terça-feira, 24 de junho de 2008

MEC descredencia 40 cursos de pós-graduação; veja lista


20/12/2007 - 15h30
MEC descredencia 40 cursos de pós-graduação; veja lista
Da redaçãoEm São Paulo*
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Dos cerca de 2.250 programas de pós-graduação analisados na Avaliação Trienal 2007, 40 foram descredenciadas pelo MEC (Ministério da Educação) por não apresentar os requisitos básicos de funcionamento. A informação foi divulgada pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) nesta quinta-feira (20). Entre os cursos descredenciados, 28 são de importantes universidades públicas do país, como USP (Universidade de São Paulo), Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Uerj (Universidade do Estasdo do Rio de Janeiro), UEL (Universidade Estadual de Londrina) e UEM (Universidade Estadual de Maringá, no Paraná.Outras instituições conceituadas têm programas na lista: UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), PUC-Campinas, UFC (Universidade Federal do Ceará), UFF (Universidade Federal Fluminense) e UFG (Universidade Federal de Goiás).A que teve mais cursos descredenciados foi a UFRJ, com três programas. A Gama Filho teve um curso de mestrado e doutorado desmembrado. O mestrado passou, mas o doutorado em filosofia/teologia foi descredenciado. Os programas descredenciados obtiveram conceito um ou dois numa escala que vai de zero a sete. As notas 1 e 2 (1,7% do total) os classificam como não-recomendados pela Capes.O conceito 3 foi atribuído a 682 programas (30,2%), o 4 a 788 (34,9%) e o 5 a 510 (22,6%). Os conceitos 6 e 7 -- que indicam forte liderança, capacidade nucleadora, maior ênfase na formação de doutores e inserção ou nível internacional -- foram concedidos respectivamente a 155 (6,9%) e a 82 (3,6%) programas. Dos 595 recursos analisados, 153 (26%) foram aceitos e 442 (74%) negados. Avaliação finalOs programas de pós-graduação englobam cursos de mestrado e de doutorado. Segundo o MEC, aqueles descredenciados pela Capes não podem mais receber matrículas -- a avaliação é final e já levou em consideração os recursos possíveis. Segundo o diretor de avaliação da Capes, Renato Janine, os alunos que estão cursando mestrado ou doutorado nesses programas terão seus diplomas validados, mas se a instituição admitir novos estudantes, eles não terão seus diplomas reconhecidos. A avaliação é comparativa e leva em consideração quesitos como a publicação de artigos científicos escritos por alunos e professores, o requerimento de novas patentes e o impacto dos cursos sobre o setor produtivo.Em 2007, a proporção de cursos descredenciados caiu em relação à última avaliação, feita em 2004. Os 40 programas não recomendados representam 1,7% do total. Em 2004, essa proporção foi de 2%, já que 36 programas, de um total de 1.819, obtiveram notas um e dois. Caso as instituições de ensino superior que tiveram seus programas descredenciados queiram abrir novos cursos, devem enviar proposta à Capes até março de 2008.A avaliação foi feita por 45 comissões de área e pelo CTC (Conselho Técnico Científico). Ao todo, 700 especialistas das 45 áreas de conhecimento participaram da análise.
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http://educacao.uol.com.br/ultnot/2007/12/20/ult105u6110.jhtm
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(Mahatma Ghandi)
http://www.crismestre.com/2007/07/pensamentos-e-ensinamentos.html
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Qual é o melhor horário para ir à escola?

REPORTAGEM
Qual é o melhor horário para ir à escola?
Depende do cronotipo da criança que você tem em casa


Por Natália Marques


Foto: sxc.hu


Quando chega a hora do pequeno começar a freqüentar a escola, muitas dúvidas surgem na cabeça dos pais. Para eles, entre outras decisões a serem tomadas, escolher qual o melhor horário para se estudar é uma tarefa difícil. De manhã ou à tarde? Com o avanço da ciência, descobriu-se, porém, que a resposta é mais simples do que parece. Se você está mesmo preocupado com o bem-estar e desenvolvimento sadio da criança, é preciso levar em conta o seu cronotipo para decidir tal questão. Existem três tipos de pessoas: as que são do cronotipo matutino típico, aquelas que sempre acordam cedo e desenvolvem suas atividades com grande disposição pelo turno da manhã; as que são do cronotipo vespertino típico, que realizam suas tarefas com mais facilidade e agilidade durante a tarde e a noite; e as que são consideradas intermediárias ou indiferentes ao período do dia.
O professor do departamento de morfofisiológicas da Universidade Estadual de Maringá Marcílio Neto explica que este cronotipo é geneticamente determinado. " Muitos não acreditam quando alguém diz que ´funciona melhor´ durante a tarde ou pela noite. As pessoas ignoram esse fator e confundem a demora para despertar com preguiça. Entretanto, não tem a ver com indolência: cerca de 10% da população de crianças e adultos são vespertinos típicos. Outros 10% da população são matutinos típicos e 80% são os indiferentes", completa. Marcílio declara que, na adolescência, por conta da produção de outros hormônios, 50% dos garotos e garotas tornam-se vespertinos. "Eles têm mais sono e encontram dificuldade em estudar no período da manhã, por isso é recomendável que estudem à tarde". Para crianças menores de 12 anos, deve-se fazer uma avaliação para examinar uma por uma e então decidir se ela renderá melhor pela manhã, pela tarde ou tanto faz. Nesse último caso, fica a critério dos pais.
O diagnóstico do cronotipo de cada um é feito através de um questionário (para adultos) e a análise da história de vida e costumes desde bebê (para crianças). O professor explica que não é difícil definir o cronotipo da criança. "Já dá para perceber desde o começo: o bebê vespertino é aquele que acorda ao meio dia e que vai dormir tarde. Diferente da maioria dos bebês, ele deixa sua mãe descansar pela manhã." Isso significa que o ritmo biológico de cada um deve ser respeitado. É claro que na prática, com os hábitos da vida moderna, fica difícil não se enquadrar nos padrões de horários e regras da sociedade. Mas, se a escola do seu filho oferece duas opções, vale a pena analisá-lo para saber se ele deve estudar de manhã ou à tarde. Em um determinado momento da vida, ele terá de enfrentar a rotina de acordar cedo. Isso é quase que inevitável, porém, enquanto não acontece é importante garantir uma infância saudável e mais produtiva.
Curiosidade: Em sociedades mais desenvolvidas, o relógio biológico tem sido levado em conta:De acordo com a BBC Brasil, a Suécia começou a criar em setembro de 2007 uma nova regra social baseada nos relógios biológicos. A novidade é a introdução de uma chamada Sociedade B, que leva em consideração diferentes ritmos biológicos de cada um para introduzir horários alternativos de funcionamento para escolas, locais de trabalho, universidades e organizações. Consultas:• Marcílio de Miranda Neto- Professor do departamento de Morfofisiológicas da Universidade Estadual de Maringá • Instituto de Ciências Biomédicas
http://guiadasemana.uol.com.br/noticias.asp?/CRIANCAS/SAO_PAULO/&a=1&ID=12&cd_news=32061&cd_city=1

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segunda-feira, 23 de junho de 2008

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Proporção dos dedos prevê aptidões em crianças,


Proporção dos dedos prevê aptidões em crianças, diz estudo


Escrita
Estaria o futuro 'escrito' nos dedos?
O desempenho escolar das crianças pode ser previsto pela diferença do comprimento de seus dedos da mão, de acordo com pesquisadores.

O estudo, que incluiu 75 crianças de sete anos de idade, descobriu que crianças com o dedo anular mais curto em comparação ao indicador, se saíram melhor em testes de linguagem do que de matemática.

Os com o anular mais longo tiveram um melhor desempenho em matemática do que em linguagem, disse o estudo publicado no British Journal of Psychology.

A equipe britânica disse que isso se deve a diferentes níveis de exposição de crianças a hormônios no útero materno.

O chefe do departamento de Psicologia da Universidade de Bath, Mark Brosnan, que liderou a pesquisa, disse que argumenta-se que a testosterona promoveria o desenvolvimento de áreas do cérebro que são normalmente associadas ao raciocínio espacial e matemático.

"Acredita-se que o estrogênio faça o mesmo em relação a áreas do cérebro normalmente associadas à habilidade verbal."

Segundo Brosnan, "acredita-se também que estes hormônios tenham uma influência na relação entre o comprimento dos dedos indicador e anular".

As crianças expostas a uma dose maior de testosterona tendem a ter dedos anulares mais longos e as expostas a uma dose maior de estrogênio têm dedo indicador mais longo.

Comparação

"Nós podemos usar as medidas destes dedos como forma de avaliar a exposição relativa a estes dois hormônios no útero, e como mostramos através deste estudo, nós também podemos usá-los para prever a habilidade em áreas cruciais de matemática e linguagem", acrescentou.

A equipe de pesquisa comparou a proporção entre os dois dedos com os resultados dos exames escolares das crianças de sete anos e disseram ter encontrado uma "relação válida" entre ambos.

Brosnan disse: "Nós não estamos sugerindo que a medida do comprimento dos dedos possa substituir exames."

"A proporção dos dedos nos fornece uma observação interessante sobre nossas habilidades natas em áreas congnitivas chaves."
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2007/05/070523_dedoscriancasg.shtml
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