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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Blog do João Maria andarilho utópico preensão correta do lápis
Como segurar e posicionar adequadamente, o lápis, sobre uma folha ou caderno.Autor: António Manuel Pamplona
DISTÚRBIOS DA APRENDIZAGEM - Uma abordagem psicopedagógica
ISBN: 978852900197-5 Pág. 172
O reconhecimento e a identificação das dificuldades em aprender a ler e escrever é, na maioria das vezes, a diferença entre o fracasso e o sucesso escolar. Iniciando sua abordagem pela definição da leitura e da escrita, analisa subsequentemente, as causas das dificuldades de aprendizagem, ausência de estimulação das habilidades básicas necessárias à alfabetização, métodos de ensino, fatores maturacionais e emocionais, dislexia e os distúrbios específicos da leitura e escrita, os quais são ilustrados com casos clínicos.
Ressalta-se a extrema importância da obra, tanto para auxiliar a identificação precoce dos distúrbios de aprendizagem, como na elaboração de programas reeducativos ou de reforço escolar, que visem a reintegração da criança, com dificuldades, no processo de ensino formal.
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Entrei na faculdade pública após 14 anos sem estudar
FACULDADE
"Entrei na faculdade pública após 14 anos sem estudar"
Rosimeire ingressou numa faculdade pública depois de ter abandonado os estudos para ser mãe, esposa e dona de casa
27/07/2011 10:09
Texto Redação
Texto Redação
Hoje Rosimeire está no segundo
ano do curso de Letras com habilitação em francês pela UNIFESP.
Rosimeire Cardoso de Oliveira, 34, moradora de São José dos Campos,
sempre gostou de estudar. Aos 16 anos, no entanto, por causa de uma
gravidez não planejada, sua vida virou de ponta-cabeça. Abandonou a
escola e, com ela, o sonho de se formar em Letras e ser uma ótima
professora. Mesmo com tão pouca idade, virou mãe, esposa e dona de casa
em tempo integral. Foi uma ducha de água fria.
Gravidez inesperada
Ela descobriu que estava grávida depois de um ano de namoro com Gilson. Logo que soube, ficou muito preocupada com a responsabilidade de ser mãe na adolescência. Não queria parar de estudar, por isso, com muito sacrifício, conseguiu finalizar o segundo ano do Ensino Médio durante a gestação.
Quando sua filha, Helen, nasceu, Rosimeire parou de estudar e foi morar numa casinha nos fundos do terreno da mãe de Gilson. Mas não quis ficar longe da escola, então, quando a menina completou um ano, decidiu concluir o Ensino Médio. Matriculou Helen numa creche e voltou a estudar. Mas não foi fácil, ela não tinha tempo para fazer as lições de casa e estava sempre cansada. Para piorar, começou a trabalhar na floricultura da tia. Terminou o curso, porém, parou de estudar novamente e desistiu de fazer faculdade. Estava conformada com a vida doméstica.
Depois de 11 anos sob o mesmo teto, sua relação com Gilson chegou ao fim. Mudou-se com a filha para uma casinha alugada. Quatro anos mais tarde, quando Helen estava mais crescida, Rosimeire voltou a sonhar com a faculdade, aos 31 anos. Mas considerava a ideia uma loucura. Não tinha condição de pagar a mensalidade de uma universidade particular e achava muito difícil entrar numa pública depois de 14 anos sem abrir um livro.
Foi então que ela descobriu o ProUni (Programa Universidade para Todos), que oferece bolsas de estudo em instituições particulares de todo o país para alunos de baixa renda. "Essa é a minha chance", pensou a futura estudante. "Se não passar numa faculdade pública, vou tentar essa bolsa."
Em maio de 2009, Rosimeire inscreveu-se no Enem, matriculou-se num cursinho gratuito noturno e começou a estudar por conta própria em casa. Como trabalhava de segunda a sábado, só tinha domingo para dedicar-se aos estudos. Ela acordava cedo e passava praticamente o dia todo mergulhada em livros, apostilas e simulados. Também lia revistas e jornais e não perdia um noticiário televisivo.
"Minha nota no Enem ficou acima da média!"
Ao procurar as provas anteriores do Enem na internet, entrou no site da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), que é pública, e viu que ela oferecia o curso de letras com habilitação em francês que ela tanto queria fazer. Soube que a nota do Enem era utilizada no vestibular deles e resolveu arriscar.
Na manhã do dia do exame, Rosimeire sentiu-se bastante nervosa, mas, ao ler as primeiras questões, percebeu que estava bem preparada e os nervos se acalmaram. Quando saiu o resultado, ela não acreditou: sua pontuação no Enem havia ficado acima da média nacional.
Confiante, foi prestar o vestibular da Unifesp. Quando a primeira lista de aprovados foi divulgada, seu nome não fazia parte dela. Enquanto esperava pela segunda lista, inscreveu-se no ProUni e foi selecionada para receber a bolsa. Estava prestes a se matricular na Universidade Paulista (Unip), que é particular, quando a segunda lista da Unifesp foi divulgada e seu nome aparecia entre os aprovados.
Quando as aulas começaram, em 2010, Rosimeire estava nas nuvens. Valeu a pena esperar sua vida se estabilizar e, 14 anos depois, voltar aos estudos para realizar seu grande desejo.
Hoje, ela está no segundo ano e vê um longo e brilhante futuro para si como professora e tradutora.
Gravidez inesperada
Ela descobriu que estava grávida depois de um ano de namoro com Gilson. Logo que soube, ficou muito preocupada com a responsabilidade de ser mãe na adolescência. Não queria parar de estudar, por isso, com muito sacrifício, conseguiu finalizar o segundo ano do Ensino Médio durante a gestação.
Quando sua filha, Helen, nasceu, Rosimeire parou de estudar e foi morar numa casinha nos fundos do terreno da mãe de Gilson. Mas não quis ficar longe da escola, então, quando a menina completou um ano, decidiu concluir o Ensino Médio. Matriculou Helen numa creche e voltou a estudar. Mas não foi fácil, ela não tinha tempo para fazer as lições de casa e estava sempre cansada. Para piorar, começou a trabalhar na floricultura da tia. Terminou o curso, porém, parou de estudar novamente e desistiu de fazer faculdade. Estava conformada com a vida doméstica.
Depois de 11 anos sob o mesmo teto, sua relação com Gilson chegou ao fim. Mudou-se com a filha para uma casinha alugada. Quatro anos mais tarde, quando Helen estava mais crescida, Rosimeire voltou a sonhar com a faculdade, aos 31 anos. Mas considerava a ideia uma loucura. Não tinha condição de pagar a mensalidade de uma universidade particular e achava muito difícil entrar numa pública depois de 14 anos sem abrir um livro.
Foi então que ela descobriu o ProUni (Programa Universidade para Todos), que oferece bolsas de estudo em instituições particulares de todo o país para alunos de baixa renda. "Essa é a minha chance", pensou a futura estudante. "Se não passar numa faculdade pública, vou tentar essa bolsa."
Em maio de 2009, Rosimeire inscreveu-se no Enem, matriculou-se num cursinho gratuito noturno e começou a estudar por conta própria em casa. Como trabalhava de segunda a sábado, só tinha domingo para dedicar-se aos estudos. Ela acordava cedo e passava praticamente o dia todo mergulhada em livros, apostilas e simulados. Também lia revistas e jornais e não perdia um noticiário televisivo.
"Minha nota no Enem ficou acima da média!"
Ao procurar as provas anteriores do Enem na internet, entrou no site da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), que é pública, e viu que ela oferecia o curso de letras com habilitação em francês que ela tanto queria fazer. Soube que a nota do Enem era utilizada no vestibular deles e resolveu arriscar.
Na manhã do dia do exame, Rosimeire sentiu-se bastante nervosa, mas, ao ler as primeiras questões, percebeu que estava bem preparada e os nervos se acalmaram. Quando saiu o resultado, ela não acreditou: sua pontuação no Enem havia ficado acima da média nacional.
Confiante, foi prestar o vestibular da Unifesp. Quando a primeira lista de aprovados foi divulgada, seu nome não fazia parte dela. Enquanto esperava pela segunda lista, inscreveu-se no ProUni e foi selecionada para receber a bolsa. Estava prestes a se matricular na Universidade Paulista (Unip), que é particular, quando a segunda lista da Unifesp foi divulgada e seu nome aparecia entre os aprovados.
Quando as aulas começaram, em 2010, Rosimeire estava nas nuvens. Valeu a pena esperar sua vida se estabilizar e, 14 anos depois, voltar aos estudos para realizar seu grande desejo.
Hoje, ela está no segundo ano e vê um longo e brilhante futuro para si como professora e tradutora.
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