode substituí-lo. A resposta está dada e é conhecida.



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Entropia e a Segunda Lei


Entropia e a Segunda Lei

Para medir o grau de desordem de um sistema, foi definida a grandeza termodinâmica entropia, representada pela letra S. Quanto maior a desordem de um sistema, maior a sua entropia.





Recipiente 1: mais organizado, menor entropia; Recipiente 2: menos organizado, maior entropia 

Recipiente 1: mais organizado, menor entropia; Recipiente 2: menos organizado, maior entropia
Os conceitos de processos reversíveis e irreversíveis podem ser descritos matematicamente usando-se o conceito de entropia. Mas antes de chegarmos à definição de entropia, vamos aos conceitos de processos reversíveis e irreversíveis. Chamamos de processo reversível aquele em que o sistema pode, espontaneamente, retornar à situação (ou estado) original. Processo irreversível é aquele cujo sistema não pode, espontaneamente, retornar ao estado original.
Como os conceitos dos tipos de processos já foram citados, vamos então à definição de entropia. A entropia de um sistema (S) é uma medida do seu grau de desorganização. Quanto maior a organização, menor a entropia. A entropia é uma característica do estado termodinâmico, assim como a energia interna, o volume e o número de mols.
Observando os recipientes da figura acima, vemos que o recipiente 1 apresenta uma entropia menor do que a do outro. Se pegarmos o recipiente e o balançarmos, verificaremos que as “bolinhas” ficarão misturadas, ou melhor, desorganizadas. Se verificarmos o recipiente 2, após chacoalhá-lo, perceberemos que não é possível para as bolinhas, de forma espontânea, voltarem para sua organização original, se continuarmos chacoalhando o recipiente.
Nos processos isotérmicos (cuja temperatura permanece sempre a mesma) reversíveis, definimos a entropia como sendo a razão entre o calor (cedido ou recebido) pela temperatura. Dessa forma, representamos a entropia nos processos isotérmicos da seguinte maneira:
No Sistema Internacional de Unidades, medimos a entropia em joule/ kelvin. Baseando-nos no conceito que descrevemos sobre entropia, podemos formular a Segunda Lei da seguinte maneira:
A variação de entropia de um sistema isolado é sempre positiva ou nula. A igualdade ΔS = 0 ocorre quando os processos são reversíveis: processos reversíveis não aumentam a entropia. Sistemas isolados, que não recebem nem cedem calor para o meio, só podem ter sua entropia aumentada ou mantida constante.



Por Domiciano Marques
Graduado em Física
Equipe Brasil Escola





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O Santo Nome Religião Música Política Culinária Vegetariana Vídeos Imagens Cultura e Bem Viver: Gandhi - O FILME COMPLETO - 1982

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O Santo Nome Religião Música Política Culinária Vegetariana Vídeos Imagens Cultura e Bem Viver: Madre Teresa de Calcutá - ( Filme COMPLETO )

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O Santo Nome Religião Música Política Culinária Vegetariana Vídeos Imagens Cultura e Bem Viver: Madre Teresa de Calcutá - ( Filme COMPLETO )

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Filme Completo: SÃO PADRE PIO DE PIETRELCINA - Imagem Digital.



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Madre Teresa de Calcutá - ( Filme COMPLETO )




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Gandhi - O FILME COMPLETO - 1982




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O Discurso do Rei




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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Os diálogos entre Naphta e Setembrini


No livro A Montanha Mágica Thomas Mann colocou dois personagens como emblemas da modernidade: Naphta e Setembrini. O primeiro sacerdote jesuíta, o segundo membro da loja maçônica carbonária. Os irmãos siameses da modernidade.



Link do livro Montanha Mágica.
Thomas-Mann-A-Montanha-Mágica-(pdf)(rev)

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Blog do João Maria Andarilho Utópico Professor Pedagogo.: As diferenças ente: administração, gerência e gest...

Blog do João Maria Andarilho Utópico Professor Pedagogo.: As diferenças ente: administração, gerência e gest...: Livro ADMINISTRAÇÃO. JAMES A. F. STONER. - R. EDWARD FREEMAN. EDITORA PHB - QUINTA EDIÇÃO - COPYRIGHT1982 - 533 PAG. . PARTE 1 - INTRODU...

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As diferenças entre: administração, gerência e gestão. João Maria



Livro ADMINISTRAÇÃO.
JAMES A. F. STONER. - R. EDWARD FREEMAN.
EDITORA PHB - QUINTA EDIÇÃO - COPYRIGHT1982 - 533 PAG.
.
PARTE 1 - INTRODUÇÃO Á ADMINISTRAÇÃO.
PARTE 2 - O AMBIENTE EXTERNO.
PARTE 3 - PLANEJAMENTO.
PARTE 4 - ORGANIZAÇÃO.
PARTE 5 - LIDERANÇA.
PARTE 6 - CONTROLE.

http://www.luis.blog.br/diferenca-ent...

http://br.answers.yahoo.com/question/...

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terça-feira, 16 de abril de 2013

A História invertida ESCRITO POR OLAVO DE CARVALHO



Os soviéticos foram sempre os campeões absolutos no recrutamento de jornalistas. Nos EUA, hoje conhecem-se um por um os nomes daqueles que, na mídia americana, serviram à KGB e ao GRU (serviço secreto militar).

No Brasil, esse capítulo da história do nosso jornalismo é ainda um tabu.

O confronto entre militares e terroristas na América Latina dos anos 60-70 foi um episódio da Guerra Fria, onde os atores locais, sem prejuízo de suas convicções e decisões próprias, ecoavam, em última instância, as estratégias respectivas das duas grandes potências em disputa: os EUA e a URSS.
Nada do que então se passou no continente pode ser compreendido sem ter isso em conta.
Se perguntarmos qual dos dois protagonistas estrangeiros interferiu mais profundamente no cenário latino-americano, a única resposta honesta é: a URSS.
Do ponto de vista militar, isso é de uma obviedade gritante. Os EUA jamais chegaram a ter, na época, quarenta mil soldados, quinze mil técnicos em armamentos, setecentas baterias anti-aéreas, 350 tanques e cento e tantos mísseis balísticos intercontinentais instalados em nenhum dos seus países aliados na América Latina, como a URSS teve em Cuba já a partir de 1962 na chamada “Operação Anadyr”. (v. Gus Russo and Stephen Molton, Brothers in Arms. The Kennedys, the Castros and the Politics of Murder, New York, Bloomsbury, 2008, p. 158, e http://www.russianspaceweb.com/cuban_missile_crisis.html).
No que diz respeito à espionagem propriamente dita, a superioridade soviética surge ainda mais nítida no caso do Brasil em especial. Nada do que a CIA ou qualquer outro serviço secreto norte-americano possa ter feito aqui se compara às proezas da KGB, que chegou a instalar um grampo no gabinete do presidente João Figueiredo (v. George Schpatoff, KGB. História Secreta, Curitiba, Juruá, 2000, pp. 381 ss.), interceptar 21 mil mensagens sigilosas do nosso Ministério das Relações Exteriores e ter a seu serviço, como agente pago, nada menos que um embaixador brasileiro em Moscou (v. Christopher Andrew and Vasili Mitrokhin, The World Was Going Our Way. The KGB and the Battle for the Third World, New York, Basic Books, 2005, p. 105).
Se daí passamos ao campo das chamadas “medidas ativas” (desinformação, infiltração, guerra psicológica, agentes de influência etc.), a supremacia soviética no Brasil daqueles anos assume as proporções de um poder absoluto e incontrastável. Em 1964, a KGB tinha várias dezenas de jornalistas brasileiros na sua folha de pagamentos (confissão do próprio chefe da agência soviética no Brasil, Stanislav Bittman, em The KGB and Soviet Disinformation: An  Insider’s View). Que o número deles se multiplicou nos anos seguintes não é algo de que se possa duvidar. Muitos jornalistas brasileiros, naquele período, fizeram estágios na URSS, na China, na Tchecoslováquia, na Alemanha Oriental, na Polônia e em Cuba. Uns poucos gabam-se disso até hoje, seguros de que o público amestrado já não verá aí o menor motivo de suspeita. Mas naqueles países, onde todos os órgãos de mídia nada mais eram do que extensões da polícia secreta, é quase impensável que algum jornalista estrangeiro fosse admitido sem ser em seguida recrutado como agente de influência. Como assinalam John Earl Haynes, Harvey Klehr e Alexander Vasiliev em Spies: The Rise and Fall of the KGB in America (Yale University Press, 2009), os soviéticos foram sempre os campeões absolutos no recrutamento de jornalistas. Nos EUA, hoje conhecem-se um por um os nomes daqueles que, na mídia americana, serviram à KGB e ao GRU (serviço secreto militar). No Brasil, esse capítulo da história do nosso jornalismo é ainda um tabu, mas é evidente que sem ele nada se compreende do período, principalmente porque em plena ditadura militar os comunistas chegaram a controlar praticamente toda a grande mídia no país (v.http://www.olavodecarvalho.org/semana/111124dc.htmlhttp://www.olavodecarvalho.org/semana/111125dc.htmlhttp://www.olavodecarvalho.org/semana/111130dc.html) e a dominar também o mercado livreiro através das suas grandes casas editoras (Civilização Brasileira, Brasiliense, Vitória etc.). Nem falo, é claro, dos agentes de influência que vindo do bloco soviético se espalharam pelos EUA e pelas democracias européias, forjando aí a imagem demoníaca do governo brasileiro que acabou por se consagrar como dogma internacional inabalável.  
O conjunto forma uma orquestra formidável, ao lado da qual a voz do imperialismo ianque mal soava como o miado de um gatinho doente. Ao longo de toda aquela época, e depois mais ainda, tanto os EUA quanto o governo brasileiro se abstiveram de fazer qualquer esforço sério para ganhar os “corações e mentes” dos formadores de opinião neste país. Em plena ditadura, os jornalistas “de direita” nas redações contavam-se nos dedos das mãos e eram abertamente hostilizados por seus colegas.
Por fim, até hoje não se fez uma avaliação razoável da quantidade de recursos mobilizados pelas ditaduras de Cuba, da China, da URSS e seus países satélites para treinar, equipar e financiar não só os terroristas brasileiros mas os militantes encarregados de lhes dar apoio político sem participar dos combates. Foi uma operação de proporções gigantescas, que na imagem pública hoje em dia só aparece sob a forma de menções esporádicas a “exilados”, como se os comunistas só fossem para aqueles países quando obrigados a isso pelo governo militar.

Em comparação com a profundidade e amplitude da intervenção cubano-soviética no continente, e especialmente no Brasil, a ação dos EUA naqueles anos caracterizou-se pela raridade, timidez e omissão, limitando-se no mais das vezes a acordos entre governos. Se a imagem que se consagrou na mídia e no ensino foi exatamente a inversa, isso é mais uma prova do sucesso de uma operação que prossegue ainda hoje, tendo a seu serviço tanto os megafones quanto as mordaças.

Publicado no Diário do Comércio.

http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/14042-a-historia-invertida.html

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O Patriota: Sobre Silas Malafaia no SuperPop...


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Srimad-Bhagavatam [Canto 11, Cap. 9 verso 2]




*Todas as glórias a Sua Divina Graça A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada!

*Srimad-Bhagavatam [Canto 11, Cap. 9 verso 2]

Desapego de tudo o que é material                                                                                              

Tradução

  Certa vez, um bando de falcões enormes que não conseguia achar nenhuma presa atacou outro falcão mais fraco que tinha alguma carne. Naquele momento, estando em perigo de vida, o falcão abandonou a carne e experimentou a verdadeira felicidade. 

Significados elaborados pelos humildes servos de Sua Divina Graça A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada

   Incitadas pelos modos da natureza, as aves se tornam violentas e matam outras aves para comê-las ou para roubar a carne que elas capturam. Falcões, abutres e águias estão nesta categoria. Porém, a pessoa deve abandonar a tendência invejosa de cometer violência contra os outros e deve adotar a consciência de Krsna, através da qual ela vê toda entidade viva como igual a si mesma. Nesta plataforma de verdadeira felicidade, não se inveja ninguém e por isso ninguém é visto como inimigo.
 seu servo_ gostha-vihari dasa (PS)

 ISKCON_Nova Gokula






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Mis experiencias pedagógicas en la resolucion de conflictos II




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O Santo Nome Religião Música Política Culinária Vegetariana Vídeos Imagens Cultura e Bem Viver: Vídeo resposta ao canal Homens Racionais, por João...

O Santo Nome Religião Música Política Culinária Vegetariana Vídeos Imagens Cultura e Bem Viver: Vídeo resposta ao canal Homens Racionais, por João...: Link do vídeo de homens racionais, a qual  eu faço um vídeo-resposta. https://www.youtube.com/watch?v=YJNH9l65WXo A ENXADA E A LANÇA ...

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Vídeo resposta ao canal Homens Racionais, por João Maria. Sobre Rachel ...




Link do vídeo de homens racionais, a qual  eu faço um vídeo-resposta.
https://www.youtube.com/watch?v=YJNH9l65WXo

A ENXADA E A LANÇA
A África antes dos portugueses
3ª edição revista e ampliada
ALBERTO DA COSTA E SILVA
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As Cruzadas: resposta contra as invasões muçulmanas
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"Os programas de ajuda podem aquecer o coração dos ingênuos, mas o que realmente significam e colocar mais poder nas mãos dos burocratas."
Thomas Sowell



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USA - Adolescentes Respondem Pelos Crimes Como Adultos ✪ Rachel Sheheraz...



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Dorothy Stang Tocava Fogo Em Camioneta, quando foi assassinada. Saiba quem era?






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O que acontece quando uma organização é declarada terrorista?

Quando uma organização é oficialmente declarada ou designada como terrorista — seja por um governo específico (como o dos Estados Unidos),...