domingo, 5 de outubro de 2014

OS LIMPOS DE CORAÇÃO ESTÃO EM EXTINÇÃO! Por Fabio Campos





Texto base: Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida”. – 1 Timóteo 1.5 (AFC)


Eu creio que a igreja não está vivendo somente uma crise doutrinária. Falta pureza e um cotidiano mais simples. Muita gente “sacrificando sem obedecer”. O desejo de ser evidenciado pelos homens tem tomado o lugar do desejo verdadeiro em agradar a Deus. Não há mais choro pelo próprio pecado e nem o desejo de santificação.

Uma fé fingida – relacionamentos superficiais – preocupação com o próximo apenas por aquilo que ele pode retribuir. Piedade de boca, carregada de carinho - exegese ortodoxa - longas orações com lágrimas e soluços – simples protocolos demandados por uma comunidade cristã, mas na grande maioria das vezes, sem o fogo ardente e sincero; mas já que é um mandamento, então vamos, pelo menos parecer isso, para que possamos ser conhecidos como discípulos.

O interessante é que Deus ama não porque é amado! Ele ama porque é amor! Nada o Senhor encontrou em nós digno da sua misericórdia. Ele não foi seletivo devido nosso desempenho e nem o quanto O amávamos; pelo contrário, provou o seu amor para conosco que Cristo morreu por nós quando ainda éramos pecadores. Se o amor procede de Deus, logo, então, precisamos amar-nos uns aos outros. Ainda que tenhamos o apreço dos homens - o galardão da comunidade - se não amarmos de fato - não conhecemos a Deus, pois Ele é amor. Somente desta forma permaneceremos nEle e Ele em nós. Quem não ama está nas trevas!

Às vezes vejo mais graça nos lábios e misericórdia no coração naqueles que não pertence a uma igreja evangélica. Acolhimento, doçura no falar, misericórdia para com os erros, e etc., é mais constante na casa de um gentil (assim rotulado por nós). Podemos aprender com Cornélio, centurião romano, o qual foi a princípio renegado por Pedro por ser gentil. Mas tanto ele como sua família, era piedoso, temente ao Senhor e que dava muitas esmolas ao povo e orava continuamente a Deus.

Você já pensou se Deus escolhesse através do merecimento aquele a quem Ele amaria? Nós somos seletivos a quem devemos amar e nos aproximar. Talvez a prudência legitime esta atitude [da proximidade]. Todavia, outros, visam seus interesses em jogo. O tempo passa e tal pessoa não poderá me ajudar no que eu projetei, então não convém perder meu tempo com alguém assim. Não! Amar a Deus neste caminho é impossível, pois mentiroso seremos tidos, por dizer, que amamos a Deus a quem não vemos, deixando de fazer o bem (sabendo fazer) por aquele o qual vemos.

Mas quem subirá ao monte do Senhor? “Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente” (Sl 24. 3-4). O ministério, os dons, a vocação, nada são se não houver “o amor de um coração puro, de uma boa consciência, e de uma fé não fingida” (1 Tm 1.5). Somente os limpos de coração verão a Deus (Mt 5.8).

O “movimento pietista” foi mal compreendido por muitos no decorrer da história. Creio que sua essência tem muito a nos ensinar. Ou seja, um cristianismo autêntico e uma fé viva, eram alguns de seus pilares. Como disse Calvino: “Porque o evangelho não é uma doutrina de língua, mas de vida”. Diziam que a “pureza do ensino e da doutrina seria melhor mantida pelo arrependimento genuíno e pelo viver santo do que nas disputas teológicas e nos livros de teologia sistemática” [1].

Não devais nada a ninguém a não ser o amor. Certamente! Estou em falta! A igreja de um modo geral (a exceções isoladas) precisa de mais pureza – de uma alma mais leve, purificada pelo Espírito Santo - pois somente assim estaremos obedecendo à verdade, aperfeiçoados nas boas obras que é, o amor fraternal (e não fingido); aquele que ama uns aos outros de um coração puro (1 Pe 1.22).

Que Deus nos ajude a cuidarmos de nossa família na fé, levando em conta que Deus acolheu para si (Rm 14.1) aquele que rejeitamos deliberadamente.

'Os pobres de espírito veem e se alegram. Oh! Vocês que procuram por Deus, tenham coragem! Pois o Eterno ouve os pobres, Ele não abandona o infeliz'. - Salmos 69. 32-33 (A mensagem; E.P).

Considere este artigo e arrazoe isto em seu coração,

Soli Deo Gloria!

Fabio Campos
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Notas:
[1] OLSON, Roger. História da teologia cristã. São Paulo-SP: Vida Acadêmica, p. 490.

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sábado, 4 de outubro de 2014

PSICOPATAS NO PODER I



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O Liberalismo Antigo e Moderno Autor: José Guilherme Merquior Tradução: Henrique de Araújo Mesquita. Indicação de leitura do editor do Blog.

Exibindo

Rua França Pinto, 498 - Vila Mariana - São Paulo/SP - CEP 04016-002  |   (11) 5572-5363









"Eu admirava em Merquior um dos espíritos mais vivos e mais bem informados de nosso tempo."
Claude Lévi-Strauss

"Este livro de José Guilherme Merquior é uma pesquisa incisiva e estimulante sobre a história e evolução da teoria liberal desde o século XVII ao tempo PRESENTE. Combina uma enorme riqueza de informações – surpreendentemente condensada – com penetrante apresentação dos temas centrais do liberalismo. Merece, assim, os mais altos elogios."
Ernest Gellner

"Um livro importante sobre um movimento fundamental da política moderna... Escrito com erudição, ironia e paixão."
Pierre Manent (Collège de France)

"Merquior força-nos a lembrar que o liberalismo tem sido um movimento internacional. Este livro é um tour de force, o produto de uma mente poderosa e elegante inteiramente à vontade em meio a um extraordinário número de culturas."
John A. Hall (Harvard University)



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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Por que estudar uma língua estrangeira? Por Roberta Clarice Leite.




Por que estudar uma língua estrangeira?

Há um ditado tcheco que diz: “quanto mais línguas você saber falar, mais vidas você viverá”. Essa frase faz uma alusão explicita à questão da fluência em outros idiomas. Uma ferramenta importante para a comunicação entre diferentes culturas. Hoje em dia, o mundo tornou-se pequeno porque há uma maior facilidade de obter informação e contato com diferentes partes do globo.
O indivíduo inserido neste contexto, passa a considerar o estudo de idiomas como uma ferramenta necessária para a comunicação. Isto é facilmente compreensível. Na esfera profissional, é inegável que em muitas situações o domínio de uma língua faz a diferença, seja na vaga de um emprego, seja na possibilidade de intercâmbio e relações de negócios entre países.

A correspondência é tão forte que a força do uso de um idioma estrangeiro muitas vezes reflete o poder econômico do país no qual aquela língua é a oficial. O inglês por exemplo, se estabeleceu como forte ferramenta de comunicação em incontáveis partes do mundo e até hoje mantém seu lugar. Um curso de inglês passou a ser um curso de especialização quase que obrigatório para vários tipos de profissionais.

Com a ascensão econômica da China nos últimos anos, o mandarim passou a ser mais visto. No Reino Unido, depois da língua espanhola, o idioma dos chineses é o mais procurado.  Na maior parte dos exemplos, empresas multinacionais fazem intercâmbios de profissionais, contratam especialistas de culturas diferentes, seja para trocar conhecimento ou para alargar o comércios entre países. E, entender como um povo pensa, faz parte da ação de marketing e de investimento. Mais uma vez a língua é a ferramenta chave.

No caso do indivíduo não ter aspirações profissionais altas, mesmo assim, a fluência e o estudo de uma outra língua abre um leque de possibilidades. O amadurecimento pessoal é enriquecido. Estudar uma língua não se resume apenas a saber pronunciar bem e entender como aquela nova gramática funciona. Na verdade, a cultura do país que tem a língua como oficial vem junto. A música, a literatura, as tradições locais, a gastronomia, ao estudar um novo idioma todas essas referências vêm junto.

A tecnologia funciona como um papel relevante neste aprendizado, porque além de possibilitar o contatos entre pessoas de diversos países através de um clique, colabora para a formação de uma cadeia social com novos amigos e muitas vezes essas relações provocam mais uma vez o interesse pelo estudo de outra língua.
Por fim, mas não menos importante, as viagens são exemplos clássicos para demostrar como saber uma língua estrangeira pode ser a peça chave. Não pagar micos, ser mais independente, poder vivenciar mais a atmosfera estrangeira, entender mais a cultura local. Ou seja, há motivos de sobra para adentrar o universo das línguas.


 Roberta,



fonte:



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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Julio Severo: Entrevista com Don Hank: Interpretando o que está ...

Julio Severo: Entrevista com Don Hank: Interpretando o que está ...: Entrevista com Don Hank: Interpretando o que está acontecendo com os EUA, Europa e Rússia hoje Julio Severo Como um evangélico conser...

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QUINTILIANO E A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA



QUINTILIANO E A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA
Davi
Euclides
Fabiano
Mauro
Rosana


Marco Fábio Quintiliano (40-118)
Quintiliano nasceu em Calahorra, situada na Península Ibérica, na época província romana da Hispânia, onde atualmente se localiza a Espanha, no século I, d.C. tendo sido ainda jovem atraído para ROMA, Capital do império, onde foi discípulo de Palêmon, gramático de ROMA que gozou de grande reputação no século I e de Domício Áfer, um orador latino. Dessa forma Quintiliano tinha uma grande formação pessoal, dominando a gramática e a oratória,   sendo um dos mais respeitados pedagogos romanos, além de ser um jurista, tendo lecionado na escola retórica, fundada em ROMA (O Império Romano teve grandes vultos, muitos deles famosos pela eloqüência empregada nos discursos, com destaque para os juristas e os membros da classe política)
Durante o reinado do imperador Vespasiano, obteve o cargo de professor. Após deixar o ensino, Quintiliano redige o De Institutione Oratoria, verdadeiro tratado de educação intelectual e moral, com ênfase na pessoa do mestre que deverá ser uma pessoa de caráter, retidão e de ciência, na medida em que as suas atitudes e conduta influenciarão de forma determinante o desenvolvimento do aluno (VASCONCELOS, 2002).
De Institutione Oratoria é composto por doze volumes, numerados de I a XII, e propõe-se a formar o orador, através da exposição pormenorizada dos objetivos da educação, dos programas e das metodologias a adotar. O volume I é consagrado à educação da criança na família e na casa do gramático, onde permanece até cerca dos dezesseis anos de idade, altura em que é guiado até aos cuidados do professor de retórica.
Quintiliano opõe-se à preceptoria particular e considera que a criança deverá começar a frequentar a escola o mais cedo possível.
Quintiliano alerta para a necessidade de se identificarem os talentos nas crianças e coloca a problemática das diferenças individuais (no que se refere às capacidades e ao caráter) e das formas de procedimento a adotar perante elas, devendo o mestre observar cada criança individualmente, respeitando-a e avaliando sua índole a fim de estabelecer o  tipo e grau de complexidade das tarefas que deveriam ser  apresentadas. Para Quintiliano os infantes eram  em sua grande maioria, talentosas para falar devendo esse talento ser estimulado.
Assim sendo, ficava comprovada a importância de se preocupar com a formação oratória da criança desde cedo, para que seu talento não viesse a desaparecer por falta de estímulos.
Sugere que os alunos sejam distribuídos por classes logo a partir da escola primária, além disso, que a educação das crianças não devia ser realizada de forma a impor-lhes tarefas, cuidando principalmente dos mais jovens, incutindo neles o amor aos estudos, o estudo deveria ser para eles, então, como um divertimento; tinham de ser questionados e elogiados quando fizessem um bom trabalho. Por outro lado, quando estivessem desestimulados, era necessário criar um clima de competição entre os alunos, fazendo com que acreditassem que seus amigos eram melhores, a fim de serem instigado a dar o melhor de si nas atividades propostas pelo mestre. Refere ainda a importância do aproveitamento da memória do aluno como peça-chave do processo educativo. 
Quintiliano via a leitura como algo que deveria ser apresentada gradativamente as crianças, a fim de que elas absorvessem informações com facilidade e fossem capazes de formularem questões. Quintiliano acrescenta que os alunos necessitariam de intervalos destinados ao descanso, Aconselha, todavia, que haja uma medida para os descansos, pois estes, se negados, criam ódio aos estudos, e, se oferecidos em demasia, o hábito da ociosidade.
Para Quintiliano, o estudo deve ser então, uma atividade prazerosa. O autor condena também os castigos corporais, os quais eram fortemente empregados tanto na educação grega quanto na romana como forma de o mestre firmar sua autoridade. Considera os castigos inúteis e, além disso, afirma que se os mestres efetivamente conduzissem as crianças a cumprirem suas obrigações, não haveria necessidade de castigá-las.
A pedagogia de Quintiliano VISA como ele mesmo afirma, à formação de um aluno que seja ele mesmo capaz de buscar o conhecimento.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
PEREIRA, M. A. Quintiliano gramático: o papel do mestre de Gramática na Institutio oratoria. São Paulo: HumanitasFFLCH/USP, 2000.
ROSA, M.G. -  História da Educação através dos textos. São Paulo: Editora Cultrix, 1971.
SABIONE, N. Considerações sobre a formação inicial do orador e o ensino de língua segundo Quintiliano. Disponível em: <http:// www.iel.unicamp.br/revista/index.>. Acesso em: 11/03/2011
VASCONCELOS, B. A. “Quatro princípios de educação oratória segundo Quintiliano”, inPhaos - Revista de Estudos Clássicos, vol. 2, 2002.

http://www.fernandosantiago.com.br/davi_euclides_fabiano_mauro_rosana.htm

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Hoje é o dia do Sagrado Jejum de Sri Papamocani Ekadasi, dia 14/03/2026 sábado quem não conseguiu fazer hoje pode fazer amanhã dia 15

Papamocani Ekadasi Yudhisthira Maharaja disse: “Ó Senhor Supremo, ouvi de Ti a explicação de Amalaki Ekadasi, que ocorre durante a quinzena ...