segunda-feira, 9 de junho de 2008

Curso para professores de 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental

Curso de matemática para professoras de 1ª a 4ª série do ensino fundamental.
Curso de Matemática
Abaixo, você encontra os links para a realização dos 5 (cinco) módulos. Cada módulo possui exercícios para serem realizados. Você recebe, após a realização do exercício, a resposta correta para a questão.
Esperamos que você possa aproveitar o máximo deste curso.

Módulo 1.
Módulo 2.
Módulo 3.
Módulo 4.
Módulo 5.

Este curso foi desenvolvido e projetado por professores e alunos do ICMC/USP. O curso pode ser realizado por qualquer usuário que tenha acesso à Internet e é inteiramente gratuito.
Professores ativos no Ensino Fundamental e professores ativos inscritos em um dos núcles credenciados podem receber um certificado emitido pela Pró Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade de São Paulo, desde que se inscrevam no curso.
OBS: As inscrições estão suspensas, já que o projeto foi encerrado, porem o curso está disponível para todos que desejarem realizar as atividades sem se preocupar em receber o certificado.
Note que algumas questões no curso original eram interativas, o participante enviava suas respostas por email que eram respondidas e comentadas por um bolsista do programa. Como o projeto esta encerrado, esse recurso não está mais funcionando e não será mais possível responder as questões enviadas.


Obrigado por sua visita, volte sempre.

Ciberalfabetização: um projeto pedagógico de Geografia



Ciberalfabetização: um projeto pedagógico de Geografia



Maria Terêsa da Silva Abreu
Professora de Geografia e aluna do curso de extensão Geografia da exclusão social e cidades digitais no Brasil, Consórcio Cederj




Um rio cheio de braços e afluentes e uma rede de drenagem de informações, dentro de uma realidade de exclusão digital


Sociedade do conhecimento em evolução
Este projeto de trabalho foi direcionado para adolescentes do segundo segmento do ensino fundamental, mas nada impede que também seja repassado a qualquer grau de ensino, desde que a clientela seja identificada no perfil de exclusão digital. Desta forma incluo neste grupo os alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA), ou ainda membros da comunidade, que em horários alternativos queiram participar do curso.

Pretendemos oferecer aos freqüentadores do curso uma compreensão das tecnologias da informação sem necessariamente dispormos da tecnologia em si, de imediato. Pois o vocabulário já usado por muitos indica uma predisposição de entendimento das transformações por que vêm passando as noções de tempo e espaço, que sempre foram de grande interesse da Geografia. Por isso esta oficina tem como foco o ciberespaço, e será oferecida por professores de Geografia e Língua Inglesa (idioma oficial da Internet).

Nossa intenção é a alfabetização digital, que capacitará a transformação do pensamento analógico de nossos ciberexcluídos em crescente raciocínio digital, sabendo como usar, pelo menos, a linguagem das novas tecnologias da informação.

Partindo das referências de contos orientais, podemos perceber que nossos problemas começam a ser resolvidos à medida que tomamos conhecimento deles. Assim, não começaremos uma caminhada de 1.000 quilômetros se não houver o primeiro passo. Esse primeiro passo é a nossa proposta.

Estamos diante de um instante (muito mais rápido do que um momento) em que os tempos verbais estão trocados, e sem medo errar podemos dizer que o futuro foi ontem. Não há mais tempo a perder, pois o tempo no mundo digital nem existe realmente. Por isso percebemos o que nossos jovens já nos avisavam: “Fui!”. Em sua forma popular de interpretar a aceleração desenfreada da sociedade da informação.

Desta forma, nas vozes populares já se observam ditos que nos parecem misturar a rapidez do papa-léguas do desenho animado com um não sei o quê de “sem papas na língua”, como se fossem um grito de alerta à exclusão e que muitos não querem ouvir.

"Tá ligado?". A formatação dessas novas expressões denota claramente, a meu ver, um pedido de socorro a fazer eco dentro de nossas consciências. Ou desvendamos os mistérios destes novas tecnologias para nossos alunos ou estas mesmas tecnologias os deixarão piratas cegos num mundo sem lei. Não serão os terroristas excluídos gritando pela inclusão? Não são seus carros-bomba megafones para uma sociedade surda aos seus apelos? Acreditamos que já passou da hora de, pelo menos, acelerar-se a ciberalfabetização. Esta é apenas uma iniciativa de executar na prática esta idéia.

Em nossa comunidade escolar, embora esteja inserida num contexto onde a cibercultura invade sua linguagem e seu cotidiano imaginário, poucos são os contatos reais com a tecnologia e seus conceitos. Assim, esses contatos restringem-se às caixas registradoras de grande supermercados, códigos de leitura ótica, ou aos caixas dos bancos 24 horas.

Nosso incentivo é criar uma saída rápida, barata e prática para iniciar este tipo de alfabetização, pois quando a tecnologia estiver disponível nossos jovens já saberão muito bem para que serve, qual proveito tirar e como se capacitar através dela.

E ficarmos apenas tontos com o rápido suceder dos fatos e conceitos das tecnologias da informação e deixarmo-nos levar pelo espanto infrutífero, não cairemos “na real”, onde o espaço virtual é rei. Depois será tarde demais para dizer “rei morto, rei posto” pois este reino não mais estará disposto a ouvir o que ficou para trás.

Se estivermos perdidos no ciberespaço, jamais cairemos no chamado mundo “real” de nossos jovens. Assim, se não podemos dispor de um PC para cada aluno, nada nos impede de fazê-los dominar essa linguagem específica, pois a internet é uma realidade que não tem volta. Dominar sua linguagem que nos chega aos borbotões, através de jornais, tv, cinema, músicas etc. é desmembrar a máquina compactada de todas as mídias que é o computador e procurar pelo menos entendê-la, e isso é possui-la um pouco, antes que possamos tê-la disponível em nossas mãos.

Conhecer os principais signos das tecnologias da informação é uma questão, a meu ver, de segurança nacional, responsabilidade social e sustentabilidade planetária.


Programa rápido para uma aula de 120 minutos:

@ O que é a linguagem digital?
@ Rápido histórico das tecnologias da informação
@ Coordenadas do ciberespaço
@ Rede de computadores / Redes sociais de ajuda / Associação de moradores
@ Igrejas / Escola / Cooperativas / ONGs etc.
@ Confecção de uma Home Page em papel ("se eu não tenho link, tenho leque")
@ Pesquisa: onde encontrar internet grátis? Ex.: Biblioteca Nacional
@ Visita rápida pelos principais teóricos da cibercultura. Ex.: Pierre Lévy
http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/conteudo.asp?id=2041
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Problemas de aprendizagem ou de Ensinagem?


Problemas de aprendizagem ou de Ensinagem?


O que é um problema de aprendizagem? Vamos primeiro tentar entender o significado de cada uma dessas palavras:
Problema: surgiu no século XVII e, segundo o Dicionário Aurélio, refere-se a uma questão matemática proposta para que se dê uma solução.
Aprendizagem: de acordo com o Dicionário Aurélio, trata-se do ato ou efeito de aprender.
Aprender: tomar conhecimento de algo, retê-lo na memória em conseqüência de estudo, observação, experiência, advertência, etc.
Infelizmente o que vemos em muitas escolas é o "problema de aprendizagem" sendo visto como um distúrbio, um fenômeno de causa única. O aluno que apresenta um ritmo mais lento para aprender ou que aprende de forma diferente dos demais é logo colocado em um "vidrinho de conserva" e "rotulado", e assim permanece como se tivesse uma patologia.
Para Vigotsky, na visão sócio-interacionista, os alunos deveriam ser encorajados a adquirir conceitos científicos através das atividades propostas pela escola e assim modificar sua relação cognitiva, ou seja, aprender. Esses alunos que apresentam ritmos diferentes e comportamentos tidos como problemas no aprendizado escolar, fazem parte do grupo da escola e não deveriam ser estigmatizados e muito menos isolados.
Trata-se de olhar para esse aluno muito mais para identificar as suas capacidades potenciais, do que classificá-lo dentro de algum distúrbio ou doença. O papel do educador é o de fazer intervenções a fim de possibilitar que esse educando aprenda.
Cabe ao educador olhar o processo educativo como um todo em oposição à rotulação do aluno, dar aos pais incentivo e passar a confiança aos mesmos de que a escola desenvolve um bom trabalho com seus filhos, afinal é papel da escola lidar com a formação do conhecimento.
Para finalizar, entendo que cabe à escola, e em especial ao professor, ampliar a visão sobre "problemas de aprendizagem", aprimorando sua competência e atuação. Como diz Alícia Fernández, psicopedagoga argentina, "o problema não é de aprendizagem, mas sim de ensinagem". É o professor quem deve buscar meios e alternativas criativas para que seu aluno aprenda.

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Andréa Cristina Sória Prieto
Consultora Pedagógica em Matemática na Futurekids do Brasil
Pós-Graduada em Psicopedagogia e Direito Educacional com Graduação em Pedagogia

http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/conteudo.asp?id=1045
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educação matemática e a aquisição do conhecimento simbólico alguns caminhos a serem trilhados

Ética

http://www.youtube.com/user/HRomariz

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Aprenda a usar o "estilo consultivo". Você em Foco. (TV Emprego).

http://www.youtube.com/user/leoemployer

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O valor da competência. Você em Foco(TV Empregos).

http://www.youtube.com/user/leonardotorrenti

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Hate That I Love You .Rihanna


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