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terça-feira, 21 de maio de 2024
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Presidente Tiran... do Irã morre em acidente aéreo. Como fica o regime agora. POdcast
A importância da organização do tempo e do espaço na Educação Infantil

O desenvolvimento resulta de combinações entre aquilo que o organismo traz e as circunstâncias oferecidas pelo meio.
(PIAGET apud KRAMER, 2000, p. 29).
A Educação Infantil, assim como a Educação de um modo geral, ainda faz parte de uma idealização utópica da sociedade. Seja pela falta de políticas pedagógicas efetivas, propostas pedagógicas firmes e comprometidas ou pela falta de conhecimento deste campo, pode-se afirmar que esta realização ainda soma um desafio social. Acompanhamos, portanto, uma realidade em que muitos projetos não são valorizados, em que há um desconhecimento do significado do exercício pedagógico e que não oferece condições para que as legislações se concretizem.
Neste contexto, sabe-se que a interação, a troca de experiências, o estímulo, a apropriação dos diversos conhecimentos na Educação Infantil, são fundamentais para garantir à criança o seu desenvolvimento e consequente formação integral como ser humano. Mas então perguntamos como trabalhar neste sentido de desenvolvimento, trazendo significado para esta prática, se, como educadores, temos “em mãos” uma classe heterogênea, muitas vezes sem apoio familiar, tendo ainda em desvantagem estes desafios já caracterizados? E, ainda assim, como trabalhar atividades com a criança sem interferir, no papel de adulto, em suas atitudes e interações promovendo a autonomia e a criatividade?
Conforme Maria Barbosa e Maria Horn (2001), é necessário que haja uma sequência de atividades diárias que sejam pensadas a partir da realidade da turma e da necessidade de cada aluno. Neste momento, é essencial que haja a sensibilidade do Educador para entender a criança como sujeito ativo, reconhecendo as suas singularidades, considerando não somente o contexto sociocultural deste aluno como também o da instituição.
Para dispor de tais atividades no tempo é fundamental organizá-las dentro tendo presentes as necessidades biológicas das crianças como as relacionadas ao repouso, à alimentação, à higiene, e à sua faixa etária; as necessidades psicológicas que se referem às diferenças individuais como, por exemplo, o tempo e o ritmo que cada uma necessita para realizar as tarefas propostas; as necessidades sociais e históricas que dizem respeito à cultura e ao estilo de vida, como as comemorações significativas para a comunidade onde se insere a escola e também as formas de organização institucional da escola infantil. (BARBOSA, HORN, 2001, p. 68).
Deste modo, entendendo a turma como um espaço heterogêneo, tendo em vista a faixa etária, o histórico, as necessidades biológicas, psicológicas, sociais e históricas de cada criança, devemos pensar em atividades diversas, as quais deverão envolver as crianças e assim estimular a partir do dia-a-dia o desenvolvimento de uma série de habilidades.
Esta organização do tempo que se repete diariamente, o que chamamos de rotina, deve ser construída a partir deste conjunto de atividades que possibilitam, entre outras competências, a iniciativa, a segurança, a confiança etc. Para proporcionar estas atividades é necessário, sobretudo, fazer um planejamento pensando nos momentos mais adequados e no local em que serão realizadas.
Sabendo que tudo no ambiente escolar exerce influências na educação da criança, sejam as cores, a arrumação da sala de aula, o refeitório, os banheiros, o espaço externo, pensamos que a organização dos espaços na Educação Infantil é essencial, pois desenvolve potencialidades e propõe novas habilidades cognitivas, motoras e afetivas. Deste modo, as aprendizagens que acontecem dentro dos espaços disponíveis e ou acessíveis à criança são fundamentais na construção da autonomia, tendo a criança como umas das construtoras de seu conhecimento.
O espaço é muito importante para a criança pequena, pois muitas, das aprendizagens que ela realizará em seus primeiros anos de vida estão ligadas aos espaços disponíveis e/ou acessíveis a ela. (LIMA, 2001, p.16).
Buscando uma perspectiva de sucesso para a aprendizagem, é preciso que a organização deste espaço seja pensada como um ambiente acolhedor e prazeroso para a criança, ou seja, um lugar onde as crianças possam brincar e criar suas brincadeiras sentindo-se estimuladas e autônomas. O espaço criado para a criança deverá estar organizado de acordo com a sua faixa etária, isto é, propondo desafios que a farão avançar no desenvolvimento de suas habilidades.
Neste sentido, pensamos que a professora da Educação Infantil deve tomar consciência da importância de ofertar espaços ricos de informações na vida das crianças, passando a reconhecer a seriedade das trocas que ocorrem nos espaços oferecidos como um fator essencial na vida dos alunos.
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil:
A proposta pedagógica das Instituições de Educação Infantil deve ter como objetivo garantir à criança o acesso a processos de apropriação, renovação e articulação de conhecimentos e aprendizagens de diferentes linguagens, assim como o direito à proteção, à saúde, à liberdade, à confiança, ao respeito, à dignidade, à brincadeira, à convivência e a interação com as outras crianças. (BRASIL, 2010, p. 18).
Partido deste pressuposto, entende-se que para que esses objetivos sejam alcançados é necessário que a organização das atividades no tempo e no espaço assegure para além do reconhecimento das especificidades etárias ou da utilização ampla dos espaços externos ou internos, o direito a ser criança, e ao reconhecimento da importância da sua participação ativa neste processo.
Assim, é preciso repensar sobre esse espaço e suas proposições, reconhecendo as instituições de Educação Infantil como um ambiente heterogêneo, plural, rico em aprendizagens, brincadeiras, fantasias e sonhos. Dessa forma, torna-se imprescindível que os espaços sejam planejados e pensados em prol do desenvolvimento de cada criança.
Referências:
BARBOSA, Maria Carmem Silveira; HORN, Maria da Graça Souza. Organização do Espaço e do Tempo na Escola Infantil. In.: CRAIDY, Maria; KAERCHER, Gládis Elise P. da Silva. Educação infantil: pra que te quero?– Porto Alegre: Artmed Editora, 2001, p. 67-79.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil / Secretaria de Educação Básica. – Brasília : MEC, SEB, 2010. 36p. Il.
GOLDSCMIED, Elinor; JACKSON, Sonia. Educação de 0 a 3 anos: o atendimento em creche. 2 ed. – Porto Alegre: Artmed, 2006.
KRAME, Sônia. Com a pré-escola nas mãos. São Paulo: Ática, 2000.
LIMA, Elvira de Souza. Como a criança pequena se desenvolve. São Paulo: Sobradinho, 2001.
*Data original da publicação: 26 de julho de 2012
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Explicação de um portugês sobre o "c" em actor
Aprenda com esse português como é que se diz "principais tetas", se é que há tetas secundárias ou inferiores. 🤔 pic.twitter.com/Eyk8IOdiBy
— 𝐘𝐮𝐫𝐢 𝐕𝐢𝐞𝐢𝐫𝐚 🇧🇷⚡ (@yurivs) May 20, 2024
Purusharthas: os quatro grandes objetivos da vida
O hinduísmo tradicionalmente considera quatro objetivos básicos de vida. Eles são chamados de “Purusharthas” e são os seguintes:
1. Kama (prazer e desejo)
2. Artha (bem-estar material e aquisição de riqueza)
3. Dharma (retidão, dever e ordem)
4. Moksha (libertação espiritual, união com o Supremo)
Este artigo oferece uma visão geral e uma visão mais aprofundada dos Quatro Purusharthas .
Cumprindo e Equilibrando os Purusharthas
A civilização dos Hindus baseou-se na ideia de uma realização e harmonização destes quatro motivos. A cultura foi construída para sustentar essas coisas na vida, no seu devido equilíbrio. Cada um é considerado mais importante que o anterior ( Moksha está além do Dharma , que por sua vez é superior a Artha e Kama ). No entanto, todos os quatro foram considerados importantes no desenvolvimento do indivíduo e da sociedade.
Podemos ver disto que a acusação que mais de uma vez foi lançada contra o Hinduísmo – de que este nega todo o valor à vida, separa as pessoas dos interesses mundanos e insiste na falta de importância do bem-estar material é infundada.
Foi aceito que, com exceção de muito poucas pessoas, a conquista de Kama , Artha e Dharma deveria vir antes da busca final pela realização espiritual. Uma pessoa deve aproveitar até certo ponto o que a vida mundana tem a oferecer, saldar dívidas com a sociedade e fazer a sua parte na manutenção de uma vida comunitária saudável antes de se afastar do mundo transitório e se apegar à Realidade Imutável que está velada além da existência material. o único que pode dar alegria eterna.
A busca pela riqueza e pelo prazer recebeu seu lugar no esquema da vida. Mas não foi permitido que estes impulsos se tornassem forças motrizes primárias para a sociedade ou saíssem do controlo (como acontece hoje no Ocidente). Os esforços para cumprir Kama e Artha foram colocados no contexto do dharma e, portanto, nobres. Os hindus reconheceram que uma vida governada excessivamente pela obstinação, paixão, atração sensorial, interesse próprio e desejo não pode ser o todo natural da existência humana. Não pode levar à felicidade duradoura, como vemos nas sociedades onde isto foi permitido acontecer.
Desenvolvimento da civilização hindu ao seu ápice
Foi nesta primeira base firme e nobre que a sociedade hindu cresceu até à maturidade e se tornou algo rico, esplêndido e único. Cresceu a níveis surpreendentes de cultura e civilização; viveu com uma ordem e liberdade nobres, bem fundamentadas, amplas e vigorosas; desenvolveu uma grande literatura, ciências, artes, ofícios, indústrias; surgiu para viver os ideais mais elevados e nobres, incluindo conhecimento, grandeza, heroísmo e coragem, bondade, serviço e simpatia e unidade humana; lançou a base inspirada de maravilhosas filosofias espirituais; descobriu os segredos da natureza externa e descobriu e viveu as verdades ilimitadas e milagrosas do ser interior; pesquisou as verdades interiores e compreendeu e possuiu o mundo.
Perturbação do equilíbrio e subsequente declínio
À medida que a civilização crescia em tamanho e complexidade, começaram a cristalizar-se algumas tendências que perturbaram o equilíbrio saudável dos objectivos de vida que permitiram o desenvolvimento da sociedade anterior. Cresceu uma ênfase exagerada em um ou outro purusharthas sem uma harmonização do todo. A sociedade tornou-se mais artificial e complexa, menos livre e nobre, mais um vínculo para o indivíduo, menos um campo de expressão, crescimento e evolução individual. A velha harmonia integral cedeu. Artha e Kama, riqueza/aquisição e prazer/desejo, às vezes eram perseguidos sem o toque edificante e a ênfase do Dharma. O próprio conceito de Dharma ficou estragado – tornou-se tão rígido que impediu a liberdade do espírito. Moksha foi perseguido pela hostilidade da vida e não como a sua maior glória (ou seja, as pessoas que perseguiam a espiritualidade tornaram-se totalmente divorciadas da vida, e as pessoas viam a espiritualidade como algo irrevogavelmente divorciado do resto da vida – uma tendência contra a qual o Gita adverte). Isto enfraqueceu a sociedade e tornou-a vítima de forças degenerativas e, mais tarde, agressivas.
Mas, mesmo assim, alguma base sólida do antigo conhecimento permaneceu e manteve viva a alma da civilização hindu. Inspirou, deu sentido e manteve vivas as esperanças das pessoas, mesmo nos dias mais sombrios do Hinduísmo. É tal que só os hindus, entre todas as civilizações antigas, ainda existem hoje, tendo vivido uma vida coletiva contínua e ininterrupta.
A importância e aplicação dos Purusharthas no mundo de hoje
A compreensão e o equilíbrio dos Purusharthas são importantes para a nossa vida individual e coletiva à medida que avançamos em direção ao futuro. A forma como o mundo está actualmente a avançar é no sentido da imitação cega da sociedade ocidental – onde as tendências para perseguir os valores de Kama e Artha à custa de qualquer sentido de Dharma são muito elevadas, e estão mesmo a pôr em perigo o nosso planeta. Por exemplo, o ganho económico sem o sentido da necessidade de manter a ordem cósmica é o que levou à crise ambiental mundial. A vida sem um conceito de Dharma não criou nenhuma sensação duradoura de felicidade nas pessoas que vivem assim. Basta apontar para o enorme aumento dos problemas psicológicos na vida das pessoas no Ocidente para demonstrar isto. No nível individual, buscar Kama e Artha por si só nunca pode realmente levar a um sentimento de satisfação duradoura, porque é da natureza deles multiplicar seus desejos quanto mais eles são satisfeitos. No entanto, quando permeados pela ideia do Dharma , sua busca é transformada. em algo nobre, belo e de valor mais duradouro. Contudo, o que é o Dharma ? A maioria de nós não está familiarizada com o termo e com o que ele significa na prática. Precisamos redescobrir a nossa compreensão do Dharma em múltiplos níveis (individual, social, nacional) e o que significa viver pelo Dharma .
A busca de Moksha ou esforço espiritual interior ainda está viva em alguns setores da sociedade hindu (e na verdade foi até redescoberta pelo Ocidente, através de um influxo de muitos professores hindus e budistas no Ocidente, alguns dos quais têm vastos seguidores). Mas a busca por Moksha e o seu valor como o objetivo mais elevado da vida humana não é compreendido entre a maioria dos hindus, nem amplamente ensinado. A tendência entre os aspirantes espirituais de terem desdém e falta de envolvimento significativo na sociedade ainda existe. Isto precisa ser corrigido. Como disse uma vez Sri Aurobindo “não podemos tirar as melhores mentes da sociedade e ainda assim esperar que a sociedade floresça”.
Uma coisa é certa: o conceito dos Purusharthas , os Quatro Grandes Objectivos do Esforço Humano, e a harmonização destes objectivos, é algo que terá valor enquanto a sociedade existir. Um estudo deles e sua aplicação hoje oferecem muitas possibilidades através das quais podemos criar uma existência mais grandiosa, mais bonita e mais significativa.
Uma história de dois vizinhos e os mistérios do Karma
Era uma vez um grande iogue chamado Gorakhnath, uma alma iluminada, que experimentou todas as grandes verdades da vida, da morte e do Divino. Ele viveu uma vida simples, deleitando-se com a felicidade incomparável que apenas iluminava a experiência da alma, e tinha grande compaixão por todas as formas de vida.
Embora ele não procurasse seguidores, muitos foram atraídos pelo brilho que emanava dele, e ele lhes deu ensinamentos adequados ao seu temperamento e estágio de desenvolvimento. Ele ensinou que as pessoas deveriam procurar viver uma vida de reflexão interior, dever, devoção, simplicidade, amor e compaixão.

Iogue Gorakhnath
Um dia, dois homens vieram vê-lo e tinham uma pergunta candente para ele sobre a lei do carma. Os dois homens eram vizinhos. Um deles era um fazendeiro que seguia os ensinamentos do Yogi Gorakhnath e procurava viver sua vida no espírito do Dharma. O outro era um homem que acreditava apenas no seu próprio prazer e gratificação. Ele era conhecido por ter roubado o dinheiro de outras pessoas por meio de uma ética comercial duvidosa, e agora passava o tempo vivendo uma vida de vício; jogava, sempre embriagado, e era conhecido como mulherengo, apesar de casado e com filhos.
Naquele dia, o vizinho que tentava viver uma vida de Dharma se machucou em um arbusto espinhoso no caminho do trabalho para casa e sofreu alguns ferimentos. Por outro lado, o vizinho que vivia uma vida de vício encontrou naquele dia duas moedas de ouro e disse ao vizinho que isso mostrava, sem sombra de dúvida, que qualquer dimensão espiritual e ética da vida era um monte de bobagens, e a pessoa que tentava viver uma vida justa e espiritual era um tolo iludido.
O homem justo ficou atormentado por dúvidas, mas sugeriu que ambos deveriam ir ver Yogi Gorakhnath e ver que explicação ele tinha a oferecer. Eles explicaram os acontecimentos do dia a Gorakhnath e perguntaram-lhe como poderia haver justiça no mundo quando os egoístas muitas vezes pareciam ter melhor sorte do que aqueles que se esforçavam para viver uma vida de Dharma.
O Iogue sorriu e entrou em meditação, pedindo aos dois homens que permanecessem ali. Algum tempo depois, o Iogue saiu de sua meditação e disse que tinha visto a jornada das almas de ambos os homens ao longo de várias vidas. O homem justo que se feriu em uma vida anterior matou um homem com muita raiva. Era uma dívida cármica terrível, mas sua retidão desde então mitigou o carma, de tal forma que ele foi reduzido a apenas ser picado por um arbusto espinhoso no acidente ocorrido naquele dia. Por outro lado, o homem que encontrou as duas moedas de ouro realizou numa vida passada grandes obras de caridade, o que deveria ter resultado na aquisição de uma grande fortuna, mas pela forma como viveu desde então, o mérito da sua as ações anteriores foram reduzidas a encontrar apenas duas moedas de ouro.
O Iogue então contou muitos outros detalhes da vida de ambos os homens que ele não poderia conhecer por meios normais; seu nascimento, infância e as diversas influências em suas vidas que os levaram a ser o que são hoje. Explicou que a vida humana pode ser comparada a gotas de água numa folha, é intrinsecamente instável e pode a qualquer momento ser varrida por uma miríade de influências, devido a desejos e apegos que prendem a alma numa teia precária, de tal forma que qualquer o progresso alcançado pela alma pode ser facilmente perdido sem grande vigilância. Transformar a vida em busca do conhecimento apenas do Verdadeiro Eu proporciona paz e felicidade duradouras. Ele disse ao homem que vivia uma vida de vícios que o encontro deles naquele dia também não era apenas uma coincidência, era porque apesar dos erros que havia cometido, ele ainda carregava a graça das boas ações anteriores e poderia mudar o rumo de sua vida se ele desejou.
Os dois homens ficaram comovidos com as percepções de Gorakhnath e com o fato de que ele sabia detalhadamente sobre suas vidas. O homem hedonista egoísta arrependeu-se do caminho que havia escolhido e buscou a graça do grande iogue, que por sua vez abençoou os dois homens, pois sua jornada futura levaria sua graça e bênçãos. Os dois homens perguntaram a Gorakhnath o que poderiam fazer por ele como forma de gratidão. Ele disse-lhes que deveriam contar a história dos acontecimentos daquele dia a outros, para que as pessoas pudessem ver que uma vida de amor, compaixão e reflexão interior nunca foi desperdiçada, apesar da aparente falta de justiça no mundo, porque os mistérios do carma e da boa sorte não são fáceis de compreender pela mente exteriormente condicionada.
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