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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Xamanismo
Por Ana Lucia Santana
O Xamanismo é uma prática ancestral, tão remota quanto a consciência do Homem. Embora muitos pensem que o xamã é uma figura indígena, e os índios tenham realmente preservado esta tradição, ela remonta ao período em que os homens viviam nas cavernas, na Era Paleolítica. A cultura xamânica abrange a práxis medicinal, mágica, religiosa e filosófica. Seu exercício engloba atos de cura, estados de transe, transformações e interação entre os corpos dos participantes e espíritos, tanto dos xamãs quanto de criaturas míticas, de animais, de pessoas que já morreram, entre outras.
A fonte desta expressão está localizada entre os asiáticos e árticos – este termo foi provavelmente criado pelos Tugus siberianos -, mas é praticamente impossível situar historicamente ou geograficamente o Xamanismo, bem como seu início. Ele se constitui, desde remotas eras, há pelo menos 40.000 a 50.000 anos, na Idade da Pedra, em um exercício universal, segundo alguns uma herança da Espiritualidade para o ser humano. Vestígios desta tradição estão presentes nas mais diversas religiões. Traços dele têm sido investigados por antropólogos nas Américas, na África, entre os indígenas australianos, esquimós, indonésios, da Malásia, Senegal, Patagônia, Sibéria, Bali, na Antiga Inglaterra, por várias partes da Europa, até mesmo no Tibet, onde se estabeleceu uma vertente que o une ao Budismo, o ‘Xamanismo Bon’.O ritual xamânico pressupõe a presença de um sacerdote, conhecido como xamã. Ele normalmente se apresenta com o estado de consciência alterado, em êxtase, expressando assim poderes que normalmente não detém, comunicando-se com espíritos, plantas, entre outros seres, por meio de instrumentos próprios destes ritos, do seu corpo ou do organismo dos que assistem à cerimônia ou lá se encontram para serem tratados. Tambores soam, pessoas dançam, ervas consideradas sagradas são consumidas ritualmente, para que assim seja possível alcançar uma condição transmutada do consciente.Normalmente o status de ‘xamã’ pode ser conquistado por homens ou mulheres, os quais geralmente atravessaram um período de dor e sofrimento, seja através de uma enfermidade ou uma crise pessoal, que assim configura um chamado, um dom. Assim convocado pela espiritualidade, o indivíduo passa por um longo preparo, durante o qual aprende sobre a cura presente na Natureza e outros procedimentos medicinais, sobre métodos necessários para se alcançar estados de transe e meios de se defender contra qualquer desequilíbrio. No contexto indígena brasileiro, o pajé corresponde à imagem do xamã. Proveniente do tupi, esta palavra substituiu no nosso idioma a expressão ‘xamã’. Mas as práticas são as mesmas, com algumas variações culturais. Este sacerdote conhece profundamente a essência humana, seja no seu aspecto orgânico, quanto no psíquico. No Brasil, esta tradição é conhecida como pajelança, e é comum o uso de instrumentos musicais característicos de nosso país, como maracás, zunidores, entre outros. O Pajé, por sua vez, normalmente fuma cachimbos de grande porte. O essencial, porém – as técnicas de cura e as comunicações espirituais -, está sempre presente nestes rituais.
Por Ana Lucia Santana
A fonte desta expressão está localizada entre os asiáticos e árticos – este termo foi provavelmente criado pelos Tugus siberianos -, mas é praticamente impossível situar historicamente ou geograficamente o Xamanismo, bem como seu início. Ele se constitui, desde remotas eras, há pelo menos 40.000 a 50.000 anos, na Idade da Pedra, em um exercício universal, segundo alguns uma herança da Espiritualidade para o ser humano. Vestígios desta tradição estão presentes nas mais diversas religiões. Traços dele têm sido investigados por antropólogos nas Américas, na África, entre os indígenas australianos, esquimós, indonésios, da Malásia, Senegal, Patagônia, Sibéria, Bali, na Antiga Inglaterra, por várias partes da Europa, até mesmo no Tibet, onde se estabeleceu uma vertente que o une ao Budismo, o ‘Xamanismo Bon’.
O ritual xamânico pressupõe a presença de um sacerdote, conhecido como xamã. Ele normalmente se apresenta com o estado de consciência alterado, em êxtase, expressando assim poderes que normalmente não detém, comunicando-se com espíritos, plantas, entre outros seres, por meio de instrumentos próprios destes ritos, do seu corpo ou do organismo dos que assistem à cerimônia ou lá se encontram para serem tratados. Tambores soam, pessoas dançam, ervas consideradas sagradas são consumidas ritualmente, para que assim seja possível alcançar uma condição transmutada do consciente.
fonte http://www.infoescola.com/religiao/xamanismo/
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Xamanismo
Por Ana Lucia Santana
O Xamanismo é uma prática ancestral, tão remota quanto a consciência do Homem. Embora muitos pensem que o xamã é uma figura indígena, e os índios tenham realmente preservado esta tradição, ela remonta ao período em que os homens viviam nas cavernas, na Era Paleolítica. A cultura xamânica abrange a práxis medicinal, mágica, religiosa e filosófica. Seu exercício engloba atos de cura, estados de transe, transformações e interação entre os corpos dos participantes e espíritos, tanto dos xamãs quanto de criaturas míticas, de animais, de pessoas que já morreram, entre outras.
A fonte desta expressão está localizada entre os asiáticos e árticos – este termo foi provavelmente criado pelos Tugus siberianos -, mas é praticamente impossível situar historicamente ou geograficamente o Xamanismo, bem como seu início. Ele se constitui, desde remotas eras, há pelo menos 40.000 a 50.000 anos, na Idade da Pedra, em um exercício universal, segundo alguns uma herança da Espiritualidade para o ser humano. Vestígios desta tradição estão presentes nas mais diversas religiões. Traços dele têm sido investigados por antropólogos nas Américas, na África, entre os indígenas australianos, esquimós, indonésios, da Malásia, Senegal, Patagônia, Sibéria, Bali, na Antiga Inglaterra, por várias partes da Europa, até mesmo no Tibet, onde se estabeleceu uma vertente que o une ao Budismo, o ‘Xamanismo Bon’.O ritual xamânico pressupõe a presença de um sacerdote, conhecido como xamã. Ele normalmente se apresenta com o estado de consciência alterado, em êxtase, expressando assim poderes que normalmente não detém, comunicando-se com espíritos, plantas, entre outros seres, por meio de instrumentos próprios destes ritos, do seu corpo ou do organismo dos que assistem à cerimônia ou lá se encontram para serem tratados. Tambores soam, pessoas dançam, ervas consideradas sagradas são consumidas ritualmente, para que assim seja possível alcançar uma condição transmutada do consciente.Normalmente o status de ‘xamã’ pode ser conquistado por homens ou mulheres, os quais geralmente atravessaram um período de dor e sofrimento, seja através de uma enfermidade ou uma crise pessoal, que assim configura um chamado, um dom. Assim convocado pela espiritualidade, o indivíduo passa por um longo preparo, durante o qual aprende sobre a cura presente na Natureza e outros procedimentos medicinais, sobre métodos necessários para se alcançar estados de transe e meios de se defender contra qualquer desequilíbrio. No contexto indígena brasileiro, o pajé corresponde à imagem do xamã. Proveniente do tupi, esta palavra substituiu no nosso idioma a expressão ‘xamã’. Mas as práticas são as mesmas, com algumas variações culturais. Este sacerdote conhece profundamente a essência humana, seja no seu aspecto orgânico, quanto no psíquico. No Brasil, esta tradição é conhecida como pajelança, e é comum o uso de instrumentos musicais característicos de nosso país, como maracás, zunidores, entre outros. O Pajé, por sua vez, normalmente fuma cachimbos de grande porte. O essencial, porém – as técnicas de cura e as comunicações espirituais -, está sempre presente nestes rituais.
Por Ana Lucia Santana
A fonte desta expressão está localizada entre os asiáticos e árticos – este termo foi provavelmente criado pelos Tugus siberianos -, mas é praticamente impossível situar historicamente ou geograficamente o Xamanismo, bem como seu início. Ele se constitui, desde remotas eras, há pelo menos 40.000 a 50.000 anos, na Idade da Pedra, em um exercício universal, segundo alguns uma herança da Espiritualidade para o ser humano. Vestígios desta tradição estão presentes nas mais diversas religiões. Traços dele têm sido investigados por antropólogos nas Américas, na África, entre os indígenas australianos, esquimós, indonésios, da Malásia, Senegal, Patagônia, Sibéria, Bali, na Antiga Inglaterra, por várias partes da Europa, até mesmo no Tibet, onde se estabeleceu uma vertente que o une ao Budismo, o ‘Xamanismo Bon’.
O ritual xamânico pressupõe a presença de um sacerdote, conhecido como xamã. Ele normalmente se apresenta com o estado de consciência alterado, em êxtase, expressando assim poderes que normalmente não detém, comunicando-se com espíritos, plantas, entre outros seres, por meio de instrumentos próprios destes ritos, do seu corpo ou do organismo dos que assistem à cerimônia ou lá se encontram para serem tratados. Tambores soam, pessoas dançam, ervas consideradas sagradas são consumidas ritualmente, para que assim seja possível alcançar uma condição transmutada do consciente.
fonte http://www.infoescola.com/religiao/xamanismo/
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Cursos de extensão Universitária UNOPAR VIRTUAL
Para mais detalhes deste curso clique nas imagens acima.
Link abaixo, contém as cidades que possuem pólos de apoio presencial UNOPAR VIRTUAL
http://www.unoparvirtual.com.br/relacao_cidades.php
Extensão universitária
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.A extensão universitária ou acadêmica é uma ação de uma universidade junto à comunidade, disponibilizando ao público externo o conhecimento adquirido com o ensino e a pesquisa desenvolvidos. Essa ação produz um novo conhecimento a ser trabalhado e articulado[1].
É um conceito adotado pelas universidades (especialmente no Brasil)[2] que se refere ao contato imediato da comunidade interna de uma determinada instituição de ensino superior com a sua comunidade externa, em geral a sociedade à qual ela está subordinada. A ideia de extensão está associada à crença de que o conhecimento gerado pelas instituições de pesquisa deve necessariamente possuir intenções de transformar a realidade social, intervindo em suas deficiências e não se limitando apenas à formação dos alunos regulares daquela instituição.
No Brasil, a extensão é um dos pilares do ensino superior, conjuntamente com o ensino e a pesquisa, conforme dispõe o artigo 207, caput, da Constituição Federal[3]. Apesar de questionada quanto a sua eficácia, deve ser valorizada, por ser uma forma de interação entre a população e a universidade.
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