sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Sexo e controle social ESCRITO POR DO LIVRO ‘LIBIDO DOMINANDI’

libidoAssim, um homem bom, mesmo sendo um escravo, é livre; mas um homem mau, mesmo sendo um rei, é um escravo. Pois ele serve, não apenas a um homem, mas, o que é pior, serve a tantos senhores quantos vícios tem.
Santo Agostinho, em 'A Cidade de Deus'.

Santo Agostinho, escrevendo na época do colapso do império romano, alterou extraordinariamente e encerrou a discussão sobre a idéia de liberdade da Antiguidade. O homem não era escravo pela natureza ou pela lei, como dissera Aristóteles. A liberdade era função do seu estado moral. O homem tinha tantos senhores quantos eram os seus vícios. Este insight proveria a base para a mais sofisticada forma de controle social conhecida pelo homem.
Quatorze séculos depois, em um mundo ávido por rejeitar o patrimônio intelectual do Ocidente, um aristocrata francês decadente inverteu esta tradição quando escreveu “as pessoas mais livres são aquelas mais dispostas a cometer assassinatos”. Como Santo Agostinho, o Marquês de Sade concordaria que a liberdade era função da moralidade. Entretanto, liberdade, para o Marquês de Sade, significava disposição para rejeitar a lei moral. Diferentemente de Santo Agostinho, Sade propôs uma revolução nas tradições e costumes sexuais para acompanhar a revolução política então em andamento na França. Libido Dominandi – o termo é tirado do Livro I d’A Cidade de Deus de Santo Agostinho – é a história definitiva dessa revolução sexual, de 1773 até hoje.
Ao contrário do pregado pela versão clássica da revolução sexual, Libido Dominandi mostra como a liberação sexual foi, desce o início, uma forma de controle. A lógica é suficientemente clara: aqueles que queriam liberar o homem da ordem moral precisavam impor controles sociais tão logo tivessem sucesso, pois o instinto sexual livre de regras conduz inevitavelmente à anarquia. Ao longo de duzentos anos, essas técnicas tornaram-se cada vez mais refinadas, resultando em um mundo onde as pessoas seriam controladas, não pela força militar, mas pela hábil manipulação de suas paixões. Aldous Huxley escreveu em seu prefácio para a edição de 1946 de Admirável Mundo Novo que “à medida em que as liberdades política e econômica diminuam, a liberdade sexual tende a aumentar na mesma proporção”. Este livro é sobre esta afirmação. Explica como a retórica da liberdade sexual foi usada para engendrar um sistema de controle político e social dissimulado. Ao longo dos dois séculos cobertos por este livro, o desenvolvimento de tecnologias de comunicação, reprodução e controle físico – incluindo psicoterapia, behaviorismo, propaganda, sensitivity training, pornografia e, no momento decisivo, a chantagem pura e simples – permitiram ao Iluminismo e aos seus herdeiros inverter o insight de Santo Agostinho e converter os vícios humanos em senhores para os homens. Libido Dominandi é a história de como isso aconteceu.


(O texto acima foi publicado na contra-capa do livro Libido Dominandi: Sexual Liberation & Political Control, de E. Michael Jones.)
Tradução: Ricardo Hashimoto

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Aquecimentistas presos no gelo antártico ESCRITO POR LUIS DUFAUR

gelo1A história é hilariante, mas reveladora do clima ideológico e pretensamente científico com que vem sendo tocada a propaganda do “aquecimento global”, e/ou “mudanças climáticas”.
Respeitadas as oscilações cíclicas, a expansão da superfície gelada da Antártica cresce há 150 anos.


O grupo de “cientistas da mudança climática” preso pelo gelo no barco de bandeira russa “Akademic Shokalskiy” foi felizmente resgatado e passa bem. 

Um helicóptero do quebra-gelo chinês “Xue Long” (“Dragão da Neve”) os conduziu até o australiano “Aurora Australis” que prudentemente não ingressou na área. 
Mas, o “Dragão da Neve” não conseguiu quebrar o gelo e também acabou preso pelo mar em fase de congelamento malgrado o verão antártico.
Os tripulantes dos dois navios ficaram a bordo. Eles aguardam serem liberados pelo quebra-gelo “Polar Star” da Guarda Costeira dos EUA, único habilitado para a tarefa.

A mídia, entrementes, omitiu dizer o que ia fazer a equipe de cientistas: demonstrar o “aquecimento global”! 
40 de 41 (97,5%) crônicas de jornal impresso ou virtual, recenseadas por Mike Ciandella analista do Business &Media Institute, abafaram o objetivo anunciado pelos cientistas até a ocorrência.
O noticiário camuflou os cientistas de “passageiros” ou de “turistas”. 
A agência AFP apontou os perigos da expedição, a falta de conhecimentos do mar da região e a inexperiência dos participantes, além dos riscos do resgate. 
A história é hilariante, mas reveladora do clima ideológico e pretensamente científico com que vem sendo tocada a propaganda do “aquecimento global”, e/ou “mudanças climáticas”.

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Foram constatar a mudança climática e verificaram na própria pele o contrário
 O líder da expedição foi Chris Turney, professor de mudança climática na universidade australiana de New South Wales. Em seu site pessoal, Turney havia anunciado que o objetivo era “descobrir e comunicar as mudanças ambientais que estão acontecendo no sul”.
O perigoso fiasco não lhe ajudou a criar juízo. Em entrevista a Fox News, Turney reafirmou sua crença no derretimento global dos polos.

“O gelo marinho está desaparecendo devido à mudança climática, mas aqui o gelo está se acumulando”, acrescentou num comunicado, sem se importar com a contradição nos termos. 
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O 'Dragao da Neve' não conseguiu se desentalar a si proprio e apelou ao antipatizado EUA.
 E depois de uma tentativa de justificação concluiu: “estávamos no lugar errado, na hora errada”.
De fato, o frio na Antártica vem aumentando de modo consistente há 35 anos segundo a NASA.

Respeitadas as oscilações cíclicas, a expansão da superfície gelada da Antártica cresce há 150 anos. 
total da superfície gelada do planeta aumenta regularmente há 25 anos, pois o gelo antártico compensa a diminuição cíclica e temporária da camada de gelo do Ártico.

A marinha australiana conhecia bem o local, mas os alegres ambientalistas ficaram escravos de seus mitos e o navio alugado “Akademic Shokalskiy” amanheceu o dia 30 de dezembro encravado numa banquisa de 4 metros de profundidade.

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USCG Polar Star. O vilipendiado vilão aquecedor do planeta (EUA)
é a grande esperança para solucionar a trapalhada.
 Os ambientalistas pretendiam refazer o percurso da épica mas trágica expedição do explorador Douglas Mawson. 
Em 1912, Mawson protagonizou uma histórica façanha de sobrevivência, passando dois anos na Antártida, vencendo dificuldades gigantescas e ficando como único sobrevivente de uma falida expedição ao polo sul magnético.

Obviamente, os auto-embombados aquecimentistas não estavam dispostos a sofrer nem a milésima parte do que padeceu seu herói e fugiram de helicóptero na primeira dificuldade.
Não lhes faltará financiamento para nova excursão visando provar que o planeta esquenta por todo lado.


Luis Dufaur
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Vídeo-aula: Estatuto da Criança e do Adolescente - Conceito e Princípios - Porfª Karin Conceição



Curso online Estatuto da Criança e do Adolescente ministrado pela professora Karin Conceição.

Esta é uma das vídeoaulas presentes no Curso Prepartório OAB na disciplina ECA (Estatuto da Karin e do Adescente). 

Acesse : WWW.CURSOEXAMEDEORDEM.COM WWW.CANALEXAMEDEORDEM.COM

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Sobre verso do diploma de pedagogia: Blog do João Maria responde




CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. (*)
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura.



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Destruir pra governar!



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HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL - Um breve resumo, professora Gisele Baraglio

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL - Um breve resumo

A história da educação no Brasil começou em 1549 com a chegada dos primeiros padres jesuítas, inaugurando uma fase que haveria de deixar marcas profundas na cultura e civilização do país. Movidos por intenso sentimento religioso de propagação da fé cristã, durante mais de 200 anos, os jesuítas foram praticamente os únicos educadores do Brasil. Embora tivessem fundado inúmeras escolas de ler, contar e escrever, a prioridade dos jesuítas foi sempre a escola secundária, grau do ensino onde eles organizaram uma rede de colégios reconhecida por sua qualidade, alguns dos quais chegaram mesmo a oferecer modalidades de estudos equivalentes ao nível superior.

Em 1759, os jesuítas foram expulsos de Portugal e de suas colônias, abrindo um enorme vazio que não foi preenchido nas décadas seguintes. As medidas tomadas pelo ministro D. José I, o Marquês de Pombal, sobretudo a instituição do Subsídio Literário, imposto criado para financiar o ensino primário, não surtiu nenhum efeito. Só no começo do século seguinte, em 1808, com a mudança da sede do Reino de Portugal e a vinda da família Real para o Brasil-Colônia, a educação e a cultura tomaram um novo impulso, com o surgimento de instituições culturais e científicas, de ensino técnico e dos primeiros cursos superiores, como os de medicina nos estados do Rio de Janeiro e da Bahia.

Todavia, a obra educacional de D. João VI, importante em muitos aspectos, voltou-se para as necessidades imediatas da corte portuguesa no Brasil. As aulas e cursos criados, em diversos setores, tiveram o objetivo de preencher demandas de formação profissional. Esta característica haveria de ter uma enorme influência na evolução da educação superior brasileira. Acrescenta-se, ainda, que a política educacional de D. João VI, na medida em que procurou, de modo geral, concentrar-se nas demandas da corte, deu continuidade à marginalização do ensino primário.

Com a independência do país, conquistada em 1822, algumas mudanças no panorama sócio-político e econômico pareciam esboçar-se, inclusive em termos de política educacional. De fato, na Constituinte de 1823, pela primeira vez se associou apoio universal e educação popular - uma como base do outro. Também foi debatida a criação de universidades no Brasil, com várias propostas apresentadas. Como resultado desse movimento de idéias, surgiu o compromisso do Império, na Constituição de 1824, em assegurar "instrução primária e gratuita a todos os cidadãos", confirmado logo depois pela lei de 15 de outubro de 1827, que determinou a criação de escolas de primeiras letras em todas as cidades, vilas e vilarejos, envolvendo as três instâncias do Poder Público. Teria sido a "Lei Áurea" da educação básica, caso tivesse sido implementada.

Da mesma forma, a idéia de fundação de universidades não prosperou, surgindo em seu lugar os cursos jurídicos em São Paulo e Olinda, em 1827, fortalecendo o sentido profissional e utilitário da política iniciada por D. João VI. Além disso, alguns anos depois da promulgação do Ato Adicional de 1834, delegando às províncias a prerrogativa de legislar sobre a educação primária, comprometeu em definitivo o futuro da educação básica, pois possibilitou que o governo central se afastasse da responsabilidade de assegurar educação elementar para todos. Assim, a ausência de um centro de unidade e ação, indispensável, diante das características de formação cultural e política do país, acabaria por comprometer a política imperial de educação.

A descentralização da educação básica, instituída em 1834, foi mantida pela República, impedindo o governo central de assumir posição estratégica de formulação e coordenação da política de universalização do ensino fundamental, a exemplo do que então se passava nas nações européias, nos Estados Unidos e no Japão. Em decorrência, se ampliaria ainda mais a distância entre as elites do País e as camadas sociais populares.

Na década de 1920, devido mesmo ao panorama econômico-cultural e político que se delineou após a Primeira Grande Guerra, o Brasil começou a se repensar. Em diversos setores sociais, as mudanças foram debatidas e anunciadas. O setor educacional participou do movimento de renovação. Inúmeras reformas do ensino primário foram feitas em âmbito estadual. Surgiu a primeira grande geração de educadores, Anísio Teixeira, Fernando de Azevedo, Lourenço Filho, Almeida Júnior, entre outros, que lideraram o movimento, tentaram implantar no Brasil os ideais da Escola Nova e divulgaram o Manifesto dos Pioneiros em 1932, documento histórico que sintetizou os pontos centrais desse movimento de idéias, redefinindo o papel do Estado em matéria educacional.

Surgiram nesse período as primeiras universidades brasileiras, do Rio de Janeiro em 1920, Minas Gerais em em 1927, Porto Alegre em em 1934 e Universidade de São Paulo em 1934. Esta última constituiu o primeiro projeto consistente de universidade no Brasil e deu início a uma trajetória cultural e científica sem precedentes.
A Constituição promulgada após a Revolução de 1930, em 1934, consignou avanços significativos na área educacional, incorporando muito do que havia sido debatido em anos anteriores. No entanto, em 1937, instaurou-se o Estado Novo concedendo ao país uma Constituição autoritária, registrando-se em decorrência um grande retrocesso. Após a queda do Estado Novo, em 1945, muitos dos ideais foram retomados e consubstanciados no Projeto de Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, enviados ao Congresso Nacional em 1948 que, após difícil trajetória, foi finalmente aprovado em 1961, Lei nº 4.024.

No período que vai da queda do Estado Novo, em 1945, até a Revolução de 1964, quando se inaugurou um novo período autoritário, o sistema educacional brasileiro passou por mudanças significativas, destacando-se entre elas o surgimento, em 1951, da atual Fundação CAPES, que é a Coordenação do Aperfeiçoamento do Pessoal do Ensino Superior, a instalação do Conselho Federal de Educação, em 1961, campanhas e movimentos de alfabetização de adultos, além da expansão do ensino primário e superior. Na fase que precedeu a aprovação da LDB/61, ocorreu um admirável movimento em defesa da escola pública, universal e gratuita.

O movimento de 1964 interrompeu essa tendência. Em 1969 e 1971, foram aprovadas respectivamente a Lei 5.540/68 e 5.692/71, introduzindo mudanças significativas na estrutura do ensino superior e do ensino de 1º e 2º graus, cujos diplomas vieram basicamente em ardor até os dias atuais.

A Constituição de 1988, promulgada após amplo movimento pela redemocratização do País, procurou introduzir inovações e compromissos, com destaque para a universalização do ensino fundamental e erradicação do analfabetismo.

fonte;http://gisele-finatti-baraglio.blogspot.com.br/2011/07/historia-da-educacao-no-brasil-um-breve.html

Bibliografia recomendada pela professora Gisele Baraglio

- MENEZES, Ebenezer Takuno de; SANTOS, Thais Helena dos."Projeto Minerva" (verbete). Dicionário Interativo da Educação Brasileira - EducaBrasil. São Paulo: Midiamix Editora, 2002.
- XAVIER, Maria Elizabete Sampaio Prado, NORONHA, Olinda Maria e RIBEIRO, Maria Luísa Santos, História da Educação: a escola no Brasil. São Paulo, FTD, 1994.
- ALMEIDA, José Ricardo Pires, História da instrução pública no Brasil (1500-1889). Brasília/São Paulo, INEP/PUC-SP, 1989.
- ANDRADE FILHO, Bento de, História da educação. Rio de Janeiro, Saraiva, 1941.
- ARCHÊRO JÚNIOR, Aquiles, História da Educação. São Paulo: Edições e Publicações Brasil Editora S. A. (Coleção Didática Nacional), 1957.
- AZEVEDO, Fernando, A cultura brasileira, 5a. ed. São Paulo, Melhoramentos/Edusp, 1971.
BELLO, Ruy de Ayres, Esboço de história da educação. São Paulo, Nacional, 1945.
BRASIL (2003), Estatísticas do século XX. Rio de Janeiro, IBGE.
- BRIQUET, Raul, História da educação: evolução do pensamento educacional. São Paulo, Renascença, 1946.
- CARVALHO, Laerte Ramos, As reformas pombalinas da instrução pública. São Paulo: Saraiva/ EDUSP, 1978.
- FERREIRA, Tito Lívio, História da educação lusobrasileira. São Paulo, Saraiva, 1966.
- FRANCA, L., O método pedagógico dos jesuítas. Rio, Agir, 1960.
- FREITAS, Z.R., História do ensino profissional no Brasil. São Paulo, s/ed., 1954.
- GENOVESI, Giovanni, Pedagogia: dall’empiria verso la scienza. Bologna, Pitagora, 1999.
- HOBSBAWM, Eric, Sobre história. São Paulo, Companhia das Letras, 1998.
- LEITE, Pe. S., História da Companhia de Jesus no Brasil. 10 volumes. Lisboa/Rio de Janeiro, Portugália/INL, 1938-1950.
- LUCCHI, Piero, “La prima istruzione. Idee, metodi, libri”. In: BRIZZI. Gian Paolo (a cura di), Il catechismo e la grammatica; 2 volumi. Bologna, Il Mulino, 1985, vol. 1, p.25-82.
- MANIFESTO dos Pioneiros da Educação Nova. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, v. 65, n. 150, maio/ago. 1984, pp. 407-425.
- MARCÍLIO, Maria Luiza (2005). História da escola em São Paulo e no Brasil. São Paulo, Imprensa Oficial.
- MATTOS, Luiz Alves de (1958), Primórdios da educação no Brasil. Rio de Janeiro, Aurora.
MOACYR, Primitivo, A Instrução e o Império. São Paulo: Cia Editora Nacional, 1936-1938 (3 volumes).
- MOACYR, Primitivo, A Instrução e as Províncias. São Paulo: Cia Editora Nacional, 1939 1940 (3 volumes).
- MOACYR, Primitivo, AInstrução e a República. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1941-1942 (7 volumes).
- MOACYR, Primitivo, A Instrução pública no estado de São Paulo. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1942 (2 volumes).
- PEETERS, madre Francisca e Cooman, madre Maria Augusta de, Pequena História da Educação. São Paulo: Melhoramentos, 1936.
PEIXOTO, Júlio Afrânio, Noções de história da educação. São Paulo, Nacional, 1933.
RIBEIRO, Maria Luísa Santos, História da educação brasileira: a organização escolar, São Paulo, Cortez & Moraes, 1978.
- ROMANELLI, Otaíza de Oliveira, História da educação no Brasil (1930/1973). Vozes, Petrópolis, 1978.
- SAVIANI, Dermeval, “História da educação e política educacional”. In: SBHE (Org.), Educação no Brasil: história e historiografia. Campinas, Autores Associados, 2001, p. 11-19.
_____SAVIANI, Dermeval, Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações, 9ª ed. revista e ampliada. Campinas, Autores Associados, 2005.
_____SAVIANI, Dermeval (2007). “Instituições escolares no Brasil: conceito e reconstrução histórica”. In: NASCIMENTO, M.I.M, SANDANO, W., LOMBARDI, J.C. e SAVIANI, D. (Orgs.), Instituições escolares no Brasil: conceito e reconstrução histórica. Campinas, Autores Associados, p. 3-27.
- STEPHANOU, Maria e BASTOS, Maria Helena Câmara (Orgs.), Histórias e memórias da educação no Brasil, 3 vols. Petrópolis, Vozes, 2004 (vol.1), 2005 (vols. 2 e 3).
- TOBIAS, José Antônio, História da educação brasileira. São Paulo, Juriscredi, s/d.
WARDE, Mirian Jorge e CARVALHO, Marta Maria Chagas, “Política e cultura na produção da história da educação no Brasil”. Contemporaneidade e Educação, Ano V, N.7, 1º sem/2000, p.9-33.




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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Garota de 12 anos humilha Fiuk



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Monografias de licenciatura em artes e arte links de material completo.



O ESTUDO DAS CORES NO CONTEXTO ESCOLAR 
http://pt.slideshare.net/estudium2011/monografia-licenciatura-em-artes-7126705

O LUGAR DA ARTE-EDUCAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL
http://www.uneb.br/salvador/dedc/files/2011/05/MONOGRAFIA-Nanete-de-Souza-Neri.pdf

AS IMAGENS DO COTIDIANO NAS AULAS DE ARTE 

AS ARTES VISUAIS E A EDUCAÇÃO

MIRA SCHENDEL E ALEX FLEMMING. Monografia apresentada ao Curso de. ArtesVisuai

Monografias de "Arte e Cultura"
http://monografias.brasilescola.com/arte-cultura/

A CONTRIBUIÇÃO DA IMAGEM PARA O DESENVOLVIMENTO ESTÉTICO DO ALUNO NO ENSINO DA ARTE NA ESCOLA JOSÉ DE FREITAS. MONOGRAFIA

http://educacaodialogica.blogspot.com.br/2013/11/a-contribuicao-da-imagem-para-o.html

MONOGRAFIA A ARTE MAGELIANA

http://magela-albuquerque.blogspot.com.br/2013/03/monografia-arte-mageliana.html

Arte e função social : uma reflexão do papel da arte e do artista na contemporaneidade diante da problemática sociais levantadas na montagem “Os gatos morrem no asfalto", de André Amar
http://bdm.bce.unb.br/bitstream/10483/3673/1/2011_BarbaraSantAnnaChaves.pdf

MONOGRAFIA "ORIGAMI NA ARTE CONTEMPORÂNEA"


A DISCIPLINA DE ARTE NO 7º ANO DO ENSINO 
FUNDAMENTAL 

TAMANHO ÚNICO:
O FEMININO, A VAIDADE E AS IDEALIZAÇÕES DO CORPO NA HISTÓRIA DA 
MODA
http://www.ufjf.br/posmoda/files/2013/03/MONOGRAFIA-LAÍS-LEITE-SILVA-ESP.-MODA-CULTURA-DE-MODA-E-ARTES-2011.pdf

Arte como Instrumento Auxiliar no Tratamento do Câncer 
Infantil 

PSICOPEDAGOGIA E ARTE: 
UM DIÁLOGO POSSÍVEL NO PROCESSO DE ENSINAR-APRENDER
http://www.nupea.fafcs.ufu.br/pdf/monografia-SoraiaLelis.pdf

A ARTETERAPIA NA TRANSFORMAÇÃO E AUTONOMIA DE CRIANÇAS 
COM NECESSIDADES ESPECIAIS 

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Hoje é dia do sagrado Amalaki Ekadasi dia 27/02/26 sexta-feira explicando e lendo

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