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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

O Santo Nome Religião Música Política Culinária Vegetariana Vídeos Imagens Cultura e Bem Viver: 'O cérebro espiritual', mais um livro provando que...

O Santo Nome Religião Música Política Culinária Vegetariana Vídeos Imagens Cultura e Bem Viver: 'O cérebro espiritual', mais um livro provando que...: Enviado em 20 de dez de 2010 No programa TrueOutspeak do dia 06 de dezembro de 2010, o filósofo e jornalista Olavo de Carva...

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Olavo de Carvalho Indica livros clássicos para estudo do direito, vídeo




(Simone Goyard-Fabre) Os princípios filosóficos do direito moderno.

(Simone Goyard-Fabre) Os fundamentos da ordem jurídica.


(Igino Petrone) Filosofia del diritto.


(Santi Romano) Princípios de direito constitucional geral.


(Giorgio Del Vecchio) Lições de Filosofia do Direito.


(Georges Ripert) Aspectos Jurídicos do Capitalismo Moderno.


(Chaim Perelman) Lógica Jurídica.


(Rudolf Von Jhering) A evolução do direito.


(Miguel Reale) A filosofia do direito.


(Miguel Reale) Introdução à Ciência do Direito


Mais,

Saint Romano em Português de 1977.
Uma cópia está disponível para download em: https://drive.google.com/file/d/0ByVcm_UFSKgdelJnSG9pZTI5M2M/edit?usp=sharing

 "Einführung in Die Rechtswissenschaft" de Jurgen Baumann.

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terça-feira, 25 de novembro de 2014

O que é desinformação. Olavo de Carvalho


O que é desinformação
Olavo de Carvalho
O Globo, 17 de Março de 2001

Se o público brasileiro não adquirir rapidamente os conhecimentos básicos que o habilitem a reconhecer operações de desinformação pelo menos elementares, toda a nossa imprensa, toda a nossa classe política e até oficiais das Forças Armadas podem se transformar, a curtíssimo prazo, em inermes e tolos agentes desinformadores a serviço da revolução comunista na América Latina.
A maior parte das nossas classes letradas não sabe sequer o que é desinformação. Imagina que é apenas informação falsa para fins gerais de propaganda. Ignora por completo que se trata de ações perfeitamente calculadas em vista de um fim, e que em noventa por cento dos casos esse fim não é influenciar as multidões, mas atingir alvos muito determinados - governantes, grandes empresários, comandos militares - para induzi-los a decisões estratégicas prejudiciais a seus próprios interesses e aos de seu país. A desinformação-propaganda lida apenas com dados políticos ao alcance do povo. A desinformação de alto nível falseia informações especializadas e técnicas de relevância incomparavelmente maior.
O uso de informações falseadas é conhecido nas artes militares desde que o mundo é mundo. "A arte da guerra consiste substancialmente de engodo", dizia Sun-Tzu no século V a. C. Exemplos de informação falsa usada fora do campo militar estrito aparecem, aqui e ali, na história mundial. Calúnias contra judeus e protestantes nos países católicos, contra os católicos e judeus nos países protestantes foram muitas vezes premeditadas para justificar perseguições. Os revolucionários de 1789 montaram uma verdadeira indústria de informações falsas para jogar a opinião pública contra o rei e, depois, para induzi-la a apoiar as medidas tirânicas do governo revolucionário. O exemplo mais célebre foi a "Grande Peur", o "Grande Medo": informações alarmistas espalhadas pelo governo, que, anunciando o iminente retorno das tropas reais - impossível, àquela altura - desencadeavam explosões de violência popular contra os suspeitos de monarquismo; explosões que em seguida o próprio governo mandava a polícia controlar, brilhando no fim com a auréola de pacificador. A história das revoluções é a história da mentira.
Mas tudo isso ainda não era desinformação. Invenção pessoal de Lenin, a desinformação (desinformátsya) consiste em estender sistematicamente o uso da técnica militar de informação falseada para o campo mais geral da estratégia política, cultural, educacional etc., ou seja, em fazer do engodo, que era a base da arte guerreira apenas, o fundamento de toda ação governamental e, portanto, um instrumento de engenharia social e política. Isso transformava a convivência humana inteira numa guerra - numa guerra integral e permanente. Quando Hitler usou pela primeira vez, em 1939, a expressão "guerra total" para designar um tipo moderno de guerra que não envolvia apenas os políticos e militares, mas toda a sociedade, a realidade da coisa já existia desde 1917 na Rússia, mesmo sem combates contra um inimigo externo: o socialismo é a guerra civil total e permanente.
No governo de Lenin, a desinformação era também a regra geral da política externa. A famosa abertura econômica, planejada como etapa dialética de uma iminente estatização total, foi anunciada como sinal de um promissor abrandamento do rigor revolucionário, não só para atrair os capitalistas, mas para dissuadir os governos ocidentais de apoiar qualquer esforço contra-revolucionário. Assim, muitos líderes exilados, desamparados pelos países que os abrigavam e iludidos pela falsa promessa de democratização na Rússia, voltaram à pátria conforme calculado e, obviamente, foram fuzilados no ato. Dos que não voltaram, muitos foram mortos no próprio local de exílio por agentes da Tcheka, a futura KGB.
O uso da informação traiçoeira nessa escala era uma novidade absoluta na política mundial. Para fazer idéia de quanto as potências ocidentais estavam despreparadas para isso, basta saber que os EUA não tiveram um serviço secreto regular para operar no exterior em tempo de paz senão às vésperas da II Guerra Mundial. Outro ponto de comparação: a "ofensiva cultural" soviética - sedução e compra de consciências nas altas esferas intelectuais e no show business - começou já nos anos 20. A CIA não reagiu com iniciativa semelhante senão na década de 50 - e foi logo barrada pela gritaria geral da mídia contra a "histeria anticomunista".
Não obstante a abjeta inermidade das potências ocidentais ante a Revolução Russa, o governo leninista mantinha o povo em sobressalto, alardeando que milhares de agentes secretos estrangeiros estavam em solo russo armando a contra-revolução. Um dos raros agentes que comprovadamente estavam lá era o inglês Sidney Reilly, um informante mitômano que o Foreign Office considerava pouquíssimo confiável, e do qual a propaganda soviética fez o mentor supremo da iminente invasão estrangeira que, evidentemente, nunca aconteceu. Para avaliar o alcance dos efeitos da desinformação soviética, basta notar que até a década de 70 o livro de Michael Sayers e Albert E. Kahn, "A grande conspiração", inspirado no alarmismo leninista de 1917, ainda circulava em tradução brasileira como obra séria, com a chancela de uma grande editora. Diante de casos como esse, de autodesinformação residual espontânea, não espanta que os soviéticos tivessem em baixíssima conta a inteligência dos brasileiros, principalmente comunistas.
Operações de desinformação em larga escala só são possíveis para um regime totalitário, com o controle estatal dos meios de difusão, ou para um partido clandestino com poder de vida e morte sobre seus militantes. Qualquer tentativa similar em ambiente democrático esbarra na fiscalização da imprensa e do Legislativo. Não há, pois, equivalente ocidental da desinformação soviética. Um governo pode, é claro, fazer propaganda enganosa, mas não pode fazer desinformação porque lhe faltam os meios para o domínio calculado dos efeitos, que é precisamente o que distingue a técnica leninista. Inversa e complementarmente, a liberdade de informação nos países democráticos sempre foi de uma utilidade formidável para a desinformação soviética, não só pelo contínuo vazamento de informações secretas do governo para a imprensa, mas também pela facilidade de divulgar informações falsas pela mídia ávida de denúncias e escândalos. O célebre general armênio Ivan I. Agayants, por muitas décadas chefe do departamento de desinformação da KGB, chegava a ficar espantado ante a facilidade de plantar mentiras na imprensa norte-americana. Espantado e grato. Ele dizia: "Se os americanos não tivessem a liberdade de imprensa, eu a inventaria para eles."
NB: Este assunto continua no artigo da semana que vem. Por enquanto, vão apenas tratando de conjeturar, se quiserem, o seguinte: quantos técnicos em desinformação, que aprenderam em Cuba sob a orientação da KGB, são hoje "formadores de opinião" no Brasil?


ABC da desinformação 
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 10 de janeiro de 2013
          
Para quem zela pela sobrevivência do seu cérebro num tempo de naufrágio universal da inteligência, nada mais urgente do que compreender o que é realmente “desinformação”. O uso corrente da palavra como rótulo infamante para denegrir qualquer opinião adversa é garantia segura de que as verdadeiras operações de desinformação passarão despercebidas, condição necessária e quase suficiente do seu sucesso.
          Só há dois tipos de desinformação genuína, e cada um deles requer muito mais planejamento e execução cuidadosa do que o mero vício jornalístico de espalhar mentirinhas ideologicamente sedutoras.
          O primeiro tipo – e, de longe, o mais importante – é aquele que tem como alvo não o público em geral, a massa ignara, e sim os homens do poder, os que tomam decisões de grande alcance. Dificilmente uma dessas criaturas se deixa orientar pelo que sai na mídia popular. Para influenciá-las é preciso colocar no seu entourage (ou conquistar mediante suborno, chantagem etc.) assessores técnicos que sejam da sua plena confiança. E mesmo estes têm de ser muito prudentes no manejo do fluxo de informações que levará seus chefes a tomar as decisões erradas, favoráveis ao inimigo que controla de longe a situação. A importância dessas operações é imensurável, muito mais do que o cidadão comum pode imaginar, e ninguém foi (e é ainda) mais hábil em manejá-las do que a boa e velha KGB (atual FSB). Graças à pletora de documentos secretos revelados após a queda da URSS, hoje sabe-se que desde os anos 40 os agentes soviéticos moldaram a seu belprazer algumas das principais decisões estratégicas do governo de Washington no cenário internacional, induzindo-o a trabalhar contra os interesses mais vitais da nação americana.
          O exemplo mais claro e didático está no livro Operation Snow: How a Soviet Mole in FDR’s White House Triggered Pearl Harbor, de John Koster (Regnery, 2012). “Mole” (toupeira) é, no jargão dos serviços de inteligência, o termo técnico que designa o agente infiltrado. A toupeira, no caso, foi Harry Dexter White, alto funcionário do Tesouro, homem de confiança de Franklin Delano Roosevelt e, como os documentos comprovam, agente soviético.
          A situação era a seguinte em 1941. O governo militarista e expansionista do Japão estava dividido entre duas correntes: uma queria retormar a velha guerra com a Rússia. A outra queria ajudar os nazistas contra as potências ocidentais. A Rússia, sob ataque alemão desde junho, não podia oferecer resistência eficaz aos japoneses do outro lado do território. Profundo conhecedor da língua, da cultura e da política japonesas, e colocado, ademais, numa posição desde a qual podia facilmente influenciar as decisões econômicas do governo Roosevelt, Harry Dexter White foi contratado pelos soviéticos para criar artificialmente um conflito entre o Japão e os EUA. A seqüência de memorandos e estudos estratégicos com que ele remoldou para pior as relações econômicas entre os dois países foi uma obra de gênio, levando Roosevelt a impor às importacões japonesas de petróleo limitações drásticas que do ponto de vista americano pareciam simplesmente razoáveis, mas que no contexto japonês, e em língua japonesa, soavam como verdadeiras declarações de guerra. O Japão respondeu com o ataque a Pearl Harbor em 7 de dezembro de 1941 – não por coincidência, um dia depois que a Rússia, livre da ameaça nipônica, lançava aos alemães um contra-ataque maciço.
          Psicologicamente, Pearl Harbor é ainda hoje um símbolo aglutinador do patriotismo americano, mas, em termos substantivos, foi uma tremenda vitória da desinformação soviética.
          O outro tipo de desinformação é antes uma obra de engenharia social. Não se dirige ao governo para moldar suas decisões, mas, ao contrário, vem do governo e de seus centros de poder associados e desce para a massa popular, depois que as decisões já estão tomadas e é preciso, para implementá-las, conquistar o apoio do eleitorado, mantê-lo na total ignorância do que os altos círculos estão fazendo ou ajustar sua conduta aos padrões exigidos pela nova política.
          Pode-se chamar esses dois tipos de micro e macrodesinformação. As dificuldades são consideráveis em ambos os casos, mas de natureza bem diversa. Se o primeiro é inviável sem o máximo de sigilo e o manejo fino do fluxo de informações, o segundo requer o controle completo dos meios maiores e mais prestigiosos de difusão, podendo no entanto coexistir com alguma contestação menor – ou marginal -- que, estatisticamente, não afete os sentimentos da massa popular.
          No Brasil essa condição é facílima de alcançar, pois a grande mídia foi sempre dependente de verbas governamentais e não se atreve a morder a mão que a alimenta. Foi assim que os maiores jornais e canais de TV consentiram em ocultar a existência do Foro de São Paulo até o momento em que, dominador completo da situação continental, este já podia se exibir em público sem maiores riscos.
          Nos EUA a coisa teve de ser precedida de um longo e complexo processo de concentração da mídia nas mãos dos grupos globalistas que hoje disputam com a Rússia as afeições do bloco islâmico. Quando esses grupos colocaram Barack Hussein Obama no governo para minar o poder nacional dos EUA e operar um giro de 180 graus na política externa americana, fazendo do antigo aliado de Israel o maior protetor que os radicais muçulmanos já tiveram no Ocidente, a mídia já estava preparada para ocultar não somente a biografia altamente comprometedora do presidente, mas até algumas das suas executive orders mais ambiciosas e daninhas, que entram em vigor sem que a população fique sabendo de nada.

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Mais sobre o tema link abaixo,
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125 Livros Recomendados por Olavo de Carvalho

Agostinho, Santo
001. [ ] As Confissões
002. [ ] A Cidade de Deus

Aristóteles
003. [ ] Metafísica
004. [ ] Física
005. [ ] Da Alma
006. [ ] Ética para Nicômaco
007. [ ] Política

Berdiaev, Nikolai
008. [ ] Cinco Meditações sobre a Existência
009. [ ] Espírito e Realidade
010. [ ] Ensaio de Autobiografia Espiritual


BERNANOS, Georges
011. [ ] Diário de um Pároco de Aldeia
012. [ ] A Impostura
013. [ ] O Grande Medo dos Bem-Pensantes
014. [ ] Os Grandes Cemitérios sob a Lua
015. [ ] Liberdade para Quê?


BLAKE, William
016. [ ] O Casamento do Céu e do Inferno
017. [ ] O Livro de Jó


BLOY, Léon
018. [ ] Exegese dos Lugares-Comuns
019. [ ] O Desesperado
020. [ ] Meu Diário


BÖHM-BAWERK, Eugen von
021. [ ] Capital e Juros
0CAMÕES, Luís Vaz de
022. [ ] Os Lusíadas
023. [ ] Lírica


CARPEAUX, Otto Maria
024. [ ] História da Literatura Ocidental
025. [ ] Ensaios Reunidos


CHESTERTON, Gilbert K.
026. [ ] Ortodoxia
027. [ ] Heréticos


CLEMENTE de Alexandria
028. [ ] O Instrutor
029. [ ] Tapeçarias


COLERIDGE, Samuel Taylor
030. [ ] Biographia Literaria
031. [ ] Rimas do Marinheiro Antigo


CONRAD, Joseph
032. [ ] Nostromo
033. [ ] A Chance
034. [ ] O Agente Secreto
035. [ ] Lorde Jim


COOMARASWAMY, Ananda K.
036. [ ] A Farsa da Alfabetização
037. [ ] A Doutrina do Sacrifício
038. [ ] Tempo e Eternidade


DANTE Alighieri
039. [ ] A Divina Comédia


DE MAISTRE, Joseph
040. [ ] Noitadas de S. Petersburgo
041. [ ] Considerações sobre a França


DOSTOIÉVSKI, F. M.
042. [ ] Crime e Castigo
043. [ ] Os Demônios
044. [ ] Os Irmãos Karamazóvi


DÜRRENMATT, Friedrich
045. [ ] A Promessa


EVOLA, Julius
046. [ ] A Tradição Hermética


FERREIRA DOS SANTOS, Mário
047. [ ] Filosofia Concreta
048. [ ] A Sabedoria dos Princípios
049. [ ] Pitágoras e o Tema do Número


FRANKL, Viktor
050. [ ] A Vontade de Sentido


FREYRE, Gilberto
051. [ ] Casa Grande & Senzala


FRYE, Northrop
052. [ ] Anatomia da Crítica
053. [ ] O Grande Código


GIRARD, René
054. [ ] A Violência e o Sagrado
055. [ ] O Bode Expiatório
056. [ ] Coisas Ocultas desde a Fundação do Mundo


GUÉNON, René
057. [ ] O Reino da Quantidade e os Sinais dos Tempos
058. [ ] O Homem e seu Devir segundo o Vedanta
059. [ ] O Simbolismo da Cruz


HUIZINGA, Jan
060. [ ] O Outono da Idade Média
061. [ ] Nas Sombras do Amanhã


HUSSERL, Edmund
062. [ ] Idéias para uma Fenomenologia Pura
063. [ ] Lógica Formal e Lógica Transcendental
064. [ ] A Crise das Ciências Européias


IBN-ARABI, Mohieddin
065. [ ] Tratado da Unidade


JOHNSON, Paul
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067. [ ] Tempos Modernos


KIRK, Russel
068. [ ] Conferências na Heritage Foudation


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072. [ ] Memórias Póstumas de Brás Cubas
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MACHADO, Antonio
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MANN, Thomas
075. [ ] A Montanha Mágica


MANZONI, Alessandro
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MARÍAS, Julián
077. [ ] Antropologia Metafísica


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MUGGERIDGE, Malcom
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NEWMAN, John Henry
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082. [ ] A Idéia de Princípio em Leibniz e a Evolução da Teoria Dedutiva
083. [ ] A Rebelião das Massas
084. [ ] Que é Filosofia?


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089. [ ] O Político
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ROSENZWEIG, Franz
095. [ ] A Estrela da Redenção


SCHELER, Max
096. [ ] O Formalismo na Ética e a Ética Material dos Valores
097. [ ] As Formas do Saber e a Cultura


SCHELLING, F. W. von
098. [ ] Filosofia da Natureza
099. [ ] Filosofia da Mitologia

100. [ ] Filosofia da Revelação


SHAKESPEARE, William
101. [ ] Otelo
102. [ ] Hamlet
103. [ ] Rei Lear


SHANKARACHARYA, Sri
104. [ ] Brihadaranyaka Upanishad


SIMENON, Georges
105. [ ] A Neve Suja
106. [ ] Coleção Maigret


SOLOVIOV, Vladimir
107. [ ] Crise da Filosofia Ocidental
108. [ ] O Sentido do Amor


STENDHAL
109. [ ] O Vermelho e o Negro


SZONDI, Lipot
110. [ ] A Análise do Destino


TERTULIANO
111. [ ] Apologia


TOMÁS DE AQUINO, Santo
112. [ ] Comentários a Aristóteles
113. [ ] Suma Teológica
114. [ ] Suma Contra os Gentios


VOEGELIN, Eric
115. [ ] Ordem e História


VON MISES, Ludwig
116. [ ] Ação Humana: Um Tratado de Economia


WASSERMANN, Jacob
117. [ ] O Caso Maurizius
118. [ ] Etzel Andergast


WEBER, Max
119. [ ] Economia e Sociedade
120. [ ] Escritos sobre o Método


WEIL, Éric
121. [ ] Lógica da Filosofia
YEATS, William Butler
122. [ ] Poesias Completas


ZUBIRI, Xavier
123. [ ] Inteligência e Realidade
124. [ ] Sobre a Essência
125. [ ] O Homem e Deus

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Sobre verso do diploma de pedagogia: Blog do João Maria responde




A pergunta é,
Me formei em pedagogia em outubro/2012 e no verso de meu diploma consta apto para exercer as funções contidas no art. 4º da resolução CNE/CP nº 1 de 15/05/2006, este é o apostilamento?
Desde já agradeço.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CONSELHO PLENO
RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. (*)
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rcp01_06.pdf
Veja o link acima e imprima.

http://educacaodialogica.blogspot.com.br/

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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Palestras em Campinas abordam a vida e a obra de Ariano Suassuna

Palestras em Campinas abordam a vida e a obra de Ariano Suassuna

Participam das atividades dois membros da Academia Brasileira de Letras, Arnaldo Niskier e Domício Proença Filho, nos dias 11 e 26/11, respectivamente
No ano em que a cultura brasileira perdeu o escritor Ariano Suassuna, o Sesc e a Academia Brasileira de Letras (ABL) se juntaram para resgatar a imagem do autor de “Auto da Compadecida”. Em novembro, o ciclo de palestras “O Reino Encantado de Ariano Suassuna” promove encontros com membros da Associação Brasileira de Letras, que abordam em a vida e a obra do saudoso colega escritor. Em Campinas, serão promovidas duas palestras: na terça, dia 11 de novembro, com Arnaldo Niskier, e no dia 26 com o veterano Domício Proença Filho. As atividades começam às 20h, são gratuitas e serão realizadas no teatro do campus 3 da Faculdade Anhanguera, no Taquaral.


Além de Campinas, outras unidades do Sesc recebem o projeto, como Bom Retiro, Osasco, Santo André e Taubaté. Nesses locais, Antonio Torres, Carlos Nejar e Evanildo Bechara resgatam a memória de Suassuna, que foi um dos grandes autores brasileiros, um homem das letras, teatro, cinema e televisão.

Ariano Suassuna
Nascido em João Pessoa (PB), em 16 de junho de 1927, e morto em julho deste ano, Ariano Vilar Suassuna foi um dramaturgo, romancista, ensaísta e poeta brasileiro. Idealizador do Movimento Armorial e autor de obras como “Auto da Compadecida” e “O Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta”, foi um preeminente defensor da cultura do nordeste do Brasil. Foi secretário de Cultura de Pernambuco (1994-1998) e secretário de Assessoria do governador Eduardo Campos até abril de 2014.
Palestrantes
Arnaldo Niskier

Aos 78 anos, é membro da Academia Brasileira de Letras desde 1984; foi presidente da ABL em dois mandatos; é professor aposentado de História e Filosofia da Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Doutor em Educação pela UERJ; membro do Conselho Federal de Educação, do Conselho Estadual de Educação e do Conselho Nacional de Educação; Secretário de Estado do Rio de Janeiro por quatro vezes; autor de mais de 100 livros, especialmente sobre educação e temas infanto-juvenis.

Domício Proença Filho 
Aos 78 anos, é membro da Academia Brasileira de Letras desde 2006. Professor Emérito e Professor Titular de Literatura Brasileira da Universidade Federal Fluminense, aposentado. Professor de língua portuguesa durante dezenas de anos em várias universidades, entre elas a UFRJ e a PUC-Rio, e em inúmeros estabelecimentos de ensino fundamental e médio. Crítico e ensaísta, é autor de 55 livros. Tem dezenas de textos publicados no Brasil e no exterior. Como ficcionista, é autor do premiado “Breves estórias de Vera Cruz das almas”. Na área de língua portuguesa, é autor de “Por dentro das palavras da língua portuguesa” e de vários livros didáticos.

Serviço:

Palestras do projeto “O Mundo Encantado de Ariano Suassuna”
Local: no Teatro do campus 3 da Faculdade Anhanguera. Rua Luiz Otávio, 1313, Taquaral - Campinas
Data: 11 e 26 de novembro
Horário: 20h
Entrada: gratuita
Informações: Sesc Campinas - (19) 3737-1500 

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