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sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Teoria do Conhecimento.

Epistemologia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Epistemologia ou teoria do conhecimento (do grego ἐπιστήμη [episteme], ciência, conhecimento; λόγος logos], discurso) é um ramo da filosofia que trata dos problemas filosóficoscrença e ao conhecimento. relacionados à
A epistemologia estuda a origem, a estrutura, os métodos e a validade do conhecimento (daí também se designar por filosofia do conhecimento). Ela se relaciona ainda com a metafísica, a lógica e o empirismo, uma vez que avalia a consistência lógica da teoria e sua coesão fatual, sendo assim a principal dentre as vertentes da filosofia (é considerada a "corregedoria" da ciência). Sua problematização compreende a questão da possibilidade do conhecimento: Será que o ser humano conseguirá algum dia atingir realmente o conhecimento total e genuíno, fazendo-nos oscilar entre uma resposta dogmática ou empirista? Outra questão abrange os limites do conhecimento: Haverá realmente a distinção entre o mundo cognoscível e o mundo incognoscível? E finalmente, a questão sobre a origem do conhecimento: Por quais faculdades atingimos o conhecimento? Haverá conhecimento certo e seguro em alguma concepção a priori?
Há ainda outras questões relativas ao conhecimento, como a apostasia da ciência de seu verdadeiro sentido e sua aproximação à outras formas de aprendizado com estruturas ilógicas e irracionais: O senso comum, a filosofia e a ciência, no mais das vezes, dão um caráter universal ao contingente, tornando-o dogmático. Assim, a ciência, que sempre julgou-se detentora única do saber, vê-se inserida em seu coexistente princípio de contradição.
Origem
Pode-se dizer que a epistemologia se origina em Platão. Ele opõe a crença ou opinião ("δόξα", em grego) ao conhecimento. A crença é um determinado ponto de vista subjetivo. O conhecimento é crença verdadeira e justificada.
A teoria de Platão abrange o conhecimento teórico, o saber que. Tal tipo de conhecimento é o conjunto de todas aquelas informações que descrevem e explicam o mundo natural e social que nos rodeia. Este conhecimento consiste em descrever, explicar e predizer uma realidade, isto é, analisar o que ocorre, determinar por que ocorre dessa forma e utilizar estes conhecimentos para antecipar uma realidade futura.
Há outro tipo de conhecimento, não abrangido pela teoria de Platão. Trata-se do conhecimento prático, o saber como.
A epistemologia também estuda a evidência (entendida não como mero sentimento que temos da verdade do pensamento, mas sim no sentido forense de prova), isto é, os critérios de reconhecimento da verdade.
Ante a questão da possibilidade do conhecimento, o sujeito pode tomar diferentes atitudes:
- Dogmatismo: atitude filosófica pela qual podemos adquirir conhecimentos seguros e universais, e ter absoluta certeza disso.
- Cepticismo: atitude filosófica oposta ao dogmatismo, a qual duvida de que seja possível um conhecimento firme e seguro, sempre questionando e pondo à prova as ditas verdades. Esta postura foi defendida por Pirro de Elis.
- Relativismo: atitude filosófica defendida pelos sofistas que nega a existência de uma verdade absoluta e defende a idéia de que cada indivíduo possui sua própria verdade, que é em função do contexto histórico do indivíduo em questão.
- Perspectivismo: atitude filosófica que defende a existência de uma verdade absoluta, mas pensa que nenhum de nós pode chegar a ela senão a apenas uma pequena parte. Cada ser humano tem uma visão da verdade. Esta teoria foi defendida por Nietzsche e nota-se ecos de platonismo.
Estudos recentes
Segundo Lalende, trata-se de uma filosofia das ciências, mas de modo especial, enquanto "é essencialmente o estudo crítico dos princípios, das hipóteses e dos resultados das diversas ciências, destinado a determinar sua origem lógica (não psicológica), seu valor e seu alcance objetivo". Para Lalande, ela se distingue, portanto, da teoria do conhecimento, da qual serve, contudo, como introdução e auxiliar indispensável.
Portanto, temos que epistemologia é o estudo sobre o conhecimento científico, ou seja, o estudo dos mecanismos que permitem o conhecimento de determinada ciência.
Japiassu distingue três tipos de Epistemologia:
- a Epistemologia global ou geral que trata do saber globalmente considerado, com a virtualidade e os problemas do conjunto de sua organização, quer sejam especulativos, quer científicos;
- a Epistemologia particular que trata de levar em consideração um campo particular do saber, quer seja especulativo, quer científico;
- a Epistemologia específica que trata de levar em conta uma disciplina intelectualmente constituída em unidade bem definida do saber e de estudá-la de modo próximo, detalhado e técnico, mostrando sua organização, seu funcionamento e as possíveis relações que ela mantém com as demais disciplinas.
Segundo Trindade “todo conhecimento torna-se, devido à necessária vinculação do meio ao indivíduo que pertence ao próprio meio, um auto-conhecimento. Essa interação faz-se cogente pela gênese unívoca entre os muitos integrantes do mundo da vida, sem olvidar que o homem é um desses integrantes. [...] Ocorre, deste modo, um acoplamento estrutural entre o sistema nervoso do observador e o meio proporcionando, assim, uma mútua transformação/adaptação. O ser é modificado pelo meio ao qual o próprio ser pertence e modifica”. (2007, p. 97).
Bibliografia
- JAPIASSU, Hilton F. EPISTEMOLOGIA O mito da neutralidade científica. Rio, Imago, 1975 (Série Logoteca), 188 p.
- SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21 Ed.
- TRINDADE, André. Os direitos fundamentais em uma perspectiva autopoiética. Porto Alegre: Livraria dos Advogados. 2007.
Ligações externas
"Ideologia e Utopia", Karl Mannheim
Ver também
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Quer Saber Mais,
http://www.cfh.ufsc.br/~wfil/chisholm.htm
http://www.coladaweb.com/filosofia/teoria.htm
http://www.asmayr.pro.br/textos/teoriadoconhecimento.php
http://www.google.com.br/search?sourceid=navclient&hl=pt-BR&ie=UTF-8&rlz=1T4GGIH_pt-BRBR287BR287&q=O+QUE+%c3%89+TEORIA+DO+CONHECIMENTO
De: videoconferencias
EPISTEMOLOGÍA (I BIMESTRE[Octubre 2007])
Universidad Técnica Particular de Loja Carrera: Psicología Materia: Epistemología Bimestre: I Bimestre Periodo: Octubre 2007 - Febrero 2008 Ponente(s): Ps. Richard Ruiz Tema: La Epistemología su Co...
Carrera: Psicología
Materia: Epistemología
Bimestre: I Bimestre
Periodo: Octubre 2007 - Febrero 2008
Ponente(s): Ps. Richard Ruiz
Tema: La Epistemología su Concepción y Desarrollo
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Verificar ou Avaliar: eis a questão na escola.

Verificar ou Avaliar: eis a questão na escola
Orientadora: Maria Aparecida Nascimento da Silva*
Acadêmicas: Jeiza Ribeiro da Costa¹
Sandra Maria da Silva Rodrigues
Siulam Fernandes Barcelar
Muito se tem falado em processos avaliativos mais justos e humanizados, então como avaliar?
A avaliação da aprendizagem para ser significativa não dependerá apenas do educador competente e habilitado para desenvolver um trabalho, mas da sua articulação ao projeto político pedagógico, plano de disciplina e plano de aula, desde que todos estejam intencionados para realmente transformar o cidadão em um ser participativo, autônomo, reflexivo e critico, para que possa enfrentar as mazelas que a contemporaneidade lhe impõe. Neste contexto, deve-se levar em consideração a realidade em que nossos alunos estão inseridos.
Desse modo, "a avaliação da aprendizagem servirá para construir nos educandos conhecimentos, habilidades e hábitos que possibilitem o seu efetivo desenvolvimento, por meio da assimilação ativa do legado cultural da sociedade (LUCKESI,2002).
Para elucidar esta questão torna-se necessário compreender o significado de "verificar" e "avaliar", analisando qual a prática efetiva de nossas escolas. Nesse sentido, há de se perceber que a construção do conhecimento é o foco esperando no processo ensino-aprendizagem.
A verificação é a observação pura e objetiva da veracidade das "coisas". Nela atribui-se conceitos e notas aos resultados alcançados pelos alunos sem haver, na maioria das vezes, preocupação com os caminhos percorridos para seu alcance e o que fazer com tais índices.
Mensura-se tornando o acerto como medida padrão sem clareza objetiva que dele (ou mesmo de sua ausência) emergem os passos seguintes na verificação da aprendizagem (LUCKESI, 2002). Não se trata de transformar conceitos em notas ou vice-versa; uma vez que eles são meios para o registro burocrático, o que realmente importa é o que se fará com eles.
Na ordem inversa do ideal pode-se elencar que, em sua maioria, as escolas praticam o registro na caderneta, as provas de segunda chamada ou recuperação e, por fim, observam progressos e retrocessos para a devida efetivação dos saberes.
Percebe-se que na verificação a nota final, a aprovação deixou conseqüências para tornar-se alvo do processo, transformando-se em sinônimo de medir, pontuar o que não ocorre na avaliação, visto que avaliar é o ato de 'atribuir um valor ou qualidade a alguma coisa, ato ou curso de ação'.
Assim, compreendida como processo continuo de pensar e repensar o cotidiano das salas de aula, valoriza a construção dos saberes já que atenta para os avanços, limites e dificuldades que os alunos e professores encontram para atingirem os objetivos previstos previamente propostos ( LUCKESI, 2002). A avaliação ao contrário da verificação possibilita uma retomada dos pontos que o educando não internalizou, bem como o avançar para novos conteúdos e novos desafios.
*Pedagoga Mestra em Educação
¹Acadêmica da Pós-graduação em Coordenação Pedagógica do Instituto de Ensino Superior do Amapá.
Nome: Sandra Maria da S Rodrigues
E-Mail: sandroka.silva@hotmail.com
De: Edufamam
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quinta-feira, 2 de outubro de 2008
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