sábado, 21 de junho de 2008

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Testes

Profissão, família, cultura, cigarro, sono, conhecimentos gerais... VEJA.com tem um cardápio de testes para ajudá-lo a enfrentar e a entender assuntos do seu dia-a-dia

Especial: Retrospectiva 2007
Saúde
Filhos
Trabalho/carreira
Língua Portuguesa
Relacionamento
Memória
Classe econômica
Sexo
Sociedade
Comportamento
Sua Segurança
Personalidade
Cultura
Idioma
Conhecimentos Gerais
Vestibular
Cinema
Televisão
Jovens
Política

Especial: Retrospectiva 2007

Saúde

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Trabalho/carreira

Língua Portuguesa

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http://veja.abril.com.br/idade/testes/index.shtml
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Peter Tosh - Johnny Be Goode.


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Educação não é mercadoria

Ponto de vista: Claudio de Moura Castro
"Educação não
é mercadoria!"

"Das empresas bem administradas afloram
conselhos proveitosos para as escolas. Nada
disso fere a sacrossanta nobreza da educação
nem a complexidade e a delicadeza dos seus
processos. De fato, as melhores escolas
seguem tal figurino"

Aluno não é "matéria-prima". Nem "cliente"! Escola não é empresa! O "produtivismo" é inaceitável. E por aí afora. Educadores fervorosos não se cansam de denunciar a mercantilização do ensino. As palavras são usadas como tacapes, na esperança de abater os infiéis. Existem tais assombrações?

Há escolas que se declaram empresas (e ninguém demonstrou se são melhores ou piores do que as demais). Porém, o presente ensaio não se dirige a elas. Em vez disso, considera a "empresa" como uma metáfora para entender o "processo produtivo" (mais uma heresia!) de qualquer escola. Tais conceitos se revelaram úteis na economia e podem ser aplicados na educação pública, mesmo sem considerá-la como atividade empresarial.

As empresas têm toda a liberdade de definir o seu "produto". Rolls-Royces? Ladas? Cirurgias cardíacas? Rolex? Relógios de camelô? As escolas também: ensino para poucos? Ou para muitos? Ensino de violino? Uma vez definido o produto, faz todo o sentido obter o máximo resultado com o mínimo de gastos. Isso vale na "fabricação" de hóstias, seminaristas, doutores ou macarrão. Igualmente, é preciso controlar a qualidade e avaliar os resultados. Para isso, há inspetores de qualidade na fábrica e a Prova Brasil na educação. Nas artes, consideram-se os prêmios. Se isso é "produtivismo", três vivas para ele.

Das empresas bem administradas afloram conselhos proveitosos para as escolas: clareza ao definir (poucas) metas e assegurar que sejam compartilhadas (por diretores, alunos e professores); avaliação dos processos; e a regra pétrea de que é preciso tomar providências quando os resultados não correspondem ao esperado. Nada disso fere a sacrossanta nobreza da educação nem a complexidade e a delicadeza dos seus processos. De fato, as melhores escolas seguem tal figurino.

Mas podemos ir mais longe, tomando como metáfora o mais poderoso motor da economia de mercado: o lucro ou sua nêmesis, o prejuízo. É fenomenal o poder de prêmios para quem faz melhor e puxões de orelha para quem pisa na bola.

À primeira vista, trata-se de uma heresia a ser afastada das escolas públicas. Mas o lucro é apenas uma das manifestações de bons resultados. A metáfora sugere o vínculo entre desempenho e recompensa. Em vez de lucro, o sucesso pode ser mais pontuação na Prova Brasil. Ou menos deserção. Ou mais alunos aprovados na OAB.

De fato, não é preciso que haja mercados para que existam incentivos. Dentro da empresa não há mercados. O montador do automóvel não compra as peças do almoxarife e depois vende o carro. Por essa razão, as empresas criam incentivos e penalidades para os funcionários, visando a motivar seu comportamento. Está nas livrarias o livro 1001 Maneiras de Premiar Seus Colaboradores.Tais regras internas não são desconhecidas das escolas e vão das medalhas até as medidas drásticas de expulsão.

Obviamente, errando nos prêmios provocamos impactos desastrados. Se apenas penalizamos a repetência, isso pode gerar a aprovação indiscriminada e uma degradação do ensino. É preciso recompensar também a qualidade (como faz o Ideb).

Não se trata de um mercado no sentido convencional, mas do que foi chamado (pelo economista Albert Hirschman) de "quase-mercado". Onde ele não existe, cria-se uma metáfora do mercado, com metas concretas, prêmios e penalidades para que os desvios sejam automaticamente corrigidos.

Até mesmo os incentivos financeiros podem estar presentes no ensino público. Em menos de meio século o Brasil saiu de uma produção científica próxima de zero e tornou-se hoje o 15º maior "fabricante" de ciência. Sua pós-graduação passou a produzir anualmente quase 10 000 doutores e 40 000 mestres, uma das maiores colheitas do globo. O segredo? Prêmio ou puxão de orelha, acoplados a uma avaliação para decidir quem ganha qual. Há bolsas da Capes e do CNPq, há amplo financiamento da Finep, da Fapesp e de outras agências. Quem brilha ganha mais. Quem tropeça perde. A pós-graduação (que não foi privatizada) opera em um "quase-mercado" criado com inteligência, e que tem apresentado bons exemplos para o restante da educação.

Claudio de Moura Castro é economista



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Educação A melhor escola do mundo .

Como a Finlândia criou, com medidas simples e focadas
no professor, o mais invejado sistema educacional


Thomaz Favaro, de Helsinque

Olivier Morin/AFP
Aula no ensino fundamental: professores com autonomia


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Nesta reportagem
Quadro: Ênfase nos professores

Quem entra numa escola na Finlândia se espanta com a simplicidade das instalações. Era de esperar que o sistema educacional considerado o melhor do mundo surpreendesse também pela exuberância do equipamento didático. Na verdade, na escola Meilahden Yläaste, em Helsinque, igual a centenas de outras do país, as salas de aula são convencionais, com quadro-negro e, às vezes, um par de computadores. Apesar do despojamento, as escolas finlandesas lideram o ranking do Pisa, a mais abrangente avaliação internacional de educação, feita pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O último teste, em 2006, foi aplicado em 400 000 alunos de 57 países. O Brasil disputa as últimas posições com países como Tunísia e Indonésia. O segredo da boa educação finlandesa realmente não está na parafernália tecnológica, mas numa aposta nas duas bases de qualquer sistema educacional. A primeira é o currículo amplo, que inclui o ensino de música, arte e pelo menos duas línguas estrangeiras. A segunda é a formação de professores. O título de mestrado é exigido até para os educadores do ensino básico.

Sari Gustafsson/Lehtikuva
Eeva-Maria em aula de música


Dar ênfase à qualidade dos professores foi um dos primeiros passos da reforma educacional que o país implementou a partir dos anos 70, e é nesse quesito que a Finlândia mais tem a ensinar ao Brasil. Quarenta anos atrás, metade da população finlandesa vivia na zona rural. A economia era dependente das flutuações do preço da madeira, já que 55% das exportações vinham da indústria florestal. Além dos bosques que cobrem 75% do território, o país só tinha a oferecer sua mão-de-obra barata. Os finlandeses emigravam em massa para vizinhos ricos, como a Suécia, em busca de melhores condições de vida. Preocupados com a má qualidade das escolas públicas, os pais estavam transferindo os filhos para instituições privadas de ensino. Em alguns desses aspectos, a Finlândia se parecia com o Brasil. A reforma educacional colocou a qualificação dos professores a cargo das universidades, com duração de cinco anos. Hoje, a profissão é disputadíssima (só 10% dos candidatos são aprovados) e usufrui grande prestígio social (é a carreira mais desejada pelos estudantes do ensino médio).

O segundo passo da reforma, em 1985, foi descentralizar o sistema de ensino. Por esse conceito, o professor é o principal responsável pelo desempenho de seus alunos: é ele quem avalia os estudantes, identifica os problemas, busca soluções e analisa os resultados. O Ministério da Educação dá apenas as linhas gerais do conteúdo a ser lecionado. "Isso só é possível porque os professores recebem um treinamento prático específico para saber lidar com tanta independência", disse a VEJA Hannele Niemi, vice-reitora da Universidade de Helsinque, que trabalha com a formação de professores há três décadas. O currículo escolar também é flexível, decidido em conjunto entre professores, administradores, pais e representantes dos alunos. A cada três anos, as metas da escola são negociadas com o Conselho Nacional de Educação, órgão responsável por aplicar as políticas do ministério. "Queremos que os professores e os diretores, que conhecem o dia-a-dia da escola, sejam responsáveis pela educação", diz Reijo Laukkanen, um dos membros mais antigos do Conselho Nacional de Educação.

O governo finlandês faz anualmente um teste com todas as escolas do país e o resultado é entregue ao diretor da instituição, comparando o desempenho de seus alunos com a média nacional. Cabe aos diretores e aos professores decidir como resolver seus fracassos. Esse sistema tem o mérito de fazer com que os professores se sintam motivados para trabalhar. A reforma educacional finlandesa levou três décadas para se consolidar. Pouco a pouco, as crianças voltaram a ser matriculadas nas escolas públicas e as instituições privadas foram incorporadas ao sistema do estado. Hoje, 99% das escolas são públicas e o aluno conta com material escolar, refeições e transporte gratuitos. Cerca de 20% dos estudantes recebem algum tipo de reforço escolar, índice acima da média internacional, de 6%. "Quando um aluno repete, perde toda sua motivação, torna-se amargo e pode até apresentar resultados piores que na primeira tentativa", diz Eeva Penttilä, do departamento de educação da cidade de Helsinque.

O sucesso da educação finlandesa é, em parte, fruto das características únicas do país. A população, de 5,2 milhões de habitantes, é relativamente pequena e homogênea. "Com uma população 35 vezes maior e disparidades regionais e sociais mais acentuadas, o Brasil não conseguiria ter o mesmo padrão de igualdade entre as escolas, como existe na Finlândia", diz João Batista de Oliveira, ex-secretário executivo do Ministério da Educação. O preço do sistema de bem-estar social que assiste o cidadão do berço ao túmulo é uma carga tributária de 43% do PIB, uma das maiores do mundo, mas apenas seis pontos acima da brasileira. Ou seja, trata-se de um estado paquidérmico, mas eficiente. A Finlândia é o país menos corrupto, segundo a Transparência Internacional.


Sari Gusta Gustafsson/Lehtikuva
A brasileira Andrea leciona inglês em Helsinque: exigência alta

Há quase treze anos na Finlândia, a brasileira Andrea Brandão conhece bem as diferenças entre as duas sociedades. "No Brasil, muita gente acha que algumas profissões, como porteiro, não necessitam de um ensino básico de qualidade", diz. "Na Finlândia, existe um consenso de que todo mundo precisa ter uma educação mínima para ser um cidadão." Andrea é professora de inglês em uma das poucas escolas particulares do país, voltada para a população de fala sueca, que é minoria na Finlândia. Particular, nos "moldes finlandeses", significa que os alunos pagam uma anuidade opcional de 100 euros, pouco mais de 250 reais. A estudante Eeva-Maria Puska, de 16 anos, passa seis horas e meia por dia na escola Meilahden Yläaste, em Helsinque. Além das disciplinas obrigatórias, ela freqüenta aulas de música, artes e francês, opcionais para os alunos da 9ª série. Mesmo com tantas matérias, Eeva não reclama da carga horária nem, menos ainda, do ambiente: "Gosto dos meus professores, tanto como profissionais quanto como pessoas", afirma. Na sua escola, professores e alunos conversam amigavelmente nos corredores espaçosos e bem iluminados.

A educação de qualidade foi essencial para uma virada na economia finlandesa. A mão-de-obra qualificada permitiu que a eletrônica substituísse a madeira e o papel como principais produtos de exportação. A Finlândia tem hoje o terceiro maior investimento em pesquisa e desenvolvimento do planeta, grande parte feita por empresas privadas. Uma antiga fábrica de papéis e de botas de borracha do interior do país foi o símbolo dessa transformação. A empresa, Nokia, hoje é a maior fabricante mundial de celulares, com 40% do mercado internacional. Juntos, ela e o sistema educacional são os dois maiores orgulhos dos finlandeses.


http://veja.abril.com.br/200208/p_066.shtml

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sexta-feira, 20 de junho de 2008

A verdade sobre tróia - [5 partes legendado].


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A integração dos conteúdos curriculares aos temas transversais


A integração dos conteúdos curriculares aos temas transversais

Artigo de João Paulo Souza Silva *

Publicado em 12/01/2006 - 16:58

A transversalidade sugere que haja um compromisso com as relações interpessoais no âmbito da escola. Os conteúdos, relativos a eles, estão explicitados nos documentos de áreas. Existem, no mercado, textos de fundamentação teórica que também podem contribuir para o desenvolvimento de projetos específicos que a escola tenha necessidade ou interesse em desenvolver.

Estes temas transversais estão divididos em Ética, Saúde, Meio Ambiente, Pluralidade Cultural, Orientação Sexual e Trabalho e Consumo. São temas sociais atuais e urgentes do cenário nacional.

Não é tarefa fácil apresentar um projeto com relevante importância para o meio social a ponto de abranger todas as disciplinas curriculares e os temas transversais. Assim, professores e coordenadores pedagógicos se deparam com uma polêmica na escola: Que assunto será abordado a ponto de todos compreenderem sua importância curricular e social?

Um tema atual capaz de integrar o currículo escolar aos temas transversais cotidianos pouco utilizado é a Água. Além de ser fonte de vida e alimento para populações e um bem natural de domínio público, dotado de valor econômico, que merece o cuidado da preservação, em quantidade e qualidade, para atendimento de seus múltiplos usos é um excelente projeto para se trabalhar na escola.

A seguir, é então apresentado uma pequena demonstração de como a Água é interpretada dentro do universo social e curricular:

Projeto: ÁGUA

Disciplina curricular O que estudar?

Língua Portuguesa Interpretação de Textos relativos ao tema

Língua Estrangeira Formação de frases com a palavra água.

Artes Desenhos, pinturas, maquetes.

Matemática Cálculo da capacidade e tempo de encher uma caixa d’água

Física Produção de energia em Usinas hidrelétricas

Química Composição química e características

Biologia Ciclo da água

Geografia Hidrografia: navegação e sobrevivência

História Importância dos rios para a interiorização do Brasil

Temas Transversais O que estudar?

Meio ambiente Importância da preservação da água

Saúde A água e sua importância para sua saúde, fonte de vida.

Ética Uso racional e respeito ao próximo

Orientação Sexual Os apelos sexuais da mídia com relação aos banhos de rios, mares e nudismo em praias.

Temas locais / Pluralidade Manter limpos os banheiros da cidade

Trabalho e consumo A água como fonte de renda.

Em resumo, a escola pode trabalhar o tema Água, ou qualquer outro assunto atravessando as disciplinas por meio de aplicações, discutindo os temas transversais e planejando as aulas com a participação de vários grupos por disciplina e tema. Entretanto o papel do professor multiplicador do conhecimento é fundamental para evitar que o projeto “morra” superficialmente.


CUNHA, Luís Antonio. Educação e Desenvolvimento Social no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1988.

GAMA, Marcelo Saldanha. Políticas Educacionais: Uma contextualização. Apostila do curso de Pós-graduação em Docência do Ensino Superior.Rio de Janeiro: UCAM, 2005.


* João Paulo Souza Silva é tecnólogo em Infra-Estrutura de Vias pelo CEFET/GO e pós-graduando em Docência do Ensino Superior pela UCAM.

http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=9759

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quinta-feira, 19 de junho de 2008

Curso: Redação em português. 12. Considerações Finais. (parte 12 de 12 final).


12. Considerações Finais


Capítulo anterior: 11 - A gramática na redaçao

Em virtude dos fatos mencionados, a construção de textos criativos e a pré-escrita ajudará o discente a ter confiança de que vai elaborar uma boa redação, pois o ato de escrever o fará pensar sobre si mesmo e também na construção de idéias.

É bom saber técnicas, mas o mais importante é elevar a auto-estima dos educandos, posto que se a pessoa se sente capaz de escrever, escreve.

O mestre precisa desenvolver um grau de motivação para despertar o interesse no gosto de redigir, explicando para o estudante todos os passos necessários para a construção de textos bem elaborados. Outro ponto a considerar é que para fazer uma produção textual não tem como escapar da gramática, porque ela torna compreensível o texto.

E se o aluno comete erros? Vimos que, segundo alguns lingüistas como Sírio Possenti e Gustavo Bernardo, que o papel do professor é ajudar a corrigir e reconstruir a expressão ou palavra em que o aluno se equivocou. Desse modo, o educando se sentirá realizado.

Se o aluno tem consciência de sua redação, ele faz uma revisão dos possíveis erros, o que auxiliará ao professor ter menos trabalho na hora de corrigir; o mestre se sentirá orgulhoso de seu aluno.

Espero que este trabalho sirva para os professores e estudantes, pois minha intenção foi colaborar com aqueles que se interessam pelo ensino da língua. Entretanto, deixo em aberto a possibilidade para novos questionamentos e propostas para novas pesquisas.

http://www.mailxmail.com/curso/idiomas/redaportugues/capitulo12.htm
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