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quinta-feira, 18 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Os diálogos entre Naphta e Setembrini
No livro A Montanha Mágica Thomas Mann colocou dois personagens como emblemas da modernidade: Naphta e Setembrini. O primeiro sacerdote jesuíta, o segundo membro da loja maçônica carbonária. Os irmãos siameses da modernidade.
Link do livro Montanha Mágica.
Thomas-Mann-A-Montanha-Mágica-(pdf)(rev)
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Blog do João Maria Andarilho Utópico Professor Pedagogo.: As diferenças ente: administração, gerência e gest...
Blog do João Maria Andarilho Utópico Professor Pedagogo.: As diferenças ente: administração, gerência e gest...: Livro ADMINISTRAÇÃO. JAMES A. F. STONER. - R. EDWARD FREEMAN. EDITORA PHB - QUINTA EDIÇÃO - COPYRIGHT1982 - 533 PAG. . PARTE 1 - INTRODU...
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As diferenças entre: administração, gerência e gestão. João Maria
Livro ADMINISTRAÇÃO.
JAMES A. F. STONER. - R. EDWARD FREEMAN.
EDITORA PHB - QUINTA EDIÇÃO - COPYRIGHT1982 - 533 PAG.
.
PARTE 1 - INTRODUÇÃO Á ADMINISTRAÇÃO.
PARTE 2 - O AMBIENTE EXTERNO.
PARTE 3 - PLANEJAMENTO.
PARTE 4 - ORGANIZAÇÃO.
PARTE 5 - LIDERANÇA.
PARTE 6 - CONTROLE.
http://www.luis.blog.br/diferenca-ent...
http://br.answers.yahoo.com/question/...
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terça-feira, 16 de abril de 2013
A História invertida ESCRITO POR OLAVO DE CARVALHO
ESCRITO POR OLAVO DE CARVALHO | 15 ABRIL 2013
ARTIGOS - CULTURA
ARTIGOS - CULTURA
Os soviéticos foram sempre os campeões absolutos no recrutamento de jornalistas. Nos EUA, hoje conhecem-se um por um os nomes daqueles que, na mídia americana, serviram à KGB e ao GRU (serviço secreto militar).
No Brasil, esse capítulo da história do nosso jornalismo é ainda um tabu.
No Brasil, esse capítulo da história do nosso jornalismo é ainda um tabu.
O confronto entre militares e terroristas na América Latina dos anos 60-70 foi um episódio da Guerra Fria, onde os atores locais, sem prejuízo de suas convicções e decisões próprias, ecoavam, em última instância, as estratégias respectivas das duas grandes potências em disputa: os EUA e a URSS.
Nada do que então se passou no continente pode ser compreendido sem ter isso em conta.
Se perguntarmos qual dos dois protagonistas estrangeiros interferiu mais profundamente no cenário latino-americano, a única resposta honesta é: a URSS.
Do ponto de vista militar, isso é de uma obviedade gritante. Os EUA jamais chegaram a ter, na época, quarenta mil soldados, quinze mil técnicos em armamentos, setecentas baterias anti-aéreas, 350 tanques e cento e tantos mísseis balísticos intercontinentais instalados em nenhum dos seus países aliados na América Latina, como a URSS teve em Cuba já a partir de 1962 na chamada “Operação Anadyr”. (v. Gus Russo and Stephen Molton, Brothers in Arms. The Kennedys, the Castros and the Politics of Murder, New York, Bloomsbury, 2008, p. 158, e http://www.russianspaceweb.com/cuban_missile_crisis.html).
No que diz respeito à espionagem propriamente dita, a superioridade soviética surge ainda mais nítida no caso do Brasil em especial. Nada do que a CIA ou qualquer outro serviço secreto norte-americano possa ter feito aqui se compara às proezas da KGB, que chegou a instalar um grampo no gabinete do presidente João Figueiredo (v. George Schpatoff, KGB. História Secreta, Curitiba, Juruá, 2000, pp. 381 ss.), interceptar 21 mil mensagens sigilosas do nosso Ministério das Relações Exteriores e ter a seu serviço, como agente pago, nada menos que um embaixador brasileiro em Moscou (v. Christopher Andrew and Vasili Mitrokhin, The World Was Going Our Way. The KGB and the Battle for the Third World, New York, Basic Books, 2005, p. 105).
Se daí passamos ao campo das chamadas “medidas ativas” (desinformação, infiltração, guerra psicológica, agentes de influência etc.), a supremacia soviética no Brasil daqueles anos assume as proporções de um poder absoluto e incontrastável. Em 1964, a KGB tinha várias dezenas de jornalistas brasileiros na sua folha de pagamentos (confissão do próprio chefe da agência soviética no Brasil, Stanislav Bittman, em The KGB and Soviet Disinformation: An Insider’s View). Que o número deles se multiplicou nos anos seguintes não é algo de que se possa duvidar. Muitos jornalistas brasileiros, naquele período, fizeram estágios na URSS, na China, na Tchecoslováquia, na Alemanha Oriental, na Polônia e em Cuba. Uns poucos gabam-se disso até hoje, seguros de que o público amestrado já não verá aí o menor motivo de suspeita. Mas naqueles países, onde todos os órgãos de mídia nada mais eram do que extensões da polícia secreta, é quase impensável que algum jornalista estrangeiro fosse admitido sem ser em seguida recrutado como agente de influência. Como assinalam John Earl Haynes, Harvey Klehr e Alexander Vasiliev em Spies: The Rise and Fall of the KGB in America (Yale University Press, 2009), os soviéticos foram sempre os campeões absolutos no recrutamento de jornalistas. Nos EUA, hoje conhecem-se um por um os nomes daqueles que, na mídia americana, serviram à KGB e ao GRU (serviço secreto militar). No Brasil, esse capítulo da história do nosso jornalismo é ainda um tabu, mas é evidente que sem ele nada se compreende do período, principalmente porque em plena ditadura militar os comunistas chegaram a controlar praticamente toda a grande mídia no país (v.http://www.olavodecarvalho.org/semana/111124dc.html, http://www.olavodecarvalho.org/semana/111125dc.htmle http://www.olavodecarvalho.org/semana/111130dc.html) e a dominar também o mercado livreiro através das suas grandes casas editoras (Civilização Brasileira, Brasiliense, Vitória etc.). Nem falo, é claro, dos agentes de influência que vindo do bloco soviético se espalharam pelos EUA e pelas democracias européias, forjando aí a imagem demoníaca do governo brasileiro que acabou por se consagrar como dogma internacional inabalável.
O conjunto forma uma orquestra formidável, ao lado da qual a voz do imperialismo ianque mal soava como o miado de um gatinho doente. Ao longo de toda aquela época, e depois mais ainda, tanto os EUA quanto o governo brasileiro se abstiveram de fazer qualquer esforço sério para ganhar os “corações e mentes” dos formadores de opinião neste país. Em plena ditadura, os jornalistas “de direita” nas redações contavam-se nos dedos das mãos e eram abertamente hostilizados por seus colegas.
Por fim, até hoje não se fez uma avaliação razoável da quantidade de recursos mobilizados pelas ditaduras de Cuba, da China, da URSS e seus países satélites para treinar, equipar e financiar não só os terroristas brasileiros mas os militantes encarregados de lhes dar apoio político sem participar dos combates. Foi uma operação de proporções gigantescas, que na imagem pública hoje em dia só aparece sob a forma de menções esporádicas a “exilados”, como se os comunistas só fossem para aqueles países quando obrigados a isso pelo governo militar.
Em comparação com a profundidade e amplitude da intervenção cubano-soviética no continente, e especialmente no Brasil, a ação dos EUA naqueles anos caracterizou-se pela raridade, timidez e omissão, limitando-se no mais das vezes a acordos entre governos. Se a imagem que se consagrou na mídia e no ensino foi exatamente a inversa, isso é mais uma prova do sucesso de uma operação que prossegue ainda hoje, tendo a seu serviço tanto os megafones quanto as mordaças.
Em comparação com a profundidade e amplitude da intervenção cubano-soviética no continente, e especialmente no Brasil, a ação dos EUA naqueles anos caracterizou-se pela raridade, timidez e omissão, limitando-se no mais das vezes a acordos entre governos. Se a imagem que se consagrou na mídia e no ensino foi exatamente a inversa, isso é mais uma prova do sucesso de uma operação que prossegue ainda hoje, tendo a seu serviço tanto os megafones quanto as mordaças.
Publicado no Diário do Comércio.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/14042-a-historia-invertida.html
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Srimad-Bhagavatam [Canto 11, Cap. 9 verso 2]
*Todas as glórias a Sua Divina Graça A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada!
*Srimad-Bhagavatam [Canto 11, Cap. 9 verso 2]
Desapego de tudo o que é material
Tradução
Certa vez, um bando de falcões enormes que não conseguia achar nenhuma presa atacou outro falcão mais fraco que tinha alguma carne. Naquele momento, estando em perigo de vida, o falcão abandonou a carne e experimentou a verdadeira felicidade.
Significados elaborados pelos humildes servos de Sua Divina Graça A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada
Incitadas pelos modos da natureza, as aves se tornam violentas e matam outras aves para comê-las ou para roubar a carne que elas capturam. Falcões, abutres e águias estão nesta categoria. Porém, a pessoa deve abandonar a tendência invejosa de cometer violência contra os outros e deve adotar a consciência de Krsna, através da qual ela vê toda entidade viva como igual a si mesma. Nesta plataforma de verdadeira felicidade, não se inveja ninguém e por isso ninguém é visto como inimigo.
seu servo_ gostha-vihari dasa (PS)
ISKCON_Nova Gokula
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