segunda-feira, 21 de abril de 2008

OS 7 HÁBITOS DAS PESSOAS MUITO EFICAZES


OS 7 HÁBITOS DAS PESSOAS MUITO EFICAZES


A Ética do carácter ensina que existem princípios básicos para uma vida proveitosa, que as pessoas só podem conquistar o verdadeiro sucesso e a felicidade duradoura quando aprendem a integrar esses princípios a seu carácter básico. Depois da primeira guerra, a visão do sucesso deslocou-se da ética do carácter para a ética da personalidade. O sucesso tornou-se uma decorrência da personalidade, de atitudes e comportamentos são técnicas que lubrificam o processo de interação humana. A ética da personalidade trilha para dois caminhos : o das técnicas nas relações públicas e humanas e uma atitude mental positiva.
Os sete hábitos das pessoas muito eficazes abrangem a maioria dos princípios fundamentais da eficiência humana. Estes hábitos são básicos, primordiais. Eles representam a interiorização dos princípios corretos nos quais se baseiam o sucesso e a felicidade duradoura.
A palavra paradigma vem do grego e significa modelo, teoria, percepção, modeloou pressuposto de referência. Em um sentido geral, é a maneira como vemos o mundo.
As influências marcantes em nossas vidas: família, escola, religião, trabalho, amigos e paradigmas sociais em vigor, como a ética da personalidade foram responsáveis por um impacto inconciênte e silencioso em nossas mentes, ajudando a formar nossos quadros de referências, paradigmas e mapas.
Os paradigmas são poderosos, pois se constituem nas lentes pelas quais vemos o mundo. A força contida na mudança do paradigma impulsiona os saltos qualitativos, seja a mudança de um processo lento e desequilibrado ou uma transformação instantânea. A ética da personalidade mostra que podemos tomar algumas atitudes dramáticas, botar as coisas nos devidos lugares, despedir alguém para obrigar os empregados a tomar jeito e dar valor ao que possuem. Ou podemos descobrir algum progama de treinamento e motivação que os tornará mais interessados. Ela nos diz também que para resolvermos alguns problemas devemos elaborar um novo método de planejamento ou um seminário que ajudará a lidar com todas as pressões de forma eficaz.
Os sete hábitos das pessoas muito eficazes tratam precisamente de um nível mais profundo de pensamento, de uma abordagem centrada nos princípios e baseada no carácter, que vem de dentro para fora e se volta para a eficácia pessoal e interpessoal. A maioria dos princípios contidos nos sete hábitos fazem parte da nossa natureza íntima, de nossa
consciência e de nosso senso comum. Para identificá-los, desenvolvê-los e utiliza-los para resolver nossos problemas mais graves, prescisamos modificar os nossos paradigmas, passando a um nível diferente, novo, no qual adotamos uma atitude “de dentro para fora”.
Nosso carácter, basicamente, é composto pelos hábitos que desenvolvemos. Os hábitos constituem fatores poderosos em nossas vidas. Uma vez que representam padrões coerentes e muitas vezes inconscientes, eles servem para exprimir nosso carácter no dia-a-dia, sendo responsável por nossa eficácia, ou ineficácia.
Definiremos um hábito como intersecção entre o conhecimento, a capacidade e a vontade. O conhecimento é o paradigma teórico, o que fazer e o porquê. A capacidade é como fazer e a vontade é a motivação, o desejo de fazer para tornar algo um hábito em nossas vidas, precisamos reunir esses 3 elementos. A mudança ser/ver é um processo ascendente . O ser altera o ver, que por sua vez muda o ser e assim por diante. Através do trabalho com o conhecimento a capacidade e a vontade, conseguirmos atingir novos níveis de eficácia pessoal e interpessoal, rompendo com os antigos paradigmas que prestaram a fonte do pseudo- segurança por tantos anos. Uma mudança precisa ter como motivação um objetivo nobre, acrescida da disposição para subordinar o que quer no momento ao que realmente quer para o futuro.
Os sete hábitos não são um conjunto desconexo de fórmulas para estimular pessoas. Em harmonia com as leis naturais do crescimento, eles abordam de modo progressivo, sequencial e integrado o desenvolvimento da eficácia pessoal e interpessoal. O ponto culminante de nossas vidas tem a ver com os outros, pois a vida humana se caracteriza pela interdependência. No processo de amadurecimento, a dependência é o paradigma de você : Você não fez a coisa certa. Você fez a coisa certa. Você tem que tomar conta de mim. A culpa é toda sua. A independência é o paradigma do eu: Eu sei fazer. Eu sei fazer. Eu sou responsável. Eu sei escolher. A interdependência é o paradigma do nós: Nós podemos cooperar. Nós vamos unir nossos talentos e habilidades para juntos criarmos algo maior. As pessoas dependentes precisam das outras para conseguir o que desejam. As pessoas independentes conseguem obter o que desejam através de seu próprio esforço. As pessoas interdependentes combinam seus próprios esforços com os esforços dos outros para conseguir um resultado muito melhor.


Segunda Parte”Vitória Interna”

O Hábito 1 é a autoconsciência que permite guardamos uma certa distância, e examinemos até mesmo o modo como “ vêmos” a nós mesmos, nosso paradigma pessoal, o paradigma mais fundamental da eficácia. Ele afeta não somente nossas atitudes e comportamentos, mas também o jeito como vemos as outras pessoas. Ele se torna nosso mapa da natureza básica da humanidade.
Proatividade significamuito mais do que tomar a iniciativa. Implica que nós, como seres humanos, somos responsáveis por nossas próprias vidas. Nosso comportamento resulta das decisões tomadas, e não das condições externas. Temos a capacidade de subordinar os sentimentos aos valores. Possuímos iniciativa e responsábilidade para fazer com que as coisas aconteçam.
As pessoas reativas são afetadas pelo ambiente social. Elas constroem sua vida emocional em torno do comportamento dos outros, permitido que a franqueza alheia ao controle. Os reativos são levados pelos sentimentos, circustâncias, condições e ambiente. Os proativos são guiados pelos seus valores, cuidadosamente pensados, selecionados e interiorizados. Tomar a iniciativa significa reconhecer a responsabilidade de fazer com que as coisas aconteçam.
Os problemas que enfrentamos encaixam-se em uma das 3 categorias: controle direto( problemas que envolvem o comportamento dos outros ) e controle inexistente ( problemas que não podemos interferir, como nosso passado ou realidades situacionais).
Problemas que envolvem o controle direto são resolvidos quando trabalhamos em cima de nossos hábitos. Problemas de controle indireto são resolvidos pela modificação de nossos métodos de influência. Problemas de controle inexistente implicam em assumir a responsabilidade de mudar nossa atitude em relação ao que não podemos modificar.
O primeiro passo é a solução de um problema, seja de controle direto, indireto ou inexistente, está ao nosso alcance. Modificar nossos hábitos, modificar nossos métodos de influência e o modo que vemos os problemas de solução inexistente são metas cometidas dentro de nosso círculo de influência.
Como pessoas proativas, podemos controlar no momento, e concentrar esforços no que podemos mudar.


Começar com o objetivo na mente

Princípios de liderança pessoal, no Hábito 2 se aplica a múltiplas circunstâncias e níveis de vida, a aplicação mais importante de começar com o objetivos na mente . Cada momento de sua vida -o comportamento de hoje amanhã da semana que vem do mês que vem. Ao manter esse objetivo claro na mente, voçe fica certo sabendo que qualquer coisa pode ser feita em dias determinados. Para começar com um objetivo na mente tem que ter uma compreênsão clara do destino, dar os passos na direção correta. É possível ser muito ocupado e ser muito eficaz. Podemos viver correndo e ser até muito mais eficientes, mas só seremos verdadeiramente eficazes, quando tivermos um objetivo na mente e quando tivermos um objetivo na mente ganha-se uma perspectiva diferente.

Todas as Coisas São Criadas Duas Vezes :

Primeiramente você pensa, fica imaginando depois poe em prática esse sonho, assim você criou duas vezes, por isso à medida que compreendermos o princípio das duas criações, e aceitamos a responsabilidade por ambas, agimos na parte interna e aumentamos os limites do nosso círculo de influências, se não operarmos em harmonia com este princípio, nem assumirmos o controle da primeira criação nos o diminuímos.
Liderança e Administração:
A Administração é uma visão dos métodos fala sobre a melhor forma de conseguir as coisas e a Liderança lida com os objetivos que diz, quais são as coisas que desejo conseguir. Uma liderança proativa forte prescisa monitorar constântemente a mudança no meio social, particularmente dos hábitos de compra e impulsos dos consumidores, fornecendo a energia necessária para organizar os recursos.Nenhum sucesso da Administração consegue compensar o fracasso da liderança. A liderança faz falta ainda em nossas vidas pessoais, estamos nos dedicando a administrar com eficácia, a estabelecere a atingir metas antes de ter esclarecido quais nossos valores.
Reescrevendo os Papéis:

Torna-se seu próprio criador inicial. Os outros dons exclusivamente humanos adicionais, que permitem a expansão da proatividade e o exercicío da liderança pessoal em nossas vidas são a imaginação e a consciência. Através da imaginação conseguimos visualizar os mundos potencialmente existentes dentro de nós. Uma vez que já vivemos dentro de diversos papéis que foram passados para nós, o processo de escrever nosso próprio papel é na verdade, muito mais um processo de reescrever, ou de mudança de paradigma.ça de paradigma. Assim quando os desafios chegarem eu posso tomar minhas decisões baseado nestes valores.
Declaração de Missão Pessoal:

Se consentra naquilo que a pessoa deseja ser e fazer, e nos valores ou princípios nos quais o ser e o fazer estão fundados.

No Centro:

É aquilo que lidamos com nossa visão e nossos valores, é aqui que usamamos o don da consciência. O que estiver no centro de nossa vida será a fonte de nossa segurança que representa o seso de valor, orientação que representa a fonte do rumo da vida, sabedoria que é sua perspectativa de vida,e o poder que seria a capacidade de agir. Esses quatro fatores são interdependentes. A segurança e uma orientação clara geralmente geram a verdadeira sabedoria, e a sabedoria é a faisca ou catalizador que libera e dirige o poder.

Centros Alternativos:

Cada um de nós temos um centro, apesar de costumeiramente nãoos reconhecemos como tais.
Centro no cônjuge; o casamento pode ser a mais íntima, satisfatória, duradoura e estável das relações humanas. Pode parecer natural ou apropriado centrar a vida em ummarido ou esposa.
Centro na Família; área de concentração de energia e grandes investimentos emocionais ela fornece grandes oportunidades para relacionamentos profundosamor companheirismo.
Centro no Dinheiro; mais um centro lógico comum na vida das pessoas: ganhar dinheiro, a segurança econômica é base para a existência de oportunidades de se agir em outras esferas da vida.
Centro no Trabalho; uma pessoa centrada no trabalho pode ficar viciada na sua atividade prof., mergulhando na produção com sacrifício da saúde.
Centro nos bens; não somente nos bens materiais, também os inatingíveis, esse centro é frágilporque pode desaparecer rapidamente.
Centro no Prazer; próximo dos bens, vivemos num mundo onde a satisfação imediata está disponível e imediata.
Centro nos Amigos/Inimigos; pode se consentrar em uma ou mais pessoas assumindo algumas características do casamento. Inimigo ninguém colocaria de caso pensado.
Centro na Igreja; existem pessoas que ocupam seu tempo com a igreja.
Centro no eu; sua forma é a mais óbvia é o egoísm, queviola os valores das pessoas.
Identificando o seu Eu; talvés a melhor forma de identificar o seu para os fatores de sustentação da vida.

Usando todo o seu cérebro:

A autoconciência nos leva a examinar nossos próprios pensamentos. As descobertas indicam basicamente que cada um dos hemisférios do cérebro esquerdo ou direito mostra tendência de especialização e controle de diversas funções, o hemisfério esquerdo é mais lógica, verbal, lida com análise que significa desmontar e com o tempo, o hemisfério direito é intuitivo, criativo, imaginativo, significa reunir e intemporal. As pessoas usam os dois lados mais sempre um lado predomina. Conforme tomamos consciência destas capacidades diferentes, podemos utilizar conscientemente a mente para atender as necessidades específicas de maneira mais eficaz.
As duas maneiras de controlar o cérbro direito; criativo.quando somos capazes de aproveitar a criatividade, mais seremos capazes de visualizar o tempo e as circunstâncias presentes, de projetar um quadro holístico daquilo que desejamos ser e fazer da vida. Que são expandindo a perspectiva e a valorização e afirmação.





Identificando Papéis e Metas:

O cérebro esquerdo é lógico ele é importante quando se tenta capturar as imagens, sesações e senas do cérebro direito. Cada um de nós possui uma quantidade de papéis diferentes para desempenhar na vida. Áreas ou setores nos quais temos responsabilidades.

Declarações de Missão Familiar :

Ela cria condições para a continuidade e a unidade família, bem para uma boa orientação. Quando os valores indivíduais se harmonizam com os da família, os membros trabalham juntos para atingir propósitos comuns, que são sentidos profundamente.

Declarações de Missão Organizacional:

As declarações de missão organizacional são vitais para as organizações bem sucedidas. Um dos eixos mais importantes de trabalho com organizações reside na assistência para que desenvolvam declarações de missão eficazes. Um dos problemas fundamentais das organizações, incluindo as famílias é que as pessoas não se comprometem com as determinações que outras pessoas fazem para as suas vidas.

Hábito 3, Primeiro o Mais Importante:

É a realização , a transformação em realidade, a emergência natural dos hábitos.Administre com o esquerdo e lidere com o direito.


Carolina Tolentino autora.

MATERIALISMO DIALÉTICO


A FILOSOFIA DE MARX

MATERIALISMO DIALÉTICO

Baseado em Demócrito e Epicuro sobre o materialismo e em Heráclito sobre a dialética (do grego, dois lógos, duas opiniões divergentes), Marx defende o materialismo dialético, tentando superar o pensamento de Hegel e Feuerbach.

A dialética hegeliana era a dialética do idealismo (doutrina filosófica que nega a realidade individual das coisas distintas do "eu" e só lhes admite a idéia), e a dialética do materialismo é posição filosófica que considera a matéria como a única realidade e que nega a existência da alma, de outra vida e de Deus. Ambas sustentam que realidade e pensamento são a mesma coisa: as leis do pensamento são as leis da realidade. A realidade é contraditória, mas a contradição supera-se na síntese que é a "verdade" dos momentos superados. Hegel considerava ontologicamente (do grego onto + logos; parte da metafísica, que estuda o ser em geral e suas propriedades transcendentais ) a contradição (antítese) e a superação (síntese); Marx considerava historicamente como contradição de classes vinculada a certo tipo de organização social. Hegel apresentava uma filosofia que procurava demonstrar a perfeição do que existia (divinização da estrutura vigente); Marx apresentava uma filosofia revolucionária que procurava demonstrar as contradições internas da sociedade de classes e as exigências de superação.

Ludwig Feuerbach procurou introduzir a dialética materialista, combatendo a doutrina hegeliana, que, a par de seu método revolucionário concluía por uma doutrina eminentemente conservadora. Da crítica à dialética idealista, partiu Feuerbach à crítica da Religião e da essência do cristianismo.

Feuerbach pretendia trazer a religião do céu para a Terra. Ao invés de haver Deus criado o homem à sua imagem e semelhança, foi o homem quem criou Deus à sua imagem. Seu objetivo era conservar intactos os valores morais em uma religião da humanidade, na qual o homem seria Deus para o homem.

Adotando a dialética hegeliana, Marx, rejeita, como Feuerbach, o idealismo, mas, ao contrário, não procura preservar os valores do cristianismo. Se Hegel tinha identificado, no dizer de Radbruch, o ser e o deve-ser (o Sein e o Sollen) encarando a realidade como um desenvolvimento da razão e vendo no deve-ser o aspecto determinante e no ser o aspecto determinado dessa unidade.

A dialética marxista postula que as leis do pensamento correspondem às leis da realidade. A dialética não é só pensamento: é pensamento e realidade a um só tempo. Mas, a matéria e seu conteúdo histórico ditam a dialética do marxismo: a realidade é contraditória com o pensamento dialético. A contradição dialética não é apenas contradição externa, mas unidade das contradições, identidade: "a dialética é ciência que mostra como as contradições podem ser concretamente (isto é, vir-a-ser) idênticas, como passam uma na outra, mostrando também porque a razão não deve tomar essas contradições como coisas mortas, petrificadas, mas como coisas vivas, móveis, lutando uma contra a outra em e através de sua luta." (Henri Lefebvre, Lógica formal/ Lógica dialética, trad. Carlos N. Coutinho, 1979, p. 192). Os momentos contraditórios são situados na história com sua parcela de verdade, mas também de erro; não se misturam, mas o conteúdo, considerado como unilateral é recaptado e elevado a nível superior.

Marx acusou Feuerbach, afirmando que seu humanismo e sua dialética eram estáticas: o homem de Feuerbach não tem dimensões, está fora da sociedade e da história, é pura abstração. É indispensável segundo Marx, compreender a realidade histórica em suas contradições, para tentar superá-las dialeticamente. A dialética apregoa os seguintes princípios: tudo relaciona-se (Lei da ação recíproca e da conexão universal); tudo se transforma (lei da transformação universal e do desenvolvimento incessante); as mudanças qualitativas são conseqüências de revoluções quantitativas; a contradição é interna, mas os contrários se unem num momento posterior: a luta dos contrários é o motor do pensamento e da realidade; a materialidade do mundo; a anterioridade da matéria em relação à consciência; a vida espiritual da sociedade como reflexo da vida material.

O materialismo dialético é uma constante no pensamento do marxismo-leninismo (surgido como superação do capitalismo, socialismo, ultrapassando os ensinamentos pioneiros de Feuerbach).

Paulistão 2008: Guaratinguetá 1x2 Ponte Preta / Semi-Final (19-04-)



Que sufoco, mas estamos na final do paulistão 2008. Se a Ponte for campeã, tem que ser feita uma estatua para o goleiro Aranha, simplesmente fechou o gol. 107 anos de história vai completar 108 este ano.

Vamos levantar este caneco

Metodologia Científica. Monografia. (projeto).


O Projeto da Pesquisa

Escolha do Tema

Existem dois fatores principais que interferem na escolha de um tema para o trabalho de pesquisa. Abaixo estão relacionadas algumas questões que devem ser levadas em consideração nesta escolha:


Fatores internos

- Afetividade em relação a um tema ou alto grau de interesse pessoal.
Para se trabalhar uma pesquisa é preciso ter um mínimo de prazer nesta atividade. A escolha do tema está vinculada, portanto, ao gosto pelo assunto a ser trabalhado. Trabalhar um assunto que não seja do seu agrado tornará a pesquisa num exercício de tortura e sofrimento.

- Tempo disponível para a realização do trabalho de pesquisa.
Na escolha do tema temos que levar em consideração a quantidade de atividades que teremos que cumprir para executar o trabalho e medi-la com o tempo dos trabalhos que temos que cumprir no nosso cotidiano, não relacionado à pesquisa.

- O limite das capacidades do pesquisador em relação ao tema pretendido.
É preciso que o pesquisador tenha consciência de sua limitação de conhecimentos para não entrar num assunto fora de sua área. Se minha área é a de ciências humanas, devo me ater aos temas relacionados a esta área.


Fatores Externos

- A significação do tema escolhido, sua novidade, sua oportunidade e seus valores acadêmicos e sociais.
Na escolha do tema devemos tomar cuidado para não executarmos um trabalho que não interessará a ninguém. Se o trabalho merece ser feito que ele tenha uma importância qualquer para pessoas, grupos de pessoas ou para a sociedade em geral.

- O limite de tempo disponível para a conclusão do trabalho.
Quando a instituição determina um prazo para a entrega do relatório final da pesquisa, não podemos nos enveredar por assuntos que não nos permitirão cumprir este prazo. O tema escolhido deve estar delimitado dentro do tempo possível para a conclusão do trabalho.

- Material de consulta e dados necessários ao pesquisador
Um outro problema na escolha do tema é a disponibilidade de material para consulta. Muitas vezes o tema escolhido é pouco trabalhado por outros autores e não existem fontes secundárias para consulta. A falta dessas fontes obriga ao pesquisador buscar fontes primárias que necessita de um tempo maior para a realização do trabalho. Este problema não impede a realização da pesquisa, mas deve ser levado em consideração para que o tempo institucional não seja ultrapassado.


Levantamento ou Revisão de Literatura

O Levantamento de Literatura é a localização e obtenção de documentos para avaliar a disponibilidade de material que subsidiará o tema do trabalho de pesquisa.
Este levantamento é realizado junto às bibliotecas ou serviços de informações existentes.


Sugestões para o Levantamento de Literatura

Locais de coletas

Determine com antecedência que bibliotecas, agências governamentais ou particulares, instituições, indivíduos ou acervos deverão ser procurados.


Registro de documentos

Esteja preparado para copiar os documentos, seja através de xerox, fotografias ou outro meio qualquer.

Organização

Separe os documentos recolhidos de acordo com os critérios de sua pesquisa.

O levantamento de literatura pode ser determinado em dois níveis:
a - Nível geral do tema a ser tratado.
Relação de todas as obras ou documentos sobre o assunto.

b - Nível específico a ser tratado.
Relação somente das obras ou documentos que contenham dados referentes à especificidade do tema a ser tratado.


Problema

O problema é a mola propulsora de todo o trabalho de pesquisa. Depois de definido o tema, levanta-se uma questão para ser respondida através de uma hipótese, que será confirmada ou negada através do trabalho de pesquisa. O Problema é criado pelo próprio autor e relacionado ao tema escolhido. O autor, no caso, criará um questionamento para definir a abrangência de sua pesquisa. Não há regras para se criar um Problema, mas alguns autores sugerem que ele seja expresso em forma de pergunta. Particularmente, prefiro que o Problema seja descrito como uma afirmação.

Exemplo:
Tema: A educação da mulher: a perpetuação da injustiça.
Problema: A mulher é tratada com submissão pela sociedade.


Hipótese

Hipótese é sinônimo de suposição. Neste sentido, Hipótese é uma afirmação categórica (uma suposição), que tente responder ao Problema levantado no tema escolhido para pesquisa. É uma pré-solução para o Problema levantado. O trabalho de pesquisa, então, irá confirmar ou negar a Hipótese (ou suposição) levantada.


Exemplo: (em relação ao Problema definido acima)
Hipótese: A sociedade patriarcal, representada pela força masculina, exclui as mulheres dos processos decisórios.

Justificativa

A Justificativa num projeto de pesquisa, como o próprio nome indica, é o convencimento de que o trabalho de pesquisa é fundamental de ser efetivado. O tema escolhido pelo pesquisador e a Hipótese levantada são de suma importância, para a sociedade ou para alguns indivíduos, de ser comprovada.
Deve-se tomar o cuidado, na elaboração da Justificativa, de não se tentar justificar a Hipótese levantada, ou seja, tentar responder ou concluir o que vai ser buscado no trabalho de pesquisa. A Justificativa exalta a importância do tema a ser estudado, ou justifica a necessidade imperiosa de se levar a efeito tal empreendimento.


Objetivos

A definição dos Objetivos determina o que o pesquisador quer atingir com a realização do trabalho de pesquisa. Objetivo é sinônimo de meta, fim.
Alguns autores separam os Objetivos em Objetivos Gerais e Objetivos Específicos, mas não há regra a ser cumprida quanto a isto e outros autores consideram desnecessário dividir os Objetivos em categorias.
Um macete para se definir os Objetivos é colocá-los começando com o verbo no infinitivo: esclarecer tal coisa; definir tal assunto; procurar aquilo; permitir aquilo outro, demonstrar alguma coisa etc..


Metodologia

A Metodologia é a explicação minuciosa, detalhada, rigorosa e exata de toda ação desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa.
É a explicação do tipo de pesquisa, do instrumental utilizado (questionário, entrevista etc), do tempo previsto, da equipe de pesquisadores e da divisão do trabalho, das formas de tabulação e tratamento dos dados, enfim, de tudo aquilo que se utilizou no trabalho de pesquisa.


Cronograma


O Cronograma é a previsão de tempo que será gasto na realização do trabalho de acordo com as atividades a serem cumpridas. As atividades e os períodos serão definidos a partir das características de cada pesquisa e dos critérios determinados pelo autor do trabalho.
Os períodos podem estar divididos em dias, semanas, quinzenas, meses, bimestres, trimestres etc.. Estes serão determinados a partir dos critérios de tempo adotados por cada pesquisador.

Exemplo:


ATIVIDADES / PERÍODOS
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
1Levantamento de literatura
X









2Montagem do Projeto
X








3Coleta de dados

X
X
X





4Tratamento dos dados


X
X
X
X



5Elaboração do Relatório Final




X
X
X


6Revisão do texto







X

7Entrega do trabalho








X

Este material consegui no site, http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/met05.htm
Neste site tem muito material sobre este assunto. Vale a pena dar uma conferida.

Defesa de T.c.c. e Monografias. (dicas).



Após  achar umas dicas de defesa de T.C.C. e monografias , achei interessante compartilhar com vocês.

Dicas para apresentação do TCC na banca

1. Evite Gírias/ cuide o vocabulário
2. Seja objetivo e conciso
3. Olhe nos olhos da banca e da platéia. Demonstre segurança (se estiver com medo, olhe para a testa ou para cabeça que o efeito é o mesmo…)
4. Faça pequenas pausas entre os assuntos.
5. Seja profissional/ a apresentaço deve ser de igual para igual, com humildade, sem arrogância.
6. Não “compre briga” com a banca.
7. Demonstre energia, vontade e não seja indiferente, apático.
8. Vista-se de acordo com a ocasião, apresente-se como o profissional que você é ou que gostaria de ser. Não esqueça: não é um dia qualquer.
9. Flexione a voz, não mantenha um tom constante, crie contrastes.
10. Defenda seu trabalho com convicção: não use “eu acho”, substitua por “eu acredito”, etc.
11. Descanse e durma bem a noite anterior.
12. Deixe um relógio na mesa para não precisar ficar olhando para o pulso toda hora.
13. Se você usa óculos de grau eventualmente, esse é o dia de usá-lo.
14. Se possível, utilize recursos visuais (conte apenas com o retroprojetor…)
15. Visite a sua sala antes da apresentação. Ambiente-se com o espaço. Visualize-se apresentando.
16. Segure uma caneta na mão. Assim você não corre riscos de fazer gestos obscenos.
17. Se houver oportunidade, movimente-se. Demonstra segurança em relação a apresentação e domínio do tema.
18. Não peça desculpas. Ignore os erros. Siga adiante. Você deve retificar apenas se o erro for de “conteúdo”, não “de apresentação” (esquecer palavras, branco, etc.)
19. O que está em jogo é a sua segurança em relação a sua escolha e a execução do seu trabalho. Seja firme. Defenda com vontade as suas escolhas.
20. Use o seu orientador como álibi. Se você não souber responder alguma questão. Diga que “nós” optamos por seguir essa linha… ou “conforme o meu orientador”… (nesse dia o seu orientador não irá intervir na sua apresentação.)
21. A melhor maneira de preparar, é ler o conteúdo umas vinte vezes e depois apresenta-lo na frente do espelho mais umas vinte vezes.
22. Nada substitui o treino. Depois da quinta “tentativa” de apresentação, você começa a ligar o “automático” e a apresentação flui sem maiores esforços. As demais são para ajustes…
Site: Meire da Rocha.
http://meiradarocha.jor.br/news/2007/05/17/dez-dicas-fundamentais-para-monografia-e-tcc/

domingo, 20 de abril de 2008

S.O.S. Band - Tell Me If You Still Care



Adoro esta Banda.

Uma mente Brilhante. (filme).



Sinopse
John Nash (Russell Crowe) é um gênio da matemática que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade e o tornou aclamado no meio onde atuava. Mas aos poucos o belo e arrogante John Nash se transforma em um sofrido e atormentado homem, que chega até mesmo a ser diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos que o tratam. Porém, após anos de luta para se recuperar, ele consegue retornar à sociedade e acaba sendo premiado com o Nobel.
Este final é emocionante. Se der assista, vael a pena. Obrigado por visistar meu blog.

Diretor de Escola.


Administração escolar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Administração escolar é uma especialidade do pedagogo, que pode ser obtida no Brasil através de cursos de habilitação, incorporada ou não à licenciatura em pedagogia, ou através de especialização.

Atuação

O administrador escolar atua junto ao corpo docente e discente das instituições de ensino, coordenando as práticas pedagógicas, bem como acompanhando o desenvolvimento do currículo, é o responsável legal e administrativo pelo estabelecimento. De um modo geral tem a função de diretor da intituição. Administração escolar é uma especialidade do pedagogo, que pode ser obtida no Brasil através de cursos de habilitação, incorporada ou não à licenciatura em pedagogia, ou através de especialização. O administrador escolar atua junto ao corpo docente e discente das instituições de ensino, coordenando as práticas pedagógicas, bem como acompanhando o desenvolvimento do currículo, é o responsável legal e administrativo pelo estabelecimento. De um modo geral tem a função de diretor da instituição

Supervisão de Ensino.



Supervisão de ensino
é uma especialidade do pedagogo, que pode ser obtida através de cursos de habilitação, incorporada ou não à licenciatura em pedagogia, ou através de especialização. O supervisor de ensino atua junto ao corpo docente das instituições de ensino, coordenando as práticas pedagógicas, bem como acompanhando o desenvolvimento do currículo.

O que faz um Orientador Educacional ?


Na instituição escolar, o orientador educacional é um dos profissionais da equipe de gestão. Ele trabalha diretamente com os alunos, ajudando-os em seu desenvolvimento pessoal; em parceria com os professores, para compreender o comportamento dos estudantes e agir de maneira adequada em relação a eles; com a escola, na organização e realização da proposta pedagógica; e com a comunidade, orientando, ouvindo e dialogando com pais e responsáveis.

Apesar da remuneração semelhante, professores e orientadores têm diferenças marcantes de atuação. "O profissional de sala de aula está voltado para o processo de ensino-aprendizagem na especificidade de sua área de conhecimento, como Geografia ou Matemática", define Mírian Paura, da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. "Já o orientador não tem currículo a seguir. Seu compromisso é com a formação permanente no que diz respeito a valores, atitudes, emoções e sentimentos, sempre discutindo, analisando e criticando."

Embora esse seja um papel fundamental, muitas escolas não têm mais esse profissional na equipe, o que não significa que não exista alguém desempenhando as mesmas funções. Para Clice Capelossi Haddad, orientadora educacional da Escola da Vila, em São Paulo, "qualquer educador pode ajudar o aluno em suas questões pessoais". O que não deve ser confundido com as funções do psicólogo escolar, que tem uma dimensão terapêutica de atendimento. O orientador educacional lida mais com assuntos que dizem respeito a escolhas, relacionamento com colegas, vivências familiares.

Se você se interessa em seguir essa carreira, saiba que é preciso ter curso superior de Pedagogia ou pós-graduação em Orientação Educacional.

O que ele faz

Contribui para o desenvolvimento pessoal do aluno.

Ajuda a escola a organizar e realizar a proposta pedagógica.

Trabalha em parceria com o professor para compreender o comportamento dos alunos e agir de maneira adequada em relação a eles.

Ouve, dialoga e dá orientações.

Quer saber mais?

Escola da Vila, Unidade Butantã, R. Barroso Neto, 91, CEP 05595-010, São Paulo, SP, tel. (0_ _11) 3726-3578

BIBLIOGRAFIA

Ação Integrada - Administração, Supervisão e Orientação Educacional, Heloísa Lück, 66 págs., Ed. Voz.

A Orientação Educacional - Conflito de Paradigmas e Alternativas para a Escola, Mírian Paura S. Zippin Grinspun, 176 págs., Ed. Cortez.

O que faz um Coordenador Pedagógico?


O papel do coordenador pedagógico

Também conhecido em algumas regiões do país como supervisor ou orientador, o coordenador pedagógico é o responsável pela transposição da teoria para a prática escolar.

Ajudar a elaborar e aplicar o projeto da escola, dar orientação em questões pedagógicas e, principalmente, atuar na formação contínua dos professores são algumas das funções do coordenador pedagógico, um especialista em refletir sobre o trabalho em sala de aula.

Seu papel é estudar, problematizar e aplicar as teorias em cada uma das disciplinas para fundamentar o fazer e o pensar do professor.

Assim, é necessário que ele antecipe conhecimentos para o grupo. Para isso é preciso ler muito, não só obras com conteúdo pedagógico, mas também livros de literatura, jornais, revistas e navegar em sites de diversas áreas.

Um bom coordenador é também um apreciador das diferentes manifestações culturais; visita regularmente museus e exposições; vai ao cinema e ao teatro.

Em muitas escolas, cabe a esse profissional, ainda, dar o atendimento aos pais e ajudar a resolver problemas de disciplina dos estudantes.

Por tudo isso, o coordenador pedagógico só vai desempenhar bem seu ofício se for um líder e garantir o apoio da direção em suas ações e reivindicações, como infra-estrutura e liberação de tempo para aperfeiçoamento e capacitação para estudos para todos os professores.

O que faz o coordenador:

• Ajuda a elaborar a proposta pedagógica da escola e garante que ela seja posta em prática.

• Orienta pais e responsáveis, alunos, educadores e demais funcionários da instituição à manutenção das posturas pedagógicas.

• Responde pela formação dos docentes.


Fonte: eAprender - www.eaprender.com.br - Assessoria Pedagógica IBEP

Temperamento, Caráter e Personalidade.




Temperamento, Caráter e Personalidade

Contribuição de Silney Ortlieb
04 de September de 2006

Estando a caracteriologia Reichiana estruturada em função dos bloqueios, é fundamental clarear os conceitos básicos
tais como: Temperamento, caráter, constituição, comportamento e personalidade. O conceito de temperamento só deve
ser referir às bases congênitas dos indivíduos, a tudo que é referente à constituição; ou seja, é a base congênita dos
indivíduos que diferencia os indivíduos em suas particularidades fisiológicas e morfológicas presentes desde a vida
embrionária e fetal com as respectivas predominâncias biológicas, embrionária e neurovegetativa. É a soma dos efeitos
do metabolismo sobre a vida mental e afetiva, devido às trocas químicas que se efetuam no organismo.
O diálogo no nível emocional entre mãe e filho se dá através das ligações neuro-hormonais comunicadas pelo
cordão umbilical. O sistema nervoso autônomo altera a pressão sanguínea através dos batimentos cardíacos e ritmos
respiratórios, contemporaneamente o hipotálamo ativa o sistema endócrino aumentando a produção de neuro-hormônios.
Estes aumento hormonal é jogado na corrente sanguínea que se altera pela pressão sanguínea nas situações emocionais
e afetivas, alterando os processos químicos que passam a Ter a tonalidade emocional das emoções maternas. O
temperamento sendo estruturado na situação endócrina constitucional , vai se caracterizando com o somatório de todas as
alterações emocionais maternas, não pode, portanto se modificar nem corrigir apenas prevenir com os cuidados
gestacionais da mãe. O caráter sim pode ser modificado, sendo o instrumento viável de se controlar, cuidar ou
administrar o temperamento. O período da formação do temperamento constitucional termina com o desmame do
individuo com sua entrada na neuromuscularidade que possibilita atitudes intencionais. É a partir da maturação das fibras
nervosas que se mielinizam, que é possível haver intencionalidade dos movimentos promovendo a passagem da
motilidade dos movimentos involuntários para a mobilidade dos voluntários. Antes disso o comportamento se
caracteriza mais por uma reatividade do que por uma intencionalidade, o que determina um indivíduo reativo que usa a
sua reatividade como defesa, não tendo possibilidade de construir com intencionalidade suas ações. A maturação da
funcionalidade neuromuscular é que possibilita a formação da caracterialidade, só é possível se falar da caracterialidade
com a entrada da passagem da motilidade para a mobilidade. Um desmame precoce ou se mal feito, antecipa
precocemente a maturação, forçando a atividade neuromuscular a entrar em funcionamento sem a sua respectiva
prontidão o que provoca a formação da caracterialidade. Uma atividade neuromuscular precoce, forçosamente induzida não
permite à criança viver seu momento biológico e biográfico de separação de maneira fisiológicamente adequada. Esta situação
estabelece uma persistência do elemento psicológico insatisfeito, marcando o comportamento do indivíduo com um
“resíduo” de importância emotiva que determinar uma imaturidade psico-afetiva. O “resíduo” se
coberto defensivamente pela neuromuscularidade determina uma caracterialidade de cobertura. Sendo o
temperamento constitucional, ele não é atingido pela terapia. Com ela, ajudamos a trabalhar a caracterialidade para que
esta possa conter (no sentido de dar continente) ao temperamento. Não é possível mexer no temperamento, mas é
possível mexer com uma adaptação ao temperamento, com uma integração entre temperamento e caráter para se ter uma
personalidade. O psicótico é um temperamental que pode ser ajudado teperauticamente a gerir seu temperamento com
uma progressiva maturação caracterial. O problema do psicótico é o de conter sua energia, ajuda-lo a não
dispersar/espalhar a sua energia, poder administrar a pouca energia que tem para poder ajuda-lo a estruturar um Eu,
uma caracterialidade. No psicótico ocorreu uma fixação na situação na embrionária, fetal ou neo-natal que determina seu
comportamento. Temos aqui um Eu que existe mas não é, um Eu temperamental, intra e extra uterino, parido mas não
nascido , estático, reptiliano, fusional devido a impossibilidade de se vincular, impossibilidade de entrar em simbiose
por continuar fusionado, sendo um com o outro de si. Pode Ter aqui uma cobertura caracterial como forçatura
neuromuscular que não está devidamente amadurecida, mas que dá um suporte para não surtar. O comportamento
que é nosso modo habitual de agir, não é o caráter e sim um instrumento de expressão do caráter. O comportamento
se expressa sempre mediante um atividade neuromuscular de forma voluntária. A motivação do comportamento nos
homens se encontra no cérebro límbico (afetividade), cérebro reptiliano (preservação), e com uma condição neocortical
que expressa o comportamento que é o soma, corpo intencional. Sob a ótica energética sistêmica de Ginovino Ferri,
um dano embrionário ou fetal privilegiará principalmente o desenvolvimento do reptiliano para assegurar a
sobrevivência aonde a situação de stress recairá principalmente sobre as funções basilares do primeiro nível reichiano
(olhos, nariz e ouvidos). Esta fixação determina uma formação ineficaz nos tele receptores que são os órgãos de contato com
a realidade desde a vida intra-uterina. Após o nascimento os tele receptores serão deficitários por hiperorgonia relativa
em um terreno hiporgonótico, impossibilitando suportar a realidade ou afetando a capacidade de aceita-la. Esta
deficiência determina um núcleo psicótico que com o tempo, havendo stress existencial, poderá explodir o processo
psicótico com a clássica manifestação alucinatória da realidade. A explosão psicótica se deve à subtração de energia a favor do
reptiliano com o objetivo de sobreviver mesmo que em condições temperamentais . Numa situação temperamental, a função
límbica é primária por não poder se expressar devido a predominância reptiliana, ou melhor, o límbico se expressa em
condições reptilianas. É por isso que o psicótico é uma pessoa desafetiva, que tem a sua afetividade desorganizada,
desestruturada. No bordeline temos também uma situação temperamental encoberta por uma cobertura caracterial. Um
aleitamento deficitário influirá sobre a formação do Eu que se fixará no temperamento, no aleitamento o neo-nato
recebe anticorpos e ácidos graxos insaturados contidos no leite materno ajudando-o em sua imunidade biológica. Tal
situação preserva uma vulnerabilidade ligada ao sentimento de perda, marcando uma tendência à depressão que pode se
tornar psicótica se houver eventos existenciais muito frustrantes que fazem ruir as defesas do Eu (self-control). A
Blog dos Terapeutas - Psicoterapia Reichiana, bioenergética, terapia sistêmica, terapia de casal, terapia de familia.
http://www.blogdosterapeutas.com.br/site Fornecido por Joomla! Produzido em: 20 April, 2008, 11:12
depressão psicótica se relaciona com a oralidade insatisfeita protegida pela cobertura caracteril ao fim de seu
desenvolvimento psico afetivo a fim de resguardar a débil estrutura de Eu. Personalidade é definida como a soma de
temperamento mais caráter. Quando falamos em temperamento e caráter, inserimos o Eu, contituição, comportamento
e personalidade. Quando falamos de um temperamental de uma personalidade estamos falando de uma necessidade
de exprimir uma pulsão enquanto uma necessidade profunda inadiável, ligada a vitalidade como sendo um instinto de
preservação. É um comportamento que emerge enquanto uma necessidade de exprimir imediatamente uma pulsão
inadiável, tendo portanto características vitais de tudo ou nada. A caracterialidade é a capacidade de poder voltar,
avaliar, refletir sobre as pulsões. É a possibilidade de poder conter, esperar e administrar as necessidades pulsionais,
“se eu não satisfaço esta minha necessidade pulsional imediatamente não vou morrer, posso me adaptar”.
Aqui está a diferença entre necessidade e desejo, na situação temperamental tem necessidade e na caracterial tem
desejo. O caráter seria o nosso modo de comportamento em relação ao ambiente com a passagem pela possibilidade
de contato e comunicação. Se estrutura em função do ambiente que gera também o superego. A formação do caráter é um
elemento histórico que permite a estruturação do Ego que é corporal. Para haver ma formação caracterial é necessária a
constituição de um Eu que está ligada a função ocular para a percepção da realidade. A formação do caráter é uma
consequência histórica da modificação de certas pulsões pelo ambiente que circunda o neonato. Surge da necessidade do
indivíduo de se exprimir ou se defender de certas situações que interferem internamente (situações intrapsíquicas) e/ou
externamente (situações interpsíquicas). O intra e o inter psíquico tem como ponto de encontro a periferia do organismo
que é aonde se estrutura a couraça caracterial muscular. O temperamento tem a ver com a informação, já o caráter
com o amadurecimento. A constância é temperamental, a coerência é caracterial. O temperamento está para a
tendência assim como o caráter está para a ação. Frustações ou gratificações no período intra-uterino determina um
imprinting, um certo modo de estruturar-se como uma potencialidade caracterial, que se exprime ao nascer enquanto
um enorme potencial de um Eu fetal. No temperamento precisa-se apagar, eliminar, descarregar imediatamente a
pulsão vivida ou sentida. Quando se faz possível esperar, alimentar um desejo e elabora-lo enquanto um projeto interno
de realidade e não externo de fuga está aí presente uma situação caracterial estruturada neuromuscularmente. Segundo
a psicopatologia funcional, o caráter seria apenas o maduro (genital), havendo diferentes bloqueios nos diferentes
níveis corporais falamos de caracterialidade como expressão dos cortes energéticos característicos de cada patologia.
No caráter genital haveria um equilíbrio harmônico, uma homeostase fisiológica entre o temperamento e o caráter.
Constituição
= situação dos pais no momento da concepção + genoma (carga genética) Temperamento
= constituição biológica + relação temperada pela mãe sob as influencias de suas emoções e afetos durante
a gravidez até os nove meses + ínicio de adaptabilidade ao meio (vivências infantis primitivas)
Vivências infantis primitivas
= condições maternas na gestação + vivências intra-uterinas Personalidade prévia =
temperamento (vivências da primeira infância).
Personalidade = temperamento + carater
Neurose
= personalidade prévia (caracterialidade) + situação traumática atual
Silney Ortlieb.
Blog dos Terapeutas - Psicoterapia Reichiana, bioenergética, terapia sistêmica, terapia de casal, terapia de familia.
Fonte:
http://www.blogdosterapeutas.com.br/site

Conversas sobre Didática,