quinta-feira, 16 de junho de 2011

Entrevista sobre Dislexia com o Prof. Dr. Fernando Capovilla, concedida a Ederson Granetto na Univesp TV


Enviado por em 29/11/2010
Entrevista sobre Dislexia com o Prof. Dr. Fernando Capovilla, concedida a Ederson Granetto na Univesp TV (canal da TV Cultura dedicado a Educação) em 2010 (www.univesp.tv.br e www.lanceusp.hdfree.com.br)


Obrigado por sua visita, volte sempre.


pegue a sua no TemplatesdaLua.com

terça-feira, 14 de junho de 2011

Grafologia

Grafologia


A grafologia estuda a escrita de um individuo através da análise de sua caligrafia, podendo identificar a personalidade e determinar suas características gerais. A Grafologia surge como ciência através do abade francês Jean-Hyppolite Mitchon (1806-1881), considerado pai da Grafologia.
LUIZA MEDEIROS, diz que a grafologia pode ser usada nas empresas pelo gestor de RH no processo seletivo, orientação de carreira e etc., evidenciando o melhor candidato através de sua personalidade selecionando os colaboradores que fazem e farão parte da organização.


A grafia pode revelar entre outras características a capacidade para liderança; assertividade; persuasão; eficiência nas atividades; planejamento; visão estratégica; que tipo de profissões e atividades que a pessoa pode atuar ou não; perfil técnico; se cria sinergia ao meio; como é o relacionamento interpessoal; autoconhecimento; como reage sob pressão; qual a sua energia; qual o seu equilíbrio emocional; grau de prontidão para o candidato passar por um treinamento, identificar se ele tem condição de ser treinado dentro ou fora da empresa; se a pessoa tem tendências a dissimulação e a mentira, entre outros detalhes que a grafologia identifica com rapidez e eficiência. (MEDEIROS).


Segundo ANA SETTE (2004), especialista em Grafologia, as empresas que utilizam essa técnica poderão agregar vantagens e conhecer quem fará parte da organização.
1- Alto grau de acertos das conclusões tiradas;  
Um grafólogo experiente, sério e com um excelente conhecimento da grafologia, psicologia, psicopedagogia, cultura geral e específica, tem a probabilidade de 90% de acertos, desde que a amostra (redação) seja feita conforme as exigências.  
2 - Permite detectar traços da personalidade, não identificáveis em outros métodos;
3 - Comparativamente, apresenta um custo baixo e utiliza poucos recursos; 
4 - O material utilizado pelo Grafólogo é muito simples. O avaliado só precisa fazer uma redação;
5 - A pessoa avaliada não precisa, necessariamente, estar presente para ser analisada. É até melhor fazer a Avaliação sem conhecer o candidato, para que não haja nenhuma influência subjetiva. A entrevista será feita depois. 
6 - Exige pouco tempo do avaliado; O tempo necessário para a elaboração de uma redação.
7 - Seus resultados são autênticos, pois é impossível “preparar-se" para fazer um bom teste.
8 - Permite detectar, com profundidade, alguns traços da personalidade, não identificáveis por outros métodos. SETTE (2004).



REFERENCIAS: 
http://www.rhcentral.com.b. LUIZA MEDEIROS. 
http://somostodosum.ig.com.br  SETTE (2004).

Videos relacionados


Entrevista Programa Notícias e Mais - Tema: Grafologia 





05.09.07 Fala Brasil - exame de grafologia para emprego



fonte.http://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Grafologia/150.html
fonte dos videoshttp://www.youtube.com/user/milhano82
http://www.youtube.com/user/fps31.
Obrigado por sua visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

sábado, 11 de junho de 2011

Técnico em Magistério curso ead em 1 ano

 Olá, muito bom dia, boa tarde ou boa  noite a vc que me visita neste humilde blog.
Vou fazer uma postagem que é do Blog dos Professores Solidários de  minha amiga virtual professora SOL.
Vale a pena vc professor-a que  tem pedagogia ou normal superior, mas não tem o magistério de nivél médio.
Em algumas secretarias de educação, quem tem magistério tem pontos a mais do  que só qem tem pedagogia ou normal superior.


MAGISTÉRIO À DISTÂNCIA
Estou montando uma turma para Curso de Formação de Professores no Rio de Janeiro que, atualmente, é o único lugar onde tem Magistério à distância.
É um colégio reconhecido pelo Mec e estou somente como relações públicas porque vou fazer também, então tenho muito interesse em formar um grupo.
Explicando: Sou PEB I (Pedagoga), e, na minha Prefeitura, todo ano tenho pontuação para classificação de escolha de classe na escola. Pelo fato de eu não ter magistério, perco 5 pontos na minha classificação, é por isso que tenho muito interesse em montar essa turma e fazer esse curso que é somente em 1 ano para quem tem Ensino Médio completo
As matrículas já estão abertas, e haverá a obrigatoriedade de comparecer nas provas de 4 em 4 meses (Rio de Janeiro), todo o curso será feito através do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) e haverá a necessidade de cumprir o estágio obrigatório em escolas regularizadas no município de residência.
PS. Muitas pessoas estão me perguntando se há a possibilidade de fazer as provas no local de residência. Então, respondo: Haverá a obrigatoriedade de comparecer no Rio de Janeiro, infelizmente não tem como abonar a presença nas avaliações, este encontro presencial é obrigatório, caso contrário o curso não terá validade.
Os documentos necessários são:

Xerox comum:
RG,CPF, comprovante de residência, cópia de certidão de nascimento ou casamento e duas fotos.

Xerox Autenticada:
Histórico do 2º grau Completo (Ensino Médio)

Esses documentos deverão ser enviados por Sedex

Preço de Matrícula tratar comigo
Twitter: @prosusanasol

fonte.http://professoressolidarios.blogspot.com/search/label/T%C3%A9cnico%20em%20Magist%C3%A9rio

Obrigado por sua visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

terça-feira, 7 de junho de 2011

Apostila de Antropologia

Apostila de Antropologia
Diferenças  entre a Sociologia e a Antropologia 

Uma das questões que mais perturbam os estudantes que travam seus primeiros contatos com as Ciências Sociais é a diferença entre Antropologia e Sociologia. Estes campos de conhecimento, muito embora sejam bastante próximos entre si não são, no entanto, totalmente iguais.
Naquilo que se refere à Antropologia, pode-se dizer que tal ciência estuda o homem no que se refere a suas relações com a cultura, especialmente no que se refere aos costumes, à religião e à organização política. O eixo de conhecimento da Antropologia procura ir do conhecimento do indivíduo (ou de pequenos grupos) para conseguir tentar entender as realidades sociais maiores. E seu foco está predominantemente na cultura (ver outro artigo meu sobre o conceito de cultura), de modo que parte-se do princípio que entendendo a cultura dos grupos conseguimos entender a lógica da sociedade.
Em relação à Sociologia, é correto afirmar que tal ciência procura compreender como se dão os processos de estruturação e relacionamento dos indivíduos com as sociedades. O eixo do conhecimento na Sociologia geralmente vai do conhecimento das coletividades (ou realidades sociais maiores) com o objetivo de entender o comportamento grupal e/ou individual. Seu foco está geralmente no entendimento das estruturas da sociedade (ver outro artigo meu sobre a relação entre Educação e Ciências Sociais), procurando entender como estas estruturas influenciam os grupos ou indivíduos no que se refere a seu comportamento, seus costumes e sua cultura.
Devido a estes fatores podemos concluir que Antropologia e Sociologia apesar de serem campos de conhecimento muito próximos possuem algumas diferenças, tanto no que diz respeito ao seu objeto quanto a seu enfoque. Desta maneira, ao serem estudos aspectos antropológicos e sociológicos de um dado campo (como os Aspectos Antropológicos e Sociológicos da Educação) devemos ter em conta estas diferenças básicas de forma a obtermos maior clareza na compreensão do papel de cada uma destas ciências no referido campo.
Estes texto é dedicado aos meus alunos de uma universidade brasileira, mas aberto a todos os que desejarem ampliar seus conhecimentos a respeito das Ciências Sociais.
Desejo a todos os leitores bom proveito.

 


Obrigado por sua visita, volte sempre.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

o que é Lobby

 
O termo “lobby” é muito utilizado no meio político. Infelizmente, grande parte da população possui uma concepção errônea do significado da palavra. Primeiro, precisamos entender que lobby nada mais é do que um grupo de pressão na esfera política, um grupo de pessoas ou organizações que tentam influenciar, aberta ou secretamente, as decisões do poder público em favor de seus interesses.

Fazer um lobby é algo muito natural, feito por todos nós. Entre alguns exemplos de lobbyes, podemos citar a ocasião de um filho tentar convencer seu pai a lhe dar um aumento de mesada ou quando um sindicato discute melhorias nas condições de trabalho com uma empresa. Nos EUA, por exemplo, a profissão de lobista é reconhecida oficialmente, sendo até regulamentada por lei. No país, o lobby é reconhecido como uma importante parte do processo político.

Para alguns especialistas, o lobby não pode “entrar pelo porão, pois assim se insere no conluio e precisa da barganha”. Para a secretária adjunta de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana de Minas Gerais, Maria Coeli Simões Pires, no meio político não existem anjos nem demônios, mas sim, interesses, principalmente o interesse econômico. Desta forma, o lobby precisa ser desvinculado da imagem de ilegalidade, uma vez que defender os interesses de um grupo de pessoas ou de organizações, além de ser importante, é um direito de todos.

Por Tiago Dantas
Equipe Brasil Escola



fonte>http://www.brasilescola.com/politica/lobby.htm

fone da imagem>http://rabiscosdoantenor.blogspot.com/2010/09/lobby-faca-disso-uma-profissao.html

Obrigado por sua visita, volte sempre.


pegue a sua no TemplatesdaLua.com

terça-feira, 31 de maio de 2011

Down Under - Men At Work



Enviado por  em 18/07/2008
Early 80's Classic MAW Great Song Vid

Obrigado pela visita, volte sempre.
  pegue a sua no TemplatesdaLua.com

Teoria do Conhecimento



O que é Teoria do Conhecimento?

Roderick Chisholm

A reflexão sobre a natureza do nosso conhecimento dá origem a uma série de desconcertantes problemas filosóficos, que constituem o assunto da teoria do conhecimento, ou Epistemologia. A maior parte desses problemas foi debatida pelos gregos antigos e, ainda hoje, a concordância é escassa sobre a maneira como deveriam ser resolvidos ou, no caso de tal não ser possível, abandonados. Descrevendo os temas dos sete capítulos que se seguem , poderemos dar a entender, de modo geral, a natureza desses problemas.
1 ) Qual é a distinção entre conhecimento e opinião verdadeira? Se um homem teve um palpite acertado ("Eu diria que é o sete de ouros"), mas não sabe realmente; e outro homem sabe, mas não diz, e não precisa adivinhar; o que é que o segundo homem tem (se assim podemos dizer) que falta ao primeiro? Pode-se dizer, é claro, que o segundo homem tem a prova evidente e que o primeiro não a tem, ou que algo é evidente para um que não é para o outro. Mas o que é prova evidente e como decidiremos, em qualquer caso determinado, se temos ou não prova?
Essas perguntas têm suas análogas tanto na Filosofia Moral como na Lógica. O que significa um ato estar certo e como decidiremos, em qualquer caso determinado, se um certo ato está certo ou não? O que significa uma inferência ser válida e como decidiremos, num determinado caso, se uma dada inferência é ou não válida?
2 ) A nossa prova para algumas coisas, ao que parece, consiste no fato de termos provas para outras coisas. "A minha prova de que ele cumprirá sua promessa é o fato dele ter dito que cumpriria a sua promessa. E a minha prova de que ele disse que cumpriria a sua promessa é o fato de que. . ." Devemos dizer de tudo aquilo para o que temos prova que a nossa prova consiste no fato de termos prova para alguma outra coisa? Se tentarmos formular, socraticamente, a nossa justificação para qualquer pretensão particular de conhecimento ("A minha justificação para pensar que sei que A é o fato de que B" ) e se formos inexoráveis em nossa investigação ("e a minha justificação para pensar que sei que B é o fato de que C"), chegaremos, mais cedo ou mais tarde, a uma espécie de fim de linha ("mas a minha justificação para pensar que sei que N é simplesmente o f ato de que N" ) . Um exemplo de N poderá ser o fato de que me parece recordar que já estive aqui antes ou o fato de que alguma coisa, agora, me parece azul.
Esse tipo de interrupção pode ser descrito de duas maneiras bastante diferentes. Poderíamos dizer: "Há certas coisas (por exemplo, o fato de que me parece recordar ter aqui estado antes) que são evidentes para mim e que o são de tal forma que a minha prova de evidência para essas coisas não consiste no fato de haver certas outras coisas que são evidentes para mim". Ou poderíamos dizer, alternativamente: "Há certas coisas (por exemplo, o fato de que me parece recordar ter aqui estado antes) das quais não se pode dizer que sejam evidentes, em si mesmas, mas que se parecem com o que se pode considerar evidente, na medida em que funcionam como prova evidente para certas outras coisas." Essas duas formulações apenas pareceriam diferentes verbalmente. Se adotarmos a primeira, poderemos afirmar que algumas coisas são diretamente evidentes.
3 ) As coisas que ordinariamente dizemos que conhecemos não são coisas, portanto, "diretamente evidentes". Mas, ao justificarmos a pretensão de conhecimento de qualquer uma dessas coisas particulares, podemos ser levados de novo, da maneira descrita, às várias coisas que são diretamente evidentes. Deveríamos dizer, portanto, que o conjunto daquilo que conhecemos, em qualquer momento dado, é uma espécie de "estrutura", que tem seu "fundamento" no que acontece ser diretamente evidente, nesse momento? Se dissermos isso, deveremos estar então preparados para explicar de que maneira esse fundamento serve de apoio ao resto da estrutura. Mas essa questão é difícil de responder, visto que o apoio dado pelo fundamento não seria dedutivo nem indutivo. Por outras palavras, não é o gênero de apoio que as premissas de um argumento dedutivo dão à sua conclusão, nem é o gênero de apoio que as premissas de um argumento indutivo dão à sua conclusão. Pois
, se tomarmos como nossas premissas o conjunto do que é diretamente evidente em determinado momento, não podemos formular um bom argumento dedutivo, nem um bom argumento indutivo, em que qualquer das coisas que ordinariamente dizemos que conhecemos apareçam como uma conclusão. Portanto, talvez se dê o caso de, além das "regras de dedução" e das "regras de indução", existirem também certas "regras de evidência" básicas. 0 lógico dedutivo tenta formular o primeiro tipo de regras; o lógico indutivo, o segundo; e o epistemologista procura formular as regras do terceiro tipo.
4) Pode-se perguntar: "0 que é que sabemos? Qual é a extensão do nosso conhecimento?" Poder-se-á também perguntar: "Como decidir, em qualquer caso particular, se sabemos ou não? Quais são os critérios de conhecimento, se porventura existem?" 0 "problema do critério" resulta do fato de que, se não tivermos resposta para o segundo par de perguntas, não disporemos, nesse caso, aparentemente, de um procedimento razoável para encontrar resposta para o primeiro; e, se não tivermos resposta para o primeiro par de perguntas, não teremos então, aparentemente, um processo razoável de encontrar a resposta do segundo. 0 problema poderá ser formulado mais especificamente para diferentes matérias - por exemplo, o nosso conhecimento (se houver) de "coisas externas", "outros espíritos", "certo e errado", as "verdades da Teologia". Muitos filósofos, aparentemente sem razão suficiente, abordam algumas dessas versões mais específicas do problema do critério segundo um ponto de vista, ao passo que outros as encaram de um ponto de vista muito diferente.
5) 0 nosso conhecimento (se houver) do que por vezes denominamos as "verdades da razão" - as verdades da Lógica e da Matemática e o que se expressa por "Uma superfície que é toda vermelha também não é verde" - dota-nos com um exemplo particularmente instrutivo do problema de critério. Alguns filósofos acreditam que qualquer teoria satisfatória do conhecimento deve ser adequada ao fato de que algumas das verdades da razão, tal como tradicionalmente são concebidas, não estão entre as coisas que conhecemos. Outros, ainda, procuram simplificar o problema afirmando que as chamadas "verdades da razão" só pertencem realmente, de algum modo , , a maneira como as pessoas pensam ou a maneira como empregam sua linguagem. Mas, uma vez que essas sugestões sejam equacionadas com precisão, logo perdem toda e qualquer plausibilidade que aparentemente tenham tido, no começo.
6) Outros problemas da teoria do conhecimento poderiam designar-se, apropriadamente, por "metafísicos". Abrangem certas questões sobre as maneiras como as coisas nos parecem. As aparências que as coisas apresentam para nós quando, digamos, as percebemos, parecem ser subjetivas na medida em que dependem, para a sua existência e natureza, do estado do cérebro. Este simples fato levou os filósofos, talvez com excessiva facilidade, a estabelecerem algumas conclusões extremas. Alguns afirmaram que as aparências das coisas externas devem ser duplicatas internas dessas coisas - que, quando um homem percebe um cão, uma tênue réplica do cão é produzida dentro da cabeça do homem. Outros disseram que as coisas externas devem ser bastante distintas do que ordinariamente aceitamos que elas sejam - que as rosas não podem ser vermelhas quando ninguém está olhando para elas. Ainda outros afirmaram que as coisas físicas devem-se compor, de algum modo, de aparências; e houve também quem dissesse que «s aparências devem ser compostas, de algum modo, de coisas físicas. 0 problema levou até alguns filósofos a indagarem se existirão coisas físicas e outros, mais recentemente, a indagarem se existirão aparências.
7 ) 0 "problema da verdade" poderá parecer um dos mais simples da teoria do conhecimento. Se dissermos a respeito de um homem, `'Ele acredita que Sócrates é mortal", e depois acrescentarmos, "E o que é mais, sua crença é verdadeira", então o que acrescentamos não é, certamente, mais do que isto: Sócrates é mortal. E "Sócrates é mortal" diz-nos tanto quanto "é verdade que Sócrates é mortal". Mas que aconteceria se disséssemos, a respeito de um homem, que algumas de suas crenças são verdadeiras, sem especificarmos que crenças? Que propriedade, nesse caso, estaríamos atribuindo à sua crença?
Suponha-se que dizemos: "0 que ele está dizendo agora é verdade", quando acontece que o que ele está dizendo agora é o que nós estamos agora dizendo que é falso, seja o que for. Nesse caso, estaremos dizendo algo que é verdadeiro ou dizendo algo que é falso?
Finalmente, qual é a relação entre as condições da verdade e os critérios de evidência? Somos boas provas, presumivelmente, para acreditar que existem nove planetas. Essa prova consiste em vários outros fatos que conhecemos a respeito de Astronomia, mas não inclui, em si, o fato de que existem nove planetas. Pareceria logicamente possível, portanto, que um homem tivesse boas provas para uma crença que, não obstante, é uma crença que é falsa. Significará isso que o fato de existirem nove planetas, se porventura for um fato, é realmente algo que não pode ser evidente? Deveríamos dizer, portanto, que ninguém sabe, realmente, se existem nove planetas? Ou deveríamos dizer que, embora seja possível saber que existem nove planetas. não é possível saber que sabemos existirem nove planetas? Ou as provas de que dispomos para acreditar que existem nove planetas garantem, de algum modo, que a crença é verdadeira e garantem, portanto, que há nove planetas?
Tais questões, e problemas como esses, constituem o assunto da teoria do conhecimento. Um certo número deles, como o leitor já sentirá, é simplesmente o resultado de confusão; e, uma vez exposta a confusão, os problemas desaparecem. Mas outros, como este livro pretende mostrar, são um tanto mais difíceis de tratar.
In Chisholm, R. M. (1966): Teoria do Conhecimento, Rio de Janeiro: Zahar, pgs. 11-15.


A imagem de uma ilha funciona perfeitamente para exemplificar o nível de conhecimento da humanidade. Esse pequeno pedaço de terra é cercado pelo vasto oceano do desconhecimento. Temos apenas frágeis balsas para explorá-lo, por isso, existem tantas lacunas em tudo o que sabemos. Em outras palavras, por mais espetaculares que sejam os resultados alcançados pelas ciências, o que se conhece é muito pouco em comparação com tudo o que nos falta saber.
Esse livro trata exatamente dessa busca. A teoria do conhecimento (ou epistemologia) aborda não somente a natureza e as fontes de conhecimento, mas, sobretudo, as formas de validá-lo ¿ seu maior desafio. Com linguagem simples e didática, o leitor vai explorar ao longo das páginas os tipos de saber, como estudá-lo e buscá-lo, as contradições entre aparência e realidade, a dificuldade em definir a verdade por trás de todos os fatos, entre outros temas. 










Obrigado por sua visita, volte sempre.


pegue a sua no TemplatesdaLua.com

Hoje é dia do sagrado Amalaki Ekadasi dia 27/02/26 sexta-feira explicando e lendo

Obrigado pela visita, volte sempre. Se você observar que a postagem, vídeo ou slidshre está com erro entre em contato.