sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Qual a diferença entre jogo e esporte?

Qual a diferença entre jogo e esporte?

Editado por Beatriz Santomauro (novaescola@fvc.org.br). Com reportagem de Rita Trevisan

O jogo é definido como uma atividade de caráter lúdico com normas livremente estabelecidas pelos participantes. O esporte, por sua vez, tem regras preestabelecidas pelas diferentes instituições que regem cada modalidade esportiva, sejam ligas, federações, confederações ou comitês olímpicos. A busca pela vitória e competividade também está presente. Na maior parte das vezes, o esporte requer esforço físico dos participantes, mas isso não é regra. Um exemplo é o xadrez, jogo que também é reconhecido como esporte. Na sala de aula, tanto as atividades esportivas como os jogos são importantes, pois ajudam no desenvolvimento integral de crianças e jovens, contribuindo nos aspectos motores, cognitivos, afetivos e sociais.

Consultoria Larissa Rafaela Galatti, pesquisadora do Grupo de Estudos em Pedagogia do Esporte (Gepesp) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). 

Pergunta enviada por Sandra Garcia, Campina Grande, PB

Blog do João Maria Andarilho Utópico Professor Pedagogo.: O livro “The Art of Political War, David Horowitz ...

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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Você sabe o que foi o pelagianismo? Isso tem a ver com nosso estudo sabia?


Você sabe o que foi o pelagianismo? Isso tem a ver com nosso estudo sabia?

O Catecismo da Igreja Católica fala no parágrafo 406 que a Doutrina do Pecado Original foi muito estudada no século V, em virtude do pelagianismo… 
A doutrina da Igreja sobre a transmissão do pecado original adquiriu precisão sobretudo no século V, em especial sob o impulso da reflexão de Santo Agostinho contra o pelagianismo (CIC§406)
O pelagianismo é uma heresia, atribuída a Pelágio, um monge bretão do século V. Esse homem afirmava que todo homem nasce moralmente neutro, e que é capaz, por si mesmo, sem qualquer influência externa, de converter-se a Deus e obedecer à sua vontade, quando assim o deseje.
No século V, Pelágio havia debatido ferozmente com Santo Agostinho sobre este assunto. Santo Agostinho, que escreveu um documento contra o pelagianismo, afirmava que o pecado original de Adão foi herdado por toda a humanidade e que, mesmo que o homem caído retenha a habilidade para escolher, ele está escravizado ao pecado e não pode não pecar, muito embora com sua luta e com a Graça de Deus ele possa minimizar seus pecados. Por outro lado, Pelágio insistia que a queda de Adão afetara apenas a Adão, e que se Deus exige das pessoas que vivam vidas perfeitas, Ele também dá a habilidade moral para que elas possam fazer assim. Ele reivindicou mais adiante que a graça divina era desnecessária para salvação, embora facilitasse a obediência.
Para Santo Agostinho, todos, inclusive os que nascem de um matrimônio de cristãos, devem ser regenerados pelo batismo, ao qual chama “banho de regeneração”, já que diferentemente dos pecados pessoais, o pecado original se contrai do pais:
“…declararei, segundo a fé católica, que qualquer que seja o seu nascimento, [as crianças] são inocentes no que diz respeito aos pecados pessoais e culpadas em razão do pecado original” (Contra Iulianum Pelagianum III, XXIII, 52).
Para o Santo, a heresia pelagiana é extremamente grave por negar às crianças o revestimento de Cristo.
“Este nosso adversário, afastando-se da fé apostólica e católica com os pelagianos, não quer que os que nascem estejam sob o domínio do diabo, para que as crianças não sejam levadas a Cristo, arrancadas do poder das trevas e levadas para o Seu reino. E especialmente acusa a Igreja espalhada pelo mundo inteiro, onde todas as crianças durante o batismo recebem em todas as partes o rito da insuflação não por outra razão senão para lançar para fora delas o príncipe do mundo, sob o domínio necessariamente estão os vasos de ira desde que nascem de Adão e não renascem em Cristo; [renascidas em Cristo,] são transladadas para o Seu Reino, já que se tornam vasos de misericórdia pela graça” (Contra Iulianum Pelagianum II, XVIII, 33).
O resultado dessa discussão teve fim no ano de 529, no Concílio de Oranges, e a Igreja deu razão a Santo Agostinho. Pelágio por sua vez, não abriu mão da sua crença herege e por isso acabou sendo excomungado junto com muitos de seus seguidores.
Dominus Vobiscum
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fonte  http://blog.cancaonova.com/dominusvobiscum/2008/01/21/voce-sabe-o-que-foi-o-pelagianismo-isso-tem-a-ver-com-nosso-estudo-sabia/




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Hoje é dia do sagrado Amalaki Ekadasi dia 27/02/26 sexta-feira explicando e lendo

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