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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Alain peyrefitte e a sociedade de confiança Resumo do livro (por Olavo de Carvalho)
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
A lógica do abortismo por Olavo de Carvalho
A lógica do abortismo
Categoria: OPINIÃO
O aborto só é uma questão moral porque ninguém conseguiu provar, com certeza absoluta, que um feto é mera extensão do corpo da mãe ou um ser humano de pleno direito.
A existência da discussão interminável mostra que os argumentos de parte a parte soam inconvincentes a quem os ouve, se não também a quem os emite.
Existe aí portanto uma dúvida legítima, que nenhuma resposta pode aplacar. Transposta ao plano das decisões práticas, essa dúvida transforma-se na escolha entre proibir ou autorizar um ato que tem 50% de chances de ser uma inocente operação cirúrgica como qualquer outra ou, em vez disso, um homicídio premeditado. Nessas condições, a única opção moralmente justificada é, abster-se de praticá-lo.
À luz da razão, nenhum ser humano pode arrogar-se o direito de cometer livremente um ato que ele próprio não sabe dizer, com segurança, se é ou não um homicídio. Mais ainda: entre a prudência que evita correr o risco desse homicídio e a afoiteza que se apressa em cometê-lo em nome de tais ou quais benefícios sociais hipotéticos, o ônus da prova cabe aos defensores da segunda alternativa.
Jamais tendo havido um abortista capaz de provar com razões cabais a inumanidade dos fetos, seus adversários têm todo o direito, e até o dever, de exigir que ele se abstenha de praticar uma ação cuja inocência é matéria de incerteza até para ele próprio. Se esse argumento é evidente por si mesmo, é também manifesto que a quase totalidade dos abortistas hoje em dia não logra perceber o seu alcance, pela razão de que a opção pelo aborto supõe a incapacidade ou, em certos casos, a má vontade criminosa de apreender a noção de "espécie".
Espécie é um conjunto de traços comuns, inatos e inseparáveis, cuja presença enquadra um indivíduo, de uma vez para sempre, numa natureza que ele compartilha com outros tantos indivíduos. Pertencem à mesma espécie, eternamente, até mesmo os seus membros ainda não nascidos, inclusive os não gerados, que quando gerados e nascidos vierem a portar os mesmos traços comuns. Não é difícil compreender que os gatos do século 23, quando nascerem, serão gatos e não tomates.
A opção pelo abortismo exige, como condição prévia, a incapacidade ou recusa de apreender essa noção. Para o abortista, a condição de "ser humano" não é qualidade inata definidora dos membros da espécie, mas uma convenção que os já nascidos podem, a seu talante, aplicar ou deixar de aplicar aos que ainda não nasceram. Quem decide se o feto em gestação pertence ou não à humanidade é um consenso social, não a natureza das coisas.
O grau de confusão mental necessário para acreditar nessa idéia não é pequeno. Tanto que raramente os abortistas alegam de maneira clara e explícita essa premissa fundante dos seus argumentos. Em geral mantêm-na oculta, entre névoas (até para si próprios), porque pressentem que enunciá-la em voz alta seria desmascará-la, no ato, como presunção antropológica sem qualquer fundamento possível e, aliás, de aplicação catastrófica: se a condição de ser humano é uma convenção social, nada impede que uma convenção posterior a revogue, negando a humanidade de retardados mentais, de aleijados, de homossexuais, de negros, de judeus, de ciganos ou de quem quer que, segundo os caprichos do momento, pareça inconveniente.
Com toda a clareza que se poderia exigir, a opção pelo abortismo repousa no apelo irracional à inexistente autoridade de conferir ou negar, a quem bem se entenda, o estatuto de
ser humano, de bicho, de coisa ou de pedaço de coisa.
ser humano, de bicho, de coisa ou de pedaço de coisa.
Não espanta que pessoas capazes de tamanho barbarismo mental sejam também imunes a outras imposições da consciência moral comum, como o dever que um político tem de prestar contas dos compromissos assumidos por ele ou por seu partido.
É com insensibilidade moral verdadeiramente sociopática que o sr. Lula da Silva e sua querida Dona Dilma, após terem subscrito o programa de um partido que ama o aborto ao ponto de expulsar quem se oponha à idéia, saem ostentando inocência de cumplicidade com a proposta abortista.
Seria tolice esperar coerência moral de indivíduos que não respeitam nem o compromisso de reconhecer que as demais pessoas humanas pertencem à mesma espécie deles por natureza e não por uma generosa – e altamente revogável – concessão da sua parte.
Também não é de espantar que, na ânsia de impor sua vontade de poder, mintam como demônios. Vejam os números de mulheres supostamente vítimas anuais do aborto ilegal, que eles alegam para enaltecer as virtudes sociais do aborto legalizado. Eram milhões, baixaram para milhares e depois viraram centenas. Agora parece que fecharam negócio em 180, quando o próprio SUS já admitiu que não passam de oito ou nove. É claro: se você não apreende ou não respeita nem mesmo a distinção entre espécies, como não seria indiferente à exatidão das quantidades?
Aristóteles aconselhava evitar o debate com adversários incapazes de reconhecer ou de obedecer as regras elementares da busca da verdade. Se algum abortista desejasse a verdade, teria de reconhecer que é incapaz de provar a inumanidade dos fetos e admitir que, no fundo, eles serem humanos ou não é coisa que não interfere na sua decisão de matá-los. Mas confessar isso seria exibir um crachá de sociopata. E sociopatas, por definição e fatalidade intrínseca, vivem de parecer que não o são.
Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Para entender a Mentalidade Revolucionária
| Mao Tse-Tung o grande assassino impostor |
Que A paz de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a Comunhão com o Espírito Santo esteja com todos vocês.
Dando continuidade a nossa abordagem do movimento revolucionário, vamos procurar elucidar o motor desse movimento e como fazer para livrar nossa mente deste mal, mediante a identificação dos sintomas e um profundo exercício de autoconhecimento.
Utilizaremos aqui os conceitos do Filósofo Olavo de Carvalho, os quais não procuram estabelecer as origens ideológicas das revoluções, mas seus sistema prático e seu modo de orquestrar as ações a serem executadas pelos membros da revolução.
Recordando o artigo anterior, o movimento revolucionário pode ser definido por “Todo e qualquer projeto de futuro auto-adiável e/ou reforma social profunda de curto prazo a ser realizado mediante a concentração de poder”. Baseando-se nesta afirmação, o Filósofo Olavo de Carvalho estudou a fundo a maneira pela qual se poderia alcançar tal objetivo, construindo as estruturas de poder para que o “sonho revolucionário” podem ser alcançado.
O Delírio de Interpretação foi definido primeiramente pelo grande psicólogo francês Paul Serieux no seu célere livro “Les Folies Raisonantes”.
Trata-se, segundo ele, de uma psicose delirante crônica, sistematizada, de caráter não alucinatório que se caracteriza por:
1) multiplicidade e organização de interpretações delirantes;
2) ausência ou penúria de alucinações (contingentes);
3) persistência da lucidez e da atividade psíquica;
4) evolução através da extensão progressiva das interpretações;
5) incurabilidade, sem demência terminal. (Sérieux & Capgras, p. 4-5).
2) ausência ou penúria de alucinações (contingentes);
3) persistência da lucidez e da atividade psíquica;
4) evolução através da extensão progressiva das interpretações;
5) incurabilidade, sem demência terminal. (Sérieux & Capgras, p. 4-5).
O elemento de fato que há nessa doença é são as múltiplas interpretações delirantes, ou seja, “um raciocínio falso que tem como ponto de partida uma sensação real, um fato exato, o qual em virtude de associações de ideias ligadas às tendências e à afetividade e através de induções ou deduções erradas, acaba por adquirir para o doente uma significação pessoal, pela qual tudo se coloca invencivelmente a ele relacionado”.
Trocando em miúdos, esta psicopatologia (doença psíquica) não afeta os sentidos do doente, ou seja, sua percepção sensorial do mundo é perfeitamente normal, não sendo acometido de visões ou delírios esquisofrênicos (ouvir vozes, transes auto-induzidos, etc.). Ao contrário, todas as informações recebidas são exatas e verdadeiras. O modo pelo qual o portador desta doença as interpreta é que caracteriza a moléstia.
A pessoa afetada por este mal é capaz de interpretar as informações da maneira que a mais lhe convém, abstendo-se por completo de compreender a realidade na qual os fatos devem ser entendidos. Porem, esta estrutura lógica perversa não é feita de maneira sagaz ou propositada. De fato, o portador desta patologia acredita que a sua interpretação é realmente a interpretação real e qualquer coisa que venha contra deve ser radicalmente combatida, impugnada e até mesmo silenciada.
Exemplos claros não faltam em nossa história recente e antiga de pessoas que sofriam desta moléstia e o mal que fizeram. Hitler em sua “fé sega na raça superior”, Stalin em sua “confiança na revolução operaria”, Mao Tse Tung e a “promessa de futuro glorioso para a nação chinesa”, Chê Guevara, Lula e muito e muitos outros que vivem de interpretações pessoais da realidade que muitas vezes culminam na morte de muitos.
Estudando profundamente os acontecimentos das revoluções que ocorreram entre os séculos XVIII e XX, Olavo de Carvalho identificou três inversões básicas que denotam o processo degenerativo que o delírio de interpretação é capaz de causar nas mentes revolucionárias. São Elas:
- Inversão do Tempo:
O revolucionário toma como premissa justificadora a acontecimento futuro pelo qual ele luta para justificar suas ações no presente e legitimar-las contra um passado opressor. Partindo dessa premissa, qualquer ação criminosa empregada hoje em nome deste “futuro”, deve não ser julgada pelas leis atuais, mas pelas leis vindouras. Como este futuro não tem uma data determinada, o revolucionário acaba tendo um “aval” para fazer o que bem entender desde que seja em nome de sua causa, pois ela em si o justifica. Lembremos como exemplo o caso dos paredões de fuzilamento de Fidel Castro. Anos após nenhum crime cometido nesses locais malditos puderam ser averiguados pois, segundo Castro, a revolução inda não aconteceu. Quantos mais terão que morrer ou serem presos para a revolução realmente começar… - Inversão de Sujeito e Objeto.
Em consequência do primeiro ponto, ocorre um outro fenômeno que é a inversão de sujeito e objeto, ou se preferirem, inversão de causa e efeito, ação e reação. Como o futuro desejado justifica todos os atos realizados pelos revolucionários, todos os atos que depõem contra a proposta revolucionária acaba por comprometerem a realização deste “futuro certo”, tendo então que ser combatidos. Assim, reações a ataques dos revolucionários acabam sendo motivo para justificar suas ações violentas e arbitrarias, patrulhamento ideológico, perseguição, protestos e demais ações de retaliação.
Um bom exemplo ocorreu durante a parada Gay de São Paulo de 2011. A organização do evento pendurou 170 cartazes com santos católicos seminus, com dizeres fazendo apologia ao sexo livre, denegrindo a mensagem das Sagradas Escrituras e uma série de outros delitos. Mesmo a resposta muito comedida e covarde do cardeal de São Paulo foi o suficiente para vários grupos GLBTABCDRHE acusarem a Igreja de intolerante e nazista.
Veja, eles agrediram a Igreja, pendurando cartazes de santos seminus com dizeres maliciosos (Ação ou Sujeito). O cardeal respondeu as ofensas (Reação ou objeto). Na mente dos revolucionários o que aconteceu foi o seguinte: O cardeal de São Paulo Criticou os Gays (Sujeito ou ação) que por isso colocaram os cartazes de maneira prévia (Objeto ou reação), pois sabiam que isso iria acontecer. - Inversão da responsabilidade moral
Consequência direta do item 2, os revolucionários enfim chegam ao derradeiro ponto da inversão moral. Neste ponto, a pessoa está tão imbuída de que aquilo pelo qual ela luta é o certo que sua mente não consegue mais diferenciar o certo do errado, transformando assim toda sua cadeira moral em um perverso e macaqueado código de ética autodeclarado. Heinrich Himmler, notório comandante nazista e comandante das tropas SS era constantemente visto chorando pelo campos de concentração lamentando a consigo “por que esses malditos judeus insistem e me fazer matar-los”, ou ainda Che Guevara que fuzilava chorando os cubanos que teimavam em não abraçar sua causa.
Mais ainda, o discurso revolucionário penetrou tão profundamente em nosso cotidiano, mediante a incorporação do vocabulário revolucionário e da contracultura em nossa sociedade, que somos induzidos diariamente a tomar posturas delirantes e revolucionarias sem ao menos nos dar conta disso. Você pode não perceber, mas um breve exercício mental irá mostrar a você como esta mentalidade absurda esta abundantemente difundida em nosso meio.
Locuções como “viver por um mundo melhor”, “lutar por uma vida mais digna”, “Eu sou da paz: Por um futuro sem violência” camuflam uma iniciativa cruel e sagaz do demônio e seus servos terrestres a intenção de incutir em nosso pensamento a verdadeira intenção de incutir em nosso pensamento esses termos de maneira a aumentar nossa tolerância a eles, fazendo assim uma espécie de “AIDS Mental”.
É preciso estar atento para não cair nas ciladas do inimigo. A mentalidade revolucionária deve ser banida do mundo e quão mais rápido isso acontecer, menos sofrimento teremos. Deus criou o mundo com ordem e decência, portanto, qualquer tentativa de destruir esta ordem tais padrões deve ser combatida de maneira firme e verdadeira por aqueles que se dizem servos de Cristo e que querem um dia encontrar com Nosso Senhor no céu e assim poder feliz dizer “Combati um bom combate, guardei a fé”.
Fonte:http://advhaereses.blogspot.com/2009/11/dr-paul-serieux-mente-revolucionaria-e.html

Como identificar a mentalidade revolucionária por Olavo de Carvalho
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