sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Significado de vibe

 Vibe ~Sintonize sua vibração~

Vibe significa vibração, em portugês, e é um termo em inglês. A palavra é utilizada em vários momentos, geralmente por pessoas mais jovens, como adolescentes. Inicialmente, o termo surgiu através de pessoas que iam a festas de música eletrônica, e diziam que iam para aproveitar a vibe.
Vibe é a diminuição de vibration, que antes das músicas eletrônica, eram utilizadas por pessoas que gostava, de reggae, onde grupos jamaicanos criaram um tipo de música com uma mistura de reggae, ska, salsa e merengue, e as pessoas acabavam contagiadas pela música, dançando e resultando em “vibrações positivas".
Vibe é um tipo de festa ou local agitado, especificamente. As pessoas utilizam a expressão para dizer que querem ir em uma balada e curtir o momento, curtir a vibe do lugar, aproveitar tudo que pode, aproveitar um ambiente diferente, olhar as pessoas, sentir a música e etc.
Vibe também é usado pelas pessoas que gostam da natureza, que quando vão a um lugar com muitas plantas e belezas naturais, ficam em silêncio para curtir a vibe do lugar, sentir toda a vibração e energia que transmite.
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O que é Vibe Positiva:

Vibe positiva é uma doutrina filosófica criada no século XXI , que prega basicamente, uma positive vibration, geralmente abreviada para vibe, ou seja, viver apenas com vibrações positivas, pensando no lado bom da vida.
Identificar pessoas que levam essa filosofia de vida é geralmente fácil, são pessoas que se vestem de maneira simples, sem se importar com bens materiais, valorizam as pequenas coisas da vida, e coisas que normalmente o dinheiro não compra. São pessoas ligadas a natureza, que preferem estar sempre ao ar livre, e geralmente andam em grupos.
O termos vibe positiva é original de uma música do cantor de reggae Bob Marley, chamada positive vibration, mas além dessa música, na maioria de suas canções, Bob Marley fala sobre a importância de viver a vida com vibrações positivas. O termo acabou se expandindo pelo mundo, fazendo com que a maioria das bandas de reggae e as pessoas que gostam da música acabassem tornando a vibe positiva como uma filosofia ou estilo de vida.
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Dentro de la carcel mas grande de Asia 2011 By TheValle323@hotmail.com



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Matthieu Ricard 2004 Sobre los hábitos de la felicidad subtitulado español



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49 - A Resposta Católica: Teologia da prosperidade



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A Filosofia como vc Nunca Viu



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Síntese – Ética utilitarista de Stuart Mill



https://www.youtube.com/watch?v=xf_SeZjM0Zw
Publicado em 15/04/2012 
O utilitarismo clássico exposto por um dos maiores especialistas brasileiros no assunto, professor da Universidade Federal do ABC, Luis Alberto Peluso.



Síntese – Ética utilitarista de Stuart Mill



A teoria utilitarista de Mill:
1 – O bem último é a felicidade.
2 – Produzir a maior felicidade para o maior número é o que faz uma acção ser correcta. 

Os argumentos e as ideias principais da teoria utilitarista de Mill:
1)      Principio da maior felicidade – Um acto ser certo ou errado depende de um único factor: a sua contribuição para a felicidade ou bem-estar. Se um curso de acção previsivelmente produzir mais felicidade do que infelicidade, então é correcto. Pelo contrário, se previsivelmente gerar mais infelicidade do que felicidade, então é errado.
a)      O padrão utilitarista da maior felicidade não se refere apenas à maior felicidade do próprio agente (egoísmo ético); mas sim à maior felicidade no todo, na sua máxima extensão (o que inclui os seres sencientes). Assim, aquilo que importa promover não é a felicidade do próprio agente, mas a felicidade geral ou bem-estar de todos os envolvidos numa determinada acção.
b)      Sacrificar o bem pessoal só tem sentido se for em prol do bem dos outros, ou seja, se aumentar (ou tender a aumentar) a quantidade total de felicidade.
c)       O utilitarismo exige que o agente seja imparcial (ou seja, devemos dar a mesma importância à felicidade e bem-estar de todos os indivíduos).
d)      Mas, por que razão teremos que promover a felicidade geral?
                                                   i.      Existe uma base natural de sentimento para a moralidade utilitarista.
                                                 ii.      Existem sentimentos sociais da humanidade.
                                                iii.      A natureza humana é constituída de forma a desejar a felicidade geral.
2)      Hedonismo – A felicidade ou bem-estar de um indivíduo consiste unicamente no prazer (experiências aprazíveis) e na ausência de dor ou sofrimento. A felicidade, entendida como prazer, é intrinsecamente valiosa e constitui o bem supremo.
a)      Mill defende que alguns tipos de prazeres são qualitativamente superiores a outros. Ou seja, há prazeres intrinsecamente melhores do que outros. E, para vivermos melhor, é preciso dar uma forte preferência aos prazeres superiores, recusando-nos a trocá-los por uma quantidade idêntica, ou mesmo maior, de prazeres inferiores.
                                                   i.      Os prazeres superiores são preferíveis pelas pessoas que tenham uma experiência de ambos os tipos de prazer, pois estes produzem qualitativamente mais felicidade que os prazeres mais baixos.
                                                 ii.      Os prazeres inferiores dizem respeito à satisfação das necessidades primárias (comida, água, sexo, etc…). Os prazeres superiores dizem respeito à satisfação das necessidades mentais sofisticadas (como a leitura, a reflexão e o estudo).
                                                iii.      Ainda que os prazeres de um porco fossem mais intensos e duradouros do que os de um ser humano, os de um ser humano seriam preferíveis aos de um pouco, pois o porco apenas pode ter prazeres inferiores.
                                               iv.      O hedonismo de Mill distingue-se do hedonismo de Bentham. Pois, para Bentham o hedonismo é puramente quantitativo, ou seja, o valor de um prazer depende apenas da sua duração e intensidade; enquanto que para Mill o hedonismo é quantitativo e qualitativo, isto é, há prazeres que, pela sua natureza intrínseca, são superiores a outros
3)      Maximização do bem – Se queremos saber se um dado acto é certo ou errado, tudo o que precisamos de saber é em que medida, comparado com actos alternativos, este contribui para a felicidade geral.
a)      A melhor escolha será aquela que, de um ponto de vista imparcial, mais beneficia e promove a felicidade ou bem-estar de todos os envolvidos numa determinada acção.
b)      É importante analisar, num determinado acto, qual é o maior benefício.
4)      Consequencialismo – O utilitarista avalia as acções atendendo somente às suas consequências. Assim, em qualquer situação, o melhor acto é aquele que, comparado com os actos alternativos, tem consequências mais valiosas. Ou seja, o correcto é agir de tal modo que geremos o melhor estado de coisas possível.
a)      Para se determinar o valor das consequências de um acto basta ponderar-se imparcialmente os prejuízos e benefícios que a sua realização trará a todos os indivíduos.
b)      Na avaliação de um acto, o que interessa são as consequências (o que resultará desse acto); sendo irrelevante o motivo do agente (a razão pela qual queremos fazer algo).
As objecções à ética utilitarista de Mill:
1)        O utilitarismo parece demasiado permissível – Pois, não admite restrições deontológicas. Para um utilitarista é correcto matar ou torturar inocentes se isso resultar numa maior felicidade geral. Mas, parece que actos desse tipo não são justificáveis pelo simples facto de produzirem as melhores consequências.
a.       Porém, os utilitaristas (cf. Sidgwick) alegam que a sua teoria não é demasiado permissível fazendo notar que esta não deve ser usada sistematicamente para tomar decisões, e que existem outras motivações úteis para agir.
2)        O utilitarismo parece demasiado exigente – Pois, diz-nos que é sempre errado fazer algo que não contribua para a felicidade geral no maior grau possível. Nunca é aceitável fazer menos do que maximizar a felicidade geral por maiores que sejam os sacrifícios pessoais que isso implique.
Para saberes mais





http://blog.domingosfaria.net/2012/03/sintese-etica-utilitarista-de-stuart.html

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Justice - Como medir o prazer



Publicado em 07/04/2012


O professor Michael Sandel apresenta John Stuart Mill, filósofo utilitarista que defende que "buscar o bem maior para o maior número de pessoas" é compatível com a proteção dos direitos individuais e que o utilitarismo pode abrir espaço para se fazer a distinção entre prazeres mais e menos elevados. O professor Sandel testa esta teoria exibindo videoclipes de três diferentes formas de entretenimento: Hamlet, de Shakespeare, o reality show Hipertensão e Os Simpsons.


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O que é Lugar na Geografia ?

 

A ideia de lugar é muito abrangente, pois faz parte tanto do senso comum quanto do conhecimento científico. Na geografia, o termo lugar já foi empregado de muitas formas, pois cada corrente de pensamento geográfico o define de um modo distinto.
Assim, na geografia tradicional, a palavra lugar não constituía um conceito científico, pois era utilizada frequentemente do mesmo modo que no senso comum, ou seja, como sinônimo de localização. Quando usada no plural, servia geralmente para fazer referência à variabilidade das combinações de elementos na superfície da Terra e, por conseguinte, ao conjunto de características naturais e humanas que particularizam uma determinada porção da superfície terrestre. Isso era visível quando Paul Vidal de La Blache afirmava que “a geografia é a ciência dos lugares, não dos homens” e quando autores como Richard Hartshorne diziam que “os lugares são únicos” [1].
A geografia quantitativa, interessada em estudar a organização espacial, também se utilizava da palavra lugar com o sentido de localização, já que os conceitos de organização espacial, região homogênea, região funcional, polo de crescimento, entre outros do gênero, eram mais apropriados para enfoques de tipo morfológico, isto é, interessados em explicar os padrões de distribuição e de relações espaciais estabelecidos pelos agentes econômicos e sociais[2].
Nesse sentido, a geografia humanista foi a primeira vertente da geografia a fazer uso da palavra lugar como um conceito científico. De fato, esse foi um dos conceitos fundamentais para os propósitos dessa corrente, interessada em pesquisar as relações subjetivas do homem com o espaço e o ambiente. Os geógrafos humanistas destacam a importância de estudar o cotidiano como forma de compreender os valores e atitudes que as pessoas comuns elaboram a respeito do espaço e do ambiente em que vivem. O conceito de lugar é apropriado para esse tipo de pesquisa por dizer respeito aos espaços vivenciados pelas pessoas em suas atividades cotidianas de trabalho, lazer, estudo, convivência familiar, etc. Por esse motivo, a geografia humanista define o lugar como uma forma de experiência humana, “um tipo especial de vivência do espaço”. Ele tem, portanto, o mesmo conteúdo que os fenomenologistas atribuem ao conceito de mundo, isto é, o conjunto das vivências individuais e subjetivas dos sujeitos; “aquilo que em primeiro lugar aparece à consciência”[3].
A geografia crítica, por sua vez, não dá a mesma importância teórica ao conceito de lugar, pois trabalha principalmente com os conceitos de espaço geográfico e de território. Todavia, alguns geógrafos críticos, como Milton Santos, passaram a conferir maior importância teórica ao conceito de lugar ao longo do tempo. No livro A natureza do espaço, esse autor fala sobre a “força do lugar” e o qualifica como um espaço produzido por duas lógicas, a saber, a das vivências cotidianas das pessoas e a dos processos econômicos, políticos e sociais que constituem a globalização. Nesse sentido, a abordagem crítica do lugar procura se diferenciar da abordagem humanista na medida em que leva em conta as influências dos processos relacionados à globalização no estudo das vivências que os indivíduos desenvolvem nos lugares[4]. E essa influência é caracterizada por Milton Santos e outros geocríticos, em geral, como impositiva, perversa e estranha aos interesses do lugar.

Referências

  1. Luis Lopes Diniz Filho. Fundamentos epistemológicos da geografia. Curitiba: IBPEX, 2009 (Metodologia do Ensino de História e Geografia, v. 6)
  2. Luis Lopes Diniz Filho. Fundamentos epistemológicos da geografia. Curitiba: IBPEX, 2009 (Metodologia do Ensino de História e Geografia, v. 6)
  3. Nécio Turra Neto. Em busca do lugar reencontrado. In: VESTENA, L. R. Et al. (org.). Saberes geográficos: teorias e aplicações. Guarapuava (PR): Unicentro, 2009, p. 112
  4. Nécio Turra Neto. Em busca do lugar reencontrado. In: VESTENA, L. R. Et al. (org.). Saberes geográficos: teorias e aplicações. Guarapuava (PR): Unicentro, 2009, p. 112

Abaixo uma explicação, que encotrei na web e acehi interessante.

Lugar: Desafio 6º Ano

Meus pequenos e grandes educandos,
Para a Geografia o Lugar refere-se ao espaço que conhecemos, temos amigos, trabalhamos, fazemos compras, brincamos etc. Cada lugar tem uma história que se encontra representada nos diferentes tipos de construções, nos traçados das ruas, nas atividades econômicas desenvolvidas e, principalmente, na maneira como as pessoas se realacionam. Fonte:BIGOTTO, J., VITIELLO, M. e ALBUQUERQUE,M. A.Geografia sociedade e cotidiano: fundamentos do espaço geográfico, 6ºano. São Paulo: Escala Educacional, 2009.
Agora é com vocês, façam um comentário descrevendo como é lugar em que vivem...
Saudações Geográficas,
Prof. Paula Priscila :
Mestre em Geografia. Professora de Geografia nas cidades de Guarabira e Solânea.
 

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Hoje é o dia Sagrado Jejum de Sri Padmini Ekadasi 26/05/2026 terça -feira

    Suta Goswami disse: "Yudhishthira Maharaja disse: "ó Janardana, qual o nome do Ekadashi que ocorre durante a ...