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terça-feira, 7 de maio de 2013
SCHOPENHAUER E O PENSAMENTO ORIENTAL ENTRE O HINDUÍSMO E O BUDISMO
Satsang Palestra: Satsang Palestrante: Adão Nazareno Local: Núcleo Assistencial Ramatis Cidade: Campo Grande - MS Data: 21/04/2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Blog do João Maria andarilho utópico preensão correta do lápis
como segurar e posicionar adequadamente o lápis sobre uma folha ou caderno.Autor: António Manuel Pamplona
DISTÚRBIOS DA APRENDIZAGEM - Uma abordagem psicopedagógica
ISBN: 978852900197-5 Pág. 172
O reconhecimento e a identificação das dificuldades em aprender a ler e escrever é, na maioria das vezes, a diferença entre o fracasso e o sucesso escolar. Iniciando sua abordagem pela definição da leitura e da escrita, analisa subsequentemente, as causas das dificuldades de aprendizagem, ausência de estimulação das habilidades básicas necessárias à alfabetização, métodos de ensino, fatores maturacionais e emocionais, dislexia e os distúrbios específicos da leitura e escrita, os quais são ilustrados com casos clínicos.
Ressalta-se a extrema importância da obra, tanto para auxiliar a identificação precoce dos distúrbios de aprendizagem, como na elaboração de programas reeducativos ou de reforço escolar, que visem a reintegração da criança, com dificuldades, no processo de ensino formal.
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Um dia me chama a professora e me diz que Emilio não sabe sustentar o lápis na mão. Naquele momento não me pareceu que isso seria um problema, que era apenas porque era pequeno , afinal só tinha 3 anos e meio. Com o tempo fui descobrindo que são muitas as crianças que passam por essa dificuldade, frases como “ ele sai correndo quando vê um lápis” etc e tal.
Quero lembrar que toda aprendizagem tem que ser enlaçada com uma anterior para que possa ser efetiva, isso é uma coisa que as pessoas que estão ao meu lado criam “calos” nos ouvidos de escutar. Então, a pergunta não é o que estamos fazendo agora que não funciona, a pergunta é qual é o passo anterior que ele não entendeu ou donde eu posso relacionar o que eu quero mostrar pra ele agora.
Vamos lá!
Segurar o lápis é psicomotricidade , vejam os exemplos que eu usei com ele.
Primeiro ensinei a usar os dedinhos que usa pra pegar o lápis, não para pegar o lápis mas para outras coisas.
Essa é a posição que o lápis tem entre os dedos.
Outras vezes colocava a mão dele aberta e pedia pra ele fechar o colocava o lápis no lugar donde deveria estar,(entre os dedos polegar, indicador e médio ).
Outro exercício é fazer “ minhoquinha”, faz um tempo o vídeo está disponível em youtube, para que ele movimente o lápis e coloque na posiçao adequada.
http://maria-marianeres.blogspot.com.br/2011/05/segurar-o-lapis.html
Adaptador triangular para lápis
Especialmente concebido para manter os dedos na posição correcta para a escrita. Uma seta pequena mostra a maneira como o lápis deve ser inserido correctamente no adaptador. Pode ser utilizado por esquerdinos como também por destros
Quer saber mais, clique nos links abaixo.
Coordenação visomotora e espacial, lateralidade e direcionalidade para Escrita, Preensão do lápis:.
Por que odeia escrever?
Escala de preensão de lápis e giz de cera, em ordem de desenvovlimento
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Marcha da Insensatez - Barbara Tuchman
Marcha da Insensatez - Barbara Tuchman
A Marcha da Insensatez - De Tróia ao Vietnã, um dos mais estranhos paradoxos da condição humana: a sistemática procura, pelos governos, de políticas contrárias aos seus próprios interesses. Através de exemplos históricos, Barbara estabelece a distinção entre insensatez e outros tipos de desgoverno, identificando sua característica: o ato autodestrutivo não considera a existência de uma alternativa viável e reconhecida. Dá como exemplos, entre outros, a dispersão das dez tribos de Israel (930 a.C.), a inexplicável submissão do imperador Montezuma (1520) e o ataque japonês a Pearl Harbour (1941). A partir daí, expõe quatro pontos decisivos no turbilhão da História. O primeiro deles é a guerra de Tróia, a mais remota luta simbólica do mundo antigo, cujo desenrolar demarca o protótipo da insensatez no governo. A autora demonstra como os troianos rejeitaram tanto os presságios quanto as advertências explícitas. Acolhendo o cavalo dentro de suas muralhas e fazendo, assim, a livre escolha de um rumo que os levaria ao desastre total.O segundo ponto diz respeito às seis décadas de desgoverno dos papas, período que coincide com o auge da explosão da Renascença, em toda sua pompa e florescimento artístico. Contra esse fundo, perscruta as vidas dos seis papas que não apenas trouxeram má reputação à Santa Sé, como também romperam a união da cristandade e perderam metade dos fiéis para a secessão protestante.Barbara reconta depois a série de acontecimentos mediante os quais, durante quinze anos, o rei Jorge III da Inglaterra e seu governo envenenaram o relacionamento com as colônias americanas, criando rebeldes, fazendo-se de surdos às críticas do Parlamento e da população. Como resultado, perderam o controle que exerciam sobre seu império na América.No último ponto, a historiadora aborda os trinta anos de envolvimento dos EUA no Vietnã até a embaraçosa retirada dos americanos. O que emerge dessa impressionante análise é a crônica da auto-hipnose, do cinismo e da perda de confiança dos cidadãos em seu governo. Este livro é uma obra-prima que revela a causa fundamental do desatino nos governos: a impotência da razão ante os apelos da cobiça, da ambição egoísta e da covardia moral, numa época que a marcha da insensatez parece acelerada no universo em que vivemos.
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Há diferença entre anti-sionismo e anti-semitismo?
Os Fatos Sobre Israel e o Conflito no Oriente Médio
Anti-sionistas procuram, cada vez mais, denegrir Israel. Na foto, uma tentativa de igualar sionismo a racismo. |
4. Há diferença entre anti-sionismo e anti-semitismo?
O sionismo é o movimento nacional de libertação do povo judeu – uma expressão das legítimas aspirações de um povo antigo à autodeterminação e independência nacional. O movimento sionista foi fundado para prover um Estado soberano próprio na sua terra ancestral. Israel é a encarnação moderna e política desse sonho ancestral.
O objetivo do anti-sionismo é minar a legitimidade de Israel, assim negando ao povo judeu seu lugar na comunidade das nações. Denegrir o sionismo é, portanto, atacar o direito básico da existência de Israel como uma nação, em violação a um dos princípios fundamentais do Direito Internacional.
É falso fazer a distinção entre anti-semitismo e anti-sionismo. Conforme o Dr. Martin Luther King Jr. escreveu em 1967, o anti-sionismo "é inerentemente anti-semita". Realmente, não é coincidência que as censuras e condenações a Israel em fóruns internacionais e na mídia têm sido acompanhadas de uma forte escalada dos incidentes anti-semitas em muitas partes do mundo. Conforme notou o Dr. King, anti-sionismo "é a negativa ao povo judeu de um direito fundamental que justamente clamamos para os povos da África, com o quê, livremente, outras nações do globo se põem de acordo. É discriminação contra os judeus porque eles são judeus. Resumindo, é anti-semitismo".
Da mesma forma que o anti-semitismo nega aos judeus seu direito como indivíduos na sociedade, o anti-sionismo nega ao povo judeu seu direito de ser uma nação na esfera internacional. Similarmente à utilização do "judeu" como um bode expiatório para muitos problemas da sociedade, Israel tem sido escolhido como o vilão de plantão na arena internacional.
Anti-sionismo é freqüentemente manifestado na forma de ataques a Israel nas Nações Unidas e outros fóruns internacionais. Durante anos, quase todas as reuniões e eventos da comunidade internacional têm servido de palco para condenações a Israel – não importando de que matéria se trate, não importando qual seja sua tênue ligação com o conflito no Oriente Médio.
Como uma nação dedicada aos princípios da democracia, Israel acredita que a crítica, seja por outras nações ou por seu próprio povo, é uma força para mudanças positivas. Entretanto, existe uma clara distinção entre chamados legítimos por melhorias e a tentativa de não legitimar Israel, para, consistentemente, tentar sustar sua melhoria aplicando-lhe avaliações e exigências que não são aplicados a outros estados – tudo isso enquanto se ignora o contexto em que Israel se esforça para sobreviver ante os violentos ataques contra seus cidadãos e, com muita freqüência, contra sua própria existência. (© Museu Judaico/RJ, http://www.museujudaico.org.br - http://www.beth-shalom.com.br)
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