sexta-feira, 7 de junho de 2013

Vida de Santo Antão por Santo Atanásio


Vida de Santo Antão
por Santo Atanásio 
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1.SOBRE A OBRA
1.1 - Introdução 
1.2 - Santo Atanásio e o monaquismo
1.3 - A "vida de Santo Antão"
1.4 - Santo Antão
1.5 - O deserto
1.6 - Texto da "Vida"
1.7 - Nossa versão
1.8 - Lacunas
1.9 - Bibliografia
2.PARTE I
2.1 - Prólogo
2.2 - Nascimento e Juventude de Antão
2.3 - A Vocação de Antão e seus primeiros passos na vida ascética
2.4 - Primeiros combates com os Demônios 
2.5 - Antão aumenta sua austeridade 
2.6 - Antão recluso nos sepulcros - mais lutas com os demônios
2.7 - Notas bibliográficas
3.PARTE II
3.1 - Antão busca o deserto e habita em Pispir 
3.2 - Antão abandona a solidão e se converte em Pai espiritual
3.3 - Conferência de Antão aos monges sobre o discernimento dos espíritos e exortação à virtude (16-43)
3.4 - Perseverança e vigilância
3.5 - Objeto da virtude 
3.6 - Notas bibliográficas
4.PARTE III
4.1 - Artifícios dos demônios
4.2 - Impotência dos demônios
4.3 - Falsas predições do futuro
4.4 - Notas bibliográficas
5.PARTE IV
5.1 - Discernimento dos espíritos 
5.2 - Antão narra suas experiências com os demônios
5.3 - Virtude monástica
5.4 - Notas bibliográficas
6.PARTE V
6.1 - Antão vai a Alexandria sob a perseguição do imperador Maximino (311)
6.2 - O martírio diário da vida monástica
6.3 - Fuga para a montanha interior
6.4 - De novo os demônios
6.5 - Antão visita os irmãos ao longo do Nilo
6.6 - Os irmãos visitam Antão
6.7 - Milagres no deserto
6.8 - Notas bibliográficas
7.PARTE VI
7.1 - Visões
7.2 - Devoção de Antão aos ministros da Igreja - equanimidade de seu caráter
7.3 - Por lealdade à fé Antão intervém na luta anti-ariana
7.4 - A verdadeira sabedoria
7.5 - Os imperadores escrevem a Antão
7.6 - Antão prediz os estragos da heresia ariana
7.7 - Antão, taumaturgo de Deus e médico das almas
7.8 - Notas bibliográficas
8.Parte VII - Final
8.1 - Morte de Antão
8.2 - Epílogo
8.3 - Notas bibliográficas

FONTE:
Padres do Deserto
Mosteiro da Virgem (Petrópolis-RJ)



http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/monaquismo/vida_de_santo_antao_indice.html

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32 - Doenças Espirituais: O que são e como combatê-las



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A visão em Paralaxe aplicada à relacionamentos


A visão em Paralaxe aplicada à relacionamentos



Paralaxe significa, de acordo com o dicionário Houaiss, mudança ou deslocamento aparente de um objeto quando se muda o ponto de observação. Em 2009 , um dos mais atuantes pensadores do recente século XXI, Slavoj Zizek lançou, pela editora Boitempo "A visão em Paralaxe". Eu, que ainda não li o livro, mas pretendo, venho aqui achincalhar o conceito de Zizek e aplicá-lo, da maneira mais esdrúxula possível, a um dos temas mais interessantes e que sucita diversas questões: os relacionentos entre homens e mulheres.


Antes de tudo, digo que isto aqui não é nenhum manual de instruções e, direi logo também que é inevitável a paralaxe, de outro modo, não podemos jamais evitar que a paralaxe invada nossos relacionamentos e nos faça deslocarmos, tal como meros objetos, objetos de desejo.


Feito o preâmbulo, farei as considerações as quais acho necessárias, visto que não poderemos jamais impedir que a paralaxe se entranhe em nossas relações. Portanto, o que segue são algumas características do dado fenômeno associado aos relacionamentos:


1 - A visão em Paralaxe no relacionamento consiste nas constantes modificações que sofreremos enquanto pertencermos à classe de meros objetos do desejo do Outro. Logo, entendamos:


a) Se o objeto para você (namorado/marido/amante) inicialmente é visto como alguém rodeado de características positivas, extremamente interessantes, saiba, isto mudará: a paralaxe atuará da maneira mais cruel, destituindo o Outro de qualquer significado mágico/místico , a isto se chama: mudança de paralaxe. Em outros termos: desapaixonamento/abuso/desamor.


Lado negativo: você será destituído de todas as qualidades douradas e áureas através das quais você foi alçado à posição de objeto de desejo privilegiado. A você não caberá nenhum tipo de argumentação, não adianta vestir-se melhor, maquiar-se melhor, emagrecer, engordar, falar baixo ou falar alto: quem te olha, o observador, já terá mudado de posição e a partir deste novo lugar, você não é tão interessante mais.


Lado positivo: O observador também é observado pelo objeto, logo, ele não mais será essas coca-colas todas; a paralaxe atua para ambos os lados. Isso é legal.


SITUAÇÕES COMUNS PARA EXEMPLIFICAR A VISÃO EM PARALAXE:


a: Interesse imediato: " Fulana/o me ama?" "Droga, olhando direitinho, e por esse ângulo, fulana não me é mais interessante"


b: Pedido de atenção: " Fulana/o precisa de mim? " Droga, vendo por este lugar, fulana/o não me é mais interessante"


c: Acordo mútuo de Companheirismo: "Fulana/o finalmente me aceita como seu par? " "Droga, vendo aqui de mais pertinho, fulana/o não me é mais interessante"



CONSELHOS A SEGUIR DIANTE DA PARALAXE INEVITÁVEL:


1 - Ñão lute contra a paralaxe, você um dia será desinteressante

2- Um dia do objeto, outro do observador

3- Tal como dizia Woody Allen, a humanidade é hipócrita e certamente um homem sentir-se-ia decepcionado com o clube que o aceitasse como sócio ( isto vale para namorados e namoradas)

4- Quem tem o mel, dá o mel, quem tem o fel , dá o fel ( filosofia popular muito acertada)

5- A paralaxe não perdoa ninguém, o que devemos saber é nos adequar a ela

6 - Um dia você é a roupa nova; noutro, o trapo ( depende do ângulo do observador)

7 - Diante disto tudo, nos cabe apenas sublimar





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Introducao à Paralaxe Cognitiva - Olavo de Carvalho


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Menti para os leitores Olavo de Carvalho O Globo, 10 de julho de 2004




Menti para os leitores
Olavo de CarvalhoO Globo, 10 de julho de 2004

Menti, sim, menti para os leitores. Escrevi que não podia julgar a obra científica do sr. Richard Dawkins, e no entanto é claro que podia. Podia e posso. Menti apenas para não estragar uma surpresa: estou reservando para esse indivíduo um capítulo inteiro do meu estudo sobre a "paralaxe cognitiva", fenômeno que nele alcança proporções inauditas.
A paralaxe, se vocês recordam (O Globo 14/12/2002 ouwww.olavodecarvalho.org/semana/12142002globo.htm), é o deslocamento, na obra de um pensador, entre o eixo da especulação teórica e o da experiência concreta que ele tem da realidade. É o resultado de um esforço de abstração mal dirigido, que acaba por tomar como separados efetivamente os elementos que tinham sido apenas afastados em imaginação, por facilidade de método.
Nicolau Maquiavel, por exemplo, cria uma fórmula de governo sem notar que, se aplicada, ela teria como primeira conseqüência previsível o assassinato de Nicolau Maquiavel como colaborador principal do "Príncipe" e, portanto, segundo ele mesmo, virtual suspeito número um de traição. Descartes diz que vai narrar um experimento psicológico real no instante mesmo em que coloca como sujeito desse experimento um "eu" abstrato, isolado das condições de tempo e espaço que lhe dariam alguma consistência narrativa. Meu livrinho está cheio desses homens de duas cabeças, mas nenhum deles se compara ao sr. Dawkins, cuja dualidade mental chega a ser quase física. Em todos os demais casos, o hiato que aparece é entre um foco intelectual determinado e o campo mais geral da experiência humana do indivíduo pensante. No sr. Dawkins, em vez disso, o abismo abre-se entre a teoria que ele está tentando provar e a circunstância concreta, imediata, da experiência mesma concebida para prová-la.
É o seguinte. Em favor da sua tese da inexistência de causas finais na origem dos seres vivos, ele argumenta que unidades de informação randomicamente combinadas podem gerar seqüências significativas (mais ou menos como os átomos de Epicuro, movendo-se a esmo no espaço, formavam uma vaca por pura sorte). Para demonstrar essa possibilidade, ele concebeu um experimento informático que não sei se é tocante na sua candura ou revoltante na dose de candura que espera do público. Ele toma uma frase do Hamlet, "Methinks it is like a weasel" ("Acho que é como uma doninha"), e, num programa de computador criado para esse fim, vai produzindo milhares de combinações de letras até que, de repente, aparece de novo na tela: "Methinks it is like a weasel". Nesse instante o sr. Dawkins exclama algo como: "A-ha! Quod erat demonstrandum!" e se curva com exemplar modéstia ante os aplausos da platéia.
Werner Gitt, diretor do Instituto Federal Alemão de Ciências da Informação, fez a respeito uma observação singela e acachapante: as letras e espaços da frase não são unidades de informação anárquicas. São, precisamente, os sinais necessários para escrever "Methinks it is like a weasel" - seqüência que não se formou por si mesma mas foi escolhida pelo sr. Dawkins. A informação, portanto, não foi "gerada" pelas transformações, mas colocada lá antecipadamente para gerá-las. Em segundo lugar, noto eu que as letras na combinação não significam nada "em si mesmas", mas só dentro do sistema, previamente dado, da língua inglesa -- uma chave que também não foi gerada pelas transformações e sim admitida previamente como código da sua interpretação.
Pensadores que, na hora de examinar um assunto específico, faziam abstração de outras coisas que sabiam de si mesmos, e que assim acabavam por chegar inadvertidamente a conclusões que desmentiam a sua própria existência, já eram tipos esquisitos o bastante para justificar a imagem popular dos filósofos como sujeitos que vivem no mundo da Lua. Mas um cientista que, no ato mesmo de demonstrar sua tese, inventa um experimento que a torna impossível, este é sem dúvida o Prêmio Nobel da paralaxe cognitiva, é a anti-informação encarnada, é a entropia em forma humana. Deve ser por isso que o sr. Dawkins tem tantos admiradores. Eles se multiplicam entropicamente.


http://www.olavodecarvalho.org/semana/040710globo.htm

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quinta-feira, 6 de junho de 2013

True Outspeak Olavo de Carvalho. 5 de junho de 2013

Listen to internet radio with Olavo de Carvalho on BlogTalkRadio


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Inclusão do jeito que vemos sou contra. Algumas observações. João Maria ...




Inclusão algumas observações. João Maria andarilho utópico.

Entrevista Prof. Fernando Capovilla à Globo News: Libras e educação bilíngue de surdos
http://www.youtube.com/watch?v=uVbzA7...

Carta de Fernando César Capovilla ao MEC sobre educação de surdos
http://www.stellabortoni.com.br/index...

Inclusão nas escolas comuns faz com que crianças surdas não acompanhem rendimento escolar de colegas
http://noticiasenegocios.com.br/2012/...


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Inclusão do jeito que vejo sou contra. Algumas observações. João Maria ...




Inclusão algumas observações. João Maria andarilho utópico.

Entrevista Prof. Fernando Capovilla à Globo News: Libras e educação bilíngue de surdos
http://www.youtube.com/watch?v=uVbzA7fpJWE

Carta de Fernando César Capovilla ao MEC sobre educação de surdos
http://www.stellabortoni.com.br/index...

Inclusão nas escolas comuns faz com que crianças surdas não acompanhem rendimento escolar de colegas
http://noticiasenegocios.com.br/2012/...


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Hoje é dia do sagrado Amalaki Ekadasi dia 27/02/26 sexta-feira explicando e lendo

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