Pular para o conteúdo principal

A importância da tecnologia no aprendizado infantil

Especialista dá dicas sobre a utilização do computador em salas de aula

- See more at: http://www.dino.com.br/releases/a-importancia-da-tecnologia-no-aprendizado-infantil-dino8902670131#sthash.UEEz7na9.dpuf


Cada vez mais crianças e adolescentes incorporam o uso dos aparelhos eletrônicos em sua rotina. A facilidade do manuseio e o gosto por essas ferramentas, chamadas por algumas pessoas de vício, se fizeram tão importantes e úteis para a nossa comunicação que há tempos pesquisadores vêm estudando maneiras de inserir o computador, de forma eficiente, no ensino dentro das salas de aula.


Um dos pioneiros neste tipo de pesquisa é o Profº Sugata Mitra, que desde os anos 90 vem apresentando resultados de sua pesquisa realizada na Índia sobre o uso de tecnologias no aprendizado infantil. Um dos dados mais chamativos de sua pesquisa é que o uso da tecnologia nos grandes centros urbanos melhora, em média, de 3% a 5% a qualidade do aprendizado do aluno, enquanto nas zonas rurais ou em favelas esta melhoria chega a ultrapassar os 30%.



De acordo com Thalita Tomé, psicopedagoga e máster franqueada da Ensina Mais, as tecnologias devem servir como estímulo à criação, ao desenvolvimento do raciocínio lógico matemático e, sobretudo, dialogar e interagir com as crianças. “O uso da tecnologia no aprendizado infantil permite desenvolver diferentes e ricas estratégias, permitindo aos alunos que aprendam de maneira lúdica, dinâmica e prazerosa, respeitando seus limites e individualidades”.



Muitas escolas ainda são resistentes à ideia de incorporar a tecnologia no ensino de matérias tradicionais temendo a dispersão dos alunos. Mas há programas sérios e eficazes para o ensino, com softwares programados para rodar vídeos, contos de histórias, games e exercícios interativos de conteúdos de Geografia, Português e Matemática. 



Ainda segundo Thalita, a melhor forma de utilizar essa digitalização na sala de aula é recriar estratégias de aprendizagem baseadas na interação conteúdo/tecnologia/conhecimento. Interatividade, 3D, redes sociais, aplicativos, uso de tablets e celulares, são recursos ainda pouco usados na escola regular. 



“O conteúdo da escola regular pode ser ensinado de inúmeras maneiras. Por exemplo, ao abordar um conteúdo de geografia, utilize como ferramenta o “Google Mapas”, ou ao contar uma estória para crianças em processo de alfabetização faça uma lista de palavras “online” e pesquise seus usos e significados. São estratégias simples que motivam, atraem e enriquecem o aprendizado evitando a temida falta de controle e atenção da sala”.



A ideia do ensino digitalizado não é substituir o professor pela máquina, mas sim adaptar aos poucos o processo do ensino do livro para a tela. Ambos podem conviver em harmonia e o uso de um não anula a importância do outro. 



A diferença entre eles é que os recursos tecnológicos quando bem utilizados conseguem integrar as pessoas de maneira universal agregando mais informação e conteúdo do que uma aula acompanhada somente pelas páginas de um caderno, uma vez que a linguagem visual é amplamente compreendida.



O uso das tecnologias na educação é inexorável nesta nova era em que vivemos. Computadores, tabletes e celulares, já se disseminaram entre a maior parte dos estudantes no mundo. “É preciso aliar a tecnologia aos conteúdos trabalhados em sala e fora dela, gerando interesse e novas oportunidades de aprendizagem”, finaliza a psicopedagoga.



Para mais informações acesse: www.ensinamais.com.br - See more at: http://www.dino.com.br/releases/a-importancia-da-tecnologia-no-aprendizado-infantil-dino8902670131#sthash.UEEz7na9.dpuf



“O uso da tecnologia no aprendizado infantil permite desenvolver diferentes e ricas estratégias, permitindo aos alunos que aprendam de maneira lúdica, dinâmica e prazerosa, respeitando seus limites e individualidades”. - See more at: http://www.dino.com.br/releases/a-importancia-da-tecnologia-no-aprendizado-infantil-dino8902670131#sthash.UEEz7na9.dpuf

Obrigado pela visita, volte sempre.

Postagens mais visitadas deste blog

Carta de intenção Especialização: MODELOS DE CARTAS DE INTENÇÕES

A carta de intenção deve ser endereçada a coordenação do curso de especialização de interesse do candidato enfatizando os seguintes pontos: 

1) Identificação do candidato: Nome e formação universitária. 
2) Breve introdução sobre conhecimentos relacionados ao curso. 
3) Experiência acadêmica ou profissional na área de abrangência do curso, se houver. 
4) Interesse pessoal do candidato na área. 
5) Possibilidades de aproveitamento do curso em sua atuação profissional. 
6) Expectativas em relação ao curso. 

Obs.: A carta deve ser desenvolvida em no máximo 30 linhas. 

Estas regras eu não acredito que tenham que ser seguidas a risca. Vai do bom senso. 
O candidato deverá elaborar um documento, tendo no máximo duas laudas, escrito em Arial (tamanho 12) e espaço 1,5 entre as linhas >> 
A Carta de Intenção deverá conter as seguintes informações: 
1-Os motivos de ordem profissional e intelectual que o motivaram a candidatar-se, e qual a sua perspectiva com relação ao curso. 
2-Experiência acadêmica…

Planos de Aula: Educação Física de 1ª à 4ª série do ensino fundamental.

Planos de Aula
CONTEXTUALIZAÇÃO Para que se compreenda o momento atual da Educação Física é necessário considerar suas origens no contexto brasileiro, abordando as principais influências que marcaram e caracterizaram esta disciplina e os rumos que se delinearam. No passado a Educação Física esteve estreitamente vinculada às instituições militares e à classe médica. Esses vínculos foram determinantes, tanto no que diz respeito à concepção da disciplina e suas finalidades quanto ao seu campo de atuação e à forma de ser ensinada. Por suas origens militares e por seu atrelamento quase servil aos mecanismos de manutenção vigente na história brasileira, tanto a prática como a reflexão teórica no campo da Educação Física, restringiram os conceitos de corpo e movimento (fundamentos de seu trabalho) aos seus aspectos fisiológicos e técnicos. Atualmente, a análise crítica e a busca de superação dessa concepção apontam a necessidade de que, além daque…

Gêneros Orais e escritos na escola” DOLZ , J. e SCHNEUWLY, B. (resumo)

Gêneros e Progressão em Expressão Oral e Escrita. Elementos para reflexões sobre uma experiência suíça (francófona). In “Gêneros Orais e escritos na escola”DOLZ , J. e SCHNEUWLY, B.
Este livro reúne um conjunto de nove artigos de Schneuwly, Dolz e colaboradores, traduzidos e organizados por Rojo e Cordeiro, cuja análise centra-se no texto como “a base do ensino-aprendizagem de língua portuguesa.” (p.7).
1 - Apresentação: Gêneros Orais e Escritos como objetos de ensino: modo de pensar, modo de fazer. Foi na década de 1980, no Brasil, que estudos e práticas pedagógicas começaram a serem desenvolvidas tendo o texto como fundamento. De lá para cá, o texto, na maioria das vezes, vem sendo tomado como um objeto empírico através do qual se efetivam práticas de leitura, análise lingüística e produção de textos. Inserindo-se no rol de estudiosos do tema que criticam essa abordagem limitada do uso do texto, as organizadoras esclarecem que, a partir do século XXI, novas pesquisadas vêm sendo produz…