sexta-feira, 18 de julho de 2014

O LÚDICO COMO MOTIVAÇÃO NAS AULAS DE MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL




O LÚDICO COMO MOTIVAÇÃO NAS AULAS DE MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Marlene Maria da Silva
Prof. Bruno Barreto
Centro universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI
Pedagogia (6191/6) Trabalho de Graduação
27/11/2010
2 INTRODUÇÃO
Os jogos são educativos, sendo assim, requerem um plano de ação que permita a aprendizagem de conceitos matemáticos e culturais de uma maneira geral. Já que os jogos em sala de aula são importantes, devemos ocupar um horário dentro de nosso planejamento, de modo a permitir que o professor possa explorar todo o potencial dos jogos, processos de solução, registros e discussões sobre possíveis caminhos que poderão surgir. Os jogos podem ser utilizados pra introduzir, amadurecer conteúdos e preparar o aluno para aprofundar os itens já trabalhados. Devem ser escolhidos e preparados com cuidado para levar o estudante a adquirir conceitos matemáticos de importância. Devemos utilizá-los não como instrumentos recreativos na aprendizagem, mas como facilitadores, colaborando para trabalhar os bloqueios que os alunos apresentam em relação a alguns conteúdos matemáticos. Outro motivo para a introdução de jogos nas aulas de matemática é a possibilidade de diminuir bloqueios apresentados por muitos de nossos alunos que temem a Matemática e sentem-se incapacitados para aprendê-la. Devemos escolher jogos que estimulem a resolução de problemas, principalmente quando o conteúdo a ser estudado for abstrato, difícil e desvinculado da prática diária, não nos esquecendo de respeitar as condições de cada comunidade e o querer de cada aluno. Essas atividades não devem ser muito fáceis nem muito difíceis e ser testadas antes de sua aplicação, a fim de enriquecer as experiências através de propostas de novas atividades, propiciando mais de uma situação.


3 DESENVOLVIMENTO
A matemática dos sonhos da maioria dos professores se tornará realidade no momento que existirem dentre outros fatores salas apropriadas para realizar uma aula diferente, materiais adequados, professores preparados, motivados e atualizados que levem para a sala de aula materiais novos, atrativos e principalmente que trabalhem através da realidade de seus educandos. O jogo é um processo que auxilia a evolução da criança, utiliza a análise, a observação, a atenção, a imaginação, o vocabulário, a linguagem e outras capacidades próprias do ser humano. Por meio dos jogos as crianças passam a compreender e a utilizar regras que serão empregadas no processo de ensino-aprendizagem. Por meio do concreto, a criança adquire noções de proporções, como grande, pequeno, maior, menor, alto, baixo, comprido, curto, etc. Colocar as crianças em ordem crescente e decrescente, dos mesmos tamanhos, mais altos e os mais baixos. Medir as crianças, medir a sala, encher balões. O professor não deve impor o conteúdo, pois a aprendizagem se faz por meio da manipulação de diversos tipos de materiais. É importante o uso de jogos no processo de ensino e aprendizagem, pois o mesmo é considerado um instrumento auxiliar do processo educativo do ser humano. As atividades lúdicas são essenciais, é nelas que ocorrem as experiências inteligentes e reflexivas, e a partir disso se produz o conhecimento. Os jogos para os educandos são fundamentais para desenvolverem diferentes condutas e também a aprendizagem de diversos tipos de conhecimentos. Podemos, então, definir os jogos como experiências e liberdade de criação no qual as crianças expressam suas emoções, sensações e pensamentos sobre o mundo e também um espaço de interação consigo e com os outros. Através do brinquedo, o brincar e o jogar demonstram então as concepções e representações que as crianças têm do mundo que as cercam. Dentro deste contexto os jogos matemáticos são atividades importantes para o desenvolvimento das crianças, pois através do jogo as mesmas pensam e reorganizam as situações que vivenciam em seu cotidiano. Jogo tem vários objetivos dentre eles por desenvolver habilidades sensório-motor e a assimilação do conteúdo em sala de aula, o professor deve, inclusive aproveitar a realidade que cerca o educando para facilitar sua aprendizagem no dia a dia. Se o professor trabalhar os conteúdos escolares através de jogos matemáticos, então os alunos assimilarão com maior facilidade o que está sendo ensinado. Se o professor motivar os alunos em sala de aula, então os alunos desenvolverão as atividades com mais entusiasmo visando o conhecimento. A Matemática é, antes de tudo, um modo de pensar. Quanto mais cedo esse modo de pensar de raciocinar for trabalhado com as crianças, mais significativa será a aprendizagem dessa disciplina, principalmente se esta for trabalhada partindo de jogos e brincadeiras.
4 CONCLUSÃO

A participação em jogos de grupo também representa uma conquista cognitiva, emocional, moral e social. É importante o uso de jogos no processo de ensino e aprendizagem, pois o mesmo é considerado um instrumento auxiliar do processo educativo do ser humano. As atividades lúdicas são essenciais, é nelas que ocorrem as experiências inteligentes e reflexivas, e a partir disso se produz o conhecimento. Os jogos para as crianças são fundamentais para desenvolverem diferentes condutas e também a aprendizagem de diversos tipos de conhecimentos. Podemos, então, definir os jogos como experiências e liberdade de criação no qual as crianças expressam suas emoções, sensações e pensamentos sobre o mundo e também um espaço de interação consigo e com os outros. Percebe-se que os jogos matemáticos são essenciais para o processo de ensino e aprendizagem. É fundamental trabalhar a ludicidade com os educandos, pois aprendem de uma forma gostosa e prazerosa, resolvendo as situações-problema com mais facilidade. O jogo apresenta vários desafios através das atividades práticas para que os mesmos assimilem com maior facilidade estimulando-os a sua atenção e concentração. Por isso, usando jogos como quebra-cabeça, charadas, problemas curiosos, montagem de livros com peças geométricas, faziam com que seus alunos desenvolvessem habilidades de raciocínio, organização, atenção e concentração nas aulas de matemática e por conseqüência as aulas se tornam mais prazerosas, o aluno fica mais motivado para realizar as atividades propostas pelo professor sem falarmos de que as aulas são mais gostosas e atrativas.


5 REFERÊCIAS

CERQUETTI-ABERANKE, FRANÇOISE. O ensino da matemática na educação infantil./Aberkane e Catherine Berdonneau; trad.Eunice Gruman-PortoAlegre:Artes Médias, 1997
KISHIMOTO, TIZUCO M. (org). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 4. Ed São Paulo: Cortez, 2000



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quinta-feira, 17 de julho de 2014

O livro “Matemática e Educação Infantil - Investigações e possibilidades de práticas pedagógicas”, organizado pelos professores Mercedes Carvalho e Marcelo Almeida Bairral


Livro aborda formação de professores de Matemática para educação infantil

Publicação é resultado do trabalho apresentado em reunião anual dos pesquisadores em educação
09 de Novembro de 2012
Livro aborda formação de professores de Matemática para educação infantil
Mercedes acredita que a saída melhorar o aprendizado é investir na formação de professores.
Lenilda Luna - jornalista
O livro “Matemática e Educação Infantil - Investigações e possibilidades de práticas pedagógicas”, organizado pelos professores Mercedes Carvalho e Marcelo Almeida Bairral, foi lançado na Ufal, no último 31 de outubro. A cerimônia ocorreu durante o Encontro sobre Educação Infantil de Alagoas, organizado pelo setor de Estudos da Educação Infantil do Centro de Educação (Cedu) da Ufal e pelo Fórum Alagoano em Defesa da Educação Infantil (Fadedi).
A obra é resultado do trabalho sobre Educação Matemática apresentado na 33ª reunião anual da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped), realizada em 2010. "Nesse ano o tema foi sobre o ensino da matemática na infância. Ao final das apresentações, juntamente com o professor Marcelo Bairral, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), iniciamos o trabalho de reunir as apresentações em um livro, considerando que há poucas publicações nessa área", informou Mercedes Carvalho, doutora em Educação Matemática e professora do Cedu e do Programa de Pós-Graduação em Educação, na linha de pesquisa Processos Educativos.
Na obra, a professora escreveu um capítulo sobre sistema de numeração decimal e resolução de problemas, com exemplos das atividades que a estudante Viviane Lima realizou, sob a orientação dela, no Trabalho de Conclusão de Curso. Mas a temática, de forma geral, é voltada para a formação de professores de educação infantil. "Na verdade, o nosso desafio começa pela formação dos futuros professores de matemática que na prática serão os professores dos futuros pedagogos, os que irão ensinar as primeiras noções matemáticas às crianças, desmistificando o ensino da matemática, tornando-o mais interessante por meio de atividades que permitam aos alunos aprender e fazer matemática", ressaltou a pesquisadora.
Mercedes explica que a publicação é uma coletânea de oito capítulos sobre a concepção de infância, escrito por Claudia Pimentel, doutora em Educação, com ênfase na formação de professores. Além das informações sobre a legislação que orienta a educação infantil no Brasil, os demais capítulos foram escritos por educadores matemáticos de diferentes universidades do país que desenvolvem pesquisa na área, trabalhando com os conteúdos de geometria, números, medida, aritmética e álgebra.
A matemática nas escolas
Para a educadora, a melhor forma de motivar as crianças a aprenderem matemática é orientando-as a resolver problemas. Mas ela ressalta que, apesar do ensino partir da realidade da criança, não pode se limitar a ela. "Não podemos transformar a matemática em uma disciplina em que, obrigatoriamente, todas as questões tenham que estar relacionada ao cotidiano do aluno, pois caso contrário, ficaremos restritos a meia dúzia de situações e empobreceremos o conhecimento matemático tão necessário para o desenvolvimento intelectual do aluno. Mas, certamente, na educação infantil os problemas envolvendo situações lúdicas são os mais adequados", destacou Mercedes.
Sobre o que mudou na escola, em relação ao ensino da Matemática, a pesquisadora declara que ainda é preciso avançar muito. "Existem algumas ações em escolas que buscam arejar o ensino da matemática, mas, infelizmente, as pesquisas em Educação Matemática, incluindo as que estão sendo desenvolvidas nos programas de Pós-graduação na Ufal, sinalizam que ainda temos um ensino pautado em memorização de fórmulas e que os problemas matemáticos se restringem à aplicação de fórmulas ou algoritmos", alertou a pesquisadora.
Mercedes destaca ainda que os dados das avaliações oficiais como Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB), Prova Brasil e Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) apontam que os alunos das escolas brasileiras sabem pouca matemática. "Essa deficiência no aprendizado da matemática é uma incoerência, pois temos no país centros de excelência como o Impa (Instituto de Matemática Pura e Aplicada), um dos mais respeitados centros de pesquisa em Matemática do mundo", destacou.
A saída, segundo a professora, é investir na formação de professores. "Sem bons professores de matemática não teremos matemáticos e sem matemáticos não temos desenvolvimento tecnológico. Cuidar dessa formação é um dos movimentos que os pesquisadores que compõem o livro ‘Matemática e Educação Infantil’ estão buscando realizar, mostrando que é possível trabalhar e aprender matemática desde a educação infantil", concluiu a pesquisadora Mercedes Carvalho.


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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Aprendizagem Matemática em Meio a Brincadeiras Infantis

  
Aprendizagem Matemática em Meio a Brincadeiras Infantis

Autor: Sidmara Pedroso Blaszak
Data: 27/04/2009
Resumo
Este artigo trata da importância do trabalho desenvolvido na escola de educação infantil voltado para a aprendizagem matemática das crianças relatando um projeto desenvolvido com crianças de 3 e 4 anos de idade.
Palavras-chave: Educação Infantil, Atividades Lúdicas, Jogos, Raciocínio Lógico-matemático
Para Kátia Smole (2003), uma "proposta de trabalho de matemática para a escola infantil deve encorajar a exploração de uma grande variedade de idéias matemáticas relativas a números, medidas, geometria e noções rudimentares de estatística, de forma que as crianças desenvolvam e conservem um prazer e uma curiosidade acerca da matemática. Uma proposta assim incorpora contextos do mundo real, as experiências e a linguagem natural da criança no desenvolvimento das noções matemáticas, sem, no entanto, esquecer que a escola deve fazer o aluno ir além do que parece saber, deve tentar compreender como ele pensa e fazer as interferências no sentido de levar cada aluno a ampliar progressivamente suas noções matemáticas (p.62)."
Enfatizamos a importância de se desenvolver atividades matemáticas na escola infantil, uma vez que estamos inseridos no universo dos números desde que nascemos e que as crianças são capazes de desenvolver noções matemáticas mesmo antes de entrar na escola. Consideramos o conhecimento que utilizam na sua vida como, por exemplo, seriação, classificação, contagem numérica, etc. Partindo deste referencial acreditamos que freqüentar uma classe de Educação Infantil significa, além da convivência entre pares, ter acesso a muitas oportunidades para a construção de novos conhecimentos, graças às ações que a criança exerce sobre o mundo real.
Trabalhamos neste projeto a matemática sem se preocupar com a representação dos números ou com o registro no papel. Permitindo à criança criar, explorar e inventar seu próprio modo de expressão e de relação com o mundo. Tudo o que temos que fazer é criar condições para que a matemática seja descoberta, oferecer estímulo e estar atentos às descobertas das crianças.
Existem muitas formas de trabalhar com a matemática na escola Infantil. Ela está presente na arte, na música, em histórias, na forma como organizo o meu pensamento, nas brincadeiras e jogos infantis, na hora de dividir porções de lanche, etc...é aí que são construídos conhecimentos matemáticos como tamanhos, distância, comprimento, cores e formas. Uma criança aprende muito de matemática, sem que o adulto precise ensiná-la. Descobrem coisas iguais e diferentes, organizam, classificam e criam conjuntos, estabelecem relações, observam os tamanhos das coisas, brincam com as formas, ocupam um espaço e assim, vivem e descobrem a matemática.
Proporcionamos um ambiente "matematizador" com brincadeiras, jogos e atividades lúdicas, interativas e desafiadoras, capaz de encorajar os alunos a propor soluções, explorar possibilidades, levantar hipóteses, desenvolver noções matemáticas e raciocínio.
"De fato enquanto brinca a criança pode ser incentivada a realizar contagens, comparar quantidades, identificar algarismos, adicionar pontos que fez durante a brincadeira, perceber intervalos numéricos, isto é, iniciar a aprendizagem dos conteúdos relacionados ao desenvolvimento do pensar aritmético. Por outro lado, brincar é uma oportunidade para perceber distancias, desenvolver noções de velocidade, duração, tempo, força, altura e fazer estimativas envolvendo todas essas grandezas."(Smole, Diniz e Cândido, 2000, pg. 16).
Algumas situações vivenciadas na sala de aula:
- Brincamos livremente com os blocos lógicos, fazendo o reconhecimento de suas características. Seriando-os e classificando-os quanto à cor, forma, tamanho e espessura. Propomos criar novas figuras agrupando as peças aleatoriamente. Através de algumas formas como, por exemplo, um circulo grande, um quadrado grande e cinco retângulos pequenos compor a forma da figura humana;
- Exploramos a modelagem em diferentes circunstancias. Utilizando argila e massa de modelar criando figuras e formas, seriando e classificando. Confeccionamos massa de pão, estudando as medidas e as quantidades de ingredientes necessários para fazê-la. Compomos um bonequinho com a forma humana decoramos com olhos, nariz e boca, colocamos numa forma e assamos. Confeccionamos massa de negrinhos também observando as quantidades dos ingredientes compondo as bolinhas estudando as formas, tamanhos e quantidades;
                                   
- Utilizamos caixas de tamanhos e formatos diferentes com aberturas nas formas geométricas para colocar e tirar objetos explorando as diversas possibilidades. Fizemos um túnel utilizando uma caixa grande em formato retangular explorando possibilidades de atravessá-lo;
- Através da literatura "O ratinho e as cores" foi possível descobrir a formação de algumas cores e seus respectivos nomes;
- Confeccionamos dados com a representação de quantidades e cores, os quais foram instrumentos indispensáveis para contagem e observação de cores em brincadeiras com peças de jogos de encaixe;
                                         
- Propomos experiências com altura - Medimos a altura de nossos colegas identificando o maior e o menor, e comparamos entre si e com objetos presentes na sala de aula, através do olhar ou da utilização de instrumentos de medida, convencionais ou não. Com tiras de papel pardo representamos a altura de cada criança e compomos um gráfico de barras em ordem crescente;
                                     

Através destas atividades lúdicas, envolvendo jogos e brincadeiras, propiciamos trocas de informações, criamos situações que favoreceram o desenvolvimento da sociabilidade, da cooperação e do respeito mútuo entre os alunos, desenvolvendo também as noções de perto/longe, dentro/fora, pequeno/grande, grosso/fino, por baixo/por cima, na frente/atrás, cheio/vazio, maior/menor.
Notamos o crescimento diário de cada criança ao desenvolverem noções de tempo, quantidade, tamanho, classificação e comparação de formas, contagem identificação de algarismos, percepção espacial, entre outras.
Este tipo de abordagem, quando cuidadosamente preparada, se apresenta como um recurso pedagógico eficaz para a construção do conhecimento matemático.
No seu processo de desenvolvimento, a criança vai criando várias relações entre objetos e situações vivenciadas por ela e, sentindo a necessidade de solucionar um problema, de fazer uma reflexão, estabelece relações cada vez mais complexas que lhe permitirão desenvolver noções matemáticas mais e mais sofisticadas. (Smole, 2003 p. 63).
Desde cedo as crianças devem ser acostumadas a ouvir uma linguagem matemática empregada em diferentes contextos para que possam fazer a sua própria construção de significado na interação com os colegas e adultos do seu meio A professora de educação infantil deve dar à criança oportunidade para observar tudo que a rodeia, contando, comparando, medindo, etc. Dessa iniciação dependerá muito seu interesse pela Matemática no decorrer de sua vida. Devemos então, como educadores incentivar a criança, no seu universo povoado de sentidos, dos seres mágicos, de risos, de travessuras, de imagens, curiosidades e números que irão auxiliar a criança na exploração e compreensão do mundo da matemática.
O papel do professor é de grande importância nesse processo, uma vez que, além de deixar a criança livre para manipular e experimentar os materiais, como também observar as reações decorrentes, deve, em seguida, propor à criança problemas reais a serem resolvidos, criando, assim, uma situação de aprendizagem significativa.
Referências
Cerqueti-Aberanke, Françoise; Berdonneau Catherine. O ensino da matemática na educação infantil; tradução Eunice Gruman. Porto alegre: Artes Médicas,1997.
Reis, Silvia Marina Guedes dos. A matemática no cotidiano infantil: Jogos e atividades com crianças de 3 a 6 anos para o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático. Campinas, SP. Papirus,2006.
SMOLE, Kátia. A matemática na educação infantil. a teoria as inteligências múltiplas na prática escolar  Porto Alegre: Artmed, 2003.
Smole, Kátia Stocco. Diniz Maria Ignez. Cândido, Patrícia. Brincadeiras matemáticas na educação infantil, vol 1. Porto Alegre: Artmed, 2000.





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terça-feira, 15 de julho de 2014

Significação e Contexto: Uma Introdução a Questões de Semântica e Pragmática. Série Didática – Pós-Graduação em Lingüística (UFSC). Vol. 1 – Semântica. Florianópolis, SC: Editora Insular Ltda. 110p. ISBN 85-85949-74-0. Resenha.





DELTA: Documentação de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada

Print version ISSN 0102-4450

DELTA vol.15 n.2 São Paulo  1999

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-44501999000200013 

NOTAS SOBRE LIVROS/BOOKNOTES
D MOURA, Heronides Maurílio de Melo (1999) Significação e Contexto: Uma Introdução a Questões de Semântica e Pragmática. Série Didática – Pós-Graduação em Lingüística (UFSC). Vol. 1 – Semântica. Florianópolis, SC: Editora Insular Ltda. 110p. ISBN 85-85949-74-0.

Este é, segundo promete a editora, o primeiro de uma série de livros introdutórios na área de Lingüística que tem por objetivo apresentar, de forma sucinta, as tendências recentes e atuais nas mais diversas subáreas da disciplina. O autor desse primeiro livro da série se propõe enfocar as "questões situadas na interface da semântica e da pragmática".
São dois os capítulos que compõem o livro. O capítulo 1 é intitulado "Pressuposição" e o Capítulo 2 tem como título "Contexto".
No primeiro capítulo, o conceito de pressuposto é esmiuçado, contrastando-o com o posto, em seguida, com o acarrretamento e, por fim, com a implicatura. Há uma pequena incursão também nas questões relativas ao uso de descrições definidas. O capítulo 2 apresenta conceitos como sentido e significado, intensão e extensão, anáfora etc. São também discutidos os problemas em torno de referência, principalmente aqueles que desafiam a "divisão do bolo" entre a semântica e pragmática.
O livro de Moura é muito útil para aqueles que querem adquirir noções básicas da semântica lingüística – uma área que carece de livros de fácil acesso. No entanto, apesar do subtítulo do livro prometer atenção igual às questões relativas à pragmática, tópicos centrais e historicamente proeminentes da pragmática, como a Teoria dos Atos de Fala e a Teoria da Conversação oriunda das reflexões de Paul Grice, revelam-se conspícuos pela sua ausência. Trata-se, portanto, de uma promessa não cumprida – assunto, este sim, de alçada claramente de ordem pragmática. Nomes como os de Austin, Searle, Grice deveriam constar da bibliografia de um livro introdutório sobre significação, já que o usuário de livros dessa natureza tende a recorrer à bibliografia como primeiro passo em direção a um maior aprofundamento num campo pouco conhecido. Em outras palavras, no caso de um livro introdutório, a bibliografia também serve como convite para pesquisa futura por conta própria.
O ponto forte do livro de Moura está na clareza e simplicidade com que trata de questões complexas no campo de semântica. O autor também destaca, com êxito, as dificuldades no que tange à demarcação da fronteira entre a semântica e a pragmática.
Por/by Kanavillil RAJAGOPALAN (Universidade Estadual de Campinas)


fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-44501999000200013&script=sci_arttext

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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Video aula Psicopatologia




Publicado em 03/04/2012

http://www.portaleducacao.com.br/psicologia/cursos/300/curso-de-psicopatologi...

O curso de Psicopatologia da Infância e Adolescência por meio da Educação a Distância oferece ao profissional, o conhecimento sobre Autismo, Esquizofrênia Infantil, Transtornos Alimentares e muito mais.

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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Língua Escrita e Oral




Língua Escrita e Oral

O programa aborda as variantes linguísticas e as diferenças entre linguagem oral e linguagem escrita.

Fonte:http://www.univesp.tv.br/site/program...­=29&media_id=165 - download 07/10/2011

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Hoje é o dia do Sagrado Jejum de Sri Papamocani Ekadasi, dia 14/03/2026 sábado quem não conseguiu fazer hoje pode fazer amanhã dia 15

Papamocani Ekadasi Yudhisthira Maharaja disse: “Ó Senhor Supremo, ouvi de Ti a explicação de Amalaki Ekadasi, que ocorre durante a quinzena ...