segunda-feira, 5 de maio de 2008

O que é um discurso pedagógico?(meus artigos).



Olá, Bom Dia! A você que visita meu blog.
Gostaria de falar sobre um tema interessante, discurso pedagógico.
Muito obrigado por me visitar.

O discurso é uma exposição metódica sobre certo assunto. Um arrazoado que visa a influir no raciocínio, ou quando menos, nos sentimentos do ouvinte ou leitor.
Aristóteles, ao longo do Organon, acaba tipificando quatro espécies de discurso, segundo sua finalidade, ordenando-os segundo o grau de rigor que o método produz:
O discurso lógico, que é o método pelo qual se atinge a uma certeza absoluta no qual o axioma resultante é tido como verdadeiro e indubitável, pode ser produzido mecânica ou eletronicamente por engenhos e tem indispensável aplicação, principalmente, na matemática.
O discurso dialético, que embora não objetive alcançar a certeza absoluta, tenta obter a máxima probabilidade de certeza e veracidade que se verifica da síntese entre duas afirmações antagônicas, a saber, a tese e sua antítese.
Já no discurso retórico não há o menor comprometimento na busca da verdade, nem da sua demonstrável probabilidade. Aqui o orador ou escritor objetiva apenas convencer o ouvinte ou leitor de que sua tese é certa ou verdadeira, utilizando-se do modo de falar, dos gestos e até da maneira de se vestir como fatores para influenciá-lo ou persuadi-lo.
No discurso poético o grau de certeza ou veracidade nada importa, ou melhor, até pode laborar contra o discurso posto que aí a razão é abandonada em favor da ficção ou da fantasia. Neste método o que se busca é influir na emoção e não no raciocínio do ouvinte ou leitor, como modo de impressioná-lo.
Pedagógico: referente à pedagogia (orientação pedagógica). De acordo com os princípios da pedagogia: Marília foi pouco pedagógica com os rapazes.
Agora estas duas palavras que citamos dão, discurso pedagógico.
Ou seja, os tipos de discursos que usaremos para, para provocar o processo de ensino-aprendizagem.
Resumidamente, poderiamos dizer que basicamente são três.
Discurso do verbalismo; discurso polêmico e discurso lúdico.
Verbalismo, discurso autoritário: O discurso autoritário, em que o falante impõe sua vontade sobre o ouvinte, geralmente sem lhe dar oportunidade de responder ou questionar. Representa a vontade de poder, de influenciar comportamentos, de obter vantagens. É importante notar que o discurso autoritário não tem nada a ver com o discurso dominante, já que mesmo pessoas sem poder nenhum podem ser extremamente autoritárias, como é o caso de um mendigo que subjugue sua companheira, de um porteiro que humilhe outro porteiro, etc.
Discurso lúdico: O discurso lúdico é aquele feito por puro prazer, normalmente sem visar à persuasão, objetivando somente a comunicação interpessoal, o diálogo (em alguns casos, nem isso, apenas a comunicação consigo mesmo, o monólogo). É importantíssimo para nossa saúde mental e nosso bem estar, visto sermos seres gregários, que se ressentem da ausência de contato e comunicação. Como exemplo de discurso lúdico, podemos citar a fala de uma criança (inicialmente, mais uma brincadeira do que uma tentativa real de se comunicar), muitos poemas e canções (principalmente aquelas da “Bossa Nova”), a conversa entre amigos de longa data e grande intimidade, o ato de contar piadas.
Discurso polêmico: O discurso polêmico é aquele em que duas ou mais pessoas ou facções emitem opiniões contrárias, podendo ir desde uma discussão banal, como “qual o melhor time de futebol?”, até discussões de grande alcance filosófico-existencial, como “qual o melhor sistema político: presidencialismo ou parlamentarismo?”. É um tipo de discurso com duas facetas: por um lado, ele estimula o intelecto, na medida em que nos põe em contato com os vários ângulos de uma questão; por outro lado, o engajamento em discussões estéreis implica uma demanda de tempo precioso, que poderia ser melhor aproveitado em atividades mais construtivas.
Resumidamente discurso pedagógico significa que tipos de discursos os professores e educadores se utilizam para a transmissão do saber. É uma matéria de didática, teoria do conhecimento, história da educação e filosofia da educação em combinação com a psicologia da educação.
Existem outros tipos de discursos, e para um melhor entendimento entre nos links citados na fonte.
Espero que tenha te ajudado.



Fonte(s):
http://www.filologia.org.br/soletras/5e6...
http://www.filologia.org.br/vicnlf/anais...


 João C. Maria o autor aluno Unopar Virtual Campinas.

domingo, 4 de maio de 2008

Violência Na Escola: Um Guia Para Pais E Professores


Violência Na Escola: Um Guia Para Pais E Professores

Autor : Renato Alves; Viviane de Oliveira Cubas; Caren Ruotti

Resumo de : Maravilhinda

Publicado em: fevereiro 04, 2008

ALVES, Renato, CUBAS, Viviane de Oliveira, RUOTTI, Caren. Violência na escola: uma guia para pais e professores. São Paulo: Andhep: Imprensa Oficial do Estado de são Paulo, 2006.


O livro em questão reúne resultados de pesquisas e levantamentos realizados pelo Núcleo de Estudos da Violência (NEV) de São Paulo, dentro do programa Cepid, da Fundação de amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – Fapesp, que abordam escolas em áreas com altos índices de violência criminal.

No primeiro capítulo, Viviane Cubas aborda alguns questionamentos de pesquisas realizadas nos Estado Unidos, na França e no Brasil, baseando-se em autores como Debarbieux, Charlot, Flannery, Sposito, Cardia, Camacho, Aquino e Santos. A definição de violência na escola por ser um termo amplo que abrange desde agressões graves até as pequenas incivilidades é aceito por poucos pesquisadores. O surgimento de formas de violências mais graves, a idade cada vez menor dos alunos envolvidos nos casos de violência, a ação de agentes externos que ocupam o espaço escolar e a repetição e o acúmulo de pequenos casos que não são necessariamente violentos, mas que criam a sensação de ameaça permanente, são as novas formas como a violência está se manifestando nos dias atuais nas nossas escolas.

O segundo capítulo, conflito e insegurança escolar nas zonas leste e sul do município de São Paulo, escrito por Caren Ruotti tem como base estudos realizados pelo NEV/USP em escolas públicas localizadas em áreas periféricas deste município, nos anos de 2002 e 2003. Os escritos versam a cerca da exposição do tema dado pela mídia e suas implicações, dos métodos de segurança adotados nas escolas, da participação na escola da família dos jovens e da comunidade, dos riscos do entrono escolar e também da freqüência dos professores e dos alunos.

Renato Alves no capítulo “As escolas em bairros com altas taxas de violência: a visão dos professores, traz alguns aspectos relacionados a violência na escola levantados pelos professores, como também temas sobre problemas existentes na região, condições de trabalho, políticas públicas, desemprego e formação de professores. Os professores e professoras pesquisados levantaram, também, a questão da violência no entorno escolar destacando a ação do tráfico de drogas como um dos principais problemas que levam à violência na escola.
Caren Ruotti volta a escrever sobre violência na escola no 4° capítulo, “Exposição à violência escolar e percepção sobre suas causas”. A análise dela tem base nas pesquisas de opinião popular, realizadas pelo NEV/USP desde 1999, sobre a violência nas escolas, mas especificamente os dados correspondentes aos anos de 2001 e 2003, em três municípios de são Paulo, Jd. Ângela, Capão Redondo e Jd. São Luiz. A autora faz uma análise dos dados em relação às causas da violência em geral, os quais são demonstrados através de tabelas que expõem claramente tais opiniões dos entrevistados.

Bullying: Assédio moral na escola é o outro capítulo abordado por Viviane Cubas que tomou como base levantamento bibliográfico sobre bullying, entendido aqui como casos de comportamentos agressivos e repetitivos.

No último capítulo Caren Ruotti finaliza a discussão do tema fazendo uma reflexão com os outros capítulos, os quais apresentaram as diferentes formas como a violência se manifesta na escola identificando que a mesma refere-se a delitos graves e principalmente a agressões leves (físicas ou verbais) e ameaças.

Os anexos vêm como um exemplo de se trabalhar as questões do tema na escola. O anexo um discute a mediação e apresenta um plano para começar um programa de mediação na escola. Já o anexo dois traz uma experiência de intervenção que tinha como proposta a implantação de um projeto experimental de mediação de conflitos em meio escolar, no qual os próprios alunos eram treinados para se tornarem mediadores.

http://pt.shvoong.com/

SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: VIVENCIANDO A MATEMÁTICA ATRAVÉS DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS


SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: VIVENCIANDO A
MATEMÁTICA ATRAVÉS DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS
Rosibel Kunz1
Resumo: O presente trabalho investiga como alunos das Séries Iniciais do Ensino
Fundamental resolvem problemas matemáticos, que estratégias, raciocínio e lógica utilizam
durante as atividades de resolução. A investigação, de cunho qualitativo, utilizou
procedimentos e técnicas tais como observação direta e participante, diário de campo,
entrevistas e coletas de resolução e elaboração de situações-problema realizadas pelos alunos.
A parte empírica da pesquisa concentrou-se na observação e análise das estratégias utilizadas
pelos alunos na resolução de situações-problema, desenvolvidas no decorrer dos anos de 2004
e 2005. O material coletado foi posto em discussão com as teorizações da Resolução de
Problemas, para que, nesse contexto, procure auxiliar e minimizar preocupações que, até
então, somente permaneciam nos focos das discussões e não em ações concretas

PALAVRAS-CHAVE: Séries iniciais. Resolução de problemas. Estratégias.

Introdução: Professores e pesquisadores na área da Educação Matemática muito discutem e
destacam a importância de promover no aluno a capacidade de aprender a aprender. Para
tanto, a Resolução de Problemas como metodologia começou a permear as discussões como
sendo uma possibilidade para a abordagem de conceitos e idéias tornando possível aos alunos
mobilizar conhecimentos e desenvolver a capacidade de administrar as informações que estão
ao seu alcance, ampliando-os de forma que a assimilação de conceitos e procedimentos
matemáticos sejam mais eficazes. Apoiada na teorização de especialistas nesta área, procurei
melhor conceituar a palavra “problema”, afim de aplicar uma proposta que incentivasse e
desenvolvesse a criatividade do aluno, fazendo-o buscar estratégias próprias para a obtenção
de soluções satisfatórias.
A palavra “problema” ocorre em muitas profissões e tem significados distintos. Para
definir problema, Pozo cita Lester, que identifica a questão como “uma situação que um
indivíduo ou um grupo quer ou precisa resolver e para a qual não dispõe de um caminho
rápido e direto que o leve à solução” (POZO, 1994, p. 15). Visão semelhante foi expressa por
1 Especialista em Ensino de Matemática pelo Centro Universitário UNIVATES – Lajeado – RS (2005). Formada
em Matemática pela UNIVATES/RS (2000). Atualmente (2006) é professora em escolas da rede municipal de Encantado/RS. E-mail: rbelkunz@futurusnet.com.br
2
Dante ao dizer que problema “é qualquer situação que exija o pensar do indivíduo para
solucioná-la” (DANTE, 1997, p. 9). Ele ainda complementou, ao direcionar o conceito para a
área matemática, que problema matemático “é qualquer situação que exija a maneira
matemática de pensar e conhecimentos matemáticos para solucioná-la” (IBIDEM, p.10).Apesar de ser extremamente valorizada, a resolução de problemas é um tópico difícil de ser trabalhado em sala de aula. É comum os alunos saberem efetuar todos os algoritmos (as“continhas” de adição, subtração, multiplicação e divisão) e não conseguirem resolverem um problema que envolve um ou mais desses conceitos. Há fatores que agravam essa dificuldade,
e entre eles a interpretação do enunciado, a falsa proximidade entre o problema escolar e o
cotidiano dos alunos, a falta de compreensão dos diferentes significados de cada uma das
operações, o padrão de problemas propostos, a ênfase que a escola dá ao modo “correto” de
resolver os problemas.



A Prática Desenvolvida: Dada a importância que se atribui à Resolução de Problemas como

estratégia para ensinar Matemática e dada as dificuldades apresentadas pelos alunos em todos

os níveis de ensino no momento da efetiva resolução de problemas, o principal objetivo deste trabalho é destacar a importância da resolução de problemas desde as Séries Iniciais do Ensino Fundamental, ressaltando as estratégias utilizadas e as principais dificuldades encontradas pelos alunos. Este trabalho destaca a possibilidade de vivenciar a Matemática nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental, mais especificamente na 3ª e 4ª séries,através da metodologia de Resolução de Problemas, sendo plenamente viável e profundamente gratificante quanto aos resultados alcançados. Utilizando-me de uma proposta de ensino, baseada na resolução de situações-problema e apoiada na teorização de especialistas nesta área, procurei desenvolver uma prática em sala de aula que incentivasse e desenvolvesse a criatividade do aluno, fazendo-o buscar estratégias próprias para a obtenção de soluções satisfatórias.

Ao propor a montagem de uma “problemoteca” 2, a fim de proporcionar aos alunos

contato com diferentes tipos de situações-problema, procurei incentivar a autonomia, pois a

circulação de problemas através de fichas favorece o trabalho independente. Optar por

trabalhar, coletivamente, situações desta coleção de desafios que eram de interesse comum,

2“Problemoteca é uma coleção de problemas, apresentados em fichas individuais e numeradas para facilitar a identificação de cada um e colocados de modo organizado em uma caixa ou fichário.” (SMOLE & DINIZ, apudSTANCANELLI, 2001, p.119) contribuiu para a problematização e discussões que geraram postura crítica, investigativa e exploradora, tanto de minha parte quanto da parte de meus alunos.

Ao examinar e comentar respostas fornecidas pelos alunos às situações-problemas

propostas, no decorrer da prática em sala de aula, pude observar as várias estratégias

utilizadas por eles de forma extremamente criativa. As intervenções realizadas nos momentos

das resoluções e correções procuraram propiciar e incentivar a diversidade, valorizando a

individualidade. Tanto as análises feitas dos erros cometidos durante as resoluções, quanto as

sugestões para as devidas correções trouxeram amadurecimento e crescimento pessoal, pois

conforme Pozo (POZO, 1998, p. 65), “os erros podem informar tanto a respeito das

dificuldades que um aluno apresenta para dominar procedimentos técnicos ou estratégicos,

como o tipo de teorias ou crenças com as quais ele lida em determinado momento”. As

dificuldades dos alunos quanto à linguagem matemática procuraram ser esclarecidas através

de atividades específicas de elaboração de situações-problema, bem como releituras de

desafios previamente trabalhados com a turma.

Para Finalizar: Para finalizar, verifiquei, através dos vários comentários feitos pelos alunos,

que a concepção de problema, por eles (re) elaborada, aborda a idéia da Matemática como

disciplina criativa, mágica e cheia de mistérios, ansiosos por serem desvendados. E

sabiamente Exupéry revela que “Quando o mistério é muito impressionante, a gente não ousa

desobedecer.” (SAINT-EXUPÉRY, 1996, p. 10). Como educadora, devo inserir-me neste

mistério que é o trabalho com a Matemática nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental, que

exige desprendimento, pesquisa, interação. Precisa de inspiração e paciência, para deixar a

experiência acontecer, uma vez que “ninguém pode aprender da experiência do outro, a

menos que essa experiência seja de algum modo revivida e tornada própria.” (BONDÍA,

2002, p.27).

Referências:

BONDÍA, Jorge Larrosa. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Revista

Brasileira de Educação. Nº 19 (Jan/Fev/Mar/Abr), 2002. p. 20 - 28.

DANTE, Luiz Roberto. Didática da Resolução de Problemas de Matemática. São Paulo:

Ática, 1997.

POZO, Juan Ignácio (Org.). A Solução de Problemas: Aprender a Resolver, Resolver para

Aprender. Porto Alegre: Artmed, 1998.

SAINT-EXUPÉRY, Antoine de. O Pequeno Príncipe. Rio de Janeiro: AGIR, 1996.

SMOLE, Kátia Stocco; DINIZ, Maria Ignez (Orgs.). Ler, Escrever e Resolver Problemas:

Habilidades Básicas para Aprender Matemática. Porto Alegre: Artmed, 2001.

http://ccet.ucs.br/eventos/outros/egem/relatos/re33.pdf



O Estado de São paulo. ( jornal). Internet pane será?


Domingo, 04 de Maio de 2008

Internet pode entrar em colapso em dois anos

Ethevaldo Siqueira

O mundo está diante de uma nova previsão catastrófica: a do colapso mundial da internet em 2010, feita pelo vice-presidente de assuntos regulatórios da AT&T, Jim Cicconi, ao falar há duas semanas no Westminster E-forum, em Londres.

"A causa principal desse congestionamento brutal - disse Cicconi - é a massa crescente de downloads de vídeos combinada com a transmissão ou uploads de novos conteúdos de imagem que circulam na internet em todo o mundo. Em 2011, apenas 20 residências norte-americanas poderão gerar mais tráfego do que toda a internet mundial hoje."

Embora essa comparação pareça exagerada, os especialistas dizem que não há como refutar os argumentos de Cicconi e demonstrar que o mundo não corre o risco de um congestionamento gigantesco. Para eles, o ritmo de crescimento do tráfego da internet é cada dia mais preocupante.

A cada minuto são armazenadas oito horas de vídeos no YouTube. Este é, no entanto, apenas um dos aceleradores do crescimento inimaginável do volume de informações que entra na rede. Outro fator de risco é o crescimento mundial das transmissões da TV digital, pois, com ela, milhões de clippings de vídeos de alta definição serão postados na web, exigindo de 7 a 10 vezes mais banda de freqüência do que os vídeos atuais.

No médio prazo, tudo tende a se agravar. Segundo prevê Jim Cicconi, a demanda por banda larga requerida pelos novos serviços em 2015 será 50 vezes maior do que em 2010. Além disso, países como o Brasil, a Rússia, a Índia e a China (os Bric) terão mais de 400 milhões de pessoas conectadas à internet nos próximos 2 anos.

SOLUÇÃO: US$ 130 BI

A única solução para se evitar o congestionamento total da rede mundial, segundo o executivo da AT&T, será investir cerca de US$ 130 bilhões na infra-estrutura, pois a atual arquitetura da rede deverá atingir os limites de sua capacidade em 2010.

Demi Getchko, do Comitê Gestor da Internet no Brasil, considera alarmistas e exageradas as advertências do vice-presidente da AT&T. "Essas previsões me lembram as do Bug do Milênio, no final da década passada. Mas ninguém pode negá-las de forma categórica."

Assim, por mais dúvidas que tenhamos sobre os riscos anunciados, é bom que o mundo invista adequadamente na infra-estrutura da rede. O mesmo ocorreu com o Bug do Milênio, que nos prometia quase o fim do mundo. A abreviatura Y2K (do inglês Year 2000) virou uma espécie de logotipo do apocalipse, previsto para ocorrer na passagem de 31 de dezembro de 1999 para o dia 1º de janeiro de 2000. Em poucas horas, o mundo viveria o colapso de milhões de sistemas computadorizados e bancos de dados e todas as suas conseqüências.

O milênio chegou e nada aconteceu. É claro que, diante de advertências tão dramáticas, repetidas ao longo de três anos, com insistência e sensacionalismo, o mundo acabou investindo não apenas na conversão de dois para quatro dígitos a representação do ano, mas, principalmente, na revisão dos sistemas de segurança ligados ao registro cronológico dos computadores.

Entre os especialistas, a preocupação varia, mas são raros os que vêem o futuro com otimismo. Depois de um alerta tão dramático, no entanto, o mundo talvez acorde em tempo e evite o pior em 2010, fazendo os investimentos necessários antes que ocorra o colapso.

TI VERDE

O bom senso não tem sido uma virtude coletiva da humanidade. O aquecimento global, a destruição das florestas tropicais, o esgotamento das fontes de água potável e os problemas decorrentes da poluição são exemplos da baixa capacidade de resposta de governos e países aos maiores desafios à sobrevivência do homem. Em sentido mais amplo, o que tem faltado é planejamento, visão de longo prazo e a consciência do uso adequado dos recursos.

Uma reação positiva, no entanto, parece estar chegando ao setor de tecnologia da informação (TI) com a chamada TI Verde ou, na expressão inglesa, Green IT, também chamada Computação Verde. Seus objetivos básicos são: reduzir o consumo de energia dos equipamentos eletrônicos, baixar as emissões de carbono no processo de fabricação, evitar a contaminação do meio ambiente com materiais altamente poluentes e assegurar a sustentabilidade da infra-estrutura de informática e de telecomunicações.

Em eletrônica, um dos aspectos essenciais é o da reutilização de aparelhos por escolas e entidades filantrópicas, com a reciclagem e o recondicionamento de equipamentos de áudio, vídeo, computadores, celulares e toda a parafernália digital de nossos dias. Numa reação recente, esses sistemas de TI verde levam em conta, também, três grandes aspectos: o homem, o planeta e a continuidade das atividades humanas.

Para debater temas como esses, será realizado em São Paulo no dia 29 de maio o seminário Green IT Brasil 2008, cujo foco principal será mostrar "Como as Empresas podem obter ganhos de eficácia com a adoção de políticas de TI" (informações no site www.interchangeRH.com.br).

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080504/not_imp166996,0.php

Português. Estudo de alguns termos


Semântica

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Rede semântica em língua castelhana.


Rede semântica em língua castelhana.

A semântica (do grego σημαντικός, derivado de sema, sinal) refere-se ao estudo do significado, em todos os sentidos do termo. A semântica opõe-se com frequência à sintaxe, caso em que a primeira se ocupa do que algo significa, enquanto a segunda se debruça sobre as estruturas ou padrões formais do modo como esse algo é expresso (por exemplo, escritos ou falados). Dependendo da concepção de significado que se tenha, tem-se diferentes semânticas. A semântica formal, a semântica da enunciação ou argumentativa e a semântica cognitiva, por exemplo, estudam o mesmo fenômeno, mas com conceitos e enfoques diferentes.

Sintaxe

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ir para: navegação, pesquisa

Nota: Se procura um artigo sobre computação, consulte Análise sintática (computação).

A sintaxe (pronunciado no Brasil e em Portugal como "sintasse") é o ramo da linguísticaeuropéia no estudo da sintaxe foram dados pelos antigos gregos, começando com Aristóteles, que foi o primeiro a dividir a frase em sujeitos e predicados. Um segundo contributo fundamental deve-se a Frege que critica a análise aristotélica, propondo uma divisão da frase em função e argumento. Deste trabalho fundador, deriva toda a lógica formal contemporânea, bem como a sintaxe formal. No século XIX a filologia dedicou-se sobretudo à investigação nas áreas da fonologia e morfologia, não tendo reconhecido o contributo fundamental de Frege, que só em meados do séc. XX foi verdadeiramente apreciado. que estuda os processos generativos ou combinatórios das frases das línguas naturais, tendo em vista especificar a sua estrutura interna e funcionamento. Os primeiros passos da tradição

Funções Sintáticas

Há várias funções sintáticas. Algumas delas podem ser vistas abaixo:

Basicamente, em qualquer linguagem, as funções básicas são o sujeito e o predicado.

Semiótica

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

«A semiótica é um saber muito antigo, que estuda os modos como o homem significa o que o rodeia..»


Definição

A Semiótica (do grego semeiotiké ou "a arte dos sinais") é a ciência geral dos signos e da semiose que estuda todos os fenômenos culturais como se fossem sistemas sígnicos, isto é, sistemas de significação. Ocupa-se do estudo do processo de significação ou representação, na natureza e na cultura, do conceitoidéia. Em oposição à linguística, que se restringe ao estudo dos signos lingüísticos, ou seja, do sistema sígnico da linguagem verbal, esta ciência tem por objeto qualquer sistema sígnico - Artes visuais, Música, Fotografia, Cinema, Culinária, Vestuário, Gestos, Religião, Ciência, etc. ou da

Origens

É importante dizer que o saber é constituído por uma dupla face. A face semiológica ou semiótica (relativa ao significante) e a epistemológica (referente ao significado das palavras).

A semiótica tem, assim, a sua origem na mesma época que a filosofia e disciplinas afectas. Da Grécia até os nossos dias tem vindo a desenvolver-se continuamente. Porém, posteriormente, há cerca de dois ou três séculos, é que se começaram a manifestar aqueles que seriam apelidados pais da semiótica (ou semiologia).

Os problemas concernentes à semiótica podem retroceder a pensadores como Platão e Santo Agostinho, por exemplo. Entretanto, somente no início do século XX com os trabalhos paralelos de Ferdinand de Saussure e C. S. Peirce, a semiótica começa a adquirir autonomia e o status de ciência.

Principais autores de referência

C.S.Peirce, "Estudos Coligidos", A.M.D'Oliveira, ed., Abril Cultural, São Paulo SP, 1983.

Retórica

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A retórica é a técnica (ou a arte, como preferem alguns) de convencer o interlocutor através da oratória, ou outros meios de comunicação. Classicamente, o discurso no qual se aplica a retórica é verbal, mas há também — e com muita relevância — o discurso escrito e o discurso visual.

Em verdade, a oratória é um dos meios pelos quais se manifesta a retórica, mas não o único. Pois, certamente, pode-se afirmar que há retórica na música ("Para não dizer que não falei da Flores", de Geraldo Vandré: retórica musical contra a ditadura), na pintura (O quadro "Guernica", de Picasso: retórica contra o fascismo e a guerra) e, obviamente, na publicidade. Logo, a retórica, enquanto método de persuasão, pode se manifestar por todo e qualquer meio de comunicação.

A retórica aristotélica, de certa forma herdeira daquela de Sócrates, procura fazer o interlocutor convencer-se de que o emissor está correcto, através de seu próprio raciocínio. Retórica não visa distinguir o que é verdadeiro ou certo mas sim fazer com que o próprio receptor da mensagem chegue sozinho à conclusão de que a ideia implícita no discurso representa o verdadeiro ou o certo.

A retórica era parte de uma das "três artes liberais" ou "trivium" ensinadas nas faculdades da Idade Média (as outras duas corresponderiam à dialética e gramática).

Quem deseja ter razão de certo a terá com o mero fato de possuir língua


Goethe

Léxico

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ir para: navegação, pesquisa

Léxico poderia ser definido como o acervo de palavras de um determinado idioma. Em outras palavras, é todo o conjunto de palavras que as pessoas de uma determinada língua têm à sua disposição para expressar-se, oralmente ou por escrito. Podemos dizer que uma característica básica do léxico é sua mutabilidade, já que ele está em constante movimento. É só notarmos o fato de que palavras se tornam arcaicas, outras são incorporadas, outras mudam seu sentido, e, tudo isso ocorre de forma gradual e quase imperceptível. O sistema léxico de uma língua traduz a experiência cultural acumulada por uma sociedade através do tempo, ou seja, o léxico pode ser considerado como o patrimônio vocabular de uma comunidade lingüística através de sua história, um acervo que é transmitido de uma geração para a geração seguinte. O usuário da língua utiliza o léxico, esse inventário aberto de palavras disponíveis no seu idioma, para a formação do seu vocabulário, para sua própria expressão no momento da fala e para a efetivação do processo comunicativo. Assim, o vocabulário de um indivíduo caracteriza-se pela seleção e pelos empregos pessoais que ele faz do léxico. Quanto maior for o vocabulário do usuário, maior a possibilidade de escolha da palavra mais adequada ao seu intento expressivo.

Vestibular em Foco - Espanhol

FILME: CENTRAL DO BRASIL (Brasil-1998)


Central do Brasil

TÍTULO DO FILME: CENTRAL DO BRASIL (Brasil-1998)
DIREÇÃO: Walter Salles
ELENCO: Fernanda de Oliveira, Vinícius de Oliveira, Marília Pêra, Othon Bastos, Matheus Nachtergaele, Soia Lira, Otávio Augusto, Caio Junqueira e Stella Freitas.

RESUMO

O filme retrata a vida de Dora e Josué. Ela, uma professora aposentada que ganha a vida escrevendo cartas para analfabetos, na maior estação de trens do Rio de Janeiro, (Central do Brasil). Ele, um garoto pobre, que com oito anos de idade perde sua mãe no Rio de Janeiro e sonha com uma viagem ao Nordeste para conhecer o pai.
Dora conhece Josué, que após a perda da mãe fica perdido e entregue às várias formas de violência urbana, típicas de uma cidade grande num país subdesenvolvido. Após um grave acidente, onde Josué quase foi vitima de uma tentativa de tráfico para o exterior, Dora rendeu-se ao apelo do menino e o acompanhou em busca de seu pai e irmãos numa longa viagem para o sertão da Bahia e de Pernambuco

CONTEXTO HISTÓRICO

O filme mostra a realidade do Brasil no final do século XX, caracterizando principalmente as condições de vida no subúrbio de uma cidade grande em um país subdesenvolvido.
A massa de migrantes nordestinos, que desde o início do século abandona o sertão em busca de melhores oportunidades na cidade, aumentou o contingente de miseráveis nos centros urbanos, que os trata como descartáveis, entregando-os ao tráfico e assalto, como alternativa para sobrevivência.
O crescimento econômico dos últimos 20 anos não repercutiu igualmente nas diversas classes sociais, sendo que as conseqüências negativas desse processo, atingiram duramente grande parte da população, geralmente a mais pobre e mais sofrida.
A crescente concentração de riqueza, o salário mínimo vergonhoso, o desemprego, o aumento da pobreza e da miséria, a falta de saneamento básico e de assistência à saúde, fazem parte das situações trágicas vividas na carne pela população mais pobre, com a qual nos deparamos em nosso cotidiano.

Veja abaixo um trailler do filme.

vdjorge

http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=271

WALDEMAR MAGALDI - INSEGURANÇA E BAIXA AUTO-ESTIMA


Angústia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Nota: Se procura a freguesia açoriana parónima, consulte Angústias.

Chamamos de angústia a sensação psicológica, caracterizada por "abafamento", insegurança, falta de humor, ressentimento, dor e ferida na alma. Na moderna psiquiatria é considerada uma doença que pode produzir problemas psicossomáticos.

A angústia é também uma emoção que precede algo (um acontecimento,uma ocasião, circunstância), também pode-se chegar a angústia através de lembranças traumaticas que dilaceraram ou fragmentaram o ego. Angústia quando a integridade psíquica está ameaçada, também costuma-se haver angústia em estados paranóicos onde a percepção é redobrada e em casos de ansiedade persecutória. A angústia exerce função crucial na simbolização de perigos reais (situação, circunstância) e imaginários (consequencias temidas).

"Jean-Paul Sartre, filósofo francês contemporâneo, defendeu que a angústia surge no exato momento em que o homem percebe a sua condenação irrevogável à liberdade, isto é, o homem está condenado a ser livre, posto que sempre haverá uma opção de escolha: mesmo diante de A, posso optar por escolher não-A. Ao perceber tal condenação, ele se sente angustiado em saber que é senhor de seu destino. Também Sigmund Freud, Pai da Psicanálise, realizou estudos sobre o problema da angústia. Ele afirmou que vivemos um profundo mal-estar provocado pelo avanço do capitalismo. Contudo, a sua colaboração mais profunda para essa nossa temática pode ser percebida na sua análise do nosso aparelho psíquico: vivemos um conflito interno entre três instâncias psíquicas fundamentais ao equilíbrio do ser: nossas vontades (id) vivem em constante atrito com nosso instinto repressor (superego). Podemos tudo aquilo que queremos? Infelizmente não. O balanço entre as vontades e as repressões tem que ser buscado pelo ego, a nossa consciência. É o ego que analisa a possibilidade real de por em prática uma ação desejada pelo nosso id. Não obstante, controla o excessivo rigor imposto pelo superego. A esse conflito entre o id e o superego, Freud denominou angústia." (Cleberson Dias - Lic. Plena em Filosofia)

"Pessoas que apresentam o quadro de angústia sem acompanhamento profissional, desenvolvem outros distúrbios emocionais, tais como cansaço físico-mental, abaixamento da auto-estima e comportamentos desadequados".[carece de fontes?]


Ansiedade
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Ansiedade, Ansia ou Nervosismo, é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de medo, perigo ou de tensão, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, nervosismo, aperto no tórax, transpiração, etc.

Todas as pessoas podem sentir ansiedade, principalmente com a vida atribulada atual. A ansiedade acaba tornando-se constante na vida de muitas pessoas. Dependendo do grau ou freqūência pode se tornar patológica e acarretar em muitos problemas posteriores, como o transtorno da ansiedade.
Unhas roídas, característica de ansiedade
Unhas roídas, característica de ansiedade

Ter ansiedade ou sofrer desse mal faz com que a pessoa perca uma boa parte da sua auto-estima, ou seja, ela deixa de fazer certas coisas porque se julga ser incapaz de realizá-las. No entanto, o termo ansiedade está de certa forma interligado com o a palavra medo, sendo assim a pessoa passa a ter o medo de errar quando da realização de diferentes tarefas, sem mesmo chegar a tentar.

Esses dois aspectos, tanto a ansiedade quanto o medo, não surgem na vida da pessoa por uma escolha, acredita-se que de certa forma, alguma palavra dita no seu passado por alguém, uma ofensa, um comentário, uma atitude negativa em relação a pessoa que sofre desse mal, pode ser a causa principal do surgimento desses sintomas. É necessário então que a pessoa encontre um meio de superação e continue vivendo, tendo a certeza, que as coisas ruins vividas no passado servirão apenas de crescimento e amadurecimento futuro.

A actividade física está associada à redução de estados de ansiedade.

As pessoas ansiosas têm um vasto número de sintomas (veja a lista abaixo). Muitos resultam de um aumento da estimulação do sistema nervoso vegetativo ou autónomo, que controla o "reflexo ataque-fuga".Outros são " somatizações", ou seja, os doentes convertem a ansiedade em problemas fisicos, incluindo dores de cabeça, distúrbios intestinais e tensão muscular. Cerca de metade das pessoas com ansiedade sofrem principalmente de sintomas físicos, normalmente localizados nos intestinos e no peito.

Sintomas

* Fadiga;
* insônia;
* falta de ar ou sensação de sufoco;
* picadas nas mãos e nos pés;
* confusão;
* instabilidade ou sensação de desmaio;
* dores no peito e palpitações;
* afrontamentos, arrepios, suores, frio, mãos úmidas;
* boca seca;
* contrações ou tremores incontroláveis;
* tensão muscular, dores;
* necessidade urgente de defecar ou urinar;
* dificuldade em engolir;
* sensação de ter um "nó" na garganta;
* dificuldades para relaxar;
* dificuldades para dormir.



A apresentadora Marisa Monforte, do programa Viver e Conviver da Rede Vida entrevista o prof. Dr. Waldemar Magaldi, abordando o tema da baixa auto-estima como c ausa de transtornos existenciais.

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