sábado, 12 de janeiro de 2013

Niti Sastra, La Ética Politíca de Canakya Pandita



 



Chanakya Pandita

Chanakya Pandita foi um brahmana erudito, perito nas artes da política e diplomacia e, por isso, foi também conhecido como Kautilya, que significa ‘diplomata’. Sua fama, seus pensamentos e máximas estão estabelecidos na herança cultural da Índia. Ele viveu no século III a.C., na Índia, totalmente dividida em pequenos reinos, inimigos entre si, e assim presa fácil para os  exércitos conquistadores da época.
Naquele tempo, Alexandre, o Grande, da Grécia, vinha conquistando todos os reinos desde a Turquia, o Irã e o Afeganistão. Ele penetrou no subcontinente indiano pelo noroeste, até as margens do Rio Ganges.
Tinha, então, ligações com a corte da dinastia dos Nandas que governavam o território de Magadha (o atual estado de Bihar). Ao perceber que tanto o rei quanto seus ministros eram corruptos, viciados e desqualificados, resolveu procurar um líder ideal que pudesse suceder o trono.  
E, na própria corte do rei Nanda, Chanakya Pandita encontrou alguém com tais qualificações. Chamava-se Chandra Gupta Maurya, filho do rei Nanda com uma de suas servas. Era inteligente, corajoso e fisicamente poderoso.  
Conta-se que, certa vez, o rei Nanda ofendeu Chanakya Pandita. Este prometeu, então, não mais amarrar sua longa sikha (tufo de cabelo que os brahmanas deixam crescer na parte de trás da cabeça), até que a família real degradada fosse destituída do poder. O que conseguiu com muita habilidade política. Os próprios membros da corte eliminaram-se uns aos outros por causa de intrigas. Por fim, o trono ficou vago, para que o jovem Chandra Gupta assumisse. 
Chanakya Pandita foi ministro do rei Chandra Gupta, mas ele não participava da vida palaciana. Optou por uma vida renunciada numa cabana, perto do palácio. E, quando o rei insistia em que aceitasse opulência material, ele ameaçava partir. 
Instruído por Chanakya Pandita, Chandra Gupta reunificou o reino e enfrentou, com sucesso, o poderoso invasor grego Alexandre, o Grande. Assim, estabeleceu o primeiro grande império da Índia, que se estendia desde a Pérsia até o sul do atual estado de Karnataka.  
Chanakya Pandita escreveu alguns livros. Um deles, o Artha Shastra, expõe as ciências política, social e econômica. Escreveu também o famoso Niti Shastra, que contém um código de ética, máximas sobre uma visão muito realista da vida e conselhos muito práticos. 
A seguir algumas das máximas do Niti Shastra
Um rei e um homem sábio nunca são iguais: um rei é adorado em sua própria pátria, mas um homem sábio é adorado em todos os lugares. 
Os parentes não podem dividi-lo, um ladrão não pode roubá-lo, presenteá-lo não o diminui. Certamente, a maior riqueza é a jóia do conhecimento.  
Ver a esposa de outrem como mãe, a propriedade de outrem como barro,
ver todos os seres como alguém vê a si mesmo, é essa a visão do sábio. 
Não fale muito apressadamente antes de pensar no que vai dizer, veja o lado bom de seu inimigo e não busque falhas no seu guru. 
Com perdão, misericórdia e amor, com verdade e com honestidade, com humildade e serviço, alguém pode governar o universo inteiro. 
Perda da riqueza, angústia mental, ocorrência horrível em casa, o fato de ter sido enganado e desrespeitado, o homem inteligente não revela nenhuma destas coisas. 
Os sentidos soltos são a senda do perigo, os sentidos controlados são a vereda da segurança. Siga o melhor caminho, para o seu próprio benefício. 
Se sua mãe não vive em sua casa e sua esposa fala palavras odiosas, então, saia e vá para a floresta, pois, sua casa não é melhor que uma floresta. 
A entonação é a beleza dos cucos, a fidelidade, a beleza das mulheres, o conhecimento é a beleza do feio, e o perdão, a beleza dos ascetas. 
Olhos nenhum se podem comparar ao conhecimento: austeridade nenhuma se equipara à honestidade; miséria nenhuma se iguala ao apego; e felicidade nenhuma se iguala ao desapego. 
Nunca confie em mulheres comuns, rios caudalosos, homens armados, políticos ou nos animais de chifres ou garras pontiagudas. 
Um homem sábio pode buscar conhecimento e riqueza, como se estivesse imune à velhice e à morte, mas ele deve executar deveres religiosos, como se a morte estivesse a sua espreita. 
Tire néctar, mesmo do veneno, ouro, mesmo de um lugar sujo, conhecimento, mesmo de um camponês, e uma boa esposa, mesmo de uma família comum. 
“Isto é meu, aquilo é para os outros”, assim pensam os homens de mentalidade medíocre. Os homens de índole nobre consideram a Terra inteira como uma família.  
Ouça agora a essência de toda a religião, e, ao ouvi-la, mantenha-a dentro do seu coração: não faça aos outros aquilo que você não gostaria que eles lhes fizessem. 

  http://www.culturavedica.com.br/Page4066.htm


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Fundamentalismo ateu de Daniel Fraga



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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Sociologia da Educação aula 1, 2 e 3 mp4



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Sociologia da Educação aula 1, 2 e 3 mp4



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Este é um mini dicionário ilustrado de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, elaborado pelo CAS (Centro de Formação de Profissionais da Educação e de Atendimento às Pessoas com Surdez-FADERS), Rio Grande do Sul.


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A Importância da Sociologia da Educação no Curso de Pedagogia


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A Filosofia da Educação e a Análise de Conceitos Educacionais





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Sócrates e os Sofistas

 Sócrates entre os Sofistas.

Questões sobre Sócrates e os sofistas
a) Quem foi Sócrates? Qual sua opinião sobre os Sofistas? Quais suas idéias fundamentais?
É relativamente pouco o que sabemos sobre Sócrates, o homem. Nascido em 470 a.C., foi executado em 399 a.C., quando Atenas perdeu a Guerra do Peloponeso contra Esparta.
Sócrates ensinou que o sistema filosófico é o valor do conhecimento humano. Antes de Sócrates questionava-se a natureza, depois de Sócrates, questiona-se o homem. O valor do conhecimento humano (Humanismo).
CONHEÇA-TE A TI MESMO”, frase escrita no portal do templo de Apolo; cuja frase era a recomendação básica feita por Sócrates a seus discípulos.
Sócrates percebeu que a sabedoria começa pelo reconhecimento da própria ignorância: “SÓ SEI QUE NADA SEI”; é, para Sócrates, o princípio da sabedoria.
O estilo de vida de Sócrates assemelhava-se ao dos Sofistas, embora não vendesse seus ensinamentos. Com habilidade de raciocínio, procurava evidenciar as contradições afirmadas, os novos problemas que surgiam a cada resposta. Seu objetivo inicial era demolir, nos discípulos, o orgulho, a ignorância e a presunção do saber.
Usava dois métodos: IRONIA e MAIÊUTICA.
MAIÊUTICA: Dava alternativas, perguntas e respostas, ajudava a buscar a verdade. O nome Maiêutica foi uma homenagem a sua mãe que era parteira. Ele dava luz às idéias.
IRONIA: A ironia socrática tinha um caráter purificador na medida em que levava os discípulos a confessarem suas próprias contradições e ignorâncias, onde antes só julgavam possuir certezas e clarividências, perguntas e respostas, destruía o falso saber. Os discípulos, libertos do orgulho e da pretensão de que tudo sabiam, podiam iniciar o caminho da reconstrução das próprias idéias. Com isso, Sócrates acreditava num só Deus (Monoteísmo); a época era de Politeísmo. Por vários motivos ele foi perseguido. Foi condenado à morte em 399 a.c. por não aceitar mudar suas idéias (tomou Cicuta, um tipo de bebida que o carrasco deu-lhe para beber).
Para Sócrates o homem deveria conhecer a si mesmo, chegar à virtude através do conhecer a si mesmo. È a sabedoria que nos dá a virtude.

Ao trabalhar com Os Sofistas, Sócrates observa e questiona:
a) Os Sofistas buscam o sucesso e ensinam as pessoas como conseguí-lo; Sócrates busca a verdade e incita seus discípulos a descobri-la.
b) Os Sofistas é necessário fazer carreiras, Sócrates quer chegar à verdade, desapegando dos prazeres e dos bens materiais.
c) Os Sofistas gabam-se de saberem tudo e fazer tudo; Sócrates tem a convicção de que ninguém pode ser mestre dos outros.
d) Para os Sofistas, aprender é coisa passiva e facílima, afirmam isso e tudo por um preço módico.
Sócrates defendia que a opinião é individual, mas a sabedoria é universal. A questão da felicidade e honestidade está na prática do agir. As riquezas não interessam aos homens.
A doutrina socrática identifica o sábio e o homem virtuoso. Derivam daí diversas conseqüências para a educação, como: o conhecimento tem por fim tornar possível a vida moral; o processo para adquirir o saber é o diálogo; nenhum conhecimento pode ser dogmaticamente, mas como condição para desenvolver a capacidade de pensar; toda a educação é essencialmente ativa, e por ser auto-educação leva ao conhecimento de si mesmo; a análise radical do conteúdo das discussões, retirado do cotidiano, leva ao questionamento do modo de vida de cada um e, em última instância, da própria cidade.

b) Quem foram os sofistas?
Etimologicamente, o termo sofista significa sábio, entretanto, com o decorrer do tempo, ganhou o sentido de impostor, devido, sobretudo, às críticas de Platão.
Os sofistas eram professores viajantes que, por determinado preço, vendiam ensinamentos práticos de filosofia. Levando em consideração os interesses dos alunos, davam aulas de eloqüência e sagacidade mental, ou seja, tinham fácil oratória e eram astuciosos. Ensinavam conhecimentos úteis para o sucesso dos negócios públicos e privados.
As lições sofísticas tinham como objetivo o desenvolvimento do poder de argumentação, da habilidade de discursos primorosos, porém, vazios de conteúdo. Eles transmitiam todo um jogo de palavras, raciocínios e concepções que seria utilizado na arte de convencer as pessoas, driblando as teses dos adversários.
O momento histórico vivido pela civilização grega favoreceu o desenvolvimento desse tipo de atividade praticada pelos sofistas. Era uma época de lutas políticas e intenso conflito de opiniões nas assembléias democráticas. Por isso, os cidadãos mais ambiciosos sentiam a necessidade de aprender a arte de argumentar em público para, manipulando as assembléias, fazerem prevalecer seus interesses individuais e de classe.
Entre os sofistas, destacamos Protágoras e Górgias, que pareciam mais preocupados com a distinção entre natureza e convenção, de uma forma geral. Por essa razão, tinham como um de seus principais objetivos depreciar o estudo da natureza e, desta maneira, toda a linha filosófica existente até essa época.
Protágoras alegou que o homem é a medida de todas as coisas, tanto das coisas que são o que são como das coisas que não são, o que não são. Isto significa que tudo é como parece ao homem – não apenas aos homens em geral, mas a cada indivíduo em particular. Esta tese, leva a um relativismo total, sem possibilidade alguma de verdade absoluta.
Górgias foi ainda, mais radicalmente oposto à natureza e a seu estudo. Escreveu um livro no qual formulou uma tripla alegação: 1) nada há; 2) mesmo que houvesse alguma coisa, não poderíamos conhecê-la; e 3) mesmo que pudéssemos conhecê-la não poderíamos comunicá-la aos demais. Poderíamos descrever isto como um argumento mediante “retirada estratégica”: caso a posição mais radical não seja julgada convincente, volta-se para outra, menos radical. Mas até mesmo esta última elimina a possibilidade de estudo da natureza.
Górgias ensinava retórica, enquanto que Pródico, especializava-se em linguagem e gramática em geral, ao passo que Hípias ensinava o treinamento da memória. Todas estas aquisições eram úteis em uma sociedade que tanto dependia da capacidade de influenciar a opinião pública na assembléia.
De qualquer modo, na opinião de Sócrates, eles fracassaram em ensinar excelência moral ou virtude. A alegação deles de ensinar arete (excelência) não apenas, na opinião de Sócrates, induzia em erro, mas corrompia também, porque sugeria que podiam produzir excelência moral, ao passo que nada faziam neste particular.

Diferenças entre Sócrates e os sofistas:
- O sofista é um professor ambulante. Sócrates é alguém ligado aos destinos de sua cidade;
- O sofista cobra para ensinar. Sócrates vive sua vida e essa confunde-se com a vida filosófica: “ Filosofar não é profissão, é atividade do homem livre”
- O sofista “sabe tudo” e transmite um saber pronto, sem crítica (que Platão identifica com uma mercadoria, que o sofista exibe e vende). Sócrates diz nada saber e, colocando-se no nível de seu interlocutor, dirige uma aventura dialética em busca da verdade, que está no interior de cada um.
- O sofista faz retórica (discurso de forma primorosa, porém vazio de conteúdo). Sócrates faz dialética (bons argumentos). Na retórica o ouvinte é levado por uma enxurrada de palavras que, se adequadamente compostas, persuadem sem transmitir conhecimento algum. Na dialética, que opera por perguntas e respostas, a pesquisa procede passo a passo e não é possível ir adiante sem deixar esclarecido o que ficou para trás.
- O sofista refuta por refutar, para ganhar a disputa verbal. Sócrates refuta para purificar a alma de sua ignorância.

Referências bibliográficas:
• ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. MARTINS, Maria Helena Pires.Temas de Filosofia. SãoPaulo: Ed. Moderna, 1992;
• CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. SãoPaulo: Ed. Ática, 1995;
• COTRIM, Gilberto.Fundamentos da Filosofia – Ser, Saber e Fazer. São Paulo: Ed. Saraiva, 1997;
• Enciclopédia Abril/2004, Multimídia.
Autoria: Augusto Carvalho


 http://www.coladaweb.com/filosofia/socrates-e-os-sofistas

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Vegano não sou apenas um ser humano.

Bhagavad-gītā Como Ele É 3.26 न बुद्धिभेदं जनयेदज्ञानां कर्मसङ्गिनाम् । जोषयेत्सर्वकर्माणि विद्वान्युक्तः समाचरन् ॥ २६ ॥ na buddhi-bhedaṁ ja...