sexta-feira, 10 de julho de 2020

Autonomia na educação infantil e anos inicias. Questões de nosso tempo #1



Palavra autonomia







significado

Palavras: autonomia , bulimia
o que significado do sufixo mia nas palavras como autonomia, bulimia. heronomia

Resposta:

Opa! Nessas palavras o final não é o mesmo. Olhe:
1) Do Grego AUTÓS, reflexivo, mais NOMOS, “lei, regra”.
2) Do G. BOULIMIA, “fome intensa”, de BOU-, aqui com função de intensivo, mais LIMOS, “fome”.
3) Não conhecemos essa palavra tal como foi escrita.


Fatos sociais
O fato social, segundo Durkheim, consiste em maneiras de agir, de pensar e de sentir que exercem determinada força sobre os indivíduos, obrigando-os a se adaptar às regras da sociedade onde vivem.




José Martins Filho, presidente da Academia Brasileira de Pediatria e autor de diversos livros, fala sobre um dos seus títulos mai lidos: A Criança Terceirizada. José Martins Filho, graduado em Medicina na USP (FMRPUSP) em 1967. Doutorado em Medicina na UNICAMP em 1972. Livre docente em neonatologia (pediatria) na UNICAMP em 1982. Diretor da Faculdade de Medicina da UNICAMP (1988/1990). Vice Reitor da UNICAMP (1990/1994) e Reitor daquela Universidade de 1994 a 1998. Desempenha atualmente, como professor titular de pediatria (aposentado), as funções docentes na Pós graduação em Saúde da Criança e do Adolescente, vinculada à Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP. Atuou ainda como Pro Reitor Acadêmico e posteriormente de graduação na Universidade Cruzeiro do Sul em São Paulo. Atualmente é Assessor Acadêmico da Reitoria do Centro Universitário FIEO UNIFIEO, em Osasco SP. A Criança Terceirizada. Os Descaminhos das Relações Familiares no Mundo Contemporâneo (Português) Capa Comum – 30 nov 2007 por José Martins Filho (Autor) Cuidado, Afeto e Limites. Uma Combinação Possível (Português) Capa Comum – 1 jan 2009 por José Martins Filho (Autor), Ivan Capelatto (Autor) O Nascimento e a Família. Alegrias, Surpresas e Preocupações (Português) Capa Comum – 21 out 2014 por José Martins Filho (Autor) LUGAR DA CRIANÇA NA ESCOLA E NA FAMÍLIA: A PARTICIPAÇÃO E O PROTAGONISMO INFANTIL por ALTINO JOSÉ MARTINS FILHO e LENI VIERA DORNELLES | 5 fev 2019 O Nascimento e a Família. Alegrias, Surpresas e Preocupações por José Martins Filho | 21 out 2014











Este documentário foi produzido pelas jornalistas Ana Beatriz Alencar, Bárbara Martins, Clara Rios e Marília Sisti, como projeto experimental de conclusão do curso de jornalismo da PUC-Campinas. | Abaixo a descrição do DOC feita pelas autoras. “Pés no chão: corredores na contramão da modernidade” Correr sempre fez parte da natureza humana. Durante milhões de anos de evolução, a corrida foi usada como estratégia de caça, fuga, migração e, logo, sobrevivência. Após a invenção dos calçados, o exercício passou a ter treinamento especializado, ganhou lugar em provas de desempenho físico e se tornou rapidamente modalidade esportiva. Tênis cada vez mais caros e com a promessa de facilitar a corrida foram ganhando espaço. Aliás, você, corredor, conseguiria viver sem esse aparato? Já se imaginou correndo descalço? Pois há pessoas que optam por correr sem tênis e se sentem melhor dessa forma. A corrida natural procura resgatar a prática feita nos seus primórdios, quando ainda não havia tênis ou outras tecnologias criadas nos últimos 40 anos. Conheça mais sobre essa corrida, sobre seus adeptos, seus malefícios e benefícios. Será possível, de fato, correr dessa maneira? ____ #CursoFBA #EvoluçãoeMovimentação #PabloSanturbano



  Obrigado pela visita, volte sempre.

Dicionário de Filosofia da Educação: Ação Afirmativa. #1 Podcast conservador sobre: política , filosofia, arte, cultura, educação, pedagogia , religião


Obrigado pela visita, volte sempre.

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Como desenvolver o hábito do estudo, da leitura, e da escrita: para concursos públicos.






Alguns links.
Benefícios da Atividade Física para o cérebro
Atividades físicas

Os 4 tipos de leituras que existem BY FRANKLIN ALEXANDRE 14 DE NOVEMBRO DE 2015

Os recursos audiovisuais têm sido mais utilizados do que nunca, graças aos avanços tecnológicos recentes da comunicação. Quanto à sua utilização em sala de aula, no entanto, cabem algumas considerações didáticas. O ser humano toma conhecimento do mundo exterior através dos cinco sentidos. Pesquisas revelam que aprendemos: • 1% através do paladar; • 1,5% através do tato; • 3,5% através do olfato; • 11% através da audição; • 83% através da visão.
Daquilo que aprendemos, em média, conseguimos reter: • 10% do que lemos; • 20% do que ouvimos; • 30% do que vemos; • 50% do que vemos e ouvimos; • 70% do que ouvimos e logo discutimos; • 90% do que ouvimos e logo realizamos. Esses dados nos permitem concluir que os cinco sentidos não têm a mesma importância para a aprendizagem. Notamos, também, que a percepção através de um sentido isolado é menos eficaz do que a percepção através de dois ou mais sentidos conjugados. Por isso, sugerimos a você, na sua atuação profissional futura, que procure utilizar simultaneamente recursos orais e visuais. O quadro 1, a seguir, ajuda a reforçar essa ideia.

Quadro 1 – Fixação da aprendizagem 
Método aplicado  Retido após 3 horas - Retido após 3 dias 
 Somente oral                 70%                          10%
Somente visual               72%                          20% 
Visual e oral simultaneamente 85%                65% 
fonte: PILETTI, C. Didática geral. 24 ed. São Paulo: Ática, 2010.


Obrigado pela visita, volte sempre.

Hoje é o dia do Sagrado Jejum de Sri Papamocani Ekadasi, dia 14/03/2026 sábado quem não conseguiu fazer hoje pode fazer amanhã dia 15

Papamocani Ekadasi Yudhisthira Maharaja disse: “Ó Senhor Supremo, ouvi de Ti a explicação de Amalaki Ekadasi, que ocorre durante a quinzena ...