sábado, 13 de novembro de 2010

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Recursos de apoio ao processo de ensino e aprendizagem da matemática

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Pedagogia Empresarial



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O USO DE FONTES HISTÓRICAS NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

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Plano de Aula modelo.

Plano de Aula

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WIKIPÉDIA, uma reflexão... João Maria Andarilho Utópico... não tenho med...



Muitos critícam, e há uma paradoxo eles também usam. Wikipédia, não tenho medo de dizer eu uso...

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Faça você mesmo.

Como construir um trepa-trepa com tubos de PVC, para incrementar a área de brincadeiras da creche.

A terapeuta ocupacional da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo (APAE), Ione Matsuoka, ensina a confeccionar um brinquedo para crianças com e sem deficiência mental. O brinquedo inclusivo pode ser usado na sala de aula regular, por todas as crianças.

Conheça o trabalho da professora Nylse Cunha e da Brinquedoteca Indianópolis, em São Paulo. Neste vídeo, aprenda a fazer um brinquedo que ajuda a desenvolver a memória da garotada, feito com caixas de fósforo. No dia 21, aprenda a fazer o forma palavras.


fonte http://www.youtube.com/user/revistanovaescola.

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Professores substitutos, a rotina no banco de reservas

 Diretoria de Ensino Campinas Leste-SP

Professores substitutos, a rotina no banco de reservas

Escalados para assumir as faltas e licenças dos titulares, professores substitutos contam como lidam com um cotidiano puxado e um futuro incerto

Ana Rita Martins (novaescola@atleitor.com.br), de Salvador, BA, Paula Takada, de São Leopoldo, RS, e Rodrigo Ratier, de Jaraguá do Sul, SC
Página   1 2 _ _
=== PARTE 1 ====
Seus nomes são Mara, Carla e Ana Beatriz, mas os alunos, pelo menos nas primeiras aulas, se referem a elas da mesma maneira: professora substituta. São elas que assumem o lugar de colegas que faltam ou que se afastam temporariamente de sala por diversos motivos. A tarefa, espinhosa, inclui tocar um trabalho iniciado por outra pessoa, preparar a transição para a volta do titular e lidar com a aflição de não ter turma para lecionar no ano seguinte.

Mara é de Jaraguá do Sul, a 187 quilômetros de Florianópolis. Carla leciona em Salvador. Ana Beatriz, por sua vez, dá aulas em São Leopoldo, a 40 quilômetros de Porto Alegre. Todas levam um dia a dia puxado e repleto de incertezas. A começar pela relação trabalhista, em que quase sempre a palavra "substituto" rima com "temporário" - ou "eventual" e "de módulo", dependendo da cidade e do estado. Os nomes designam os profissionais com um vínculo por tempo determinado com as redes, raramente superior a um ano
(leia o quadro na página seguinte). É o caso de Mara (leia o depoimento no destaque abaixo). Em geral, são selecionados pelo currículo e pela experiência profissional. Em menor número, as substituições são feitas por estudantes de Pedagogia e de licenciaturas específicas (como Carla), numa situação que está longe de ser a ideal - as Diretrizes Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia afirmam que o estágio deve ser pautado por uma mescla de atividades de observação, coparticipação e participação, sempre com supervisão. Por fim, substitutos concursados, que fazem parte do quadro fixo (como Ana Beatriz), são uma exceção.

Outro desafio recorrente é a sensação de despreparo para assumir uma classe
(leia o depoimento na página seguinte). "Muitas vezes, a raiz do problema é própria formação do docente. Diversos substitutos são professores que ainda não conseguiram passar em concursos", afirma José Marcelino de Rezende Pinto, docente da Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto. Mas parte do obstáculo tem a ver com a falta de informação sobre a turma, o que indica que a transição para a entrada do suplente não foi bem feita. A missão se torna ainda mais difícil para os docentes que a cada dia têm de lecionar em uma classe diferente (leia o depoimento na página seguinte). "Nessas condições, sem a orientação adequada, fica quase impossível planejar uma aula", afirma Roberta Panico, coordenadora pedagógica da Comunidade Educativa Cedac, em São Paulo.
Ilustração Melissa Lagoa sobre foto Eduardo Marques
Mara Luciana Kamschen Silva, professora
substituta das séries iniciais do Ensino
Fundamental na EM Luiz Gonzaga Ayroso,
em Jaraguá do Sul, SC.
Ilustração Melissa Lagoa sobre
foto Eduardo Marques
"Há 15 anos, pulo de licença em licença"
"Jaraguá do Sul, a cidade onde moro e trabalho, possui uma modalidade de contrato de trabalho chamada de ACT, Admissão em Caráter Temporário. Em geral, somos chamados no início do ano e ficamos até dezembro, cobrindo diversos tipos de licença: saúde, gestação, licença-prêmio etc. Sou ACT há 15 anos. Já lecionei em 19 das 32 escolas da rede, pulando de licença em licença. Em 2010, dei sorte: fico até o fim do ano com as mesmas turmas de 4º ano. Dizem que um ACT deve evitar criar vínculos, mas não consigo: me apego às turmas. A questão financeira também preocupa. Meu grande problema são os meses de janeiro e fevereiro, quando não recebo salário - já prevejo o problema e faço economia ao longo do ano. Meu objetivo é passar no concurso e virar uma professora efetiva. No último que prestei, estava muito ansiosa e não passei. Amo o que faço, mas gostaria de ter estabilidade para não viver sempre nessa agonia."
=== PARTE 2 ====
Continue lendo
Página   1 2 _

fonte; http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/carreira/professores-substitutos-rotina-banco-reservas-584460.shtml

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Atividade diagnóstica de Língua Portuguesa

Atividade diagnóstica de Língua Portuguesa

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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

GOSTO SUPERIOR (Guia Prático de Vegetarianismo Hare Krishna)

Anônimo - GOSTO SUPERIOR (Guia Prático de Vegetarianismo Hare Krishna)                                                            

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Taylor e os dias atuais links. O tempo passou e os pontos evidenciados por Taylor ainda são muito presentes nas organizações




O tempo passou e os pontos evidenciados por Taylor ainda são muito presentes nas organizações, principalmente nas empresas produtivas.

Os estudos de Taylor, relacionados à Administração Científica, evidenciam a busca constante pela produtividade com a máxima eficiência, através da Organização Racional do Trabalho que é a base desse estudo e que se fundamenta nos seguintes princípios: estudo dos tempos e movimentos, prêmios de produção, divisão de tarefas, padronização, desenho de cargos e tarefas e condições ambientais, entre outros, sendo que esses são os principais para o desenvolvimento de tarefas e conseqüentemente um aumento na produtividade. O tempo passou e os pontos evidenciados por Taylor ainda são muito presentes nas organizações, principalmente nas empresas produtivas. Dessa forma, o trabalho objetiva, através de pesquisa bibliográfica e estudo de caso na empresa João Carlos Peixinho – ME, do ramo de confecção, demonstrar a importância dos estudos da Teoria de Taylor -Administração Científica, como base do processo administrativo das empresas, pois esses podem ser constatados nas empresas contemporâneas. Pode-se dizer que por mais que o modelo taylorista tenha sido bastante criticado, ele está muito vivo e se faz necessário para o crescimento das empresas, sejam elas, produtivas ou não. (Angela Maria Bissoli da Silva, Rosângela Salvador Biral dos Santos).
http://www.univen.edu.br/revista/n007/AS%20INFLU%CANCIAS%20E%20CONTRIBUI%C7%D5ES%20DOS%20ESTUDOS%20DE%20TAYLOR%20NAS%20ORGANIZA%C7%D5ES%20CONTEMPOR%C2NEAS.pdf




http://educacaodialogica.blogspot.com/2008/03/administrao-taylor.html
http://www.scribd.com/doc/406402/Taylor-Superstar
http://historia.abril.com.br/gente/frederick-winslow-taylor-senhor-tempo-435026.shtml
http://www.administradores.com.br/informe-se/producao-academica/administracao-cientifica-de-taylor-o-homem-do-tempo/318/
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/a-obra-de-taylor-suas-constatacoes-e-propostas/10905/
http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP2000_E0092.PDF
http://www.scribd.com/doc/42010467/Leonardo-Melo-e-Silva-ONTEM-E-HOJE-CAPITULOS-DE-HISTORIA-E-DE-SOCIOLOGIA-DO-TRABALHO
1. ANSOFF, H. Igor. Administração Estratégica. São Paulo: Atlas. 1990.
2. BRAVERMAN, Harry. Trabalho e Capital Monopolista: a degradação do trabalho no século XX.
3.ed. Ed. Guanabara. 1995.
3. CORIAT, Benjamim. Pensar pelo Avesso. Rio de Janeiro: Revan. 1994.
4. TAYLOR, Frederick W. Princípios de Administração Científica. 7. ed. São Paulo: Atlas. 1986


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Método, Metodologia e Didática. João Maria (andarilho utópico)

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