quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Irmãos educados em casa passam em prova, mas têm futuro indefinido.


Para superintendente de ensino, resultado é 'razoável'. Juiz do caso diz que a prisão dos pais está descartada.

Fernanda Bassette Do G1, em São Paulo


Os irmãos mineiros David, 15 anos, e Jonatas, 14 anos, que saíram da escola tradicional há dois anos e são educados em casa pelos pais foram "aprovados" na maratona de quatro dias de provas determinadas pela Justiça de Timóteo, em Minas Gerais, para avaliar se tinham conhecimento compatível com estudantes da mesma idade. Ainda assim, o futuro dos meninos continua indefinido, já que a educação em casa não é permitida pela legislação brasileira.

A nota mais baixa que Jonatas teve foi 37, em história. A mais alta foi a de português: 81 pontos. David teve a nota mais baixa em ciências - 46 pontos; e a mais alta em geografia - 86 pontos. A média final dos irmãos superou os 60 pontos, que era a mínima exigida pela Secretaria Estadual de Educação de Minas Gerais. (Veja as notas dos meninos na tabela abaixo).

Os pais dos jovens, Bernadeth e Cleber Andrade Nunes, estão sendo processados nas áreas cível (por descumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente) e criminal (pelo crime de abandono intelectual). Eles foram condenados em primeira instância na área cível a rematricular os adolescentes na escola e pagar uma multa - eles podem até perder a guarda dos filhos. A família recorreu. Agora falta a manifestação do juiz criminal - que vai determinar se houve ou não o abandono intelectual.

Para Cleber, o resultado das provas é "excelente", pois, na opinião dele, mostra que não existe o crime de abandono intelectual dos filhos. "Sem freqüentar a escola, eles tiraram notas altas em matérias que eles receberam o conteúdo programático apenas uma semana antes dos exames. Tenho esperança de que o juiz seja favorável a nós, já que os meninos superaram as médias estipuladas", disse.

Fonte:
G1

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Augusto Cury


Augusto Cury




“Administrar a emoção é mais difícil que
gerenciar uma grande empresa”

Martinho Santafé

Augusto Cury, médico psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor, pós-graduado na França, realizou pesquisas na área de Ciências da Educação na Espanha. Pensador e teórico da Educação e Filosofia, produziu uma nova teoria sobre a lógica do pensamento, o processo de interpretação e o processo de formação de pensadores. Diretor da Academia de Inteligência, faz palestras e participa de conferências mundo afora. Pesquisador da Psicologia, desenvolveu ao longo de 20 anos uma das técnicas mais complexas da atualidade sobre o funcionamento da mente e a construção da inteligência, publicada no livro “Inteligência Multifocal – Análise da construção dos pensamentos e da formação de pensadores”. Cury é um dos escritores brasileiros mais publicados e vendidos no País e no exterior.
A teoria da Inteligência Multifocal tem sido usada em teses de mestrado e doutorado em diversos países, nas áreas de psicologia, ciências da educação, sociologia, pedagogia e outras. No Brasil, várias faculdades oferecem pós-graduação “latu sensu” em Inteligência Multifocal. Cury é autor de “Pais Brilhantes, Professores Fascinantes”, “Você é Insubstituível””, “Dez Leis para ser Feliz”, “Revolucione sua Qualidade de Vida”. Uma das obras mais curiosas e conhecidas de Augusto Cury – que há poucos anos se considerava “o maior dos ateus” - é a coleção “Análise da Inteligência de Cristo”, tema da concorrida palestra proferida no I Fórum Macaense de Qualidade de Vida, realizado em setembro no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho. Depois da palestra, o autor concedeu esta entrevista exclusiva à Visão Social.

Visão Social – O que é Inteligência Multifocal ?

Augusto Cury – É uma teoria que desenvolvi ao longo de 20 anos e ela tem quatro grandes frentes: número um - estuda o processo de construção de pensamentos; número dois - estuda o processo de formação do Eu como líder do teatro da mente e também da consciência existencial; número três - estuda o processo da formação da energia psíquica, em especial da energia emocional; número quatro - estuda o processo de formação da história intra-psíquica na memória, os papéis da memória. É uma das poucas teorias mundiais da atualidade que estuda como se confecciona o mundo das idéias.
A partir daí, os resultados têm sido fascinantes, aplicados francamente nas escolas com resultados terapêuticos e psicopedagógicos e também na área de Recursos Humanos. No mundo todo as escolas têm aplicado a teoria da Inteligência Multifocal para expandir as funções mais importantes da inteligência dos jovens, tais como aprender a pensar antes de reagir, expor e não impor as idéias, aprender a se colocar no lugar do outro, envolver o leque da criatividade. Na área de recursos humanos, desenvolver o espírito de liderança, a capacidade de gerenciamento dos pensamentos, de encontrar respostas inteligentes nos focos de tensão. Na área terapêutica, resgate da liderança do Eu para a superação de transtornos depressivos, reedição do plano do inconsciente nas crises de pânico, aprender a administrar os pensamentos fixos de conteúdo negativo nas obsessões. Enfim, tem uma aplicação terapêutica importante para psicólogos.

Visão Social – Haveria algum conflito entre a teoria da Inteligência Multifocal e a teoria da Psicanálise ?

Augusto Cury – Não existe conflito nem com a teoria de Freud nem com a de Jung, que são teorias analíticas, e nem com teorias comportamentais cognitivas porque essas teorias foram construídas a partir do pensamento pronto, usado para desenvolver conhecimento sobre os processos de formação da personalidade e de formação de traumas e conflitos, enquanto a teoria da Inteligência Multifocal está na base, ou seja, construímos teoria de como se constrói o pensamento. Então ela pode ser utilizada pela psicanálise e por teorias antagônicas como a teoria comportamental cognitiva.

Visão Social – Como a educação pode transformar platéia em atores principais ?

Augusto Cury – A educação no mundo todo está num processo de falência gravíssimo. Os professores, para mim, são os profissionais mais importantes da sociedade, tão ou mais importantes do que psiquiatras, juízes de Direito ou generais, porque os professores trabalham o solo da inteligência para que as crianças e os adolescentes não sejam tratados por psiquiatras, não cometam crimes e sejam julgados por juízes; e que usem a ferramenta do diálogo e não façam guerra e sejam comandados por generais. Assim teríamos mais poetas da vida e não repetidores de informação, jovens sem capacidade crítica de pensar. Por um lado os professores são os profissionais mais importantes da sociedade. Por outro lado, a educação está falida porque enfileira os alunos em salas de aula, o que é ótimo para formar soldados para uma guerra, mas péssimo para formar pensadores porque registra o sistema de hierarquia que bloqueia o pensamento, dificulta a expressão das idéias, o debate das opiniões e, conseqüentemente, gera conflitos como timidez, insegurança e bloqueio da criatividade.
A educação também está falida porque o sistema educacional impõe um ensino fast-food, um conhecimento pronto, sem ensinar a arte da dúvida, os desafios das perguntas, a questionar os conhecimentos, abrir a sua inteligência para se chegar ao mesmo problema por vários ângulos, os alunos fazerem seus questionamentos nas provas e não darem apenas respostas fechadas. É possível do ponto de vista multifocal dar nota 10 para quem errou todas as respostas, mas foi criativo, ousado, conseguiu desenvolver um bom raciocínio temático, em suma, foi inventivo.
No mundo todo está se gerando uma platéia de repetidores de informações e de não pensadores. É importante que a arte da dúvida, a arte da pergunta, a arte da consciência crítica e da contemplação do belo sejam ensinadas no microcosmo da sala de aula, mas estamos vendo que isso não está ocorrendo e os professores estão cada vez mais estressados, assim como os alunos, porque estão desenvolvendo a Síndrome do Pensamento Acelerado e o último lugar que eles querem freqüentar é uma escola. Eles são bombardeados com estímulos ligados ao consumismo, videogames, e isto gerou uma ansiedade sem precedentes na história.


Visão Social – Não seria preciso fazer uma profunda revisão dos conceitos e métodos educacionais e reciclar os professores ?

Augusto Cury – Quanto à reciclagem dos professores, os livros “Pais Brilhantes, Professores Fascinantes” e “Filhos Brilhantes, Alunos Fascinantes” têm sido usados por centenas de milhares de professores e milhares de escolas, expandindo conhecimento para que eles entendam multifocalmente a formação da personalidade, o processo de aprendizado e também ferramentas para gerar pensadores. Além disso, nós temos que mudar a metodologia do processo de aprendizado em sala de aula. Bem, em primeiro lugar deve ter música ambiente na sala de aula porque a música clássica, a música relaxante, vincula-se à informação lógica do professor e isso melhora a concentração, o rendimento intelectual, desacelera o pensamento e, conseqüentemente, alivia a Síndrome do Pensamento Acelerado.
Em segundo lugar, os alunos devem se sentar em círculo para que olhe nos olhos dos demais e, conseqüentemente, haja um debate de idéias, aumentando o rendimento intelectual e aliviando as tensões. Em terceiro, o professor deve fazer dez perguntas e dez intervenções, pelo menos, em cada aula. Em quarto, A sala de aula não pode ser um hospital onde tem um médico e uma platéia de pessoas doentes ou então um gerente e uma platéia de consumidores. Ela tem que ser um teatro onde todos são atores coadjuvantes e todos participam do processo de construção do conhecimento.
Em quinto lugar, o professor tem que aprender a contar um período de sua história, pelo menos uma vez na semana. Deve falar de suas dificuldades, seus problemas, para que os alunos entendam também que só o conhecimento lógico não vai subsidiar a formação de empreendedores. Eles precisam lidar com lágrimas, com perdas, com fracassos, porque ninguém é digno de sua sabedoria e inteligência se não usar suas perdas, suas angústias para nutri-las.
Me preocupo muito para que minhas filhas não me vejam apenas como um dos autores mais vendidos no País e mais publicados lá fora. Quero que elas vejam em mim um pai que tem defeitos, que tem dificuldades e que aprende a escrever nos dias mais tristes da sua vida os capítulos mais importantes da sua história. Quero que minhas filhas não tenham medo da vida, quero que elas tenham medo de não vivê-la. Quero que elas aprendam a lidar com suas frustrações e seus conflitos. Por isso não tenho medo de falar para elas das minhas dificuldades, dos certos percalços que atravesso, pois quero que elas aprendam que a sabedoria só se constrói quando você dá o direito de as pessoas errarem e quando você transforma seus erros numa oportunidade única de crescimento. Essa é a tônica do livro “O Futuro da Humanidade”, que está causando uma revolução nas faculdades de Medicina e de Psicologia, mostrando que pessoas mutiladas, que erraram, sofreram e foram excluídas conseguiram encontrar dignidade no caos, experiência única quando o mundo desabou sobre eles.

Visão Social – O senhor se considerava o maior dos ateus. Por que a mudança tão radical de opinião, tendo inclusive publicado a conhecida coleção “Análise da Inteligência de Cristo” que é sucesso no mundo inteiro ?

Augusto Cury – No livro que vou publicar agora, que se chama “O Segredo do Pai Nosso”, cujo subtítulo é “A solidão de Deus”, eu discuto as idéias dos grande ateus, de Marx, de Diderot, de Freud, de Nietsche, de Schopenhauer e alguns outros, e também discuto por que eu, que fui um dos maiores ateus que já pisou nessa terra, mudei meu pensamento. Os leitores vão poder conhecer mais profundamente meu pensamento a esse respeito. Mas vou antecipar aqui, nesta belíssima revista, alguns dados.

Em primeiro lugar, eu achava que no princípio era o nada e o nada fez todas as coisas. Mas aí, depois de muito refletir, de muito analisar filosoficamente, de muito pesquisar, percebi ser impossível o nada ser criativo porque o nada jamais vai ser despertado do seu sono da irrealidade para viver o pesadelo da realidade. Porque o nada é eternamente estéril, o vácuo existencial nunca vai sair da sua condição inextinguível de vazio para gerar o mundo existente. Somente a existência pode gerar a existência. Em qualquer teoria que se use, seja a teoria da Evolução, a teoria do Big-Bang, para a construção do mundo, qualquer teoria biológica, qualquer teoria psicológica, em algum ponto você tem que deduzir a idéia de Deus ou qualquer concepção que se dê a ele, pois do contrário caímos no estágio do nada, o que indica que nós somos o delírio, que a humanidade não existe, o universo não existe, a vida não existe, nada existe, que somos uma fantasia eternamente não concreta. E isso é impossível.

Segunda hipótese do meu pensamento: eu estudei os grandes pensadores, pelo menos o perfil psicológico de alguns importantes como Einstein, Hegel, Kant, Agostinho. Como esses homens saíram do cárcere da rotina e brilharam no mundo das idéias ? O que fez com que eles rompessem o rol dos comuns e expandissem o leque da inteligência para enxergar o que ninguém havia enxergou ? E fui até Jesus, analisei sua personalidade sob a crítica da psicologia e da filosofia. Estudei sua biografia nas suas quatro versões – os quatro Evangelhos – e fiquei fascinado com este homem. Percebi que Jesus não cabe no imaginário humano. Como é que pode, no ato em que ele foi traído por Judas, olhar para Judas e ao invés de agir com agressividade, raiva ou medo, ele abriu o leque da inteligência e com altruísmo sem precedente falar “Amigo, para que vieste ?”. Nunca na história uma pessoa traída concedeu um ato de dignidade ao seu traidor. Cristo deu a Judas, até o último minuto, a oportunidade preciosa para reciclar vida dele. Ele não tinha medo de ser traído, mas de perder um amigo e estava tentando cuidar do sentimento de culpa para que Judas não se suicidasse.

E quando Pedro negou Cristo pela terceira vez, e ele estava totalmente ferido e mutilado, Cristo voltou-se para Pedro, que estava a dezenas de metros, Pedro voltou-se para ele, os olhares se cruzaram – foram os olhares mais lindos da literatura mundial – e, sem conseguir dizer palavras, os olhos de Jesus Cristo gritaram: “Eu te compreendo”. Nunca alguém falou tanto com o olhar, nunca alguém foi tão generoso quando o mundo desabava sobre ele. Então, ao estudar o que os teólogos não estudaram nesses 2 mil anos de história, ao estudar os fundamentos da psicologia de Cristo querendo provar que ele era alguém de menor valor, sem grande inteligência, produzido por alguns heróis da Galiléia, fiquei impressionado ao perceber que esse homem não cabe no imaginário humano, que Jesus Cristo realmente andou e respirou nesta terra, porque nenhum ser humano, por maior criatividade que tivesse, conseguiria produzir um personagem como ele foi. Por isso que hoje eu sou um ser humano sem fronteira, acredito em Deus, me encanto com ele e meus livros são lidos por milhões de pessoas de todas as religiões indistintamente. Aprendi com ele a ser um ser humano sem fronteira porque dezenas de vezes ele dizia que era filho do homem, que era um ser humano sem fronteira, que era apaixonado pela humanidade independente de raça, cor, tamanho, sexo e assim por diante.

Visão Social – O senhor coloca como importante para que a pessoa possa ser o ator principal, para que possa subir ao palco de sua existência, o controle da emoção. Como isso é possível ?

Augusto Cury – Administrar a emoção é mais difícil do que gerenciar uma empresa com milhares de funcionários. É por isso que existem muitos miseráveis morando em palácios, muitos miseráveis ganhando milhões de dólares por ano. Eles são líderes do mundo de fora, mas não são líderes do mundo de dentro. Eu já tratei de algumas das pessoas mais ricas desse país e vi muitas delas chorando dramaticamente porque eram escravos dentro de si – o único lugar onde deveriam ser livres – porque não sabiam proteger a emoção, pequenos problemas tinham impacto muito grande, quando alguém os ofendia estragava seu dia, pessoas que não sabiam administrar sua hipersensibilidade, não sabiam administrar seus pensamentos. Eram escravos das idéias pessimistas, negativas e aterradoras produzidas no teatro de sua mente.
Então, quem não aprender a treinar seu eu para criticar cada pensamento negativo, cada idéia perturbadora, cada emoção tensa, registra essas experiências no solo da memória em cinco segundos. Nós temos no máximo cinco segundos para entender e rejeitar cada idéia perturbadora e cada pensamento dramático, pessimista, e nós não percebemos isso. Esses pensamentos são registrados nas janelas tensionais ou nas janelas killers que pouco a pouco contaminam os solos consciente e inconsciente da memória tornando-os ásperos, estéreis. Daí as pessoas acabam perdendo o encanto pela vida, deixando sua criatividade, perdendo sua paciência, se tornando espectadores passíveis nas suas mazelas e misérias, e não atores principais.

Visão Social – Nessa fase crítica, o senhor sugere que a memória seja reeditada. Como é isso ?

Augusto Cury – Não é possível deletar a memória como se faz nos computadores. De acordo com a Teoria da Inteligência Multifocal, só é possível reeditá-la, sobrepor novas experiências sobre experiências antigas. Por isso, quando alguém passa por uma crise, uma dificuldade, um problema, ele tem que olhar para dentro de si mesmo, desenvolver consciência crítica e duvidar de todo pensamento negativo, de tudo aquilo que o controla, cada idéia perturbadora, criticar o estado de angústia, a passividade do eu para que ele deixe de ser platéia para se tornar ator ou atriz principal do teatro de sua mente.
Viver a vida como ela é, fazer das pequenas coisas um espetáculo para os olhos. As coisas mais ricas e importantes da vida não se compram com o dinheiro. Um olhar solene diante de uma flor, um beijo no filho, uma troca de experiências de um professor com o aluno dizendo um momento importante da história, um elogio para um colega de trabalho, uma contemplação das nuvens que mudam de arquitetura a cada segundo, um mergulho dentro de si mesmo e agradecer a Deus como autor da existência independente de uma religião. Enfim, ricos não são aqueles que têm muito, mas são aqueles que sabem fazer muito do pouco.

Fonte: http://www.visaosocial.net/entrevistaaugustocury.html

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Dr Augusto Cury canção nova trocando ideias


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terça-feira, 16 de setembro de 2008

Palestra do psicólogo Lino de Macedo. Vìdeos Educativos.





Professor do Departamento de Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da Personalidade da Universidade de São Paulo (USP), além de especialista em Jean Piaget, Lino de Macedo participou de um debate com a equipe da Revista Nova Escola e falou sobre os conceitos de informar, conhecer e saber.

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Competências necessárias para um aluno bem-sucedido no ambiente de e-Learning.

A você que visita meu Blog, achei interessante colocar este artigo. Pois me ajudou muito no decorrer de meu curso de Pedagogia pela UNOPAR VIRTUAL.

*Daniel Birch


Muito já foi escrito sobre o impacto do e-Learning em desenvolvedores de conteúdo, instrutores e gerentes de treinamento. Quando a discussão se vira para os treinandos (alunos), a atenção tende a focar o impacto de menos viagens e menos tempo disponível para seus trabalhos. Mas não se explora o modo como o comportamento do treinando deve mudar quando a pessoa está num ambiente de e-Learning.

Para direcionar a maioria dos investimentos em e-Learning, nós precisamos antes questionar como as habilidades que servem bem aos alunos em uma sala de aula ou no processo de aprendizagem se adaptam, ou não, às experiências de um ambiente colaborativo virtual e individual. Precisamos de novas competências para o aprendizado? Será que algumas pessoas não possuem a habilidade para o e-Learning?

Novas tecnologias nem sempre exigem novas competências. Invenções e avanços geralmente fazem as coisas funcionarem de modo mais fácil. Um bom exemplo de uma tecnologia que exige dos usuários um novo comportamento para ser eficiente é o sistema ABS de freios para automóveis.O ABS foi estabelecido como equipamento padrão na maioria dos carros fabricados em 1987. O objetivo do sistema ABS é prevenir que os freios do veículo travem, fornecendo mais controle ao motorista. Contudo, desde 1987, nenhuma diminuição significativa em acidentes de automóveis pode ser atribuída ao ABS.

Supomos que a razão para isso é que o uso correto do ABS exige do motorista uma técnica diferente para se usar o pedal de freio. Muitos motoristas simplesmente não estão familiarizados com a nova técnica. Eles passaram em seus testes de motorista antes do ABS ser implementado e não precisaram fazer o teste novamente para mostrar que assimilaram a nova tecnologia. Sem uma mudança de comportamento por parte dos motoristas, os benefícios da tecnologia são perdidos.

Vamos dar um passo para trás e olhar para um Modelo de Competência do Aluno que se enquadra no contexto da experiência do aprendizado em três níveis:

1. Entre o aluno e o ambiente (auto-orientação)
2. Entre o aluno e o conteúdo
3. Entre o aluno e o colaborador virtual (colaboração)

Competências de auto-orientação
O aprendizado de auto-orientação é qualquer forma de estudo na qual o estudante possui a responsabilidade primária por planejar, executar e avaliar seus esforços. Os alunos bem-sucedidos neste quesito possuem características como autoconhecimento, auto-suficiência e autoconfiança .

Autoconhecimento é a identificação da necessidade de se aprender algo, e o compromisso com o desenvolvimento desta habilidade ou falta de conhecimento. Auto-suficiência é a habilidade de gerenciar a atividade de aprendizado para garantir a conclusão bem-sucedida e a realização dos objetivos estabelecidos. Autoconfiança é a crença de que se é capaz de aprender de um modo auto-orientado. Em outros termos, autoconhecimento significa “Eu preciso aprender”, auto-suficiência significa “Eu sou responsável por meu aprendizado” e autoconfiança significa “Eu posso aprender”.


Autoconhecimento (“Eu preciso aprender”)

TO autoconhecimento começa com a pessoa reconhecendo que precisa de algum treinamento. Um aluno de e-learning consegue identificar e priorizar suas habilidades pessoais e as áreas em que precisa desenvolver seu conhecimento. Muitas empresas possuem modelos de desenvolvimento profissional das habilidades e conhecimentos que os funcionários devem ter. Os gerentes e líderes devem ser consultados sobre inputs e conhecimentos que devem ser desenvolvidos, mas sempre que possível o aluno deve buscar testes de avaliação; estes são incluídos com freqüência nos programas de treinamento que as companhias disponibilizam para suas equipes.

Nas situações onde a identificação da necessidade de treinamento vem de uma fonte externa, como um gerente ou o departamento de RH, o autoconhecimento exige que o próprio aluno concorde que o treinamento é necessário. Diante de um grande catálogo de opções de treinamento, o autoconhecimento ajuda a diagnosticar melhor qual habilidade deve ser desenvolvida. Por exemplo, uma pessoa pode pensar que precisa de um treinamento em softwares de gerenciamento de projetos, mas talvez precise, de fato, aprender sobre conceitos de planejamento de projetos primeiro.

Os motivadores tradicionais para o e-Learning são geralmente fontes sociais, como reconhecimento, conformidade, desenvolvimento de carreira e competição. Para quem possui autoconhecimento, a fonte de motivação deve ser mais orientada para a realização. Alunos bem-sucedidos são motivados por um benefício direto, que seja valioso para eles e que aparece como o resultado do aprendizado completo. Assim como é verdade que para a maioria do aprendizado “on-the job”, uma das melhores maneiras de se manter motivado e não perder o foco é possuir um problema específico para se resolver, ou uma tarefa a completar, que não possa ser feita até que se aprenda o assunto em questão. Sem isso, o aluno deve tentar especificar qual habilidade precisa ser desenvolvida, em termos de carreira ou aspecto pessoal.


Auto-suficiência (“Eu sou responsável por meu aprendizado”)

Auto-suficiência é o gerenciamento eficaz dos recursos tempo e aprendizado. O formato tradicional de ensino condicionou os alunos a serem passivos – a sentar, ouvir e absorver informação, e depois aplicá-la no futuro. Os alunos de e-Learning bem-sucedidos gerenciam seu aprendizado assim como qualquer outra atividade importante: eles estabelecem metas claras, prazos, planos detalhados, recursos seguros, monitoram e documentam seus progressos. Além disso, quando podem, eles também fixam acordos com seus gerentes e outras pessoas que supervisionam seu tempo, para que a atividade de aprendizagem seja uma prioridade. O aprendizado não terá êxito a não ser que o indivíduo tenha um enorme senso de propriedade e responsabilidade quanto ao processo em si.

O ambiente do funcionário pode não ser sempre condizente com o aprendizado. Já que a maior parte do e-Learning é feita em um computador em uma mesa de escritório, a proximidade com os colegas, o telefone, e-mail e outras tarefas são distrações inevitáveis. Em casa as distrações também existem, como os membros da família, a televisão, a cozinha. Não há dúvidas de que o e-Learning exige disciplina.

Colocar algum cartaz do tipo “Não perturbe” no escritório pode ajudar a afastar os colegas na hora do e-Learning, mas os alunos bem-sucedidos em seus cursos, além disso, irão fechar seu programa de e-mail, desligar os telefones e limpar seu espaço de qualquer distração. Eles reconhecem e removem todas as fontes possíveis de distração. (TV, telefone, etc).


Autoconfiança (“Eu posso aprender”)

Aqueles que se acostumaram a ter o ensino organizado e preparado por outras pessoas podem não ter confiança em sua capacidade de aprender por conta própria. Embora a colaboração virtual e os tutores estejam cada vez mais presentes nos cursos, nas situações em que os alunos estão completamente sozinhos, a falta de um feedback externo pode fazê-los questionar seu progresso e cumprimento das metas. Alunos confiantes reconhecem que o constrangimento às vezes causado por um erro num ambiente normal de sala de aula são minimizados num ambiente de e-Learning, e então se dispõe a correr riscos maiores. Os alunos que se saem bem num ambiente de e-Learning identificam maneiras ativas de testar e aplicar seu conhecimento adquirido, e se recompensam pelo próprio sucesso.


Competências Metacognitivas

Metacognição se refere a um estado avançado de pensamento que envolve o controle ativo dos processos cognitivos relacionados a e-Learning.Em termos mais simples, metacognição é “pensar sobre o modo como você pensa”. Pensamentos metacognitivos são planejados, deliberados, objetivamente direcionados e orientam o comportamento para o futuro, de modo que podem ser usados para realizar tarefas cognitivas.
Alunos de e-Learning bem-sucedidos possuem um sólido entendimento do processo de aprendizado, possuem suas próprias orientações acerca dele, e sabem como estruturar suas atividades de aprendizado (“Eu sei como eu aprendo”). Eles também possuem a capacidade de avaliar seu progresso objetivamente (“Eu sei se estou aprendendo”).


Processo de Aprendizado (“Eu sei como eu aprendo”)

Os alunos de e-Learning são em grande parte responsáveis pela estrutura de seu processo de aprendizagem, eles precisam entender como se aprende. Isto possibilita a criação e o planejamento de um programa de estudo que funcione melhor para eles. As premissas da teoria de aprendizado dos adultos são bem conhecidas daqueles que planejam e oferecem treinamento, mas na maioria das vezes são um mistério para os treinandos. Independente do modelo usado, os alunos de e-Learning bem-sucedidos entendem os princípios básicos da teoria de aprendizado dos adultos, reconhecem seu próprio estilo de estudo e suas orientações e estruturam sua experiência de e-Learning usando as estratégias que serão mais eficientes para o seu caso.

Algumas técnicas adotadas por alunos de e-Learning bem-sucedidos incluem: revisões do conteúdo estudado; anotações; revisões de tópicos compreendidos anteriormente e tópicos relacionados ao assunto; desenvolvimento de modelos (diagramas, tabelas, etc) que organizem a informação de modo que elas tenham um significado pessoal; associação de novas informações a assuntos já aprendidos para a aplicação do conhecimento em uma situação mais complexa e difícil.


Auto-Avaliação (“Eu sei se estou aprendendo”)

Um aspecto crítico do processo de e-Learning é uma honesta e exata auto-avaliação. Ela se distingue da habilidade de auto-suficiência de monitorar o progresso frente a um plano, desde que o foco não esteja no cumprimento das tarefas e na resposta dos testes, mas se o aprendizado está sendo mesmo real.

Alunos de e-Learning bem-sucedidos buscam oportunidades para aplicar seus novos conhecimentos, e medem seus resultados objetivamente, sempre respeitando suas intenções originais de aprendizado primeiro lugar. Eles também avaliam se estão gerenciando de forma eficiente seu processo de aprendizado. Os alunos mais avançados podem até mesmo chegar ao ponto de identificar se há um impacto nos negócios ou um retorno sobre o investimento em seus esforços de aprendizagem.


Competências de Colaboração

As competências de colaboração são aquelas necessárias quando se participa de uma atividade online síncrona ou assíncrona, o que pode incluir sessões de chat, troca de e-mails, fóruns de discussão, mensagens instantâneas e classes virtuais.

Dois temas principais dominam as competências desta área. Primeiro: no aprendizado colaborativo online, toda a linguagem corporal, e em muitos casos, o tom de voz, não estão presentes. Segundo: no modo assíncrono, os colaboradores, incluindo os tutores e pares, podem não estar envolvidos no processo de aprendizado ao mesmo tempo. Os alunos bem-sucedidos em e-Learning precisam ter competências em comunicação virtual, reação assíncrona e feedback virtual.


Comunicação Virtual (“Eu sei o que você quer dizer e você sabe o que eu quero dizer”)

Fala: nós estamos acostumados a se comunicar com nossos corpos quando usamos a voz. Pessoas que costumam se expressar bem em uma sala de aula virtual se parecem com aquelas personalidades talentosas de rádio ou com dubladores de desenho animado: eles sabem usar seus corpos quando falam, e sabem como usar o ritmo, o volume e as pausas para expressas suas intenções e sentimentos.


Audição: Uma audição ativa num ambiente de colaboração virtual se torna mais difícil pela ausência da observação da linguagem corporal. A atenção deve ser maior para as variações no tom de voz, assim como tentar se antecipar à direção que os tutores irão tomar, além da preocupação em fazer perguntas claras, refazê-las quando preciso e resumi-las, quando solicitado.


Escrita:
A escrita numa sala de chat, num fórum de discussão ou num e-mail deve ser clara, concisa e livre de erros de lógica e gramaticais. Uma das vantagens do ambiente assíncrono, assim como dos fóruns de discussão é que o aluno tem tempo para checar as informações, refletir e se posicionar perante elas antes de publicar sua opinião. A inteligência do colaborador será julgada pela qualidade de sua escrita. Para construir relacionamentos com os colaboradores virtuais, o aluno de e-Learning deve deixar sua personalidade se manifestar em sua escrita.


Leitura: Ao ler textos escritos por outras pessoas, deve-se tomar cuidado para não se ater somente ao que foi escrito. Muitas das habilidades auditivas mencionadas acima também se aplicam à leitura.


Reações Assíncronas (“Eu estou aqui”)

Ferramentas assíncronas, assim como as listas de discussão e trocas de e-mail podem ser fáceis de ignorar ou podem levar muito tempo para serem respondidas. Evitar confrontos nesses casos é muito simples, basta ignorar as mensagens de quem você discorda. E é mais fácil manter a informação guardada quando se está em um ambiente de competição. Ser um bom “cidadão virtual” significa compartilhar as informações abertamente, respeitando a opinião dos outros e participando prontamente das atividades assíncronas. Aqueles que não demonstram estas habilidades podem facilmente ser dispensados por seus colaboradores virtuais.


Feedback Virtual (“Como estou me saindo?”)

Um treinamento em sala de aula conduzido por um instrutor não precisa necessariamente oferecer aos treinandos um feedback formal, mas eles inevitavelmente terão um feedback informal baseado no seu comportamento individual. Alunos de e-Learning precisam saber como solicitar feedback de forma oportuna e regular. Algumas atividades virtuais de colaboração não possuem nem mesmo um instrutor para controlar o processo. Sendo assim, é necessário solicitar o feedback dos pares.

Alunos de e-Learning devem entender o tipo de feedback que eles precisam, e quem poderá oferecer este feedback a eles. Eles devem buscar e oferecer um feedback que focalize o desempenho específico, e o relacione aos objetivos e às expectativas do treinamento, seus efeitos, e suas conseqüências. Além disso, os alunos de e-Learning bem sucedidos devem oferecer aos facilitadores um feedback das atividades e se certificarem de que as sessões online correspondem às suas necessidades no que diz respeito ao ritmo e compreensão.


Você está fazendo os investimentos certos?


Conforme as companhias fazem investimentos em novas tecnologias de e-Learning, uma justificativa popular para estes investimentos é a noção de que a habilidade dos funcionários para aprender mais rápido pode dar à empresa uma vantagem competitiva. Para que os benefícios competitivos do e-Learning sejam alcançados, somente um conteúdo de primeira linha entregue na mais moderna plataforma não é suficiente. As companhias precisam que seus funcionários também sejam alunos de primeira linha. A menos que eles desenvolvam em seus funcionários as competências para que o e-Learning tenha sucesso, o retorno sobre o investimento em conteúdo e tecnologia pode não ser alcançado.


*Especialista em
e-learning, IBM Business Consulting Services


Fonte: Curso de Pedagogia Licenciatura Plena EAD Unopar Virtual primeiro dia de aula. fevereiro de 2.006.
http://www.portaleducacao.com.br/educacao/principal/conteudo.asp?id=2692

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2Pac - Don't Stop The Music (Unreleased, Don't Stop OG).

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Projeto HORTA*.



Um terreno baldio dentro da escola. Em muitos lugares isso poderia ser um grande empecilho, servir indevidamente como depósito de lixo ou como "área de concentração inadequada de alunos". Mas na Escola Estadual Professora Fleurides C. Menechino, em Adamantina, interior de São Paulo, o problema virou solução. Os estudantes e a professora de Ciências, Maria Amélia Wolff Ferreira, transformaram o local ocioso em uma horta.

O projeto teve início em agosto de 2003, com aproximadamente 30 alunos das oitavas séries, mas, ao todo, 320 estudantes participam esporadicamente das atividades. Com a orientação da professora, eles limparam o terreno de 800 m², instalaram a irrigação, adubaram a terra e iniciaram o plantio. "A horta virou o assunto da escola, todos querem cuidar dela", conta a professora Maria Amélia. De manhã, nos intervalos das aulas, os estudantes se dividem em pequenos grupos para irrigar as hortaliças. No período da tarde, todos os dias, cerca de dez alunos vão à escola voluntariamente para dedicar duas horas e meia ao cultivo de alface, rúcula, almeirão, cenoura, mostarda, chuchu, espinafre, etc. A produção é utilizada na merenda da escola e o restante dividido entre os participantes do projeto. "Nos períodos de férias, doamos tudo o que colhemos para a Santa Casa de Misericórdia de Adamantina. Eles recebem mais ou menos 30 quilos de verdura por semana", diz a professora. A interação entre os moradores da cidade e o projeto beneficia a todos. Através de parcerias com a comunidade, a escola ganhou mangueiras, palanques, adubos, sementes e ferramentas.

A prática desperta o interesse


Além de complementar a merenda escolar e a alimentação de algumas famílias, o Projeto Horta tem sido um verdadeiro laboratório ao ar livre para as aulas de Química, Física, Biologia e Matemática. Os alunos aprendem, na prática, temas como nutrientes do solo, luminosidade, temperatura, fotossíntese, desenvolvimento de plantas, a vida dos insetos e medidas de áreas. "Essas experiências ao vivo despertam o interesse pelas aulas. Os estudantes pesquisam e debatem mais os assuntos. O aprendizado deles melhorou muito", afirma Maria Amélia. Ela também desenvolveu uma apostila para ensinar os alunos a montarem suas próprias hortas no quintal de casa. A distribuição desse material faz sucesso na escola. "Todos me pedem e muitos já estão cultivando seus canteiros", conta, orgulhosa, a professora.

Para implantar o projeto na sua escola, você vai precisar de:

  • Um terreno para desenvolver a horta.
  • Apoio dos alunos, dos outros professores e da comunidade.
  • Recursos como palanques, arames, adubos, sementes e ferramentas necessárias ao cultivo de hortaliças.
  • Parcerias com os comerciantes locais.
  • Ajuda de instituições que tenham cursos de Agronomia ou Técnicas Agrícolas. Talvez eles tenham alunos interessados em auxiliar sua escola na organização da horta.


Veja algumas dicas da professora Maria Amélia para organizar uma horta

  • O tamanho da horta deve ser calculado para produzir hortaliças suficientes para o consumo de toda a escola. Calcule sempre 10 m² por pessoa.
  • Escolha o melhor local observando se o terreno é plano ou levemente inclinado, livre de ventos fortes e frios, um local que receba luz do sol a maior parte do dia, perto de poço ou fonte e livre de inundações.
  • Não deixe de cercar o espaço da hora, isso evita estragos de animais domésticos.
  • Consiga boas ferramentas e comece o plantio.

As vantagens de ter uma horta em sua escola

  • Fornece vitaminas e minerais importantes à saúde dos alunos.
  • Diminui os gastos com alimentação na escola.
  • Permite a colaboração dos estudantes, enriquecendo o conhecimento deles.
  • Estimula o interesse das crianças pelos temas desenvolvidos com a horta.

*Karen Jardzwski




http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/conteudo.asp?id=1357


From: educandocomahorta

Educando com a Horta em Santo Antônio do Descoberto



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