domingo, 14 de novembro de 2021

Princesa Isabel: glória da Igreja, na História do Brasil

Olavo de Carvalho - Ideologia e Grupos Políticos - COF Aula 237


A pedido do professor Olavo de Carvalho, a aula 237 do Curso Online de Filosofia, transmitida no dia 1° de fevereiro de 2014, está disponibilizada para o público. Tome consciência do mundo como realmente ele é. https://www.facebook.com/carvalho.olavo http://www.olavodecarvalho.org/ http://www.seminariodefilosofia.org/ http://www.midiasemmascara.org/ http://notalatina.blogspot.com.br/ http://www.heitordepaola.com/ http://radiovox.org/ http://www.escolasempartido.org/ http://www.comoeducarseusfilhos.com.b...

Palestra do filósofo Olavo de Carvalho intitulada "O Totalitarismo Islâmico: Herdeiro do Comunismo e do Nazismo", no Clube Paulistano A Hebraica, em 24 de maio de 2004.


Palestra do filósofo Olavo de Carvalho intitulada "O Totalitarismo Islâmico: Herdeiro do Comunismo e do Nazismo", no Clube Paulistano A Hebraica, em 24 de maio de 2004.

Hoje é dia do sagrado jejum de Sri Ekadasi Utthana dia 15/11/2021 Lendo a História. Podcast conservador sobre: política , filosofia, arte, cultura, educação, pedagogia , religião





INVOCAÇÃO

 Suta Goswami disse: "Existem doze meses num ano, e dois Ekadashis em cada mês. Portanto há vinte e quatro Ekadashis num ano completo, e num ano bi-sexto temos dois Ekadashis a mais. ó grandes sábios, por favor ouçam atentamente enquanto declaro para vós os nomes destes auspiciosos Ekadashis. São Utpanna, Mokshada, Saphala, Putrada, Sat-tila, Jaya, Vijaya, Amalaki, Papamocani, Kamada, Varuthini, Mohini, Apara, Nirjala, Yogini, Padma (Devashayani), Kamika, Putrada, Aja, Parivartini, Indira, Papankusha, Rama e Haribodhini (Devotthani). Os dois Ekadashis extras, que ocorrem durante o ano bi-sexto, se chamam Padmini e Parama.

Ó sábios, quem ouve sobre estes Ekadashis irá saber como observá-los corretamente. Cada Ekadashi concede determinadas bençãos ao fiel observador.

 Quem está fisicamente incapacitado de jejuar no Ekadashi poderá ler as glórias de cada Ekadashi quando ocorrer e recitar todos os nomes dos Ekadashis; assim conseguirá a mesma meta que a pessoa que observa o voto completo de Ekadashi."

"Quando se jejua, os ares vitais (doshas) desequilibrados se re-equilibram, e nosso corpo e mente se normalizam. Além disso, obtemos leveza física, um apetite e sede saudável, disposição agradável, boa digestão, bem como força, energia e vigor." (Ayurveda: Astangahrdayam 1.3)

Tratados de Ayurveda – Astanga Hrdayam e Charaka Samhita

Obrigado pela visita, volte sempre.

A ignorância de alguns Brasileiros sobre o Fascismo: Professor Olavo de Carvalho faz considerações importantes sobre a origem do Fascismo e a ignorância de alguns brasileiros sobre o tema. Trecho aula 564.


Trecho aula 564 (08/05/2021) Livros e autores citados: The Ideology of Fascism, James. Gregor Autor italiano Emilio Gentile Autor israelita Zeev Sternhell. Seminário de filosofia - https://lp.seminariodefilosofia.org

https://noticiasbh.com.br/a-ignorancia-de-alguns-brasileiros-sobre-o-fascismo/

Obrigado pela visita, volte sempre.

sábado, 13 de novembro de 2021

Exemplo de perseverança e firmeza na fé, foi amorosamente atendido em sua carta à Virgem

Nascido na Polônia em 1550, Estanislau Kostka desde muito jovem levava uma vida devota. De família de influentes políticos, precisou fugir para ingressar na Companhia de Jesus, aos 17 anos, disfarçado de mendigo.

Sua fuga em direção a Deus é uma história emocionante: foi perseguido por seu irmão mais velho e seu tutor pela Europa, mas debalde. Apesar dos cavalos potentes e da fúria com que o perseguiam, jamais conseguiram alcançá-lo. Permaneceu um mês em Dilligen, na Alemanha, sob a tutela de São Pedro Canisio, que o pôs à prova no internato. De lá, seguiu para Roma, onde, exausto, foi recebido por São Francisco Bórgia, que enfim o admitiu na Ordem Jesuítica. Morreu dez meses depois, em 15 de agosto de 1568. Dias antes, já doente, havia escrito uma carta à Virgem, clamando para que viesse buscá-lo na festa de Sua Assunção, e foi atendido. São Estanislau Kostka, rogai por nós!

 

A viagem de Estanislau

 

Fugindo disfarçado de mendigo,

em direção a Roma, Estanislau

à vida de nobreza manda um tchau

para seguir Jesus, seu Pai e amigo.

 

Enfrenta toda sorte de perigo,

devoto, a despistar destino mau,

e, sólido qual o mais firme calhau,

chega feliz ao suspirado abrigo.

 

Meses depois, em dez agosto, Festa

de São Lourenço, cai adoentado,

e, febril, com o tempo que lhe resta,

 

escreve ao Céu seu último recado,

que a Virgem lê e atende poucos dias

depois, levando-o a eternas alegrias.   


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sexta-feira, 12 de novembro de 2021

Linguagem Neutra , o que penso realmente. João Maria Andarilho .
















Os 17 povos que deram origem aos portugueses



HISTÓRIA DA LÍNGUA PORTUGUESA: FORMAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE UMA LÍNGUA NAVEGANTE
PORTUGUÊSA história da formação da língua portuguesa, sob o ponto de vista social e cultural.



Para o presente estudo, considerar-se-ão os seguintes pontos relevantes:

O contexto histórico de Roma;
A origem latina do português;
A expansão da língua portuguesa;
A transição do português arcaico para o contemporâneo;
A chegada e a fixação do português no Brasil

A língua constitui um sistema vivo de comunicação que privilegia a mútua compreensão e entendimento de um determinado povo. Ao adentrar-se no estudo de uma língua, estudam-se os fatos do contexto histórico, bem como os acontecimentos que promoveram, direta ou indiretamente, sua origem. No que diz respeito à história da língua portuguesa, faz-se necessária uma busca histórico-geográfica, desde sua origem até sua implantação no Brasil.

1- Das origens e formação da Língua Portuguesa
A origem da língua portuguesa está ligada ao latim – língua falada pelo povo romano, que se situava no pequeno estado da Península Itálica, o Lácio. A transformação do latim em língua portuguesa se deu por conseqüência de conflitos e transformações político-histórico-geográficas desse povo. Isso aconteceu por volta do século III a.C., quando os romanos ocuparam a Península Ibérica através de conquistas militares e impuseram aos vencidos seus hábitos, suas instituições, seus padrões de vida e, principalmente, sua língua, que reflete a cultura.

Existiam duas modalidades do latim: o latim vulgar e o latim clássico. O vulgar, de vocabulário reduzido, falado por aqueles que encaravam a vida fazendo uso de uma linguagem sem preocupações estilísticas na fala e na escrita, dotado de variação lingüística notável, uma vez que era uma modalidade somente falada, sendo, pois, suscetível a freqüentes alterações. Já o latim clássico caracterizava-se pela erudição da oralidade e das produções textuais de pessoas ilustres da sociedade e de escritores, sendo uma linguagem complexa e elitizada. Das duas modalidades existentes, a que era imposta aos povos vencidos era a vulgar, pois essa fora a língua predominante dos povos navegantes que exploravam novas terras para novas conquistas.


Decorridos alguns séculos, o latim predominou sobre as línguas e dialetos falados em várias regiões. Dessa maneira, formaram-se diversas línguas dentro da região de domínio de Roma, ou seja, do Império Romano, onde se originaram as línguas românicas, também chamadas de neolatinas, (diz-se românicas todas as línguas que têm sua origem no latim e que ocupam parte do território conquistado pelos romanos), das quais nossa língua portuguesa é oriunda.

O português que se fala hoje no Brasil é resultado de muitas transformações de acréscimos e/ou supressões de ordens morfológica, sintática e fonológica.

Essas transformações passaram por três fases distintas: desde o galego-português (língua que predominou nos séculos VIII ao XIII), dissociando-se posteriormente do galego e dando, assim, surgimento ao português arcaico (séculos XIV ao XVI), que, por conseguinte, tornou-se português clássico (língua de Camões), perpassando ainda por outros dialetos até chegar ao português contemporâneo brasileiro.

2- Da implantação da Língua Portuguesa no Brasil
Portugal ficou conhecido pelas grandes navegações que realizara. No século XV e XVI, através dos movimentos colonialistas e de propagação do catolicismo, Portugal espalhou pelo mundo a língua portuguesa. Como, então, chegou a este solo essa língua navegante?

Ao Brasil, a Língua Portuguesa foi trazida no século XVI através do “descobrimento”. O português era imposto às línguas nativas que havia aqui como língua oficial ou modificava-se dando origem a outros dialetos. Mas houve um longo processo para que o português se tornasse idioma reconhecido por Portugal e se fixasse no território brasileiro.
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Quando os portugueses desembarcaram na costa brasileira, estima-se que havia aqui 1.200 povos indígenas, falantes de aproximadamente mil línguas diferentes. Além dessa diversidade étnica e lingüística, foram trazidos ainda cerca de 4 milhões de africanos de diversas culturas para trabalhar como escravos. Essa pluralidade lingüístico-cultural fortaleceu as bases da construção da identidade do português brasileiro. Isso se deu em detrimento dos interesses políticos e comerciais de Portugal, que tomara algumas medidas radicais, entre elas a proibição do uso das línguas gerais (diz-se da língua falada no Brasil colonial como língua de contato entre índios, portugueses e seus descendentes), e a imposição do português como língua oficial.

O contato entre indígenas, africanos e imigrantes vários que vieram de algumas regiões da Europa favoreceu o chamado multilingüísmo. Além da fase bilíngüe pela qual passara o português, o multilingüísmo contribuiu (e ainda contribui) para a formação identitária do português brasileiro.

Sabe-se, pois, que o léxico, por exemplo, de uma língua não é estático, está aberto a novas incorporações: aceita o apagamento de algumas palavras ou a substituição de outras. Esse fenômeno ocorreu, e ainda ocorre, com muita freqüência no nosso idioma português. As línguas indígenas, por exemplo, contribuíram para o enriquecimento vocabular da botânica (nomes de plantas), da fauna (nomes de animais), da toponímia (nomes de lugares) e da onomástica (nomes de pessoas) do português do Brasil.

Justifica-se ainda o multilingüísmo com a forte influência das línguas e dialetos africanos que chegaram ao Brasil, tal influência incrementou, por exemplo, a linguagem religiosa do candomblé, uma manifestação da cultura africana.

A implantação do português no Brasil é marcada por quatro momentos distintos, períodos significativos para esse processo de implantação: O primeiro momento vai da colonização até a saída dos holandeses do Brasil em 1954; o segundo começa com a saída dos holandeses e vai até a chegada da família real portuguesa ao Brasil em 1808; já o terceiro, finda com a independência do Brasil em 1822. Por fim, o quarto momento se inicia 1826, com a transformação da língua do colonizador em língua da nação brasileira.

O português brasileiro sofreu profundas mudanças para chegar ao português que se fala hoje. Entretanto, ainda está num processo de construção de sua própria identidade.

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Referências Consultadas

BUENO, Joaquim Silveira. Dicionário da língua portuguesa. São Paulo: FTD, 2000.
CÂMARA JR., Joaquim Matoso. História e estrutura da língua portuguesa. 2ed. Rio de Janeiro: Padrão, 1979.
HAUY, Amini Boainain. História da língua português: séculos XII, XIII e XIV. São
Paulo: Ática, 1989.
ILARI, Rodolfo. Lingüística românica. 2ed. São Paulo: Ática, 1997.
MAIA, João Domingues. Português. São Paulo: Ática, 2000.
MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. Para a história do português brasileiro: primeiros estudos. São Paulo: USP, 2001.
TERSARIOL, Alpheu. Biblioteca da língua portuguesa. 7ª ed. São Paulo: Lisa, 1968.
VIEGAS, Rui. Da origem, formação e consolidação do português: breve história externa da língua portuguesa. Disponível em: .


Publicado por: Wasley Santos
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