domingo, 24 de agosto de 2008

Como estudar e trabalhar no Canadá dentro da lei.

Conhecido por ser um dos países mais amigáveis com estrangeiros, o Canadá conta a partir desse ano com um atrativo a mais para quem pensa em estudar no Exterior: a possibilidade de trabalhar legalmente durante a graduação ou pós.

» Confira os passos para validar pós-graduação no exterior
» Vale a pena fazer uma pós-graduação a distância?
» Cinqüentões aproveitam vantagens do intercâmbio

"O trabalho não precisa ser vinculado ao curso, como era anteriormente", explica Claudia Farina, diretora da agência SIP (www.siptravel.com.br), que representa escolas em Vancouver e Toronto.

Com as novas regras, o aluno sai do Brasil com o visto de estudante e, já no Canadá, obtém permissão para trabalhar 20 horas por semana. As vagas surgem normalmente na própria universidade, em livrarias, cafés e lojas.

"Depois que o aluno se forma, pode trabalhar em sua área no Canadá por um determinado prazo. O país está apoiando muito estrangeiro que quer ficar, é uma nação hospitaleira", afirma Claudia.

O primeiro passo é procurar uma agência no Brasil que represente universidades no Canadá. De acordo com a SIP, as aulas têm início em setembro e janeiro. Para começar o curso em janeiro, a inscrição deve ser efetuada ainda em agosto. Para inícios em setembro, a inscrição vai de novembro a fevereiro.

Para cursar a graduação no Canadá:
Idade mínima: 18 anos
Inglês avançado
Preço: cerca de CAD$ 12,5 mil (em torno de R$ 20 mil) por ano, fora gastos com moradia, alimentação e passagem aérea
Duração: de 3 a 4 anos


Para a pós-graduação:
Idade mínima: 21 anos
Inglês avançado
Preço: cerca de CAD$ 9,8 mil (em torno de R$ 15 mil) por ano acadêmico. Não inclui gastos com moradia, alimentação e passagem aérea
Duração: cerca de um ano

Redação Terra

Fonte: Terra e http://www.portaleducacao.com.br/educacao/principal/noticia_view.asp?id=24373

Quer saber mais.

http://www.cursosnocanada.com.br/conheca-o-canada.php

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Canadá
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sábado, 23 de agosto de 2008

Dificuldade em aprender?

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Por que Einstein teve dificuldade em aprender?
- Como surge a Superinteligência

Prof. Luiz Machado - 28/02/2008

Artigo da Cidade do Cérebro

Einstein só conseguiu ser alfabetizado depois dos 9 (nove) anos de idade. Ele não conseguia aprender as primeiras letras e a escola desistiu dele, aconselhando a seus pais que perdessem a esperança: ele simplesmente não conseguia aprender! Até no seio da família ele era considerado retardado.

Muito bem, ele não conseguia aprender mas, certamente, não era por falta de inteligência. Que era, então? A resposta é: a maneira de ensinar é que estava errada.

O ensino era e é todo orientado para alunos que têm o hemisfério esquerdo do cérebro predominante. Einstein era tipicamente “de hemisfério direito”. Para essas pessoas, é preciso que não se deixe nenhum elo faltante entre o período da expressão só oral, em que predomina a imaginação, e o período de letramento (alfabetização), em que a pessoa vai aprender um novo código (a língua) em que vai conceber e expressar seus pensamentos.

Cada hemisfério cerebral tem suas funções específicas, funcionando como se tivéssemos duas mentes, embora o cérebro seja uno. A lateralidade cerebral foi comprovada experimentalmente por Roger Sperry, que, por isso, ganhou o Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia, em 1981.

Hoje em dia, as escolas mais avançadas no campo da educação procuram que seus alunos desenvolvam ambos hemisférios, o que, quando ocorre, gera o que chamamos de Superinteligência, conforme demonstrei em meu livro com esse mesmo nome.

A Cidade do Cérebro tem treinamentos específicos (subceptivos e cognitivos), dentro do PEDIC (Programa Especial de Desenvolvimento da Inteligência e da Criatividade) para casos de dificuldades de aprendizado, problemas de memória e estimulação das funções cognitivas para aumento da inteligência e da criatividade.

Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia


autor "Prof Luiz Machado, Ph.D." e o endereço do site www.cidadedocerebro.com.br.

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A mente mente!

Veja os slides abaixo e comprove.

brunoromano,
A Mente Mente
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DEPUTADO (de.pu.ta.do). Palavra do Dia.


Palavra do Dia:
DEPUTADO (de.pu.ta.do)

O deputado Clodovil Hernandes está propondo a redução do número de deputados federais pela metade. "Deputado" vem do latim "deputatu", particípio do verbo "deputare", que significava "imputar a" ou "enviar alguém em missão, na qualidade de representante".O primeiro registro da palavra em português data do século XIV. No sentido jurídico, deputado é "toda pessoa que recebe a incumbência de participar de uma assembléia ou corporação, como representante ou delegado daqueles que o escolheram". É exatamente com esta missão que se elegem representantes para as Assembléias Estaduais e para a Câmara Federal.

>> Definição do dicionário Aulete Digital

DEPUTADO (de.pu.ta.do)

adjetivo.

1. Que recebe delegação de poderes para representar os interesses de outras(s) pessoa(s) em reuniões e decisões oficiais, esp. em assembléia
2. Que é legalmente eleito para a câmara legislativa, para a qual foi conduzido pelo voto do povo
3. Comissionado para tratar de interesses alheios

Substantivo masculino.
4 Aquele que representa os interesses de outrem em reuniões e decisões oficiais
5 Aquele que é eleito para legislar e representar os interesses dos cidadãos
6 Aquele que é comissionado para tratar dos negócios alheios

[Formação: Particípio de deputar.]
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FACILITANDO A APRENDIZAGEM


A Arte e o Cérebro no Processo da Aprendizagem.

Profa. Celeste Carneiro

FACILITANDO A APRENDIZAGEM

Com as recentes pesquisas sobre o funcionamento do cérebro, a Teoria das Inteligências Múltiplas, a avaliação das aptidões cerebrais dominantes, e técnicas que foram criadas para acelerar a aprendizagem, tornou-se muito mais fácil aprender e gravar na memória o que estudamos.
Psicólogos, neurologistas e pesquisadores vêm escrevendo os resultados desses estudos, esclarecendo-nos e deixando-nos entusiasmados com os resultados obtidos por quem utiliza essas técnicas.

O LADO DIREITO DO CÉREBRO

A grande maioria das pessoas foi acostumada a pensar e agir de acordo com o paradigma cartesiano, baseado no raciocínio lógico, linear, seqüencial, deixando de lado suas emoções, a intuição, a criatividade, a capacidade de ousar soluções diferentes.
António Damásio, respeitado e premiado neurologista português, radicado nos Estados Unidos e com muitos trabalhos publicados, em seu recente livro O erro de Descartes, afirma que “o ponto de partida da ciência e da filosofia deve ser anti-cartesiano: "existo (e sinto), logo penso”.

A visão do homem como um todo, é a chave para o desenvolvimento integral do ser.

Mandala - Autora: Iraci Santana.

Utilizando mais o hemisfério esquerdo, considerado racional, deixamos de usufruir dos benefícios contidos no hemisfério direito, como a imaginação criativa, a serenidade, visão global, capacidade de síntese e facilidade de memorizar, dentre outros.

Através de técnicas variadas poderemos estimular o lado direito do cérebro e buscar a integração entre os dois hemisférios, equilibrando o uso de nossas potencialidades.
Uma dessas técnicas consiste em fazer determinados desenhos, de forma não convencional, de modo que o hemisfério esquerdo ache a tarefa enfadonha e desista de exercer o controle total, entregando o cargo ao hemisfério direito, que se delicia com o exercício.

O uso de música apropriada que diminui o ritmo cerebral, também contribui para que haja equilíbrio no uso dos hemisférios cerebrais.
Há pesquisadores que sugerem a música barroca, especialmente o movimento “largo”, que causa as condições propícias para o aprendizado. Ela tem a mesma freqüência que um feto escuta e nos direciona automaticamente ao lado direito do cérebro, fazendo com que as informações sejam gravadas na memória de longo prazo.

Músicas para relaxamento, como as “new age”, surtem os mesmos efeitos.
Nossa mente regula suas atividades através de ondas elétricas que são registradas no cérebro, emitindo minúsculos impulsos eletroquímicos de variadas freqüências, podendo ser registradas pelo eletroencefalograma. Essas ondas cerebrais são conhecidas como:

Beta, emitidas quando estamos com a mente consciente, alerta ou nos sentimos agitados, tensos, com medo, variando a freqüência de 13 a 60 pulsações por segundo na escala Hertz;
Alfa, quando nos encontramos em estado de relaxamento físico e mental, embora conscientes do que ocorre à nossa volta, sendo a freqüência em torno de 7 a 13 pulsações por segundo;
Teta, mais ou menos de 4 a 7 pulsações, é um estado de sonolência com reduzida consciência; e
Delta, quando há inconsciência, sono profundo ou catalepsia, emitindo entre 0,1 e 4 ciclos por segundo.

As duas últimas são consideradas patológicas.
Geralmente costumamos usar o ritmo cerebral beta. Quando diminuímos o ritmo cerebral para alfa, nos colocamos na condição ideal para aprendermos novas informações, guardarmos fatos, dados, elaborarmos trabalhos difíceis, aprendermos idiomas, analisarmos situações complicadas.
A meditação, exercícios de relaxamento, atividades que proporcionem sensação de calma, também proporcionam esse estado alfa.
De acordo com neurocientistas, analisando eletroencefalogramas de pessoas submetidas a testes para pesquisa do efeito da diminuição do ritmo cerebral, o relaxamento atento ou o profundo, produzem aumentos significativos de beta-endorfina, noroepinefrina e dopamina, ligados a sentimentos de clareza mental ampliada e de formação de lembranças, e que esse efeito dura horas e até mesmo dias. É um estado ideal para o pensamento sintético e a criatividade, funções próprias do hemisfério direito.
Como é fácil para este hemisfério criar imagens, visualizar, fazer associações, lidar com desenhos, diagramas e emoções, além do uso do bom humor e do prazer, o aprendizado será melhor absorvido se estes elementos forem acrescentados à forma de se estudar.

USO INTEGRAL DO CÉREBRO

O ideal é que nos utilizemos de todo o potencial do cérebro, riquíssimo, surpreendente!
Quando levamos uma vida inteira exercitando quase que só as funções do hemisfério esquerdo, ou só o lado direito, ocorrem as doenças cerebrais degenerativas, tão temidas, como o mal de Alzheimer, por exemplo.
Necessitamos, portanto, estimular as diversas áreas do nosso cérebro, ajudando os neurônios a fazerem novas conexões, diversificando nossos campos de interesse, procurando nos conhecer melhor para agirmos com maior precisão e acerto.

Howard Gardner, o psicólogo americano criador da Teoria das Inteligências Múltiplas, identificou inicialmente sete tipos de inteligência no ser humano que são estimuladas e expressas de formas diferentes, de acordo com cada pessoa. São elas:

  • verbal/linguística;
  • lógica/matemática;
  • musical; corporal/cinestésica;
  • visual/espacial;
  • interpessoal;
  • intrapessoal.


Atualmente foi acrescentada a inteligência naturalista e a existencial, estando esta última ainda em estudo.
A Teoria das Múltiplas Inteligências deverá ser aplicada não apenas com os diversos indivíduos, para atingir cada pessoa, de acordo com o seu ponto de interesse, mas em nós mesmos, buscando desenvolver cada tipo de inteligência que trazemos em estado latente.

Foi desenvolvido nos Estados Unidos um sistema de avaliação das aptidões cerebrais dominantes, utilizado também por alguns escritores nacionais e que mostra com clareza quais as áreas do cérebro que damos maior preferência e, daí, é feito um perfil psicológico da pessoa, sua maneira de agir na vida, qual o lugar de sua preferência numa sala de aula, como melhor aprende, etc. A esse resultado, temos acrescentado outros elementos, dentro de uma visão holística do ser humano, que tem ajudado bastante as pessoas.

Conhecendo as áreas que são mais estimuladas, passa-se então a praticar uma série de exercícios para ativar as regiões menos utilizadas, de modo que, com o passar do tempo, nossa capacidade de agir como um ser humano integral estará bastante aprimorada.
Seremos lógicos e intuitivos, práticos e sonhadores, racionais e emotivos, seguiremos os padrões vigentes e utilizaremos a nossa criatividade, teremos “os pés no chão e a cabeça nas estrelas”... Seremos, enfim, do céu e da terra, captando todos os ensinamentos com facilidade, independente da faixa etária. Isto nos tornará muito mais capazes e autoconfiantes.

EXPERIÊNCIA COM O HEMISFÉRIO DIREITO

Figura humana de imaginação (acima) e, à direita, de observação.
Autora: Nazareth Bastos, 1993.

Desde 1992, quando iniciamos a coordenar o curso DLADIC – Desenvolvimento do lado direito do cérebro, onde utilizamos o desenho como pretexto para atingir os nossos objetivos, que vimos nos surpreendendo com o manancial riquíssimo que possuímos, armazenado em nosso cérebro, aguardando as condições propícias para se manifestar.
Nesse período, passaram pelo curso mais de trezentas pessoas. Cada uma com um interesse diferente, com uma motivação própria.
Quase todas, nos primeiros contatos, afirmavam ser incapazes de fazer qualquer tipo de desenho, de criar alguma coisa, de prestar atenção ou se concentrar em algo.
No decorrer do processo de desbloqueamento, essas pessoas iam ficando surpresas com os resultados visíveis nos seus trabalhos artísticos e com a descoberta de uma nova forma de ver o mundo e de ver-se a si mesmas.
Um dos primeiros exercícios é o de atenção, concentração, meditação. Utilizando uma folha de papel tamanho ofício, sem tirar o lápis do papel, o aluno vai traçando linhas retas horizontais e verticais que se cruzam, formando uma composição. Após preencher a folha de acordo com o seu gosto, pode consertar as linhas que ficaram mais tortas e, em seguida, contorná-las com hidrocor preto e pintar as formas que as linhas fizeram de modo que desligue temporariamente o hemisfério esquerdo a fim de dar vazão ao hemisfério direito, enquanto ouve-se música relaxante ou subliminar, em profundo silêncio, meditando sobre as seguintes questões:

  • O que senti com a limitação de não poder tirar o lápis do papel, de só poder fazer linhas retas horizontais e verticais?
  • Como reajo quando sou limitado nos meus gestos, quando tenho de seguir orientações vindas de fora de mim mesmo?
  • Como convivo com isso no meu dia-a-dia?
  • O que senti quando fui liberado para consertar o que errei?
  • O que o erro representa para mim?
  • Como convivo com as coisas simples?
  • Em que o desenho se parece comigo, com a minha forma de ser?
  • Na minha vida tem muitos labirintos? Tem muitos espaços inacessíveis? É uma vida clara, alegre, aberta para acolher o outro?
  • Como lido com a minha vida?
  • Tenho facilidade para me deixar conduzir pelo fluxo da vida, não apressando o rio?


São questionamentos que a pessoa vai fazendo e respondendo a si mesma, sem externar para os outros, se assim o quiser. Inclusive os próprios desenhos, que são utilizados como pretextos para ter acesso ao lado direito do cérebro, não precisam ser mostrados a ninguém. É um momento íntimo, pessoal, onde nos damos o direito de ser o que somos, com erros e acertos, sem censuras nem justificativas, arriscando a exploração de um campo novo e cheio de surpresas. É um caminho para o autodescobrimento.

Nesse exercício vemos alunos realizando trabalhos quase perfeitos num prazo de uma aula, e passando duas a três aulas para corrigir o que foi feito! Outros, se negam a consertar, dizendo: “minha vida é assim mesmo, cheia de traços tortuosos, não quero corrigi-los.” Alguns mostram-se confusos com a simplicidade da proposta, tão acostumados estão com a complexidade dos desafios que enfrentam diariamente. E refazem o exercício várias vezes, até conseguirem atender a contento a orientação dada...
Estando pronto o trabalho, a alegria é estampada no rosto diante da composição inesperada. Às vezes colocam no quadro, emoldurando-a, sentindo-se artistas.

Dessa composição, estimulamos a criatividade sugerindo a infinidade de novos trabalhos que poderão surgir a partir de pequenos detalhes ampliados e explorados com os mais diversos materiais e para as mais variadas finalidades: mural, divisória, painel, quadros a óleo, colagens, objetos tridimensionais, etc. No exercício para desenvolver o poder mental, vemos aqueles que estão acostumados à meditação, à busca do crescimento espiritual, se entregarem à tarefa com determinação, conseguindo colocar no papel o que visualizou e dando um colorido forte, rico em contrastes, prosseguindo em casa com as variações desse mesmo trabalho. Já os que não se preocupam muito com estas questões sentem mais dificuldade e precisam de um maior assessoramento.

Trabalhando com a criatividade, aproveitamos o desenho de observação para uma nova composição, onde o objeto do desenho é dissolvido, passando a ser parte do processo criativo, misturando-se com o todo. Tiramos parte desse trabalho, ou detalhes para novas criações, como se fosse uma cornucópia de onde saem sempre novas idéias.
Com esse exercício chamamos a atenção para o trabalho em equipe. A importância de cada componente para que o grupo ou a empresa sobressaia. Quando destacamos alguém da equipe, por mais insignificante que seja, poderemos estimulá-lo e ver surgir um rico potencial de grande utilidade e beleza. Quando valorizamos um pequeno grupo da equipe, o rendimento também pode ser bem melhor. Também ressaltamos a importância de respeitar os limites, os espaços.

Num estágio mais adiantado trabalhamos com o desbloqueio dos vícios de observação e a flexibilidade mental.
Nas tarefas recebidas, o aluno vai esquecer o nome dado às coisas e procurar ver o real, sem simbolismo algum, exatamente o que está à sua frente. Por vivermos distanciados do real, do verdadeiro, sofremos tanto! Imaginamos tantas coisas diante de um fato, de um gesto, de um acontecimento, quando o significado real era outro, completamente diferente do imaginado!

Neste trabalho, é solicitado a ver as situações por diversos ângulos: por dentro, por fora, comparando tamanhos, aberturas, distâncias... Saindo da parte para o todo e vice-versa, de forma constante, num estado de relaxamento atento, esquecido do tempo e das preocupações que tinha nos momentos que antecederam a aula. É sugerido que leve a experiência para o dia-a-dia, procurando descobrir sempre novas soluções para os problemas e desafios da vida, evitando não cristalizar idéias e pontos de vista.

Estimulamos a observação atenta do companheiro que trilha conosco o mesmo caminho na vida, flexibilizando a mente para olhá-lo sem os conceitos e preconceitos que enraizamos em nós mesmos ao longo da convivência. Por mais tempo que tenhamos de convivência, não conhecemos ninguém o suficiente, pois todos nós estamos em processo contínuo de mudança. E cada pessoa é sempre uma incógnita que nos surpreende.
Utilizamos nesse exercício a figura humana em desenhos realizados com traços, a lápis ou bico de pena.
No decorrer do curso algumas pessoas saem e dão um tempo. Depois voltam e me dizem que determinado trabalho mexeu tanto com elas que resolveram fazer terapia ou se trabalharem melhor em determinado aspecto que não tinham dado a devida importância antes.
Outras, com um pequeno estímulo, descobrem o potencial artístico que têm e se lançam no mundo das artes, criando e pintando quadros que são levados à exposição até em outro estado do Brasil. Uma dessas alunas, fez apenas um mês de aula e passou a pintar quadros, viajando em seguida por vários países, descobrindo coisas novas, deixando dois painéis seus num restaurante da Nova Zelândia.

Vemos crianças conseguindo concentrar-se em casa para fazer os seus deveres estudantis, adolescentes encontrando mais facilidade na aprendizagem das matérias escolares, adultos escrevendo melhor, compreendendo a comunicação não-verbal, lendo mais e conseguindo um maior relaxamento diante das tensões diárias. Idosos empregando o seu tempo na aquisição de maiores conhecimentos, na realização de antigos sonhos, na descoberta de suas potencialidades.

A música, o silêncio interior e exterior, os exercícios de desenho, de criatividade, as mandalas e, em algumas ocasiões, a videoterapia, têm sido fortes aliados na conquista dessa riqueza íntima que possuímos e não sabíamos ser possuidores.
Com os avanços das pesquisas sobre o cérebro, acrescentamos novas abordagens a este curso, visando o uso de todo o potencial do cérebro, procurando equilibrar o hemisfério esquerdo com o hemisfério direito. Passou então a ser chamado Criatividade e Cérebro, para aulas em grupo e Em busca da harmonia, para ser mais feliz, para o atendimento individual.
Atualmente, encontram-se à disposição de quantos queiram estar preparados para o novo milênio, os mais diferentes recursos de crescimento interior, divulgados pelos mais diversos meios, através de profissionais interessados na formação de uma nova sociedade. É só buscar...

Os desenhos enviados são de pessoas sem nenhuma experiência nessa área, que tinham dificuldade de concentração, memorização e criatividade

Bibliografia:

Desenhando com o lado direito do cérebro – Betty Edwards - Ediouro
Aprendizagem e criatividade emocional – Elson A. Teixeira – Makron Books
Cérebro esquerdo, cérebro direito - Springer e Deutsch – Summus Editorial
Alquimia da Mente – Hermínio C. Miranda – Publicações Lachâtre
Viver Holístico – Patrick Pietroni – Summus Editorial
Revista Planeta, nº 201 – junho 1989
Revista Globo Ciência, ano 4, nº 39
Revista Nova Escola – Setembro 1997

Autora: Celeste Carneiro é orientadora do curso Criatividade e Cérebro, Facilitando a Aprendizagem, Mandalas Terapêuticas, e outros que visam estimular os hemisférios cerebrais.
É artista plástica, educadora e terapeuta. E-mail: cel5@terra.com.br


Fontes: Copyright 2000 Universidade Estadual de Campinas

http://www.cerebromente.org.br/n12/opiniao/criatividade2.html

Como utilizar melhor o cérebro

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sexta-feira, 22 de agosto de 2008

NANOTECNOLOGIA (na.no.tec.no.lo.gi.a). Palavra do Dia.


Palavra do Dia:
NANOTECNOLOGIA (na.no.tec.no.lo.gi.a)

Após cerca de 15 anos de pesquisa, o Brasil já consegue obter seus primeiros medicamentos desenvolvidos com nanotecnologia. Essas drogas são menos tóxicas e mais eficazes nos tratamentos.

A palavra “nanotecnologia” deriva da junção das palavras “nano”, prefixo derivado do grego ‘nannos’, que indica algo extremamente minúsculo, e a palavra “tecnologia”, oriunda do termo grego ‘technologia’, que designa o conjunto das técnicas, processos e métodos específicos de uma ciência, ofício, indústria etc.

Entende-se então a nanotecnologia como toda aplicação que lide com minúsculas partículas o desenvolvimento tecnológico. Nos dias de hoje já é possível encontrar produtos que utilizam a nanotecnologia, como alguns tecidos, vidros, filtros solares etc..

>> Definição do dicionário Aulete Digital

NANOTECNOLOGIA (na.no.tec.no.lo.gi.a)

Substantivo feminino.

1 Técnica que permite a divisão ou a criação de corpos em minúsculas partículas

[Formação: nan(o)- + tecnologia.]
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Nanociencia y Nanotecnologia en la UNAM(español).


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FINAL (fi.nal). Palavra do Dia.


Palavra do Dia:

FINAL (fi.nal)

Após derrotarem os compatriotas Ricardo e Emanuel, os brasileiros Márcio e Fábio Luiz se classificaram para a final do vôlei de praia masculino nos Jogos Olímpicos, contra a dupla norte-americana Rogers e Dalhausser na noite da próxima sexta-feira, 22 de agosto.

A palavra “Final” vem do latim tardio ‘finatis, e’ e, além de designar a última prova ou jogo de determinada competição, também se refere a tudo que é ou que pode ser tido como “último, derradeiro”.

A conclusão de um conto ou narrativa, por exemplo, assim como o último capítulo de uma telenovela ou os derradeiros minutos de um filme etc. podem ser entendidos como um “final”.

>> Definição do dicionário Aulete Digital

FINAL (fi.nal)

Adjetivo de dois gêneros.

1 Que está na última parte, no fim [ Antôn.: inicial.]

2 Que é o último, o derradeiro

3 Gram. Diz-se de conjunção subordinativa que expressa intenção ou finalidade (p.ex.: que, para que).

Substantivo masculino .

4 Fim, termo [ Antôn.: começo, início.]

5 Maneira pela qual se chega ao fim de um negócio, narrativa etc.

Substantivo feminino.

6 Esp. Última prova ou jogo (de torneio, competição, campeonato etc.) que indica um vencedor; FINALÍSSIMA: A final será no Maracanã..

[Plural: finais.]

[Formação: Do latim tardio. ‘finatis,e’.]

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Licenciatura em Matemática - Psicologia da Educação .



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Master: delegados PF vê 'afronta em prerrogativas' de Toffoli | G1, João Maria Andarilho Utópico comenta.

Toffoli indica quais peritos vão poder analisar material do caso Master A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) divulg...