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Gustavo Lourenção
No Colégio Santa Maria, as professoras Adelaide Schmidt, Neuza Bedoni Alves, Marlene de Souza, Maria Aparecida Ferrão, Heloísa Salvá e Aparecida Antonello unem forças: fonte alternativa de energia construída pelos alunos
Há três anos, um apagão obrigou a população a racionar energia e o Brasil a buscar alternativas. A crise, mostrada à exaustão nos noticiários, passou a ser o centro das discussões nas salas de aula. Seis professoras do Colégio Santa Maria, de São Paulo, foram além e se reuniram em torno de um projeto interdisciplinar. Desde então, os alunos estudam fontes alternativas de energia, produzem aquecedores solares e ensinam a população a utilizá-los. O sucesso do projeto se explica principalmente porque os conteúdos de Ciências, Matemática, Geografia, Língua Portuguesa, História e Ensino Religioso foram colocados a serviço da resolução de um problema real, de forma integrada.
Um ambiente de aprendizagem como o que se formou no Santa Maria também pode nascer em sua escola. Essa abordagem interdisciplinar só acontece quando os conteúdos das disciplinas se relacionam para a ampla compreensão de um tema estudado. "A relação entre as matérias é a base de tudo", afirma Luís Carlos de Menezes, professor da Universidade de São Paulo. Muita gente acha, porém, que basta falar sobre o mesmo assunto para trabalhar de forma interdisciplinar. "Isso é apenas multidisciplinaridade", esclarece o consultor em educação Ruy Berger, de Brasília (ver quadro). Ao utilizar os conhecimentos de outras áreas que não são de seu domínio, você pode encontrar dificuldades. Mas aprender com os colegas é uma das grandes vantagens dessa prática, que estimula a pesquisa, a curiosidade e a vontade de ir aos detalhes para entender que o mundo não é disciplinar.
A realidade é um banco de idéias
Maria Lúcia e Ivani: sucesso do projeto se deve ao trabalho em equipe
O caminho mais seguro para fazer a relação entre as disciplinas é se basear em uma situação real. Os transportes ou as condições sanitárias do bairro, por exemplo, são temas que rendem desdobramentos em várias áreas. Isso não significa carga de trabalho além da prevista no currículo. A abordagem interdisciplinar permite que conteúdos que você daria de forma convencional, seguindo o livro didático, sejam ensinados e aplicados na prática — o que dá sentido ao estudo. Para que a dinâmica dê certo, planejamento e sistematização são fundamentais. Ainda mais se muitos professores vão participar. É preciso tempo para reuniões, em que se decide quando os conteúdos previstos serão dados para que uma disciplina auxilie a outra. Por exemplo: você leciona Ciências e vai falar sobre consumo de energia. Para realizar algumas atividades, é imprescindível as crianças conhecerem porcentagem, que será ensinada pelo professor de Matemática. Quando as disciplinas são usadas para a compreensão dos detalhes, os alunos percebem sua natureza e utilidade.
Projetos interdisciplinares também pedem temas bem delimitados. Em vez de estudar a poluição, é preferível enfocar o rio que corta o bairro e recebe esgoto. A questão possibilita enfocar aspectos históricos, analisar a água e descobrir a verba municipal destinada ao saneamento. Quantas disciplinas podem ser exploradas? É possível que um caso assim seja trazido pela garotada. Convém não desperdiçar a oportunidade mesmo que você não se sinta à vontade para tratar do assunto. Não precisa se envergonhar por não saber muito sobre o tema. Mostre à classe como é interessante buscar o conhecimento. "A formação continuada do professor não se resume a realizar um curso atrás do outro, mas também ler diariamente sobre assuntos gerais", complementa Berger. Dessa maneira, ele aprende a aproveitar motes que surgem em sala e que tendem a ser produtivos se abordados de forma ampla.
No livro Globalização e Interdisciplinaridade, o educador espanhol Jurjo Torres Santomé, da Universidade de La Coruña, afirma que a interdisciplinaridade dá significado ao conteúdo escolar. Ela rompe a divisão hermética das disciplinas. Se a sua escola não trabalha dessa maneira, experimente lançar a discussão em reuniões. Outra opção é deixar seu planejamento à disposição para que os colegas saibam que matéria você dará e em que momento. Assim, os interessados podem se organizar para agir em conjunto. A coordenação tem um papel mediador, sugerindo parcerias e provocando o diálogo. Esse tipo de trabalho pode até ser feito por apenas um professor. Mas, nesse caso, a equipe estaria perdendo uma ótima oportunidade de obter resultados mais significativos.
Nesta reportagem, apresentamos três exemplos de projetos interdisciplinares. Além da experiência em grupo do Colégio Santa Maria, de São Paulo, você vai conhecer uma dupla de Goiânia que só tinha a hora do cafezinho para planejar um projeto conjunto e uma professora de Ribeirão Pires (SP) que, sozinha, recorreu aos conteúdos de outra disciplina para aumentar o interesse pelas aulas.
Um grupo de mãos dadas para ensinar
Quando o apagão de 2001 forçou milhões de brasileiros a reduzir o consumo de energia elétrica, a professora de Ciências Maria Lúcia Sanches Callegari, do Colégio Santa Maria, em São Paulo, fez uma proposta às 5ªs séries: construir um aquecedor solar (veja modelo didático). Logo a idéia despertou o interesse de outras cinco professoras. Todas se envolveram e, utilizando o horário reservado para o trabalho coletivo, montaram um projeto conjunto, que vem se repetindo anualmente. Para conciliar tantas disciplinas, o planejamento é feito logo no início das aulas. Dessa forma, os professores abordam conteúdos de seu currículo de acordo com as etapas da construção e da instalação do aquecedor.
A professora de Geografia trabalhou o clima brasileiro e conceitos de orientação utilizando a bússola, para que todos localizassem o norte, direção para onde a placa do aquecedor deveria estar voltada ao ser instalada sobre as casas. A de Matemática pediu uma pesquisa sobre o consumo de energia dos eletrodomésticos e explorou conceitos de proporção ao calcular com a garotada o tamanho das placas solares de acordo com o volume das caixas d'água.
Em História, foram resgatados os motivos econômicos que causaram a degradação do meio ambiente brasileiro. Nas aulas de Ciências, os estudantes pesquisaram as fontes de energia no país e quais alternativas apresentam menos impacto ambiental. Com a professora de Língua Portuguesa, eles bolaram questionários para entrevistar as famílias que receberiam o equipamento. O objetivo das aulas de Ensino Religioso foi orientar os estudantes no contato com a comunidade, para que eles compreendessem as razões das diferenças entre a realidade deles e a dos moradores de bairros carentes. "A idéia de doar os aparelhos para a população foi das próprias crianças", lembra a orientadora da 5ª série Ivani Anauate Ghattas.
As avaliações também são formuladas de maneira interdisciplinar. Em História, por exemplo, os estudantes são desafiados a discorrer sobre o extrativismo predatório ocorrido no Brasil Colônia. Além disso, o objetivo é levá-los a associar os prejuízos ao meio ambiente que hoje ameaçam a qualidade de vida, conteúdos que, na teoria, fariam parte do programa de Ciências. Além de confirmarem que a fórmula tem sido vitoriosa no que se refere à aprendizagem da turma, as seis professoras contabilizam ganhos pessoais. "Temos aprendido sempre para colocar nosso conhecimento a serviço dos estudantes", afirma Maria Lúcia.
Sem tempo, dupla se reúne na hora do café
Conteúdos de Ciências viram quadrinhos nas mãos dos alunos de 7ª série de Paula e Cleusa: Língua Portuguesa em todas as áreas
Um dos conteúdos de Ciências é o sistema respiratório. Nas 7ªs séries do Colégio Estadual Juvenal José Pedroso, em Goiânia, os esquemas mostrando o pulmão, a faringe e o nariz não estavam sendo suficientes para chamar a atenção dos alunos da professora Cleusa Silva Ribeiro. Uma parceria sugerida pela professora de Língua Portuguesa, Paula Rodrigues Garcia Ramos, deu um novo enfoque ao tema e às aulas. Na escola onde as duas lecionam, a interdisciplinaridade não é prática, até por falta de tempo. Cleusa e Paula dão aulas em mais de um período. "O jeito foi nos encontrarmos nos intervalos, nos corredores, na hora do café ou dar uma fugidinha de vez em quando até a sala da outra", conta Cleusa. A dupla sugeriu aos adolescentes que fizessem histórias em quadrinhos sobre o que estavam estudando nas aulas de Ciências. O pulmão e a laringe ganharam braços, pernas, olhos e bocas e tornaram-se personagens. "Trabalhamos as figuras de linguagem e estudamos estruturas de diálogo. Para elaborar o texto, eles tinham que dominar bem o conteúdo de Ciências. Deu certo", avalia Paula.
O projeto tomou mais consistência quando os estudantes sugeriram abordar nos quadrinhos temas como os malefícios do cigarro ou da poluição. Para dar conta do recado, as professoras começaram a estudar com as turmas. Paula admite que pouco sabia sobre o assunto e acabou adquirindo conhecimentos importantes para ajudar nas tarefas. Para Cleusa, a experiência foi ainda mais positiva. "Alertei meu aluno sobre um erro de ortografia. Ele argumentou que a aula não era de Língua Portuguesa. Respondi que para um bom trabalho, de qualquer área, é preciso escrever corretamente." Com esse projeto a turma aprendeu como a língua está relacionada a Ciências. "Trabalhar assim é compreender um século de avanço na educação", defende Menezes.
Sozinha, professora une Artes e Química
Do carvão às tintas: Maria Clara desperta o interesse da turma pela Química e descobre talentos ao propor a releitura de pinturas famosas
O interesse pela Química entre as classes do Ensino Médio da Escola Estadual João Roncon, em Ribeirão Pires (SP), era muito pequeno. Muitos jovens tinham dificuldades de interpretação e precisavam desenvolver o raciocínio lógico para acompanhar as aulas. "Para reverter a situação, fui buscar uma forma mais estimulante de ensinar", explica a professora Maria Clara Maia Ceolin. E foi na interdisciplinaridade que ela encontrou uma saída. "Pensei em algo lúdico e que envolvesse expressão. Nada melhor que a arte", diz Maria Clara.
Seu objetivo era mostrar como a Química está presente nos materiais utilizados pelos artistas. Antes de dar início ao projeto, a professora tentou parcerias com professores de outras disciplinas. Nem as respostas negativas nem a falta de estrutura da escola fez com que ela desanimasse. Sem laboratório, ela e os alunos buscavam água de balde e levavam para a classe. "Não desisti e decidi fazer tudo sozinha."
O planejamento incluía trabalhar com vários tipos de pigmento e estudar a evolução dos materiais. "No início, só usamos sulfite e vários tipos de carvão para desenhar", conta. Os jovens estudaram a composição do material e mais adiante a professora pediu uma pesquisa sobre a história da arte. Em uma linha do tempo, mostraram os pintores de diferentes movimentos e as técnicas e materiais utilizados desde a Antigüidade. A próxima etapa envolveu a releitura de obras utilizando tintas feitas pelos próprios adolescentes.
Maria Clara consultou livros, fez pesquisas na internet, conseguiu gravuras de quadros famosos e lançou mão de disciplinas como História e Geografia para dar suas aulas. Além de assimilar o conteúdo previsto no planejamento de Química, os estudantes se envolveram nas aulas e ainda se descobriram artistas talentosos. Tudo isso entrou na avaliação.
O sucesso foi tão grande que Maria Clara repetiu a experiência com as turmas de Ensino Fundamental e de suplência e deu oficinas na Diretoria de Ensino de Mauá (SP) para professores de Química. Com materiais simples e baratos e boa vontade, Maria Clara atingiu seu objetivo. "Acredito que abordar os conteúdos da minha disciplina com o apoio de outra área deu mais significado às aulas. O ideal seria os professores entenderem que projetos assim funcionam melhor se feitos em parceria."
A multidisciplinaridade acontece quando um tema é abordado por diversas disciplinas sem uma relação direta entre elas. Se o objeto de estudo for o Cristo Redentor, por exemplo, a Geografia trabalhará a localização; as Ciências tratarão da vegetação local; as Artes mostrarão por quem a escultura foi feita e por que está ali. Mas as abordagens são específicas de cada disciplina e não há interligação.
Na interdisciplinaridade, duas ou mais disciplinas relacionam seus conteúdos para aprofundar o conhecimento. Dessa forma, o professor de Geografia,ao falar da localização do Cristo, poderia utilizar um texto poético, assim como o de Ciências analisaria a história da ocupação da cidade para entender os impactos ambientais no entorno.
A transdisciplinaridade é uma abordagem mais complexa, em que a divisão por disciplinas, hoje implantada nas escolas, deixa de existir. Essa prática somente será viável quando não houver mais a fragmentação do conhecimento.
Parta de um problema de interesse geral e utilize as disciplinas como ferramentas para compreender detalhes.
Como um professor especialista, você tem a função de um consultor da turma, tirando dúvidas relativas à sua disciplina.
Inclua no planejamento idéias e sugestões dos alunos.
Se você é especialista, não se intimide por entrar em área alheia.
Pesquise com os estudantes.
Faça um planejamento que leve em consideração quais conceitos podem ser explorados por outras disciplinas.
Levante a discussão nas reuniões pedagógicas e apresente seu planejamento anual para quem quiser fazer parcerias.
Recorra ao coordenador. Ele é peça-chave e percebe possibilidades de trabalho.
Lembre-se de que a interdisciplinaridade não ocorre apenas em grandes projetos. É possível praticá-la entre dois professores ou até mesmo sozinho.
Colégio Estadual Juvenal José Pedroso, R. 7, s/n, 74770-190, Goiânia, GO, tel. (62) 208-2857
Colégio Santa Maria, Av. Sargento Geraldo Santana, 901, 04674-225, São Paulo, SP, tel. (11) 5687-4122
Escola Estadual João Roncon, R. Guilhermino Roncon, 26, 09410-540, Ribeirão Pires, SP, tel. (11) 4827-4000
Globalização e Interdisciplinaridade, Jurjo Torres Santomé, 275 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703 3444, 46 reais
edição 174 - ago/2004
Karine Basílio

Utilizando objetos de fácil acesso — encontrados em lojas de materiais para construção —, é possível montar um pequeno aquecedor solar. Terminada a tarefa, você contará com um excelente material didático para utilizar nas aulas de Ciências e terá gasto, no máximo, 50 reais. "O objetivo do kit didático é mostrar aos alunos a energia presente na irradiação solar", afirma o professor Augustin T. Woelz, autor da sugetão. Ele é responsável pela Sociedade do Sol, entidade paulista sem fins lucrativos que trabalha com a divulgação de conhecimentos científicos. Depois de conhecer como funciona essa fonte de energia alternativa, os estudantes poderão se transformar em divulgadores da tecnologia na comunidade. É o que fazem os estudantes do Colégio Santa Maria, de São Paulo (veja reportagem). A principal justificativa para o projeto está no bolso. Segundo Woelz, o consumo de energia elétrica é reduzido em 40% com o uso do aquecedor solar doméstico, porque o chuveiro pode ser desligado.
Veja, a seguir, como construir o aquecedor didático. Convide os alunos de 5ª a 8ª série e do Ensino Médio para ajudá-lo na empreitada e fique atento às etapas com o ícone:
Ele indica que a tarefa deve ser realizada por você.
Como fazer
Ilustrações Jard
Produção Carolina Miranda/Foto Claúdio Meletti
70 centímetros de duto de PVC marrom de 32 milímetros de diâmetro externo;
1,4 metro de duto de PVC marrom de 25 milímetros de diâmetro externo;
1 placa de forro de PVC alveolar modular de 1,25 metro de comprimento por 62 centímetros de largura;
2 nipples de 1 polegada de PVC branco com rosca externa da marca Akros. O diâmetro externo é de 32 milímetros e o interno é de 25 milímetros;
2 luvas de PVC pretas de 1 polegada com rosca interna para eletrodutos;
1 adaptador de PVC marrom de 25 milímetros por 3/4 de polegada;
2 cotovelos de PVC marrom soldável de 25 milímetros;
1 cap de PVC marrom de 25 milímetros;
1 cap de PVC branco de 3/4 de polegada;
1,5 metro de eletroduto flexível amarelo de 3/4 de polegada de 25 milímetros externo;
1 termômetro de álcool com a escala -10ºC a 110ºC; 100 mililitros de esmalte sintético preto fosco;
1 adesivo epóxi bicomponente 24 horas (40 gramas);
1 espátula flexível com ponta arredondada;
1 tábua plana de 80 centímetros por 15 centímetros;
8 pregos de 4 centímetros;
1 lápis;
1 lixa 120;
1 fita teflon de 19 milímetros de largura;
Álcool de limpeza;
Talco mineral;
1 vasilha plástica transparente de 8 litros com tampa
Martelo;
Ferro de solda ou furadeira com broca de 3 milímetros para aço;
Furadeira com broca de 7 milímetros;
Serra de extremidade livre com lâmina para aço;
Lima redonda;
Pincel ou rolinho;
Serra-copo de 32 milímetros;
Trena ou metro;
1 par de luvas para proteção.
O demonstrador da experiência
Antes de montar o aquecedor solar didático, é recomendável construir a claquete. Essa peça não faz parte do aquecedor. Ela é útil para você explicar aos alunos de que modo a água circula no interior da placa.
1. Prenda o duto de 32 milímetros na tábua antes de cortá-lo. Para isso, fixe pregos espaçados ao redor dele. Meça 4 centímetros em uma das extremidades e risque a partir dali duas retas paralelas de 62 centímetros com um espaço de 1,1 centímetro entre elas. Una-as arredondando as pontas.
2. Na área demarcada, faça um rasgo inicial com o ferro de solda ou com a furadeira. (Cuidado! A fumaça do cano de PVC é tóxica.) Inicie o corte com a lâmina de serra seguindo exatamente a marcação. Faça o acabamento com a lixa e a lima redonda. Limpe com álcool.
3. Corte com a serra uma tira de 8 centímetros do comprimento da placa. Lixe a área cortada para retirar as rebarbas e facilitar o encaixe na fenda do tubo.
O coletor
1. Com a serra, corte o duto de 25 milímetros em dois pedaços de 70 centímetros. Repita a operação de marcação e corte do duto como descrito anteriormente com o tubo de 32 milímetros.
2. Meça 58 centímetros do comprimento da placa, serre e lixe. Encaixe cada duto em um lado da placa, que deve ser introduzida apenas 5 milímetros.
3. Prepare sobre uma superfície limpa uma porção de adesivo bi-componente misturado com talco mineral. A mistura deve ficar pastosa. Com a ajuda da espátula, vede os encaixes. No dia seguinte, vire o coletor e repita a operação.
4. Após 24 horas, lixe levemente uma das faces do coletor e limpe com álcool. Pinte esse lado com o esmalte, inclusive sobre a área da colagem e dos dutos. Deixe sem tinta apenas 3 centímetros das extremidades dos dutos para futuro encaixe de outras peças.
O reservatório
1. Escolha uma das laterais da vasilha plástica, faça uma marcação no centro a 2,5 centímetros do fundo e fure com a serra-copo. Repita a operação no lado oposto. Lixe as rebarbas.
2. Encaixe um nipple em cada um dos furos, de dentro para fora. Rosqueie as luvas na parte externa de cada nipple até encostarem na lateral do recipiente. Aperte levemente para evitar vazamentos.
3. Faça um furo com a broca de 7 milímetros em um dos cantos da tampa e encaixe o termômetro. Ele deve ficar encostado no fundo da vasilha.
Unindo as duas partes
1. Apóie o coletor numa superfície horizontal. Passe uma camada fina de fita teflon nas pontas dos dutos. Tampe o cano superior esquerdo com um cap marrom. Depois tampe o cano inferior direito com o adaptador e passe fita teflon. Rosqueie nele o cap branco. Nas outras duas extremidades, encaixe os cotovelos.
2. Corte o eletroduto em dois pedaços: um com 1 metro e o outro com 50 centímetros. Passe fita teflon nas quatro pontas.
Conecte uma das extremidades do eletroduto maior na lateral esquerda do reservatório e a outra no cotovelo esquerdo do coletor. Junte uma extremidade do eletroduto menor na lateral direita da caixa e a outra no cotovelo direito do coletor. Está pronto o aquecedor.
Como usar
PSICOPEDAGOGIA HISTÓRIA.