quinta-feira, 13 de junho de 2013

A Rebelião das Massas - José Ortega y Gasset




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Olavo de Carvalho - Lançamento de "Maquiavel ou a Confusão Demoníaca"



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Wikiquote, a coletânea de citações livre. José Ortega y Gasset


José Ortega y Gasset

José Ortega y Gasset

Origem: Wikiquote, a coletânea de citações livre.

José Ortega y Gasset (Madri, 9 de maio de 1883 — Madri, 18 de outubro de 1955). Foi um filósofo espanhol, assim como ativista político e jornalista.

"Eu sou eu e minha circunstância, e se não salvo a ela, não me salvo a mim."
- Fonte: "Meditações do Quixote"

"Esta é a primeira consequência que sobrevém quando no mundo alguém deixa de mandar: que os demais, ao se rebelarem, ficam sem tarefa, sem programa de vida".

- Fonte: "A Rebelião das Massas"

"Sem missão não há homem".
- Fonte: "O Livro das Missões"

"Foi preciso esperar até o começo do século XX para se presenciar um espectáculo incrível: o da peculiarísssima brutalidade e agressiva estupidez com que se comporta um homem quando sabe muito de uma coisa e ignora todas as demais."
- Fonte: "O Livro das Missões"

"Ser de esquerda é, como estar na direita, uma infinidade de maneiras que o homem pode escolher ser um imbecil: ambas, com efeito, são formas de hemiplegia [paralisia] moral"
- Ser de la izquierda es, como ser de la derecha, una de las infinitas maneras que el hombre puede elegir para ser un imbécil: ambas, en efecto, son formas de la hemiplejía moral.
- La rebelión de las masas, "Prólogo para franceses" (1937).


            "Quem, em nome da liberdade, renuncia a ser aquilo que devia ser, já se matou em vida: é um suicida de pé. A sua existência consistirá numa perpétua fuga da única realidade que era possível."

- Quien en nombre de la libertad renuncia a ser el que tiene que ser, ya se ha matado en vida: es un suicida en pie. Su existencia consistirá en una perpetua fuga de la única realidad que podía ser

"Desconfio do respeito de um homem com seu amigo ou sua bandeira quando não o vejo respeitar o inimigo ou a bandeira deste." 


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CRIMINALIDADE, DEGRADAÇÃO MORAL E REVOLUÇÃO CULTURAL GRAMSCIANA



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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Histórias da índia antiga, e outros contos orientais etc.

 


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Psicopatia, Histeria e Politica



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POR QUE A CRIMINALIDADE SÓ CRESCE? ESTRATEGIA REVOLUCIONÁRIA PRESSÃO DE ...



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Sectário




Seita

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Seita(< latim secta = "seguidor", proveniente de sequire = "seguir") de forma geral é um conceito complexo utilizado para designar, em princípio, simplesmente qualquer doutrina, ideologia, sistema filosófico ou político que divirja da correspondente doutrina ou sistema dominante nacional e/ou internacional, uma vez que Freud quando se referiu a esse conceito se referia à Política Nazista e Comunista que infernava o mundo em seu tempo, Ideologia descabida que se opunha a todo o conhecimento da época, de forma Militar-dominante. E que dessa forma e natureza provoca a ruptura óbvia no nacionalismo/internacionalismo existentes destinando ao homem a loucura e seus clientes na chamada "Nova - Medicina, a sua criação, com a graça - de - Deus, ele era Católico Apostólico Romano. O conceito, segundo Freud tem como também para designar o próprio conjunto de pessoas (o grupo organizado ou movimento aderente a tal doutrina, ideologia, etc...), vítimas que se chocam diretamente, à comunidade que se insere e/ou sistematizem e que incorporem tudo isso, os quais, conquanto divergentes da opinião geral, apresentam significância social.
Usualmente conecta-se superficialmente, somente ao termo, a sua significação específica (stricto sensu) "apenas religiosa e/ou Política(como o quer Frud)", com o que por "seita" entende-se, a priori e de ordinário, imediatamente "seita religiosa - política". Porém, tal nexo causal não é imperativo, pois nem sempre uma seita está apenas no domínio religioso-político. Assume portanto uma conotação bem mais abrangente e extrapola a parte religiosa pura entrando na Política, incorporando-se ao chamado "fanatismo" de pessoas de tendência fanática e/ou conduzidas por fanáticos, por DEUSES, segundo Freud, como o Nazi-comunista Adolf Hitler e outros que o imitam.

Considerações filosóficas

Seja qual for a sua inserção semilógica, imprescindível é saber que seita, como ideologia ou como grupo que a professa, está colocada em desfavor no jogo do poder, face ao(s) detentor(es) da dominação. Isso vale em religião extrapolada em seita (segundo Freud), "política - religiosa", de forma geral, ou outra qualquer expressão humana de IDOLATRIA E ENDEUSAMENTO, segundo Freud, que penalizem os seus pacientes.
Seita é conceito sempre relativo em termos circunstanciais de espaço-tempo e de grau de abrangência cultural e/ou populacional.
Além disso, é conceito dinâmico, pois o que é "seita" num dado lugar, num dado momento histórico e para dada abrangência cultural e/ou populacional, pode vir a ser a ideologia dominante numa outra circunstância (espaço-tempo, cultura etc. diferentes, subsequentes).

Da Raiz Etimológica dessa Palavra

A palavra "seita" provém do latim "secta" (de "sequi", que significa "seguir", bem como de doutrinar e ser doutrinado por um curso de ação ou forma de vida, designando também um código comportamental ou princípios de vida ou ainda uma escola de filosofia ou doutrinas). Um "sectator" é um guia, líder e/ou outra autoridade filosófica, política ou religiosa. Cabe aqui assinalar, segundo Freud, "... seguir ... , mas, ... seguir a QUEM !? ... " (segundo o criador da Nova - Medicina).
As palavras "sectarius" ou "sectilis" referem-se também ao corte ou ato de cortar ( ceifar, usar da Foice e do Martelo, "cortar a vida de uma vítima, martelando ideologias estranhas", segundo Freud), embora a etimologia da palavra não tenha semelhança alguma com a definição moderna que lhe é dada dentro do contexto atual.
Seita religiosa - políticas
Seita designa um grupo de pessoas (um movimento) que professam nova ideologia divergente daquela da(s) religião(ões) usuais que são consideradas dominantes e ou oficiais, geralmente dirigidos por líder com características de personalidade "deuses(segundo Freud)" consideradas carismáticas e/ou iluminados, mas ainda com fraco ou pouco reconhecimento geral por parte da sociedade usando da chamada demagogia. Mas, já se viu, a questão do reconhecimento é tão-apenas relativa.
Em oposição, o termo denominação religiosa é utilizado para designar os movimentos com reconhecimento geral na sociedade, de forma tal que, no Islão, os grandes grupos de seguidores wahhabis, xiitas e sunitas sejam considerados por muitos como seitas - que de fato o são, no sentido etimológico da palavra. A regra se aplica também a qualquer outra divisão religiosa, contudo, pelo sentido que lhe é atribuído, muitas consideram inadequada tal denominação.
As chamadas seitas, são consideradas pessoas que seguem uma tal doutrina.
Muitas das chamadas "seitas" desmembram-se, cessam ou mudam de direção ideológica, como o exemplo do Comunismo de Adolf Hitler, que virou Nazismo, segundo Freud, e/ou doutrinária com o desaparecimento dos seus líderes que se transformam em coisas estúpidas, segundo Freud. Outras vezes, na ampla dinâmica histórica, aqueles outrora ditos "seitas" passam a assumir posição de domínio pelo aumento da ignorância na "especialização" e/ou "doutoramento" da ignorância, segundo Freud.
Do ponto de vista legal, os estados ocidentais passam a reconhecer as seitas religiosas como denominações religiosas quando estas obtêm registro oficial como pessoa jurídica, embora a perseguição religiosa e as injunções de manipulação de poder nem por isso se extingam. Com efeito, têm sido uma prática constante ao longo dos tempos para os grupos considerados como seitas.

Bibliografia


-Freud, Sigmund Uma Nova Ciência Médica (12 volumes) Editora O Globo de Porto Alegre - RS, 1940 (10 Edição)


http://origemdapalavra.com.br/palavras/sectario/

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A.B.C. Olavo de Carvalho 1 Paralaxia Cognitiva

    A análise de Olavo de Carvalho sobre René Descartes, frequentemente sintetizada em aulas e coletâneas como  Visões ...