sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

A guerra dos métodos de alfabetização



Vicente Martins 

A guerra dos métodos de alfabetização

O presente artigo responde a quatro perguntas sobre método de  alfabetização em leitura: (1) O método fônico é o mais eficaz para alfabetização?(2) Quais as principais diferenças entre o modelo fônico e o construtivista? (3) Segundo uma pesquisa feita pela revista Veja 60% das escolas adotam o modelo construtivista para alfabetização dos alunos. Por que a grande maioria opta por esse método? (4) Quais as vantagens que o aluno tem ao ser alfabetizado pelo método fônico?

Comecemos pela primeira questão. Há uma guerra dos métodos de alfabetização em leitura, no Brasil e fora do Brasil, especialmente a Europa, que, na verdade, dissimula uma outra guerra, de ordem ideológica e financista, entre especialistas no mundo da lectoescrita. Não é de hoje.

Diríamos que há, pelo menos, um século, discutimos a prevalência de um método sobre o outro. Ontem, hoje e amanhã, certamente, quem ganha, claro, terá seus dividendos editoriais e mais prestígio nacional ou internacional sobre o campo fértil das mídias, que é o da leitura e da escrita.

No Brasil, nos anos 60, século passo, o educador Paulo Freire, por exemplo, com seu  método de alfabetização, ganhou notoriedade internacional por defender a aquisição da leitura além do acesso ao código lingüístico e de levar o alfabetizado a uma visão crítica, política e politizada de um mundo do trabalho, do cotidiano, da vida em sociedade,  povoado de inquietações, aspirações sociais, violências simbólicas, conflitos de classes sociais e dominado por forças de dominação econômica e cultural. É um modelo inspirador para os alfabetizadores do século XXI.

A peleja dos métodos de alfabetização está bem polarizada: métodos fônicos de um lado, do outro, os construtivistas. Os métodos fônicos também são conhecidos por métodos sintéticos ou fonéticos. Partem das letras (grafemas) e dos sons (fonemas) para formar, com elas, sílabas, palavras e depois frases.

São vários modelos de métodos fônicos. Entre eles, o mais antigo e mais consistente, em termos de pedagogia da alfabetização em leitura, é o alfabético ou soletração, que consiste em primeiro ensinar as letras que representam as consoantes e, em seguida, unir as letras-consoantes às letras-vogais.

 Os modelos alfabéticos de alfabetização em leitura, por seu turno, partem das sílabas para chegar às letras e aos seus sons nos contextos fonológicos em que aparecem. As cartilhas de ABC, durante muito tempo encontradas em mercearias ou bodegas ou mesmo mercados, eram o principal material didático e contavam com a presença forte do alfabetizador que acreditava que, pelo caminho da repetição das letras e dos seus sons, o aluno logo chegaria ao mundo da leitura.

  Os métodos construtivistas de alfabetização em leitura, também chamados analíticos ou globais partem das frases que se examinam e se comparam para, no processo de dedução, o alfabetizando encontrar palavras idênticas, sílabas parecidas e discriminar os signos gráficos do sistema alfabético.

A aplicação do método construtivista, na prática, quando aplicado, tende a ser mais praxiologia do que mesmo método. Por que praxiologia? Induz à alfabetização, centra-se no alfabetizando e não no alfabetizador, quando, a rigor, nesse momento, a intervenção do educador se faz importante uma vez que há necessidade, na alfabetização, de um ensino sistemático e diretivo para levar o aluno à compreensão do sistema de escrita da língua.
É na alfabetização que o aluno deve construir a consciência lingüística da leitura.
 A tradição de helênica de alfabetização nos leva a considerá-la  uma importante etapa da educação escolar (embora a Lei de Diretrizes e Bases da Educação(LDB),  promulgada, em 1986,  não faça referência a uma sala específica de alfabetização na educação infantil ou no ensino fundamental)  como uma iniciação no uso do sistema ortográfico.

Há uma espécie de consenso entre os alfabetizadores de considerar que a alfabetização é um processo de aquisição dos códigos alfabético e numérico cujo finalidade última é a de levar o alfabetizado ao letramento e ao enumeramento, isto é, a adquirir habilidades cognitivas para desenvolver práticas que denotam a capacidade de uso de diferentes tipos de material escrito.

Mas como garantir a alfabetização em leitura? Através de métodos ou estratégias de aprendizagem. Por isso, quando nos reportamos, historicamnente, aos métodos de alfabetização em leitura, estamos nos referindo, dentro da longa tradição da alfabetização,  a um conjunto de regras e princípios normativos que regulam o ensino da leitura. Nos anos 60, a maioria da população brasileira aprendeu a ler pelo  método da  silabação, que consiste em ensinar a ler  por meio do aprendizado de sílabas e a partir delas a formar palavras e frases. A segmentação das sílabas em fonemas e letras é uma etapa posterior.

 Todavia, só o método, em si, não garante a aprendizagem. É importante a formação do alfabetizador. Sem formação lingüística, o método pode perder sua eficácia. A alfabetização em leitura é diretamente relacionada com o sistema de escrita da língua.

No caso das chamadas línguas neolatinas, particularmente o Português e o Espanhol, o método fônico se torna um imperativo educacional por conta do próprio sistema lingüístico, isto é, o chamado princípio alfabético, manifesto na correspondência entre grafemas e fonemas e na ortografia sônica, mais regular e digamos, assim, mais biunívoca: uma letra representa um fonema, na maioria dos casos.

Como a língua não é perfeita unívoca – exatamente por é social, construída historicamente pala comunidade lingüística -  sons como /sê/ ou /gê/ poderão terão várias representações gráficas, transformando esses casos isolados em contextos equívocos e que, no fundo, podemos contar nos dedos e que não perturba o processo de alfabetização.

Com as afirmações acima, já podemos estabelecer algumas diferenças básicas entre os dois métodos. O fônico, como o próprio nome nos sugere, favorece o princípio alfabético, a relação grafema-fonema e seu inverso, isto é, a relação fonema-grafema. Se a escola partir do texto escrito, no método fônico, estará, assim, enfatizando a relação grafema-fonema. Se a escola parte da falta do alfabetizando, focalizará, desde logo, a relação fonema-grafema.

O grande desafio dos docentes ou dos pedagogos da leitura é, tendo conhecimento de Lingüística e Alfabetização, levar os alunos a entenderem, ao longo do processo de alfabetização, as noções de fonema e grafema. Entender, por exemplo, que fonema, som da fala, faz parte do chamado módulo fonológico, uma herança genética do ser humano.  

Na fase de balbucio, ainda não os sons da fala ainda não  manipulados pela criança, mas, a partir dos três anos de idade, já considerada nativa,  a escola pode ensinar ao educando, sistematicamente, o sistema sonoro da língua, levando-o à consciência fonológica ou fonêmica, de modo que entendam que o fonema é uma   unidade mínima das línguas naturais no nível fonêmico, com valor distintivo.

Os investigadores de leitura mostram que o método fônico também é mais eficiente para as comunidades lingüísticas pobres, ou seja, as camadas populares com acesso precário aos bens culturais da civilização letrada. Por que isso ocorre? Graças ao fonema podemos distinguir  morfemas ou palavras com significados diferentes, todavia próprio fonema  não possui significado. Em português,  as palavras faca e vaca distinguem-se apenas pelos primeiros fonemas/f/ e/v/.

Os fonemas não  devem ser confundidos, todavia, com as letras dos alfabetos, porque estas  frequentemente apresentam imperfeições e não são uma representação exata do inventário de fonemas de uma língua. As letras do alfabeto são signos ou sinais gráficos que representam, na transcrição de uma língua, um fonema ou grupo de fonemas. Como as letras não dão  conta de todo o sistema de escrita, os lingüistas falam em grafemas no campo da escrita.

Os grafemas, bastante variados, estão presentes no sistema da escrita da língua portuguesa. Para a compreensão da escrita alfabética ou ortografia da língua portuguesa, a noção de grafema se faz necessária uma vez ser uma unidade de um sistema de escrita que, na escrita alfabética, corresponde às letras e também a outros sinais distintivos, como o hífen, o til, sinais de pontuação e os números.

O método global além de não ter funcionado ou vir tendo uma resposta eficaz no sistema educacional da América Latina, uma vez que não se presta ao nosso sistema lingüístico, ao contrário do método fônico, que requer conhecimentos metalingüísticos da fonologia da língua portuguesa, o global requer dos alunos uma maior carga de memorização lexical.

O método global de alfabetização em leitura peca porque sobrecarrega a memória dos alfabetizandos quando ainda não estão em processo de construção do seu léxico, que depende, como nos ensina o sociointeracionismo, das relações intersubjetivas ou interpessoais e de engajamento pragmático das crianças no uso social da língua. Numa palavra, diríamos que o método global depende muito das formas de letramento da sociedade, dos registros de atos de fala, nos diferentes contextos sociais e culturais da sociedade, em que a palavra é, assim, o grande paradigma em ponto de partida da pedagogia da leitura. Para os países desenvolvidos e com equipamentos sociais à disposição dos alunos, cai como uma luva.

Para os países subdesenvolvimentos, tem se constituído uma lástima e é deplorável a situação por que passa o Brasil, nos exames nacionais e internacionais, anunciando o nosso pais como o pior país do mundo em leitura.Ao contrário do método fônico, o método global não tem um caráter emancipatório, retarda o ingresso da criança no mundo da leitura.

A partir dos anos 80, no século passado, o Brasil, através de seus governos, influenciado com os achados da psicogênese da escrita, realmente uma teoria (e não pedagogia) bastante sedutora em se tratando de postulações pedagógicas,  adotou o método construtivista para o  sistema educacional, em particular, o público, a adotar o método construtivista ou global. 

Uma década depois, os resultados pífios do Sistema de Avaliação da Educação Escolar (convertido,agora, em Prova Brasil) revelaram que as crianças, depois de oito anos de escolaridade, estavam ainda com nível crítico de alfabetização, mal sabiam decodificação, isto é, transformar os signos gráficos(letras) em leitura. Sem leitura, como sabemos, o aluno não tem estratégia de desenvolvimento de capacidade de aprender ou de aprendizagem.

Os primeiros seis anos do século XXI já assinalam o  principal desafio dos governos, estabelecimentos de ensino e docentes, no meio escolar, é o de levar o aluno ao aprendizado da lectoescrita. O que deveria ser básico se tornou um desafio aparentemente complexo para os docentes da educação básica: assegurar, através da leitura, escrita e cálculo, a aprendizagem escolar.

Por que o domínio básico de lectoescrita se tornou tão desafiador para o sistema de ensino escolar? Por que ensinar a ler não é tão simples? Como desvelar o enigma do acesso ao código escrito? Em geral, quando nos deparamos com as dificuldades de leitura ou de acesso ao código escrito, esperamos dos especialistas métodos compensatórios para sanar a dificuldade.

Nenhuma dificuldade se vence com método mirabolante. O melhor caminho, no caso da leitura, é o entendimento lingüístico, do fenômeno lingüístico que subjaz ao ato de ler. Ler é ato de soletrar, de decodificar fonemas representados nas letras, reconhecer as palavras, atribuir-lhes significados ou sentidos, enfim, ler, realmente, não é tão simples como julgam alguns leigos.

O primeiro passo, nessa direção, o de ensinar o aluno a  aprender a ler antes para praticar estratégias de leitura depois,  em outras palavras, de atuar eficientemente com as dificuldades do acesso ao código escrito, as chamadas dificuldades leitoras ou dislexias pedagógicas, é ensinar o aluno a  aprender mais sobre os sons da língua, ou melhor, como a língua se organiza no âmbito da fala ou da escrita.Quando me refiro à fala, estou me referindo, sobretudo, aos sons da fala, aos fonemas da língua: consoantes, vogais e semivogais.

A leitura, em particular, tem sua problemática agravada por conta de dificuldades de sistematização dos sons da fala por parte da pedagogia ou metodologia de plantão: afinal, qual o melhor método de leitura? O fônico ou o global? Como transformar a leitura em uma habilidade estratégica para o desenvolvimento da capacidade de aprender e de aprendizagem do aluno?

Assim, um ponto inicial a considerar é a perspectiva que temos de leitura no âmbito escolar. Como lingüística, acredito que a perspectiva psicolingüística responde a série de questionamentos sobre o fracasso da leitura na educação básica. Em geral, os docentes não partem, desde o primeiro instante de processo de alfabetização escolar, da fala. A fala recebe um desprezo tremendo da escola e é fácil compreender o porquê: a escrita é marcador de ascensão social ou de emergência de classe social.

A escrita é ideologicamente apontada como sendo superior a fala. A tal ponto podemos considerar essa visão reducionista da linguagem, que quem sabe falar, mas não sabe escrever, na variação culta ou padrão de sua língua, não tem lugar ao sol, não tem reconhecimento de suas potencialidades lingüísticas. Claro, a escrita não é superior a fala nem a fala superior a escrita. Ambas, interdependentes. A alma e o papel, o pensamento e a linguagem, a fala e a memória, todos esses componentes têm um papel extraordinário na formação para o leitor proficiente.

1. ABUD, Maria José Millarezi. O ensino da leitura e da escrita na fase inicial de escolarização. São Paulo: EPU, 1987. (Coleção temas básicos de educação e ensino)
2. ALLIEND, G. Felipe, CONDEMARÍN, Mabel. Leitura: teoria, avaliação e desenvolvimento. Tradução de José Cláudio de Almeida Abreu. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.
3. BETTELHEIM, Bruno, ZELAN, Karen. Psicanálise da alfabetização. Tradução de José Luiz Caon. Porto Alegre: Artmed, 1984.
4. BOUJON, Christophe, QUAIREAU, Christophe. Atenção e aproveitamento escolar. Tradução de Ana Paula Castellani. São Paulo: Loyola, 2000.
5. CARDOSO-MARTINS, Cláudia (org.). Consciência fonológica e alfabetização.Petrópolis, RJ: Vozes, 1995.
6. CARVALHO, Marlene. Guia prático do alfabetizador. 4ª ed. São Paulo: Ática, 1999.
7. CASTELLO-PEREIRA, Leda Tessari. Leitura de estudo: ler para aprender a estudar e estudar para aprender a ler. Campinas, SP: Alinea, 2003.
8. CATACH, Nina (org.). Para uma teoria da língua escrita. Tradução de Fulvia M. L Moretto e Guacira Marcondes Machado. São Paulo: Ática, 1996.
9. CATANIA, A. Charles. Aprendizagem: comportamento, linguagem e cognição. 4ª ed. Tradução de Deisy das Graças de Souza. Porto Alegre: Artmed, 1999.
10. CHAPMAN, Robin S. Processos e distúrbios na aquisição da linguagem. Tradução de Emilia de Oliveira Diehl e Sandra Costa. Porto Alegre: Artmed, 1996.
11. COHEN, Rachel, GILABERT, Hélène. Descoberta e aprendizagem da linguagem escrita antes dos 6 anos. Tradução de Clemence Marie Chantal Jouët-Pastre et ali. São Paulo: Martins Fontes, 1992. (Coleção Psicologia e Pedagogia)
12. COLL, César, MARCHESI, Álvaro e PALACIOS, Jesús. Desenvolvimento psicológico e educação: volune 3, transtornos do desenvolvimento e necessidades educativas especiais. 2 ed. Tradução Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2004.
13. COLOMER, Teresa, CAMPS, Anna. Ensinar a ler, ensinar a compreender. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002.
14. CONDEMARÍN, Mabel e MEDINA, Alejandra. A avaliação autêntica: um meio para melhorar as competências em linguagem e comunicação. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2005
15. CONDEMARÍN, Mabel, GALDAMES, Viviana, MEDINA, Alejandra. Oficina da linguagem: módulos para desenvolver a linguagem oral e escrita. 1ª ed. Tradução de Marylene Pinto Michael. São Paulo: Moderna, 1999.

Vicente Martins - vicente.martins@uol.com.br


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O que aprendi com os conservadores



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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

A Elite do Poder Por Olavo de Carvalho



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Srila Locana Dasa Thakura desaparecimento.


Srila Locana Dasa Thakura

Um discípulo de Narahari Sharakara Thakura, escreveu muitas canções bengalis que glorificam o Senhor Caitanya. Seu trabalho poético mais famoso é o Chaitanya-mangala, uma representação da vida do Senhor Caitanya. (Veja Sri Caitanya-caritamrta, Adi-lila 10.78-79).

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Petistas Adoram Luxo e Mordomias



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Petistas Adoram Luxo e Mordomias



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Srila Jayadeva Gosvami desaparecimento.


Srila Jayadeva Gosvami

É o autor do Gita-govinda, um poema sobre os passatempos de Sri Sri Radha Krishna. Ele apareceu 300 anos antes do advento do Senhor Caitanya. O Senhor Caitanya apreciava ouvir o Gita-govinda cantado pelos Seus associados íntimos. Até hoje o poema é recitado diariamente no templo do Senhor Jagannatha em Jagannatha Puri, Orissa. Jayadeva Goswami também é o autor do famoso Dashavatara Stotra.

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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Lançamento do livro "Visões de Descartes", com Olavo de Carvalho - AO VIVO



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Conservadores, Reacionários e até Libertários!



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RESPOSTAS ÀS AGRESSÕES DE MARILENA CHAUÍ À CLASSE MÉDIA



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Srila Ramacandra Kaviraja desaparecimento, e Srila Gopala Bhatta Gosvami aparecimento.

Srila Ramacandra Kaviraja

Foi um discípulo de Srila Srinivasa Acharya e um amigo íntimo de Srila Narottama dasa Thakura. Ele pregou amplamente as glórias do santo nome do Senhor Krishna e iniciou muitos discípulos no serviço do Senhor Caitanya. (Veja Sri Caitanya-caritamrta, Adi-lila 11.51).













Srila Gopala Bhatta Gosvami

Um dos seis Goswamis de Vrndavana, quando ainda menino, recebeu a misericórdia do Senhor Caitanya. Enquanto viajava pelo Sul da índia, o Senhor Caitanya ficou quatro meses na casa de Gopala Bhatta. Posteriormente, Gopala Bhatta Goswami ingressou no movimento de sankirtana do Senhor Caitanya. Ele provou ser um perito nas regulações das escrituras vaisnavas, escreveu livros vaisnavas e estabeleceu o templo de Sri Sri Radha-Ramana em Vrndavana. (Veja o Sri Caitanya-caritamrta, Adi-lila 10.105).










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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

74 - Conselhos de três santas e doutoras da Igreja para você



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Psicanálise: A mente segundo a teoria de Sigmund Freud

  • Divulgação
    O difícil relacionamento entre Sigmund Freud (personificado por Viggo Mortensen) e Carl Jung (Michel Fassbender) é o tema de "Um método perigoso", filme de David Cronenberg.
    O difícil relacionamento entre Sigmund Freud (personificado por Viggo Mortensen) e Carl Jung (Michel Fassbender) é o tema de "Um método perigoso", filme de David Cronenberg.
Sigmund Freud e a psicanálise se popularizaram de tal forma que suas idéias são, muitas vezes, veiculadas de modo errôneo e distorcido, como tudo que passa por um processo de grande divulgação, em especial numa sociedade de massas como a nossa.
Assim, é preciso, antes de mais nada, esclarecer o significado dessa expressão. O que é psicanálise? Em primeiro lugar, uma teoria que pretende explicar o funcionamento da mente humana. Além disso, a partir dessa explicação, ela se transforma num método de tratamento de diversos transtornos mentais.
São dois os fundamentos da teoria psicanalítica: 1) Os processos psíquicos são em sua imensa maioria inconscientes, a consciência não é mais do que uma fração de nossa vida psíquica total; 2) os processos psíquicos inconscientes são dominados por nossas tendências sexuais.

Sexo e libido

Nesse sentido, Freud buscou explicar a vida humana (pessoal e individual, mas também pública e social) recorrendo a essas tendências sexuais a que chamou delibido. Com esse termo, o pai da psicanálise designou a energia sexual de maneira mais geral e indeterminada. Assim, por exemplo, em suas primeiras manifestações, a libido liga-se a outras funções vitais: no bebê que mama, o ato de sugar o seio materno provoca outro prazer além do de obter alimento e esse prazer passa a ser buscado por si mesmo.
Por isso, Freud afirma que a boca é uma "zona erógerna" e considera que o prazer provocado pelo aro de sugar é sexual. Portanto, repare bem, a libido pode nada ter em comum com as áreas genitais.
Posto isso, a psicanálise compreende as grandes manifestações da psique como um conflito entre as tendências sexuais ou libido e as fórmulas morais e limitações sociais impostas ao indivíduo. Esses conflitos geram os sonhos, que seriam, segundo a interpretação freudiana, as expressões deformadas ou simbólicas de desejos reprimidos. Geram também os atos falhos ou lapsos, distrações falsamente atribuídas ao acaso, mas que remetem ou revelam aqueles mesmos desejos.

Transferência e sublimação

A psicanálise, que se faz através da conversação, trata as doenças mentais a partir da interpretação desses fenômenos, levando o paciente a identificar as origens de seu problema, o que pode ser o primeiro passo para a cura. Um dos fenômenos que ocorrem durante a terapia psicanalítica é a transferência dos sentimentos (amor ou ódio) do paciente para o seu analista.
Outro conceito agregando à teoria por seu próprio criador foi o de sublimação, que compreende a transferência da libido para outros objetos de natureza não sexual, gerando fenômenos como a arte ou a religião. Além dele, há também o conceito decomplexos, mecanismos associativos aos quais devem ser atribuídos as principais perturbações mentais.
Vale lembrar que o conceito "complexo" não é de Freud, mas de seu discípulo Carl G. Jung, que depois rompeu com o mestre e criou teoria própria (a psicologia analítica). De qualquer modo, na obra "A Interpretação dos Sonhos", de 1900, Freu já esboçara os fundamentos do Complexo de Édipo, segundo o qual o amor do filho pela mãe implica ciúme ou aversão ao pai.

Id, ego e superego

Em 1923, no livro "O Ego e o Id", Freud expôs uma divisão da mente humana em três partes: 1) o ego que se identifica à nossa consciência; 2) o superego, que seria a nossa consciência moral, ou seja, os princípios sociais e as proibições que nos são inculcadas nos primeiros anos de vida e que nos acompanham de forma inconsciente a vida inteira; 3) o id, isto é, os impulsos múltiplos da libido, dirigidos sempre para o prazer. (Os três termos alemães empregados por Freud, em sua língua materna, eram "Ich", "Es" e "Überich", que se traduzem também por eu, isso e supereu.)
A influência que Freud exerceu em várias correntes da ciência, da arte e da filosofia foi enorme. Mas não se deve deixar de dizer que muitos filósofos, psicólogos e psiquiatras fazem sérias objeções ao modo como o pai da psicanálise e seus discípulos apresentam seus conceitos: como realidades absolutas e não como hipóteses ou instrumentos de explicação que podem ser ultrapassados pela evolução científica e, em alguns casos, foram mesmo.
A depressão, por exemplo, é um transtorno mental para cujo tratamento a psicanálise pode funcionar somente como co-adjuvante, devido ao caráter bioquímico que está em sua origem. Além disso, em uma de suas últimas obras "O Mal-Estar na Civilização", publicado em 1930, Freud tenta explicar a história da humanidade como a luta entre os instintos de vida (Eros) e os da morte (Tanatos), teoria cujo caráter maniqueísta foi apontado por vários críticos.

A contribuição freudiana

Independentemente disso, a importância de Sigmund Freud para a ciência é inquestionável e reside principalmente em três pontos. Antes de mais nada, o destaque pioneiro que o médico vienense deu ao fator sexual que era - até Freud - uma área de completa ignorância para a ciência e a filosofia.
Além disso, vários conceitos desenvolvidos por Freud serviram a diversos ramos da psicologia e possibilitaram o avanço dessa ciência que é muito mais do que um simples complemento da psiquiatria, enquanto uma especialidade médica. Isto é, a psicologia não se limita a tratar de distúrbios, mas a tentar explicar os processos psíquicos do ser humano.
Finalmente, o tratamento psicanalítico de diversos transtornos mentais continuam a se revelar eficazes e a ajudar uma grande quantidade de indivíduos a ficarem em paz consigo mesmo e com a vida. Como já se disse, a psicanálise pode ser um co-adjuvante no tratamento de algumas doenças.
Em outros casos, ela pode se tornar a protagonista, evitando o recurso aos produtos farmacêuticos e seus inevitáveis efeitos colaterais. Pode também levar as pessoas a entenderem que os conflitos internos são inerentes ao ser humano normal, auxiliando-os a conviver com eles.

Bibliografia

  • Noções básicas de Psicanálise - Charles Brenner - Editora Imago 5a. Edição

Psicodrama Pedagógico e Jogos Dramáticos


Texto de Gleidemar Diniz, autora dos livros “Psicodrama pedagógico e teatro/educação” (Editora Ícone) e “Psicodrama, amplitudes e novas aplicações” (Robe Editorial), doutorado pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Gleide oferece cursos, oficinas, workshops, treinamento para profissionais de Educação e de outras áreas. Contato:luaucultura@hotmail.com.
O QUE É PSICODRAMA PEDAGÓGICO?

O criador do Psicodrama, Jacob L. Moreno, estudou medicina, entrando para a Universidade de Viena em 1909 e graduando-se em 1917.
Desenvolveu um método diferente do de Freud. De acordo com o preceito freudiano, o paciente deveria estar disposto em divã falando ao analista. Moreno, ao contrário, colocou o paciente juntamente com outros, por meio do teatro improvisado, denominado Psicodrama.
O método psicodramático tem como princípios básicos a improvisação teatral, a espontaneidade, a criatividade e o trabalho em grupo.
Além do teatro terapêutico, Moreno desenvolveu possibilidades de aplicação do método psicodramático também na educação.
Enquanto o Psicodrama terapêutico visa ao tratamento e é um trabalho especificamente técnico realizado por profissionais específicos da área da psicoterapia, o Psicodrama Pedagógico não tem esta finalidade específica.
O Psicodrama Pedagógico consiste numa proposta que utiliza os fundamentos do método psicodramático com o objetivo de: melhorar a aprendizagem e a qualidade do ensino; obter maior compreensão de um tema já adquirido mediante métodos tradicionais, melhor compreensão de um conteúdo escolar curricular; avaliar os conhecimentos obtidos e a fixação destes; transmitir conhecimentos novos; ao treinamento da espontaneidade; a uma melhoria da sociabilização; desenvolver a capacidade criativa.

JOGOS DRAMÁTICOS E PSICODRAMA

Tanto o Jogo Dramático quanto o Psicodrama tem por princípio e base a improvisação. 
O Jogo Dramático se diferencia dos outros jogos porque envolve representação dramática, apresentando diferentes personagens. Pertence ao campo das representações teatrais.
Existe uma ampla variedade de Jogos dramáticos que podem ser aplicados desde a pré-escola até os cursos superiores.
Assim como no Psicodrama, as etapas do Jogo Dramático são o aquecimento, a dramatização e os comentários.
Os jogos dramáticos prestam grande contribuição ao trabalho psicodramático. O campo oferecido pelos Jogos Dramáticos e Técnicas psicodramáticas é vasto, podendo se utilizar também o teatro de bonecos, máscaras, música.
ÁREAS DE APLICAÇÃO DO PSICODRAMA PEDAGÓGICO E DOS JOGOS DRAMÁTICOS

Nos cursos de Psicodrama Pedagógico e Jogos dramáticos que realizamos com professores, foram vivenciadas técnicas dramáticas abrangendo várias matérias curriculares, entre elas: ciências, geografia, português, história e matemática.
Fizeram parte de nossos cursos de ¨Psicodrama Pedagógico¨ e ¨Jogos Para o Desenvolvimento Humano¨, profissionais de outras áreas, além da Psicologia  e Pedagogia. Entre elas, Artes, Serviço Social, Filosofia, Educação Física, Área Empresarial.
Verificamos que, para todas, o Psicodrama Pedagógico e os Jogos Dramáticos contém técnicas apropriadas e recursos de auxílio às suas profissões.
Através da representação, os profissionais podem visualizar novos ângulos para seus trabalhos.
A metodologia psicodramática presta relevante contribuição à ciência por possibilitar maior compreensão de temas e aprofundamento de conhecimentos através de suas eficientes técnicas e por propiciar o desenvolvimento da capacidade criativa, espontaneidade e sociabilização.
http://espacoluau.wordpress.com/2011/02/25/psicodrama-pedagogico-e-jogos-dramaticos/


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PSICODRAMA: O que é?




O que é?

O Psicodrama é um método de ação profunda e transformadora, que trabalha tanto as relações interpessoais como as ideologias particulares e coletivas que as sustentam. Sua aplicação é uma das mais eficientes e criativas nos campos da saúde, da educação, das organizações e dos projetos sociais.
É orientado pela emoção, pelo grupo e pela co-criação, pois busca promover estados espontâneos, discriminar e integrar, com certa harmonia, o individual com o coletivo, o mundo interno com a realidade compartilhada. Produz catarse emocional e insights cognitivos. Para isso, usa tanto a comunicação verbal como a não verbal.
Nasceu do Teatro de Improviso. Foi criado por Jacob Levy Moreno (1889-1974) um psiquiatra romeno que viveu na Áustria e nos Estados Unidos. Em 1925 ele fundou o Teatro da Espontaneidade, no qual, ousadamente, convidava o público a criar sua própria história, teatralizando-a de forma espontânea, no melhor estilo dos espetáculos da Commedia dell’Arte realizado, no séc. XVII, nas ruas da Itália multifacetada e rica em dialetos da época.

Como funciona?

Opera em um palco ou cenário (o lugar da ação dramática) com um protagonista, (indivíduo ou grupo), que catalisa o foco da ação. O coordenador dos trabalhos e diretor da ação dramática pode ser auxiliado por outros profissionais, chamados egos auxiliares, que têm por principais funções: encarnar pessoas ausentes importantes na estruturação dos conflitos, assumir o lugar do cliente, explicitar sentimentos ocultos, criar novas ressonâncias e contrapontos às experiências causadoras de sofrimento.
Tal método de ação encena histórias, encarna personagens internos ou míticos, desenvolve enredos, cria realidades suplementares. No aqui e agora são representadas cenas que podem retratar lembranças do passado, situações vividas de maneira incompleta, conflitos, sonhos, e até, formas de lidar adequadamente com acontecimentos futuros. Ficam evidentes modos singulares de ser, sentidos sociais e culturais do vivido, que podem ser transformados.
Os termos protagonista, solilóquio, cena, cenário, diretor, papel mostram não só a origem teatral do Psicodrama, como também a permanência intrínseca da possibilidade revolucionária e popular das Artes Cênicas no centro da intervenção psicodramática. Com a diferença que no Psicodrama o resultado estético pode ser bom, mas não deve orientar o processo, como acontece no teatro convencional. 

Como se tornar psicodramatista?

A pesquisa em Psicodrama ocorre em seu próprio fazer, pois o referencial teórico-metodológico-prático Moreniano apóia-se no aqui e agora dos indivíduos e do grupo.
Por liberar a espontaneidade-criatividade do Ser Humano, esse locus de co-criação pede dois movimentos complementares: o primeiro permite o fluir da intuição e da ação espontânea; o segundo persegue um pensar que permite a compreensão do que ocorre no jogo intersubjetivo.
Neste sentido, não só o Diretor de Psicodrama é um investigador participante como todos os envolvidos acabam tendo o estatuto de pesquisador. A pesquisa psicodramática é precursora da Pesquisa-Ação, pois é uma modalidade de pesquisa humana, para e com a população.
Para realizar seus objetivos, o método apóia-se em sólido campo teórico e em um poderoso arsenal de técnicas, que são percorridos no Curso de Formação em Psicodrama do Instituto Sedes Sapientiae, que forma profissionais para a atuação nos focos Psicoterápico e Sócio-Educacional.

http://www.sedes.org.br/Departamentos/Psicodrama/sobre_o_psicodrama.htm

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O REI DOS PRESOS



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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O DESARMAMENTO É POLÍTICO - ENTREVISTAS COM BENE BARBOSA, O ESPECIALISTA



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Rolezinhos e os massa de manobra,



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Men at Work - October 29th 1997 - Metropolitan, Rio de Janeiro, Brazil (...



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LULA: "SOU PREGUIÇOSO E NÃO GOSTO DE LER"



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Exemplos de PPPs reais de modelos de projetos político-pedagógicos bem estruturados para elaborar o documento em sua escola: Links



Qual a estrutura de um projeto político-pedagógico?

http://www.moodle.ufba.br/mod/book/view.php?id=14550&chapterid=10913

http://www.ietjosesarmento.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=17

http://pt.scribd.com/doc/14288118/Modelo-de-Projeto-Politico-Pedagogico

http://www.crb.g12.br/site/Contents/Doc/Rel_PPP_colegio.pdf

http://pt.slideshare.net/JosAntonio6/modelodeprojetopoliticopedagogico

http://repositorio.geracaoweb.com.br/20111121_144913ppp_2012.pdf

http://www.fdv.br/index.php?option=com_content&view=article&id=60&Itemid=136

http://gestaoescolar.abril.com.br/aprendizagem/planejamento-gestao-bons-exemplos-ppps-reais-611206.shtml

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Chico Lang faz desabafo ao vivo sobre filho viciado em drogas no "Mesa R...



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Luciana Ayer - Comer melhor para pensar melhor



www.fb.com/horizonteampliado

Trecho do Café Filosófico com Luciana Ayer.

Será que aquilo o que escolhemos ingerir influencia nosso comportamento, nosso estado de espírito e nossas escolhas na vida?

Abordaremos a importância do entendimento sobre a alimentação como um processo e não como escolhas momentâneas.

Luciana Ayer, nutricionista clínica dedica-se há 20 anos na realização de atendimento clínico personalizado e a proferir palestras na área de Alimentação e Saúde. É co-autora do livro Nutrição Cerebral e docente da Unipaz-RJ.

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50 dicas para pensar melhor

50 dicas para pensar melhor


Estas são dicas retiradas de materiais utilizados no seminário "Poder Cerebral", desenvolvido por Karl Albrecht Internacional.

1. Respeite todos os níveis de sua mente ( por exemplo, a  experiência subjetiva e o conhecimento bem com o raciocínio verbal); lembre-se de que o raciocínio é uma função corporal.
2. Respeite todas as formas de saber, em si mesmo e também nos outros.

3. Pratique a humildade; intelectualmente, socialmente e emocionalmente

4. Promova o alto respeito pela evidência, em si mesmo e nos outros; muitos problemas contêm suas próprias soluções quando você as entende bem.

5. Anote suas ideias. Mantenha canetas e fichas de arquivo ao seu alcance, onde quer que você esteja.

6. Preste atenção a diferenças nos estilos de raciocínios; lembre-se de que cada pessoa tem sua forma única de elaborar a realidade.

7. Explique coisas no padrão de raciocínio da outra pessoa, quem nem sempre é o seu.

8. Combine seus palpites com sua lógica; eles são grandes parceiros.

9. Mantenha suas opiniões na forma de rascunho; isso pode torná-lo mais alerta para novas perspectivas

10. Verifique se o cérebro com o qual você está conversando está "online"

11. Ouça o subtexto: dados; sentimentos; valores e opiniões.

12. Adie suas reações sinalizadoras; não deixe sua amígdala ser sequestrada.

13. Suspenda o julgamento ao ouvir algo novo

14. Pratique uma atitude de gratidão, generosidade e altruísmo prático.

15. Tenha seus julgamentos de valor, suposições e inferências.

16. Pratique o raciocínio e a conversa em tom não absoluto ( minimize o uso de "tudo", "todo", "sempre", "todo mundo", etc.

17. Pratique o raciocínio relativo ("em que extensão...")

18. Pratique a auto-referência ("Parece..." ou "Pelo que sei...")

19. Lembre-se que discutir é uma das formas menos efetivas de mudar a opinião de alguém.

20. Lembre que o contexto tem uma comunicação tão forte quanto o conteúdo. Em uma reunião ou outra situação de grupo, note o processo bem como o conteúdo.

21. Use a linguagem da liderança e grandes ideias, e as pessoas estarão mais inclinadas a tratá-lo como líder.

22. Volte a assumir partes de seu corpo que você pode ter rejeitado antes.

23. Declare seus direitos cívis intelectuais: "Não sei", "Eu errei" e "Mudei de ideia".

24. Lembre-se de que sua noção de humor é seu barômetro de estresse; quando parece que não existe nada de que possa rir, provavelmente você esteja estressado demais.

25. Encontre pelo menos 5 minutos por dia para reflexão; encontre um lugar provado, feche suas ideias, entre na zona alfa e fique lá.

26. Conheça seus módulos mentais; observe-os em ação e aprenda quando e como eles querem ter influência em seu comportamento.

27. Lembre-se constantemente de que sue valor próprio não é algo que você tenha de provar, ou uma conclusão à qual você chega; é um pressuposto que você tem como ponto de partida.

28. Lembre-se de que frequentemente há mais de uma "resposta certa".

29. Cuidado com slogans; frequentemente eles são um convite à reação em reflexão.

30. Lembre-se de que a "verdade" se restringe ao sistema individual do cérebro-mente em que ele surge, e ao sistema de linguagem usado para elaborá-la.

31. Não tenha medo, nem evite o raciocínio lógico; os dados são seus amigos.

32. Pratique "sesorship" positiva; você pode preferir concentrar sua atenção em insumos positivos.

33. Gaste mais tempo lendo do que gasta assistindo televisão

34. Monitore constantemente sua fala interior; prefira a linguagen positiva.

35. Afaste-se de pessoas tóxicas e daquelas que o levam ao pensamento negativo;

36. Não banque a vítima ou o mártir; aceite a responsabilidade e autoridade pelas consequências em sua vida.

37. Monitore seu humor; mantenha-se otimista; quando você estiver de mau humor, não chute o cachorro, o gato ou qualquer coisa.

38. Para mudar sua forma de sentir, mude o que você está fazendo.

39. Aprenda sempre; tente descobrir alguma coisa nova todos os dias.

40. Não dê conselhos; sugira opiniões.

41. Note os hologramas culturais, os padrões e regras básicos não declarados que modelam seu comportamento todos os dias.

42. Evite a praga dos clichês; mantenha sua linguagem inovadora e original.

43. Não anule ideias ao ouvi-las pela primeira vez; use a fórmula "p.i.n" (Primeiro Positivo, então Interessante,  então os aspectos Negativos).

44. Faça bom uso de metáforas e palavras visuais; elas acrescentam cor e poder à sua linguagem.

45. Não confunda um "papo" casual com uma conversa; explique suas ideias claramente; use uma estratégia discursiva para levar os outros até sua verdade.

46. Use o poder do pensamento bivergente; saiba quando divergir e quando convergir, e faça isso por opção consciente.

47. Não se deixe intimidar pelo pensamento consensual; como Aldous Huxley disse: "O importante não é que está certo, mas o que é certo".

48. Use mapas e ideias e escreva fichas para fazer um inventário dos elementos de uma situação; use o pensamento que envolve o cérebro todo para combinar os fragmentos e partes com o quadro geral.

49. Um curso equilibrado entre o cinismo e a credulidade; não aceite tudo como lhe propõem, e não procure motivos diabólicos em tudo.

50. Esteja sempre pronto para sorrir no próximo segundo, e mantenha-se sempre sorridente.

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fonte: http://www.mundointerpessoal.com/2013/06/50-dicas-para-pensar-melhor.html

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JM SBT - Sobre a TIM, protestos, telefonia e liberdade econômica



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Quem mandou sequestrar Abílio Diniz, e porquê?

15 de janeiro de 2014


Quem mandou sequestrar Abílio Diniz, e porquê?
 
RECEBI O CONTEÚDO QUE SEGUE LOGO ABAIXO POR E-MAIL, MAS ANTES DE LEREM O CONTEÚDO, RECOMENDO QUE OS INTERNAUTAS ASSISTAM A ESSES VÍDEOS AQUI:



 
O ABÍLIO FOI SEQUESTRADO PARA ACEITAR SER INTEGRADO NO PLANO SOCIALISTA DO PT, PARA INTEGRAR O QUADRO DOS EMPRESÁRIOS SÓCIOS DO ESQUEMA DE PODER SOCIALISTA DO FORO DE SÃO PAULO.

ELE NÃO QUERIA FAZER PARTE DISSO, POR ISSO O SEQUESTRARAM, E O INTIMIDARAM.

DEPOIS DISSO PASSOU A COMPRAR TUDO QUE ERA REDE DE SUPERMERCADO, PARA FUNDIR EMPRESAS E TER CONTROLE DE TUDO, E ASSIM, ELIMINAR O LIVRE MERCADO, COMO É DE INTERESSE ESQUERDISTA. ASSISTA A ESSES VÍDEOS E ENTENDA MELHOR PORQUE OS REVOLUCIONÁRIOS ESQUERDISTAS FAZEM ISSO:


 

O MESMO SE APLICA AS EMPRESAS DE TELEFONIA, QUE FORAM "PRIVATIZADAS", MAS ENTREGUES PARA EMPRESÁRIOS AMIGOS DESSES PARTIDOS. E SE TORNOU UM MERCADO FECHADO, FORMADO PELO CLUBE DOS EMPRESÁRIOS AMIGOS DOS REVOLUCIONÁRIOS.


O CADE (CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA), É NA REALIDADE UM ÓRGÃO DE "PROTEÇÃO" DOS INTERESSES ESQUERDISTAS, NA VERDADE SERVE DE INSTRUMENTO REVOLUCIONÁRIO POLÍTICO PARTIDÁRIO IDEOLÓGICO, PARA AJUDAR NA PROMOÇÃO DA FUSÃO DE EMPRESAS, PARA ELIMINAR O LIVRE MERCADO, COMO EXPLICADO NOS VÍDEOS ACIMA.

DESDE QUE O PSDB CRIOU ESSE ÓRGÃO (PARA DEIXAR PARA O PT DAR CONTINUIDADE, POIS O PSDB É PARCEIRO REVOLUCIONÁRIO DO PT), NO BRASIL OCORRERAM MUITAS FUSÕES.

A SADIA SE FUNDIU COM A PERDIGÃO E VIROU BR ALIMENTOS.
A BRAHMA E A ANTÁRTICA SE FUNDIRAM E VIRARAM AMBEV.
O ITAÚ COMPROU A REPRESENTAÇÃO DO CARTÃO VISA NO BRASIL E SE FUNDIU COM O UNIBANCO, E AGORA COMPROU O CITICARD E O CITIFINANCIAL.
O SANTANDER QUE HAVIA COMPRADO O BANESPA SE FUNDIU COM O ABN ANRO BANK (BANCO REAL).
A FILHA DO SILVIO SANTOS FOI SEQUESTRADA PARA DEPOIS OBRIGAREM O SILVIO A COLOCAR GENTE DE ESQUERDA DENTRO DO BANCO PANAMERICANO, QUE DEPOIS VEIO A FALIR, E OS MEMBROS DO GOVERNO COMPRARAM.
A LOJA ELETRÔNICA SUBMARINO COMPROU A LOJA AMERICANA.
A TELEFÔNICA SE FUNDIU COM A VIVO.
A KROTON EDUCACIONAL SE FUNDIU COM A ANHANGUERA EDUCACIONAL.
A JBS COMPROU A SEARA E A ZENDA.
A OI SE FUNDIU COM A TELECOM.
O BANCO DO BRASIL COMPROU O BANCO NOSSA CAIXA NOSSO BANCO, DE SÃO PAULO.
A EMPRESA AÉREA TAM SE FUNDIU COM A LAN E VIROU LATAM.
A SHELL E A COSAN SE FUNDIRAM E VIRARAM RAÍZEM.

E RECENTEMENTE, TEVE UM EPISÓDIO EM QUE O ABÍLIO DINIZ, ESTAVA QUERENDO FUNDIR O GRUPO PÃO DE AÇÚCAR AO GRUPO CARREFOUR.
COMO PEGOU MUITO MAL A IMORALIDADE DO GOVERNO EMPRESTAR VERBA DO BNDES PARA AJUDAR NESSA FUSÃO (COMO SE AS DUAS EMPRESAS OU GRUPOS NÃO TIVESSE DINHEIRO SUFICIENTE), ELES RECUARAM, E NÃO CONCLUÍRAM ESSA FUSÃO.

É PRA ISSO QUE OS PARTIDOS DE ESQUERDA USAM SUAS FORÇAS AUXILIARES, COMO FARC, COMO MIR, COMO PCC, ETC... BEM COMO USAM SEUS MILITANTES QUE APARELHARAM O ESTADO DENTRO DOS ÓRGÃOS PÚBLICOS, AGÊNCIAS REGULADORAS, POLÍCIA FEDERAL, ABIN, ETC... PARA CHANTAGEAR E FORÇAR EMPRESÁRIOS A ADERIR AO SEU ESQUEMA DE PODER TOTALITÁRIO.
 





VEJAM



ESSE TIPO DE EPISÓDIO NÃO PODE DEIXAR DE HABITAR A CONSCIÊNCIA DOS BRASILEIROS SÉRIOS QUE QUEREM MUDAR O BRASIL. NÃO É POSSÍVEL ESQUECER A URDIDURA DESSE SEQUESTRO QUE FOI PLANEJADO NOS INTESTINOS PODRES DO PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT), E QUE TINHA UM FILIADO ENTRE OS TERRORISTAS QUE SEQUESTRARAM O EMPRESÁRIO SEM CARÁTER, ABÍLIO DINIZ. SEM CARÁTER PORQUE ASSIM QUE LULA SE ELEGEU FOI DE PÚBLICO LHE "PEDIR DESCULPAS POR TER SIDO SEQUESTRADO A MANDO DELE", MAS PRECISAVA DE UM EMPRÉSTIMO DO BNDES E RESOLVEU SE HUMILHAR DIANTE DE SEU SEQUESTRADOR PRESIDENTE. VEJAM O ARTIGO DE RUI VICENTINI LOGO ABAIXO DESTE DA "VERDADE SUFOCADA".

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O SEQUESTRO DE ABÍLIO DINIZ



Notícias - Editoria do site
Pela editoria do site www.averdadesufocada.com

Na manhã do dia 11 de dezembro de 1989, o empresário Abilio Diniz, do grupo Pão de Açúcar, foi  sequestrado quando se dirigia a seu escritório. Seus sequestradores eram estrangeiros militantes do MIR - Movimento de Esquerda Revolucionária - organização chilena.
O sequestro fora planejado   quase um ano antes pelo MIR e pelas Forças Populares de Libertação - FPL, uma das facções da então guerrilha de El Salvador.
Uma Caravan disfarçada de ambulância foi usada para interditar o carro do empresário. Com  Diniz em suas mãos , os sequestradores pediram de resgate a quantia de  30 milhões de dólares.
Um cartão de uma oficina mecânica, esquecido na Caravan abandonada,  levou a polícia a prender o chileno Pedro Segundo Solar Venega. A partir dessa prisão, a polícia conseguiu identificar mais cinco sequestradores, que foram encontrados em um apartamento no Jabaquara . em São Paulo/SP.
Com as informações dadas pelos detidos, a polícia encontrou o cativeiro do empresário, na Zona Sul da capital paulista . No dia 17 de dezembro , depois de 36 horas de campana em torno do cativeiro, os sequestradores que lá se encontravam,  se renderam e o empresário Abílio Diniz foi libertado.Ao todo eram 4 chilenos, 3 argentinos , 2 canadenses  e 1 brasileiro - Raimundo Rosélio da Costa Freire. Presos, eles foram condenados a penas de 26 a 28 anos.
Texto completo
Descobriu-se entre outras coisas que no cativeiro os bandidos mantinham  um caixão funerário  para enterrar o prisioneiro caso ele morresse. No cubículo - de cerca de 3 metros quadrados -,  onde Diniz era mantido prisioneiro, não tinha banheiro e nem água encanada. De móveis, somente um colchão e uma banqueta. O som e as luzes ficavam ligados 24 horas. Diniz não tinha noção se era dia ou noite. A cela era subterrãnea e a ventilação era mantida por um precário duto. Tudo preparado antecipadamente pelos sequestradores.
Abílio Diniz foi libertado à véspera da primeira eleição direta para presidente da República após o regime militar, disputada por  Collor e Lula .  
As investigações levaram a polícia a nomes de vários petistas em agendas dos criminosos – todos eles integrantes de organizações de esquerda que haviam optado pela luta armada na América Latina. Isso levou a polícia a vincular o caso ao PT, que tinha em seu quadro vários  militantes da luta armada. Para complicar, os sequestradores foram apresentados à imprensa com camisetas da campanha de Lula, encontradas nas casas que haviam alugado.
Apesar de todo sofrimento causado ao empresário,  logo depois iniciou-se  uma movimentação, em nome dos direitos humanos, liderada pela embaixada canadense para transferir para o Canadá dois seqüestradores daquele país, Christine Lamont e David Spencer. O lobby acabou sendo apoiado pelo senador Eduardo Suplicy, do PT, pelo então Secretário de Direitos Humanos do Ministério da Justiça, José Gregori, e pelo próprio ministro Renan Calheiros, que estava na pasta da Justiça.  .
Dez anos depois do sequestro, Lula, convencido pelo advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, visitou os presos em greve de fome - como Battisti faz agora  - , e passou a defender a expulsão dos prisioneiros . O  Senador Suplicy , como também age agora com Battisti, fez uma visita de cortesia aos “coitadinhos” presos. O  então Secretário de Direitos Humanos do Ministério da Justiça, José Gregori, não sossegou  até que os bandidos fossem soltos. Dom Evaristo Arns, como sempre agiu com terroristas, levou suas  bênçãos  aos " pobres coitados". Na época, Lula chegou a pedir a interferência do então presidente Fernando Henrique Cardoso.
Graças a um acordo de troca de presos entre o Brasil e o Canadá, aprovado pelo Congresso, os canadenses David Spencer e Christine Lamont foram extraditados para o Canadá. No início de 1999, os nove estrangeiros foram expulsos e o único brasileiro do grupo, Raimundo Rosélio da Costa Freire, foi indultado    Convém esclarecer que os sequestradores de Diniz queriam ser expulsos do Brasil porque sabiam que seriam libertados ao chegarem aos seus paises. Já Battisti não que ser extraditado porque sabe que vai cumprir pena na Itália.
Esse episódio precisa ser relembrado e cremos que influenciará na decisão de Lula sobre o caso do italiano Cesare Battisti, condenado na Itália por quatro assassinatos. O Supremo Tribunal Federal, aparentemente, lavou as mãos. Determinou a extradição, mas  apesar disso passou  a palavra final a Lula
Segundo o Jornal do Brasil, em matéria com o título: Memória JB: Lula apoiou sequestradores de  Abílio Diniz
:"Os parlamentares e ativistas de esquerda que apóiam Cesare Battisti apostam que Lula vai tomar uma decisão diferente da sentença proferida pelo STF, que mandou extraditar o italiano. Eles acham que o presidente será fiel ao compromisso com a esquerda internacional e pode repetir o gesto de 1998, quando se empenhou na campanha pela expulsão dos ativistas estrangeiros envolvidos no sequestro do empresário  Abílio Diniz, ocorrido dez anos antes e à custa de prejuízos eleitorais ao então candidato."
Battisti, provavelmente, ficará no Brasil, livre, leve e solto, como os presos expulsos do Brasil passaram a viver em seus paises .Afinal já não será o primeiro caso de criminosos  esquerdistas a serem premiados pela benevolência de nosso governo. Muitos, agora no poder,  entendem o que é ser um criminoso político!
Fontes: Estado de São Paulo, Jornal do Brasil, Folha de são paulo





O LULA SECRETO - POR ABÍLIO DINIZ


BRASIL- 2008

“Na comemoração dos 60 anos do grupo pão de açúcar [eu estive presente], a única coisa que se ouviu da ‘direita conservadora’ é a união do Brasil grande com Lula.
Está se formando na elite empresarial brasileira um pensamento de que o Lula é um homem que a elite pode confiar com segurança.

Empresários, banqueiros e ruralistas demonstraram ao Lula, pessoalmente, suas intenções e projetos de que o PT continue no governo por mais 8 anos.

O empresário Abílio Dinis, presidente do Grupo Pão de Açucar, foi pessoalmente se desculpar ao Lula pelo seu seqüestro em 1989 atribuído ao Lula e ao PT (o pedido de desculpa foi público). A imprensa de hoje já dá sinais de que o pedido de desculpas foi aceito e que, agora, vão em frente como aliados empresários e Lula].

O golpe que muitos temiam neste grupo da resistência e de militares não virá da DIREITA e sim da ESQUERDA e das elites corporativas.

Detalhe:

Havia muita gente da UDR e dos frigoríficos de carne bovina [setor a que eu pertenço] presente no encontro e todos, quase por unanimidade, estão embarcando neste projeto de ‘Lula mais 8 anos’,[DILMA!] no maior e mais rico estado da federação. Isto é um bom sinal do que poderá acontecer no futuro.

Rui Vicentini”




Postado por KRUEGGER CONTRA ESQUERDOPATAS

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REVISTA CALIBRE: UMA BOA IDÉIA



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74 - A história de uma alma: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior



74 - A história de uma alma



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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Bola De Ouro ✰ Luiz Carlos Prates ✰ 14.01.2014



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SBT PR - ROLEZINHO



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NOVAS MENTIRAS VELHAS OU NOVAS MENTIRAS EM LUGAR DAS VELHAS A Estratégia Comunista de Dissimulação e Desinformação Por ANATOLIY GOLITSYN




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O que acontece quando uma organização é declarada terrorista?

Quando uma organização é oficialmente declarada ou designada como terrorista — seja por um governo específico (como o dos Estados Unidos),...