sexta-feira, 12 de abril de 2013

Tática Socialista da Defesa às Minorias - José Monir Nasser



Como o Estado esquerdista controla sua vida?

Em primeiro lugar é preciso criar no meio cultural uma sensação que todos são inimigos entre si. Movimentando um clima de inimizade permanente em todos os grupos e setores sociais. Assim a mulher é inimiga do homem, o branco é inimigo do negro, o trabalhador é inimigo do patrão, o jovem é inimigo do velho etc.

Se utilizado dessa engenharia social o Estado "Iluminado" impõe ser o único capaz de controlar essas intrigas com seus mecanismos opressores. Logo, o Estado alimenta artifícios e legislações que a todo custo tenta controlar pensamentos, palavras e atos de todos os indivíduos como se fossem crianças.

Com o seu dinheiro o Estado esquerdista tenta controlar sua vida semelhante ao livro 1984 de George Orwell.

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Jair Bolsonaro PROFESSOR DE CRIANÇAS: SOU V.... E DOU O C...




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ONU - Aprovado o tratado geral de controle de armas leves


Ouça o PLD em Foco e entenda quais as consequências da aprovação pela ONU do "Tratado Geral de controle de armas leves", sua importância, suas consequências, e como ela pode nos atingir

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O PRÍNCIPE Maquiavel AO MAGNÍFICO LORENZO DE MEDICI NICOLÓ MACHIAVELLI














Sozinho, esse pequeno livro já colocaria Olavo no panteão dos grandes filósofos políticos da atualidade.
Dentro do grande esforço da obra que o filósofo Olavo de Carvalho está escrevendo - A MENTE REVOLUCIONÁRIA - o capítulo sobre Maquiavel foi destacado neste livro que acaba de chegar ao público brasileiro. De imediato o li. Olavo nos brinda com suas profundas reflexões, ornadas pela prosa magistral e clara que lhe é peculiar. Esta aula sobre o florentino permite que mesmo principiantes possam lê-la com proveito. Na verdade, mais que isso: é, ela própria, um roteiro de leitura para conduzir quem está se aprofundando pelos meandros da ciência política e da filosofia política.
O fato é que Olavo de Carvalho destrincha os segredos últimos do autor renascentista, tão obscuro quanto fascinante. Essa obscuridade deu margem a diferentes interpretações ao longo do tempo, muitas delas contraditórias entre si. Olavo, centrando na biografia e na própria produção de Maquiavel, desvenda os mistérios e os equívocos e demonstra como o filho de Florença foi o protótipo do intelectual moderno, o engenheiro de almas que quis transformar o mundo sem perceber as suas próprias contradições internas. Flagrou Maquiavel como exemplo clássico de paralaxe cognitiva, conceito descoberto por Olavo: teorizou de forma a ele mesmo se fazer vítima potencial de suas teorias. Ao aconselhar os novos príncipes a eliminar os conselheiros que lhe ajudaram a chegar ao poder não viu que mandava seus aconselhados a liquidarem a si mesmo.
MaquiavelOuAConfusaoDemoniaca
O livro é também uma survey exaustiva do status quaestionis da obra do florentino, resenhando os principais escritores que se debruçaram sobre o autor de O Príncipe. A começar por Isaiah Berlin, que enxergou nele um precursor do liberalismo, claro de que forma equivocada. Olavo vai dizer que
"hoje é quase impossível deixar de enxergar nele o precursor voluntário e consciente do Estado altamente burocratizado e interventor em que vai se transformando a democracia liberal americana".
Importante sublinhar essa percepção olaviana, porque o eixo histórico a se desenrolar no século XXI passa pelo que vai acontecer dentro da estrutura do Estado norte-americano e seu duelo com as forças que lutam pela Nova Ordem Mundial. E também pelo duelo com a emergente força do império comunista chinês. As raízes do que está por vir já brotaram e estão prenhes de medonha violência, muito maior do que aquela que vimos na primeira metade do século XX. A idéia maquiavélica da Terceira Roma toma aqui o sentido dado pelo florentino a ela: o despertar das forças pagãs, anulando as aquisições morais e científicas do contributo judeu-cristão à Roma dos Apóstolos.
Toda ciência política que partiu de Maquiavel é essencialmente a negação do saber clássico, que via o Estado como instrumento do bem comum e a figura do governante como o primeiro servidor desse princípio, comprometido com a ordem justa, à luz da lei natural. O maquiavelismo é a negação desse saber superior, que começou a ser descoberto com Platão e encontrou em Tomás de Aquino sua plenitude. O mundo moderno é o mundo revolucionário, igualitarista, democrático, desprovido de uma elite egrégia, como constatou Ortega y Gasset. O paraíso dos novos príncipes aventureiros, que passaram a buscar o poder apenas pelo poder, fim em si mesmo, e não meio para alcançar o bem estar coletivo, sobretudo a paz. O Estado permanente de guerra é a hipótese de Maquiavel. Exemplos acabados desses novos príncipes são abundantes:Robespierre, Lênin, Stalin, Fidel e tutti quanti.
Olavo enumera uma a uma as diversas interpretações dadas à obra de Maquiavel ao longo da história e deixo ao leitor interessado ir buscar no livro quais foram estas. Será talvez a sua parte mais útil aos estudantes de ciência política. O mapa do caminho para não se perder nas linhas densas desse poderoso sofista. Maquiavel foi um barnabé com mania de grandeza e portador de um recalque imenso, aconselhando aos outros aquilo que ele mesmo era incapaz de fazer. Desprovido da Virtú e amaldiçoado pela Fortuna, Maquiavel foi também o protótipo do revolucionário fracassado que se refugiou nas letras, esse meio maleável no qual a mentira pode alcançar sua abjeta plenitude de utopia.
A propósito, Olavo identifica o conceito de Fortuna com Deus. Discordo. Como filho do Renascimento, Maquiavel acreditava nas idéias dominantes do seu tempo, na magia, na astrologia, na alquimia. A Fortuna era, para ele, esse determinante cósmico que provinha das forças da natureza, idéia que irá percorrer toda a modernidade e terá em Goethe o seu poeta maior. A Fortuna como o espelho da carta do Tarô. Fortuna é o destino, que precisa ser moldado pela Virtú, pela intrepidez amoral dos novos príncipes. Deus está longe das preocupações do pervertido florentino. Os supostos materialistas e "realistas" que citam Maquiavel para justificar suas próprias tolices mal sabem que a raiz primeira do autor renascentista é a mais baixa magia, o culto satânico mais rasteiro, a maldade transformada em virtude.
Sozinho, esse pequeno livro já colocaria Olavo no panteão dos grandes filósofos políticos da atualidade. Dá para imaginar o que virá na obra maior, em gestação, A MENTE REVOLUCIONÁRIA. Espero com ansiedade sua publicação.

Ficha Técnica: Maquiavel ou a Confusão Demoníaca
Autor: Olavo Luiz Pimentel de Carvalho

Campinas, Vide Editorial, 2011



http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/12214-maquiavel-por-olavo-de-carvalho.html




Palestra dada por Olavo de Carvalho em 30 de julho de 2011.
Para comprar o livro, acesse: http://livraria.seminariodefilosofia...

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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Cubinhos de Tofu ao Shoyu, Gengibre e Alho


Cubinhos de Tofu ao Shoyu, Gengibre e Alho

Cubinhos de Tofu ao Shoyu, Gengibre e Alho (vegana)
Ingredientes

2 xícaras de tofu cortado em cubinhos
1 dente de alho cortado em lâminas
1 raiz pequena de gengibre
Shoyu
Cheiro-verde
Sal
Azeite

Preparo

Coloque os cubinhos de tofu em um refratário, coloque shoyu a gosto e raspe o gengibre, também a gosto. Deixe marinar por aproximadamente 10 minutos. Em uma frigideira antiaderente, regue um fio de azeite. Coloque o alho cortado em lâminas, quando der uma leve dourada acrescente os cubos de tofu. (sempre no fogo alto para dourar) Se necessário coloque mais shoyu e gengibre, verifique o sal. Mexa delicadamente até todos os lados do tofu ficarem douradinhos. Desligue e salpique cheiro-verde para servir.

Fonte: Receita e foto do blog Receitas do Boi


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Indicação de leitura do Blog O Santo Nome: O Livro Negro da Revolução Francesa


O Livro Negro da Revolução Francesa


Não sei o motivo, creio que seja uma graça de Deus, mas desde muito novo tive uma antipatia extrema pela Revolução Francesa. Todo aquele caos, todo aquele ódio às instituições tradicionais, toda aquela violência ligada ao comportamento de rebanho que as massas humanas adquirem em certas situações, sempre me pareceu algo péssimo.

Com o tempo, lendo mais e descobrindo os motivos determinantes (laicismo, deísmo, paralaxe cognitiva) pelos quais se deve rejeitar tal evento histórico como referencial de valores, coloquei-me de maneira tão contrária aos ideais de 1789 que ficou complicado conceber em alguém uma posição favorável. Contudo, isso é o que há de mais comum; lembro como recentemente, ao conversar com um amigo que faz licenciatura em História, fiquei estupefato com a admiração dele pela Revolução Francesa, e o mesmo se diga, algumas semanas atrás, ao ler comentários de confrades católicos num debate no Orkut.

Por isso, o lançamento na nossa língua, pela editora portuguesa Alêtheia, da obra O Livro Negro da Revolução Francesa (que pode ser comprado por meio da Livraria Cultura), é algo mais do que bem vindo.



Leiam a descrição da obra, que deixa bem claro o valor da crítica aos tristes acontecimentos do final do século XVIII:

"A Revolução Francesa de 1789 é normalmente descrita como um acontecimento glorioso, libertador e fraternal, que significou o triunfo de uma Razão há longo tempo amadurecida e desejada na Europa e que destruiu o mundo do Ancien Régime. Mas o acontecimento que é apontado como o fundador de valores como a Liberdade, Igualdade e Fraternidade, representou, simultaneamente, um dos mais sangrentos períodos da história contemporânea, com marcas que perduram até aos dias de hoje. O Livro Negro da Revolução Francesa não pretende «branquear» factos. É inegável que a extrema violência que este acontecimento gerou – e que, no entanto, se reclama como sendo um produto das Luzes – deixou marcas indeléveis em sucessivas gerações no mundo ocidental. Este livro pretende apresentar uma visão alternativa não só da Revolução Francesa, mas também dos processos revolucionários globalmente considerados, oferecida por trabalhos e reflexões críticas com um valor e autoridade que são, frequente e precipitadamente, recusados, mas que têm sido fundamentais para a desconstrução da «mitologia» revolucionária. Das perseguições religiosas aos tribunais do Terror, da guerra civil à destruição de obras de arte, o leitor poderá, com o presente livro, ganhar uma nova perspectiva sobre um dos acontecimentos mais marcantes da História."

Queda da Bastilha em 14 de julho de 1789.


Também é digna de nota a seguinte entrevista com um dos co-autores do livro (Jean Sévilla), originalmente publicada no blog da Federação dos Estudantes da Aquitânia e traduzida por Hélio Dias Viana:


(Jean Sévilla)

Qual foi a sua contribuição para esse livro?

Há dois anos, encontrando-me com o Pe. Renaud Escande, idealizador do futuro Livro Negro da Revolução Francesa, ele me perguntou que contribuição eu poderia dar à obra. Logo em seguida tive uma idéia, posta em execução num texto, à maneira de esboço de resposta para aquela pergunta: “Será comemorado o terceiro centenário da Revolução?”. Na época eu estava mergulhado na preparação de meu livro Moralmente correto, publicado em 2007, e impressionado pela amplitude das mudanças da sociedade e das mentalidades a que assistimos no decurso das últimas décadas. Projetando o mesmo espaço-tempo não mais para o passado, mas para o futuro, disse para comigo que seria interessante interrogar sobre o que restará da Revolução Francesa em 2089. Pergunta que pode ser entendida em duplo sentido: o que restará da Revolução, mas também o que restará da França. A conjectura é um exercício arriscado: tantas previsões, felizes ou infelizes, foram frustradas… Mas não é proibido interrogar, a partir do momento em que se sabe que certos fatos têm conseqüências iniludíveis.

Que continuidade existe entre este e seus livros anteriores?

Sou simultaneamente jornalista, ensaísta e historiador. Minha contribuição ao Livro Negro da Revolução Francesa inscreve-se nesta perspectiva: o historiador trabalhou sobre 1789, o jornalista mergulhou em suas lembranças de 1989, e o ensaísta tentou refletir sobre 2089.

Qual é a idéia-base deste livro?

A despeito do fato de que todos os historiadores sérios, mesmo os ardentemente republicanos, são unânimes em que a Revolução Francesa apresenta um problema, a imagem oficial – a dos livros escolares do primário e do secundário, a da televisão – mostra os acontecimentos de 1789 e dos anos seguintes como o momento da fundação de nossa sociedade, maquiando tudo aquilo que se quer esconder: o Terror, a perseguição religiosa, a ditadura de uma minoria, o vandalismo artístico etc. Hoje, elogia-se 1789 e nega-se 1793. A Declaração dos Direitos do homem é benquista, mas não a lei dos suspeitos. Mas, como separar 1789 de 1793 quando se sabe que o fenômeno terrorista começa a partir de 1789? Para responder à pergunta, a idéia-base do Livro Negro da Revolução Francesa é mostrar essa face da realidade que nunca é mostrada, e lembrar que houve sempre uma oposição à Revolução Francesa, mas sem trair a História. Queira-se ou não, goste-se ou não da Revolução, é um mapa da História da França e dos franceses. Não poderá ser apagado: cumpre ao menos compreendê-lo.

Este livro, do qual participaram diversos professores, mostra que o mundo universitário está em vias de mudar?

O mundo universitário mudou há muito tempo. Lembrem-se do Bicentenário [da Revolução Francesa, em 1989]: de Pierre Chaunu a Jean Tulard, de Reynald Secher aos historiadores estrangeiros que se descobriam então, tal como Alfred Cobban, todos os grandes nomes da pesquisa histórica situavam-se, em graus diversos, numa posição de crítica em relação à Revolução Francesa. É preciso lembrar o papel essencial e paradoxal de François Furet: este homem de esquerda, ligado ao liberalismo mas nunca à contra-revolução, participou fortemente do naufrágio do mito revolucionário nos meios intelectuais. Mas ele não é feito senão de amigos! Depois de 1989, contudo, passou-se uma geração. De onde a idéia, com este Livro Negro, de retomar a questão com novas colaborações, com contribuições em parte novas.

No quê uma obra sobre a Revolução Francesa ainda pode interessar os franceses de hoje?

Numa sociedade que se defronta com uma verdadeira depressão cultural, existe ainda um público cultivado e que lê. Se o Livro Negro chegar a esse público, já estará bem. Observa-se há anos um verdadeiro fascínio pela Idade Média. Nas multidões que vagueiam pelos castelos do [vale do] Loire ou de Versailles, ou na voga da música antiga, encontra-se um interesse pela civilização pré-revolucionária. Chegará o momento em que esse público verá de frente a história da Revolução, pronto a ser modificado em suas certezas. Mas, a se crer na receptividade que encontrei com meu livro Historicamente correto, uma obra que atingiu sem dúvida meio milhão de leitores, há muita gente na França pronta para objetar contra alguns mitos históricos estabelecidos. Espero que o Livro Negro da Revolução Francesa, do qual não sou senão uma das múltiplas vozes, contribuirá para isso.



fonte: http://apologeticacatolicablog.blogspot.com.br/2011/02/nao-sei-o-motivo-creio-que-seja-uma.html

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Atividades Brahma Kumaris Campinas dias :11, 13, 14 e 16 de Abril de 2013




11/04/2013 (19:30 - 20:30)
PALESTRA EXTERNA

GUANABARA – Instituto Camilo
 Tema: O Poder da Tolerância, facilita escutar e observar de modo mais acurado as questões da vida.  Campanha Escolha a Calma 
Data: 11 de Abril (5° feira)
Horário: as 19h30
Local: Rua Frei Manoel da Ressureição, 1213
Jd Guanabara, Campinas/SP


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13/04/2013 (09:00 - 10:30)
Vivendo Valores na Saúde

Vivendo Valores na Saúde - A Essência do Bem-estar
Data: 13 de Abril de 2013 (Sábado)
Horário: 9h às 10h30
Local: Brahma Kumaris em Campinas
Inscrição antecipada: fone: 3241-7480


14/04/2013 (18:30 - 20:00)
Aceitação: O início da transformação

Aceitação: O início da transformação
     Palestrante: Cidinha Oliveira

16/04/2013 (19:30 - 20:30)
PALESTRA EXTERNA

Sousas 
Tema: Com o Poder da Tolerância, facilita as nossas decisões baseando no entendimento no que nos acontece. Campanha Escolha a Calma
 Data: 16 de Abril (3° feira)
Horário: 19h30
Local: Ecomercado Avisrara – Espaço Spiralis
Rua Rei Salomão, 295 – Sousas.
Fone (19) 3258.9224



R. Monte Aprazível, 387 – Chácara da Barra
CEP: 13090-764
(ver o mapa de localização)
Fone: 19-3241.7480
Email: campinas@br.bkwsu.org


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Sugestões de Temas Para Monografia de T.C.C. Psicologia.







- Psicologia - A IMPORTÂNCIA DO ATENDIMENTO PSICOLÓGICO FRENTE À DOENÇA E AO ADOECER

 - Psicologia - A QUESTÃO DO VÍNCULO MÃE-FILHO E O MITO DO AMOR MATERNO NA CULTURA CONTEMPORÂNEA
 - Psicologia - AS DIMENSÕES DA PERSONALIDADE

 - Psicologia - DROGAS NA ADOLESCÊNCIA

 - Psicologia - DROGAS UM PROBLEMA NA ADOLESCÊNCIA

 - Psicologia - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA E SUAS CONSEQÜÊNCIAS E UMA ESTATÍSTICA ENTRE AS REGIÕES DO BRASIL

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- Psicologia - O QUE O ATUAL MÉTODO DE AVALIAÇÃO PODE CAUSAR À AUTO-ESTIMA DO ALUNO?

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 - Psicologia - RECALQUE REPRESSÃO E TRAUMA



 - Psicologia - SEXUALIDADE FEMININA - UMA LEITURA DA SEXUALIDADE FEMININA NA OBRA DE FREUD

 - Psicologia - TÉCNICAS PSICODRAMÁTICAS

 - Psicologia - TREINAMENTO EM ATENDIMENTO AO PÚBLICO





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A.B.C. Olavo de Carvalho 1 Paralaxia Cognitiva

    A análise de Olavo de Carvalho sobre René Descartes, frequentemente sintetizada em aulas e coletâneas como  Visões ...