terça-feira, 30 de outubro de 2012

Principais alterações da reforma ortográfica



O ministro da Educação, Fernando Haddad (ex. ministro) , afirmou no último dia 25, em Lisboa, que o acordo ortográfico da língua portuguesa deverá estar implantado no Brasil até 2011. No início da 7.ª Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Fernando Haddad apontou o acordo como uma peça-chave da cooperação com os países africanos.
"Estamos tendo conversas informais com grupos editoriais brasileiros, sobretudo os que trabalham com livros didáticos, prevendo um prazo de dois ou três anos (para a implementação do acordo)", disse o ministro.
Segundo ele, a idéia é levar a consulta pública dentro de 30 dias a minuta do decreto presidencial sobre o acordo. "Pretendemos publicar esse decreto presidencial talvez ainda em setembro ou outubro", afirmou.
O acordo consagra mudanças relativamente pequenas. Segundo os lingüistas que prepararam o acordo - Antônio Houaiss, pelo Brasil, e João Malaca Casteleiro, de Portugal -, 0,43% das palavras no Brasil e 1,42% em Portugal passarão por mudanças.
O idioma português é o quinto mais falado do mundo, alcançando 200 milhões de pessoas. A comunidade lusófona é constituída por Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe (os cinco últimos na África) e por Macau, Timor Leste e Goa no Oriente, onde também esteve presente a colonização portuguesa.
A existência de duas ortografias oficiais da língua portuguesa, a lusitana e a brasileira, tem sido considerada como amplamente prejudicial à integração intercontinental do português e para sua importância no mundo. Tal situação remonta a 1911, ano em que foi adotada, em Portugal, a primeira grande reforma ortográfica, mas que não foi extensiva ao Brasil.
Conheça as principais alterações a implementar pela reforma ortográfica:

Ref: Marília Mendes
Por Amélia Hamze
Colunista Brasil Escola
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fonte: http://educador.brasilescola.com/trabalho-docente/principais-alteracoes-reforma-ortografica.htm

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domingo, 28 de outubro de 2012

APRENDER E ENSINAR HISTÓRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL DO PCN/1997




APRENDER E ENSINAR HISTÓRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL DO PCN/1997
Aprender e ensinar história no ensino fundamental envolve uma distinção básica entre o como um campo de pesquisa e produção de conhecimento do domínio de especialistas, e o saber histórico escolar, como conhecimento produzido no espaço escolar. Assim, os estudos históricos devem abranger aspectos fundamentais. Inicialmente, a inclusão da constituição da identidade social nas propostas educacionais para o ensino de História. Fazendo com que o aluno seja capaz de situar a relação entre o particular e o geral, sua ação e seu papel na sua localidade e cultura.
Considera-se, então, que o ensino de História envolve relações e compromissos com o conhecimento histórico, de caráter científico, com reflexões que se processam no nível pedagógico e com a construção de uma identidade social pelo estudante, relacionada às complexidades inerentes à realidade com que convive.
O que é importante lembrar!
- A apropriação de noções, métodos e temas próprios do conhecimento histórico, pelo saber histórico escolar, não significam que se pretende fazer do aluno um "pequeno Historiador".
- O ensino e a aprendizagem da História requerem seleção de conteúdos e métodos que contemple o fato, o sujeito e o tempo.
- O PCN privilegia a autonomia e a reflexão do professor na escolha dos conteúdos e métodos de ensino, porém este deve criar intervenções pedagógicas significativas para a aprendizagem e valorizar reflexões sobre as relações que a História, estabelece c/a realidade social vivida pelo aluno.
- O professor deve investigar o que é do domínio dos educandos.
- É importante a avaliação sistemática, para realizar a intervenção pedagógica necessária (procedimentos e atitudes) para que os educandos possam de fato compreender os temas e as dimensões históricas trabalhadas.
- Não se aprende História apenas no espaço escolar.
- O Ensino de Aprendizagem de História envolve distinção sobre o Saber Histórico (campo de pesquisa e historiadores) e o Saber Histórico Escolar (conhecimento produzido no espaço escolar).
- Os conteúdos escolares são mais um meio de levar o educando ao contato com a História.
- É preciso diferenciar, o saber adquirido pelo aluno de modo informal daquele que aprende na escola.
- Não se aprende História apenas no espaço escolar.
Saber Histórico X Saber Histórico Escolar
O Saber Histórico Escolar reelabora o conhecimento produzido do Saber Histórico (campo das pesquisas e historiadores), neste processo de reelaborarão, agrega-se um conjunto de "Representações Sociais" do mundo e da história produzidas por professores e alunos.
As Representações Sociais são constituídas pelas vivências dos alunos e professores, que adquirem conhecimentos dinâmicos vindos de fontes de informações veiculadas pela comunidade e pelos meios de comunicação.
O Saber Histórico Escolar é constituído pelos materiais didáticos e pelos meios de comunicação escolar, que formam o PROCESSO PEDAGÓGICO que é apresentado na sala de aula.
O Saber Histórico Escolar (conhecimento produzido no espaço escolar), na sua relação com o Saber Histórico delimita três conceitos fundamentais, o professor deve distinguir essas conceituações.
1-FATOS HISTÓRICOS: remetem para ações realizadas por indivíduo, pela coletividade, envolvendo eventos políticos, sociais, econômicos e culturais. 
2-SUJEITOS HISTÓRICOS: indivíduos, grupos ou classes sociais participantes de acontecimentos e repercussão coletiva e/ou imersos em situações de luta por transformações ou permanências. 
3-TEMPO HISTÓRICO: Possibilita referenciar o lugar dos momentos históricos. Baseia-se em parte no tempo institucionalizado (tempo cronológico) e o transforma a sua maneira. Este não é concebido como um fluxo uniforme. Ele é intrínseco aos processos e eventos estudados. As várias temporalidades e ritmos da História são categorias produzidas por estudiosos de acontecimentos no tempo.
OBJETIVO DO ENSINO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: Que o aluno...
Desenvolva a capacidade de observar;
De extrair informações;
De interpretar algumas características da realidade de seu entorno;
De estabelecer algumas relações e confrontações entre informações atuais e históricas;
De datar, de localizar as suas ações e as de outras pessoas no tempo e no espaço;
Poder relativizar questões específicas de sua época.
Construa noções de diferenças e de semelhanças (compreensão do "eu" e a percepção do "outro");
Construa noções de continuidade e de permanência (percepção de que o "eu" e os "nós" são distintos de "outros" tempos vividos, compreendam o mundo e se relacionavam de outra maneira;
Compreensão de que o "outro" é simultaneamente, o "antepassado" (legado deixado para ser vivido).
ESSES OBJETIVOS SÃO CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES PARA EXPLICAR OS OBJETIVOS, OS CONTEÚDOS E AS METODOLOGIAS DO ENSINO DE HISTÓRIA, PARA OS DOIS PRIMEIROS CICLOS DE ENSINO FUNDAMENTAL.
Conclusão: O Ensino de História envolve relações e compromissos com o conhecimento histórico, de caráter científico, com reflexões que se processam no nível pedagógico e com a construção de uma identidade social pelo estudante, relacionada às complexidades inerentes à realidade com que convive.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares Nacionais. História. 5ª a 8ª séries. Brasília: MEC /SEF, 1997. (V.5)




Nascida em São Paulo-Capital. Graduada em Tecnologia em Saúde,pela UNIFESP. Pedagogia pela F.M.U. e Mestranda pela Universid de Jaén - Espanha
Maria Anunciação Souza

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PARA QUE ENSINAR HISTÓRIA?

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Hoje é dia do sagrado Amalaki Ekadasi dia 27/02/26 sexta-feira explicando e lendo

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