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quarta-feira, 20 de agosto de 2008
ÉMILE DURKIIEIM E OS FATOS SOCIAIS.
ÉMILE DURKIIEIM E OS FATOS SOCIAIS
Esse intelectual viveu entre 1858 e 1917, período que compreendeu o ápice e a primeira grande crise interna do capitalismo monopolista europeu. De seus 59 anos vividos, em mais da metade presenciou a opulência burguesa francesa, enquanto a fase final assistiu à tensão pela disputa de mercados entre as potências européias ser levada às últimas conseqüências. Em seu país, a França, preocupou-se com o que ele chamou de ''vazio moral da IIIª República", com os conflitos entre o capital e o trabalho decorrentes da Segunda Revolução Industrial, com o impulso do ideário socialista e com os rumos ali tomados pelo capitalismo. No plano internacional, sua vida abrangeu do desenvolvimento do neocolonialismo eclosão da Primeira Guerra Mundial, com seu término e o início da primeira grande revolução socialista, a Revolução Russa de 1917.
Durkheim compreendia o quadro perturbador colocado pela emergência da questão social, mas discordava essencialmente do conteúdo de soluções que começava a ser proposto pelo pensamento socialista. Suas convicções defendiam que os problemas sociais vividos pela sociedade européia eram de natureza moral e não de fundo econômico, e que estes sobrevinham devido à fragilidade decorrente de uma longa época de transição. A dialética da chamada Belle Époque é instigante: este é visto pela historiografia como o momento do apogeu do capitalismo imperialista europeu. Entretanto, no interior da sociedade européia - no âmbito das relações entre a burguesia e a classe trabalhadora -, o desenrolar do processo social levava à radicalização dos conflitos que redundariam na saída socialista russa e no" advento posterior do Welfare State.
No tocante ao problema da relação indivíduo-sociedade, Durkheim tomou posição a favor desta. Ele entendia que a sociedade predominaria sobre o indivíduo, uma vez que ela é que imporia a ele o conjunto das normas de conduta social. Seu esforço foi voltado para a emancipação da sociologia em relação às filosofias sociais, tentando constituí-la como disciplina científica rigorosa, dotada de método investigativo sistematizado, preocupando-se em definir com clareza o objeto e as aplicações dessa nova ciência, partindo dos paradigmas e modelos teóricos das ciências naturais.
Ao desenvolver a sistematização de seu pensamento sociológico, Durkheim diferenciou-se de Saint-Simon e Comte, uma vez que seu aparato conceitual foi além da reflexão filosófica, constituindo um corpo elaborado e metódico de pressupostos teóricos sobre a problemática das relações sociais. Em função desses aspectos teóricos originais, os estudos de Durkheim ganharam relevância para as ciências da sociedade, tomando-se parâmetros para vários ramos de pesquisa sociológica até nossos dias. .
Para ele, a Sociologia deveria ser um instrumento científico da busca de soluções para os desvios da vida social, tendo, portanto, uma finalidade dupla: além de explicar os códigos de funcionamento da sociedade, teria como missão intervir nesse funcionamento por meio da aplicação de antídotos que pudessem mitigar os males da vida social. Em sua compreensão, a sociedade, como qualquer outro organismo vivo, passaria por ciclos vitais com manifestação de estados normais e patológicos, ou seja, saudáveis e mórbidos. O estado saudável seria o de convivência harmônica da sociedade consigo mesma e com as demais sociedades, harmonia essa a ser obtida pelo exercício imperativo do consenso social. O estado mórbido, doentio, seria caracterizado por fatos que colocassem em risco essa harmonia, os acordos de convivência, o consenso e, portanto, a adaptação e a evolução histórica natural da sociedade.
Ora, se a Sociologia devia, nessa concepção, ser uma espécie de medicina social, ela carecia de ocupar-se de um objeto que lhe permitisse fornecer a chave explicativa dos códigos de funcionamento da sociedade: os fatos sociais. Esses fatos foram elevados por Durkheim à categoria de objeto de estudo, e sua busca de compreensão deles direcionada para o favorecimento da normalidade do curso da vida social, transformando-se, dessa maneira, em um tipo de técnica de controle social voltada para a manutenção da ordem estabelecida pelo sistema social vigente.
Em sua definição de fato social, Durkheim exprime-se da seguinte forma: é
"toda a maneira de agir fixa ou não, suscetível de exercer sobre o indivíduo uma coerção exterior, que é geral na extensão de uma sociedade dada, apresentando uma existência própria, independente das manifestações individuais que possa ter" (1972:11).
Segundo Rodrigues (1995:52),
"este parentesco estreito entre a vida e a estrutura, entre o órgão e a função, pode ser facilmente estabelecido em Sociologia porque, entre os dois termos extremos, existe toda uma série de intermediários imediatamente observáveis".
Deve-se entender que, na sociologia durkheimiana, a perspectiva é holística, ou seja, o todo (sociedade), apesar de ser composto por suas inúmeras partes (indivíduos), prevalece sobre elas. Desse modo, o fato social teria a faculdade de constranger, de vir de fora e de ter validade para todos os membros da sociedade.
Delimitando e dando especificidade é ao conceito, os fatos sociais possuiriam três características fundamentais: a coerção social seria o influxo exercido pelos fatos sobre os indivíduos, induzindo-os à aceitação das regras vigentes na sociedade, a despeito de seus anseios e opções pessoais. A subordinação de todos aos estatutos das leis é o melhor exemplo dessa situação. Aqui, a medida da coerção seria estabelecida pela sanções a que os indivíduos estariam sujeitos a partir do momento em que não se conformassem com as regras sociais. A exterioridade se definiria em função de os fatos existirem antes e fora das pessoas, atuando de modo autônomo em relação a seus desejos ou apoio consciente. Durkheim elucida essa característica citando os sistemas de moedas, os instrumentos de crédito, as práticas profissionais, que funcionariam independentemente do uso que delas os indivíduos fizessem. Por fim, a generalidade existiria devido ao fato repetir-se, pela imposição, na maioria ou em todos os membros da sociedade. As formas comuns de habitação, de comunicação, ou o que esse autor denominou de ''vida mais ou menos cristalizada" constituiriam os exemplos dessa derradeira característica dos fatos sociais.
Durkheim defendeu uma postura de absoluto rigor e não-envolvimento frente ao objeto de estudo da Sociologia. Para ele, o comportamento do cientista social deveria ser de distanciamento e sua posição, de neutralidade frente aos fatos sociais. Apenas essa atitude é que garantiria a objetividade de sua análise e, portanto, suas bases científicas. Esses fatos deveriam ser encarados como coisas, objetos exteriores ao pesquisador. Cabia-lhe apenas a observação, a medição e a comparação dos fenômenos sociais, não importando o que o próprio pesquisador ou os indivíduos cogitassem ou afirmassem sobre sua natureza. Isso significa que tais fenômenos necessitavam ser levados em conta no tocante a suas manifestações coletivas, distinguindo-se dos eventos individuais ou acidentais. O interesse científico durkheimiano era inteiramente voltado para a compreensão do funcionamento das chamadas formas padronizadas de conduta e pensamento, definidas por ele como consciência coletiva, que configurariam a moral adotada pela sociedade. Nesse sentido, ele pode ser visto como o primeiro dos sociólogos funcionalistas.
Fonte. http://docs.google.com/#all
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O substituto do código de barras promete acabar com a fila nos supermercados .
Esta etiqueta é inteligente.
O substituto do código de barras promete acabar com a fila nos supermercados
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Por Sérgio Teixeira Jr. (EXAME, 2.004)
A cada 1 000 malas transportadas nos vôos da companhia americana Delta Airlines, quatro vão parar no aeroporto errado. Parece pouco? Pois a empresa perde 100 milhões de dólares ao ano para localizar bagagens extraviadas e enviá-las ao destino certo. No mês passado, a Delta anunciou um investimento de 25 milhões de dólares na tecnologia de etiquetas inteligentes. Pelo menos na teoria, elas podem acabar com o problema das malas perdidas. As etiquetas inteligentes, ou smart tags, são o sucessor do código de barras. Têm esse nome porque são equipadas com um minúsculo chip que se comunica com sensores por ondas de rádio. Em comparação com o código de barras, que precisa ser lido manualmente por scanners, isso significa menos risco de erros e uma grande economia de tempo na identificação e na movimentação de produtos -- inclusive das bagagens nos aeroportos.
Enquanto o código de barras indica apenas dados genéricos, as novas etiquetas também podem armazenar mais informações, como data de fabricação, prazo de validade, lote de origem, localização e assim por diante. A expectativa é que, no futuro, elas estejam em todos os produtos. Com sensores espalhados pela loja, a reposição de prateleiras e a finalização da compra poderão ser feitas automaticamente. Ao sair do supermercado, você não precisará mais passar todas as mercadorias pelo caixa. Bastará passar o cartão e digitar a senha.
É por isso que a nova tecnologia, também conhecida como identificação por radiofreqüência (ou pela sigla
A Unilever escolheu sua maior fábrica de sabão em pó do mundo, em Indaiatuba, no interior de São Paulo, para fazer um dos três testes mundiais da tecnologia. Parte da movimentação de caixas de Omo já é feita com etiquetas inteligentes. Normalmente, os operadores das empilhadeiras tinham de fazer cinco conferências manuais com leitores de códigos de barras entre o fim da linha de produção e o carregamento nos caminhões. Com as etiquetas inteligentes, tudo é automático. "O ganho médio de produtividade no tempo de movimentação é de 14%", diz Leonardo Rubinato, responsável pela experiência. Numa fábrica que produz 45 000 toneladas de sabão em pó por mês, trata-se de um resultado considerável.
Por enquanto, o projeto envolve menos de 1% da movimentação da fábrica, e o benefício ainda está restrito à Unilever. Mas o objetivo é que, no futuro, as mesmas etiquetas possam ser lidas ao longo da cadeia de negócios, por distribuidores e varejistas. O Wal-Mart, o maior supermercadista do mundo, já determinou que seus 100 maiores fornecedores comecem a usar as novas etiquetas. Quando a fábrica libera uma caixa de lâminas da Gillette, por exemplo, imediatamente o centro de distribuição já sabe para que loja será enviada e a hora em que ela chegará. Com informações mais precisas, cai o nível do estoque e, portanto, o custo.
Mas o fim do código de barras ainda pode demorar um bom tempo para chegar. O custo de produção das smart tags ainda é alto. "Hoje, cada uma custa por volta de 1 dólar, o que torna o preço proibitivo para muitos produtos vendidos em supermercado", diz Wagner Bernardes, diretor de marketing da Seal, empresa que tenta introduzir as etiquetas inteligentes no Brasil. Para Silvio Laban, diretor de tecnologia do Pão de Açúcar, não há dúvida de que um dia elas vão substituir o código de barras. "Mas ainda estamos na fase inicial", diz ele. "Os testes práticos só começarão no ano que vem."
| A etiqueta que fala |
| A etiqueta inteligente contém um pequeno chip e uma antena, que se comunicam automaticamente com sensores. Veja algumas aplicações: |
| No caixa
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| Nas prateleiras
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| Na industria
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Quer sbaer mais,
http://veja.abril.com.br/especiais/tecnologia_2005/p_078.html
http://www.akatu.org.br/central/noticias/2005/04/933/
Vídeos sobre este tema. Os vídeos estão em espanhol.
avanzapyme
forumsi
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Gestão Educacional: Gestão de Pessoas.

Karen Jardzwski
Capacitar sua equipe docente é essencial para o sucesso da sua escola, da mesma forma que o aprendizado contínuo é fundamental para a carreira do professor. Para viabilizar esse processo de crescimento, além de cursos presenciais, o ensino a distância pode ser uma valiosa ferramenta. Para isso, é necessário criar uma estrutura adequada e desenvolver a cultura do e-learning na escola. Muitos professores ainda não estão familiarizados com os recursos tecnológicos, logo, o primeiro passo é desenvolver ações para quebrar essa barreira.
“Não há ainda uma cultura digital estabelecida, não conseguimos atingir nosso público a distância da mesma forma que nos cursos presenciais. Os professores dão menos credibilidade a eles”, afirma Acedriana Vicente Sandri, gerente pedagógica da Distribuidora Positivo. Já na opinião da dra. Ligia Leite, consultora em Tecnologia Educacional e Educação a Distância e professora do programa de doutorado Instructional Technology and Distance Education, Nova Southeastern University, EUA, essa situação está mudando aos poucos. “Pesquisas mostram que a afinidade das pessoas com a educação a distância está melhorando e que existe potencial pedagógico nessa forma de aprendizado”. Ela ressalta que o ensino a distância não vem para substituir o presencial, mas para ser usado como mais uma opção. No entanto, existem pessoas que não sentem se bem com a tecnologia e, por isso, é importante conhecer o perfil de cada um; assim você saberá se o professor terá um resultado melhor em cursos presenciais ou a distância. “É importante estimular o uso dos recursos tecnológicos, mas não podemos obrigar todo mundo a gostar disso”, completa Lígia. Para Luciano Sathler, coordenador do Centro de Educação Continuada e a Distância da Universidade Metodista de São Paulo, as barreiras estão nas condições em que o professor se encontra. “Ele precisa de uma estrutura adequada e de conhecimento de como isso funciona para querer participar, é necessário aproximá-lo das novas tecnologias aplicadas à educação”, explica.
No Colégio Objetivo, os organizadores dos treinamentos perceberam que um dos pontos negativos do e-learning é a falta de contato. “Os professores ainda sentem mais segurança quando é presencial devido ao contato pessoal”, diz Marcia Carvalhinha, coordenadora do departamento de apoio pedagógico do Objetivo. No entanto, é possível desenvolver uma relação próxima tanto presencial quanto a distância. Segundo Lígia Leite, “pode-se estar em uma sala com diversas pessoas e sentir se deixado de lado ou desconfortável. Não é pelo fato de estar distante que não é possível criar vínculo, é uma questão de afinidade”, diz. A mesma opinião é compartilhada por Luciano Sathler. Ele concorda que a interação depende da estrutura do curso e dá algumas dicas. “É importante desenvolver ações que permitam a formação de comunidades, criação de grupos segmentados que tenham os mesmos interesses e incentivo para que as pessoas se manifestem”.
Apesar de ainda enfrentar resistências, principalmente pela falta de afinidade com a tecnologia por parte de muitos professores, não há como negar as vantagens do aprendizado a distância: flexibilidade e personalização na relação de aprendizagem, acesso a um número maior de pessoas, trocas de informações, cultura e experiências entre indivíduos distantes e a disponibilidade de uso quando se tem os recursos necessários. Tudo que puder contribuir para a capacitação dos professores deve ser usado na escola, como treinamentos presencias, virtuais, fitas de vídeo, CD, DVD, Internet, rádio, TV e apostila. O sucesso da ação vai depender do assunto que será tratado e dos meios utilizados. Adapte o tema à melhor forma de aprendizado.
Como capacitar seus professores a distância
- Invista em tecnologia na sua escola.
- Avalie as características de aprendizagem da equipe de docentes para saber se tem o perfil adequado para os treinamentos a distância.
- Desenvolva um programa de capacitação para familiarizar os professores com os meios tecnológicos que serão utilizados em seus treinamentos a distância. Pode ser, por exemplo, um CD com instruções.
- Ajude o professor a criar uma boa estrutura em sua própria casa, é lá, provavelmente, que ele terá mais tempo para se capacitar. Procure parcerias para facilitar a compra de computadores, impressoras e o acesso à Internet.
- Antes de desenvolver uma atividade, verifique se ela tem condições de ser tratada a distância.
Motive os professores a participarem utilizando convites personalizados e, principalmente, pela própria qualidade e estrutura dos cursos oferecidos. - Monte um calendário com a programação do ano ou do mês com cursos, chats e outros eventos, divulgando-os com antecedência para que os professores tenham tempo para se programar.
Como identificar o perfil de sua equipe
As principais características que indicam maior possibilidade de afinidade com o aprendizado a distância:
- Autonomia de aprendizagem
- Disciplina para estudar
- Saber o que quer
- Domínio dos conhecimentos de tecnologia
- Disponibilidade de meios tecnológicos
O que funciona melhor a distância:
- Ações mais teóricas e menos práticas
- Estudos que precisem de mais concentração
- Fundamentação
- Fóruns de discussão
- Instruções para uso de materiais
- Informações prévias de grandes eventos
Veja como grandes grupos de educação estimulam o aprendizado contínuo de seus professores.
Capacitação é fundamental – Domus
“A formação contínua dos educadores é condição necessária para uma educação de qualidade. Realizamos seminários internacionais, palestras e cursos, oficinas pedagógicas, semana de estudo, programas de formação semipresenciais (a distância e presencial) com duração de seis meses. Os recursos da Internet como e-mail, fórum, chat e o portal educacional do grupo também são utilizados na capacitação dos professores”, afirma Eloisa Ponzio, diretora de formação contínua e eventos do Pueri Domus Escolas Associadas.
No final todos ganham – Ivo
“Trabalhamos temas atuais de educação, motivação e carreira do professor em oficinas pedagógicas, workshops, congressos, encontros regionalizados, fitas de vídeo, CD-ROM e no portal educacional. Os alunos ganham porque os professores conseguem levar para a sala de aula um conteúdo muito melhor”, explica Acedriana Vicente Sandri, gerente pedagógica da Distribuidora Positivo.
Os professores precisam querer – Dom Bosco
“Trabalhamos duas modalidades de treinamento. Numa, a instituição propõe os eventos e, na outra, privilegiamos as principais necessidades apontadas pelos próprios professores: São grupos de estudo, encontros periódicos, semanas pedagógicas, um computador em cada sala para os professores utilizarem, artigos de educação e temas relacionados enviados por e-mail assim como troca de experiências entre os profissionais. Acreditamos que administrar a própria formação é uma competência do professor e não só da escola. Nosso ideal é reunir pessoas que tenham essa competência”, ressalta Rita Egashira Vanzela, diretora do Colégio Dom Bosco – Unidade Batel, em Curitiba.
Ensino a distância para os professores – Anglo Sistemas de Ensino
“Desenvolvemos reuniões regionais, workshops, o CineAnglo, cinema como repertório, reuniões com os autores do material didático, jornal informativo com artigos e calendários de eventos, canal direto para a troca de informações com os autores, esclarecimento de dúvidas pelo site dos convênios, entre outros. Também estamos desenvolvendo programas multimídia porque percebemos as vantagens do ensino a distância para a capacitação dos professores”, diz Helena Serebrinic, supervisora de operações dos Convênios Anglo.
Capacitação gera crescimento – Rede Pitágoras
“Temos o PET – Programa de Educação e Treinamento, que ocorre ao longo do período letivo; pós-graduação da Rede Pitágoras, gratuita para os professores; congresso nacional, site atualizado diariamente; chat com os autores do material didático da rede, CDs e fitas de vídeo. A rede cresceu e merece o resultado que está obtendo em virtude da capacitação dos professores”, afirma Marina Acurcio, superintendente da Rede Pitágoras.
Continuidade motiva – Colégio Opet
“Anualmente é realizado um plano de capacitação. Utilizamos recursos de aulas gravadas, parcerias para disponibilizar aulas na Internet, chats de discussão, grupos de estudo, palestras e, em março de 2005, será implantado um programa de capacitação a distância. O trabalho é contínuo e muito intenso com os professores; essa continuidade é muito importante para mantê-los motivados”, diz o professor Renato Casagrande, diretor geral da Faculdade e Colégio Opet – Sede Bom Retiro, em Curitiba.
Motivando a capacitação – Objetivo
“Capacitamos através de encontros pedagógicos mensais, palestras, oficinas, feiras, congressos, site, videoconferência e a TV Web, utilizada para transmitir grandes eventos pela Internet. O Objetivo está planejando o desenvolvimento de todo o material para a capacitação de professores em DVD, que atualmente é disponibilizado em vídeo. A capacitação deve começar de dentro para fora, por isso procuramos maneiras de motivar os professores”, informa Marcia Carvalhinha, coordenadora do departamento de apoio pedagógico do Objetivo.
Para saber mais:
www.abed.org.br
www.iesde.com.br
www.micropower.com.br
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Irmãos tentam provar à Justiça que podem estudar só em casa
19/08/08
Irmãos tentam provar à Justiça que podem estudar só em casa.
Dois adolescentes de Timóteo (216 km de Belo Horizonte) iniciam hoje uma verdadeira maratona de testes para provar à Justiça mineira que têm condições de continuar estudando em casa, orientados pelos pais.
Jonatas, 14, e Davi, 15, estão há dois anos e meio sem freqüentar a escola porque seus pais, Cleber e Bernadeth Nunes, são adeptos do "homeschooling" (ensino domiciliar), movimento que reúne 1 milhão de alunos só nos EUA. Eles atribuem a decisão à má qualidade do ensino do país e à violência nas escolas.
O ensino domiciliar é uma prática proibida pela legislação brasileira, e o casal está sendo processado nas áreas cível e criminal -se condenados, podem perder a guarda dos filhos.
De hoje a quinta, os irmãos farão uma série de provas de conhecimentos gerais e de conteúdos curriculares compatíveis com a idade e referentes às 7ª e 8ª séries do ensino fundamental. O cronograma foi definido pela Secretaria de Estado da Educação e pelo Ministério Público Estadual.
O objetivo é avaliar se o conhecimento dos adolescentes é compatível com o de um aluno do ensino regular. O resultado das provas deve ser enviado até o próximo dia 27 ao Juizado Especial Criminal de Timóteo.
Na esfera cível, o casal Nunes foi condenado, por infringir o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ao pagamento de multa de 12 salários mínimos e obrigado a rematricular os filhos na escola. Eles recorreram, e o processo tramita no Tribunal de Justiça de Minas.
No âmbito criminal, os pais estão sendo processados pela prática de crime de abandono intelectual, previsto no artigo 246 do Código Penal. Segundo o Ministério Público, o andamento da ação ainda depende de um estudo social da família -a ser feito pelo Serviço Social do Fórum de Timóteo- e a avaliação do grau de conhecimento dos adolescentes.
Cleber Nunes diz estar confiante no desempenho dos filhos durante as provas e espera que a Justiça conclua que a educação que eles recebem em casa é de boa qualidade. "Os meninos estão estudando muito o conteúdo das provas e parecem mais tranqüilos do que eu. Estou bem ansioso", afirma ele, designer autodidata que abandonou os estudos no primeiro ano do ensino médio.
Nunes contratou uma professora particular de matemática para reforçar o estudo dos garotos nessa disciplina. Em casa, o pai conta que os filhos aprendem retórica, dialética e gramática, aritmética, geometria, astronomia, música e duas línguas estrangeiras -inglês e hebraico. Estudam, em média, seis horas por dia.
Convívio escolar
Educadores afirmam que a função da escola vai além do ensino e que o convívio escolar tem papel importante na vida da criança e do adolescente.
"A família pode fornecer condições de socialização de outras formas, mas o difícil é ter esse contexto de sala de aula, de coletivo", afirmou a educadora Guiomar Namo de Mello.
Mello diz entender a posição dos pais que reivindicam o direito de ensinar os filhos em casa porque a escola pública hoje dificilmente oferece essas condições. "Mas tem o ponto de vista maior, que é preservar uma política pública. Não dá para deixar que cada um resolva a escolaridade do seu filho à sua maneira."
Para professor titular da Faculdade de Educação da USP, Nelio Bizzo, o "homeschooling" tem fundamento teórico para pessoas com orientação religiosa muito específica (como os quackers), mas não para as demais.
Fonte: Folha online
Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/educacao/principal/noticia_view.asp?id=24105Obrigado por sua visita, volte sempre.
CARREATA (car.re.a. ta). Palavra do Dia.
Palavra do Dia:
CARREATA (car.re.a. ta)
Na última terça-feira, 19 de agosto, o nadador paulista Cesar Cielo retornou ao Brasil após ter conquistado medalha de ouro nas olimpíadas. Em comemoração à conquista, o atleta participou de uma carreata com o Corpo de Bombeiros pelas ruas de São Paulo .
A palavra “carreata” é recente em nosso idioma e até o momento só é utiliizada no Brasil. Formou-se através da palavra “carro” e do sufixo “ata”, em analogia ao termo “passeata”. Enquanto “passeata” se refere a uma manifestação pública de comemoração ou reivindicação feita por marcha coletiva, “carreata” designa o desfile de carros com os mesmos fins.
>> Definição do Dicionário Aulete Digital:
CARREATA (car.re.a. ta) Bras.
Substantivo feminino.
1 Desfile de carros para comemoração, protesto, propaganda, campanha política etc.
[Formação: carro + -ata, por analogia com passeata.]
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Foi o primeiro ouro que o Brasil ganha em uma oimpíada, a natação. Foi um feito histórico
Aulete Digital: O primeiro dicionário livre, gratuito e interativo do Brasil. A palavra é sua!
www.auletedigital.com.br
Gostaria de sugerir uma palavra? Envie um e-mail para palavradodia@auletedigital.com.br com a palavra "Sugestão" no campo "Assunto"
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A Palavra do Dia é um serviço oferecido gratuitamente aos usuários cadastrados do Aulete Digital.
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terça-feira, 19 de agosto de 2008
QUEM INVENTOU O VESTIBULAR?

Na época, ele era ministro da Justiça e dos Negócios Interiores e decidiu fazer um exame para selecionar quem poderia entrar nas universidades públicas. Antes de 1911, só entravam nessas universidades estudantes vindos de colégios tradicionais, como o Dom Pedro II, do Rio de Janeiro.
O problema é que o número de candidatos ao ensino superior começou a ultrapassar o número de vagas nas universidades - situação que foi piorando ano após ano e permanece até hoje. E, se você acha os exames atuais pauleiras, saiba que nos primeiros vestibulares os alunos faziam, além dos testes escritos, exames orais!
As provas variavam de faculdade para faculdade, mas continham quase sempre duas grandes matérias: línguas (português e uma língua estrangeira) e ciências (o equivalente hoje a matemática, física e química).
Para complicar ainda mais as coisas, nas primeiras décadas em vigor, os testes do vestibular tinham questões que abordavam não só o que os alunos haviam aprendido até o colegial como ainda conteúdos relativos ao primeiro ano da faculdade.
E como os candidatos a calouro se viravam? Pois, é, eles acabavam recorrendo a aulas especiais, o que provocou o surgimento dos cursinhos. Os primeiros exames unificados - uma só prova que valia a entrada em várias faculdades - começaram a surgir na década de 1960.
O Cecem, por exemplo, realizava as provas de faculdades de medicina do estado de São Paulo; já o Cecea organizava os exames das faculdades de humanas na mesma região.
A disputada e temida Fuvest, maior vestibular do Brasil hoje em dia, surgiu em 1976, e na época selecionava candidatos às três universidades públicas do estado de São Paulo: USP, Unesp e Unicamp. :-)
Múltipla escolha
Assinale a alternativa correta e saiba como funciona o ingresso à universidade em outros países
a. Nos Estados Unidos, o estudante presta um teste chamado SAT. O resultado é anexado ao histórico e currículo escolares e enviado para as universidades em que ele deseja estudar, dizendo os cursos que escolheu. As instituições se baseiam nesses dados - e às vezes também em cartas de recomendação e dissertações - antes de responder se aceitam ou não o aluno. Critérios como o talento esportivo ou musical também podem contar pontos extras.
b. Os estudantes da Alemanha passam pelo Abitur, que engloba exames orais e escritos, no final do colegial. Os assuntos exigidos nas provas variam de acordo com a especialização escolhida pelo estudante durante os seus últimos três anos de ensino médio. Os melhores classificados garantem as vagas nas melhores faculdades. O Abitur também é usado na Finlândia.
c. Na Argentina, os calouros entram automaticamente na universidade e freqüentam um ciclo básico de estudos. Mas somente quem é aprovado nesse ciclo segue os estudos no curso superior. Esse modelo de ciclo básico vale para o ingresso nas faculdades públicas. Nas particulares, o processo varia de uma instituição para outra.
d. No Japão, os candidatos às universidades públicas têm de passar primeiro por um teste de conhecimentos gerais. Depois, caso aprovados, devem fazer uma redação e uma entrevista pessoal com a comissão de seleção da universidade. Nesse processo, até exames de saúde em dia contam pontos a favor do candidato.
e. Todas as alternativas anteriores estão corretas.
Fonte: http://www.mundovestibular.com.br/articles/4789/1/QUEM-INVENTOU-O-VESTIBULAR/Paacutegina1.html
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