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quarta-feira, 29 de junho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Festa Junina
Festa Junina
O mês de Junho é caracterizado por danças, comidas típicas, bandeirinhas, além das peculiaridades de cada região. É a festa junina, que se inicia no dia 12 de Junho, véspera do dia de Santo Antônio e encerra no dia 29, dia de São Pedro. O ponto mais elevado da festa ocorre nos dias 23 e 24, o dia de São João. Durante os festejos acontecem quadrilhas, forrós, leilões, bingos e casamentos caipiras.
A tradição de comemorar o dia de São João veio de Portugal, onde as festas são conhecidas pelo nome de Santos Populares e correspondem a diversos feriados municipais: Santo Antônio, em Lisboa; São Pedro, no Seixal; São João, no Porto, em Braga e em Almada.
O nome “junina” é devido à sua procedência de países europeus cristianizados. Os portugueses foram os responsáveis por trazê-la ao Brasil, e logo foi inserida aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.
A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Em Campina Grande, na Paraíba, a festa junina atrai milhares de pessoas. A canjica e a pamonha são comidas tradicionais da festa na região, devido à época ser propícia para a colheita do milho. O lugar onde ocorrem os festejos juninos é chamado de arraial, onde há barracas ou um galpão adaptado para a festa.
As festas de São João são ainda comemoradas em alguns países europeus católicos, protestantes e ortodoxos. Em algumas festas europeias de São João são realizadas a fogueira de São João e a celebração de casamentos reais ou encenados, semelhantes ao casamento fictício, que é um costume no baile da quadrilha nordestina.
A tradição de comemorar o dia de São João veio de Portugal, onde as festas são conhecidas pelo nome de Santos Populares e correspondem a diversos feriados municipais: Santo Antônio, em Lisboa; São Pedro, no Seixal; São João, no Porto, em Braga e em Almada.
O nome “junina” é devido à sua procedência de países europeus cristianizados. Os portugueses foram os responsáveis por trazê-la ao Brasil, e logo foi inserida aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.
A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Em Campina Grande, na Paraíba, a festa junina atrai milhares de pessoas. A canjica e a pamonha são comidas tradicionais da festa na região, devido à época ser propícia para a colheita do milho. O lugar onde ocorrem os festejos juninos é chamado de arraial, onde há barracas ou um galpão adaptado para a festa.
As festas de São João são ainda comemoradas em alguns países europeus católicos, protestantes e ortodoxos. Em algumas festas europeias de São João são realizadas a fogueira de São João e a celebração de casamentos reais ou encenados, semelhantes ao casamento fictício, que é um costume no baile da quadrilha nordestina.
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola
fonte. http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/festa-junina.htm
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terça-feira, 21 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
Brincadeira é Coisa Séria!
- Por Marianna Desgualdo
- Publicado 27/02/2008
- Educação
- Avaliação:
Brincadeira é Coisa Séria!
As brincadeiras aparentemente simples são fontes de estímulo ao desenvolvimento cognitivo, social e afetivo da criança e também é uma forma de auto-expressão. Talvez poucos pais saibam o quanto é importante o brincar para o desenvolvimento físico e psíquico do seu filho. A idéia difundida popularmente limita o ato de brincar a um simples passatempo, sem funções mais importantes que entreter a criança em atividades divertidas.
A partir de muitos referenciais teóricos, será possível observar uma série de conceitos importantes, visando o bom desenvolvimento da aprendizagem da criança de 0 a 6 anos e o papel de pais e educadores nesta função tão importante que é educar uma criança.
No presente estudo pretende-se colaborar com a discussão e reflexão sobre a importância do brincar e da brincadeira no desenvolvimento da criança, verificando o papel da família no desempenho escolar das crianças e no processo de inclusão do brincar no quesito educacional, e a influência de seus valores no desempenho e influência escolar do aluno. Além disso, apresentar a influência do brinquedo e as vantagens que a brincadeira traz para o desenvolvimento da criança; localizar as dificuldades encontradas pelos educadores em utilizar a brincadeira como ferramenta pedagógica e se a brincadeira pode propiciar as condições para um desenvolvimento saudável da criança. Além de incentivar a conscientização dos pais e educadores sobre um trabalho conjunto para a introdução do brinquedo na aprendizagem da criança.
O principal objetivo deste trabalho é compreender o papel da brincadeira no desenvolvimento infantil, bem como a utilizar a brincadeira como ferramenta pedagógica.
A maioria dos pensadores e educadores que trabalham com este tema ressalta a importância da brincadeira no processo de aprendizagem e socialização. Infelizmente, tenho observado que a brincadeira não faz parte do projeto pedagógico da escola e da ação do professor.
Este princípio me levou a mergulhar nesta temática para melhor compreende-la e descobrir como a brincadeira pode ajudar o professor em seu fazer pedagógico e a criança em seu processo de aprendizagem.
Piaget (1976) diz que a atividade lúdica é o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança. Estas não são apenas uma forma de desafogo ou entretenimento para gastar energia das crianças, mas meios que contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual. Ele afirma:
"O jogo é, portanto, sob as suas duas formas essenciais de exercício sensório-motor e de simbolismo, uma assimilação da real à atividade própria, fornecendo a esta seu alimento necessário e transformando o real em função das necessidades múltiplas do eu. Por isso, os métodos ativos de educação das crianças exigem todos que se forneça às crianças um material conveniente, a fim de que, jogando, elas cheguem a assimilar as realidades intelectuais que, sem isso, permanecem exteriores à inteligência infantil". (Piaget 1976, p.160).
Wallon fez inúmeros comentários onde evidenciava o caráter emocional em que os jogos se desenvolvem, e seus aspectos relativos à socialização.
Referindo-se a faixa etária dos sete anos, Wallon (1979) demonstra seu interesse pelas relações sociais infantis nos momentos de jogo:
"A criança concebe o grupo em função das tarefas que o grupo pode realizar, dos jogos a que pode entregar-se com seus camaradas de grupo, e também das contestações, dos conflitos que podem surgir nos jogos onde existem duas equipes antagônicas".(Wallon p.210)
Entre as concepções sobre o brincar, destaca-se as de Fröbel, o primeiro filósofo a justificar seu uso para educar crianças pré-escolares. Fröbel foi considerado por Blow (1991) psicólogo da infância, ao introduzir o brincar para educar e desenvolver a criança. Sua Teoria Metafísica pressupõe que o brinquedo permite o estabelecimento de relações entre os objetos do mundo cultural e a natureza, unificados pelo mundo espiritual. Um tipo especial de jogo está associado ao nome de Maria Montessori. Trata-se dos jogos sensoriais. Baseado nos "jogos Educativos" pensados por Fröbel - jogos que auxiliam a formação do futuro adulto - Montessori, segundo Leif e Brunelle (1978), elaborou os "jogos sensoriais" destinados a estimular cada um dos sentidos. Para atingir esse objetivo, Montessori necessitou pesquisar uma série de recursos e projetou diversos materiais didáticos para possibilitar a aplicação do método. Durante muito tempo confundiu-se "ensinar" com "transmitir" e, nesse contexto, o aluno era um agente passivo da aprendizagem e o professor um transmissor. A idéia de um ensino despertado pelo interesse do aluno acabou transformando o sentido do que se entende por material pedagógico. Seu interesse passou a ser a força que comanda o processo da aprendizagem, suas experiências e descobertas, o motor de seu progresso e o professor um gerador de situações estimuladoras e eficazes.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BENJAMIN, Walter. Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação. São Paulo: Editora 34, 2002.
BETTELHEIM, Bruno. A Psicanálise dos Contos de Fadas. 16ª Edição. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
Educação infantil no Brasil: Situação atual / MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Departamento de Políticas Educacionais. Coordenação Geral de Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF/DPE/EDI, 1994. 44p.
FRIEDMANN, Adriana. A arte de brincar. Petrópolis: Vozes, 2004.
MACGREGOR, Cynthia. 150 jogos não competitivos para crianças. São Paulo: Madras, 2004.
MOYLES, Janet R. Só Brincar? O papel do brincar na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2002.
OLIVEIRA, Marta Kohl de. VYGOTSKY - Aprendizado e desenvolvimento: Um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 2003.
PIAGET, Jean. A psicologia da criança. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998.
ROSA, S. S. Brincar, conhecer, ensinar. São Paulo: Cortez, 1998.
ROSAMILHA, N. Psicologia do jogo e aprendizagem infantil. São Paulo: Pioneira, 1979.
SANTOS, S. M. P. Brinquedo e infância: um guia para pais e educadores em creche. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 1999.
VYGOTSKY, Lev. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
WINICOTT, Donald Woods. O Brincar & a Realidade. Rio de Janeiro: Imago, 1975.
ZAN, Betty & DEVRIES, Rheta. A ética na Educação Infantil: O ambiente sócio-moral na escola. Porto Alegre: Artmed, 1998.
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sexta-feira, 17 de junho de 2011
Obra da Barsa Planeta retoma a riqueza dos dicionários de sinônimos e antônimos para quem quer expressar-se com precisão
A luz dos sinônimos |
| Obra da Barsa Planeta retoma a riqueza dos dicionários de sinônimos e antônimos para quem quer expressar-se com precisão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Josué Machado Dicionários que ofereçam tanto o sinônimo como o antônimo de uma palavra podem acrescentar a faísca que falta para dar precisão e qualidade a uma frase. Desde o ano passado, com o lançamento pela Barsa Planeta Editorial da mais recente das obras do gênero, o acervo aumentou. O livro se apresenta como diferente dos outros já na divisão em duas partes: dicionário de sinônimos, obviamente maior, nas primeiras 286 páginas, e de antônimos nas seguintes, até a final de número 369. Outras obras do gênero agrupam no mesmo verbete os sinônimos e, quando ocorrem, os antônimos. Como a maioria dos dicionários desse tipo, o da Barsa Planeta não registra a categoria gramatical (substantivo, adjetivo, verbo, etc.); só Houaiss (Publifolha, 2ª. edição, 2008) eMichaelis (Melhoramentos, 3ª. edição, 2010) fazem isso. O Barsa Planeta também não é dos mais abundantes, isto é, tem menos entradas do que a maioria, apesar do formato maior, semelhante ao dos grandes dicionários Aurélio e Houaiss (aproximadamente 22,5 x 29 cm), como se vê no quadro. A maioria tem formato mais comum de aproximadamente 16 ou 17 por 23 ou 24 centímetros. O formato maior do dicionário de sinônimos e antônimos da Barsa Planeta se deve ao fato de ele ser um dos quatro volumes do Grande Dicionário Barsa da Língua Portuguesa (dois do dicionário, um de sinônimos e antônimos e um manual de redação); integra o conjunto um DVD-ROM. O de sinônimos e antônimos tem menos entradas por estar de acordo com o projeto que "procurou reunir o repertório usual na fala brasileira contemporânea". Os dicionários analisados nesta apresentação comparativa dão ideia da oferta de obras dessa espécie. Todos têm capa dura, com exceção do Michaelis e do Ediouro, que têm formato de bolso. E o papel usado no dicionário do padre Artur Schwab é muito ruim, como, aliás, o dos outros dicionários da Fundação Nacional de Material Escolar do então Ministério de Educação e Cultura durante o governo militar. Em relação às entradas, isto é, palavras que encabeçam cada verbete, seis dos dicionários aqui analisados anunciam os números. Embora não seja comprovável, o mais amplo e abrangente é o de Agenor Costa, seguido pelo do padre Artur Schwab. O de Schwab e o Michaelis, além disso, registram muitos exemplos de uso, mais do que o Houaiss e o de Barbosa. O vasto dicionário de Agenor Costa, com seus cinco volumes, está longe de ser seletivo. Na apresentação, Costa, que nasceu em 1896, conta que o começou em 1918 e nele se fixou por trinta anos, coligindo obsessivamente palavras nos dicionários disponíveis: Cândido Figueiredo, Caldas Aulete, Morais, Silva Bastos, Frei Domingos Vieira, Pequeno Dicionário Brasileiro, Jayme de Séguier, Dicionário de Expressões e Modismos (dele mesmo), Lelo Popular, Eduardo Pinheiro e Francisco Torrinha. Passou, então, a II Guerra Mundial (1939-1945) datilografando 2.183.760 fichas que resultaram em seu dicionário. (Quem as teria contado e por quanto tempo?) Antigos e novos Alguns dos antigos - o de Simões Fonseca e o de Mendes de Morais -, por exemplo, já se tornaram artigos raros de sebos, para colecionadores. A vantagem dos recentes é a organização científica -, feita por lexicólogos experientes, com recursos informáticos -, e a atualidade, já que se preocuparam em registrar palavras de uso atual mais frequente, até neologismos, entre os quais os científicos e os ligados à computação. E os únicos aqui citados que estão de acordo com a renovação ortográfica em vigor desde 2009 são o da BarsaPlaneta, o Houaiss e o Michaelis. Os três, aliás, indicam a ortoépia (a melhor pronúncia). Mas todos são resultantes de trabalho paciente e cuidadoso, por isso são ótimos complementos dos dicionários gerais e essenciais para quem quer encontrar a palavra exata.
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FONTE http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=12331.
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Luz amarela na graduação
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fonte http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12767;
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
Video chat no Terra sobre Dificuldades de Aprendizagem
Enviado por paulafurtado2011 em 28/01/2011
Tópicos abordados:
Adequação da escola ao aluno
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Classes com faixas etárias mistas
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